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Igreja quer colocar vigário Antônio Joaquim no seu devido lugar

Catedral, com Praça Vigário Antônio Joaquim em frente; ao lado, a Praça DIx-sept Rosado onde é construído o Memorial das Vìtimas da Covid-19 (Imagem do Google Eart)
Catedral, com Praça Vigário Antônio Joaquim em frente; ao lado (círculo verde), a modesta praça Dix-sept Rosado onde é construído o Memorial das Vítimas da Covid-19 (Imagem do Google Earth)

A Diocese de Mossoró vai propor à Prefeitura Municipal de Mossoró, o deslocamento do busto do vigário Antônio Joaquim do local onde é construído o Memorial das Vítimas da Covid-19 (veja AQUI), para a praça que leva o seu nome, em frente à Catedral de Santa Luzia. O assunto será levado ao prefeito Allyson Bezerra (UB) ainda essa semana.

O vigário-geral da catedral, padre Flávio Augusto Forte Melo, falou sobre a proposta durante missa dia passado (31 de dezembro), às 19h. Em meio à liturgia, ele perguntou aos presentes que lotavam a matriz, se concordavam com a mudança. Ouviu o “sim” de forma maciça.

Na Praça Vigário Antônio Joaquim está uma estátua do governador Jerônimo Dix-sept Rosado Maia  (25/03/1911-12/07/1951). Segundo o padre Flávio Augusto, a colocação do busto não implicaria na retirada da homenagem a Dix-sept Rosado. Ou seja, o pensamento é que os dois ilustres nomes da história local coabitem o mesmo logradouro.

O bizarro nesse enredo de muitas décadas, é que onde está o busto do vigário Antônio Joaquim é a “Praça Dix-Sept Rosado,” ao lado da catedral.” A ‘troca’ aconteceu no início dos anos 50 do século passado. Valeu o peso político do emergente clã Rosado na hora de botar a estátua do governador na praça mais importante da cidade.

História

Busto do vigário foi inaugurado pouco mais de dois meses após homenagem a Dix-sept Rosado (Foto: Reprodução)
Busto do vigário foi inaugurado pouco mais de dois meses após homenagem a Dix-sept Rosado (Foto: Reprodução)

Nascido na vila de Aracati-CE (hoje município) em 5 de novembro de 1820, Antônio Joaquim Rodrigues faleceu em Mossoró dia 9 de setembro de 1894. Foi religioso e político que empreendeu luta para elevar o povoado de Santa Luzia ao status de vila e, depois, cidade. Teve carreira política como deputado provincial (equivalente hoje a deputado estadual) em sete mandatos e exerceu papel religioso por mais de 50 anos na terra que o adotou.

Desde o dia 2 de dezembro de 1953 o seu busto foi fixado na Praça Dix-sept Rosado, ao lado da catedral, obra produzida pelo escultor Osísio Pinto, sob encomenda do industrial mossoroense José Rodrigues de Lima.

Pouco mais de dois meses antes da inauguração do busto do vigário Antônio Joaquim, na Praça Dix-sept Rosado, no dia 30 de setembro de 1953 a estátua de Dix-sept Rosado foi inaugurada no local. A obra foi executada por Ottone Zorlini, (Treviso, Itália, 1897-São Paulo-SP, 1967), reconhecido escultor ítalo-brasileiro. Ela tem 3 metros e 80 centímetros de altura e pesa 1.300 Kg. É ladeada por dois grupos de homens, mulheres e crianças, em tamanho natural, além de outros detalhes que lembram integrantes do seu governo, mortos no mesmo ano.

As esculturas foram esculpidas em bronze e o seu pedestal, em granito róseo, originário do município de Angicos-RN.

Ex-prefeito de Mossoró, Dix-sept Rosado morreu em acidente aéreo em Sergipe, no dia 12 de julho de 1951. Estava no cargo de governador do RN há pouco mais de cinco meses (posse dia 31 de janeiro de 1951).

Monumento a Dix-sept Rosado está na Praça Vigário Antonio Joaquim (Foto: Arquivo)
Monumento a Dix-sept Rosado está na Praça Vigário Antonio Joaquim (Foto: Arquivo)

*Fontes de informações e pesquisas históricas: Câmara Cascudo, Raimundo Soares de Brito, Geraldo Maia, Raimundo Nonato da Silva e VIngt-un Rosado.

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Município devolve Praça Vigário Antônio Joaquim (ufa!)

A Prefeitura Municipal de Mossoró tirou os tapumes no entorno da Praça Vigário Antônio Joaquim.

Símbolo de Mossoró, praça está em área que a história mostra como começo da formação urbana do município (Foto: PMM)

Entregou-a novamente à cidade no fim da tarde desta quinta-feira (14) e várias situações embaraçosas narradas por esta página.

A obra se arrastou por mais de um ano e sete meses (saiba mais detalhes AQUI).

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Após denúncia, prefeitura monta força-tarefa para acabar obra

Após denúncia fartamente documentada em fotos, informações textualizadas e vídeo pelo Blog Carlos Santos, a Prefeitura Municipal de Mossoró desencadeou operação emergencial para finalmente terminar obra de restauração da Praça Vigário Antônio Joaquim. Desde abril do ano passado, há mais de um ano e seis meses, o serviço estava emperrado.

Foto com registro de hoje no início da tarde, após mobilização da prefeitura para se livrar de boa parte dos detritos (Foto: BCS)

Nesta terça-feira (22), sem questionar nenhum ponto do que denunciamos, a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) anunciou através de comunicado em suas redes sociais, que no dia 14 de novembro próximo finalmente vai abrir a praça a uso normal.

Operacionalmente, resolveu montar uma força-tarefa com a empresa contratada à obra – Vita Comércio e Serviços Ltda. – para tocar o empreendimento. Tem que aprontar de qualquer jeito.

Foto panorâmica da PMM em suas redes sociais, hoje, tenta suavizar o estrago mostrados pelo Blog Carlos Santos

Equipe para varrição, lavagem, recolhimento de lixo e monturos foi destacada e em poucas horas foi possível fazer alguns fotos para publicação oficial. Mesmo assim, não disfarçam o cenário que mostramos com clareza.

Acesso proibido

Também foi destacado serviço de vigilância, para evitar que viciados em droga e outros indivíduos continuassem ocupando a praça. Também é proibido o acesso de qualquer outra pessoa estranha ao trabalho.

A reportagem especial desta página no dia de ontem (veja AQUI) provocou retomada dos trabalhos, mas continuará sem resposta para muitas interrogações: a municipalidade emitiu uma ordem de serviço no dia 10 de abril do ano passado e outra em setembro do mesmo ano, para a mesma obra.

A primeira garantia entrega da praça para agosto de 2018 e a segunda para março deste ano.

A de abril, no valor de R$ 95.491,66 e sob a responsabilidade da Lima Engenharia e Construções. A outra, com montante de R$ 425.132,44, que está nas mãos da Vita.

Ambiente semidestruído, a Praça Vigário Joaquim foi mostrada por Nosso Blog ontem, em fotos do domingo, 20 (Foto: BCS)

Nota do Blog – Mais uma vez damos demonstração inequívoca de que tratamos assuntos sérios com a seriedade que eles merecem. Mesmo sob críticas e ataques de garachués anônimos ou não, cumprimos parte do nosso papel. Parte, bom frisarmos.

Infelizmente, os órgãos fiscalizadores oficiais não tratam com um pingo de zelo a coisa pública e não podemos ir muito além. Existem várias outras obras em situações idênticas ou piores. E, claro, ninguém é ou será punido.

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“Prefeita das Praças” abandona símbolo de Mossoró

Conhecida pela prodigalidade em “fazer praças” na cidade ao longo de três mandatos como prefeita, Rosalba Ciarlini (PP) está prestes a entrar no último ano do seu quarto mandato à frente da Prefeitura de Mossoró, marcada por uma simbologia inversamente proporcional. Ela é a prefeita que deprecia e destrói um dos logradores públicos mais simbológicos do município, no coração da urbe: a Praça Vigário Antônio Joaquim.

Monturos se formam na praça, escondidos por tapume e tendo Câmara Municipal ao fundo como cúmplice (Foto: BCS)

Desde o dia 10 de abril de 2018 (isso mesmo, veja AQUI, há um ano, seis meses e 11 dias) que ordem de serviço foi assinada para “obras de restauração, acessibilidade e manutenção”, no valor de R$ 95.491,66 e prazo de entrega para 120 dias, com responsabilidade da Lima Engenharia e Construções. Em agosto de 2018, ano passado, era para ter sido reinaugurada.

Desde então, no curso da campanha eleitoral do ano passado, quando tinha o filho Cadu Ciarlini (PP) como candidato a vice-governador do ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), ela e uma entourage fez várias visitas ao local e nunca entregou a obra nem justificou o porque de não abri-la ao uso da população.

Cotidiano do caos

O retrato do local é desolador. Num tour por onde antes circulavam adultos e crianças durante muitas décadas, logo encontramos monturos e estruturas físicas semidestruídas. Foi transformada em residência fixa de incontáveis moradores de rua que se entregam a seus vícios, fazem necessidades físicas e converteram bancos em varais para roupas ou camas, numa vida cotidiana dividida com pombos, lixo, ratos e baratas.

Num banco transformado em varal, cueca, calção e outras peças dos atuais ocupantes do local (Foto: BCS)

A Praça Vigário Antônio Joaquim é uma vergonha à céu aberto, mas escondida dos olhos de transeuntes por tapumes de alumínio. Os responsáveis por esse escárnio seguem preservados de críticas ou qualquer tipo de indignação da população.

O vizinho que deveria “fiscalizar”

Também são poupados de cobrança incisiva da Câmara Municipal. Inclusive, esse poder “fiscalizador” é vizinho – a poucos metros – do local. Na verdade, parceiro e cúmplice desse crime de lesa-Mossoró.

Impossível não perceber tanto acinte, haja vista que das janelas do seu plenário é possível ter uma visão panorâmica desse patrimônio da gestão de Rosalba Ciarlini, numa área de cerca de 1.900 metros quadrados.

Alguns moradores de rua descansam tranquilamente em bancos, sem qualquer tipo de preocupação no local (Foto: BCS)

Estranho também que a mesma Praça tenha passado a ter outra empresa contratada para realizar o mesmo serviço, sem que praticamente nada revele que ali um dia foi promovida qualquer tipo de restauração, acessibilidade e manutenção.

Outra empresa, outro valor, outro prazo

Desde o fim de setembro de 2018 que trabalhadores começaram a cercar a praça (veja AQUI), com a nova obra definida (e outra empresa, a Vita Comércio e Serviços Ltda.) no valor de R$ 425.132,44.

Em seis meses tudo seria entregue, garantia a propaganda municipal. Ou seja, março de 2019.

Outro prazo que foi e continua ignorado e nenhum esclarecimento é prestado ao contribuinte, ou seja, quem paga o desperdício.

Catedral de Santa Luzia e a estátua do sogro da prefeita, Governador Dix-sept Rosado, testemunham desprezo (Foto: BCS)

A mesma praça com duas placas com especificações do empreendimento (a primeira já foi retirada do local), dois prazos, dois valores bem diferentes e uma mesma realidade: abandono, desprezo.

A “casa” da prefeita

A “prefeita das praças” anunciou na pré-campanha de 2018 que tinha 35 obras em andamento e mais 30 estariam em licitação, a maioria para reparos em praças, calçamentos, tapa-buraco.

“A nossa cidade é como a nossa casa, tem que ter manutenção frequente”, palavras dela no dia 10 de abril do ano passado.

Cabe um ditado popular para enquadrá-la à realidade: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

Vale ainda lembrar um bordão que ela utilizou em sua campanha municipal vitoriosa em 2016: “Minha Mossoró, o que estão fazendo com você?”

Foi o mote para transformar o então prefeito Francisco José Júnior (PSD à época) em seu principal cabo eleitoral. Nas redes sociais, principalmente, muitas vozes se levantaram para julgá-lo e sentenciá-lo ao purgatório. Agora, não. Há um silêncio tumular.

Ambiente fétido, semidestruído, praça merece um tour guiado para se ver o que é feito em Mossoró (Foto: BCS)

Dezenas de pequenas obras seguem paradas ou quase parando, outras tantas não passaram de propaganda.

Entretanto o enredo ainda não está completo.

Estátua e Santa Luzia como testemunhas

Esta semana a Câmara Municipal de Mossoró deverá aprovar projeto de lei que autoriza o município a contratar empréstimo “de até” R$ 150 milhões (veja AQUI) para obras de calçamento, asfalto e construção de prédios públicos.

Dinheiro à mão do mesmo governo que não consegue concluir reparos banais numa praça diante de outros dois símbolos mossoroenses: a estátua do seu sogro, o governador Dix-sept Rosado, e a Catedral de Santa Luzia, padroeira dos católicos e dos olhos. Ela deve estar vendo tudo.

Depois de mais de um ano e 6 meses, ferragens, sistema elétrico, alvenaria e outras estruturas provam desperdício (Foto: BCS)

Leia também: Rosalba faz ‘duas’ obras na mesma praça e mantém abandono (24 de junho de 2019);

Leia também: Empréstimo de Rosalba é cartada político-eleitoral decisiva.

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“Caminhada Histórica de Mossoró” vai acontecer no sábado

Um expressivo número de pessoas deverá participar do projeto “Caminhada Histórica de Mossoró – História e Cultura, Passo a Passo”, no próximo sábado (11). Começará às 15 horas, na Praça do Museu Municipal Lauro da Escóssia, centro.

Podem participar pessoas de todas as idades, interessadas em conhecer um pouco mais da história dos monumentos da cidade.

Praça Vigário Antônio Joaquim quando tinha conservação (Foto: não identificada na Web)

A Caminhada irá percorrer os 17 monumentos históricos que compõem o corredor cultural da cidade, até chegar a Estação das Artes Eliseu Ventania, passando pela Loja Maçônica “24 de junho”, Praça da Redenção “Dorian Jorge Freire”, Estátua da Liberdade, Prédio da União Caixeiral, Praça Vigário Antônio Joaquim, Monumento ao Governador Dix-Sept Rosado Maia, Catedral de Santa Luzia, Largo Monsenhor Huberto Bruening, Câmara Municipal de Mossoró, Praça Rodolfo Fernandes, Praça do Codó, Capela de São Vicente, Palácio da Resistência, Memorial da Resistência, Teatro Dix-huit Rosado e Estação das Artes Eliseu Ventania.

A Caminhada foi inspirada em pesquisa histórica dos monumentos que compõem o percurso realizada pelo historiador Geraldo Maia.

Em todo o percurso será explicado aos participantes, a importância histórica de cada monumento, constituindo-se assim, em uma grande aula de história ao ar livre.

A Caminhada Histórica de Mossoró 2017 é uma iniciativa do GEPHAM, Grupo de Estudos do Patrimônio Histórico Arquitetônico de Mossoró, estando à frente o professor de História da Arte Thalles Chaves Costa e o também professor e arquiteto Alexandre Lopes, além dos Estudantes de Arquitetura que compõe o Grupo de Pesquisa e da Universidade Potiguar (UnP).

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Após alerta do Blog Carlos Santos, Prefeitura recuperará praças

A Secretaria de Infraestrutura anuncia que em até 30 dias inicia o trabalho em praças da cidade. A ação consiste em limpeza e recuperação de fontes e tem caráter emergencial.

Abandono completo entre a praça fétida e o ex-Teatro Lauro Monte Filho revelam face enojante do centro de Mossoró (Foto: Blog Carlos Santos)

O Departamento de Parques e Jardins da Secretaria já realizou levantamento de todos os locais que necessitam de manutenção.

Inicialmente o trabalho será realizado nas praças Bento Praxedes (Praça do Codó), Vigário Antônio Joaquim (Praça da Catedral) e Rodolfo Fernandes ( Praça do Pax).

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Nota do Blog – Isso. Excelente notícia, prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Mais uma vez esta página dá demonstração, inequívoca, de que serve ao interesse público e colabora com a administração municipal, como já fizera com anteriores (nunca compreendido, que se diga).

Esta semana colocamos postagens mostrando cenário de abandono das praças Vigário Antônio Joaquim (veja AQUI) e Bento Praxedes (veja AQUI), cenário parecido com outras como a Rodolfo Fernandes (publicaremos postagem adiante), Praça do Museu etc.

Continuaremos em nosso papel, sendo mais útil do que os que preferem apenas fazer “assessoria de incenso” e oba-oba em prol do poder.

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Mossoró tem abandono vergonhoso no ‘coração da cidade’

Cenário entre a praça fétida e o ex-Teatro Lauro Monte Filho revela o centro de Mossoró (Foto: Blog Carlos Santos)

O centro de Mossoró está mal-iluminado, com praças sujas, piscinões para proliferação de insetos, dejetos e propagação de doenças. Um abandono que machuca.

O exemplo mais clássico é a Praça Vigário Antônio Joaquim, onde pateticamente existe um monumento em homenagem ao governador Dix-sept Rosado, implantado nos anos 50.

Acompanhando um amigo cearense ligado à cultura, que visitara a cidade no final de semana e desejara passar por alguns locais, senti-me enojado e envergonhado.

Minha Mossoró, o que estão fazendo com você?

Não ter recursos para obras, é compreensível. Precisamos ter paciência e defender prioridades administrativas. Mas não ter pelo menos iniciativa para botar vassourões piaçavas, detergentes, rodos e água para um mutirão de limpeza, é inaceitável.

Outras praças estão com igual problema da Vigário Antônio Joaquim, conservando ‘fontes’ com espelho de água esverdeada, podre, que poderiam ser tamponadas com brita ou outro material, até que se possa dar um destino mais ordenado ao espaço.

Particularmente a Praça Antônio Joaquim é simbológica. Trata-se do “coração da cidade”. Além de ostentar o monumento a Dix-sept Rosado, tem a Catedral de Santa Luzia e o ex-Teatro Municipal Lauro Monte (que está em escombros), servindo como poleiro de pombos, trapézio de morcegos e cracolândia de drogados há mais de cinco anos (veja AQUI).

Façam alguma coisa, por favor. Isso é acintoso, desrespeitoso e vergonhoso.

Ah, uma ponderação! Não me venham justificar esse absurdo culpando ex-prefeito, Lampião, Pedro Álvares Cabral ou Dom Sebastião.

Da população não podemos esperar qualquer reação ao descaso. Boa parte dela vive imersa no alheamento de seus próprios problemas ou metida em arengas partidárias nas redes sociais, sem se unir em nome de causas que dizem respeito a todos.

Francamente!

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