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Forças Armadas não veem fraudes em urnas, mas relatório é guardado

O presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou a divulgação do relatório do Ministério da Defesa sobre a fiscalização feita por militares do primeiro turno das eleições. O motivo, conta Malu Gaspar, foi que o documento aponta que não houve fraudes nas urnas eletrônicas, contrariando uma das obsessões do presidente.

Urnas eletrônicas será utilizadas no domingo (Foto: TSE)
Urnas eletrônicas será utilizadas no domingo, dia 2 de outubro deste ano (Foto: TSE)

O relatório não foi divulgado ao público, mas um resumo foi apresentado informalmente ontem a Bolsonaro pelo ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

O presidente determinou que fosse feito um “relatório completo” englobando o segundo turno, alegando que a ausência de fraudes em um turno não descartava a possibilidade em outro, afirmando que os militares deveriam se esforçar mais. As Forças Armadas analisaram uma amostra de ao menos 385 boletins de urna e um projeto-piloto com uso da biometria para testar 58 aparelhos, sugerido pelos próprios militares. (Globo)

E o presidente em exercício do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, determinou que o Ministério da Defesa encaminhe à Corte uma cópia das conclusões sobre a fiscalização das urnas. A decisão atendeu a um pedido do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado. Segundo este, “a segurança do Estado sairá fortalecida com a divulgação de tais informações”. (g1)

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O que me deixa perplexo é ver as Forças Armadas, que não são um poder, mas força auxiliar à garantia da soberania nacional, das instituições, das leis e da ordem, num Estado Democrático de Direito, se debruçar sobre essa questão. Que vexame.

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Servidores do IFRN podem deflagrar greve

Sindicato vai fazer assembleia no próprio Campus Mossoró (Foto: Divulgação)
Sindicato vai fazer assembleia no próprio Campus Mossoró (Foto: Divulgação)

O Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) – Mossoró, que representa os servidores do Instituto Federal do RN (IFRN) – Campus Mossoró, realiza assembleia na próxima quinta-feira (8). Acontecerá às 10h, para discutir e deliberar sobre a adesão à greve convocada pelo Sinasefe Nacional.

A assembleia ocorre de maneira presencial, no auditório do Campus.

A greve convocada em todo o país chegou hoje a 21 dias e conta com a adesão de oito seções sindicais, além de aprovação em outras três, que estão definindo a data para início da paralisação local. O movimento paredista tem como principal objetivo garantir o reajuste de 19,99% para todo o funcionalismo público federal.

A proposta já foi apresentada ao Governo de Jair Bolsonaro que reiteradas vezes recusou o diálogo com as categorias.

Além da discussão sobre a adesão ou não à greve, a categoria também deverá debater sobre a instauração de um Estado de Greve no IFRN, com mobilização permanente na instituição, mas sem a paralisação total das atividades.

Outro ponto de debate na assembleia é o 3º Encontro de Mulheres do Sinasefe, que será realizado entre 18 a 21 de agosto de 2022 em Fortaleza (CE).

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Fábio Faria pode trocar Bolsonaro pelo sogro Sílvio Santos

Do Diário do Centro do Mundo (DCM)

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, pode trocar Bolsonaro por Silvio Santos. Segundo apurou o DCM, o genro do dono do SBT tem uma proposta para trabalhar na emissora como uma espécie de assessor que coleta patrocínios.

Bolsonaro, Fábio e Sílvio Santos estão na mesma engrenagem política nesse momento (Foto: reprodução)
Bolsonaro, Fábio e Sílvio Santos estão na mesma engrenagem política nesse momento (Foto: reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, pode ter Fária como desfalque no time de 11 ministros que ele esperava que disputassem as eleições do seu lado neste ano.

Faria tem negado que vá desistir. A quem tem perguntado, ele afirma que a decisão só será tomada no final do mês. Mas internamente no governo já se trabalha com um cenário em que Faria fique até o o final do mandato de Bolsonaro e, depois, provavelmente vá para a iniciativa privada.

Espaço para um

A meta do ministro era se candidatar a senador pelo Rio Grande do Norte, assim como o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que também é do estado e se filiou recentemente ao PL.

Os dois sabem que só há espaço para um candidato do governo federal no estado, em que Lula é muito forte, e concordam que não faz sentido dividir esse eleitorado.

Como Bolsonaro já avisou que não vai se envolver nesse assunto, os dois combinaram de se reunir no final do mês para avaliar o panorama das pesquisas de intenção de voto.

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Governo Federal nega pedido para ajuda humanitária à Bahia

Do G1

O governo federal, por meio do Ministério das Relações Exteriores, negou o pedido do governador da Bahia, Rui Costa, para autorização do envio de ajuda humanitária da Argentina às cidades afetadas pelas chuvas no estado.

Imagem aérea mostra ruas inundadas após fortes chuvas em Itajuipe, no sul da Bahia, em 27 de dezembro (Foto: Amanda Perobelli-Reuters)
Imagem aérea mostra ruas inundadas após fortes chuvas em Itajuipe, no sul da Bahia, em 27 de dezembro (Foto: Amanda Perobelli-Reuters)

Na tarde desta quarta-feira (29), Rui Costa pediu autorização para a missão estrangeira por meio das redes sociais.

g1 teve acesso com exclusividade ao documento do Ministério das Relações Exteriores que foi enviado à embaixada da Argentina que dispensa a ajuda oferecida. Em um trecho do documento, o governo federal afirma que os recursos pessoal e financeiro são suficientes, com reserva de R$ 200 milhões para enfrentar a emergência.

“Na hipótese de agravamento da situação, requerendo-se necessidades suplementares de assistência, o Governo brasileiro poderá vir a aceitar a oferta argentina de apoio da Comissão Capacetes Brancos, cujos trabalhos são amplamente reconhecidos”, diz outro trecho do documento.

Nota do Canal BCS – Eu nunca vi algo parecido antes. Que coisa!

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Dois partidos planejam fusão para as próximas eleições

Partido político, fusão, incorporaçãoA chamada “Grande Imprensa” dá como certa a fusão entre o Partido Social Liberal (PSL) e o Democratas (DEM). Como o Senado deve botar freio na ressuscitação das coligações proporcionais, as duas siglas pensam em criar um partido forte.

O PSL tem 53 deputados federais e foi a legenda escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro ser eleito em 2018. Entretanto, ele logo a deixou para trás. O partido é a maior bancada da Câmara Federal, ao lado do PT.

Mas, é provável que pelo menos a metade dos deputados siga Bolsonaro em sua futura escolha partidária.

Quanto ao DEM, a sigla tem 28 deputados federais e maior capilaridade municipalista do que o PSL, que se somaria aos gordos Fundo Partidário e Fundo Eleitoral do PSL.

Ponto pacífico entre PSL e DEM: Bolsonaro não poderá se filiar.

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Ameaça da hora

ameaça, alvo,“A hora dele vai chegar”.

Já imaginou você recebendo uma ameaça dessa publicamente?

Reagiria formalizando Boletim de Ocorrência, partiria para ofensas ou aumentaria sua segurança pessoal e de família?

Ontem, a maior autoridade da República mandou esse recado de intimidação numa boa (veja AQUI).

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Meu adversário ideal em 2022

Presidente Jair Bolsonaro e Lula têm polarização que faz bem aos dois para disputa de 2022 (Fotomontagem)
Presidente Jair Bolsonaro e Lula têm polarização que faz bem aos dois para disputa de 2022 (Fotomontagem)

Inteligente, o ex-presidente Lula da Silva (PT) não quer nem ouvir falar em impeachment de Jair Bolsonaro (sem partido), seu adversário ideal para o pleito presidencial de 2022.

Uma turba oposicionistas de indignados e de esquerdistas pensa diferente e deseja ejetá-lo de qualquer jeito do poder, numa visão punitiva, como se tudo se resolvesse aí.

“Segurar” Bolsonaro sangrando no Planalto até a disputa é imprescindível para o ex-presidente, que teme quem possa catalisar uma corrente de eleitores que não o deseja nem a Bolsonaro, mas espera outra opção de perfil moderado.

Um disputante de centro ou centro-direita.

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Saída de ministro e escândalo de vacina perturbam governo

Ricardo Salles é um problema que só cresce para o governo (Foto: EBC)
Ricardo Salles é um problema que só cresce para o governo (Foto: EBC)

Do Canal Meio e Blog Carlos Santos

O Governo Bolsonaro teve uma quarta-feira (23) terrível. Um dia para não esquecer e que seus desdobramentos podem ter consequência muito nefastas.

A decisão de exonerar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles veio, segundo fontes da investigação, porque o governo foi alertado de que uma leva de novas provas contra eles foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e poderia ‘contaminar o presidente da República. Além disso, o celular do ministro foi aos Estados Unidos para passar pela quebra de senha. Também estaria próxima a chegada, no STF, das quebras de sigilo bancário de Salles e da mãe dele. (Coluna Radar, Veja)

Salles foi substituído por Joaquim Álvaro Pereira Leite, até então secretário da Amazônia e Serviços Ambientais no ministério. A troca não indica mudanças na política ambiental.

Escândalo da vacina

Em entrevista aos repórteres Natália Portinari, Julia Lindner e Thiago Bronzatto, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Fernandes Miranda disse ter se encontrado com o presidente no Palácio da Alvorada no dia 20 de março e mostrado a ele documentos com pedido para pagamento antecipado fora do contrato para importar doses perto do vencimento.

A Covaxin foi a única vacina comprada com um intermediário, a Precisa Medicamentos, e custou R$ 80 por dose, o imunizante mais caro adquirido pelo Brasil. O encontro no Alvorada foi arranjado pelo deputado bolsonarista Luís Miranda (DEM-DF), irmão do servidor, que sustenta as afirmações. Bolsonaro teria dito aos dois que encaminharia o caso à Polícia Federal, mas o diretor-geral à época, Rolando Alexandre de Souza, disse não se lembrar de qualquer pedido nesse sentido. (Globo)

Miranda sustenta que presidente sabia da situação suspeita (Foto: Web)
Miranda sustenta que presidente sabia da situação suspeita (Foto: Web)

O presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou ter aconselhado Luís Miranda a levar a público a história. Até aqui, Lira vinha atuando apenas em favor do presidente. (Poder 360)

Com a denúncia na rua, o governo enfim acionou a PF — contra os denunciantes. Em tom agressivo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, disse que Bolsonaro mandou PF, CGU e MPF investigarem o deputado e seu irmão. “Quero alertar o deputado Luis Miranda de que o que foi feito hoje é no mínimo denunciação caluniosa e isso é crime tipificado no Código Penal”, disse Onyx. “Deputado Luís Miranda, Deus está vendo. Mas o senhor não vai só se entender com Deus, mas com a gente também.” (Estadão)

Miranda reagiu dizendo que pedirá à CPI da Pandemia a prisão do ministro por coação de testemunha. Na sexta-feira, ele e o irmão prestarão depoimento à comissão do Senado. O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), pedirá segurança para os dois e seus familiares. (Metrópoles)

O relator da CPI, senador Renan Calheiros, cogita pedir prisão de Onyx por coação de testemunha. (G1)

Durante seu pronunciamento, Onyx negou que o governo já tenha feito algum pagamento à Precisa, mas, como revela Valdo Cruz, o Ministério da Saúde já empenhou (reservou) R$ 1,6 bilhão para a compra da vacina, cujo contrato foi anunciado em fevereiro pelo próprio ministério. (G1)

O ministro também disse que o documento apresentado pelos irmãos Miranda era falso, diferente das duas versões enviadas pela Precisa. A empresa, porém, já havia admitido mais cedo ter enviado uma terceira versão, desmentindo Onyx. (Globo).

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Prefeito é aprovado; Fátima e Bolsonaro têm desaprovação

Do Blog Carol Ribeiro

A TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom) e a Rádio Princesa FM (Assu) divulgaram nessa quinta-feira (27) a primeira pesquisa político-administrativa com foco no município assuense.

O prefeito Gustavo Soares (PL) é aprovado por 48,40% dos munícipes. Já a governadora Fátima Bezerra (PT) tem reprovação de 35,63%.

Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é campeoníssimo de reprovação, com 61,68%.

Veja abaixo os detalhes da sondagem:

Avaliação do Governo MunicipalPesquisa TCM-TS2 - Assu - Avaliação do Governo Gustavo Soares - 27-05-21

Avaliação do Governo do EstadoPesquisa TCM-TS2 - Assu - Avaliação do Governo Fátima Bezerra - 27-05-21

Avaliação do Governo FederalPesquisa TCM-TS2 - Assu - Avaliação do Governo Jair Bolsonaro - 27-05-21

A pesquisa, encomendada pelo Grupo TCM, foi realizada nos dias 24 e 25  de maio ouvindo 595 eleitores de Assu/RN.

A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

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Mau exemplo de Bolsonaro custa ‘muitas vidas e dinheiro’, diz Agripino

José Agripino - twitter do dia 18 de Abril criticando Bolsonaro por perdas de vidas humanas e alto custo financeiro no combate à Covid-19Para o ex-senador José Agripino (DEM), a gestão institucional da crise da pandemia e o próprio comportamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de negação à ciência e reprovação a normas biossanitárias básicas, concorrem para a dimensão da tragédia da Covid-19 no Brasil.

Em postagens em suas redes sociais, ele evitou rodeios:

– O exemplo do presidente da República está nos custando muito dinheiro e muitas vidas.

Do ponto de vista político, Agripino defende a tessitura para uma terceira via à disputa presidencial que seja alternativa ao próprio Bolsonaro e ao chamado “lulopetismo”.

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Presidente Bolsonaro afirma que não vai decretar lockdown

Bolsonaro vê profundos prejuízos à economia (Foto: Web)
Bolsonaro vê profundos prejuízos à economia (Foto: Web)

Do UOL

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda-feira (8) que não usará o que chamou de “meu Exército” para executar lockdowns ou outras medidas restritivas pelo país para frear o avanço da Covid-19.

“Vou só dar um recado aqui: ​alguns querem que eu decrete lockdown. Não vou decretar. E pode ter certeza de uma coisa: o meu Exército não vai para a rua para obrigar o povo a ficar em casa. O meu Exército, que é o Exército de vocês. Então, fiquem tranquilos no tocante a isso daí”, disse Bolsonaro, ao interagir com apoiadores na porta do Palácio da Alvorada.

“Parece que está voltando a onda, o lockdown. Se coloque no lugar do chefe de família que não tem o que levar para casa”, disse Bolsonaro aos apoiadores.

Mais cedo, em suas redes sociais, o presidente publicou um vídeo em que um homem discute com policiais militares que o abordaram para que cumprisse decreto de restrição de circulação em um município que não é identificado na postagem.

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Candidatos bolsonaristas não terão presidente em campanha

Péssima notícia para os pré-candidatos que vão ostentar adesivo de “Candidato de Bolsonaro” na campanha municipal deste ano no país, num momento de alta em avaliação de governo dele. Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que não participará de primeiro turno de campanha.

Ele manifestou-se por seu endereço na rede social Twitter, em que também trabalha à criação do Aliança pelo Brasil (novo partido) e possibilidade de filiação à outra legenda, caso não consiga formalizá-la.

“Boa sorte a todos os candidatos e, principalmente, aos eleitores nessas escolhas”, afirmou.

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Marco do Saneamento Básico e a necessidade do bom debate

As redes sociais estão inundadas de “especialistas” que são a favor ou contra a aprovação no Senado do novo Marco Legal do Saneamento Básico (PL 4.162/2019) do país. O projeto é de iniciativa do Governo Federal.

Depois de passar por Câmara Federal e crivo dos senadores, o PL agora espera apenas a sanção (transformação em lei) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Contra ou a favor? Preciso me inteirar do assunto, conhecer o texto, ouvir opiniões divergentes, estudar experiências vitoriosas e tentativas frustradas mundo afora.

Entendo que é o mínimo que precisamos para formar opinião, sem xingamentos ou plena ‘certeza’ baseada em amplo desconhecimento.

Particularmente, fica a preocupação de como o direito à água potável e saneamento, coleta de lixo etc. vai alcançar populações às bordas da sociedade e em pequenos rincões municipais, deficitários em quase tudo. Eles subsistem com transferências fiscais e meio circulante baseado em dinheiro de aposentados e programas federais. A economia é primária.

Engrenagem

No papel, tudo parece muito encaixado. A mão visível ou invisível do capital entra na engrenagem como força-motriz de um elenco de serviços da alçada dos entes públicos, incapazes em séculos de fazer o elementar.

No RN temos algumas experiências interessantes e vitoriosas, num comparativo com os serviços prestados antes. Refiro-me à energia elétrica e à telefonia. A privatização da Cosern e a quebra do monopólio da telefonia mudaram a vida (para melhor) de milhões de potiguares.

Quem não conheceu fases anteriores à privatização da concessionária de energia e à chegada e expansão da telefonia mobile (móvel), não sabe o inferno em que vivíamos. Ter um telefone era sinal de status. Ter vários (fixos), então, seria prova de riqueza ou ostentação.

Desconfiar sempre

Está excelente hoje? Não. Mas o salto em alcance social, qualidade e agilidade em atendimento ao consumidor mudou bastante com a Cosern privatizada. Quanto à telefonia, eu mesmo possuo duas linhas móveis, quatro aparelhos (dois imortais lanterninhas, entre eles) e não tenho um fixo com tarifa mensal, de valor modesto, porque o considero desnecessário.

Em termos de saneamento/água seguimos num atraso fóssil. Somos marcados pelo desperdício e falta de meios para atendimento à população em seu direito basilar de acesso ao ‘precioso líquido’ (como se falava pomposamente no passado radiofônico).

Sempre desconfio de números grandiloquentes e da versão de panaceia a programas, leis e projetos que surgem como remédio para todos os males. E em minha atividade, desconfiar é sempre imprescindível e obrigatório, sobretudo do que pareça óbvio demais.

Que o Marco Regulatório não seja mais uma grande sacada do capital perverso, entrelaçado com a política iníqua que se pratica em larga escala nesse país. Veremos.

Saiba mais informações sobre o projeto clicando AQUI.

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Diabruras do presidente Ricochete

Por Paulo Linhares

Por décadas a fio, a criançada tupiniquim se encantava com um desenho animado da Hanna-Barbera (1964), “Ricochet Rabbit & Droop-a-Long” que, na língua de Graciliano, chamou-se “Coelho Ricochete & Blau Blau”. O Coelho Ricochete é um habilidoso xerife que faz coisas inimagináveis com armas de fogo e sempre derrota “os vagabundo” (sic, com esse erro de concordância, próprio da fala do presidente Bolsonaro…) do velho Oeste (nosso? Não, o norte-americano) e os confina em remotas “jails”, aquelas toscas prisões quase sempre vulneráveis a fugas puxadas a bananas de dinamite.

O fiel escudeiro de Ricochete é um coiote idiota, do tipo “devagar quase parando”, chamado Blau Blau, porém, representa a voz da razão que é antípoda da emoção do chefe e repete, para o público infanto-juvenil, a saga cervanteana do cavaleiro Don Quijote de la Mancha e seu fiel escudeiro Sancho Panza.Estas lambanças juvenis se encaixam numa reflexão, posto que perfunctória, da realidade brasileira nos nove meses iniciais do governo Bolsonaro, levando-se em consideração, sobretudo, as falas performáticas do próprio presidente através de redes sociais ou por meio de entrevistas não programadas que concede a ‘focas’ acampados na saída do Palácio do Alvorada. Esse improvisos presidenciais, verdadeiros tiroteios para todos os lados, têm causado estragos políticos enormes, interna e externamente.

Usando uma linguagem bem senso comum e raciocínios tacanhos, Bolsonaro discorre sobre assuntos que, pela liturgia do cargo importante que ocupa, nem deveria fazê-lo.

No mundo civilizado, os tais “negócios de Estado” são tratados segundo modelos (talvez “protocolos” até seja o termo mais adequado) estabelecidos ao longo de muitos séculos de vivência em cortes palacianas, sedes de governo e se repetem, com mudanças inevitáveis e adaptações às peculiaridades de cada contexto histórico, em todos os países que têm estruturas de poder organizadas. Em suma, os Estados e seu líderes devem pautar-se por regras gerais de convívio social e da boa educação, que demarcam o que podem ou não fazer, como devem proceder diante de certas circunstâncias etc.

Alguém que exerça relevante cargo em um país (rei, presidente ou primeiro-ministro) não deve se imiscuir em questões da política interna de outro país ou destratar pessoalmente liderança política de país estrangeiro com o qual mantém relações diplomáticas.

Jânio

Já tivemos alguns presidentes estabanados, a exemplo de Jânio Quadros, que governou o Brasil após brilhante eleição ocorrida em 1960. Certa vez, quando interpelado por uma jornalista a respeito de sua opinião sobre os homossexuais e foi chamado de “você”, Jânio respondeu na bucha: “Intimidade gera aborrecimentos ou filhos. Como não quero aborrecimentos com a senhora, e muito menos filhos, trate-me por Senhor!”

Sobre a sua renúncia à presidência da República, Jânio Quadros fez várias declarações desconcertantes, em 25 de agosto de 1961: “A conspiração está em marcha, mas vergar, eu não vergo!” (durante o café da manhã); “Comunico aos senhores que renuncio, hoje, à Presidência da República” (em reunião com os chefes da Casa Civil e da Casa Militar); “Ajustem o novo Brasil às exigências do Brasil novo. Com esse Congresso, eu não posso governar” (com os três ministros militares); “[Brasília] Cidade amaldiçoada, espero nunca mais vê-la” (quando ia embarcar para São Paulo, após a renúncia).

No ciclo de governos militares (1964-1985), contabilize-se apenas a figura desajeitada do general João Batista Figueiredo na presidência da República 1979-1985), que, todavia, disse apenas poucas frase desastradas que ganharam repercussão na imprensa brasileira.

Registrou o jornal Folha de São Paulo (edição de 17/02/1995): “Em 9 de outubro de 1979, o então presidente João Baptista Figueiredo foi surpreendido por 90 alunos de escolas das cidades-satélites de Brasília, que tinham ido conhecer o Planalto.

Quando a professora se afastou um pouco do grupo que cercava Figueiredo, um menino de 10 anos perguntou: ‘Presidente, como o sr. se sentiria se fosse criança e seu pai ganhasse salário mínimo?’ Figueiredo respondeu: “Eu dava um tiro no coco.”

Na época, o mínimo em São Paulo era de Cr$ 2.268,00 (US$ 76). Em seguida, Figueiredo tentou consertar: “Eu trabalharia para ajudar meu pai.” Então foi a vez de uma menina de 9 anos: “Presidente, por que a panela do pobre está sempre cheia de ilusão?” E Figueiredo: “Eu pretendo melhorar isso baixando o custo de vida”.

Noutro momento, segundo registro em livro de Eduardo Bueno (Ed. Ática, ISBN 8508082134, 9788508082131) disse o então presidente João Figueiredo num infeliz desabafo: “Prefiro cheiro de cavalo do que cheiro de povo. Não posso obrigar o povo a gostar de mim. Sou o que sou, não vou mudar para que o povo goste.” Último presidente da ditadura miliar, Figueiredo disse que “quem for contra a abertura, eu prendo e arrebento” e, quando deixou o poder, declarou melancólico: “Peço ao povo que me esqueça.”

O presidente Bolsonaro, em pouco mais de oito meses de presidência da República, bateu todos os recordes de múltiplas quebras de muitos dos protocolos que conformam a liturgia do poder, seja no âmbito interno seja no plano internacional. Ele produz em um dia mais estultices que Jânio Quadros e o general Figueiredo produziram em todo o tempo que foram inquilinos do Palácio da Alvorada.

Em resumo, Bolsonaro, filhos e agregados, já destrataram muitas instituições e pessoas do seu país, inclusive, importantes aliados políticos e colaboradores do governo. E mais: achando pouco, agem como irrefreável bulldozer a pisotear instituições e autoridades estrangeiras, tarefa, aliás, a que se tem dedicado pessoalmente Jair Bolsonaro ao dizer coisas grosseiras, desrespeitosas à dignidade das pessoas, quase sempre gratuitamente agressivas e não menos inimagináveis; certamente acredita que o fato de ter ‘capturado’ a presidência da República lhe dá a condição de dizer o que vem às ventas. E diz, doa a quem doer, lasque a quem possa lascar, em “França, Europa ou Bahia”, como se dizia antigamente.

Peitou a Alemanha e sua primeira-ministra; desancou a Noruega; meteu a chibata na França, fez chacota do presidente Macron e destratou a primeira-dama francesa; na defesa (intromissão indevida e errônea) do argentino Maurício Macri, Bolsonaro tem batido com força na dupla Alberto Fernández/Cristina Kirchner, candidatos à presidência e a vice da Argentina na eleição de outubro. E se as urnas confirmarem a grande derrota que Macri teve nas eleições “Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias” (cuja sigla é significativamente PASO, o mesmo que “passo” em português), realizadas em 11 de agosto de 2019, quando recebeu apenas 31,79% do votos contra 47,78% dados a Fernández, numa diferença de quase 16 pontos percentuais?

Pesquisas de opinião recentemente publicadas apontam um crescimento de Fernández para 51,5% contra 34, 9% de Macri.

Um provável vitória de Fernández/Kirchner certamente criará um ambiente péssimo no Mercosul e, particularmente, com o maior parceiro comercial e vizinho do Brasil, que é a Argentina. Rivalidade boba, só no futebol, até pouco tempo. Agora, literalmente Bolsonaro se meteu de modo indevido numa briga do vizinho e isso terá consequências nefastas no campo das relações diplomáticas e econômicas dos dois países.

O mais constrangedor é perceber que Bolsonaro não sabe separar o que se refere à sua pessoa e o que é Estado brasileiro. Veja-se, por exemplo, as agressões gratuitas e despropositadas que dirigiu recentemente contra a Srª Michelle Bachelet, Alta-Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ex-presidente do Chile, acusada de defender “direitos humanos de vagabundos” porque revelou, em relatório do órgão que dirige, estatísticas sobre o crescimento dos assassinatos praticados pelas polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Nem o nome da dama Bolsonaro soube pronunciar: chamou-a de Michelle “Baquelê”, como se pronuncia o “ch” em italiano, que tem som de “qu”, todavia, o sobrenome Bachelet é de origem francesa, onde o “ch” equivale ao “ch” em português (de “chinês”, “chinelo”, “cachorro” etc).

Bolsonaro achou pouco esse escorrego e deu uma desastrada declaração sobre o pai da ex-presidente, brigadeiro Alberto Bachelet, assassinado no começo da ditadura chilena implantada pelo general Augusto Pinochet, em 1973, acusando-o e à própria Bachelet de serem “comunistas”, algo absolutamente inverídico, bizarro e desumano, segundo publicação da revista Época (edição de 08/09/2019), Bolsonaro afirmou: “o ‘Chile não virou Cuba’ nos anos 70 porque o general Augusto Ramón Pinochet ‘derrotou a esquerda em 1973, entre esses comunistas seu pai, militar na época’. Pano rápido e não menos vexatório.

Esse esbirro tipicamente bolsonariano, estarreceu a opinião pública mundial e, em particular, agrediu o povo chileno. Mesmo o atual presidente daquele país, Sebastián Piñera, adversário político da Srª Bachelet e próximo de Bolsonaro em razão do credo direitista que ambos professariam, dizendo-se comprometido com a democracia e os direitos humanos de todas as épocas e em todas as circunstâncias, ademais de ser contra as ditaduras do passado e do presente, concluiu que “não compartilha absolutamente da alusão feita pelo presidente Bolsonaro em relação à ex-presidente do Chile e, especialmente, em um tema tão doloroso como a morte de seu pai”.

Depois do presidente Piñera, os partidos políticos e lideranças de todas as extrações político-ideológicas entenderam a fala de Bolsonaro como uma enorme afronta ao povo e ao Estado chileno, indignação traduzida nas palavras do senador José Miguel Insulza, que também foi secretário-geral da OEA, quando declarou que o presidente brasileiro “demonstrou uma capacidade impressionante para insultar pessoas” e que é uma “vergonha para a região”.

E seguirá o presidente Ricochete com seus insultos, a torto e a direito. Sua próximas vítimas poderão ser o papa Francisco, o Dalai Lama, o imperador do Japão, o primeiro-ministro do Canadá, o rei da Espanha, o senador Pepe Mujica ou o presidente da Itália. É só sair da convalescença de mais uma cirurgia, Bolsonaro e sua metralhadora giratória entrarão em modo operação. E haja estrago.

Lastimavelmente, Bolsonaro é Ricochete sem as ponderações de Blau Blau. Bem que, num dado momento, o vice-presidente Mourão quis fazer esse papel, mas, levou grosso chumbo verbal dos filhos do capitão, Carluxo à frente, bem como do próprio Bolsonaro: sabiamente, Mourão “puxou o carro” e ficou no modo de espera, estilo Marco Maciel quando vice de FHC (1995-2003).

O presidente Ricochete continuará solto na buraqueira do Planalto Central. Bing, bing, bing!

Paulo Linhares é advogado e professor

Bolsonaro é o maior problema de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) consegue produzir contra si o que a oposição inteira não logrou êxito na campanha presidencial e nos primeiros meses de seu governo. Bolsonaro é o maior problema de Bolsonaro e de sua gestão.

Depois, seus próprios filhos, igualmente loquazes e inconsequentes com as palavras, completam essa ópera caricata.

O dia de ontem (sexta-feira, 19), acabou sendo pródigo na produção de combustível para desgaste pessoal do presidente e seu governo.

Presidente coleciona situações vexatórias, grosseiras e inconsequentes e não foca no que interessa (Foto: Tânia Rêgo)

Flagrado em sussurros com o ministro-chefe do Gabinete Civil, Onyx Lorenzoni, ele disparou: “Daqueles governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão (Flávio Dino-PCdoB); tem que ter nada com esse cara” (veja AQUI).

Nesse mesmo evento em que o presidente deu entrevista a jornalistas estrangeiros, assegurou que no Brasil “é uma grande mentira que alguém passe fome” (veja AQUI). Depois voltou atrás, relativizou as próprias palavras.

Ainda nessa entrevista, Bolsonaro afirmou que a jornalista Miriam Leitão foi presa quando estava indo para a Guerrilha do Araguaia em 1973 e que ela mentiu sobre ter sido torturada durante a ditadura. “Miriam foi presa, torturada e não participou da luta armada”, deixou claro a Rede Globo de Televisão, em nota divulgada no Jornal Nacional (veja AQUI).

Para adversários, detratores e inimigos fanáticos à esquerda, o comportamento do presidente é o ideal. Não poderia ser melhor a seus propósitos de desconstrução política. Para muitos, quanto pior, melhor.

À nação sóbria, não. Essa parte do Brasil que não cultua mitos, não pragueja ninguém e evita satanizar quem não gosta, por qualquer motivo que seja, se interessa mesmo pelo sonho de um país capaz de sair do buraco em que está metido há tempos. Queremos um lugar socialmente justo.

Bolsonaro assusta, assusta-me. Sua infindável agenda de picuinhas, futilidades, preconceitos e verborragia alarga mais ainda o fosso entre Brasil e Brasil. Não junta, fraciona. Não concilia, arenga.

O pior é a desesperança.

Em qualquer direção que olhamos, nada parece sinalizar como alternativa confiável, moderada e aglutinadora. Somos um país em cacos; uma nação raivosa e doente que não consegue dialogar para podar suas diferenças e avançar.

A propósito, nesses tempos ser ponderado é sinônimo de covardia, que se diga. E os extremos só enxergam os extremos. Bastam-se. Um lado é fetiche do outro e vice-versa.

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Governadora se decepciona com reunião em Brasília

Governadores estiveram hoje em Brasília (Foto: Assecom)

Do Blog Carol Ribeiro

Foi uma decepção a reunião do Fórum de Governadores dos estados brasileiros em Brasília, nesta quarta-feira (08), com o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro chefe da Casa Civil, Ônix Lorenzoni (DEM-RS).

Pelo menos foi o que mostrou a governadora Fátima Bezerra (PT) em suas redes sociais.

O adiamento, para a próxima semana, da chamada pauta federativa, foi um dos motivos para a insatisfação da gestora do RN.

“Mais uma reunião do Fórum dos Governadores em que a gente sai sem uma resposta concreta. A pauta federativa de muito interesse dos estados, como é o caso do programa emergencial de ajuda fiscal aos estados, da partilha da cessão onerosa, entre outras, mais uma vez foi protelada”.

Fátima Bezerra considerou “inaceitável” que o governo federal queira condicionar o atendimento aos pleitos à aprovação da Reforma da Previdência.

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Lista para escolha de novo membro do TRE/RN é enviada

Votação no TJ foi dia 27 de fevereiro (Foto: TJRN)

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a lista tríplice de advogados que foram selecionados pelo Tribunal de Justiça do RN (TJRN) para concorrer ao cargo de membro titular da corte eleitoral potiguar.

O TRE-RN também encaminhou o nome do advogado Fernando Araújo Jales para integrar a lista tríplice referente à vaga de Membro Substituto, anteriormente ocupada pelo juiz Wlademir Soares Capistrano, que atualmente integra a corte eleitoral como membro titular.

A lista tríplice é formada pelos advogados Fabrízio Antônio Feliciano, Adriana Magalhães Faustino Ferreira e Edmar Moura Vieira, escolhidos pelo voto no último dia 27 de fevereiro (veja AQUI).

O anúncio oficial do envio da lista foi feito pelo desembargador Glauber Rêgo, presidente do TRE-RN, na sessão desta quarta-feira (20).

A vaga será aberta com a conclusão do segundo biênio do juiz Luís Gustavo Smith, que encerra se em 20 de abril de 2019. A decisão e nomeação sobre o nome que irá ocupar a vaga caberá ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), após encaminhamento a ser feito pelo TSE.

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OAB/RN lança edital para escolha de novo desembargador

Capistrano presidirá comissão (Foto: arquivo)

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN) lançou nesta sexta-feira (15) o edital com as regras para os advogados escolherem os representantes da classe na lista sêxtupla para o quinto constitucional do Tribunal Regional do Trabalho – 21ª Região. O edital é o marco inicial do processo que vai resultar na indicação do futuro desembargador (ou futura desembargadora) do TRT/RN.

Sua publicação será feita segunda-feira (18) no Diário Oficial da OAB.

O período de inscrições estará aberto entre os próximos dias 8 de abril e 9 de maio. Mas não há definição ainda quanto à data do pleito.

O nomeado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), vai ocupar a vaga do desembargador José Rego Júnior, falecido no início deste ano – veja AQUI).

A comissão eleitoral terá será formada por Wlademir Capistrano como presidente, Gleydson Oliveira como vice-presidente, além de Kallina Flôr, Sérgio Freire e Marília Almeida Mascena como membros.

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