Em entrevista hoje ao Jornal das Cinco da FM 105,1, o novo secretário do Desenvolvimento de Mossoró, ex-vereador Renato Fernandes (PSC), disse que o governo municipal não defende projeto de novo aeroporto para cidade, quando tem um que está praticamente sem uso.
Na ótica de Renato Fernandes, essa possibilidade deve ser praticamente ignorada. Os esforços de Prefeitura, Governo do Estado e iniciativa privada devem se concentrar na habilitação do atual Aeroporto Dix-sept Rosado para voos comerciais.
Ele não quis fazer nenhuma previsão, mas disse que haveria viabilidade para uma grande companhia nacional estabelecer uma rota Fortaleza-Mossoró-Recife.
“Mas eu creio que é fundamental uma linha que coloque Natal (Aeroporto de São Gonçalo do Amarante) e não Recife” como outro ponto de conexão.
O prefeito Francisco José Júnior (PSD) anunciou e empossou no dia passado (veja AQUI) sua nova equipe, a partir de projeto que apresentou à Câmara Municipal, com redução de pastas no primeiro escalão. Na verdade, não é um secretariado, mas um grupo de amigos e compadres, com raras exceções, que vão aguentar o tranco de um Governo em desgaste corrosivo.
O principal critério adotado foi não ouvir nada e ninguém do elenco de partidos aliados partidários ou mesmo vereadores. A propósito, apenas cinco dos 16 parlamentares que apoiam a administração, compareceram ao evento.
É seu time, com gente que está com ele há muito tempo ou ganhou confiança há algum tempo. De políticos de carteirinha, apenas dois, Gutemberg Dias (PCdoB) e Renato Fernandes. O primeiro, ex-candidato a prefeito; o outro, ex-vereador.
É um grupo para tocar o Governo até o fim, que deverá ter poucas alterações. A menos que surja algum fato novo.
Enfim, o prefeito e seus amigos e compadres não podem muito. Não devem reinventar a roda. O esforço é para evitar que tudo fique ainda muito pior.
Prefeito (ao centro) está entre amigos e pessoas que podem lhe ajudar mais até o fim da gestão (Foto: PMM)
O prefeito que loteou o poder ainda em 2014, para assegurar apoios políticos e fomentar sua própria campanha no pleito suplementar e à de Robinson Faria (PSD) ao Governo, no mesmo ano, agora é outro. Vale o compadrio e a aposta na confiança.
Na Comunicação, por exemplo, ejetou o jornalista Jota Paiva que chegou ao Governo com o PT, para aboletar a também jornalista Luziária Machado, que esteve com o prefeito em sua passagem pela presidência da Câmara Municipal.
O goiano Luís Antônio Costa Reis muda novamente de cargo. Ufa! Agora é secretário do Gabinete do Prefeito. É amigo e homem de sua absoluta confiança, dentro e fora do Governo. Pau para toda obra; versão humana do consagrado slogan de uma esponja lã de aço há décadas no mercado: “Tem mil e uma utilidades”.
Unha e carne
O cargo exige habilidade política e amplo conhecimento do meio, duas qualidades que o ungido nitidamente não possui. Bem, mas isso não interessa ao prefeito.
Na Administração, que está com o quinto titular desde que Francisco José Júnior chegou à Prefeitura, permanece Marcos Fernandes, também vindo dos tempos dele na Câmara Municipal. “São unha e carne”, diz um velho brocardo.
Francidaule Amorim, o “Tidau”, passou à Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos, após ser adjunto e titular interino da então pasta da Mobilidade. É amigão do prefeito. Outro de sua confiança.
Irenice de Fátima é servidora de carreira, que ganhou a confiança da primeira-dama Amélia Ciarlini, mantendo-se na Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social e Juventude. Amélia sabe de tudo um tudo, da pasta, mesmo “distante”.
Jerônimo Rosado de Sousa continua na Fazenda, com crescente respaldo do prefeito. Com relação a Gutemberg Dias, sua manutenção no Planejamento advém principalmente por acordo político firmado no final do ano passado com ele e seu partido.
Leodise Cruz foi mantida na Saúde, estando por lá desde o início da gestão, como uma opção que se encaixou no foco pretendido pelo prefeito. Ele confia em seus critérios técnicos de gestão.
Respeito
Tales Belém (Procuradoria Geral do Município) e Helton de Sousa Evangelista (Consultoria Geral do Município) são dois advogados de escritório que presta assessoria privada e no campo do direito eleitoral ao prefeito. São nomes que ele avaliza pessoalmente que possuem respeito no universo forense.
Adriano Gentil (Instituto Municipal de Previdência Social – PREVI) é irmão do dirigente local do Partido Verde (PV), João Gentil, que se transformou num dos homens mais próximos de Francisco José Júnior. Sai do governismo para se preparar para corrida eleitoral à Câmara Municipal. Deixa seu irmão na Previ.
Glaudionora Silveira (Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer); coronel Alvibá Gomes (Secretaria Municipal de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito) e Renato Fernandes (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo) seguem critérios mais técnicos.
Seguraça e afinidade
Oriunda da Universidade do Estado do RN (UERN), ela perambulou por outras pastas antes de ser fixada na Educação. O prefeito acredita que ela é mais técnica do que a antecessora Iêda Chaves, que foi mantida no cargo desde o começo da administração, apesar do DNA vinculado ao esquema da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB), aliada que virou adversária.
Com relação ao oficial militar Alvibá Gomes, Francisco José Júnior entende que seu vínculo com a Polícia Militar contribui sobremodo para ações conjuntas e fortalecimento da política de segurança da gestão. Sobre Renato Fernandes, ex-vereador que estava na Previ, o prefeito o coloca numa pasta com a qual tem maior afinidade e facilidade de trânsito noutras instâncias.
Fábio Lúcio Rodrigues, mantido na Controladoria Geral do Município, é outro nome dos quadros da Uern. Ganhou respeito do prefeito e é bem-avaliado tecnicamente.
Reunião provocada pelo deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, reuniu hoje pela manhã representantes da indústria salineira do RN, na sede do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (IDEMA) no RN, em Natal. Foram recebidos por Rondinelle Oliveira, diretor geral da autarquia, e membros de sua equipe.
O encontro lotou a sala de reuniões do Idema, surpreendendo pela representatividade e número de pessoas, o próprio Rondinelle Oliveira.
Segmento empresarial do sal superlotou Idema em reunião bastante importante hoje (Foto: Blog Carlos Santos)
A discussão de uma pauta previamente adiantada acabou avançando além do programado, entende o presidente do Sindicato da Indústria de Moagem e Refino de Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIMORSAL), Renato Fernandes. “Queríamos que o Idema criasse uma unidade em Mossoró, para renovação de licenças, licenças, certidões etc., cidade que polariza a região. O deputado Souza já tinha adiantado o pleito e ele foi atendido. E haverá melhoria ainda maior aos serviços lá, como também o maior uso da própria página do Idema na Net”, adiantou.
Também ficou definido que haverá busca de audiência com o Ibama no estado, para tratar de impasses quanto a “problemas apontados nas salinas do RN”, disse.
Reenquadramento da indústria
“Vamos também pleitearmos o reenquadramento da indústria do sal como uma atividade mineral”, antecipou. “Montaremos um documento jurídico e técnico para solicitarmos o Idema essa alteração com base em legislação estadual que já é modelo para o Brasil”, afirmou. “Isso nem estava na pauta e surgiu dessa conversa hoje”, assinalou.
Para Renato, “estamos sendo mais do que atendidos nesses contatos com o Governo do Estado e agradecemos o deputado Souza que inverteu toda a ritualística dos políticos do Rio Grande do Norte. Procurou a indústria salineira após sua eleição e não buscando voto antes de se eleger”.
Na ótica de Renato Fernandes, “os frutos começa a surgir a partir desse trabalho do parlamentar”, que chegou a realizar uma audiência pública (veja AQUI) na Assembleia Legislativa no dia 23 de março do ano passdo, tratando das demandas do sal.
O RN produz 95% do sal marinho do país, que existe de forma explorada economicamente desde o início de 1600. Apenas sete municípios produzem o produto no RN, mas a cadeia produtiva gera mais de 15 mil empregos diretos e por volta de 70 mil indiretos.
O salário minimo no setor é acima de R$ 1,5 mil, movimentando um transporte diário com cerca de 450 carretas/dia. O segmento contribui com cerca de 5.3% da contribuição tributária do estado potiguar.
O Governo Francisco José Júnior (PSD) meteu-se em novo embaraço. De novo, situação carregada de desconfiança, além de misto de desorganização e falta de comando. Ou simplesmente má-fé.
Os reflexos disso é que a atmosfera está ainda mais carregada no governismo, até mesmo entre vereadores de sua bancada e membros do Governo.
Nessa quarta-feira (9), o governismo tentou aprovar projeto de lei na Câmara Municipal que cria o Programa Viver Melhor, com recursos e execução pelo Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ Mossoró). Sua finalidade é promover cursos de capacitação e fomento de eventos que estimulem a melhoria da qualidade de vida dos segurados.
Entretanto foi identificado um dispositivo do projeto, que permitia a movimentação financeira no Previ Mossoró sem autorização do Conselho dessa autarquia, algo gravíssimo! Era o artigo 9.
Ele na prática não tinha relação direta com o próprio projeto, mas se constituía num canal ‘legal’ para permitir que o gestor fizesse até mesmo aplicação financeira ou repasse para a Prefeitura, por exemplo, sem passar pelo crivo do Conselho do Previ.
Dois projetos
Vereadores da base governista e da oposição estiveram reunidos com o presidente da Previ, ex-vereador Renato Fernandes. A sessão precisou ser paralisada para melhor entendimento do projeto exposto por ele, ao lado de outros dois executivos da autarquia, Danísia Freitas e David Cruz. Alertado sobre o artigo 9, Renato admitiu não saber o que ele estabelecia. Parecia se sentir enganado.
O mais grave: vereadores do governismo admitiram – “em off” – que receberam cópia de outro texto do Palácio da Resistência, e não aquele “empurrado” com o artigo capcioso. Aprovariam cegamente um projeto modificado furtivamente.
Lahyrinho alertou sobre a manobra (Foto: Valmir Alves)
A matéria terminou aprovada com emenda dos vereadores Vingt-un Rosado Neto (PSB), Lahyrinho Rosado (PSB) e Genivan Vale (PROS) da oposição, com a concordância dos governistas. Ele suprimiu o artigo 9, que modificava o artigo 75 da Lei 060/2011, que criou a Previ Mossoró.
Perigosa autonomia
A ‘casca de banana” visava tirar os poderes do colegiado, formado majoritariamente por representantes dos servidores municipais. Enfim, uma espécie de cheque em branco para o Previ Mossoró usar ao deus-dará recursos dos empregados municipais, aposentados e pensionistas. Uma perigosa autonomia com o dinheiro alheio.
É mais uma nebulosa situação em que essa instituição previdenciária se mete. Nos últimos meses, não tem faltado desencontro de informações e problemas com suas contas, na relação com a Prefeitura.
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O geógrafo Gutemberg Dias foi reeleito presidente municipal do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) para o biênio 2015/2017. A eleição foi realizada durante a Conferência Municipal do PCdoB, que aconteceu no Hotel VillaOeste, na manhã do sábado passado, 21.
Conferência reuniu outros partidos (Foto: Opa Comunicação)
A escolha de Gutemberg Dias, que esteve à frente da gestão partidária no biênio 2013/2015, para continuar representando o PCdoB Municipal se deu por maioria dos votos, através da apresentação de nominata consensual na direção que encerrou sua gestão, submetida a todos os conferencistas que fazem a indicação dos membros.
Na ocasião, a integrantes do Partido, Albaniza Bandeira, e os integrantes Jairton Falcão e Jeremias Fernandes foram eleitos delegados para representar o Comitê Municipal, na Conferência Estadual, que acontecerá nos dias 27 e 28 deste mês, em Natal.
Já a escolha do secretariado que irá compor a nova gestão acontecerá na primeira reunião do comitê eleito, prevista para ser realizada após a Conferência Estadual. Nesse momento, serão definidos todos os cargos da diretoria.
Prefeito
Foi realizado ainda um ato político que contou com a presença dos representantes do Partido Social Cristão (PSC), Renato Fernandes; Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB), Rútilo Coelho; Partido dos Trabalhadores, Nelson Gregório; e Partido Social Democrático (PSD), Francisco José Júnior.
“No ato político houve o pronunciamento de todos os partidos e o prefeito Francisco José Júnior ratificou a parceria para essa gestão com o PCdoB”, informa Gutemberg Dias.
Também estiveram presentes o prefeito de Apodi, Flaviano Monteiro (PCdoB), o presidente estadual do Partido, Antenor Roberto, e o secretário adjunto estadual de Esporte, Canindé de França. Comitês municipais das cidades de Grossos, Areia Branca e Baraúna, além de demais filiados também participaram da Conferência.
É tensa, até aqui, reunião no Ministério Público do RN (MPRN) – Promotoria da Fazenda Pública em Mossoró – sobre o rombo nas contas do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ-Mossoró). Começou por volta das 9h.
Reunião começou por volta de 9h e já surgiram discussões acirradas (Foto: Cedida)
Com a participação do prefeito Francisco José Júnior (PSD), o presidente da Previ Renato Fernandes, além de representantes do Conselho dessa autarquia e vereadores Tassyo Mardony e Tomaz Neto (PDT), a discussão se volta para negociação que enseje a atualização de débito considerável. Existe atraso de quatro meses, apesar de recursos recolhidos dos servidores, além de mais sete meses do patronal.
A proposta do prefeito, que causou alvoroço na sala, é para que seja rolada a dívida em 14 meses.
Sem dinheiro
O rombo provocado pela Prefeitura na Previ passa dos R$ 15,6 milhões (veja AQUI). Este ano, não injetou um único mês de sua parte patronal e há quatro meses não transfere os recursos descontados dos servidores.
Depois adiantaremos mais detalhes.
* Ainda participam da reunião os promotores Fábio de Weimar Thé, Fábio Melo e Paulo Carvalho; secretário municipal do Planejamento, Josivan Barbosa; Procuradora-Geral do Município,Vânia Furtado; secretário municipal da Fazenda, Jerônimo Rosado de Sousa. Cledna Dias, do Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal, Marleide Cunha do Sindicato dos Servidores do Municípios (SINDISERPUM) – entre outros.
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Documento oficial da Previ mostra que estrago é bem maior (Foto: reprodução)
Durante audiência (veja AQUI) com o Ministério Público do RN (MPRN), na tarde de hoje, 17, o vereador Genivan Vale (Pros) teve acesso a um documento encaminhado ao Conselho Previdenciário de Mossoró pela presidência da entidade. Os números assustam (veja reprodução).
O ofício 300/15 (em anexo)mostra que os débitos da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) com o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ Mossoró) são maiores do que os anteriormente denunciados por ele.
De acordo com o documento, assinado pelo presidente da Previ, Renato Fernandes, o débito do Executivo soma R$ 15.684.135,25. Desse total, R$ 4.737.108,53 é referente a contribuições dos servidores, ou seja, recursos que são recolhidos do salário do servidor e não são repassados a Previ Mossoró.
Afastamento
“Isso é um ato claro de apropriação indébita. Já estamos com o requerimento pronto para pedir o afastamento do prefeito Francisco José Junior para que a denúncia seja investigada. Vamos levar o documento à apreciação em plenário na próxima sessão da Câmara Municipal de Mossoró”, revela o vereador.
Conforme o ofício da presidência da Previ, desde janeiro a Prefeitura de Mossoró não repassa a contribuição patronal da Previ. Já a parte dos servidores, não está sendo repassada à previdência própria desde abril deste ano.
Com informações da Assessoria do Vereador Genivan Vale.
Nota do Blog – Estranho.
Em reunião do Conselho da Previ, no último dia 4, foi informado algo relativamente diferente. Atestou (veja AQUI) que seriam cinco meses de débito patronal e quatro de recolhimento e não repasse da contribuição dos trabalhadores.
Agora, oficialmente, é apresentado um volume de sete meses do patronal.
Por que a discrepância?
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O Ministério Público do RN (MPRN), Promotoria da Fazenda Pública em Mossoró, realiza desde às 14h30 em seu endereço, uma reunião que trata do parcelamento de dívida da Prefeitura de Mossoró, com a Previ-Mossoró.
Conduzida pelo promotor Fábio Thé, essa discussão protocolarmente denominada de “Procedimento Preparatório”, reúne várias pessoas ligadas à questão.
Reunião discute questão muito delicada para servidor e erário do Município (Foto: cedida)
A estimativa de que a Prefeitura de Mossoró deva mais de R$ 10,5 milhões à Previdência própria municipal, Previ-Mossoró, parece que vai ser superada. O débito decorre de quatro meses de contribuição recolhida do servidor e não repassada à Previ. Além disso, mais cinco meses da parte patronal, ou seja, a própria Prefeitura.
Via judicial
Estaria configurado crime de apropriação indébita.
Hoje à tarde, através de endereços próprios nas redes sociais (veja AQUI), o vereador Tomaz Neto chegou a afirmar que iria provocar o Sindiserpum a tomar uma posição, caso contrário pegaria caminho judicial. “Eu agirei judicialmente, como associado (ele é professor aposentado do município). Algo tem que ser feito”, avisou.
Antes desse Procedimento Preparatório, o MPRN já fora cientificado desses atrasos, no último dia 11.
O vereador Genivan Vale (PROS) antecipou que iria questionar o caso na Câmara Municipal (veja AQUI).
Na sala estão o presidente da Previ, Renato Fernandes; vereadores Tomaz Neto (PDT) Tassyo Mardonny (PSDB) e Genivan Vale (PROS), Marleide Cunha, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SINDISERPUM), promotor Frederico Zelaya; procuradora-geral do Município, Vânia Furtado; Cledna Dias, do Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal de Mossoró (SINSERCAM),além de outros nomes.
Depois traremos mais detalhes sobre o assunto. Aguarde e acompanhe também por nosso Twitter AQUI.
O Previ-Mossoró, instituto previdenciário dos servidores públicos de Mossoró, está lançando o projeto Viver Melhor com a Previ-Mossoró, Tem como objetivo preparar os recém-aposentados para essa nova fase da vida.
Serão oferecidos cursos, oficinas e opções de lazer, além de palestras com dicas de alimentação e saúde.
O projeto, idealizado pelo atual diretor-presidente do órgão, Renato Fernandes, tem como base legal as leis nº. 8.842/94 (Política Nacional do Idoso) e nº. 10.741/03 (Estatuto do Idoso).
A Secretaria do Desenvolvimento da Prefeitura de Mossoró é o foco da vereadora Izabel Montenegro (PMDB).
Também é objeto de desejo do presidente da Previ Mossoró, ex-vereador Renato Fernandes.
Mas ambos querem indicar seu titular.
Por enquanto, quem assume a pasta é Luiz Antônio, o “Lula”, prestigiadíssimo secretário de Assuntos Institucionais. Ele acumula cargos, devido nova enfermidade do economista Nilson Gurgel, que era secretário do Desenvolvimento.
A audiência pública promovida hoje pela Assembleia Legislativa, em seu plenarinho, sobre questões diversas do setor salineiro (Veja AQUI), foi uma das mais produtivas realizadas pela Casa nos últimos tempos. Opinião unânime dos principais interessados: empresariado da área.
Foram dissecados temas diversos que representam gargalos à sobrevivência de uma cultura econômica que existe desde o Brasil Colônia, empregando cerca de 15 mil pessoas e com praticamente 95% a 97% da produção nacional.
Garibaldi participou de evento, assinalando sua importância (Foto: Blog Carlos Santos)
O economista e administrador de empresas Carlos Duarte abriu pronunciamentos, com palestra sobre papel da indústria e crise cíclica. Mostrou caminhos alternativos para uso do sal/águas mães.
“Sal vindo do Chile é isento de tudo e o nosso com todos os impostos,” se queixou Renato Fernandes, empresário do setor e ex-dirigente da Companhia Docas do RN (CODERN). Agradeceu o autor da audiência, deputado Manoel Cunha Neto (PHS), “Souza”, pela iniciativa..
Em sistema de vídeoconferência, falando da Câmara Municipal de Areia Branca, o pequeno produtor salineiro Enilson Fernandes demonstrou preocupação com segmento em Grossos. Citou que umas 10 moagens estão fechadas no município e cerca de 80 pequenos produtores estão em dificuldades.
Inovação
O secretário Orlando Simas, da pasta do Desenvolvimento do Estado, disse que Governo criará Polo Tecnológico e de Inovação para setor.
Antônio Veras, executivo do sal, fez palestra com uso de slides. Reiterou que RN produz 6 mil toneladas/ano. “Se preciso dobrar, poderemos dobrar”, garantiu.
O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) defendeu o programa Mais RN, estudo sobre potencial econômico empinado por ele quando era secretário estadual do Desenvolvimento Econômico, além de novo porto pro RN.
André Horta, titular da pasta da Tributação assegurou que redução de 50% da alíquota do ICMS para o sal estava mantida. Governo Robinson Faria (PSD) acatou pedido apresentado pessoalmente ao governador pelo deputado Souza.
Airton Torres, da Federação das Indústrias do RN (FIERN) e indústria do sal, mostrou problemas para cumprimento de exigências legais. Mas elogiou nova mentalidade de órgãos fiscalizadores.
Colaboração
Alvamar Queiroz, superintendente do Ibama, afirmou que há disposição do órgão em colaborar com setor. “Eu conheço. Tenho ligação com o sal desde a época do deputado federal Antônio Florêncio” (anos 70), contou.
O senador Garibaldi Filho (PMDB) e deputado federal Beto Rosado (PP) sublinharam apoio à luta da indústria. Prometeram se mobilizar em Brasília.
Rondinelli Oliveira, diretor geral do Idema, pronunciou-se. Garantiu empenho do órgão para agilizar licenças. “Estamos trabalhando”, disse.
Edvaldo Fagundes, empresário de peso da indústria do sal, participou do debate. Lamentou que boa parte dos políticos não tenha aparecido. Empresário aplaudiu iniciativa de Souza.
O PTB caminha para as mãos do presidente recém-nomeado da Previ Mossoró (autarquia previdenciária municipal), ex-vereador Renato Fernandes.
É o que se fala por aí, nos escaninhos do poder.
Coisa já com vistas às eleições municipais de 2016 e 2018, claro.
O partido caiu no colo de Aldair da Rocha, ex-candidato a deputado estadual e ex-secretário de Segurança Pública no RN, gestão Rosalba Ciarlini (DEM). Ele mostrou até aqui uma profunda desavença com a política partidária.
Não é do ramo.
Rocha é delegado da Polícia Federal. Sua praia, digamos.
Empossado nessa quinta-feira (5) na presidência da Previ-Mossoró (previdência própria do município), o ex-vereador Renato Fernandes está levantando a situação da autarquia. Mas de antemão promete sustentar sua gestão num tripé: “Transparência, celeridade e respeito”.
Em conversa com o Blog hoje, Renato relatou que no primeiro dia de trabalho abriu diálogo com o Sindicato dos Servidores (SINDISERPUM), que tem assento no colegiado da Previ, começou a levantar radiografia interna e promete em poucos dias passar o quadro geral da entidade à sociedade.
Trabalho técnico
“É meu dever e o prefeito Francisco José Júnior (PSD) ao me convidar para o cargo, há cerca de dois meses, ficou ciente de que meu trabalho deve ser eminentemente técnico”, afirmou.
Segundo informação preliminar, a Previ tem cerca de R$ 44 milhões em caixa (através de investimentos). Assegurou que a Municipalidade mantém em dia três parcelamentos da ordem de R$ 24,058 milhões “que se formaram naquele período de instabilidade político-institucional”, mas com débitos recentes que o prefeito promete regularizar até final de abril deverá atualizar.
Ele assinala que o montante passaria de R$ 5,4 milhões, referentes aos meses de dezembro (2014) e janeiro (2015).
O prefeito Francisco José Júnior (PSD) empossou, na tarde de hoje, novos auxiliares na Prefeitura de Mossoró. O ato contou com a presença de secretários, vereadores e autoridades locais.
Foram empossados o novo presidente da Previ Mossoró, Renato Fernandes, e os secretários-adjuntos de Mobilidade Urbana, Francidaule Leite Amorim, de Meio Ambiente e Urbanismo, Alfredo Fernandes Chaves, de Turismo, Rosendo Ferreira Filho, e de Cultura, Jurandir Irineu Pereira Filho.
A composição mistura acomodação partidária, para atender ao PT, com interesse direto do próprio prefeito. Casos de Jurandir Filho e Renato Fernandes, por exemplo.
Em entrevista ao programa “Cenário Político” de hoje à noite, da TV Cabo Mossoró (TCM), o ex-vereador em Mossoró e Caraúbas Renato Fernandes (PR) confirmou notícia dada por este Blog (veja AQUI) em primeira mão. Ele vai mesmo ser secretário do Governo Francisco José Júnior (PSD).
Disse que o prefeito mossoroense realmente o convidou à compor sua equipe.
Deixou claro, que sua iminente ingresso na gestão do prefeito não o afasta do grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Em sua ótica, existirão “muitas tratativas” até à campanha municipal de 2016.
Deixou implícito, que uma afinação entre o prefeito e a governadora não pode ser descartada, até pelo o que ocorreu no afunilamento da campanha estadual do ano passado, quando os dois tiveram o mesmo candidato ao Governo do Estado – governador eleito Robinson Faria (PSD).
O ex-vereador em Mossoró e Caraúbas, além de ex-secretário dos governos Micarla de Sousa (Natal) e Rosalba Ciarlini (Governo do Estado) Renato Fernandes, é nome certo para compor o secretariado do prefeito Francisco José Júnior (PSD).
A princípio, na Previ-Mossoró (autarquia previdenciária).
Mas impasse burocrático-legal impede-o de substituir o advogado Paulo Linhares na presidência da Previ.
Se não eram boas, ficaram ainda mais esgarçadas as relações entre o deputado federal Betinho Rosado (PP) e o ex-secretário do Turismo da ex-governadora Rosalba Ciarlini (DEM) – Renato Fernandes (PR).
Apontado como indicação à Secretaria de Justiça do Estado pelo deputado eleito Beto Rosado (PP), filho de Betinho, Fernandes terminou desconvidado.
O próprio Betinho alijou-o, num diálogo patético. Detalhes de bastidores do episódio são delicados e constrangedores.
Nem o próprio governador Robinson Faria (PSD) conseguiu contornar a situação.
A escolha do advogado mossoroense Zaídem Filho para titular da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, até aqui não tem sido bem-recebida. O próprio governador Robinson Faria (PSD) sentiu em sussurros essa reação negativa.
Minutos após desembarcar no Aeroporto Dix-sept Rosado em Mossoró, nessa terça-feira (6), Robinson foi abordado por um militante de “primeira hora” de sua campanha na cidade. Ouviu, baixinho, que havia reprovação das bases a Zaídem Filho.
O indicado saiu do bolso do deputado federal Betinho Rosado (PP) e do seu filho, deputado federal eleito Beto Rosado (PP), que em campanha tinha o nome político de “Betinho Segundo”.
O também advogado, Gladstone Heronildes, irmão de Zaídem Filho, foi candidato a deputado estadual pelo PMDB na Coligação União pela Mudança, encabeçada pelo presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB).
Em Natal, no âmbito da própria secretaria, o nomeado também é visto com reservas. Pensamento corrente é de que ele não tem perfil para o delicado cargo.
Renato Fernandes
O princípio da nomeação por caráter técnico, segundo se avalia, não teria sido atendido nesse caso. O governador teria acatado pleito meramente político, contrariando o próprio discurso.
Zaídem Filho acompanhou a agenda do governador em Mossoró no dia passado.
Antes, o nome que chegou a figurar como iminente titular da pasta foi de Renato Fernandes. Foi vereador em Mossoró e Caraúbas e ex-integrante do Governo Micarla de Sousa (ex-prefeita do Natal), governadoras Wilma de Faria (PSB) e Rosalba Ciarlini (DEM).
Mas não vingou.
Seria indicado pelos deputados Betinho e Beto, pai e filho.
A relação política de Renato muito mais próxima à Rosalba do que aos dois, teria pesado contra.
Durante longos anos, Renato Fernandes fez parte do grupo do deputado federal João Maia (PR). Quando seu partido rompeu com a governadora, ele manteve seu apoio pessoal à ela e à sua administração.
O nome mais provável para ser indicado pelo Partido Progressista (PP) para a Secretaria de Justiça e Cidadania é o do empresário Renato Fernandes.
A informação é passada pelo Blog Política em Foco.
A mesma página acrescenta: “Ele já atuou como secretário estadual de Turismo no início do Governo Rosalba Ciarlini (DEM).”
Renato Fernandes já foi presidente da Companhia Docas do RN (CODERN), foi vereador em Caraúbas e Mossoró, por anos seguiu liderança do deputado federal João Maia (PR), além de ter tido passagem pela equipe da então prefeita natalense Micarla de Sousa.
No racha do PR, em relação ao Governo Rosalba Ciarlini, ele discordou do distanciamento e manteve alinhamento político com o grupo da governadora.
A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) assinou, nesta sexta-feira (12), o decreto de prorrogação do prazo de benefício fiscal concedido à indústria salineira. A assinatura foi feita no Hotel Thermas, no início da tarde de hoje.
Renato, prefeito, Rosalba, Airton, Leonardo e "Souza" em evento importante (Foto: Carlos Costa)
Evento ocorreu na presença do Secretário Estadual de Tributação, José Airton da Silva, do Presidente do Sindicato dos Moageiros de Sal (SINMORSAL), Renato Fernandes; do presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Sal (SIESAL), Milton Marques, além de outros empresários do setor, em Mossoró.
A isenção concedida ao setor reduz em até 50% a base de cálculo do ICMS do sal produzido e comercializado no Estado. “Sem dúvida é um benefício que vale a pena porque retorna em geração de emprego e renda, pois o empresário tem condições de investir cada vez mais no negócio, especialmente em momentos de dificuldade como agora”, declarou a governadora.
Atualmente, o Rio Grande do Norte é o responsável pela produção de 95% do sal marinho consumido no Brasil. No entanto, o produto enfrenta a concorrência do sal vindo do Chile. Por estar entre os produtos comuns do Mercosul, o sal chileno é isento de tributos.
Competitividade
“Estamos gratos à Governadora por ser sensível ao nosso setor, se antecipar e nos dar condições de competitividade para disputar o mercado nacional”, declarou Renato.
O setor de extração e beneficiamento do sal marinho gera 15 mil empregos diretos e 65 mil indiretos. Em 2013 a produção foi de 55 milhões de toneladas de sal. O Rio Grande do Norte responde por cerca de 95% da produção nacional.
Também participaram da solenidade o Prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD); presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Nilson Brasil; o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) e deputado estadual eleito Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, além do reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), Pedro Fernandes Neto.
A diretora do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), Danísia Freitas, também prestigiou o evento.
É de penúria o esvaziamento do DEM, outrora poderoso DEM, em Mossoró.
Parece paradoxal, que o partido que ficou no poder em Mossoró durante cerca de 17 anos ininterruptos, e alcançou o apogeu com o ascensão da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (DEM) no Governo do Estado, esteja destroçado.
Não tem sequer um vereador apoiando sua chapa às eleições suplementares do município, marcadas para o próximo dia 4 de maio.
A propósito, que chapa?
Rosalba e Cláudia: voo cego e sem co-piloto (vice) até agora
A governadora e seu marido Carlos Augusto Rosado, comandantes supremos do partido no município, até agora não conseguiram fechar nomes para a disputa.
Apostam na divulgação da “candidatura” da prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM) como concorrente à prefeitura, mas para fechar nome a vice não encontram quem aceite. As primeiras tentativas terminaram em verdadeiros micos públicos.
A empresária Seyssa Praxedes (PR) foi anunciada como a escolhida.
“Não”
Horas depois, seu próprio partido a descredenciou e ela mesma disse “não”.
Depois foi o marido de Seyssa, ex-vereador e ex-candidato a prefeito (2008) Renato Fernandes (PR), quem avisou ao casal que aceitava.
Não vingou pelo mesmo motivo. O comando estadual do PR quer distância da companhia de Rosalba e orientou a sigla em Mossoró a apoiar a concorrente Larissa Rosado (PSB).
Houve até tentativa de um velho recurso: sensibilizar o ex-vereador Chico da Prefeitura (DEM) para topar o sacrifício. Dessa vez, ele não caiu no “conto da Rosa”. Com a família, pegou rumo da postulação do prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD).
O agravante é que o esfacelamento do partido não para por aí. Ainda ano passado, a ex-prefeita Fafá Rosado deixou o DEM para pousar no PMDB. Seu marido, o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), ficou por questão legal, pois sua saída implicaria em perda de mandato por infidelidade partidária.
Nem o líder nacional e estadual do DEM, senador José Agripino, bota fé ou incentiva o capricho de Rosalba, Carlos e sua “comadre” Cláudia Regina.
Numa hipotética campanha municipal, ninguém espere sua presença em palanque.
Poucos e raríssimos partidos querem participar da aliança com o DEM nessa empreitada, cenário diametralmente oposto ao ocorrido no pleito regular de 2012.
A escolha do próprio vice do DEM merece outro capítulo à parte nesse enredo. O PMDB, que incensou Cláudia como “o melhor nome para Mossoró” em 2012, através de discurso do seu líder estadual, deputado federal Henrique Alves, está no palanque de Larissa Rosado (PSB) – sua adversária. Lá, oferece outro vice: Alex Moacir, que foi eleito vereador ao lado de Cláudia no pleito passado.
Humildade
Tempos difíceis esses…
O DEM tem uma campanha atípica pela frente e mesmo dono do poder estadual, não encontra quem o queira ao lado. Até sua candidatura a prefeito é um blefe: Cláudia está inelegível e sabe que não terá candidatura homologada.
Os próximos dias e a eleição vão mostrar se é mais conveniente a aventura de uma candidatura própria ou calçar a sandália da humildade, optando por apoio a um dos concorrentes.
Tempos difíceis esses…
Junta-se a outra banda da família, comandada pela prima e adversária, deputada federal Sandra Rosado (PSB), mãe de Larissa, ou aposta no prefeito provisório Francisco José Júnior, justamente para frear hipótese de vitória de quem sempre combateu.
Estas foram as palavras utilizadas pelo ex-vereador do PR, Renato Fernandes, em entrevista exclusiva ao Portal Difusora, para definir seu estado de espírito para com a posição do deputado federal, João Maia, presidente da sigla no Estado diante da possibilidade do partido se coligar com o DEM para as eleições suplentares de Mossoró.
Em conversa telefônica direto do Rio de Janeiro, onde se encontra, Fernandes detalhou os fatos ocorridos nesta segunda-feira, 31, que culminou com sua decisão de deixar o PR.
De acordo com Renato Fernandes, ele, sua esposa, a empresária Seyssa Praxedes, foram procurados pelo chefe da Casa Civil do Estado, Carlos Augusto Rosado, para uma reunião na casa da prefeita cassada e afastada, Cláudia Regina, no final da tarde da segunda, 31.
No encontro, com as presenças de Carlos Augusto e sua mulher, a governadora do Estado, Rosalba Ciarlni e Cláudia Regina, foi formulado o convite para que a empresária Seyssa Praxedes – esposa de Renato Fernandes – fosse a candidata a vice-prefeito, em chapa encabeça por Cláudia Regina.
– Seyssa agradeceu o honroso convite, porém, justificou que uma candidatura não estava em seus planos, diante dos compromissos profissionais -, revela Fernandes.
Diante da negativa, Carlos Augusto Rosado teria tentado convencer Seyssa, explicando que seria o ideal uma chapa com duas mulheres.
No entanto, em face da irredutividade de Seyssa Praxedes, Carlos Augusto e Rosalba convidaram Renato Fernandes.
– Foi nos dado um prazo de 24 horas para tomarmos uma decisão, e diante da importância da situação, me antecipei e fiz uma reunião com um grupo de amigos que me ajudava no PR, logo depois da reunião com a governadora Rosalba e seu marido Carlos Augusto Rosado -, revela, Fernandes.
Durante a reunião e diante da decisão de Renato aceitar o convite para ser vice de Cláudia Regina, o ex-vereador fez uma ligação telefônica para o deputado João Maia.
– Para minha surpresa o deputado João Maia me afirmou o PR não iria se coligar com o DEM e acrescentou que se nós insistíssemos ele faria uma intervenção no diretório local -, declarou Renato Fernandes.
Diante da posição do presidente estadual do PR, Fernandes disse que agradeceu, desligou o telefone, e avisou aos amigos que a partir daquele momento estava deixando o PR. “Disse que quem desejasse permanecer, não teria problema, porém, eu estaria fora do partido”, acrescentou.
Nota do Blog Carlos Santos – Renato Fernandes era um dos homens mais próximos a João Maia, já compondo sua equipe em Brasília, sendo candidato a prefeito em 2008, secretário do Governo Micarla de Sousa (PV) e mais recentemente do Governo Rosalba Ciarlini.
Há tempos João Maia já sinalizara que a aliança em Mossoró seguiria o PMDB. Não foi por falta de aviso que esse enredo rocambolesco aconteceu.