João Gentil e Ronaldo Garcia comunicaram posição, revista, pelos dois partidos (Foto: Reprodução)
Esqueça, apague tudo que foi escrito de ontem para hoje (terça-feira, 21), sobre pré-candidatura do Psol à Prefeitura de Mossoró.
O professor da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA), Ronaldo Garcia, não é mais pré-candidato a prefeito de Mossoró pela segunda vez consecutiva. Sua postulação está temporariamente suspensa.
A prioridade é a formação de uma nominata à Câmara Municipal de Mossoró, ao lado do Rede Sustentabilidade, legenda com a qual o Psol forma uma federação.
O anúncio foi feito à noite dessa segunda-feira (20), em comunicado por vídeo em redes sociais, pelo próprio Garcia, ao lado do presidente do Rede Sustentabilidade, João Gentil.
“Num segundo momento, se tiver necessidade, a gente vem discutir se vai ou não estar na majoritária”, disse o ex-pré-candidato, professor Ronaldo Garcia.
Allyson, Genivan, Lawrence, Ronaldo e Zé são os pré-candidatos (Fotomontagem do BCS)
Pela movimentação até o momento na política mossoroense, a sucessão do prefeito Allyson Bezerra (UB) terá pelo menos cinco concorrentes, incluindo o próprio governante. Até 5 de agosto, data-limite para realizações das convenções, esse número poderá aumentar. Ou não.
Por enquanto, estão como pré-candidatos os seguintes nomes: Allyson Bezerra, ex-vereador Genivan Vale (PL), presidente da Câmara Municipal Lawrence Amorim (PSDB), vereador Zé Peixeiro (Republicanos) e o professor Ronaldo Garcia (Psol).
Em 2020, a corrida eleitoral teve seis candidatos oficialmente à Prefeitura de Mossoró: Rosalba Ciarlini (PP), tentando a reeleição; Cláudia Regina (DEM), ex-prefeita que queria voltar à cadeira executiva; deputado estadual Allyson Bezerra (SDD); deputada estadual Isolda Dantas (PT), professor universitário Ronaldo Garcia (Psol) e Irmã Ceição (PTB). Deu Allyson Bezerra.
Veja resultado final de 2020
Resultado final das eleições 2020 em Mossoró (Reprodução e Arquivo do BCS)
O êxito nas urnas de Allyson Bezerra, eleito deputado estadual em 2018, foi emblemático. Ele derrotou Rosalba Ciarlini (PP), que estava em seu quarto mandato como prefeita, além de ter sido senadora e governadora. Era considerada imbatível. Uma “prefeita reeleita.”
Ele empalmou 65.297 (47,52%) votos, contra 59.034 (42,96%) da prefeita.
O resultado final apontou maioria de 6.263 votos, ou seja, 4,56 pontos percentuais.
Fracasso
Os demais concorrentes tiveram votação pífia.
A terceira colocada, deputada estadual Isolda Dantas (PT), empilhou apenas 8.051 (5,86%) votos. Num confronto direto contra Allyson Bezerra, a maioria dele sobre ela chegou a 57.246 de maioria.
Já a ex-prefeita Cláudia Regina (DEM) não passou de míseros 4.046 (2,94%) votos.
Professor Ronaldo Garcia (Psol) somou 611 (0,44%) votos e Irmã Ceição (PTB) teve microscópicos 378 (0,28%) votos.
Números
Os números definitivos das eleições a prefeito em Mossoró mostraram grande percentual de abstenções, num comparativo com o pleito anterior em 2016. Foram 30.181 (17,15%) eleitores ausentes, enquanto que em 2016 atingiu 22.683 (13,59%) votantes.
Foram 7.498 eleitores que preferiram não votar esse ano, ou seja, 3,56 pontos percentuais a mais em se comparando com a disputa municipal anterior. Veja abaixo:
Ronaldo Garcia e Yasmin Dias formaram chapa em 2020 (Foto: Arquivo/2020)
Por Vonúvio Praxedes (Blog Diário Político)
No sábado passado (18/05), houve uma demorada reunião da diretoria do Psol em Mossoró e ao final, os partidários decidiram aprovar a indicação do professor Ronaldo Garcia para mais uma vez disputar a Prefeitura de Mossoró. A pré-candidatura ainda vai ser debatida com a REDE Sustentabilidade que integra a Federação.
Professor Ronaldo é servidor da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA) e em 2020 concorreu pela primeira vez ao executivo mossoroense. Obteve 611 votos. A vice eera Yasmin Dias.
“Tivemos uma reunião muito boa depois da conversa que tivemos com a Federação PT, PC do B e PV e decidimos que não vamos para nenhuma Frente Ampla, tão ampla que possa abarcar Lawrence Amorim (PSDB), que até ontem estava na panela do prefeito contribuindo com o seu cozimento. Prefeito Alysson Bezerra (UB), Genivan Vale (PL) e Lawrence Amorim não são nomes para Mossoró, nós merecemos muito mais, precisamos ser elevado a pelo menos a categoria de cidades como Campina Grande, não apenas na festa junina, mas em todos outros aspectos que aqui deixa muito a desejar”, explica sobre a decisão do partido.
Em contato com este Diário Político Garcia afirmou que a pré-candidatura tem “um olhar especial para as periferias e zonas rurais, cuidado com a educação, saúde e a segurança pública no que for da ossada do município, visto isto, o PSOL Mossoró trás à tona a possibilidade de participar efetivamente da vida pública do município apresentando uma opção de esquerda aos mossoroenses.”
Nota do BCS – Vale lembrar que ainda tem o vereador Zé Peixeiro (Republicanos) como pré-candidato.
Confira o horário e locais de votação dos seis candidatos a prefeito de Mossoró. Nesse domingo (15), as eleições municipais mossoroenses terão seis candidatos à prefeitura.
O (a) eleito (a) será empossado (a) no dia 1º de janeiro de 2021:
Allyson Bezerra, Cláudia Regina, Irmã Ceição, Isolda Dantas, Ronaldo Garcia e Rosalba Ciarlini são candidatos (Fotomontagem)
Rosalba Ciarlini (PP) vota às 10h30 na Escola Estadual Sólon Moura, Centro da cidade;
Cláudia Regina (DEM) vota às 11h na Escola Elizeu Viana, bairro Nova Betânia;
Irmã Ceição (PTB) vai votar às 15h30 na Escola Estadual Dix-sept Rosado, bairro Bom Jardim;
Allyson Bezerra (Solidariedade) vota na Escola Estadual Prof. Maria Stela, Liberdade 1. O horário ainda não está definido;
Isolda Dantas (PT) vota às 11h, na Escola Antônio Fagundes, bairro Aeroporto;
Ronaldo Garcia (PSOL) vota às 10h30 na Escola Estadual Aida Ramalho, bairro Alto de São Manoel.
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Depois de ver o debate da TCM-Telecom (veja AQUI) com as candidatas e com os candidatos à Prefeitura de Mossoró, fiz o exercício de imaginar que se tivéssemos uma casa onde passassem as manifestações políticas por perto, quais seriam as candidatas e candidatos que poderiam entrar ou não, e até que cômodo poderiam ir.Claro que tudo dependeria ainda de uma conversa com minha companheira Renata Soraya, para ver se ela concordaria (e o que ela modificasse eu aceitaria tranquilamente).
Sei que estamos numa pandemia e não é tempo de ninguém visitar ninguém (parece que já é tempo mas não é não).
Mesmo assim, tomando todo o cuidado do mundo, poderíamos agir da seguinte maneira:
ROSALBA CIARLINI – Ficaria na calçada, que é pública, e eu pediria para que ela não dissesse os bordões e expressões de efeito que nada significam: “Estamos reconstruindo”, “Mossoró vai crescer mais e mais”, “a Rosa fez, a Rosa faz” e coisas desse tipo que sua militância adora repetir.
Ela precisaria de mais tempo para me ouvir. Ela falaria pouco, ou quase nada, ou nada mesmo, não precisaria.
CLÁUDIA REGINA – Eu abriria a porta, mas a gente conversaria ali mesmo, em pé, e poderia estar acompanhada do vereador Petras Vinícius, mas do seu vice bolsonarista não, para não servir de mau exemplo para a nossa Diadorim, que é pequenininha.
ISOLDA DANTAS – Poderia entrar e sentar para conversarmos na área de entrada de nossa casa, mas sem sua assessoria. Seu vice Gutemberg entraria, e para o ambiente ficar melhor o companheiro Neto Vale também, que aí a gente aprenderia muito com esse camarada de luta. A conversa seria iniciada por mim que já começaria com uma reclamação para Isolda: “cuidado para não ficar igual a rosa, que quando alguém faz uma crítica vai um monte de assessor em cima e inibe a pessoa até de falar.
Acompanhava suas redes sociais, Isolda, e via muito que quando uma pessoa reclamava, legítima e democraticamente, de alguma coisa que não concordava, bastava esperar e em pouco tempo surgiam seis, sete, oito companheiros do PT metendo o pau em quem criticou, inibindo qualquer pessoa de tentar colaborar de alguma forma”. Mas falaríamos da agricultura familiar, que a deputada aprovou projeto importantíssimo para as famílias de agricultores do estado.
ALLYSON BEZERRA – Poderia entrar e sentar conosco na sala, acompanhado por meu amigo Tiago Bento e minha amiga Soneth Ferreira, vereadora de Apodi. Mesmo eu não tomando, serviria um café para podermos prolongar um pouco o tempo, para eu poder fazer algumas perguntas ao deputado, que não conheço muito, mas que tenho total interesse em conhecer, longe da influência da militância de Isolda e Cláudia Regina, que o colocaram numa embalagem, que mesmo eu sem conhecê-lo, por respeito a qualquer pessoa, não trataria alguém assim.
Sabendo que ele é evangélico (não tem problema nenhum ser evangélico), gostaria de saber seu pensamento sobre as religiões afro, sobre a música brasileira, sobre as artes, a cultura, sobre suas raízes na zona rural.
Seu pensamento sobre as coisas seria mais importante, para mim, que sua religião.
RONALDO GARCIA – Tenho carinho por professor. Mesmo não o conhecendo, nem tendo sido meu professor, o chamaria de professor , convidaria para entrar e colocaria a cadeira para ele sentar. Pediria para ele ficar à vontade e que não precisava ficar nervoso como na TCM não.
Nosso encontro seria na cozinha, pois assim ele em algum horário iria comer alguma coisa e baixaria a máscara para eu ver o rosto dele. E a gente conversaria, sobre muitos assuntos, e pronto.
CEIÇÃO – Primeiro a gente daria muitas gargalhadas. Iríamos para o quintal, onde chuparíamos uma manga, mas diria a ela que não chegasse perto da goiabeira não, pra não ver Jesus e querer catequisar, ou evangelizar, a gente.
“Mulher, me fale mais sobre seu tempo de ambulante, que deve ter sido bastante difícil, mas acredito que cheio de histórias pra contar”.
Isso não significa de forma alguma a manifestação de voto em alguém, só um exercício de perceber quem está mais perto da gente.
Moisés (centro) arbitrou o debate entre os seis candidatos a prefeito de Mossoró, com enorme sucesso (Foto: TCM-Telecom)
Segue com grande repercussão o debate promovido pela TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom) nessa quinta-feira (22), às 20h15, sob moderação do jornalista Moisés Albuquerque. A pergunta clássica pós-debate é sempre a mesma: “Quem venceu?”
Vamos lá.
O eco pós-debate é o senhor da verdade, acima de nossa visão, interpretação e parcialidade. Somos parciais, graças a Deus.
As ruas e as redes sociais dizem muito de como foi visto esse embate entre os seis candidatos à municipalidade: Rosalba Ciarlini (PP), Allyson Bezerra (Solidariedade), Cláudia Regina (DEM), Isolda Dantas (PT), Irmã Ceição (PTB) e Ronaldo Garcia (PSOL). Elas têm muito mais valor do que nosso comentário e entendimento.
Debate é medido após o debate. Apesar de ser oportunidade para apresentação de propostas, o seu formato e a própria quantidade de participantes, não permitem melhor avaliação quanto a esse conteúdo.
O debate é acima de tudo um jogo tático, de movimentação de peças, cheio de estratégias para sobrevivência com o menor número de arranhões possíveis ou capaz de dar ao participante a grande oportunidade de disparar um tiro letal e decisivo.
Allyson Bezerra
O deputado estadual Allyson Bezerra é quem melhor aproveitou o debate e o pós-debate, até aqui, sobretudo porque ficou nítida sua projeção como polarizador da candidata e nome favorito à reeleição, Rosalba Ciarlini. Desnorteou a contendora Cláudia Regina, que começou debate no ataque (lendo a própria pergunta por escrito), tratando-o como falso, dissimulado, despreparado, produto de marketing e a reprodução do ex-prefeito Francisco José Júnior.
A partir daí, tomou conta do debate a ponto dos adversários evitarem fazer perguntas a ele, tentando impedir sua fala. Mas, quando as regras permitiram se pronunciar, o fez com maior segurança, dissertando sobre números, avaliações econômicas, sociais e da gestão pública. Apenas num duelo elevado com Isolda Dantas, ele apresentou resposta genérica à inquirição dela.
No fim, ainda ganhou de presente a ironia de Rosalba, que o tratou por “pobrezinho”, epíteto perfeito para tanger um fim de campanha. A prefeita teve dificuldades de falar em corrupção, em processos que remontam à sua passagem no Governo do RN, vinculados ao Hospital da Mulher Parteira Maria Correa. Ao tentar contra-atacar, se perdeu.
Cláudia Regina
Cláudia Regina foi, com certeza, a grande e inesperada decepção do debate. Loquaz, equilibrada, inteligente, com bom conhecimento sobre as coisas do município e da municipalidade, ela se revelou o inverso desse perfil. Deu demonstrações de nervosismo, encontrou dificuldades para formular perguntas simples e foi facilmente envolvida por Allyson, Rosalba e até a Irmã Ceição, que tripudiou de condenações suas advindas das eleições de 2012.
Ao mesmo tempo, passou a impressão de que não é candidata da “oposição” para derrotar Rosalba. O debate a mostrou como força-auxiliar de sua ex-líder, Rosalba, para impedir que alguém mais competitivo vença a prefeita favorita.
Ficou devendo muito, depois do desterro de oito anos da política. Tende a sair da campanha bem menor do que entrou. Poderia ser vítima, virou algoz e suposta parceira de quem teria de combater. Não mostrou, em momento algum, que é alternativa e nome à mudança. Se Rosalba for reeleita terá muito a agradecê-la.
Isolda Dantas
A candidata petista teve participação equilibrada, sobretudo porque praticamente não foi molestada. Sua posição esquálida em pesquisas, procurando não passar vexame nas urnas e eleger pelo menos um nome à vereança, fez com que adversários não a fustigassem.
Mesmo quando tentou esgrimir com nomes mais acima, teve escasso lampejo de contundência e pouca eficácia na tarefa.
Fechou participação falando de um prosaico telefonema que teria recebido do ex-presidente Lula.
Rosalba Ciarlini
A prefeita e candidata à reeleição Rosalba Ciarlini começou o debate evitando entrechoques, pois sabia que em tese seria o principal alvo das perguntas. E depois de testemunhar Cláudia Regina ficar zonza em duelo com Allyson Bezerra, a prudência falou ainda mais alto. Passou a ser ainda mais cautelosa, fugindo do embate com ele.
Na condição de governante e favorita, mas com vulnerabilidade de sua gestão e biografia, carregadas de problemas de denúncias em relação ao dinheiro público, Rosalba agiu taticamente de forma correta. Todavia, outra vez foi pródiga em promessas e pobre em ideias.
Chegou a tabelar perguntas tipo ‘levanta que eu corto’ com Cláudia Regina, sua adversária, digamos, mas só se perdeu no fim do programa.
Ao arriscar ironia em relação a Allyson, tentando fugir de pergunta sobre desvio de quase R$ 12 milhões do Hospital da Mulher Parteira Maria Correa, inclinou-se para o deboche com a expressão “pobrezinho”. Sua própria assessoria presente nos bastidores da TCM-Telecom quase tem um colapso, ao testemunhar o deslize.
Mas, no geral, com respostas genéricas e carregadas de clichês, salvou-se do pior. O pós-debate é que pode lhe ser caro.
Irmã Ceição
A candidata do PTB, Irmã Ceição, foi um show de simpatia, e teve a coragem de tentar emparedar nomes como Rosalba e Cláudia. Nos intramuros da política, havia zunzunzum de que seria ‘levantadora’ para servir à Rosalba e fustigar adversários. Não foi isso que se viu.
Foi uma debatedora de verdade, sem dissimulação. E ainda aproveitou para pedir voto ao adversário Allyson Bezerra.
Falou a seu modo simples, deu seus recados e mostrou quem é com muita naturalidade.
Ronaldo Garcia
Homem de conhecimento, professor universitário, Garcia teve dificuldades de participar de um programa que é novo em sua vida, cheio de regras, imposição de tempo, estilo etc.
Acabou passando suas mensagens de forma muito confusa e não teve paciência sequer para tratar de números e argumentos que procurou formular.
Parece mais um anticandidato, mas nem assim em momento algum foi deselegante ou incendiário.
TCM-Telecom
Todos os parabéns possíveis à direção da TCM-Telecom pela iniciativa. O alto padrão do programa, o zelo por seu público e o respeito aos candidatos, tratando-os de forma equitativa, reforçam a imagem que a empresa passa para telespectadores e cidadãos.
O velho Milton Marques de Medeiros deve estar vivo de orgulho. Ele perguntaria-nos: “Gostou, camarada?”
– Gostei, Milton!
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Começou hoje (sexta-feira, 9), a programação em rádio e televisão dos programas eleitorais que vão ser exibidos até o dia 12 de novembro.
Em Mossoró, veja abaixo vídeos e resumos dos programas dos seis candidatos à prefeitura.
Allyson Bezerra (SDD) – Coligação Muda Mossoró
O deputado estadual e candidato Allyson Bezerra fez um resumo em um minuto e cinco segundos de sua trajetória de vida, iniciada no Sítio Chafariz, focando e apostando na educação como alavanca à mudança e transformação humana e à gestão pública.
Cláudia Regina (DEM) – Coligação Juntos por Mossoró
Em seu primeiro programa eleitoral na televisão, Cláudia Regina abordou – em 2 minutos e 24 segundos – questões relacionadas à Justiça Eleitoral, sua gestão de menos de um ano como prefeita em 2013, além de se arriscar em críticas à atual gestão (incomum até o momento). A sua cassação (11 processos), avaliou, foi pagar por “erro dos outros” (insinuação quanto à então governadora, sua aliada, e hoje prefeita e adversária Rosalba Ciarlini (PP).
Irmã Ceição (PTB) – Coligação Mossoró para Todos
Em apenas 21 segundos, a candidata Irmã Ceição mostrou convenção partidária que a consagrou como candidata e lembrou sua passagem curta pela Câmara Municipal, assumindo como suplente por poucos dias.
Isolda Dantas (PT) – Coligação Mossoró que o Povo Quer
A deputada estadual e candidata a prefeito Isolda Dantas apresentou em um minuto e 48 segundos a sua história, origem, atividades políticas como vereadora e agora integrante da Assembleia Legislativa, além de passagem por governos Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT).
Ronaldo Garcia (PSOL)
Em 21 segundos, a candidatura a prefeito pelo Psol foi apresentada pela candidata a vice-prefeito, Yasmin Dias, do mesmo partido. Enfatizou que faziam campanha sem material formal de propaganda, de modo alternativo.
Rosalba Ciarlini (PP) – Coligação Força do Povo
Atual prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini aproveitou a estreia do guia eleitoral para fazer um apanhado de realizações administrativas, dissertar sobre sua biografia e colecionar depoimentos de familiares. Ela tem o maior tempo no guia eleitoral, com 3 minutos e 57 segundos.
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Com cartazes, militantes fizeram um "30 de Setembro" diferente em Mossoró (Foto: Psol)
No dia da libertação dos escravos, PSOL faz ato em denúncia ao genocídio negro em Mossoró. Partido exibiu cartazes sobre taxa de homicídios entre as maiores do mundo e exibiu cartazes como “30 de setembro libertou quem?”, “Antes Quilombos, Hoje favelas”.
O dia 30 de setembro é um feriado tradicional na cidade de Mossoró, onde é celebrada a libertação dos escravos. Os candidatos a prefeito e vice do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) andaram na contramão do espírito de celebração e denunciaram o contínuo genocídio contra o “povo pobre, preto e periférico”.
Em um dos cartazes à mostra em pontos de trânsito no centro da cidade, sobre faixas de pedestres, militantes mostraram o enorme número de assassinatos na cidade. Mossoró está entre as 20 cidades com a maior taxa de homicídios do planeta.
A taxa de 87 por 100 mil habitantes é superior a de países em declarada Guerra Civil.
No ato, estiveram os candidatos a prefeito de Mossoró Ronaldo Garcia, a candidata a vice-prefeita Yasmin Dias, o candidato a vereador Tales Augusto e simpatizantes das candidaturas, em sua maioria militantes da luta antirracista.
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A propaganda gratuita no rádio e TV começa no dia 9 de outubro e segue até dia 13 de novembro. Por meio da quantidade de Deputados Federais eleitos por cada partido, é feita a divisão do tempo que os candidatos ao executivo terão neste ano de 2020.
Allyson, Cláudia, Ceição, Isolda, Ronaldo e Rosalba estão na disputa municipal deste ano (Fotomontagem: BCS)
A composição dos partidos nas coligações é o que move a disposição dos tempos.
Numa estimativa não oficial feita pelo blog Diário Político confira a previsão dos minutos dos candidatos a Prefeitura de Mossoró para o pleito de 15 de novembro:
A somatória desses tempos dá algo em torno de 8,7 minutos. A definição correta dos minutos para os candidatos será feita pelo Tribunal Regional Eleitoral na segunda-feira, dia 28 de setembro.
Cada programa eleitoral no rádio e na TV terá 10 minutos.
Rádio: das 7h00 às 7h10 e das 12h00 às 12h10.
TV: das 13h00 às 13h10 e das 20h30 às 20h40.
Candidatos a vereador não terão espaço na propaganda eleitoral em bloco, apenas inserções durante as programações dos veículos de comunicação.Ao menos dez partidos políticos irão ficar de fora da partilha do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão nas eleições municipais deste ano. Desde a publicação da Constituição, em 1988, é a primeira vez que haverá legendas de fora desse bolo da propaganda eleitoral.
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Depois de marchas e contramarchas internas, um encolhe-estica quanto à decisão de ter ou não chapa à Prefeitura de Mossoró, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) enfim tomou uma posição irreversível: terá disputantes a prefeito e vice.
Professor Ronaldo Garcia é o candidato do Psol à sucessão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
Por dois terços dos votos os convencionais do partido decidiram por candidatura própria.
O nome escolhido a prefeito terá a estudante Yasmim Dias como companheira de chapa.
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O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) tem chapa própria às eleições ao Governo do Estado e Senado da República, no Rio Grande do Norte. Também definiu nomes à Assembleia Legislativa e Câmara Federal.
Paulino: nome a Governo do RN (Foto: PSOL)
Realizou na noite desta quarta-feira (18/junho) na Assembléia Legislativa do RN, a sua convenção eleitoral para definir os nomes que disputarão o pleito de 2014.
Robério Paulino, que é professor da Universidade Federal do RN (UFRN), será o candidato do partido ao Governo do Estado. Ronaldo Garcia, professor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) e da Universidade do Estado do RN (UERN) é o candidato a vice-governador.
Já ao Senado concorrerá o professor Lailson de Almeida do Instituto Federal do RN (IFRN), militante histórico da educação em Natal e no Rio Grande do Norte.
Candidaturas
Além da chapa majoritária o PSOL homologou as candidaturas de 25 deputados estaduais, dentre eles os vereadores de Natal, Sandro Pimentel e Marcos Antônio e os sindicalistas Sônia Godeiro, Santino Arruda e Vânia Machado. Para a Câmara foram homologadas 16 candidaturas, dentre elas Tocha Lopes, de Parnamirim, e Heros Henrique, estudante da UFRN, tendo todos os candidatos assinado termo de compromisso com as bandeiras do partido.
“Nossa candidatura fará o enfrentamento a velha política do Rio Grande do Norte apresentando uma alternativa de mudança real que não pode ser apresentada pelas oligarquias que se revezam há meio século na máquina do Estado” – disse Robério Paulino, seguido de animados aplausos dos filiados e filiadas.
Tendo as candidaturas oficializadas em convenção estadual o conjunto do partido se prepara para a campanha e já soma esforços para construir um plano de Governo a “altura que o momento de lutas nos exige” – alerta Robério.
Cinquentinha: nova candidatura (Foto: Jornal de Fato)
Mais uma chapa fechada para prefeito e vice, em relação ao pleito suplementar de Mossoró, marcado para o dia 4 de maio deste ano.
O PSOL aposta novamente no nome do servidor público Raimundo Nonato Sobrinho, conhecido por “Cinquentinha”. Seu vice será o professor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Ronaldo Garcia.
A convenção aconteceu na Biblioteca Ney Pontes Duarte, no centro da c idade.
Votação
Votaram 19 filiados. Onze deles apresentaram Cinquentinha como nome a prefeito e sete ficaram com Ronaldo, além de uma abstenção.
O professor Ronaldo Garcia aceitou compor a chapa, como vice.
Na campanha eleitoral de 2012, Cinquentinha obteve 948 votos (0,70%).
Ficou na quarta posição, entre cinco concorrentes.