Rosalba, Genivan e Nayara: campanha com números ruins (Foto: divulgação)
De novo não deu para a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
Conseguiu se esquivar de uma disputa direta com o prefeito Allyson Bezerra (UB), que a derrotou em 2020, mas não se livrou de vexames em 2024.
Seu partido, o Progressistas, só obteve o cumulativo de 1.121 (077%) na disputa de vagas na Câmara Municipal de Mossoró. O mais votado, Nogueira de Dodoca, teve 396 votos.
O candidato a prefeito com quem resolveu negociar (a palavra é essa mesma) apoio à prefeitura, o ex-vereador Genivan Vale (PL), ficou em terceiro lugar e foi campeão de rejeição. Empalmou 11.019 votos (7,60%).
A vantagem do prefeito reeleito sobre Genivan Vale e sua vice (que foi vice-prefeita de Rosalba – 2017/2020), Nayara Gadelha (PL), foi diluviana: 102.102 votos, de um total de 113.121 votos (78,02%) que somou à nova vitória.
Maior liderança política e popular de Mossoró por décadas, com quatro mandatos de prefeita, ex-senadora e ex-governadora do RN, Rosalba Ciarlini de novo é derrotada por quem desdenhou num debate em 2020, o tratando por “pobrezinho.”
Seu tempo passou, como ocorre a qualquer agente político ou qualquer ser humano.
Aplausos, mas é fim de ciclo.
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Candidatos a vereador, militantes e lideranças de bairros saúdam Rosalba e chapa majoritária (Foto: Divulgação)
A ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) recebeu os candidatos que vai apoiar na campanha municipal de Mossoró este ano, no Sítio Cantópolis. O evento ocorreu à noite dessa segunda-feira (12).
O Cantópolis é desde 1988, quando ganhou a primeira das quatro eleições municipais, um símbolo do seu grupo político. Nesse espaço com atmosfera de endereço rural em pleno Centro da cidade, a ex-prefeita convocou sua militância à luta em favor do ex-vereador Genivan Vale (PL) e da ex-vice-prefeita (PL) da própria Rosalba em 2016, Nayara Gadelha (PL), candidatos a prefeito e vice.
Mesmo com presença modesta de público, Rosalba – que não concorrerá a qualquer cargo – tentou motivar os presentes: “Tem que ser uma força maior, uma dedicação maior, uma luta maior. Nenhuma caminhada é fácil. Nós vamos encontrar muitas pedras no caminho, mas vamos estar com a mesma garra, mesma raça e mesma disposição.”
“Estar ao lado de Rosalba, desses pré-candidatos, me energiza, me conforta em saber que terei um exército para caminhar pelas ruas de Mossoró. Os soldados estão aqui e o Capitão vem aí!”, declarou Genivan, numa alusão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Sexta-feira (16), Bolsonaro comandará passeata/carreata ao lado de Genivan e de Nayara, na “descida do Alto de São Manoel (veja AQUI).
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Genivan recebeu anúncio de apoio de Rosalba no domingo (Foto: Carlos Costa)
A chapa Genivan Vale (PL)-Nayara Gadelha (PL) vai estrear reunião política na casa do rosalbismo.
Será segunda-feira (12), às 19 horas.
Os candidatos a prefeito e vice do bolsonarismo serão recepcionados pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no Sítio Cantópolis, zona central de Mossoró, endereço residencial e de encontros políticos do seu grupo desde os anos 80.
Rosalba anunciou apoio a Genivan e a Nayara (sua ex-vice-prefeita no período 2017-2020) no domingo (04), durante convenção partidária do seu partido (veja AQUI).
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No rosalbismo, há uma corrente de pensamento que considera mais sensato o grupo ‘liberar’ seus eleitores e ficar equidistante da campanha majoritária em Mossoró, este ano.
Já que a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) definiu que não será candidata à prefeitura – pela sexta vez -, melhor evitar endosso a qualquer eventual vexame.
De fora e longe, ela estaria poupada.
Dentro e participativa, seria diametralmente o oposto.
Caso a se pensar mais.
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Rosalba participou da campanha municipal de 2020 e não conseguiu reeleição (Foto: Arquivo)
Cá para nós e o povo da rua: presidente do Progressistas (PP) no RN, o deputado federal João Maia é defensor de candidatura própria de seu partido à Prefeitura de Mossoró.
A candidatura da ex-prefeita (quatro vezes) Rosalba Ciarlini, sejamos claros.
Seu argumento é simples e direto:
– Time que não joga não tem torcida.
A de Rosalba tem atrofiado profundamente, mas ainda é um capital superior à fragmentada oposição que anda se saracoteando à disputa este ano.
Em entrevista ao Diário do RN dia 5 de abril, falando à jornalista Carol Ribeiro, João Maia foi claro nas palavras, mesmo que até hoje não tenham tido eco algum no Sítio Cantópolis, residência mossoroense da ex-prefeita.
A “Rosa” sumiu e até refreou negociações de apoio a algum pré-candidato. O rosalbismo que sempre foi protagonista poderá ser simples satélite. Ou nem isso.
Sem conseguir um nome a vice que possa ser representativo e reforce chapa majoritária, o PL mossoroense pode terminar montando chapa ‘puro sangue’ à prefeitura.
Até o momento, não houve sucesso algum nas tentativas de escolha do companheiro do pré-candidato a prefeito Genivan Vale (PL).
O sonho do bolsonarismo era contar com algum representante do rosalbismo, mas aos poucos esse grupo foi-se esquivando.
Plano B chegou a ser o escorregadio vereador e líder oposicionista na Câmara Municipal, Tony Fernandes (Avante). Esse também saiu serpenteando para longe.
Anunciado oficialmente como pré-candidato a prefeito de Mossoró nesta sexta-feira (10), o presidente da Câmara Muncipal, Lawrence Amorim (PSDB), não quer perder tempo. Já tem como uma de suas metas, articular palanque com o PT da deputada estadual Isolda Dantas, a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e o bolsonarismo.
Segundo Amorim declarou ao Blog Thaísa Galvão, todos os adversários da gestão do prefeito Allyson Bezerra (UB) vão ser contactados para montagem de plataforma conjunta de oposição, mesmo aqueles já com pré-candidaturas lançadas, como é o caso do PL, com o nome do ex-vereador Genivan Vale.
Nas tratativas do rosalbismo para dar apoio à postulação do ex-vereador Genivan Vale (PL), à Prefeitura de Mossoró, o `combo` inclui a compra da RPC, emissora de rádio do grupo que está semidestruída.
Sinceramente, sinceramente, de verdade mesmo, a AM não desperta interesse.
O acerto que interessa é a adesão da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Para o bolsonarismo local, ela é o combustível capaz de içar o nome de Genivan Vale, ex-governista até meados de março último, como principal adversário do prefeito Allyson Bezerra (UB).
Paralelamente, será um teste de fogo para a ex-prefeita mostrar sua força de transferência de votos.
O movimento pendular do rosalbismo da esquerda à direita, da direita à esquerda, mostra como o grupo está sem um rumo minimamente coerente na sucessão municipal mossoroense.
A ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) vai de um extremo ao outro tentando vender a ideia de unificação oposicionista numa frente multipartidária. Com ela, claro, na cabeça de chapa.
Com o petismo houve retrocesso no diálogo.
Em relação ao bolsonarismo nativo ainda é possível uma composição.
Ô luta medonha!
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O Partido Progressistas (PP) ainda tem dúvidas em Mossoró, se terá ou não a ex-prefeita Rosalba Ciarlini como candidata pela sexta vez à prefeitura.
Mas, também é complicada a tarefa de montar uma nominata a vereador.
Das possíveis 22 vagas disponíveis, a sigla pode não completar esse total, como ocorreu em 2020, quando era poder, com Rosalba na prefeitura.
Naquele ano, dos 35 espaços à disposição, a então prefeita só conseguiu aboletar 16 candidatos. Eles obtiveram 15.973 votos, ficando atrás apenas do Solidariedade que totalizou 17.220 e elegeu quatro vereadores, além do deputado estadual Allyson Bezerra a prefeito.
Mesmo assim, o Progressistas reelegeu três dos seis vereadores – Francisco Carlos, Ricardo de Dodoca e Zé Peixeiro – que estavam na nominata. Nessa legislatura, nenhum segue o rosalbismo. Vão fazer nova opção partidária.
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Exoneração e nomeação estão em portarias do DOE (Reprodução do BCS)
O grupo da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP)-ex-deputado federal Beto Rosado (PP) emplacou indicação do novo titular do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (IPEM-RN), órgão do Governo do Estado.
Nomeação de João Henrique Maia de Farias, ex-secretário de Rosalba Ciarlini em gestão municipal, está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (9). É o novo diretor-geral do órgão.
Maia também é marido da ex-vereadora Arlene Rosado (PP), fiel seguidora da ex-prefeita e do rosalbismo.
Ele vai substituir Hugo Leonardo da Silva Araújo, que foi exonerado.
Era nome indicado pelo deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB).
Na campanha estadual do ano passado, Rosalba foi apresentada no dia 22 de setembro (dez dias antes das eleições em primeiro turno), como apoio à reeleição da governadora Fátima Bezerra (PT) – veja AQUI detalhes.
Já o deputado federal à época, seu sobrinho-afim Beto Rosado, não a acompanhou no desembarque – veja AQUI detalhes.
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Como se escolhe um vice? Diz a tradição política e falam as vozes da experiência, que o primeiro requisito é que o candidato não atrapalhe o cabeça de chapa. Se puder somar, ótimo. Estamos falando sobre a campanha. Mas, tem o pós. Eleitos, ambos devem ter o mínimo de afinidade. E o vice continuar sendo o substituto eventual. Dessa feita, seguindo aquela receita simples de bolo: não atrapalhando.
Vice é o substituto imediato do titular do cargo. Ponto. Porém, muitos não entendem essa objetiva atribuição. Por isso que às vezes é tão difícil o encaixe das duas peças.
Na política de Mossoró, um exemplo de fácil compreensão desse entendimento vem de 2016. A jovem Nayara Gadelha (PP), sem nunca ter disputado qualquer cargo eletivo, foi tirada da cartola do rosalbismo para ser vice da favoritíssima e, vencedora, Rosalba Ciarlini (PP). Encaixe perfeito na luta pelo voto e na gestão. Se não acrescentou, com certeza não subtraiu.
Nayara não era a preferida de Rosalba e do seu marido e líder, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Acabaram aceitando por pressão do ex-deputado federal Betinho Rosado (PP), cunhado de Rosalba/irmão de Carlos.
Eles fecharam a porta para o grupo da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB, hoje PSDB), prima e ex-adversária que queria indicar a filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB, hoje PSDB). O rosadismo tinha sido cooptado à campanha da “Rosa”, após quase 30 anos de duelos eleitorais – veja AQUI). Contudo, vice não cabia, para não atrapalhar adiante.
No pleito seguinte, candidata à reeleição para o quinto mandato na Prefeitura de Mossoró, o rosalbismo fez diferente: puxou quem achava que somaria do outro lado, na oposição. Havia a certeza que assim praticamente não ocorreria campanha, subtraindo forças.
O ungido foi o ex-candidato a vice-prefeito adversário de Rosalba, em 2016, engenheiro Jorge do Rosário (PR). As contas não deram muito certo, pois Rosalba e Jorge perderam para o deputado estadual novato Allyson Bezerra (SDD, hoje no UB).
Lula e Fátima
Em 2022, o ex-presidente Lula (PT) importou quem já tinha o rotulado de “líder de quadrilha (o PT).” E daí? Feio era perder. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) mudou de legenda, lado, discurso e partido para ser o companheiro de Lula. Sem dúvida, ele aditivou a chapa no maior colégio eleitoral do país (São Paulo), como o petista calculou.
Eleito, Akcmin tem cumprido agendas importantes, mas também aguenta ultrajes, como a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a “Janja”, cumprir missões que lhe caberiam. Vice é vice até nisso.
No RN, o vice de Fátima Bezerra (PT) no primeiro mandato na Governadoria foi Antenor Roberto (PCdoB). Mesmo reconhecido como leal, colaborador, competente e cônscio de suas funções, foi ejetado da chapa sucessória. Lula avisou: “O vice é Walter Alves (MDB),” deputado federal. Todos baixaram a cabeça e murcharam as orelhas, escutando a decisão ‘democrática’ de quem manda.
Retornemos a Mossoró. O vice do prefeito eleito em 2020 foi selecionado por exclusão. Ninguém queria ser, enxergando o lugar como uma ‘furada’ ou, se esquivando, por outras razões. Então, o PSD do vereador Raério Araújo sugeriu na 25ª hora o nome do empresário João Fernandes de Melo Neto, Fernandinho das Padarias. Era o que tinha. Mesmo sem conhecê-lo até então, Allyson Bezerra aceitou-o de braços abertos.
Foram eleitos e o arranjo não durou politicamente um semestre de mandato. Fernandinho não entendeu o presente que tinha recebido, de graça. E não seguiu a cartilha do bom vice. Caiu no ostracismo a ponto de passar meses sem sequer aparecer no prédio onde está seu gabinete.
Bem, 2024 se aproxima. O que vai valer para escolha do vice de Allyson Bezerra? A receita de bolo continua a mesma. Ponto de partida é quem não atrapalhe e, se possível, some.
Entende?
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Depois que ‘se uniram’ em 2016 (veja AQUI), após 28 anos de confrontos eleitorais municipais, os grupos Rosado e Rosalbista estão fadados à mesma sombra em 2024. Isso, apesar de não se afinarem mais desde o fim das eleições locais passadas – 2020, quando se distanciaram um do outro.
O palanque do PT terá tenda curta, mas ainda assim o bastante para acomodá-los como apoiadores do nome à Prefeitura de Mossoró pela legenda da governadora Fátima Bezerra. Ou o PT não terá candidato a prefeito?
Terá.
Sem um único mandato eletivo na atualidade, ou meios à disputa majoritária, esses sistemas políticos – vindo de uma mesma raiz familiar – não têm saída.
É pegar ou se largar por aí em alguma aventura.
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Carlos e Rosalba querem um nome para à disputa, mas mantendo ela como opção principal (Fotomontagem do BCS)
O rosalbismo aposta em outra opção à sucessão do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (União Brasil): o vereador Tony Fernandes (Solidariedade), o “Cabo Tony.”
O grupo liderado pelo ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP) e pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem como prioridade, claro, o nome dela. Porém, na leitura do quadro atual há temor de passar vexame na disputa nas urnas contra o prefeito, que a derrotou em 2020.
Se houver um rebaixamento de ‘teto’ de Allyson Bezerra nos próximos meses, ou seja, com queda abissal em sua popularidade e de governo, Rosalba será candidata. Assim como ocorreu em 2016: a “Rosa” só admitiu que concorreria à prefeitura no início daquele ano eleitoral, com reprovação expressiva do nome do prefeito Francisco José Júnior (PSD).
O “Plano B” para 2024 é Tony, se as perspectivas de vitória com o nome dela forem escassas. Caindo vertiginosamente a aceitação de Allyson, Rosalba é a candidata, claro. O raciocínio do rosalbismo é pragmático. A obsessão é ejetar Allyson Bezerra do Palácio da Resistência.
Cizânia
A princípio, o cerco e ‘investimento’ eram na cizânia no grupo governista, alimentando uma candidatura a prefeito do presidente da Câmara Municipal, Lawrence Amorim (Solidariedade). O casal desistiu, por entender que esse rompimento entre Lawrence e Allyson não vai prosperar até à campanha de 2024.
Líder da oposição, Tony saiu da bancada governista ainda nos primeiros meses de gestão de Allyson. Na própria campanha municipal vitoriosa de 2020, só apoiou a candidatura dele nos últimos dias, quando a eleição do jovem deputado estadual parecia iminente, contra a favoritíssima Rosalba.
Em 2022, ele concorreu à Assembleia Legislativa na mesma legenda do grupo do prefeito, algo incomum na política mossoroense.
O Rosalbismo vive seu pior momento desde que os primeiros passos como dissidência do rosadismo (grupo familiar homogêneo por décadas), nos anos 80 do século passado. Era o “elo mais fraco”, numa célebre avaliação do prefeito Dix-huit Rosado, tio de Carlos Augusto, em discurso proferido em 1985.
Depois de revelar-se muito forte, o rosalbismo não tem sequer um mandato a vereador. Contudo, não está morto. Daí a movimentação para tentar derrotar o prefeito Allyson Bezerra, direta ou indiretamente. Com Rosalba, Tony ou outra fórmula qualquer. E essa não é uma conversa de alpendre à beira-mar de Tibau-RN.
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O rosalbismo está com um nome pronto e em marcha à candidatura no próximo ano.
Não é a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) nem será o ex-deputado federal Beto Rosado (PP).
Anne Katherinne é mulher do ex-deputado federal Beto Rosado (Foto: Carlos Costa/De Fato/ Arquivo)
Quem já se movimenta é a professora, doutora e engenheira agrônoma Anne Katherine de Holanda Bezerra Rosado.
Nome à Câmara Municipal de Mossoró, sublinhe-se.
Anne Katherine é mulher do ex-deputado Beto e ocupou por pouco mais de um ano e um mês a Secretaria Executiva de Agricultura e Recursos Hídricos de Mossoró, gestão da então prefeita Rosalba Ciarlini.
Sua exoneração – a pedido – foi publicada no dia 3 de fevereiro de 2018, para assumir o cargo de professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
No primeiro turno de 2022, ano passado, a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) foi apresentada como apoio à reeleição da governadora Fátima Bezerra (PT) – veja AQUI – quando faltavam dez dias pro pleito. Porém, refugou de cravar voto em Lula (PT) à presidência. No primeiro e segundo turnos não seguiu ele.
Rosalba abraça o ‘mito’ Bolsonaro, dia 21 de agosto de 2020, em Mossoró (Foto: arquivo)
Sua escolha pessoal foi Simone Tebet (MDB) no primeiro turno.
No segundo, ela e família fecharam com o capitão Jair Bolsonaro (PL).
Em 2018, o rosalbismo já tinha amarrado apoio e votos em Bolsonaro, que venceu o pleito presidencial.