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Fátima Bezerra quer Walter Alves a substituindo e como candidato

Sombreando Fátima, Cadu topa ser o "plano A" para 2026 (Reprodução de imagem de vídeo/BCS)
No pré-Carnaval deste ano, Cadu saiu por aí com Fátima, já se mostrando como o nome à sucessão (Arquivo do BCS)

Há nove meses, a pré-candidatura do auditor fiscal Cadu Xavier foi lançada pela governadora Fátima Bezerra (PT) ao Governo do RN.

Apesar dessa gestação plena, fomentada por diversos meios, ele não decolou até o momento e angustia a governante.

Com a possibilidade do seu vice-governador Walter Alves (MDB) não aceitar sequer assumir o governo, com sua renúncia à disputa ao Senado, Fátima Bezerra teme o pior.

Porém, a solução continua em seu entorno: Walter não apenas assumir o governo, como também ser o candidato governista à sua sucessão. É um ponto em discussão e que pode se concretizar.

Xavier é o pré-candidato porque o próprio Alves afirmou incisivamente que não seria candidato. Com o vácuo, aí então Cadu Xavier, secretário de Estado da Fazenda, topou a missão hercúlea, para “defender o legado” do governo Fátima Bezerra.

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A oposição vai marchar unida, essa é a tendência

Arte ilustrativa com recurso de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recurso de Inteligência Artificial para o BCS

A oposição ao governo Fátima Bezerra (PT) deverá marchar unida. Segue uma lógica política, que mesmo a vaidade ou estupidez de alguns possa contrariar e, hoje, criar ruídos.

O governo está nas cordas, com reprovação retumbante e um pré-candidato que lançado há vários meses segue na rabeira da preferência popular. Em absolutamente todas as pesquisas feitas até o momento, eis uma constatação uníssona: o secretário de Estado da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, o Cadu Xavier, não decolou.

Pode decolar? Pode. Mas não decolou.

Mesmo em sondagens tangidas pelo governismo, com empresas de sua confiança, é esse o quadro.

Trabalhar a cizânia da oposição e implodir nomes que gravitam nesse campo político, com possibilidade de candidatura viável e vencedora, têm sido a missão da hora no governismo. Faz o que pode, segue velhos manuais do maquiavelismo político, enquanto paralelamente tenta soerguer a imagem da governadora e, por conseguinte, içar Cadu a patamares mais elevados.

Mas tudo isso pode não ser o suficiente, sobretudo dependendo do que a oposição vai decidir. É na outra margem dessa disputa que está o maior poder de definição, não na esfera do governo.

Recorro a um velho ditado popular como mantra na sustentação desse ponto de vista. Sempre o uso. Lembro tê-lo ouvido pela primeira vez de um político querido que partiu cedo: ex-senador Carlos Alberto de Sousa.

Já adoentado, numa conversa informal comigo por volta de 1997, pregou:

Carlinhos, capivara fora do bando é comida de onça.

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Fátima tenta retorno de voo; há promessa, mas sem data à volta

Reunião não teve nada de concreto, apesar do discurso da empresa (Foto: divulgação)
Reunião não teve nada de concreto, apesar do discurso da empresa (Foto: divulgação)

A governadora Fátima Bezerra (PT) participou nesta quinta-feira (6), em São Paulo, de uma importante reunião com representantes da Azul Linhas Aéreas. Tratou da melhoria da malha aérea para 2025 e a manutenção da rota Mossoró/Recife.

Durante a audiência, o CEO da empresa, John Rodgerson, garantiu que a suspensão do voo, entre a capital pernambucana e a principal cidade do interior potiguar, é temporária.

A companhia anunciou, em 8 de janeiro, por meio de nota, que suspenderia as operações na cidade de Mossoró (RN) a partir do dia 10 de março, devido a uma série de fatores que vão desde o aumento nos custos operacionais da aviação, impactados pela crise global na cadeia de suprimentos e a alta do dólar, somadas às questões de disponibilidade de frota e de ajustes de oferta e demanda.

A Azul reforçou ainda, que mesmo diante da suspensão, seguirá operando no Rio Grande do Norte com voos regulares em Natal, de onde os clientes podem se conectar com mais de onze destinos em voos diretos.

A reunião contou ainda com a participação de outros representantes da Azul: Fábio Campos, vice-presidente; Daniel Bicudo, diretor de Marketing e Negócios; e Isabela Bettini, gerente de Relações Institucionais e Tributário. Da comitiva do Governo do RN participaram também Raoni Fernandes, diretor-presidente da Empresa Potiguar de Promoção Turística (EMPROTUR); Solange Portela, secretária de Estado do Turismo; Carlos Eduardo Xavier, secretário de Estado da Fazenda; e Daniel Cabral, secretário estadual de Comunicação. Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil, administradora do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, também acompanhou a comitiva potiguar no encontro.

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Fiscalização deve ser mais rigorosa para cobrir déficit

Ilustração do Portal TS
Ilustração do Portal TS

Segundo informação do Governo do Estado, sem o ICMS em 20% no exercício de 2024, a perda do erário estadual ficará em torno de 700 milhões de reais.

Simplificando: um déficit mensal da ordem de R$ 58,3 milhões.

Pelas primeiras falas do secretário de Estado da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, é bom o segmento produtivo ir se preparando.

A máquina fiscalizadora-arrecadadora tem missão redobrada.

E o ônus político é de quem votou contra a manutenção dos 20% de ICMS, assim entendem a governadora Fátima Bezerra (PT) e seu governo.

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Secretário anuncia que governo deseja manter ICMS a 20%

O secretário de Estado da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, confirmou nesta manhã de segunda-feira (2), que o Governo do Estado enviará para Assembleia Legislativa projeto para manter o Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) a 20%.

“Sabíamos que isso iria acontecer. O ICMS a 20% precisa ser mantido. E vamos enviar esse projeto para Assembleia Legislativa. Sei que vai ter uma discussão política, mas precisamos manter o ICMS a 20%”, disse o secretário Carlos Eduardo Xavier em entrevista ao Jornal da Cidade, pela 94 FM de Natal, sendo sabatinado pela jornalista Anna Ruth Dantas.

O projeto de lei do Executivo que tratou da elevação do ICMS de 18 para 20% foi aprovado dia 21 de dezembro do ano passado, com placar apertado de 12 x 11 (veja AQUI). Decisão em meio à atmosfera vitoriosa da governadora Fátima Bezerra (PT) reeleita e do ex-presidente Lula (PT) eleito para o terceiro mandato presidencial.

A negociação na Assembleia Legislativa terá que ser muito eficiente, pois há instabilidade e fracionamento da maioria governista (veja AQUI).

O governismo tem 11 votos ‘certos’, contra nove da oposição e surgiu semana passada o “Bloco Independente”. Veja AQUI o quadro de forças na Assembleia Legislativa, nome a nome.

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Sem resposta sobre consignados, deputados convocam secretário

Deputados aprovaram convocação nesta quarta-feira (Foto: AL)
Deputados aprovaram convocação nesta quarta-feira (Foto: AL)

A Comissão de Administração, Serviços Públicos, Trabalho e Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou a convocação do secretário de Estado da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier. O gestor precisará comparecer a uma reunião do colegiado para esclarecer questionamentos em torno do atraso no pagamento dos empréstimos consignados dos servidores.

A convocação foi proposta pelo presidente da Comissão, deputado estadual Luiz Eduardo (SDD), e foi aprovada por unanimidade. O parlamentar explicou que um requerimento com pedido de informações sobre o assunto já havia sido encaminhado ao Governo, mas que continuava sem respostas mesmo após seguidos apelos feitos ao secretário.

O Sindicado dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do Rio Grande do Norte (SINSP-RN) denunciou o problema no fim do mês passado (veja AQUI). Carlos Eduardo Xavier pronunciou-se à ocasião.

O secretário informou que o atendimento dos empréstimos consignados voltaria a ser feito a partir de 7 de agosto.

Em 16 de maio, Pedro Lopes – secretário de Estado da Administração – informava à Comissão de Administração da Assembleia, que  dívidas com os bancos chegaram a ser de  R$ 180 milhões, sendo que R$ 150 milhões somente com o BB.

Sem resposta

Em 30 de maio, Pedro Lopes anunciou (veja AQUI) a reabertura do empréstimo consignado para os servidores públicos, depois que o Governo  assinou contrato  de venda da folha de pessoal, no valor de R$ 257,7 mil, com validade de 86 meses.

“Nós aguardamos respostas dos ofícios para evitar uma convocação. Estamos questionando a ausência do repasse dos consignados por parte do governo, a negociação dos valores pendentes e considerando informações graves que reportam ausência de repasse,” assinalou o deputado Luiz Eduardo.

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Governo pega dinheiro do servidor e banco bloqueia consignado

Do Tribuna do NorteEmpréstimos consignados

O Banco do Brasil voltou a bloquear o acesso do funcionalismo público estadual aos empréstimos consignados, denuncia o Sindicado dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do Rio Grande do Norte (SINSP-RN), que tem sido procurado por servidores ativos e inativos para comunicar a suspensão do atendimento, completando agora dois meses, depois de o Governo ter vendido em 30 de maio, a folha de pessoal ao Banco do Brasil.

“O Governo há dois meses atrasa o repasse de um dinheiro que não é dele, o dinheiro é retirado dos contracheques dos servidores para pagar o seu empréstimo consignado”, alertou a presidente do Sinsp, Janeayre Souto.

A sindicalista acusa o Governo de “fazer uma festa” ao vender a folha de pagamento do Estado ao Banco do Brasil “pra pagar o que já devia” de quase quatro meses atrasados, porém, agora faz dois meses que não repassa o dinheiro descontado dos empréstimos ao BB.

O outro lado

O secretário de Estado da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, informou que o atendimento dos empréstimos consignados voltará a ser feito a partir de 7 de agosto.

Em 16 de maio, Pedro Lopes – secretário de Estado da Administração – informava à Comissão de Administração da Assembleia, que  com os bancos chegou a ser de  R$ 180 milhões, sendo que R$ 150 milhões somente com o BB.

Em 30 de maio, Pedro Lopes chegou a anunciar a reabertura do empréstimo consignado para os servidores públicos, depois que o Governo  assinou contrato  de venda da folha de pessoal, no valor de R$ 257,7 mil, com validade de 86 meses.

Leia tambémGoverno está adernando e não quer afundar só

Nota do BCS – Quadro econômico-financeiro do Estado é delicadíssimo. O próprio governo já admitiu, através de Pedro Lopes e Carlos Eduardo Xavier. Empenho máximo é para não voltar a atrasar folha de pessoal, como acontecido com antecessores.

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