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O bem e o mal que Rosalba pode fazer à Larissa

Há uma lógica embutida nas entranhas da sucessão mossoroense, que quase ninguém percebe até o momento. Mas é bom abrir o olho e botar a cabeça para funcionar.

Anote aí, por favor:

Se o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) melhorar sua performance, a postulação Larissa Rosado (DEM) tende a cair numa proporção inversa.

Volto a frisar: a deputada estadual do PSB é favorita, ganhou essa condição na reta final de 2011, mas não tem – ainda ou até aqui – “gordura” suficiente para entrar na campanha com maior tranquilidade.

Como seu grupo não faz oposição ao Governo Rosalba, abre a guarda para uma situação que adiante ficará insustentável e será difícil reverter.

Hoje, o maior cabo-eleitoral de Larissa Rosado é o Governo Rosalba, que está em frangalhos. Óbvio que, num sentido inverso, a governadora pode passar à condição de maior pesadê-lo à própria Larissa.

Elementar, meu caro Watson.

Pesquisa a prefeito com algumas novidades quentinhas

Tive acesso à pesquisa quentinha à Prefeitura de Mossoró.

Números já com algumas modificações em relação à sondagem que o Blog do Carlos Santos publicou há poucos meses.

Aguardo autorização para poder detalhar os números, esmiuçando-os de modo simplificado, ao melhor entendimento do webleitor.

O que posso lhe adiantar, é que tem coisas muito interessantes, já reflexo da conjuntura de poder no estado e no município.

 

O forte odor dos subterrâneos da política de Mossoró

A “usina de boatos” ou de conjecturas, que começa a ampliar sua produção nos subterrâneos da política mossoroense, chega a um nível insuportável.

Tudo tem o forte odor de negociatas, que envolveriam cifras vultosas e outras vantagens, para uma eventual renúncia da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, até abril do próximo ano.

Eu recuso-me a divulgar o que tenho ouvido, até de fontes bem situadas socialmente e na política.

Prefiro acreditar que tudo não passe de especulação ou má-fé.

Argh!

Mas, preventivamente, não custa tapar a venta.

Larissa defende união de oposicionistas em Mossoró

Do Nominuto.com

A expectativa de que a oposição vença em Mossoró levou o PSB a articular conversas com partidos da base aliada (PTB, PC do B, PR e PSD já foram consultados) para que embarquem em eventual candidatura da deputada estadual Larissa Rosado (PSB), primeira colocada nas sondagens.

Em entrevista ao Jornal 96, da 96 FM, na manhã desta quinta-feira (10), a deputada federal Sandra Rosado (PSB) admitiu as articulações e considerou remota a possibilidade de o partido se unir com o atual grupo político que administra Mossoró, ligado à governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Embora as articulações estejam bem encaminhadas, a deputada estadual Larissa Rosado prefere não falar em candidatura por enquanto. Segundo ela, as negociações caminham para o momento de tomar uma definição sobre o projeto, em que pese seu reconhecimento de que “há uma forte possibilidade” em disputar a Prefeitura de Mossoró.

No levantamento que o Instituto Certus divulgou para Mossoró em 19 de setembro, Larissa Rosado aparece com 33,33% de intenções de votos. Praticamente o dobro do segundo lugar, Chico da Prefeitura (17,17%) e o triplo da atual vice-prefeita, Claúdia Regina (11,67%), ambos do Democratas.

Larissa, que já disputou a Prefeitura de Mossoró por duas vezes sem êxito, se furta a críticas sobre os motivos de sua dianteira e atribui os índices estatísticos ao trabalho desenvolvido na Assembleia Legislativa.

Sandra acha descabida versão de que fez proposta ao PT

Líder do PSB na Câmara Federal, a deputada Sandra Rosado considera descabido certo comentário feito pelo deputado federal  José Guimarães (PT-CE), em sua curta estada em Mossoró, no sábado (5).

O parlamentar cearense afirmou em entrevista, que a deputada o teria procurado para tratar da sucessão municipal, pavimentando caminho para hipotética composição PSB-PT.

– Não o procurei em momento algum. Numa reunião de líderes em Brasília, recentemente, ele entrou na conversa e perguntou como estaria o quadro político em Mossoró. Afirmei que o PSB trabalha para fazer um arco de aliança considerável, sem manifestar qualquer proposta para o PT ter ou não o vice – comentou Sandra.

Ela citou, ainda, em conversa hoje com o Blog, que o próprio José Guimarães é que insistira em saber como estaria o PT em Mossoró, com ela desconversando. “Sobre o PT, quem poderia falar, era o próprio PT de Mossoró”, comentou.

– Minha conversa foi essa – asseverou.

Nota do Blog – Em 2008, a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), filha de Sandra, foi candidata pela segunda vez à prefeitura, tendo Tércio Pereira (PT) como vice.

Para 2012, o cenário que se forma é de um confronto entre PSB e PT.

Quando veremos uma revolução política em Mossoró?

Caro amigo e colega Carlos Santos,

Após ler seu artigo no Blog (Sucessão e cometa Halley em Mossoró), me veio uma pergunta que muito tem incomodado: “Quando veremos uma revolução política em Mossoró?”.

Depois de refletir e analisar esta pergunta, não consegui respostas, apenas mais perguntas, sendo: Como transpassar  a forte blindagem das oligarquias em Mossoró? Como vamos mudar a opinião da massa? Será que o povo eleitor mossoroense quer isso?

Ao meu ver existem três grupos de eleitores em Mossoró: 1º Os dependentes e seus familiares, que são fiéis kamikazes do clã; 2º Os apaixonados, que apesar de não dependerem deles, os idolatram; 3º Os 22.800 votos de 2008, distribuídos entre candidatos não rosadistas, brancos e nulos.

Embora pouco expressivo, podemos ver uma mudança na mente do povo, mas ainda é muito pouco, precisamos de mais.

Quem irá vestir a camisa da mudança em 2012? Já contamos com dois nomes a pré candidatos a majoritária, Josivam Barbosa (Reitor da Ufersa) e Josué Moreira (Professor do IFRN e aluno do curso de direito da Faculdade Mater Chirsti), mas será desta vez?

Como gostaria que em nossa cidade houvesse uma reviravolta como ocorrida em Fortaleza em 2004, onde Luzianne Lins saiu da zona de rebaixamento para ser campeã nas eleições.

Talvez um dia possamos comemorar como os libaneses fizeram na semana passada.

Um grande abraço,

Marcelo Salazar – Aluno do 5º período de Direito da Faculdade Mater Christi (Mossoró)

Sucessão, fenômeno e o Cometa Halley

O cenário sucessório mossoroense é o mais confuso das últimas décadas. Qualquer aposta hoje, com “segurança”, é algo precipitado.

As definições são raras.

Mas algo não muda.

Anote.

Quem quiser desbancar a oligarquia Rosado, precisará de bem mais do que uma boa biografia.

Tolice raciocinar pensando que outro sobrenome, aspiração de mudança no inconsciente popular etc. vão alterar o curso da história.

Para desbancar os Rosado é fundamental competência e profissionalismo na política, além do principal: um bom candidato.

O resto é bobagem, digressão que não leva a nada.

Claro que temos ainda o impoderável! O fenômeno. Mas não vejo, daqui dessa distância, ninguém com esse cajado messiânico.

Claro que, se a massa quiser, ela altera os rumos. Mas isso, já falei e volto a repetir: é como o Cometa Halley. A cada 114 anos ele passa sobre nossas cabeças.

Josivan diz que ganha fôlego para política de alianças

Almocei hoje no Restaurante Universitário da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), com o reitor da instituição e pré-candidato a prefeito de Mossoró, professor Josivan Barbosa (PT).

Prosa sobre gestão universitária e, lógico, política sucessória.

Ele transpira confiança em alavancar sua postulação nos próximos meses, para chegar na campanha – em julho do próximo ano -, com solidez para disputa oficial.

Segundo Josivan, “o partido me deixou mais à vontade para abrir conversa com outros partidos e lideranças, costurando uma política de alianças que fortaleça nosso projeto”.

Depois trago mais detalhes.

 

PSD caminha para os “braços” de Larissa Rosado

Alguns acontecimentos estão empurrando o recém-criado PSD para uma aliança, em Mossoró, com a pré-candidata a prefeito Larissa Rosado (PSB). Reforço e tanto.

Em entrevista há alguns meses, em Mossoró, o vice-governador Robinson Faria (PSB) falou em afinação e sintonia fina de seu grupo com o esquema da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

De lá para cá, as relações se deterioraram vertiginosamente.

Os que os dois dizem sobre a coabitação no poder, um do outro, pelo menos em público e à imprensa, não deveria ser levado a sério.

O que existe de mais verdadeiro, entre os dois, é uma sincera hipocrisia.

Qual a saída da facção de Fafá diante da imposição de nome?

Qual será a reação da facção política da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, se Carlos Augusto Rosado (DEM) impuser um nome de sua preferência pessoal, à prefeitura, que não seja da vontade dela e seu esquema?

Opção 1) – Vai aceitar passivamente;

Opção 2) – Vai reagir com candidatura própria em outra sigla que controla;

Opção 3) – Vai aceitar, mas dando apoio apenas de araque;

Opção 4) – Nenhuma das opções acima.

Diga meu amigo (a) o que você acha?

Vereadores pedem “orientação” a Carlos Augusto

Os vereadores que dão sustentação ao governo da prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), pediram uma “orientação” ao ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM).

Querem se situar melhor no processo sucessório de “Fafá”.

A visita do grupo, à exceção de Chico da Prefeitura (DEM), que havia viajado na sexta-feira (9), foi na sede do Democratas em Mossoró.

A conversa prolongou-se sobre outras questões ligadas à sucessão municipal e governo estadual.

Mas o ex-deputado estava com cara de poucos amigos; amuado.

O tempo, para ele, não é o tempo dos vereadores ou mesmo dos interesses da facção da prefeita Fafá.

Isso ficou muito claro.

PPS não se prende a qualquer grupo em sucessão

“O PPS não está com ninguém, não tem nada fechado em termos de aliança e nosso projeto é conversar com todas as tendências, ouvir todos os pré-candidatos a prefeito”.

A declaração é do ex-vereador Wellington Barreto, dirigente do PPS em Mossoró.

Segundo ele, o partido tem estratégia para viabilizar a eleição de pelo menos dois “ou três nomes a vereador”.

O inferno de Dante na sucessão mossoroense

Nunca os bastidores da sucessão mossoroense estiveram tão abrasadores. Causticante.

Temperatura comum às grelhas do Inferno de Dante.

A aparente calmaria à superfície, é só aparência mesmo. Até o final de setembro deste ano o “bicho” vai começar a pegar.

O quadro é completamente turvo, nebuloso, embaciado por vários interesses que se conflitam.

Anote.

Depois esmiuço os detalhes para você.

Reitor da Ufersa pode ser nome do PT à prefeitura

As conversas foram abertas. De lado a lado, interesses comuns estão à mesa. Afinidades.

Pontos divergentes também existem.

Mas o certo é que o reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Josivan Bezerra, e dirigentes do PT, começaram a discutir a sucessão mossoroense, a partir da hipótese de apresentação de uma chapa alternativa aos grupos Rosado e Rosado.

Josivan, pela projeção ganha nos últimos anos à frente da Ufersa e a própria biografia, seria uma opção para prefeito sob a sigla petista.

Ele seria a chance, que se diga, do PT se refazer do erro histórico da última eleição, quando após 22 anos de discurso anti-oligárquico, praticamente foi “arrendado” pelo PSB da deputada estadual e candidata a prefeito Larissa Rosado.

Pesquisa quentinha, números interessantes

Zunzunzum de pesquisa concluída, tabulada e entregue aos contratantes em Mossoró.

É do Instituto Certus de Natal.

Números revelam certa alteração em quadro conhecido até bem poucos meses, na luta eleitoral para 2012.

O Palácio da Resistência, sede da Prefeitura de Mossoró, contratante do serviço, avaliou a administração municipal e cenário sucessório.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Engrossando o cangote com crise do Governo do Estado

No Palácio da Resistência, sede da Prefeitura de Mossoró, a aposta é que o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) continue sob turbulência até meados do próximo ano.

É o cenário ideal para que o Governo “Da Gente” (deles) engrosse ainda mais o cangote, para comandar diretamente os destinos da sucessão municipal da prefeita Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

O raciocínio tem razoável sentido.

É pouvo provável que o Governo Rosalba Ciarlini tenha fôlego para reordenamento administrativo e injeção político-eleitoral em tão curto tempo e num espaço geopolítico com 167 municípios.

Os intramuros da sucessão mossoroense fervem.

Se o locutor esportivo mais patriota do país, Galvão Bueno, estivesse narrando a contenda, certamente soltaria um de seus mais conhecidos bordões:

– Haja coração!!!