Arquivo da tag: Universidade de Brasília (UnB)

Alunos da Uern apresentarão trabalhos em universidade de Portugal

Delegação participa de projeto importante (Foto: divulgação)
Delegação participa de projeto importante (Foto: divulgação)

Estudantes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) apresentarão trabalhos na II Conferência Luso Brasileira Interculturalidade na Universidade Pública, que ocorre entre os dias 3 e 5 de março de 2026, na Universidade de Évora, onde fazem mestrado e doutorado sanduíche.

Eles fazem parte do Projeto Interculturalidade na Universidade Pública, Ações Afirmativas, Inclusão Social e Relações Raciais, coordenado pelo Prof. Dr. Guilherme Paiva de Carvalho.

O projeto está vinculado ao Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), e tem como finalidade proporcionar a cooperação internacional entre programas de pós-graduação a UERN, da Universidade de Évora (UÉvora) e da Universidade de Brasília (UNB), por meio de pesquisas sobre interculturalidade no ensino superior, políticas de ação afirmativa, as desigualdades étnico-sociais no Brasil e relações étnico-raciais.

Entre setembro de 2024 e agosto de 2025, 14 bolsistas, estudantes negros e negras, indígenas, estudantes com deficiência e mulheres desses programas realizaram mestrado sanduíche e doutorado sanduíche na Universidade de Évora.

“Em 2025, nós temos 10 bolsistas na Universidade de Évora, 5 da UERN e 5 da UnB, realizando mestrado sanduíche e doutorado de sanduíche na Universidade de Évora. A professora Eliane Anselmo faz parte da equipe do projeto e realiza uma missão de trabalho na Universidade de Évora, durante essa semana, na qual ela vai ministrar uma aula aberta sobre relações étnico-raciais e participar de um seminário com os bolsistas na Universidade de Évora”, afirma o Prof. Dr. Guilherme Paiva.

Acesse nosso Instagram AQUI.

Acesse nosso Threads AQUI.

Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.

Universidade mantém liderança em concessões de patente

concessao_de_patente_SPMPO Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) publicou no mês de dezembro a última Revista da Propriedade Industrial (RPI) de 2023, publicação semanal que equivale a um Diário Oficial na área de PI. Com os números consolidados, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) manteve-se como a instituição de ensino com mais concessões de patente das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Ficou à frente de Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Federal da Bahia (UFBA), dentre outras.

A colocação é ocupada pela Universidade desde fevereiro de 2022 e foi reforçado pelas 14 concessões no ano de 2023. Ao todo, são 74 cartas-patente recebidas, cujo acesso pode ser feito pelo endereço //agir.ufrn.br/vitrine/patentes.

Uma das recentes, é inédita para a área da odontologia e melhora o tratamento odontológico, com mais eficiência terapêutica (//www.ufrn.br/imprensa/reportagens-e-saberes/75358/mais-rapido-e-melhor). Não bastasse, com três anos e nove meses, é até agora o pedido da Instituição que mais rápido recebeu o patenteamento definitivo.

A concessão da patente é um ato administrativo declarativo, ao se reconhecer o direito do titular, sendo necessário o requerimento da patente e o seu trâmite junto à administração pública. Também chamado de “carta patente”, é um documento concedido pelo INPI após análise sobre, dentre outros aspectos, os requisitos de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial.

A carta confere a seu titular a exclusividade de uso, comercialização, produção e importação de determinada tecnologia no Brasil.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Threads AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.

Professor da Uern lançará livro e fará palestra no Rio de Janeiro

Olavo: criminalização simbólica (Foto: arquivo BCS)

O professor Dr. Olavo Hamilton Freire da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FAD/UERN) lançará o livro “Drogas: criminalização simbólica” a convite do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM).

O evento será na próxima sexta-feira (6), às 17h, no Rio de Janeiro-RJ. É uma iniciativa da Comissão Permanente de Direito Penal do IAB.  Antes, às 16, ele ministra palestra sobre o tema.

O livro é fruto da tese de doutorado, defendida em dezembro de 2018 na Universidade de Brasília (UnB).

Os debates contarão com a presença de professores das mais diversas instituições de ensino superior, tais como FGV-Rio, UFRJ, UFF e PUC-Rio, além de autoridades na área penal e da Presidente Nacional do IAB, Rita Cortez.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Filho de ex-senador do RN passa a presidir o Incra

Melo Filho: nova missão (Foto: redes sociais)

Geraldo Melo Filho é o novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

Ele é filho do ex-governador e ex-senador Geraldo Melo (PSDB).

Melo Filho é economista formado pela Universidade de Brasília (UnB) e estava no cargo de secretário adjunto de Relacionamento Externo da Casa Civil da Presidência da República.

Ano passado ocupava o comando do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) do Paraná.

Substituirá o general João Carlos Jesus Corrêa, que saiu ‘atirando’. Foi publicado: “Existem organizações criminosas instaladas no Incra”.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Professor mossoroense lançará livro na OAB em Brasília

O professor e advogado mossoroense Olavo Hamilton lançará na próxima segunda-feira (7), no Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, seu terceiro livro. “Drogas: criminalização simbólica” é o título da obra.

Hamilton: políticas equivocadas (Foto: Programa Cidadania)

O lançamento acontecerá às 9h, no hall do plenário, terceiro andar, com presença do prefaciador, professor-doutor Marcelo Neves.

O livro é fruto de sua tese de doutorado, desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB) e defendida em dezembro do ano passado.  A ideia central apresentada por Olavo, é que “a criminalização das drogas nunca serviu à proteção da saúde pública, conforme promessa do discurso oficial, mas para fins políticos ocultos, no sentido de confirmação de valores sociais, demonstração da capacidade de ação do Estado e, atualmente, o de adiamento de uma efetiva solução para o problema”, comenta ele.

Legalização das drogas

O resultado inequívoco, ainda segundo o autor, teria sido o dispêndio de trilhões de dólares, a morte de centenas de milhares de pessoas e o encarceramento em massa dos mais pobres, sem que a saúde pública tenha obtido qualquer ganho – uma tragédia social e humana.

Defensor da legalização das drogas como forma de enfrentar o problema, Olavo admite que o tema é polêmico, mas que precisa ser discutido seriamente e sem tabus pela sociedade civil organizada.

Olavo Hamilton Ayres Freire de Andrade é advogado, conselheiro federal da OAB, além de professor-doutor da Faculdade de Direito (FAD) da Universidade do Estado do RN (UERN).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Ex-presidente do Sindifern vai para a Controladoria

Pedro tem larga experiência (Foto: Arquivo)

O auditor fiscal da Secretaria de Estado da Tributação, Pedro Lopes de Araújo Neto, assumirá a Controladoria Geral do Estado (CONTROL). Comporá o Governo Fátima Bezerra (PT).

O anúncio foi feito à manhã deste sábado (29).

Pedro Lopes é ex-presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do Tesouro do Estado do Rio Grande do Norte (SINDIFERN).

Professor do Departamento de Contabilidade da Universidade Federal do RN (UFRN), ele é mestre pelo Programa Multi-institucional de Pós Graduação em Contabilidade Universidade de Brasília (UnB), UFRN e Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Também foi membro do Conselho Estadual de Previdência Social do Instituto de Previdência do Estado do RN (IPERN) de 2012 a 2016 e presidiu o Sindifern de 2013 a 2017. Atualmente, é Diretor Parlamentar da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Aos 18 anos advogado faz história com defesa no pleno do STF

Mateus Costa Ribeiro, advogado mais jovem a defender caso no STF, acabou elogiado por Edson Fachin (Foto: TV Justiça)

Do G1

O brasiliense Mateus Costa Ribeiro, aos 18 anos, tornou-se o mais jovem advogado do país a defender um argumento na tribuna do Supremo Tribunal Federal (STF). A “estreia” dele na mais alta Corte brasileira ocorreu nesta quinta-feira (8), com direito a elogio do ministro relator do processo, Luiz Edson Fachin.

Formado na Universidade de Brasília (UnB), ele apresentou uma ação direta de inconstitucionalidade contra uma lei estadual do Rio Grande do Sul que proibiu revistas íntimas de patrões a empregados.

O caso não chegou a ser julgado no mesmo dia porque foi adiado. Para Fachin, o jovem advogado – que ele definiu como “ilustre causídico [advogado]” – já faz parte de um grupo seleto de advogados.

Mateus entrou para o mundo da advocacia ao ser aprovado no curso de direito aos 14 anos. Ingressou UnB depois de conseguir uma liminar na Justiça autorizando o processo, e teve de fazer o ensino médio inteiro em 24 horas.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI.

Mossoroense toma posse na Academia Brasileira de Letras

É hoje (sexta-feira, 28), às 21h, a posse do diplomata e escritor mossoroense João Almino, na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro-RJ.

Almino: grande momento (Foto: Veja)

A solenidade acontecerá no Petit Trianon, local para as reuniões regulares dos Acadêmicos e para as Sessões Solenes comemorativas e de posse de novos membros da ABL (conheça AQUI).

Ele ocupará a cadeira que anteriormente era de Ivo Pitanguy, a de número 22. A acadêmica Ana Maria Machado fará discurso de recepção ao novo integrante da casa

Livros

Nascido em Mossoró em 1950, Almino foi diretor do Instituto Rio Branco, se formou em direito pela Universidade do Estado do RJ (UERJ) e é mestre em sociologia pela Universidade de Brasília (UNB). Entre seus livros, “Ideias para onde  passar o fim do mundo”, “As cinco estações do amor” e “O livro das emoções” são alguns destaques de crítica.

Foi eleito para a ABL no dia 8 de março deste ano.

Uma delegação de amigos e escritores potiguares viajaram ao Rio de Janeiro para prestigiá-lo.

Leia também: Escritor mossoroense chega à Academia Brasileira de Letras AQUI;

Leia também: João Almino e o pulsar das letras, por David Leite AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

“Constitucionalidade e golpe” serão focalizados em palestra

Quem estará em Mossoró para palestra sobre o tema “Combate à corrupção e impeachment: Constitucionalidade ou golpe?” é o jurista Marcelo Neves.

Fará sua exposição no auditório da Reitoria da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), às 19h, dessa segunda-feira (11).

As inscrições vão acontecer no próprio local.

Marcelo Neves é professor titular de Direito Público da Universidade de Brasília (UnB), além de doutor em Direito pela Universidade de Bremen.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Um brasileiro ilustre, um bom exemplo para os dias atuais

Hoje faz 27 anos de morte de um brasileiro ilustríssimo, mas que é um ilustre desconhecido à grande maioria dos brasileiros. Lembro de Victor Nunes Leal, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Morreu no dia 17 de maio de 1985, aos 71 anos.

Leal: um brasileiro ilustre

Foi chefe da Casa Civil do presidente Juscelino Kubistcheck, um dos articuladores do nascimento da Universidade de Brasília (UnB), jurista e autor de um livro obrigatório para entendermos um pouco as entranhas e a essência do poder no Brasil: “Coronelismo, enxada e voto”.

Ao lado de “Instituições políticas brasileiras” de Oliveira Vianna; “O povo brasileiro”, de Darcy Ribeiro e “Os donos do Poder” de Raymundo Faoro, vejo sua obra como um título indispensável para quem quer se aprofundar numa aula de Brasil, sob o ângulo da sociologia política e antropologia.

De antemão, assinalo, que essa listagem é resultado de minha afeição pessoal, baseada na aspiração do aprendizado, sem uma conotação científica ou autoridade acadêmica para indicação. Que fique muito claro, pois.

Natural de Carangola, Minas Gerais, Leal é um exemplo de operador do direito que dedicou sua vida ao zelo dos fundamentos da Justiça, num Brasil de profundas desigualdades. Injusto.

Nasceu no dia 11 de novembro de 1914 e morreu no Rio de Janeiro em 17 de maio de 1985.

Entre as muitas histórias que conheço sobre sua vida, existem pelo menos duas passagens especiais. Reproduzo-as aqui, na intenção de ofertar aos meus webleitores uma contribuição ao saber. Uma forma de adicionar elementos à comparação com algumas figuras que temos hoje na atividade pública, que envergonham o Rio Grande do Norte e o país. Argh!

Juscelino e a UnB

Chefe da Casa Civil de Juscelino, Leal vinha o cercando ao lado do educador Darcy Ribeiro, para a criação da Universidade de Brasília (UnB). Outra corrente no governo achava a ideia absurda. Seria um desatino construir uma universidade naquela imensidão de cerrado, na sufocante Brasília.

Numa conversa coloquial com o presidente, enquanto esse fazia a própria barba diante de um espelho, no Palácio do Planalto, Victor Nunes Leal disparou comentário definitivo à decisão. Contou-lhe que Thomas Jefferson, que fora presidente dos Estados Unidos e autor do texto de “declaração de independência” do país, pediu para ser lembrado em seu túmulo, sobretudo por outra realização: a Universidade da Virgínia.

A exigência de Jefferson foi atendida, após seu falecimento com mais de 80 anos de idade. Na lápide de sua sepultura foi inserida essa assertiva: “Pai da Universidade da Virgínia”. A partir daí, Juscelino acelerou providências à materialização do empreendimento.

O advogado

Noutro momento, em 1969, quando estava na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Leal ouviu pelo rádio (A voz do Brasil) que fora expurgado da corte, cassado por ato institucional do Regime Militar. Ficou sereno. Mas tratou logo de cuidar do seu futuro.

Pediu a um amigo para compor seu escritório de advocacia no Rio de Janeiro. Reiniciaria carreira de advogado. Foi atendido, sem delongas.

Entretanto, o ex-ministro do STF fez uma sugestão em tom de exigência subliminar: que a relação de advogados associados fosse colocada no frontíspício do imóvel em ordem alfabética. Ele sabia que com o prenome iniciado em “V”, estaria situado lá embaixo, sem a pompa do topo. O STF era passado.