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Fátima possui 61% de votos válidos; Styvenson, 18% e Fábio com 17%

Pesquisa do Ipec encomendada pela Inter TV Cabugi, divulgada neste sábado (1º), mostra a corrida eleitoral para o cargo de governador do Rio Grande do Norte em votos válidos.Pesquisa Inter TV Cabugi-Ipec - Votos Válidos - Governo do RN - 01-10-2022

A atual governadora e candidata à reeleição Fátima Bezerra (PT) lidera a disputa no primeiro turno com 61% das intenções, seguida por Capitão Styvenson (Podemos), com 18% e Fábio Dantas (Solidariedade) com 17%. Veja mais abaixo o resultado com todos os candidatos.

Votos válidos

Fátima Bezerra (PT): 61% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 60%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 59%)

Capitão Styvenson (Podemos): 18% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 19%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 24%)

Fábio Dantas (Solidariedade): 17% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 12%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 10%)

Clorisa Linhares (PMB): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 2%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 4%)

Rosália Fernandes (PSTU): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 4%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Bento (PRTB): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 1%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Danniel Morais (PSOL): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 1%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Rodrigo Vieira (DC): 0% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 2%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Nazareno Neris (PMN): 0% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 0%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 0%)

Votos Totais

Fátima Bezerra (PT): 55% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 46%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 49%)

Capitão Styvenson (Podemos): 16% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 15%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 20%)

Fábio Dantas (Solidariedade): 16% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 9%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 8%)

Clorisa Linhares (PMB): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 2%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 3%)

Rosália Fernandes (PSTU): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 3%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Bento (PRTB): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 1%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Danniel Morais (PSOL): 1% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 1%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Rodrigo Vieira (DC): 0% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 1%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 1%)

Nazareno Neris (PMN): 0% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, estava com 0%. Na segunda, do dia 9 de setembro, com 0%)

Brancos ou Nulos: 7% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, eram com 15%. Na segunda, do dia 9 de setembro, 9%)

Não sabem ou preferem não opinar: 2% (na primeira pesquisa, de 22 de agosto, eram 7%. Na segunda, do dia 9 de setembro, 7%)

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Rejeição

Fátima Bezerra (PT): 32% (na pesquisa anterior, de 9/9, estava com 31%)

Capitão Styvenson(Podemos): 30% (23% na pesquisa anterior)

Fábio Dantas (Solidariedade): 23% (17% na pesquisa anterior)

Bento (PRTB): 13% (12% na pesquisa anterior)

Rosália Fernandes (PSTU): 12% (12% na pesquisa anterior)

Rodrigo Vieira (DC): 12% (10% na pesquisa anterior)

Clorisa Linhares (PMB): 12% (8% na pesquisa anterior)

Danniel Morais (PSOL): 11% (10% na pesquisa anterior)

Nazareno Neris: 10% (9% na pesquisa anterior)

Poderia votar em todos (resposta espontânea): 3% (5% na pesquisa anterior)

Não sabe ou prefere não opinar: 12% (20% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 800 pessoas entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro em 35 municípios potiguares. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número RN-04452/2022.

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Números não mentem, mas Rosalba tenta fugir da realidade

Bem que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e seu grupo tentaram encarar com naturalidade e vender versões favoráveis, em relação à pesquisa Rádio Difusora de Mossoró/Instituto Agorasei, divulgada na sexta-feira (23) – veja AQUI. Mas, não é possível disfarçar o que os números dessa sondagem revelam: a prefeita e seu esquema sentem calafrios.

Rosalba 'estica' intenções de voto para vender uma ideia que se esconde da verdade (Reprodução BCS)

O rosalbismo nunca esteve tão ameaçado de perder o poder como ocorre agora. Aparentar tranquilidade e propagar que a pesquisa foi boa, não colou. Até porque, as piruetas em contas, números e propaganda insultam a inteligência alheia, por brigar com a lógica e com os próprios fatos. Veja que disparateCom baixa avaliação, Rosalba ajeita desgaste com fake news.

A propaganda da “Rosa” também garantiu que ela alcançou 41,7% de votos válidos, para camuflar que teve apenas 32,5% das intenções de voto. Significa uma maioria de tão somente 12,5% sobre o segundo colocado, deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade). O deputado já pode ser visto no retrovisor do governismo e as eleições serão apenas em 15 de novembro.

Em 2016, Rosalba chegou a emplacar 40,06% (veja AQUI) de maioria em intenções de voto sobre o empresário Tião Couto (PSDB, à ocasião), numa pesquisa em fevereiro daquele ano. Ela somava 43,08% e ele uma mixuruca de 3,02%. Três meses depois, a dianteira ainda ficou em 34,53% (veja AQUI) sobre o mesmo disputante, apesar do crescimento que mostrou. Eram 47,03% da pré-candidata contra 12,50% dele.

Pior governadora virou prefeita de novo

Nas urnas, em 2 de outubro, Rosalba venceu as eleições com 51,12% dos votos, contra 39,39% de Tião Couto. Novato na política, o empresário cresceu 36,37% em quase oito meses ameaçando sua vitória. Já Rosalba, apenas 8,04% em todo esse tempo.

Pior do Brasil virou prefeita de novo, apontando defeitos em Francisco José Júnior (Reprodução BCS)

Para 2020, o cenário é muito mais delicado. As intenções de voto dela estão bem achatadas, num comparativo com o que apresentou em 2016. E quem está atrás – Allyson Bezerra – já possui capital bem além do que Tião Couto juntava. Arrancou em alta.

Rosalba foi eleita à prefeitura em cima da desgraça alheia. A gestão delicada do prefeito Francisco José Júnior a ajudou a atenuar a imagem que deixou como pior governadora do país (veja AQUI), segundo pesquisa do Ibope, publicada dia 13 de dezembro de 2013. Em junho de 2014, ela alcançou o recorde com 89,5% de reprovação no RN e 93,4% em Natal (veja AQUI).

Agora, vai encarar em baixa uma campanha municipal plebiscitária. O eleitor vai dizer se aprova ou não aprova seu governo. Já começou a falar: apenas 31% dos ouvidos disseram que sim, na pesquisa do Agorasei.

Oposição já tem vantagem em intenções de voto

Por enquanto, a fórmula de sempre à base de propaganda, obra de fachada e estrutura pública não tem sido o bastante. Vai ter que usar mais artimanhas para confirmar seu favoritismo (que ainda resiste) e enfrentar uma oposição que hoje já soma maior intenções de votos do que ela.

Uma matemática simplória e rústica revela que a simples composição Allyson Bezerra-Cláudia Regina (DEM) já implodiria a reeleição com 34,5% das intenções de voto contra 32,5% de Rosalba.

Para quem não sabe, não lembra ou, ciente, prefere fazer de conta que desconhece o fato, em 2016 a soma de votos dos concorrentes de Rosalba à municipalidade chegou a 65.114 (49,38%) contra 67.476 (51,12%) dela. Sua dianteira sobre o cumulativo de quatro candidatos foi de apenas 2.362 votos (1,72%).

De lá para cá, fácil perceber que a maioria mudou de lado e começa a fazer folga nessa vantagem.

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Carlos Eduardo está com mais “pegada” no segundo turno

Tomando por base os votos obtidos por Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo Alves (PDT) no primeiro turno, num comparativo com votos válidos da pesquisa divulgada nesta quarta-feira (17), quem está com mais “pegada”, com mais “fôlego”?

Fátima obteve 46,16% dos votos válidos nas eleições do dia 7 de outubro, chegando a 748.150 votos. Já Carlos Eduardo Alves (PDT) somou 32,45% dos votos, ou seja, 525.933. A maioria de Fátima Bezerra foi de 222.217 mil votos, ou seja, 13,72 pontos percentuais.

Segundo dados do Ibope, em sondagem contratada pela Inter TV Cabugi e apresentada à noite de hoje, Fátima chegou agora a 54% na modalidade de Votos Válidos.

Portanto cresceu 7,84 pontos percentuais das eleições para esse momento do segundo turno.

Carlos Eduardo obteve 46% nessa pesquisa, tendo crescido 13,55 pontos percentuais.

Performance de Carlos Eduardo supera a concorrente

O candidato pedetista subiu 5,71 pontos percentuais a mais do que a concorrente petista, num espaço de nove dias, haja vista que o trabalho de entrevistas do Ibope foi concluído ontem (terça-feira, 16).

Faltam 11 dias para o pleito de 28 de outubro e a maioria pró-Fátima em votos válidos é de 8 pontos percentuais.

No primeiro turno, os votos válidos chegaram a 1.620.544.

A candidata do PT e da Coligação Do lado Certo alcançou vitória em 149 municípios, o adversário da Coligação 100% RN em 13 e o governador e candidato à reeleição Robinson Faria (PSD) só venceu em cinco.

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No primeiro ou no segundo turno, conforme os números

Muitos webleitores ficam a nos perguntar se vai ter ou não vai ter segundo turno no Rio Grande do Norte.

Bola de cristal garantiria uma resposta com 100% de acerto.

Podemos oferecer escassa informação para ajudar no debate, para compreendermos melhor as pesquisas.

Se existisse um terceiro candidato ao Governo do Estado com alguma substância em termos de intenções de voto, o segundo turno estaria bem encaminhado.

Esse candidato não existe.

A própria soma dos chamados “nanicos”, expressão que não gosto de utilizar, até aqui não tem acrescentado quase nada.

Outro aspecto é a zona de indefinições ou suposto alheamento ao pleito, os “Indecisos” e aqueles que não manifestam interesse por ninguém, os “Nulo ou Branco”.

Quanto maior for a possibilidade de aumento nos votos branco e nulo, maior hipótese de que tudo seja resolvido num único turno.

Para que não ocorra segundo turno, um dos candidatos precisa obter 50 por cento mais um dos votos válidos.

Muita gente se confunde, por ver nas pesquisas os candidatos principais com intenções de voto abaixo dos 40 pontos percentuais. Passa a imaginar, que é “impossível” o segundo turno, porque ninguém aparece percentualmente com mais de 50 pontos percentuais.

Entenda: não é preciso que o candidato tenha intenções de voto acima dos 50 pontos percentuais. A soma é feita entre as intenções de voto. A soma feita é em cima dos votos dados a todos os candidatos.

Por isso que alguém com 35, 36, 37, 38, 39 ou 40 pontos percentuais pode ser eleito no primeiro turno. O percentual obtido por ele pode representar mais do que 50 por cento mais um voto, na soma com os demais votos válidos de concorrentes.