Quando se fala em inteligência artificial, talvez a primeira coisa que venha à sua mente seja Big Techs e Vale do Silício. Mas tem empresa brasileira que também tem crescido neste mercado. Uma delas é a NoHarm, startup de AI criada por dois irmãos brasileiros para reduzir erros médicos. Ana Helena Ulbrich (Farmacêutica) e Henrique Dias (cientista da computação) são esses nomes.
Atualmente, a NoHarm está presente em cerca de 200 hospitais e analisa milhões de prescrições por mês — além de funcionar gratuitamente no SUS.
Como funciona: A tecnologia cruza dados clínicos e identifica riscos em receitas médicas antes do medicamento chegar ao paciente. A AI não decide sozinha: alerta, e o farmacêutico avalia.
Em um hospital público de Minas Gerais, por exemplo, a taxa de prescrições analisadas saltou de 0,6% para 49%, enquanto os erros caíram de 13% para apenas 0,3%.
Por que isso importa? Erros de prescrição estão entre as principais causas de falhas evitáveis no cuidado médico no Brasil. Estimativas apontam que 829 pessoas morrem todos os dias por falhas desse tipo — cerca de 3 óbitos a cada 5 minutos.
Curiosidade: Mesmo reconhecida globalmente — a cofundadora Ana Helena Ulbrich entrou para a lista da TIME das 100 pessoas mais influentes do mundo em AI — a NoHarm recusou até R$ 10 milhões em investimentos para manter o acesso gratuito no sistema público.
O projeto é todo financiado por investimentos sociais e por contratos com hospitais privados.
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