terça-feira - 24/11/2020 - 23:00h
Justiça

Ex-deputado federal vira réu em mais uma ação


Por Mariana Muniz (coluna Radar/Veja)

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves, o empresário Joesley Batista e o ex-executivo da J&F Ricardo Saud, viraram réus por corrupção, lavagem de dinheiro e caixa dois eleitoral – no caso que veio a tona em 2017, após a declaração premiada de Saud.

A justiça eleitoral do Rio Grande do Norte recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público eleitoral no último dia 23 de outubro. A decisão é da juíza eleitoral Hadja Holanda de Alencar, da segunda zona eleitoral de Natal.

Segundo a denúncia, o ex-deputado Federal solicitou a empresa dos irmãos Batista o pagamento de vantagens indevidas para custeio de sua campanha eleitoral ao Governo do RN em 2014, tendo recebido R$2.936.000,00 milhões de reais.

Nas palavras da promotora eleitoral Iara Pinheiro de Albuquerque, que assina o documento, os crimes foram cometidos por Henrique Eduardo Alves “motivado pela ganância de ser eleito Governador do Rio Grande do Norte”.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 03/09/2020 - 11:48h
O tempo urge

Carlos Augusto bate à porta de Henrique Alves


Do Blog da Chris

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado andou batendo à porta do apartamento do ex-deputado federal Henrique Alves, no Edifício Bellomonte em Areia Preta (Natal).

Foi uma visita inesperada.

O líder rosalbista não costuma aparecer, a menos que esteja precisando do interlocutor. Foi o caso mesmo.

Carlos Augusto reconhece o prestígio de Henrique.

Pelo visto, aquele mar de rosas que se vende nas redes sociais e no tititi de comissionados, é só para inglês ver.

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Categoria(s): Política
  • Repet
terça-feira - 14/07/2020 - 13:26h
2020

Campanha mostrará peso de velhas lideranças políticas


Qual o papel que as antigas lideranças políticas do Rio Grande do Norte vão ter na campanha municipal 2020?

É uma interrogação, mas podemos começar a ajudar na discussão do tema, para que cada um tenha seu próprio raciocínio, juntando seus próprios argumentos, apresentando teses de contraponto ou confirmação.

Fátima, em posse ao lado de Ezequiel, encobre vice Antenor Roberto; na campanha pode ser encoberta (Foto: arquivo)

As principais lideranças políticas do RN foram derrotadas nas urnas de 2018. O pleito de 2020 em 167 municípios é uma oportunidade para que possam renascer ou tentar uma sobrevida.

Mas é pouco provável que elas sejam representativas e decisivas nas eleições municipais deste ano, na enorme maioria dos municípios potiguares.

Os ex-senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (MDB) perderam em 2018. O ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) está fora de combate. Adotou reclusão pessoal e distancia da vida partidária.

O ex-governador Robinson Faria (PSD) também saiu derrotado das urnas há dois anos. Tenta se refazer de forma muito modesta, nos bastidores.

A ascensão de seu filho e deputado federal Fábio Faria (PSD) ao ministério do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), é uma luz. Porém, ainda muito tímida. A princípio, não representa uma retomada de fôlego e espaços do seu grupo no RN.

Ezequiel

A ex-governadora Wilma de Faria (já falecida) não deixou herdeiros. Seu grupo foi sepultado com ela em 15 de junho de 2017.

Um nome que se projeta nesse vácuo, como liderança, é do presidente do PSDB no RN e presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira de Souza.  Ele tem estendido sua presença políticas nos mais variados municípios e regiões.

Está em ascensão e poderá ter peso em diversas eleições municipais, sobretudo em pequenos municípios.

Os demais políticos que já deram as cartas e decidiam em que direção o vento deveria soprar, provavelmente não terão representatividade como antes. Nada que seja capaz de determinar mudança de rumo numa campanha ou enseje vitória de A ou de B.

Quanto à governadora Fátima Bezerra (PT), é algo a ser discutido. Seu governo anda em baixa, com pouca possibilidade de chegar com força de transferência de votos até às eleições em novembro.

Claro que eu não tenho bola de cristal. Não tenho o poder de preconizar nada. Essa é uma análise sujeita a muitas variáveis e à própria realidade.

Veremos.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 02/07/2020 - 16:26h
Covid-19

Morre Wanderley Mariz e um pouco da política do RN


Morreu o ex-deputado federal Wanderley Mariz, 79. Estava internado na Casa de Saúde São Lucas, em Natal, com Covid-19. Nessa quinta-feira (2), já ocorrera constatação de morte cerebral pela manhã (veja AQUI). À tarde, veio o desfecho de seu óbito.

O jornalista Cassiano Arruda, no blog Território Independente, escreve sobre sua trajetória. Reproduzimos abaixo:

Por Cassiano Arruda (Território Independente)

Nos anos 60′ e 70′, em pleno “Milagre Brasileiro”, nosso Rio Grande do Norte era unânime com os governos militares, mas mantinha uma arenga interna, cada lado com uma bandeira própria.

Mariz: ontem e hoje (Fotomontagem Território Livre)

A bandeira verde de Aluízio Alves e a bandeira vermelha de Dinarte Mariz.

As duas bandeiras cabiam na legenda da Arena (Aliança Renovadora Nacional), o partido governista, quando a Arena-verde, perdeu a expressão, com a cassação de Aluízio Alves, Garibaldi Alves e Agnelo Alves, único caso de uma mesma família ter sido toda cassada.

A Arena-verde virou MDB, e o partido que cabia num fusca recebeu os estudantes Henrique Eduardo e Garibaldi Filho, que se elegeram com grande votação e levaram a mensagem da oposição ao povão, já em 1970, quando a Arena teve seu melhor desempenho.

Outra disputa

Faltava um nome novo para enfrentar o MDB.

E a Arena vermelha atraiu o filho mais novo de Dinarte, que estudava no Rio de Janeiro, Titi, que tinha 34 anos.  Vigolvino Walderley Mariz, o filho mais novo de Dinarte que fez dobradinha com Moacyr Duarte, um dos parlamentares mais experientes, genro de Dinarte Mariz.

Wandeley elegeu-se Deputado Federal em 74 e 78, pela Arena, e, em 1982 pelo PDS. Em 1986 foi candidato a Senador, mas não se elegeu.

Wanderley não voltou mais para o Rio, ficou em Natal e ganhou a missão de preservar “Solidão“, a fazenda do pai, em Serra Negra palco de muitos acontecimentos da política potiguar.

O menino do Rio virou um seridoense de Natal.

Do Rio, manteve uma única paixão, o Fluminense, o seu time. E daqui acompanhou de longe, o êxito dos filhos, Wanderley, que elegeu-se Vereador, Vitor, Procurador da República e o advogado Rubem Mariz.

Ainda foi Secretário da Justiça no Governo Geraldo Melo, e depois mesmo sem ocupar nenhum cargo não perdeu a ligação com a política.

Em 2008 disputou – também sem êxito – a Prefeitura de Caicó. Na última campanha, apoiou Bolsonaro, falando aos dinartistas…

Hoje à tarde, depois de ter comprovada a morte cerebral,  o coração de Titi parou de bater. Foi mais um derrotado pelo terrível Covid-19.

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quinta-feira - 23/01/2020 - 19:18h
Eveline Guerra

Ex-vice-prefeita de Natal assume secretaria no estado


Eveline, Fátima e Arméli (Foto: Demis Roussos)

A governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou nesta quinta-feira (23) o nome da ex-vice-prefeita de Natal, Eveline Guerra, como nova titular da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH).

A atual titular, a promotora de Justiça aposentada Arméli Brennand, solicitou a saída do cargo para cuidar da saúde.

“Disse à governadora que neste momento preciso diminuir meu ritmo de trabalho, mas disse também que continuo à disposição para colaborar com o Governo.” Arméli aceitou o convite de Fátima Bezerra para permanecer no Executivo, para atuar ao lado do vice-governador no assessoramento do Plano Estadual de Segurança Pública.

Eleições 1992

Funcionária pública aposentada, Eveline Guerra foi eleita vice-prefeita de Natal em 1992, em chapa encabeçada pelo engenheiro sanitarista Aldo Tinoco (PSB) na coligação Frente Popular de Natal. A chapa foi apoiada pela então prefeita Wilma de Faria (PSB).

Venceram a chapa Henrique Alves (PMDB)-Rosário Cabral da coligação Natal Feliz Cidade, por 961 votos de maioria no segundo turno.

Seu pai foi Alírio Guerra, militante comunista que morreu em acidente de carro no dia 26 de julho de 1990, quando buscava vaga à Assembleia Legislativa do RN. Com ele também faleceu Glênio Sá, também do PCdoB, que disputava o Senado.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 18/11/2019 - 11:46h
A politica e suas circunstâncias

Refém de Ezequiel, Fátima pode repetir Rosalba adiante


Entre petistas históricos e muitos outros próximos à governadora Fátima Bezerra (PT), há um misto de alívio e angústia com a influência e poder cada dia maiores, no governo, do presidente do PSDB no RN e da Assembleia Legislativa – deputado Ezequiel Ferreira.

Esse estado de espírito ambivalente tem explicação fácil.

Sem Ezequiel, o governo da professora Fátima já tinha praticamente fenecido. A governadora é refém de sua liderança na Casa e fora dela.

Fátima sabe que Ezequiel tem bancada numerosa, que não é "governista", mas está com o governo (Foto: Elisa Elsie)

Sem sua influência, sendo o real líder da bancada dita “governista”, a governadora não teria mais do que uns três deputados (e olhe lá) para chamar de “meus”.

Até quando Ezequiel Ferreira vai topar ser muro de arrimo do Governo Fátima Bezerra?

Eis a questão.

Ele não o é por identidade ideológica ou espírito público.

Ezequielzinho tem um projeto próprio, todo particular, de poder. Por circunstâncias políticas no segundo turno do pleito do ano passado, ele endossou a candidatura de Fátima Bezerra.

Já o deputado Gustavo Carvalho, também figura de expressão no PSDB, foi escalado para ‘cobrir’ a outra banda da contenda – apoiando o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT). Ou seja, fecharam em 100% as chances de serem governo.

No primeiro turno, o PSDB deu aval ao nome natimorto à reeleição do então governador Robinson Faria (PSD).

Rosalba como exemplo

Rosalba, em junho de 2014, até chorou em reunião do DEM, mas não foi candidata (Foto: arquivo)

Só para lembrar, sem necessariamente ser cassandra de uma história que pode se repetir: Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP) era governadora (2011-2014) e refém do PMDB (hoje, MDB) dos primos Henrique Alves (deputado federal) e Garibaldi Filho (senador), além do senador José Agripino (DEM).

No dia 30 de agosto de 2013 (veja AQUIAQUI e AQUI), pouco mais de um ano e um mês das eleições sucessórias de 2014, o MDB anunciou rompimento com a governadora.

No dia 2 de junho de 2014, o DEM reuniu seu Diretório Estadual e decidiu que faria apenas coligação na chapa proporcional. Não teria nome próprio ao governo estadual. Ou seja, descartou a tentativa de reeleição de Rosalba, que chegou a chorar no evento politico (veja AQUI).

Ela ignorava a rejeição estelar ao seu governo, apostando que poderia ser reeleita. O que tornou seu fim de governo menos desastroso foi a recomposição com seu vice dissidente e governador eleito – Robinson Faria.

Eleições 2020

“O homem é o homem e suas circunstâncias”, definiu o filósofo espanhol José Ortega y Gasset. Ezequiel e sua bancada trabalham com circunstâncias favoráveis, mesmo com alguns sobressaltos.

Adiante, tudo pode ser desfavorável e pouco interessante à manutenção do apoio. As eleições municipais de 2020 ainda colocam Ezequiel e Fátima com muitos pontos convergentes. Mais na frente, é provável que não.

E, se o governo continuar sem fôlego, como está até o momento, o presidente da Assembleia Legislativa não precisará fazer qualquer esforço para dar um passo atrás. É a vida!

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quinta-feira - 07/11/2019 - 22:28h
Henrique Alves

“Bacurau, sempre bacurau!”


No Encontro Estadual do MDB e Encontro Estadual do MDB Mulher nesta quinta-feira (7), no Hotel Praiamar em Natal, o ex-deputado federal Henrique Alves até tentou ser, como disse há poucos dias, um “simples militante”.Não conseguiu.

Entre vários nomes assediados por filiados e militantes, ele foi disparadamente o campeão nos quesitos abraço e selfie.

Eclipsou gente da ativa.

Nem o atual presidente nacional emedebista, deputado federal Baleia Rossi (SP), foi páreo para ele.

A presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, também não.

“Bacurau, sempre bacurau! Obrigado a todos! Matei a saudade”, postou Henrique Alves em suas redes sociais.

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quarta-feira - 30/10/2019 - 09:04h
Fim e começo

Para ex-governador, MDB morreu no Rio Grande do Norte


O desabafo é do ex-senador e ex-governador Geraldo Melo (PSDB), egresso do velho MDB.Em seu endereço no Facebook, ele enxerga dificuldades para o partido no Rio Grande do Norte.

Aponta falta de identidade do emedebismo de agora com a liderança e símbolos de ontem, numa referência ao ex-governador Aluízio Alves (já falecido) e outras marcas.

O MDB de hoje, em sua ótica, é um “MDB sem aluizismo, sem a cor verde e sem os bacuraus”. É o MDB do deputado federal Walter Alves, que nasce com a morte do anterior.

Leia também: MDB vai à outra campanha em busca de votos e comando;

Leia também: Henrique Alves se despede do MDB de Walter Alves.

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quarta-feira - 30/10/2019 - 07:52h
RN

MDB vai à outra campanha em busca de votos e comando


O MDB comandado pelo deputado federal Walter Alves, que no último dia 21 (veja AQUI) assumiu sua presidência no RN, terá um desafio hercúleo pela frente.

Será a segunda campanha em que mergulhará (2020) sem o comando do ex-deputado federal Henrique Alves, hoje um simples filiado sem qualquer cargo no diretório (veja AQUI).

E será a primeira grande missão do próprio “Waltinho”.

Ano passado, acéfalo, o MDB saiu com resultados pífios das urnas, como a não reeleição do senador Garibaldi Filho, pai do novo presidente.

Juntar os cacos desse MDB não é tarefa das mais fáceis em 167 municípios.

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terça-feira - 22/10/2019 - 10:50h
Bye

Henrique Alves se despede do MDB de Walter Alves


Ex-dirigente e um dos principais nomes do MDB do RN durante décadas, o ex-deputado federal Henrique Alves resolveu ensarilhar armas.

Essa segunda-feira (21), em Convenção Estadual do partido em Natal, a sua passagem fugaz foi em tom de despedida, cumprimentando convencionais e antigos correligionários.

Posou para fotografia com alguns, mas não com o novo presidente eleito – que o evitou -, seu primo em segundo grau Walter Alves, deputado federal.

No seu Twitter (rede social), Henrique Alves não deixou dúvidas de que está fora da legenda e da política partidária.

“Estive na Convenção Estadual-MDB. Cumpri como sempre o meu dever partidário; 49 anos assim. Eu e Garibaldi (seu primo, ex-senador). Agradeço carinho de tantos amigos. Evento prossegue. Mas agora apenas na torcida”, escreveu.

Este ano, Walter Alves abriu clara divergência e distanciamento de Henrique, numa posição que ficou em evidências nas redes sociais (veja AQUI e AQUI).

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sexta-feira - 18/10/2019 - 09:10h
Mossoró

Henrique Alves participa do “Campanhas Memoráveis”


O ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) prestigiou o evento “Campanhas Memoráveis” (veja AQUI) em Mossoró, à noite dessa quinta-feira (17), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional local.

Henrique e Carlos Augusto conversam, sob presença de Izabel e Rosalba (Foto: Carlos Costa)

Chegou até a fazer pergunta aos participantes da mesa redonda.

Depois, jantou em restaurante no centro da cidade, ao lado da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, ex-candidata a vice-prefeito Rose Cantídio (MDB), ex-vereador e atual presidente do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores do município de Mossoró (Previ-Mossoró) Elviro Rebouças e a presidente da Câmara Municipal Izabel Montenegro (MDB).

O Campanhas Memoráveis é uma iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) e teve como mediador o professor e escritor David Leite.

O presidente dessa corte, desembargador Glauber Rêgo, prestigiou o evento.

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segunda-feira - 29/07/2019 - 05:56h
Previdência

Henrique Alves acha que estados ficarão fora de reforma


Com mais de 40 anos de atuação na Câmara dos Deputados, o ex-deputado federal e ex-presidente desse poder Henrique Alves (MDB) considera que a Reforma da Previdência deverá deixar de fora os estados federados.Em sua ótica, manifestada em rede social sua, os parlamentares vão incluir municípios; estados, não.

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terça-feira - 16/07/2019 - 11:08h
Futuro do pretérito

Sucessão testará peso de Carlos Eduardo como apoiador

Ex-prefeito já demonstrou força político-eleitoral pessoal, mas transferir votos é mais complexo

O ex-prefeito natalense (quatro vezes) Carlos Eduardo Alves (PDT) não poderá participar diretamente do pleito sucessório deste ano, em Natal, por injunção legal: estaria caracterizado o terceiro mandato consecutivo, o que a legislação veda.

Entretanto é certo que ele terá participação na campanha, até pela representatividade que seu nome tem no cenário político da capital, realçado mais ainda com as eleições do ano passado. Carlos foi candidato a governador (sem êxito), vencendo os dois turnos em Natal.

Carlos deu demonstração de força ano passado, na capital, mas transferir votos é desafio maior (Foto: arquivo)

Quem Carlos Eduardo apoiará e que peso pode ter seu apoio à campanha municipal?

A princípio, há um hiato entre ele e o seu ex-vice-prefeito e sucessor Álvaro Dias (MDB). Esse distanciamento pode se alargar ou ser tamponado, o que só os próximos meses dirão com segurança.

Em 2018, Carlos Eduardo venceu em Natal o primeiro turno ao governo estadual com 70.478 votos de maioria sobre Fátima Bezerra (PT). Teve 47,65 % dos votos válidos, contra 29,05% da petista.

No segundo turno, o a diferença foi mais esticada, chegando a 90.064 votos de dianteira. Alcançou 60,76% dos votos válidos dos natalenses, enquanto Fátima somou 39,24%.

Transferência de votos

Ninguém tem dúvidas, mesmo os mais ferrenhos adversários do ex-prefeito, que ele é individualmente o maior eleitor da capital na atualidade. Candidato, ostentaria novamente o favoritismo, deduz-se.

A força eleitoral de Carlos em favor próprio já está provada em Natal, mesmo na derrota ao governo estadual, em 2018. Transferir votos é algo bem mais delicado e sujeito a uma série de fatores.

Tê-lo como reforço é expectativa de maior capitalização de votos, sobretudo se houver sinergia entre apoiado e apoiador, o que a princípio existe – mesmo com as rusgas pós-campanha estadual – entre Carlos Eduardo e o prefeito Álvaro Dias.

Para Álvaro Dias, é muito mais prudente tê-lo ao lado e no seu palanque, do que na companhia de algum adversário competitivo. Mesmo assim, o ex-prefeito não é-lhe garantia de vitória. “Ajudaria” – cabe o futuro do pretérito.

História

Natal aqui e ali se rebela contra conchavos e alianças de ocasião, ou nomes em desacordo com seu pensamento majoritário. Em 2008, por exemplo, a deputada estadual Micarla de Sousa (PV) ganhou eleições à prefeitura logo em primeiro turno, dia 5 de outubro, com 50,84% dos votos – equivalente a 193.195 votos.

Obteve uma maioria de 53.249 votos sobre a então deputada federal Fátima Bezerra, que empalmou 139.946 votos (36,82%), apoiada pela então governadora Wilma de Faria (PSB), o prefeito Carlos Eduardo e o presidente Lula da Silva (PT). No mesmo palanque, ainda estavam o senador Garibaldi Alves (PMDB) e o deputado federal Henrique Alves (PMDB).

Natal preferiu Micarla; não teve jeito.

Em 2020 veremos a nova escolha.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 01/07/2019 - 11:14h
Sem política

Henrique Alves estará em Mossoró no próximo dia 20


O ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (MDB) estará em Mossoró no próximo dia 20.

Participará na condição de padrinho, de liturgia religiosa e evento social de casamento de uma filha da presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (MDB).

Portanto, nada de política na agenda.

Ah, tá!

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sexta-feira - 28/06/2019 - 21:30h
Federal

Justiça rejeita recurso do MPF contra Henrique Alves


Do Tribuna do Norte

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, com sede em Brasília, rejeitou um recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra decisão favorável ao ex-deputado Henrique Eduardo Alves (MDB). Com isso, foi mantido o acórdão que trancou a ação penal, diante do reconhecimento de que não foram cometidas ilegalidades na conduta do parlamentar.

Ex-deputado Henrique Alves teve segunda decisão favorável neste mês, em demandas delicadas (Foto: Web)

Nessa decisão, o vice-presidente do TRF1 Kássio Marques, no exercício da Presidência, não admitiu, na análise de admissibilidade, o recurso especial contra a deliberação anterior tomada por unanimidade na Terceira Turma do Tribunal.

A ação envolvia um questionamento do MPF sobre uso de passagens áreas pelo então parlamentar. Em primeira instância, a decisão foi favorável ao ex-deputado, ao apontar que a ação penal deveria ser trancada, uma vez que não foram mostrados elementos que comprovassem ter havido cometimento de crime.

“Trata-se de recurso especial, contra acórdão da Terceira Turma deste Tribunal, que por unanimidade deu provimento no sentido de conceder de ofício a ordem de habeas corpus para trancar a ação penal em face da atipicidade de conduta”, afirmou o desembargador, ao apresentar o pedido feito pelo MPF.

Acórdão

Em seguida, apontou que o Ministério Público se limitou a repetir questões já enfrentadas no acórdão.

Com isso, destacou o vice-presidente do TRF 1, “o recorrente (o MPF) não logrou comprovar qualquer afronta à lei federal, repetindo os mesmos assuntos já enfrentados no acórdão, não demonstrando, no entanto, ofensa a qualquer a questão de direito. Cuida-se, na verdade, de simples inconformismo do recorrente com o julgado que lhe foi desfavorável”.

O advogado Esequias Pegado Cortez lembra que essa é a segunda decisão importante favorável ao ex-deputado neste mês. No início de junho, a 10ª Vara Criminal da Justiça Federal de Brasília rejeitou denúncia contra Henrique Eduardo Alves que citava acusação de lavagem de dinheiro investigada na Operação Sepsis.

Na decisão, publicada no dia 6, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira aceitou o argumento segundo os quais a ação movida pelo Ministério Público Federal foi indevida. O juiz acatou os fundamentos da defesa que negou a prática do crime.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
quarta-feira - 15/05/2019 - 10:36h
Política

Prefeito sairá do MDB e pode ficar no PRB de Benes Leocádio


Dias e Leocádio: PRB (Foto: assessoria)

O jornal Tribuna do Norte noticia que o prefeito de Natal, Álvaro Dias, vai se desligar do MDB.

Mas a princípio ele não teria definição quanto ao seu futuro partidário.

A princípio, poderia desembarcar no PSB do deputado federal Ricardo Motta ou no PDT do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves – assinala o periódico.

Bote aí como boa hipótese, o PRB do deputado federal Benes Leocádio.

Por favor, não descarte essa possibilidade.

Só para lembrar: Leocádio teve como um dos principais padrinhos e endossantes de sua candidatura vitoriosa à Câmara Federal, o ex-presidente do MDB – ex-deputado federal Henrique Alves (MDB).

No MDB, bom que frisemos, Alves tem tido sérios problemas de coabitação com o deputado federal Walter Alves (veja AQUI e AQUI).

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Categoria(s): Política
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sábado - 04/05/2019 - 02:02h
Garibaldi Filho:

“RN quer mudar; não quer mais ver uma família na política”

Político admite crise no MDB, analisa gestões Bolsonaro e Fátima Bezerra e diz que encerrou carreira

Comemorando 20 anos, o programa Jornal do Dia da TV Ponta Negra de Natal entrevistou nessa sexta-feira (3) o ex-senador Garibaldi Filho (MDB).

Coube à âncora e jornalista Margot Ferreira sabatinar o ex-deputado estadual, ex-prefeito do Natal, ex-governador, ex-senador e ex-ministro em seu próprio apartamento em Natal.

Ex-senador não endossa literalmente desabafo do deputado federal e seu filho Walter Alves (Foto: reprodução BCS)

Veja abaixo uma síntese desse bate-papo.

Balanço da carreira

“Meu balanço me deixa até muito orgulho; uma coisa que eu não sou muito vaidoso. Eu disputei 12 eleições. Ganhei dez e perdi duas. É um placar altamente vantajoso”, estimou. Na ótica dele, a disputa mais difícil foi vencer as eleições à Prefeitura do Natal, em 1985, contra Wilma Maia (depois, Faria), por pouco mais de 16 mil votos. O pleito, também em sua ótica, o catapultou para uma carreira de maior dimensão e vitoriosa, na política do próprio país.

Planos

“Meus planos são muito modestos. Não vou deixar a política, vou continuar, mas não pretendo mais ser candidato. Pretendo me aposentar”.

Desavença entre Walter e Henrique

Sobre recentes declarações do deputado federal Walter Alves (MDB), seu filho, que cogitou sair do partido (veja AQUI) ao lado do próprio Garibaldi, caso o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) volte à presidência da legenda no RN, o ex-senador evitou aprofundar o fosso.

"Eu disputei 12 eleições. Ganhei dez e perdi duas", contabiliza Garibaldi Filho à TV Ponta Negra (Foto: reprodução BCS)

- Eu realmente fico muito preocupado com a declaração de Walter. O MDB sempre foi um partido muito unido. Mas eu preciso respeitar as divergências alheias (…). Eu tenho que admitir que aqui e acolá essas divergências extrapolam e foi isso que aconteceu. Eu lamento muito e se eu puder consertar isso e puder que eles possam convergir, eu o farei.

Garibaldi filho reconheceu existir uma crise na legenda, porém assinalou que não é contra retorno do primo Henrique ao comando partidário, divergindo do próprio filho. Ponderou, entretanto, que é preciso ter cuidado para o MDB não ficar “estigmatizado como um partido de uma família só.”

Mudanças

Na opinião de Garibaldi, “o RN quer realmente mudanças, não quer ver mais uma família presente na política. Uma dessas mudanças é não querer mais tantos familiares, mesmo eu sabendo que existem muitas vocações”.

Governo Bolsonaro

- Eu estou preocupado. Vejo o Governo Jair Bolsonaro (PSL) perdido em muitas querelas, muitas polêmicas. Precisa canalizar suas energias para os grandes desafios da nação. Precisamos fazer as reformas (tributária, previdenciária, política).

Garibaldi acha que MDB poderá ficar "estigmatizado" se não souber enxergar novo cenário político (Foto: reprodução BCS)

Administração Fátima Bezerra

- Eu espero que Fátima Bezerra (PT) possa fazer um bom governo, mas ela precisa se voltar para a nossa realidade. A gente precisa não ficar esperando as benesses do governo (federal). Isso já era. Ele próprio (Governo Federal) está sem dispor de recursos para isso.

Reforma da Previdência

“Eu acho que vai ser aprovada (…). Ela vai passar por uma revisão, mas eu espero que essa revisão não seja uma própria negação da reforma.

Até por sua experiência como ex-ministro da Previdência Social, Garibaldi alertou que “quanto mais isso demorar, mais sacrifícios poderá impor à nação”.

Saúde

Garibaldi passou por recente cirurgia em São Paulo (veja AQUI) e depois de um período de convalescença, disse de forma segura: “Eu estou bem.”

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 18/04/2019 - 13:01h
Alves

Presidente do MDB diz que é preciso diálogo entre líderes


Izabel: diálogo, sim (Foto: Edilberto Barros)

Do Blog Carol Ribeiro

A presidente estadual do MDB Mossoró, Izabel Montenegro, conversou sobre o racha que existe entre o deputado federal Walter Alves (MDB) e o ex-deputado federal Henrique Alves no Estado (MDB).

Ela se refere à polêmica que aconteceu na semana passada (veja AQUI e AQUI), em que o deputado federal resolveu tornar público através do seu endereço no twitter o desentendimento com o líder histórico do partido.

A presidente da Câmara de Mossoró disse que primeiro é necessário esperar Garibaldi Alves se recuperar de cirurgia (veja AQUI). Ela conta que conversou com Henrique Alves e “sentiu” que a intenção dele é apagar esse incêndio.

“Não é bom para o MDB, que não vive um momento bom no país e no estado, continuar com essa briga entre Garibaldi, Henrique e Walter. Garibaldi e Henrique são primos-irmãos, sempre se deram muito bem e o resultado das urnas mandou um recado: não foi fácil. Walter quase perdeu. Se unidos é difícil, divididos fica impossível”, diz.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 11/04/2019 - 09:48h
Alves x Alves

Garibaldi endossa palavras de Walter sobre Henrique


 

No alto da postagem, o sinal de retuíte de Garibaldi tem o valor claro de aprovação às palavras do filho (Print BCS)

O ex-senador Garibaldi Filho (MDB) retuitou (republicar em seu perfil para que seus seguidores também leiam um assunto de outro endereço) postagem do seu filho e deputado federal Walter Alves (MDB), no dia passado, sobre posição político-familiar no RN.

Na rede social Twitter, Walter reagiu à pergunta feita pelo prefeito de Coronel Ezequiel, Cláudio Marques de Macedo (MDB), o “Boba”, que perguntou se era verdade que o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) reassumiria presidência estadual da legenda.

- A informação não procede, prefeito. Inclusive, comunicamos à direção do MDB nacional, que, caso o senhor Henrique Alves, com quem não tenho relação pessoal e política há anos, venha assumir a legenda, Garibaldi e eu deixaremos o partido – escreveu rispidamente.

Em seu Twitter, Garibaldi ‘endossou’ a postagem do filho, sem comentários. Mais claro, desnecessário.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 10/04/2019 - 14:46h
MDB-família

Henrique prioriza saúde de “Gari” e evita bate-boca


Diante da verborragia nas redes sociais (veja AQUI) do deputado federal Walter Alves (MDB), que deixou claro o racha familiar e político com ele, o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) evita qualquer altercação.

- Disse que sua única preocupação hoje é com a saúde de “Gari” (ex-senador Garibaldi Alves Filho-MDB). Tem falado com ele todos os dias, como irmãos que se consideram – reproduziu uma fonte ligada a Henrique.

O ex-senador, pai de Walter, passou por cirurgia em São Paulo à semana passada.

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segunda-feira - 25/03/2019 - 19:22h
Operação Lavat

Juiz nega pedido de Henrique Alves e Eduardo Cunha


Henrique e Eduardo: decisão desfavorável (Foto: arquivo)

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara Federal, negou o pedido formulado pela defesa de Eduardo Cunha (MDB) e Henrique Alves (MDB), ex-presidentes da Câmara Federal, que pediram nos autos do processo 0812330-44.2017.4.05.8400, conhecido como Operação Lavat, para que essa demanda siga para a Justiça Eleitoral.

“Apesar de mais estes esforços das defesas dos réus Henrique Alves e Eduardo Cunha no intuito de levar para a Justiça Eleitoral a apuração dos delitos aqui denunciados, buscando apoio em recente decisão emanada da Suprema Corte do país, entendo que a situação presente neste processo não se amolda aos parâmetros delineados naquele caso. Antes que tudo, é preciso deixar bem claro que o instituto da conexão não se presta à definição originária de competência, como parecem crer as defesas dos requerentes”, escreveu o Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães.

Delitos

As defesas de Henrique Alves e Eduardo Cunha justificavam que os fatos trazidos nos autos teriam, supostamente, semelhança com entendimento do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que se encontra corroborada a tese de que há indícios de delitos eleitorais.

O magistrado Francisco Eduardo observou ainda na sua decisão: “De início, quanto à possível existência de crimes eleitorais, constato que a denúncia, em momento algum, descreve a prática de fatos tipificados nas leis eleitorais nem, muito menos, imputa aos denunciados tais tipos de delitos. É bem verdade que trechos da denúncia fazem referência a “doações eleitorais oficiais e não oficiais”, mas em momento algum se vê no texto da denúncia que tais doações teriam sido omitidas por Henrique Alves na sua prestação de contas eleitorais”.

Os depoimentos das testemunhas de defesa no âmbito da Operação Lavat serão retomados nessa terça-feira (26), a partir das 9h, na sala de audiência da 14ª Vara Justiça Federal no Rio Grande do Norte, em Natal.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
segunda-feira - 18/03/2019 - 19:28h
Em off

O que eu não escreverei


Ano passado, 2018, em plena campanha eleitoral, visitei um nome proeminente da política do RN e do país, que pela primeira vez em mais de 46 anos não estaria participando de um pleito: Henrique Alves (MDB).“É uma visita como amigo ou jornalista?” – tinha me indagado antes Laurita Arruda, mulher do ex-deputado federal por 11 legislaturas, ex-ministro da República.

“Como amigo”, disse-lhe.

Em seu apartamento em Natal, por mais de três horas e meia, eu e Henrique falamos sobre futebol (ele, vascaíno; eu, Fluzão), família, fé, filhos, Mossoró, sucessão estadual, economia, disputa presidencial, gestão pública, problemas judiciais, seu amor-devoção-gratidão por Laurita etc.

À mesa do almoço, chorou, chorou novamente, de novo, ao falar sobre a morte trágica de Benes Júnior, filho de Benes Leocádio (depois eleito deputado federal).

Despedimo-nos sem que ele ponderasse que o diálogo, confissões, desabafos e opiniões eram “em off”.

É asfixiante para um repórter não publicar tanta informação, de uma fonte dessa envergadura, mas é também um teste à própria paixão que tenho por esse ofício. O que eu não escreverei vale muito mais.

Passados mais de seis meses desse bate-papo (foto na postagem da ‘retratista’ Laurita, que logo saiu), é o que tenho a dizer.

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Categoria(s): Crônica / Política
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