Diversas manifestações artísticas reforçam programação (Foto: Lucas Bulcão)
O “Estação Natal” – iniciativa da Prefeitura de Mossoró que faz parte do ciclo natalino – reúne famílias e turistas a cada ano na Estação das Artes Poeta Elizeu Ventania. Agora, em 2024, na terceira edição do evento, uma série de atrações para crianças, adolescentes e adultos, também é reforçada por programação cultural.
As apresentações com expressões artísticas como dança, teatro e música acontecem no palco montado na Estação das Artes e vão ter sequência até o dia 6 de janeiro de 2025.
Confira a programação de apresentações desta semana do “Estação Natal”:
27 de dezembro
19h Passos de Sabedoria, Danças Pastoril da Terceira Idade
Tela O Grito, de Edvard Munch. Galeria Nacional Noruega, Oslo (Foto: do autor da crônica)
Para gostar de arte, necessariamente, não precisamos entender de arte. Gostamos e admiramos naturalmente e, dependendo do nosso estado emocional, espiritual e do local onde nos deparamos com ela, não há limite para contemplá-la. Arte é tudo que envolve a criação humana voltada para ser admirado, quer seja através dos sons, imagens ou sensorial.
Sempre gostei e admirei todo tipo de arte; quer seja no e do Brasil ou fora dele. Aliás, arte não tem fronteira. Pode haver barreira.
Numa dessas viagens, fui visitar meu amigo Rasmus Ofstad, em Oslo, já imaginando poder visitar os museus da capital e, quem sabe, poder ficar em frente à famosa O Grito, de Edvard Munch.
Naquela época, não tínhamos certeza em qual museu ou galeria ela estava, de modo que visitamos várias durante o dia inteiro até que, soubemos que ela estava exposta na Galeria Nacional da Noruega, localizada no centro da capital, Oslo.
Como já se aproximava o final do dia, corremos para lá, na esperança de poder ingressar na galeria antes de encerrado o expediente; e, por ser o meu último dia na cidade, não podia desperdiçar aquela oportunidade.
No que tange ao estacionamento, uma coisa você tenha certeza: os centros das grandes cidades são iguais em qualquer parte do mundo. A única diferença é o valor que cobram pelo estacionamento – se existir -, ou o valor da multa que lhe será aplicada, se você não estacionar no local adequado. No nosso caso, só restou correr o risco de sermos multados. Eu não, meu amigo.
Sabendo que queria muito ver a tela de Munch, ele apenas me disse para correr. Deixamos o carro estacionado praticamente no meio da rua e corremos para lá que, por sorte, ainda estava aberta e conseguimos entrar.
A tela estava no terceiro andar da galeria, de modo que fui passando apressadamente por várias obras de arte e, ainda que rapidamente, pude observar belíssimas telas, sem, contudo, poder parar para contemplá-las e fazer alguns registros – simplesmente não havia tempo -, até que pude avistá-la pendurada numa parede azul escuro, com um grande rodapé de madeira branco.
Exceto o segurança postado em frente à tela, que estava protegida por um espesso vidro, o andar estava vazio. Melancolicamente vazio.
Gentilmente ele permitiu que eu fizesse o registro – sem flash – ao lado da famosa tela e, após, fiquei por alguns minutos apenas observando. Cada traço. Cada pincelada. As cores.
Segundo os entendedores de obras artes, a tela expressionista simboliza algo muito comum a todos nós; pelo menos em algum momento de nossas vidas: a solidão, a melancolia, a ansiedade e o medo. E, nitidamente, devemos somar o desespero.
Depois disso, retornamos em silêncio para o carro que, por sorte, nem foi multado nem rebocado, e fomos tomar um saboroso e tradicional suco de maçã.
Talvez todos nós tenhamos um tanto de Edvard Munch latente. Quem sabe?
Desde então, fico a imaginar quantos Os Gritos poderiam ter surgido. Inclusive os meus.
Derrotado nessa quarta-feira (26) na disputa para indicação ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE/RN), o deputado estadual oposicionista Gustavo Carvalho (PSDB) se pronunciou nessa quinta-feira (27). Foi breve, mas bem objetivo nos recados que emitiu no plenário da Assembleia Legislativa do RN.
Deixou claro que segue na política, mas enxergando a atividade como uma “arte”, ao contrário de uns que são “arteiros” (espertos, ardilosos).
Sereno, sem alterar a voz, Carvalho tinha ao seu lado o deputado @neiltondiogenes (PP); à sua frente, o presidente da Casa e do seu partido, Ezequiel Ferreira.
Gustavo Carvalho perdeu a eleição – secreta – para o também deputado estadual George Soares (PV), do bloco governista.
O Festival de Teatro da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FESTUERN) completa 20 anos em 2023. Sua 17ª edição acontecerá de segunda-feira (16) a sexta-feira (20), no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, em Mossoró.
A solenidade de abertura será amanhã, dia 16, às 8h. As escolas se apresentam a partir das 9h30 e seguem até 10h40. Retornam às 13h30 e seguem até 16h15. Nos dias 17, 19 e 20, as apresentações vão de 8h às 10h40 e de 13h30 até 16h15. No dia 18, vai de 8h às 10h40.
Participam do maior festival de teatro do RN neste ano 25 escolas públicas de Mossoró, São Gonçalo do Amarante, Porto do Mangue, Alto do Rodrigues, Parnamirim, Pendências, Guamaré, São Paulo do Potengi, Porto do Mangue, Caicó e Apodi. Cada escola recebeu um auxílio de R$ 2.000 para apoio na produção do respectivo espetáculo.
Cada grupo inscrito tem em média 20 integrantes, o que resulta em cerca de 500 crianças e jovens demonstrando seus talentos para grandes públicos. Para muitos(as) desses(as) pequenos(as) atores e atrizes, será a primeira vez em um teatro com um palco de tamanho e estrutura consideráveis.
O Festuern foi criado pelo professor Felipe Caetano (in memoriam), que era pró-reitor de Extensão na gestão do reitor Walter Fonseca.
Nesta edição, o evento é uma realização da Universidade do Estado do RN (UERN) e Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte (FUNCITERN), com patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Programa Cultural Câmara Cascudo; da Companhia Potiguar de Gás (POTIGÁS), por meio do edital “Natural como fazer o bem”; e da TCM Telecom.
A Prefeitura Municipal de Mossoró é apoiadora do evento.
Acompanhe programação e colete outras informações clicando neste link AQUI da Festuern.
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O projeto Encena da Atitude Cooperação, coordenado por Diana Fontes, apresenta sexta-feira (9) e sábado (10), às 19h, na sede da Instituição, localizada no bairro Felipe Camarão (Zona Oeste de Natal), o espetáculo “Salve Camarão”. Trata-se de uma ação formativa que envolve 64 crianças e jovens da comunidade.
Projeto tem participação de jovens da comunidade (Foto: André Rosa)A partir de histórias do bairro, a encenação ganhou vida (Foto: André Rosa)
A apresentação vai percorrer diversos espaços da Instituição. Os intérpretes irão mostrar parte do que aprenderam e ensaiaram ao longo do ano de 2022 no projeto. Teatro, canto, dança, brincadeiras e manipulação de bonecos, confeccionados pelos próprios alunos, fazem parte da peça que mergulha na história do bairro de Felipe Camarão.
“Salve Camarão” tem direção de Diana Fontes, que possibilitou o processo focado na arte-comunidade. “Este ano resolvemos criar algo a partir das histórias do bairro e das histórias de vida dos próprios alunos. Na peça eles têm a possibilidade de falar do orgulho de morar num bairro tão cultural, com figuras ilustres, e também enxergar o quanto são importantes para o local onde moram”, conta Diana.
Olhar também para o Brasil
Para criação da peça, professores e alunos participaram de um processo formativo no decorrer de todo o ano, dirigidos por Jhoao Junnior, potiguar, radicado em São Paulo e idealizador de vários projetos em áreas periféricas, referência no Brasil e no exterior. “A ideia era criar uma obra cênica pautada nas histórias de vida dos jovens, a influência do teatro e da arte na perspectiva de vida deles. Isso tudo numa relação direta com a moradia e com a história do bairro, sem deixar de olhar para o Brasil”, explica Jhoao.
A ação formativa contou com patrocínio da Prefeitura Municipal do Natal através da Lei Djalma Maranhão e Unimed Natal, além de parceria cultural com a Atitude Cooperação. A realização é de Diana Fontes direção e produção cultural.
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Será no próximo dia 21 de março (uma segunda-feira), no Teatro Lauro Monte Filho em Mossoró, das 18 às 21 horas, o lançamento presencial da 1º edição da revista acadêmica Lampiar. É uma produção de alunos da Universidade do Estado do RN (UERN).Antes, dia 17 de março, haverá a apresentação virtual da revista em sua plataforma digital.
Sua temática em torno da frase “Meu Norte é o Nordeste”, numa homenagem a todos os estados nordestinos, realçando cultura, ciência e arte.
A revista terá diversas obras que vão desde artigos científicos, resenhas, crônicas, contos, até fotografias, colagens, poemas e ilustrações. “Buscando juntar o científico com o artístico, queremos passar uma visão plural da academia, deixando ciência e arte ao mesmo pé”, informa Lorena Maria, dirigente da Lampiar.
As obras publicadas passeiam por temáticas que envolvem nordeste, direitos humanos, ambiental, não apenas focando no Direito mas em toda a gama das Ciências Sociais.
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Lançamento será dia 02 de maio (domingo), às 16 horas, nas redes sociais de Américo (Foto: Brunno Martins)
Prepare-se. Você vai poder apreciar “Goldfish live solo”, filme de dança contemporânea idealizado pelo bailarino potiguar Alexandre Américo. Com duração de 31 minutos, o longa é resultado de várias performances de dança de Alexandre.
Gravado por uma câmera em perspectiva subjetiva que filma o bailarino em seu estado de solitude desde o ano de 2018, contém imagens de ensaios, de laboratório artístico, de transmissões ao vivo pela internet e de apresentações.
Alexandre conta que o Goldfish é uma peça de dança transformada em filme e começou a nascer durante uma Residência Artística em Natal/RN, realizada com o grupo “Artistas Infamables” que, por sua vez, é formado por bailarinos da Argentina, Cuba e Espanha, no ano de 2018. Mas foi apenas em 2020, devido à pandemia de Covid-19 que o filme tomou forma.
O lançamento do filme será dia 02 de maio (domingo), às 16 horas, nas próprias redes sociais de Alexandre. Após a exibição do filme, o bailarino convida todos e todas a participarem de um debate virtual sobre suas impressões, sensações e sentimentos que o filme despertou.
Antes da estreia do filme, vamos poder curtir o projeto “Dissecando o GOLDFISH”, onde serão exibidos pequenos filmes sobre o processo criativo do longa.
Dia 29/04 (quinta) | 16:00 | Dissecando o GOLDFISH: com o criador Alexandre | Instagram: @alexandreamericooficial
Dia 30/04 (sexta) | 16:00 | Dissecando o GOLDFISH: com o Videasta Samuel | Instagram: @alexandreamericooficial
Dia 01/05 (sábado) | 16:00 | Dissecando o GOLDFISH: com desingner Yan | Instagram: @alexandreamericooficial
Dia 02/04 (domingo) | 20:00 | Exibiçãodo filme GOLDFISH live solo | No YouTube (veja AQUI) – Seguido de bate-papo no Google Meet (com links na BIO de @alexandreamericooficial).
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O professor e pianista Joabe Willamys Rodrigues de Morais vai se apresentar com o espetáculo “Recital Casa do Piano” nesta quinta-feira (13) no Teatro Lauro Monte Filho.
O evento começará às 19h.
Joabe Williamys executará obras clássicas e populares, nacionais e internacionais.
Professor de piano na Escola de música D’aval Stella Nogueira Freire da Universidade do Estado do RN (UERN), onde iniciou seus estudos, ele é um talento que enfrenta de braçadas e com virtuosismo, a mesmice cultural nativa.
Entre algumas iniciativas, criou e dirige a Associação Amigos do Piano em Mossoró.
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