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Uma câmara menor (bem menor)

A Câmara Municipal de Mossoró segue seu script na atual legislatura.

Vexames, baixarias, servilismo negociado e pouca produção relevante.

Alguns se salvam.

Minoria, que se diga.

E 2020 está bem ali, ó!

Sessão de hoje vai fazer história.

Aguarde notícias.

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Extremos mantêm Brasil acuado com cabeçadas e empurrões

O deputado Julian Lemos, do PSL da Paraíba, deu uma cabeçada no deputado Expedito Netto, do PSD de Rondônia,  o plenário da Câmara Federal.

O incidente ocorreu nessa última quarta-feira (29). A confusão começou quando Lemos empurrou o deputado Edmilson Rodrigues, do PSOL do Pará. Netto foi repreender Lemos e levou uma cabeçada.

O parlamentar paraibano foi o coordenador da campanha de Jair Bolsonaro no Nordeste.

Há poucas semanas, a deputada Maria do Rosário, do PT gaúcho, criou um furdunço no mesmo plenário, depois de esbarrar num parlamentar.

Instantaneamente passou a bradar que tinha sido empurrada. “Você me empurrou, você me empurrou”, acusou descabidamente.

Nota do Blog – Como essa gente se parece. A cada dia estão mais parecidos.

Fica fácil de entender por que chegamos onde chegamos e não encontramos uma alternativa fora dos extremos doentios.

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Renan ataca jornalista e insinua assédio e sexo “mecânico”

Além de derrota à presidência do Senado em tumultuada eleição nesse último sábado (2), o senador Renan Calheiros  (MDB-AL) voltou a se envolver em mais polêmica. Neste domingo (3), um texto repulsivo dele causa enorme estrago em sua imagem já bastante combalida.

O senador escreveu em sua conta na rede social Twitter, nota insinuando que a jornalista Dora Kramer da revista Veja um dia já o assediara sexualmente. Além disso, envolve no imbróglio e em narrativa bizarra, o ex-senador já falecido Ramez Tebet (MDB-MS) e o ex-deputado federal Geddel Vieira (MDB-BA), que está preso.

Baixarias publicadas por Renan foram rapidamente apagadas, mas cópias espalharam-se rapidamente (Reprodução)

Ele apagou rapidamente a postagem, mas muitas pessoas fizeram “print” (cópia), viralizando-a na Internet.

A baixaria ganha enorme proporção, com manifestações de gente de todos os matizes sociais e não apenas da política. Apesar de maciçamente receber críticas por sua postura, ele também ganha apoios explícitos ou velados.

A deputada federal petista pelo Rio Grande do Sul, Maria do Rosário, relativizou o caso também através do Twitter: “Não estranhe esse tuíte …Parece sem pé nem cabeça, com coisas estranhas à política? O resultado da eleição do Senado ainda está por vir”.

Nota do Blog – O Blog Carlos Santos foi bloqueado pelo senador no Twitter (veja AQUI), neste domingo. Não entendemos o porquê.

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Uma final de caneladas e de certas verdades

Ninguém espere ou torça por propostas nos últimos debates. A massa-gente quer “sangue”, como num circo romano.

É final de jogo: “Tem que parar a jogada lá atrás e mandar bola alta na área”, orienta cada técnico.

Como numa partida de futebol decisiva, em que os protagonistas vivem últimos minutos e o placar de zero a zero não interessa a ninguém, a técnica e a polidez ficam em segundo plano.

Um dos candidatos ainda posaria de fidalgo, se tivesse ampla vantagem em relação ao outro.

Não é o caso na corrida eleitoral nacional e estadual.

Também é um absurdo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intervir na disputa, com olhar tosco, proibindo denúncias de lado a lado. Tem que barrar os excessos.

Tirar do ar propaganda que falam a verdade? Do irmão de Dilma Rousseff (PT) com emprego fantasma (AQUI) e Aécio Neves (PDBB) que não fez teste do bafômetro (AQUI).

Isso não é baixaria. Baixaria é a leviandade e certas armações.

As duas denúncias não foram contestadas pelos candidatos.

Cadê a baixaria nisso?

Eleitor tem o direito de saber dos “podres” dos candidatos e partidos.

Baixaria é termos que suportar amontoado de promessas impossíveis.

Baixaria é utilizar endereços/matérias falsas em Internet, setores da mídia ou testemunhos alugados para ataques pessoais.

Final com “MMA” para a gente ver

Passou o tempo de candidato mostrar proposta em guia eleitoral ou debate.

Qualquer marqueteiro e os marreteiros de campanha sabem disso.

Campanha, na reta final, é MMA (abreviatura de lutas marciais mistas em inglês) mesmo.

Quem tem dianteira confortável em pesquisas, com vitória iminente, pode se dar ao luxo de posar de bonzinho, fidalgo e civilizado.

Porém em contendas apertadas, o pau canta solto e não é feio apontar imperfeições do outro lado.

Quem vai para a disputa majoritária, principalmente, que cuide da própria biografia.

Inadmissível é a leviandade; inaceitável é a armação criminosa.

Pipoca e Guaraná.

Please!

Sentem a pua!

A campanha eleitoral em rádio e TV entrou na fase que mais gosto. É sempre assim em setembro.

Cada um tenta desfigurar o adversário na faixa de disputa majoritária, mostrando suas supostas contradições e máculas.

Absolutamente legítimo.

Inaceitável é a leviandade, a farsa, o insulto gratuito.

Até aqui, não vi nada que nos remeta a qualquer um desses estágios infames do comportamento humano e da competição eleitoral.

Portanto, sentem a pua!

Quem quer ser candidato, precisar estar preparado para responder à sua própria biografia.

Lutem! Não recuem, não desistam!!

Ainda não ouvi ou li qualquer pronunciamento de lideranças políticas de Mossoró, pedindo a seus pitbulls cibernéticos para medirem a linguagem. Fica a dúvida: essa gente age por livre e espontânea estupidez ou é financiada para esse fim, por quem não tem coragem de rosnar diretamente?

Intrigante.

Promotores e juízes que tiveram coragem de meter a mão num vespeiro que está instalado há várias décadas, provocaram a sanha de muita gente.

Existem inúmeros interesses contrariados, de reles empregos da ralé, a negócios de família, além da sobrevivência política e o poder em si.

Senhores, senhoras, não recuem.

Essa cidade e outras gerações vão reconhecer seu papel revolucionário, sua determinação e apego à ordem.

Sistema-estanque, da própria Justiça, está aí, como filtro a eventuais erros ou excessos. Há meios para puni-los, se houver postura descabida de juiz ou promotor…

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Não recuem um milímetro, não façam volver, não se deixem intimidar, utilizem a imprensa, suas entidades de classe e a própria lei.

Lutem.

Quem for podre que se quebre; quem tiver medo que dê marcha à-ré.

Os que não concordam com as baixarias e intimidações, que se pronunciem.

Com todos os seus defeitos, imperfeições pessoais e falhas institucionais, o Judiciário é imprescindível a nós, que sonhamos com democracia.

Os que querem Judiciário fragilizado ou de portas fechadas, desejam a prosperidade da barbárie, a lei do mais forte e o império da canalhice.

Não recuem, não desistam.

Dias de baixarias que parecem não ter fim

Mesmo com feriadão, a política eleitoral em Mossoró não teve trégua. O lengalenga judicial mais ainda.

E as baixarias na Net parecem sem fim…

O duelo cibernético, com troca de ofensas, provocações, achincalhes e leviandades revelam larga atmosfera de intolerância.

Entre os duelistas, nenhum nome das cúpulas políticas. Eles não se metem, sequer para baixar o fogo de seus simpatizantes ou guerrilheiros online.

Apenas a turma do andar de baixo participa dessa fuleiragem, atuando por necessidade própria ou por inequívoca estupidez seletiva.

O Day after (dia seguinte) das eleições suplementares deve produzir muitos problemas para algumas pessoas que perderam o limite na Net.

Espero que consigam pelo menos bons advogados à defesa.

Vão precisar também.

Redes sociais voltam a ser usadas a baixarias e leviandades

Muita gente pensa que o uso de rede social privada, como o WhatsApp, à promoção de agressões e outros excessos, não é passível de punição.

Alto lá!!

Aconselho-os, com base em informações privilegiadas, à moderação.

Estamos em outra campanha, para um pleito suplementar em Mossoró, em que vícios da anterior parecem renovados. Não aprenderam ainda a lição.

Mesmo apagando os textos, montagens escatológicas etc., o sistema conserva dados. Deixa rastros à polícia, Ministério Público e Justiça.

Tive acesso a alguns registros “assinados” por pessoas que eu imaginava equilibradas, socialmente civilizadas, capazes de conviverem entre diferentes. Ledo engano. Vi também postagens de alguns reincidentes em molecagens.

Mesmo após a anulação de um pleito municipal (caso de Mossoró), cassação e afastamento de uma prefeita (Cláudia Regina-DEM) e inelegibilidade da principal adversária (Larissa Rosado-PSB), as baixarias e leviandades não param.

Torço, sinceramente, que o inferno desabe sobre quem insiste em promover ódio, rancor e outros sentimentos doentios, em nome de seus interesses.

Como eu e filhos/mãe (já falecida) fomos vítimas desse tipo de gente, sei a dimensão da covardia dessa horda.

O mal sempre volta à mão de quem o arremessa. Lei de causa e efeito.

Ah, um detalhe: quem repassa mensagens ofensivas é cúmplice, sujeito às sanções da lei e da eventual fúria de ofendidos.

Aguardem notícias.

Juiz proíbe baixarias contra Carlos Eduardo

Do Blog Território Livre (Laurita Arruda)

O juiz Cícero Martins de Macedo Filho proibiu a  coligação Natal Merece Respeito, do candidato a prefeito Hermano Morais (PMDB),  de distribuir panfletos difamatórios contra  Carlos Eduardo (PDT).

Estabeleceu ainda  multa de R$ 50 mil à coligação de Hermano,  caso o material volte a ser distribuído.

Os panfletos em questão vinham sendo distribuídos nos últimos dias em portas de igrejas — católicas e evangélicas.

“Nota-se que houve uma deturpação entre o que consta no panfleto anexo aos autos e aquilo que consta na proposta registrada (de Carlos Eduardo). Parece, pois, haver um esforço da coligação representada (Natal Merece Respeito, de Hermano Morais) em alterar as linhas das propostas do candidato, visando com isso obter o repúdio não às propostas, ao que parece, mas à própria pessoa do candidato (Carlos Eduardo)”,   diz a decisão.

Nota do Blog – Ao mesmo tempo, em seus programas de TV, Carlos Eduardo passou a mostrar vídeo em que Hermano Morais e o então colega vereador – em Natal – Olegário Passos (PT), no ano de 2003, trocavam ofensas e quase iam às vias de fato.

Um “achado” para quebrar o perfil de homem sereno e sempre pacífico de Hermano. A mesma “moeda” que Hermano utilizou no primeiro turno contra Carlos.

Campanha é assim mesmo. Quem não estiver preparado para o “tranco”, evite entrar na disputa.

Baixarias lá e cá, como produtos de marketing

Muita gente se queixa quanto às baixarias comuns às campanhas eleitorais brasileiras. E ninguém, como candidato, assume que alimente essa manifestação de “marketing”, para ganhar votos.

Na prática, a tentação para descer o nível com o intuito de subir na aceitação popular, é algo universal.

Nos Estados Unidos, a reta final da campanha presidencial revela uma guerra de golpes baixos.

O presidente Barack Obama, por exemplo, convive com panfletos apócritos o tratando como filho de uma relação infiel de sua mãe.

O vale-tudo não difere em nada do que já vimos e continuamos a testemunhas no pindorama Brasil.

Que chegue logo 8 de outubro de 2012

Eleição para o repórter político é como uma Copa do Mundo à afeição do jogador de futebol.

Mas, sinceramente, estou contando os dias para acabar logo a campanha deste ano.

Há tempos eu não via um nível tão baixo de degradação humana, em nome do poder e de interesses que estão longe da aspiração popular.

O incremento da presença da Internet nesse cenário tem ajudado sobremodo a formar esse quadro.

Lamentavelmente, muitos não estão preparados para o debate, à convivência com contrários e à contrariedade de sua vontade. Daí nasce uma infinidade de desatinos que estilhaçam amizades e desmancham preceitos básicos de cordialidade.

Que chegue logo 8 de outubro de 2012.