O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade), consegue um feito incomum nesses tempos de mudança no protagonismo da política de Mossoró.
Em menos de 72 horas, ele foi alvo de sete postagens em sequência, o atacando, em uma única página virtual controlada pelo rosalbismo.
Nome que avança à ocupação de espaço, Lawrence é atacado freneticamente (Foto: Marcos Garcia/De Fato/Arquivo
Superou até mesmo o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), vítima diária e obrigatória de notas/matérias/comentários depreciativos em endereços anônimos (fakes), onde não se poupa sequer sua família e honra pessoal. Coisa da esgotofera.
A blitz contra Amorim tem uma explicação ou, justificativa, para quem a promove: o vereador é pré-candidato à Câmara Federal e deverá polarizar com o rosalbista e atual federal Beto Rosado (PP) em Mossoró. Prioridade é desmanchá-lo antecipadamente.
Na campanha de 2018, Beto não teve adversário direto equivalente em Mossoró e empalmou 16.241 (14,79%) votos. Tinha atrás de si a superestrutura da municipalidade, onde sua tia-afim Rosalba Ciarlini (PP) estava aboletada. Foi o mais votado. O segundo colocado foi Natália Bonavides (PT) com 11.558 (10,53%) votos.
Lawrence Amorim ficou em terceiro com 10.153 (9,25%) votos, ou seja, apenas 6.088 votos a menos do que Beto.
O embate caseiro entre os dois mossoroenses à Câmara dos Deputados promete esquentar em 2022. Entretanto, será diferente do que ocorreu durante várias eleições.
Rosado x Rosado
A partir de 1994, quando o antagonismo no mesmo campo político local já era estritamente familiar – entre Rosado x Rosado -, as duas bandas da família que se dividiu a partir dos anos 80 tiveram frente a frente os primos Laíre Rosado (PMDB) e Betinho Rosado (PFL). Ambos saíram vitoriosos na luta federal.
A fórmula deu certo para os dois lados ainda em várias eleições: em 1998 (Laíre e Betinho), 2002 (Sandra Rosado e Betinho), 2006 (*Sandra e Betinho*) e 2010 (Sandra e Betinho). Começou a ruir em 2014, quando Sandra não se reelegeu após três mandatos consecutivos e Betinho não pode concorrer devido impedimento legal, colocando o filho Betinho Segundo, o “Beto” Rosado, em seu lugar.
A anemia eleitoral acabou se agravando em 2018. Sandra sequer tentou retornar à contenda (já cooptada pelo grupo familiar adversário) e Beto conseguiu novo mandato em meio a ruidosa celeuma judicial, conhecida como “Caso Kerinho” (veja AQUI).
Que venha agora 2022.
Em 2006, Betinho não se reelegeu, mas foi beneficiado com o falecimento do reeleito Nélio Dias (PP) em 20 de julho de 2007, assumindo a titularidade.
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Crise de identidade segue séria na política de Mossoró.
Betinho Segundo (PP), eleito com esse nome a deputado federal em 2014, depois denominado de “Beto Rosado”, agora aparece na propaganda eleitoral da candidata Rosalba Ciarlini (PP) como “Betinho Rosado”, que é o nome político do seu pai, candidato a vereador sub judice pelo mesmo partido.
Começo a achar normal Francisco José Júnior (PSD), atual prefeito que desistiu de candidatura à reeleição, sem ter desistido oficialmente, ter-se transformado em “Francisco” à campanha.
Mas com ele esse atordoamento não deu certo.
Francamente!
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O deputado federal eleito Carlos Alberto de Sousa Rosado Segundo (PP) já informou à Câmara dos Deputados o nome parlamentar que utilizará a partir de fevereiro, quando inicia o seu primeiro mandato.
O nome escolhido é “Beto Rosado”.
No congresso, o deputado Beto Rosado vai dar continuidade ao trabalho do pai, Betinho Rosado (PP), que está concluindo o seu quinto mandato.
Em campanha, onde estreou no pleito deste ano, Beto Rosado apresentou-se como é conhecido no meio social e político há tempos: “Betinho Segundo.”
Integrante do palanque vencedor do governador eleito Robinson Faria (PSD), através do deputado federal eleito Betinho Segundo (PP), o grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) está todo prosa.
Sonha com um lugarzinho no poder a partir de janeiro de 2015.
Pela aliança feita, que envolveu o PP comandado no Rio Grande do Norte pelo deputado federal Betinho Rosado (PP), cunhado da governadora, é natural criar expectativa de cargos.
Zunzunzum por Natal conjectura que o deputado federal eleito Betinho Segundo (PP) pode figurar no secretariado de Robinson Faria (PSD).
O deslocamento seria uma forma de agradar a senadora eleita Fátima Bezerra (PT), com ascensão do primeiro suplente Adriano Gadelha (PT) – seu aliado histórico e assessor, que não se elegeu.
Se essa arrumação se confirmar, Betinho repetirá erro crasso do pai. O atual deputado federal Betinho Rosado (PP), que largou parte do mandato para ser secretário de Rosalba Ciarlini (DEM), se desgastou à toa.
E, a propósito, ninguém votou em pai e filho para serem secretários.
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Basta nos acompanhar. Quem tem seguidor é líder de seita.
A ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB), candidata à Câmara Federal este ano, participou pela segunda vez de uma eleição sem a retaguarda da Prefeitura de Mossoró. Perdeu de novo.
Rosalba, Fafá e Leonardo quando a rota era para cima (Foto: Carlos Costa)
A primeira derrota foi em 2000, com apoio do grupo da prima Sandra Rosado (Hoje no PSB, mas no PMDB à época).
Nas vitórias à Prefeitura mossoroense, teve o apoio da então prefeita Rosalba Ciarlini (DEM) em 2004 e em 2008 já fora candidata à reeleição.
Situação também parecida vive o médico e deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), marido de Fafá, que tentou este ano – em vão – seu terceiro mandato consecutivo à Assembleia Legislativa.
Essa foi a primeira vez que ele participou de uma campanha sem retaguarda da prefeitura. Perdeu.
Nas outras eleições, Fafá era a prefeita.
Mesmo assim, seu desempenho revela queda livre dilacerante.
Em 2006, empalmou 25.166 votos (21,69%) em Mossoró.
Já em 2010, Leonardo obteve 20.049 (16,51%).
Agora em 2014, despencou para 9.111 (8,66%).
Em 2006, foi o quinto mais votado no Rio Grande do Norte, com 45.975.
Em 2010, ficou como o 13º mais votado no estado com 41.133.
Em 2014, não se reelegeu e agarrou-se na 29ª posição com 20.754 votos (1,25%).
Em sua coligação, a União pela Mudança, ficou como quinto suplente.
Para completar o inferno astral, foi o terceiro mais votado em Mossoró, onde nos pleitos de 2006 e 2010 fora campeão de votos com a mulher na prefeitura.
Quem mais empalmou votos foi Larissa Rosado, com 24.585 24,35%), seguida de Galeno Torquato (PSD) – apoiado pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD), com 12.306 (12,19%).
Já Fafá Rosado, amargou a terceira colocação em Mossoró à Câmara Federal, com 12.983 (13,02%). Sandra Rosado foi a segunda com 18.271 (18,33%) e Betinho Segundo (PP) figurou na segunda colocação, amealhando 15.321 (15.37%).
Dentro de sua coligação, a União pela Mudança, a ex-prefeita estacou na quarta suplência.
Tempos difíceis.
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O primeiro suplente da Coligação União pela Mudança é Abraão Lincoln (PRB), que obteve 4,01% (63.371 votos). Segundo suplente é Sandra Rosado (PSB), que empalmou 3,26% dos votos válidos, ou seja, 51.612.
O primeiro suplente da Coligação Liderados pelo Povo é Adriano Gadelha (PT), que alcançou 2,20% (34.727 votos). Já o segundo é Hugo Manso (PT), com 1,63%, representando 25.767 votos.
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Na reta final de campanha, o candidato a deputado federal Betinho Rosado Segundo (PP) e o candidato a deputado estadual Manoel Cunha Neto, o “Souza” (PHS), têm realizado agenda conjunta na região da Costa Branca. Enquanto Betinho apresenta Souza à Mossoró, o ex-prefeito (duas vezes) de Areia Branca apresenta o aliado ao litoral salineiro.
Betinho e seu grupo trabalham nome de Souza como preferência a deputado estadual (Foto: divulgação)
Foi assim no bairro Santo Antônio, em Mossoró, onde os dois candidatos caminharam juntos e conversaram com a população. A ligação entre os dois candidatos não é de hoje.
Souza foi aluno do pai de Betinho Segundo, o deputado federal Betinho Rosado (PP), que antes de entrar na vida pública era professor da antiga Escola de Agronomia de Mossoró (ESAM, hoje UFERSA).
Liderança
“Nessa época, ele ainda não era conhecido como Souza, era o Manoel da Cunha Neto. Da Esam, saiu para se tornar a maior liderança política da Costa Branca, que após tantos anos, vai voltar a ter um deputado estadual”, destaca o deputado.
Por onde passa, Souza ressalta que não é um rosto desconhecido de Mossoró. “Sou acadêmico de Direito da Uern, formei-me na antiga Esam, criei a Associação dos Municípios da Costa Branca, meus avós moraram durante anos no Bom Jardim, onde passei parte de minha infância e como prefeito Mossoró sempre foi parte de um contexto de luta por interesses comuns e regionais”, justifica.
Ela acrescenta, que “caminho por Mossoró com alegria porque Betinho e seu grupo estão abrindo abrindo um espaço para o meu nome. Juntos, teremos mais força para lutar pelo que acreditamos”.
Propostas comuns
Betinho Segundo destaca a defesa por uma estrutura de acesso ao polo Costa Branca e requalificação do porto da região, para que os produtos potiguares deixem de escoar pelo Porto de Pecém, no Ceará.
“Assim como Souza, sou agrônomo e conheço as necessidades dos nossos produtores. Sei das dificuldades e dos caminhos que precisamos percorrer para conquistar avanços numa área tão importante para a nossa economia. É por isso que estamos juntos nessa luta”, argumenta Betinho Segundo.
Betinho: "Maior liderança da Costa Branca" (Foto: divulgação)
A dobradinha de Souza e Betinho Segundo se estende pelas cidades de Tibau, Grossos, Areia Branca, Serra do Mel, Porto do Mangue, Alto do Rodrigues e Mossoró, além do Vale do Açu e Apodi.
“Precisamos lutar pela interiorização do desenvolvimento, tendo Mossoró como polo e como fonte irradiadora de oportunidades na região, com um plano diretor para seu Distrito Industrial”, advoga Souza.
Para ele, só um projeto de desenvolvimento que aponte caminhos “para melhor aproveitamento do calcário, resgate a cultura do caju, salve a fruticultura irrigada, potencialize o turismo, energia eólica e fortaleça o sal com aproveitamento industrial de suas águas mães”, garantirá o futuro regional e do próprio RN. “Essa é a região mais rica do estado, mas seu povo quase não aproveita esse privilégio”, diz.
Com informações da Assessoria de Imprensa de Betinho Segundo.
A candidata ao Senado pela Coligação Liderados pelo Povo, deputada federal Fátima Bezerra (PT), resolveu botar seu candidato preferencial à Câmara Federal – Adriano Gadelha (PT) – debaixo do braço.
Virou questão de honra elegê-lo.
Há concentração de força, esforços e meios para tal fim.
Assim, a disputa na Liderados pelo Povo à chamada Baixa Câmara vira um capítulo à parte.
Ninguém tem dúvidas que o primeiro lugar é de Fábio Faria (PSD), virtual reeleito.
Resta saber se Adriano emplaca a segunda vaga, deixando Betinho Segundo (PP) para trás, ou ocorre resultado inverso.
“Eu preciso olhar para cada um dos meus amigos e dizer que meu único candidato é Betinho Segundo (PP)”.
Rosalba convocou aliados à luta em prol do nome de Betinho (Foto: Twitter)
A frase explícita foi entoada à noite dessa segunda-feira (8), no Sìtio Canto (ou Cantópolis), pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Em Mossoró, em sua primeira reunião política pública na atual campanha eleitoral, ela não estimulou seus seguidores ao apoio a qualquer outro candidato. É Betinho Segundo à Câmara Federal e pronto.
Luta
No amplo pátio da casa onde por incontáveis vezes promoveu encontros políticos – desde os anos 80 – e chegou a morar por muitos anos, Rosalba tentou inflamar os presentes. Convocou-os à luta.
Betinho Segundo é filho do deputado federal e cunhado da governadora, Betinho Rosado (PP). Com candidatura à reeleição impugnada, ele lançou o filho em seu lugar.
A aposta é que a presença de Rosalba possa catapultar Betinho Segundo para expressiva votação no município, onde o pai foi sempre campeão de votos.
Alguns vereadores locais e lideranças de outros municípios prestigiaram o evento. Terminou um pouco comprometido devido chuva que banhou a cidade.
Mês final de campanha, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) entra na disputa.
Esclareçamos: hoje, pela primeira vez, ela estará numa reunião política em defesa de candidato de sua preferência.
A reunião está marcada para as 19h, no Sìtio Canto, propriedade dos herdeiros do ex-governador Dix-sept Rosado, onde sempre foram marcantes os encontros políticos do “rosalbismo”.
Rosalba estará conduzindo motivação e mobilização em prol do agrônomo Betinho Segundo (PP). Ele é candidato a deputado federal e filho do deputado federal Betinho Rosado (PP), seu cunhado.
Sinal amarelo para Mossoró. Sinal amarelo em relação à disputa à Câmara Federal.
Pela primeira em quase 70 anos contínuos, o município com o segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte pode ficar sem eleger um nome nativo à chamada Baixa Câmara. Concorrentes mais competitivos como Sandra Rosado (PSB), Betinho Rosado Segundo (PP) e Fátima Rosado (PMDB) têm semanas decisivas pela frente. Período delicadíssimo.
Fafá e Sandra: direções distintas e um só foco (Foto: Cézar Alves)
Atualmente, Mossoró conta com Sandra e o primo e adversário partidário Betinho Rosado (PP) com mandatos em Brasília.
Porém enfrentam consideráveis dificuldades. Sandra, principalmente, de recursos financeiros elementares para fazer campanha andar até em sua terra natal; Betinho, de mobilidade e sobretudo de transposição de nome.
Sandra é candidata à reeleição; Betinho sequer é candidato. Seu nome foi indeferido pela Justiça Eleitoral e lançou às pressas o filho Betinho Rosado Segundo, “Betinho Segundo”. Praticamente teve que começar nova campanha com o herdeiro, testado pela primeira vez num embate eleitoral.
“Motinha”
Quem estreia também na empreitada federal é a ex-prefeita Fafá Rosado, prima de Sandra e Betinho. Já esteve no grupo de um e de outro parente, mas marcha em faixa própria.
A exemplo dos primos, faz e refaz contas, precisando “estourar” votação em Mossoró e catar apoios expressivos fora. Não é fácil.
Mossoró começou a fincar os pés na Câmara Federal em sequência, ainda à época em que o Distrito Federal era o Rio de Janeiro. Por lá, na sede desse poder, o Palácio Tiradentes, desembarcou Vicente da Mota Neto, “Mota Neto”, o “Motinha” para os mais próximos.
Mota Neto: constituinte de 46 (Foto: Reprodução)
Foi deputado federal Constituinte de 1946 e ganhou outro mandato, com a eleição de Café Filho para vice-presidente de Getúlio Vargas, em 1950. Era seu suplente. Na época, a legislação permitia concorrer a mais de um cargo eletivo e com o duplo sucesso eleitoral de Café, houve abertura de vaga à sua titularidade.
Depois Mossoró teve ainda Dix-huit Rosado, Tarcísio Maia, Vingt Rosado, Laíre Rosado, Múcio Sá, Mário Rosado etc.
Há várias legislaturas, Mossoró vêm mantendo duas cadeiras e já chegou a ter três das oito vagas representativas do Rio Grande do Norte na fase de Brasília como Capital da República.
Eleições difíceis
Na atual campanha, nenhum dos nomes de Mossoró, com mandato ou não, figura entre potenciais eleitos ou favoritos. Podem “surpreender”.
A eleição de Betinho Segundo e Fafá é possível, mas difícil. A reeleição de Sandra, também.
Outros nomes estão registrados, tendo Mossoró como bastião, casos dos advogados Carlos Santana (PSL) e Wellington Barreto (PPS), além do ex-sindicalista Valmir Alves (PT). Bote na conta também Miguel Mossoró (PTC). Procuram somar para suas coligações e sabem como é distante o sonho do Planalto.
Sandra e Fafá fazem parte da mesma coalizão de partidos que apoiam a candidatura do presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), ao Governo do Estado. Uma pode terminar servindo indiretamente e à contragosto à eleição da outra, na soma de votos.
Com Betinho Segundo há outra situação indigesta e complicada. Virou candidato porque o pai não pode ser candidato. Entra na campanha com o “bonde andando” e está numa coligação por não ter outra escolha. Não é caso de opção, mas de compulsória necessidade.
Está na Coligação Liderados pelo Povo, do vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD), adversário político do grupo do seu pai e da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Os três candidatos do clã Rosado parecem dividir para somar, em veredas diferentes. Contudo podem ver a sentença das urnas promover a subtração de espaços de Mossoró na Câmara Federal. Todos sabem disso, mesmo que disfarcem com discursos triunfalistas, a tese de uma vitória certa.
Eventuais eleitos
Hoje, em qualquer lista de eventuais eleitos, aparecem Walter Alves (PMDB), Rafael Motta (PROS), Felipe Maia (DEM) e Zenaide Maia (PR) da Coligação União Pela Mudança.
Sávio Hackradt (PDT), Antônio Jácome (PMN), Sandra Rosado, Rogério Marinho (PSDB), Fafá Rosado, Abraão Lincoln e Paulo Wagner viriam numa escala decrescente correndo atrás de duas cadeiras na mesma aliança.
Betinho Segundo com Robinson: gesto que sobrou (Foto: Divulgação)
Na Coligação Liderados pelo Povo, apenas um candidato tem motivos para sorrir antecipadamente: deputado federal Fábio Faria (PSD). Com possível eleição de dois candidatos a deputado federal, a segunda vaga pode ser de Adriano Gadelha, nome do bolso da candidata ao Senado e atual deputada federal Fátima Bezerra (PT).
À medida que Fátima sobe, puxa Adriano.
Um terceiro nome pode prosperar, mas não é fácil. Betinho Segundo luta para ser na verdade o segundo dessa coligação, visto que uma terceira cadeira seria algo mais dramático.
Sobrinho-afim da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), Betinho é a última esperança dela de ficar, mesmo que indiretamente, com algum mandato. Sairá do governo sem direito à reeleição, não possui mais direta ou indiretamente a Prefeitura de Mossoró e ninguém a representando na Assembleia Legislativa. Betinho Segundo é sua aposta total.
Olhando tudo por outro ângulo diametralmente oposto, os Rosado sairiam bastante fortalecidos sob outra realidade: a eleição de Sandra, Betinho Segundo e Fafá, apesar de tantos percalços recentes. Não é impossível, mas é pouco possível.
SEM PREFEITURA – Vale ser assinalado, que depois de mais de 40 anos contínuos como inquilino direto ou indireto da Prefeitura de Mossoró, espécie de “Casa Grande” e símbolo de seu poder paroquial, os Rosado estão do lado de fora da Municipalidade. O prefeito Francisco José Júnior (PSD), após ser aliado de todos, sentou na cadeira de prefeito e tem candidatos próprios à Câmara Federal e Assembleia Legislativa. São “importados”, sem ligação alguma com o clã ou familiaridade com Mossoró e seu entorno.
É um novo tempo?
O passado já está escrito, como o distante ano de 1958, quando os irmãos Vingt e Dix-huit Rosado foram respectivamente candidatos a deputado estadual e Senado da República, sendo eleitos, ao lado do primo Tarcísio Maia, ungido à Câmara Federal.
Tomando Mossoró como base, os três formaram uma chapa informal conhecida como “DTV” (iniciais de Dix-huit, Tarcísio e Vingt), botando Mossoró no mapa da representatividade nas três casas legislativas. Estavam juntos, que se diga.
Quanto ao futuro, é aguardar. Ele pertence às urnas.
Em concentração pública hoje à noite no Alto de São Manoel, uma das áreas mais populosas de Mossoró, o prefeito Francisco José Júnior (PSD) voltou a apresentar seus candidatos à população. Mas aproveitou também para desabafar.
Prefeito discursou para mostrar que não se intimidaria (Foto: divulgação)
Disse que é vítima de cerco da elite política mossoroense, assentado num eixo eminentemente familiar, ou seja, o clã Rosado, que se divide e continua homogêneo no propósito de se perpetuar no poder no município.
“Todos se juntaram contra o prefeito, mas eu estou com Deus e com o povo”, pregou o prefeito.
“Agressão a gente responde com oração e com trabalho”, exaltou.
Francisco José esteve ladeado pelo candidato a deputado estadual Galeno Torquato (PSD), que passou a apoiar em Mossoró, desde que não conseguiu viabilizar legalmente a candidatura do seu pai, ex-deputado estadual Francisco José (PROS).
Desafio
“Meu pai foi boicotado porque seria o deputado mais votado de Mossoró. Ele seria o enfermeiro do povo, mas agora nós temos Galeno que será o médico do povo”, converteu o prefeito
Garantiu que continua com o mesmo palanque de sua vitória à prefeitura em maio deste ano e desafiou adversários: “Eu só estou conseguindo trabalhar porque não tenho rabo preso”.
Acompanharam o prefeito, além de Galeno (ex-prefeito de São Miguel, que disputa pela primeira vez uma vaga na Assembleia Legislativa), os vereadores Manoel Bezerra (DEM), Cìcera Nogueira (PSD), Jório Nogueira (PSD) e Claudionor dos Santos (PMDB).
Além deles, o ex-deputado Francisco José e o candidato a deputado federal Betinho Rosado Segundo (PP).
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) confirmou, em sessão realizada na tarde desta terça-feira (19/08), o registro da candidatura de Betinho Rosado Segundo (PP) à Câmara dos Deputados. A corte confirmou a postulação do progressista por unanimidade dos votos.
Betinho, Betinho Segundo e Robinson no Comitê 55 (Foto: divulgação)
Betinho Rosado Segundo inicialmente seria candidato a deputado estadual, mas acabou aceitando a convocação de seu partido para substituir seu pai, o deputado federal Betinho Rosado (PP), que teve o registro da candidatura negado pela Justiça Eleitoral.
Agora, o candidato promete intensificar a campanha e o contato com os eleitores.
Comitê
“Nós já estamos percorrendo todo o Rio Grande do Norte, conversando com as lideranças que nos apoiam e, principalmente, com os eleitores. Agora vamos intensificar esse trabalho”, disse Betinho Rosado Segundo, que se mostra otimista com sua candidatura.
“Todos os prefeitos e amigos que estavam apoiando meu pai confirmaram a defesa do nosso nome e estão multiplicando os esforços para que possamos ter uma bela vitória”, disse.
Ontem (segunda-feira, 18), ele compareceu ao “Comitê 55”, casa que sedia a campanha da chapa majoritária da Coligação Liderados pelo Povo em Mossoró.
Esteve ao lado dos candidatos Robinson Faria (PSD) e Fátima Bezerra, respectivamente nomes ao Governo do Estado e Senado da República.
Com informações da Assessoria de Imprensa de Betinho Segundo.
Durante a reunião com seus amigos e correligionários de Mossoró, o deputado federal Betinho Rosado (PP) voltou a citar a governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Foi à noite dessa segunda-feira (11), em sua casa, no bairro Nova Betânia em Mossoró.
Betinho reafirmou que Rosalba participará de campanha (Foto: divulgação)
Disse que ela tem feito uma boa administração e que recuperou as finanças do Estado, mas teve tirado por seu próprio partido o direito legítimo de defender seu governo e buscar a renovação de seu mandato.
O deputado enalteceu a força política de Rosalba Ciarlini, que foi prefeita de Mossoró por três oportunidades e assegurou que ela é a maior liderança política de Mossoró.
Betinho Segundo
“A governadora é a maior eleitora de Mossoró e em breve ela estará conosco, percorrendo as ruas da cidade, conversando com os amigos e defendendo a candidatura de Betinho Segundo”, afirmou.
Na ocasião, Betinho lançou o seu filho – Betinho Segundo (PP) – como seu substituto na disputa à Câmara Federal.
Betinho Rosado foi impedido de ser candidato pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em recente decisão, que o tornou inelegível por constar em lista do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Ele teria situação até aqui insanável, conforme interpretação do TCE, em processo ainda do tempo em que fora secretário estadual da Educação, Governo Wilma de Faria (PSB).
O engenheiro agrônomo Betinho Segundo (PP) terá apresentada oficialmente sua candidatura a deputado federal, à militância, hoje à noite.
Será em Mossoró, na casa dos seus pais, no bairro Nova Betânia, a partir das 18h.
Ele substitui o pai e deputado federal Betinho Rosado (PP), que teve candidatura à reeleição impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) à semana passada.
Reunido com demais lideranças do seu grupo, irmão e chefe de Gabinete do Estado Carlos Augusto Rosado (DEM) e com a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), optou pela troca.
Betinho Segundo é o nome do rosalbismo à Câmara Federal.
A bancada federal do RN poderá ser formada somente por familiares dos atuais deputados. Deverão ser eleitos: O filho de Garibaldi (Walter Alves); o filho de Ricardo Motta (Rafael Motta); o filho de Robinson Faria (Fábio Faria); o filho de José Agripino (Felipe Maia); a irmã de João Maia (Zenaide Maia). Esses, estariam virtualmente eleitos.
Outros
Lutam também por uma vaga em Brasília, a filha de Vingt Rosado (Sandra Rosado); a o neto de Djalma Marinho (Rogério Marinho) e outros que têm parentesco com lideranças atuais ou antigas das famílias políticas do RN. Ao final de tudo, somos uma grande família.
Mudança
O deputado federal Betinho Rosado foi excluído da eleição por força da lei da Ficha Limpa. Resolveu o problema em casa: indicou seu filho, Betinho Segundo, para ser candidato em seu lugar. Pelo tempo e pela dificuldade de visibilidade, o filho não deverá ter a mesma votação aguardada para o pai, estimada na faixa dos 100 mil votos.
Há pesquisas internas apontando que Adriano Gadelha (PT) pode ser uma surpresa à Câmara Federal nas eleições de outubro.Gadelha: nome viável (Foto: divulgação)
Ninguém admite de público, mas na prática, “ele é o federal de Fátima” à disputa.
A atual deputada federal Fátima Bezerra (PT) evita se pronunciar assim, para aplacar ciumeiras e intrigas internas, mas é ele – sim.
Gadelha, paraibano de Sousa, é chefe de gabinete de Fátima nos cinco mandatos da parlamentar.
Nota do Blog – Com o deputado federal Betinho Rosado (PP) saindo de cena, para ser substituído pelo filho Betinho Segundo (PP) – veja AQUI -, a disputa na Coligação Liderados pelo Povo à Câmara Federal deverá esquentar.
O Partido Progressista (PP) acaba de oficializar o pedido de substituição de candidatura a deputada federal de Betinho Rosado por Betinho Segundo.Betinho Segundo: em nome do pai (Foto: reprodução de redes sociais)
A documentação foi protocolada agora pouco no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).
Primeiro, o PP oficializou a desistência de candidatura de Betinho Segundo a deputado estadual, que estava deferida pela Corte Eleitoral. Em seguida, o documento que pede a sua inclusão na chapa de deputado federal, na coligação que tem PSD e PT, dentre outros.
Agora, espera-se o deferimento da candidatura de Betinho Segundo para ser lançada a sua campanha, que será coordenada pelo pai deputado.
Betinho Segundo foi convencido a aceitar o desafio durante reuniu na tarde desta quarta-feira (6). Betinho Rosado mostrou a importância do grupo preservar o mandato na Câmara dos Deputados. Os argumentos o convenceram, apesar de certa resistência.