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“Bolsopetismo” fracassa em mais duas ações para cassar Allyson

Ilustração de IA - BCS
Ilustração com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Fracassaram pela via judicial mais duas tentativas de alteração do resultado das eleições municipais de Mossoró no ano passado. O juiz Cláudio Mendes Junior, da 33ª Zona Eleitoral, julgou nesta sexta-feira (23) que são improcedentes duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) contra o prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), e o vice-prefeito eleito Marcos Medeiros (PSD). Eles foram denunciados por abuso de poder político, econômico e midiático.

As ações foram apresentadas pelos candidatos a prefeito e vice da Coligação Mossoró de Verdade, Lawrence Amorim (PSDB) e Carmem Júlia Montenegro (MDB), além do Partido Liberal (PL) de Mossoró e seus candidatos a prefeito e vice, Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL). Ou seja, mais uma investida da bizarra combinação política “bolsopetista”, que misturou ‘adversários’ bolsonaristas e petistas na campanha e depois dela, contra a chapa governista.

Alegavam que os Allyson Bezerra e Marcos Medeiros teriam se beneficiado da máquina pública e mídia, alterando o curso das eleições. Simplificando: a derrota acachapante de ambas as chapas não tinha relação direta com a anemia eleitoral que demonstraram nas urnas. Um insulto à inteligência alheia.

O magistrado concluiu não existirem elementos suficientes para comprovação do que fora descrito nos autos de ambas AIJE’s. Negou todos os pedidos formulados nas ações.

O juiz, a propósito, seguiu parecer do próprio Ministério Público Eleitoral (MPE), que teve essa interpretação dos elementos colhidos.

‘Arrendados’ pelo PT, que temia passar vexame com candidatura própria, Lawrence e Carmem Júlia foram derrotados pela chapa Allyson-Marcos. Maioria imposta a eles chegou a 97.006 votos. Já a banda bolsonarista programada para perder, Genivan-Nayara, experimentou soterramento ainda mais impiedoso e humilhante: 102.102 votos de vantagem para a dupla Allyson-Marcos que empilhou 113.121 votos.

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Fátima junta simpatizantes e sua base política no fim de semana

Governadora dedicou agenda especial para interagir com forças políticas e amigos na região (Fotomontagem do BCS)
Governadora dedicou agenda especial para interagir com forças políticas e amigos na região (Fotomontagem do BCS)

Andar é preciso.

A governadora Fátima Bezerra (PT) aportou o fim de semana em Mossoró/Tibau/Grossos.

Cumpriu agenda administrativa com entrega da pavimentação da avenida litorânea Dehon Caenga entre Tibau e Grossos, conversou com setores produtivos e, principalmente, reuniu-se com sua base política e outros convidados.

No sábado (18), na casa do advogado Lindocastro Nogueira. No domingo (19), na residência do casal Laíre Rosado-Sandra Rosado, ex-deputados federais. Ambos compromissos em Tibau, a 42 km de Mossoró.

Nas confrarias, além dos anfitriões, presenças ainda da vereadora Marleide Cunha (PT), ex-deputada estadual e ex-vereadora Larissa Rosado (PSB), ex-candidato a prefeito de Mossoró Lawrence Amorim (PSDB), reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) Rodrigo Codes, Franklin Robso (ex-candidato a vereador pelo Avante em Mossoró), ex-vereadora em Mossoró Carmem Júlia (MDB), ex-secretário de Educação do RN Pedro Almeida Duarte, jornalista social Chrystian de Saboya, deputada estadual Isolda Dantas (PT), deputado estadual Ivanilson Oliveira (UB), Tetê Bezerra (irmã da governadora) etc.

Andar é preciso.

“Bolsopetismo” de Mossoró é mistura estranha, mas com objetivo claro

Por William Robson

Arte ilustrativa da Origensbio
Arte ilustrativa da Origensbio

É possível pensar o bolsonarismo e o petismo juntos? Não falando exatamente da coligação que ocorre em 85 cidades brasileiras, onde o PT e o PL são aliados. Trata-se de cooperação de dois campos políticos antagônicos, quando a água e o óleo se misturam na pior das hipóteses. Em Mossoró, bolsonaristas e petistas andam de mãos dadas em situações políticas extremamente complexas.

Na cidade, a aliança é denominada de “bolsopetismo” e se manifesta de várias formas. A primeira delas deu-se quando o PT abriu mão de sua candidatura (mesmo com o suporte dos governos federal e estadual) para apoiar um candidato que foi da linha de frente da campanha do arquirrival. O presidente da Câmara, Lawrence Amorim (PSDB), pediu votos para Bolsonaro em 2022, não se identifica com o PT e até afirmou à época:

“Fui prefeito durante seis anos do governo do PT e sei que os municípios tinham muita dificuldade”, relatou em vídeo nas redes sociais, apagado após o acordo. “Os prefeitos estavam de pires na mão em Brasília. Hoje [com Bolsonaro], a realidade é outra, nenhum município tem salários em atraso, porque existe hoje mais Brasil e menos Brasília”.

Quando a governadora Fátima Bezerra (PT) e a deputada estadual Isolda Dantas (PT) apertaram a mão de Lawrence, em junho, selando o enlace, o vídeo desapareceu de suas redes. Outros, no mesmo diapasão, também.

O “bolsopetismo” celebrado irritou parte do petismo mais puro, a exemplo da secretária de Juventude do PT Mossoró, Ana Flávia, demonstrando total contrariedade (veja AQUI). Foi voto vencido. Até mesmo a vereadora Marleide Cunha (PT), feroz lutadora antibolsonarista, encarregou-se de dar um tapa no visual de Lawrence, suavizando suas convicções, a ponto de tentar dobrá-lo delas:

“Essa mentira será desconstruída, porque Lawrence é do time de Lula”, referiu-se em comício, há poucos dias, sem fazer qualquer alusão às recentes posturas do agora aliado.

Bolsonarismo e petismo se unem por conveniência e por fins que fazem ambos se tornarem palatáveis entre si. A rigor, o ex-presidente Bolsonaro tem seu candidato em Mossoró. É o empresário e ex-vereador Genivan Vale (PL). Lula, por sua vez, emerge no horário eleitoral pedindo votos para Lawrence. Parecem candidaturas adversas até perceber-se a patente união.

É o caso das vices de ambos os candidatos, que cumpriram agendas juntas e até recorreram ao “collab”, ferramenta do Instagram que permite a mesma publicação em contas diferentes. A bolsonarista-raiz Nayara Gadelha (PL), vice de Genivan, e a vereadora Carmem Júlia (MDB), vice de Lawrence, são “oponentes” que fazem campanhas unidas (veja AQUI). Ou seja, falam a mesma língua e expõem o projeto bolsopetista em que há apenas um inimigo.

Neste núcleo complexo, o inimigo é o prefeito Allyson Bezerra (UB). A expressão “inimigo” pode ser pesada, porém foi aplicada pelo agrupamento para classificar o gestor atual.

Por outro lado, o campo progressista, do qual o PT mossoroense abriu mão, segue ocupado pelo candidato Victor Hugo (UP). Ele foi o maior destaque do debate da TCM, a ponto de relacionar os candidatos bolsopetistas aos acordos mais distintos: com grupos antagônicos, oligarquias e até mesmo de integrar a gestão que agora criticam por quase sua totalidade.

“Todos aqui são farinha do mesmo saco e se passam por oposição”, afirmou ele.

Leia tambémAliança “Bolsopetista” é desmanchada por esquerda de Victor Hugo

Leia tambémCampanhas de Lawrence e Genivan fazem agenda juntas

Victor lembrou que Genivan é apoiado pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini Rosado (PP), e que Lawrence “faz parte de uma família que manda no Alto Oeste há quase 60 anos (…) e querem (sic) também mandar aqui”. Assim, não poderiam propor algo novo.

Por fim, a aliança bolsopetista agora ameniza as falas bolsonaristas de Genivan — antes considerado radical, negacionista e antivacina. E, na mesma trincheira, Lawrence virou a “esperança” lulista. Deu para entender?

Leia também: Qual o peso de Lula e Bolsonaro nas eleições de Mossoró?

William Robson é jornalista e professor. Doutor em Jornalismo (UFSC) e mestre em Estudos da Mídia (UFRN)

*Texto originalmente publicado no jornal/portal Agora RN de Natal.

Victor Hugo é intimidado por mãe de candidata a vice de Lawrence

Izabel Montenegro (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, ataca outra vez. Depois de segunda-feira (2) convocar católicos mossoroenses a uma luta contra a comunidade evangélica (veja AQUI), agora tenta intimidar o jovem Victor Hugo Sousa (UP), candidato a prefeito.

Após debate promovido pela TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), Canal 10, com candidatos a prefeito do município, ela despejou comentário na parte interna do Instagram de Victor Hugo, irritada com o destaque dele no programa (veja AQUI).

– “Você foi péssimo, agressivo. Se ligue, não devia estar aí”- avisou.

Por meio das redes sociais, Victor Hugo respondeu:

– “A ex-presidenta da Câmara dos Vereadores, que foi condenada a 30 anos de prisão (veja AQUI), Izabel Montenegro, do MDB, mãe de Carmem Julia (MDB), vice na chapa do Lawrence Amorim (PSB), nos enviou mensagens na tentativa de nos intimidar após o debate de ontem na TCM.”

Ao lado do seu vice Renan Marrocos (UP), o candidato sequenciou sua reação (veja vídeo completo nesta postagem), enquadrando a ex-vereadora que também é uma das principais fiadoras e coordenadoras da chapa Lawrence-Carmem.

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Doação de leite e saúde mental materna são focos de projetos

Na sessão desta quarta-feira (26), o plenário da Câmara Municipal de Mossoró aprovou dois projetos de lei da vereadora Carmem Júlia (MDB). Ambos são de apoio à maternidade e, com a aprovação, foram encaminhados à sanção do Executivo.

Carmem Júlia é vereadora do MDB (Foto: Edilberto Barros)
Carmem Júlia é vereadora do MDB (Foto: Edilberto Barros)

O projeto de lei 141/2021 institui a Campanha Permanente de Conscientização para Doação de Leite Materno em Mossoró.

A ser realizada em unidades de saúde, a campanha visa incentivar a doação de leite humano e a expansão da coleta de leite.

“Compreenderá desde o pré-natal da gestante até o acompanhamento médico pós-parto”, informa Carmem Júlia, que destaca a importância do leite materno para a saúde de qualquer bebê.

Saúde mental materna

O outro projeto de lei aprovado (40/2023) institui em Mossoró o Mês Maio Furta-Cor, dedicado à conscientização, incentivo ao cuidado e promoção da saúde mental materna.

Através de seminários, material informativo e outras ações, a campanha objetiva, além da conscientização, incentivar o engajamento do Poder Público e da sociedade civil organizada.

“Estima-se que uma em cada quatro mulheres sofram de depressão pós-parto, sendo que mais da metade desses casos já estão presentes na gestação, porém não diagnosticadas, muito menos tratadas adequadamente e em tempo”, alerta Carmem Júlia.

O nome da campanha se deve a maio (Dia das Mães) e à tonalidade da cor, que se altera de acordo com a luz que recebe, sem haver cor absoluta para aquele que lança o olhar.

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Assistentes sociais apresentam pauta e comissão é formada

Em audiência pública na manhã de hoje (quinta-feira, 13), na Câmara Municipal de Mossoró, assistentes sociais apresentaram reivindicações da categoria em Mossoró: criação e cumprimento de piso salarial e de Plano de Cargos, Carreira e Salários; inserção do profissional assistente social na educação básica e no programa Estratégia da Família, além de realização de concurso público pela Prefeitura de Mossoró.

Assistentes sociais ocuparam espaço hoje na Câmara Municipal de Mossoró (Foto: Edilberto Barros)
Assistentes sociais ocuparam espaço hoje na Câmara Municipal de Mossoró (Foto: Edilberto Barros)

A categoria também pleiteou melhor condição de trabalho. Segundo a coordenadora do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS/RN), Karina Gadelha, há sucateamento de equipamentos, carência de profissionais e defasagem salarial. Ressaltou a importância da atuação dos profissionais. “Assistentes sociais são parceiros das políticas e defensor dos direitos dos usuários”, frisou.

Representante da Prefeitura de Mossoró na reunião, a psicóloga Naiara Mota assegurou que a gestão municipal é sensível às reivindicações da categoria. Informou que o governo está criando comissões internas para discutir quais reivindicações que podem ser atendidas de forma mais rápida e quais necessitam de mais amadurecimento. “Reforço a disposição de diálogo da gestão municipal com a categoria”, assegurou.

Participação

A audiência pública foi presidida pelo proponente da reunião, vereador Professor Francisco Carlos (Avante).

Participaram os vereadores Tony Fernandes (Solidariedade), Omar Nogueira (Patriota), Pablo Aires (PSB), Paulo Igo (Solidariedade), Larissa Rosado (União Brasil), Marleide Cunha (PT) e Carmem Júlia (MDB), promotor de Justiça Sasha Alves, Eliete Vieira (presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró), entre outros (a).

Ao final da reunião, uma comissão foi criada para nos próximos meses debater as questões levantadas, avançoes e eventuais obstruções.

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Oposição freia urgência em projeto; governismo sai de plenário

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Mossoró derrubou pedido de urgência para votação do Projeto de Lei Ordinária do Executivo – 23/2022. Ele regulamenta os arts. 19 e 20 da Emenda à Lei Orgânica nº 11, de 25 de fevereiro deste ano, para “fixar os fundamentos legais do Regime de Previdência Complementar no âmbito do Município de Mossoró, autoriza a adesão a plano de benefícios de previdência complementar e dá outras providências”.previdencia-complementar-pos-reforma-da-previdencia

A matéria enviada pelo Executivo teve votos contrários de duas oposicionistas. Requerimento de urgência especial foi apresentado pelo líder governista Genilson Alves (Pros) e subscrito por outros 8 parlamentares.

O vereador governista e presidente da  comissão, Raério Araújo (PSD), votou a favor da urgência especial. Já Carmem Júlia (MDB) e Marleide Cunha (PT) foram contrárias.

Em protesto, Genilson Alves orientou que a bancada esvaziasse o plenário, ocorrendo falta de quórum.

Suplentes

Dois dos membros titulares da CCJR não estavam presentes na hora da votação, na sessão dessa quarta-feira (23). A vice-presidente Larissa Rosado (PSDB) tinha saído do plenário e o secretário Cabo Tony Fernandes (Solidariedade) justificou previamente sua ausência. As suplentes Carmem Júlia e Marleide Cunha foram convocadas e votaram.

Como a CCJR rejeitou o pedido de urgência especial, o projeto terá que – necessariamente – tramitar normalmente nas comissões, dentro de um prazo de 30 dias.

O que é uma Previdência Complementar? O Regime de Previdência Complementar (RPC) tem o objetivo de oferecer proteção a mais ao trabalhador durante a aposentadoria. É, portanto, uma segurança previdenciária adicional.

A adesão ao modelo foi uma das medidas aprovadas em caráter obrigatório na reforma nacional da Previdência, em 2019. Sua não aprovação pelos entes federados (como o município) implica, por exemplo, no não recebimento de transferências voluntárias da União. A prefeitura fica impedida de celebrar acordos e convênios com órgãos do governo federal e ainda obter empréstimos com instituições financeiras.

Leia também: Mais de mil municípios podem ficar sem receber recursos federais.

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Vereadores pedem instalação de Conselho de Ética

decoro-parlamentar-ogGrupo de vereadores solicitou à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró, nesta quarta-feira (15), instalação do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. O pedido ocorre após repercussão de falas do vereador Raério Araújo (PSD), que, na sessão de terça-feira (14), usou termos como “mulher ruim e baitola” (veja AQUI).

A Câmara já dispõe de Conselho de Ética, mas falta a indicação dos membros. O colegiado age conforme a Resolução 10/2015, que institui princípios éticos e regras básicas de decoro para a conduta dos parlamentares na Casa. Cabe às lideranças das bancadas a indicação dos componentes do Conselho de Ética.

Assinado por dez vereadores e vereadoras, o memorando nº 46/2021 – GVPA diz ser “urgente a necessidade que a comissão  seja instalada e que comportamentos não coerentes com a boa convivência sejam rechaçados e punidos com rigor em respeito à Câmara Municipal de Mossoró e à população”.

Falta de civilidade

Ainda conforme o documento, há “reiterado comportamento de parlamentares faltando com o decoro parlamentar em seus pronunciamentos” e que “a falta de civilidade e educação em discursos atinge não só os parlamentares, mas toda a população, que, por meio de impostos, financia a instituição”.

O memorando é assinado pelos vereadores Pablo Aires (PSB), Marleide Cunha (PT), Carmem Julia (MDB), Larissa Rosado (PSDB), Francisco Carlos (PP), Tony Fernandes (Solidariedade), Isaac da Casca (DC), Edson Carlos (Cidadania), Zé Peixeiro (PP) e Didi de Arnor (Republicanos). A Mesa Diretora se comprometeu na adoção de providências para instalação do Conselho de Ética.

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