Rosalba posa com aliados no Sítio Cantópolis (Foto: redes sociais)
Para quem não enxergava movimentações da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) com vistas às eleições do próximo ano, já pode catalogar algo: reunião dela com lideranças comunitárias.
Rosalba recebeu um grupo de pessoas que lhe acompanham politicamente há tempos.
Café da manhã no Sítio Cantópolis nessa sexta-feira (09), propriedade de sua família que se localiza na área central da cidade, à margem esquerda do rio Mossoró.
Além dos comunitários, os ex-vereadores Aline Couto e Celso Lanches.
A última vez em que ela apareceu em programação política foi prestigiando evento dos 101 anos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), em Mossoró (veja AQUI), dia 4 de maio.
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Os ex-vereadores Antônio Celso de Azevedo da Silva (Celson Lanches) e Tassyo Mardonny trabalham em afinação de olho nas eleições municipais de Mossoró em 2024.
Querem retornar à Câmara Municipal.
Mas, sabem que o grau de dificuldades com o fim das coligações, o dispositivo de sobras e a obrigação de obter pelo menos 20% do quociente eleitoral, para ser eleito, estreitam sobremodo a porta de entrada desse poder.
De fato.
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Pelo menos 17 vereadores da atual legislatura na Câmara Municipal de Mossoró reagem conjuntamente, subscrevendo uma Nota de Esclarecimento, em contraponto à decisão do presidente desse poder, vereador Jório Nogueira (PSD), de exonerar quase todos os assessores dos parlamentares, deixando cada um apenas com seu Chefe de Gabinete.
Eles também questionam e censuram justificativas às exonerações, que Jório Nogueira apresentou através de texto oficial distribuído à tarde de hoje à imprensa, denominado de “Comunicado da Presidência” (veja AQUI).
Fundação com custo da ordem de R$ 600 mil este ano é questionada na nota contra Jório (Foto: CMM)
Abaixo, na Nota de Esclarecimento, os vereadores apontam indícios de má gestão e favorecimentos, que na verdade estariam comprometendo as finanças do Legislativo:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Os vereadores da Câmara Municipal de Mossoró que subscrevem este documento, vem a público em primeiro lugar para se solidarizar com os 126 homens e mulheres, trabalhadores, que se esforçam para servir à Mossoró e que, justamente no mês natalino, recebem através de redes sociais a notícia de que foram demitidos, sem receber seus direitos trabalhistas e sem prévia comunicação, colocando-os em muita dificuldade.
Queremos também repudiar nota emitida pela Presidência da Câmara municipal e solicitar esclarecimentos ao vereador Jório Nogueira quanto ao desastre da sua gestão financeira e orçamentária.
O presidente divulgou inicialmente que a Casa precisava demitir assessores dos gabinetes dos vereadores, para solucionar o déficit orçamentário e financeiro estimado em R$ 1,5 milhão. Agora, poucos dias depois, indica que a necessidade de ajuste é da ordem de R$ 1,085 milhão.
Os vereadores exigem explicações em relação aos seguintes questões:
1. Qual o motivo pelo qual a gestão não identificou e divulgou esse problema no início de sua gestão em 2015, propondo e discutindo os ajustes necessários?;
2. No mês de abril de 2016, o presidente declarou, na Presença todos os vereadores, que não havia problema financeiros ou orçamentários na casa. Ele não sabia o que estava acontecendo ou estava mentindo?;
3. Se não havia dinheiro para assumir as despesas, como a gestão criou, ainda em 2015, a Fundação Aldenor Nogueira, que custa R$ 600.000 por ano?;
4. A situação não é justificável, pois a Casa recuperou R$ 800 mil de crédito junto ao INSS. Some-se a esse valor, cerca de R$ 2,3 milhões, que constavam no orçamento para pagamento da verba indenizatória e despesas com comunicação que não efetuadas, totalizando R$ 3,1 milhões de “folga” financeira e orçamentária;
5. Além disso, registram-se aposentadorias de diversos servidores efetivos;
6. Contudo, ao contrário de apresentar saldo, o presidente apresenta um déficit de R$ 1,085 milhão, fato incompreensível;
7. Com a realização de demissão em massa no último mês do ano, Jório vai deixar os recursos necessários para pagamento de todas as rescisões trabalhistas, com indenizações por férias, 1/3 de férias, etc?;
8. O presidente não apresentou justificativas para diversas despesas realizadas, sem as quais a situação seria totalmente diferente, prefere tentar esconder sua incompetência gerencial no termo “gestões anteriores”, sem assumir que aumentou as despesas da casa;
9. O presidente fala que “reconheceu dívida com o Instituto de Previdência dos Servidores da Prefeitura de Mossoró”. A dívida é do exercício corrente, sob comando do próprio Jório Nogueira, que atrasou o pagamento;
10. Jório afirma ainda que o sétimo assessor causou “déficit”, mas não informa que, mesmo com orçamento menor, até 2013 todos os gabinetes tinham 07 (sete) assessores;
11. Jório não explica por que paga gratificação a cargos comissionados, ou porque antecipou seletivamente o pagamento a diversas pessoas que foram demitidas e, ainda mais por que pagou em dinheiro a licença prêmio-vencida (servidor, que foi um dos coordenadores da campanha do presidente, vendeu a licença prêmio). Isso é legal?;
12. Em crise financeira, Jório indenizou as férias da servidora Renata Isadora Melo da Silva (namorada do filho do procurador da Casa), num total de R$ 11.995,20, no mês de outubro, conforme consta no Portal da Transparência;
13. Em 2014, a Casa gastava em média R$ 18,7 mil por mês com aluguel; em 2015 saltou para R$ 23,4 mil; e em 2016 saltou para impressionantes R$ 31 mil por mês;
14. Em sua gestão, a empresa BARBARA GRACIELY DA SILVA BEZERRA recebeu na gestão do atual presidente quase R$ 100.000 para manutenção dos ar-condicionado do plenário. Quantas máquinas foram assistidas? Pois dos gabinetes é custeada pelos vereadores.
15. Mesmo não compreendendo essa situação, pela qual exigimos explicações, convidamos o presidente para que ele apresentasse documentos oficiais com a situação, para discutirmos propostas para solucionar esse desastre gerencial, porém não obtivemos.
16. Entre outras possibilidades, a Casa deve rescindir contratos com empresas privadas em valor equivalente à necessidade orçamentária, já que estamos para encerrar o ano legislativo, que recomeçará em fevereiro de 2017. Nesse caso, é possível suspender despesas com manutenção dos gabinetes, material de expediente, limpeza e segurança, entre outras.
17. Se o presidente é tão honesto quanto diz, por qual motivo NUNCA respeitou o Art. 52, VIII da Lei Orgânica do Município e Art. 26, VII, C e Art. 37 do Regimento Interno, que determina que a Mesa Diretora apresente prestação de contas do mês anterior em plenário, apesar de exaustivamente cobrado pelos edis?
18. Para finalizar, o repasse mensal do Duodécimo em 2014 foi de R$ 1.369.409,05; em 2015 saltou para R$ 1.478.307,10; já em 2016, até outubro, o repasse mensal ficou em R$ 1.563.236,03. Aumento de cerca de R$ 200.000 mensais de 2014 para 2016.
Percebe-se que a palavra crise financeira não caberia para a gestão Jório Nogueira, que viu seus repasses aumentar mês a mês.
Alex do Frango, Alex Moacir, Celso Lanches, Cícera Nogueira, Flávio Tácito, Francisco Carlos, Genilson Alves, Genivan Vale, Heró Alves, Izabel Montenegro, Lahyre Neto, Lucélio Guilherme, Nacízio Silva, Ricardo de Dodoca, Soldado Jadson, Tassyo Mardony, Vingt-Un Rosado.
Os vereadores Tomaz Neto (PDT), Manoel Bezerra (PRTB) e Claudionor dos Santos (PEN) não endossaram a nota.
Nota do Blog – O conteúdo desta nota é nitroglicerina pura. Ministério Público, sinta-se provocado. Ou não?
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Os vereadores eleitos no último dia 2 de outubro à próxima legislatura na Câmara Municipal de Mossoró, Didi de Arnor (PRB) e Zé Peixeiro (PTC), bem como o reeleito Manoel Bezerra de Maria (PRTB), estão com seriíssimas dificuldades no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Didi têm até hoje para responder ao Edital de Intimação nº010, publicado no último dia 25 (sexta-feira). Manoel e Zé Peixeiro, respectivamente intimados pelos editais de números 012 e 011, no sábado (26), terão até amanhã para apresentação de defesa.
A Justiça Eleitoral exige de cada um que “apresente novos documentos (…) que possam sanar ou justificar” os problemas identificados na prestação de contas.
Se não conseguirem resolver os impasses, eles estarão sujeitos à “desaprovação das contas apresentadas”. Daí, estarão comprometidos à diplomação/posse/mandato.
Números
Didi de Arnor apresentou uma prestação de contas no valor de R$ 6.359.50.
Zé Peixeiro foi mais além com R$ 113.813,20.
Enquanto Manoel Bezerra de Maria registrou R$ 49.757,00.
Édson Duarte Morais, o “Didi de Arnor”, foi eleito com 1.021 votos e seu partido não fez coligação alguma, optando por nominata própria. Ele foi o segundo mais votado, ficando atrás de Raério Dantas, o “Raério Cabeção”, que empalmou 1.431 votos.
O primeiro suplente é Gilson Cardoso (PRB), que amealhou 944 votos.
Já José Domingos Gondim, o “Zé Peixeiro”, foi o campeão de votos no pleito mossoroense com 2.802 votos, integrando a coligação formada por PRTB, PTC, PPS e PSC.
Chapa majoritária
Manoel Bezerra reelegeu-se e foi o segundo mais votado da mesma coligação de Zé Peixeiro, com 1.925 votos.
Se os dois não vencerem os embaraços judiciais, assumirão os suplentes Ramilson Mendonça Martins, “Mimiu” (PSC), que teve 1.290 votos e Celso Lanches (Antônio Celso de Azevedo da Silva), vereador que não se reelegeu, inscrito também no PSC. Ele somou 996 votos.
Outros candidatos ainda podem ser intimados pela Justiça Eleitoral. Antes deles, Petras Vinícius (DEM) e João Gentil (PV) foram questionados, além do reeleito Flávio Tácito (PPL).
A própria chapa majoritária vencedora, encabeçada pela prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP), está sob apuração de situações suspeitas (veja AQUI).
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O PPS, com seus oito candidatos a vereador, oficializou agora à tarde anuncio de novo apoio à Prefeitura de Mossoró. Desembarca na candidatura da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP).
Rosalba, Wellington e Beto: PPS noutra campanha (Foto: Twitter)
Rosalba e o deputado federal Beto Rosado (PP) participaram de reunião com a comitiva do PPS.
Presidido por Wellington Barreto, advogado, ex-vereador e ex-auxiliar de Rosalba em uma de suas gestões municipais, o PPS apoiava a candidatura do prefeito e até então candidato à reeleição Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”. Com sua desistência (veja AQUI), o PPS decidiu internamente migrar para Rosalba.
Liderados Pelo Povo II
O PPS ficou alojado na Coligação Liderados Pelo Povo II, onde estão ainda o PRTB, PTC e PSC.
Nessa coligação desenhada pelo prefeito Francisco José Júnior, estão os vereadores Celso Lanches (PSC) e Manoel Bezerra (PRTB), além do ex-vereador Zé Peixeiro (PTC).
O vereador Heró Silva (PTC) também estava nessa coligação. Porém acabou desistindo do projeto próprio de reeleição para apoiar o presidente da Câmara Municipal Jório Nogueira (PSD) e o candidato a prefeito Tião Couto (PSDB), da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor.
Celso com Rosalba
Dos vereadores que tentam a reeleição nessa coligação, Celso tem apoio encaminhado à Rosalba. Deverá anunciar até amanhã. Já Manoel antecipou essa semana desembarque na candidatura de Tião.
Ao todo, a Liderados Pelo Povo II apresentou nominata de 24 candidatos a vereador, que sofreu profundo abalo com a desistência de Francisco, que a deixou sem qualquer referência (veja AQUI).
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Depois do PMN (veja AQUI) e do PRB (veja AQUI), agora é o PV que se desmancha e se fraciona em plena campanha municipal de Mossoró.
O novo ciclo de debandada esvazia mais ainda a candidatura à reeleição do prefeito Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, que formou coligações com 14 partidos.
Hoje (sexta-feira,16), boa maior parte dos candidatos a vereador filiados ao PV – num total de sete – anunciou apoio à candidatura de Tião Couto (PSDB) da Coligação Unidos Por Uma Mossoró Melhor.
Sobraram 11 ainda com Francisco. Por enquanto.
No total, o PV apresentou nominata com 18 candidatos a vereador.
Desempenho
Em 2012, o partido elegeu três vereadores – Francisco Carlos, Alex do Frango e Celso Lanches.
Alcançou ainda o segundo melhor desempenho nas urnas entre os partidos, com 19.427 (14,13%) dos votos válidos (veja AQUI) a vereador. Só perdeu em performance nas urnas para o PMDB, que também elegeu três vereadores.
Para este ano, com mudança em sua direção, a aposta foi criar dificuldades para os eleitos em 2012, priorizando-se a montagem de uma chapa inteiramente com candidatos sem mandato.
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O vereador em primeiro mandato, Heró Silva (PTC), anunciou através de redes sociais (veja boxe abaixo) que desistiu de tentar a reeleição em Mossoró. Ele faz parte da base do prefeito “Francisco”, Francisco José Júnior (PSD), candidato à reeleição.
Heró Silva divulga desistência de candidatura (Foto: reprodução)
Heró foi eleito pelo PTdoB com 2.243 votos (1,63%).
Na Câmara Municipal tem tido uma presença sem maior expressão. Mudou de partido duas vezes. Primeiro saltou no PROS e em seguida abrigou-se no PTdoB.
Compõe a Coligação Liderados pelo Povo II, que tem além do PTC, conta com o PPS, PRTB e o PSC. É uma das cinco alianças proporcionais formadas na base do prefeito na campanha deste ano.
Um eleito
Nessa coligação estão os vereadores Celso Lanches, (PSC) e Manoel Bezerra de Maria (PRTB), bem como o ex-vereador Zé Peixeiro (PTC).
Com a saída de Heró a coligação fica com apenas 19 candidatos a vereador. Tarefa dificílima para fazer quociente eleitoral.
É possível que faça um vereador. A disputa fica principalmente entre os dois atuais vereadores e Zé Peixeiro.
Há algumas semanas, o Blog antecipou que poderiam ocorrer desistências – AQUI.
Heró é o primeiro a sair da corrida eleitoral, mas outas baixas devem acontecer. Anote, por favor.
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Com o fechamento do prazo para mudanças partidárias, através de sua data-limite no dia 2 deste mês, denominada de “janela”, a Câmara Municipal de Mossoró passou a ter uma mais ampla configuração partidária.
Entretanto na relação entre oposição e situação, nada mudou. Governismo possui 15 vereadores, enquanto a oposição estaciona em seis.
Outras siglas foram introduzidas na Casa. Ao todo, nove: PRTB, PMB, PSC, PEN, PR, PMN, PP, PTC, PPL. Outras desapareceram, como DEM, PV e PTN. Ao todo, 17 siglas têm representação na Câmara Municipal de Mossoró.
As que possuem maior representatividade são PSD, PDT, PSDB e PMDB, com dois vereadores cada uma.
Jório: mesmo partido e lado (Foto: reprodução)
Doze vereadores mudaram de partido, ou seja, mais da metade da composição da Casa, que possui 21 parlamentares.
Veja abaixo:
Manoel Bezerra saiu do DEM para o PRTB (governista).
Ricardo de Dodoca optou pelo PROS, abandonando o PTB (governista).
Alex do Frango resolveu ir para o PMB, largando o PV (governista).
Celso Lanches é outro ex-integrante do PV, optando pelo PSC (governista).
Claudionor dos Santos preferiu o abrigo do PEN, saindo do PMDB (governista).
Vingt-un Rosado Neto é agora do PSDB, em vez do PSB, pelo qual se elegeu (oposição).
Narcizo Silva preferiu o PR, em vez do PTN (governista).
Genilson Alves saiu do PTN e foi para o PMN (governista).
Genivan Vale saltou do PROS para o PDT (oposição).
Flávio Tácito está no PPL. O DEM é passado (governista).
Heró Alves deixou o PROS e foi para o PTC (governista).
Francisco Carlos saltou do PV e foi para o PP (oposição).
Vereadores que continuaram no mesmo partido:
Jório Nogueira: PSD (governista).
Cícera Nogueira: PSD (governista).
Lahyrinho Rosado: PSB (oposição).
Tomaz Neto: PDT (oposição)
Lucélio Guilherme: PTB (governista).
Soldado Jadson: SDD (governista).
Alex Moacir: PMDB (governista).
Tassyo Mardonny: PSDB (oposição)
Izabel Montenegro: PMDB (governista).
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Para o vereador governista Alex do Frango (PV), “o PMB (Partido da Mulher Brasileira) o mais próximo” para ele mudar de sigla até o final do próximo mês. Mas não está nada definido, avisou hoje em entrevista ao programa Jornal das Cinco, da FM 105,1.
Elogiou a recém-empossada (veja AQUI) presidente do PMB, secretária municipal da Saúde de Mossoró, Leodise Cruz, considerando-a uma boa referência para sua nova opção partidária em breve.
Alex: crítica à ausência de apoio de Robinson (Foto: Valmir Alves)
Deixou claro que tende a sair do PV. Estimou que o mesmo deverá acontecer com os outros dois parlamentares eleitos pelo partido, Francisco Carlos e Celso Lanches.
Na entrevista ao jornalista-âncora do programa, Tárcio Araújo, Alex do Frango lamentou o comportamento da direção do PV. Em vez de procurar fortalecer a bancada e “valorizá-la, ampliá-la”, teria desprezado a todos os vereadores.
Robinson
“Parece que o governador Robinson Faria (PSD) esqueceu Mossoró”, chegou a comentar o vereador. Acrescentou, que praticamente o governador virou as costas para a cidade, que foi estratégica em sua vitória no pleito de 2014.
O vereador disse que o prefeito Francisco José Júnior não pode “carregar tudo nas costas”. Espera uma contrapartida, um apoio do próprio governo.
“Acho que ele (Robinson) precisa acordar, está num sono profundo e Mossoró não está tendo apoio dele”, acrescentou.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter com notas em primeira mão clicando AQUI.
O prefeito de Mossoró, Silveira Júnior (PSD), parece não estar muito preocupado com a possibilidade de perder três vereadores de sua bancada na Câmara Municipal. Ele disse, em entrevista à FM 98.7, que cabe aos vereadores “rebelados” decidirem o que querem.
“Essa decisão não me compete”, afirmou o prefeito.
Os vereadores Alex do Frango (PV), Genilson Alves (PTN) e Tassyo Mardony (PSDB) afirmaram que deixam o governismo se Celso Lanches (PV) não retornar para a bancada.
“A saída de Celso não foi uma decisão minha, foi da bancada. Espero que eles resolvam internamente”, avisou Silveira.
Saiba mais sobre o caso clicando AQUI (Vereador é ‘justiçado’ por presidente da Câmara e prefeito).
Veja também essa postagem AQUI (Vereadores são solidários à colega que sofre perseguição).
Os vereadores governistas Tassyo Mardonny (PSDB), Lucélio Guilherme (PTB), Alex do Frango (PV) e Genilson Alves (PTN) prestaram solidariedade ao vereador Celso Lanches (PV), na sessão em andamento – hoje – da Câmara Municipal de Mossoró.
Alex: apoio a Celso em bloco (Foto: Valmir Alves)
Postaram-se contra à perseguição que o prefeito Francisco José Júnior (PSD) e o presidente da Casa, Jório Nogueira (PSD), desencadearam contra ele (veja AQUI).
Os três vereadores disseram que Celson Lanches “não ficará só”.
Recado mais do que claro durante uma sessão marcada por bate-bocas e corte no direito à fala de alguns vereadores oposicionistas.
Texto
Celso agradeceu o apoio dos colegas de bancada, que vinham lutando especificamente – ao lado da oposição – para que a Fundação Vereador Aldenor Evangelista Nogueira tivesse um modelo de gestão descentralizada e democrática, o que não foi aceita por Jório, filho do homenageado com o projeto.
A fundação foi criada com texto conforme Jório e o prefeito desejavam, na última sexta-feira (21), na quinta tentativa consecutiva em poucas semanas, à sua votação.
Ela vai gerir a TV Câmara e outros possíveis órgãos de comunicação do Legislativo mossoroense.
O vereador governista, em Mossoró, Antônio Celso de Azevedo da Silva (PV), “Celso Lanches”, caiu em desgraça perante o presidente da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD).
Celso: "exemplo" para os outros (Foto: Blog Carlos Santos)
Também aos olhos do prefeito Francisco José Júnior (PSD).
Nomes indicados por ele a cargos na Câmara, já foram exonerados.
Na Prefeitura, o bota-fora também foi promovido logo no final de semana.
Celso foi tomado como “exemplo” pelos dois líderes do governismo na cidade, para servir de pressão a outros vereadores rebelados.
Ele, com Tassyo Mardonny (PSDB), Genilson Alves (PTN), Alex do Frango (PV), Lucélio Guilherme (PTB) e Heró Silva (PROS) desafiaram Jório Nogueira, ao lado da bancada oposicionista, em recente episódio.
TV Câmara
Queriam descentralizar o poder e democratizar a Fundação Vereador Aldenor Evangelista Nogueira, proposta pelo presidente da Câmara para gerenciar a comunicação da Casa, via TV Câmara.
Desses, Heró foi o primeiro a se render aos argumentos do governismo e terminou quebrando o pacto com os demais colegas. Isso proporcionou a aprovação do projeto que dispõe sobre a fundação, sexta-feira (21) – veja AQUI.
Se os demais vereadores não recuarem, terão o mesmo “destino” de Celso.
P.S – Desses vereadores, Lucélio Guilherme é o único que não possui cargos na Câmara e Prefeitura.
Antônio Celso de Azevedo da Silva está radiante. Teve uma quarta-feira (19) para não esquecer.
Celso: ideia cativante (Foto: Blog Carlos Santos)Para ser mais claro, essa alegria é do vereador mossoroense “Celso Lanches”, do PV. Nessa quarta-feira, um projeto de sua autoria foi selecionado como um dos 30 melhores do país, na XIV Marcha dos Vereadores do Brasil, que ocorre em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
O “Cinema na Roça” é uma ideia simples, mas cativante. Com ela, Celso integrou a lista dos vereadores “Destaque do Brasil”, em evento de caráter nacional.
Temas
Com recursos próprios iniciais da ordem de R$ 10 mil, ele comprou equipamentos que levam o cinema sobretudo a áreas rurais. “A gente seleciona principalmente filmes com temas nordestinos e muitos são produções totalmente feitas no Nordeste”, diz.
Em cerca de sete meses de atividades, o Cinema na Roça reuniu mais de mil pessoas, em apresentações mensais, montadas ao ar livre. “Antes, nós colocamos um carro-de-som anunciando o filme, convocando as pessoas”, relata.
“O encantamento da plateia com o cinema é comovente”, diz Antônio Celso de Azevedo da Silva, o Celso Lanches.
Ele cumpre o primeiro mandato eletivo. Foi eleito com 1.717 votos em 2012.
Hoje à noite, o vereador vai participar da solenidade de entrega do prêmio, ao lado dos demais 29 vencedores, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Os seis vereadores governistas de Mossoró, que se aliaram à oposição para alterarem projeto de criação da Fundação Vereador Aldenor Evangelista Nogueira, começaram a sofrer retaliações.
Tiveram 27 cargos comissionados destituídos da Câmara de Mossoró.
Na Prefeitura, a “torneira” de certos agrados, digamos, está suspensa até segunda ordem.
Assim, devem recuar.
Os vereadores Heró Silva (PROS), Alex do Frango (PV), Genilson Alves (PTN), Tassyo Mardonny (PSDB), Celso Lanche (PV) e Lucélio Guilherme (PTB) somaram-se à bancada de cinco vereadores da oposição.
A partir daí, emperraram o projeto que o presidente da Câmara Municipal Jório Nogueira (PSD) quer aprovado no texto original, lhe dando poderes plenos à gestão da entidade que leva o nome do seu pai.
A fundação vai acomodar a TV Câmara, já em funcionamento de forma experimental.
A tentativa do esquema político da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) de voltar a ocupar o comando do PV em Mossoró e assumir o PMDB, como “moedas” de troca à campanha eleitoral estadual, deste ano, está parcialmente frustrada.
O PV vai continuar nas mãos de João Gentil e do ex-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), Walter Fonseca.
Não foi por falta de pressão. Pressão houve.
Mas o presidente estadual do PV, senador interino Paulo Davim, foi categórico: afirmou que abandonaria o Senado, entregando o mandato ao titular e ministro Garibaldi Filho (PMDB), mas não aceitaria esse tipo de imposição e intervenção.
Para um interlocutor, chegou até a esbravejar em tom de blague: “Nem o Papa Francisco pedindo eu faço isso”.
A reação de Davim deu resultado.
Troféu
Fafá e seus familiares conformaram-se com o “troféu” do PMDB. Vão ter o partido nas mãos em Mossoró. Quanto ao PV, não.
O PV estava nas mãos do vereador-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Francisco Carlos, bem como do atual secretário da Cultura do município, Gustavo Rosado (irmão de Fafá). Mas João Gentil e Walter Fonseca conseguiram o controle, levando o partido a apoiar a candidatura a prefeito do vereador Francisco José Júnior (PSD), em pleito suplementar, este ano.
Gustavo, Francisco Carlos e os também vereadores Celso Lanches e Alex do Frango, do partido, já estavam apoiando Francisco José Júnior antes dessa decisão formal da sigla.
No plano estadual, o PV vai apoiar a candidatura a governador do deputado federal Henrique Alves (PMDB) e o nome de Wilma de Faria (PSB) ao Senado – veja postagem mais adiante.
A base governista na Câmara de Mossoró continua emburrada. Amuada. Nesse sábado (23), na solenidade de encerramento das atividades do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), que formou mais de 1.400 estudantes da rede municipal de ensino, no Ginásio Poliesportivo Pedro Ciarlini, a presença governista foi do vereador Francisco Carlos (PV).
O pacto firmado era para que nenhum fosse ao evento.
Postura parecida com a posse da nova secretária do Desenvolvimento Econômico, Vera Cantídio, na quarta-feira (20).
Um pouco antes, no mesmo dia, a mesma bancada esvaziou a Câmara Municipal para não votar projeto orçamentário do Executivo, para o próximo ano.
Já na sexta-feira (22), no retorno à Câmara Municipal da vereadora governista e ex-secretária do Desenvolvimento Econômico, Izabel Montenegro (PMDB), os vereadores Alex do Frango (PV) e Celso Lanches (PV) resmungaram no plenário queixas à gestão, considerando-se desprestigiados por secretários.
Espaço
A solenidade do Proerd (programa social da Polícia Militar, que tem apoio do Município) foi prestigiada pela prefeita Cláudia Regina (DEM), a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), o deputado Betinho Rosado (DEM) e ainda secretários da gestão alguns vereadores.
A bancada e a prefeita não estão falando a mesma língua há tempos.
A palavra-chave é “desprestígio”, prima-irmã da expressão “falta de espaço”.
Os vereadores governistas Celso Lanches (PV) e Alex do Frango (PV) criticaram com relativa sutileza o Governo Cláudia Regina (DEM), à manhã de hoje, na Câmara Municipal.
Durante evento de retorno da vereadora Izabel Montenegro (PMDB) ao mandato – veja postagens mais abaixo -, eles a elogiaram pela postura aberta e atenciosa na equipe da prefeita.
“(…) Ao contrário de outros auxiliares – disse Celso.
A folgada maioria conquistada pela prefeita mossoroense Cláudia Regina (DEM), na Câmara Municipal de Mossoró, mesmo antes de assumir o governo em 1º de janeiro deste ano, sofre avarias e denota baixa consistência.
Há uma desnutrição em andamento no total de 14 vereadores que fazem a bancada do governo, dos 21 com assentos na Casa.
A relação entre essa bancada numerosa e multifacetada, que mistura remanescente da base do governo anterior, com novos vereadores e neogovernistas (debandaram da oposição), não está assentada em sérios princípios de governabilidade, afinidade política e propósitos de interesse público.
A própria prefeita fez a maioria e sentou em cima da conquista.
Validade
Uma frente “independente” está em formação e promete “flutuar” em votações na Câmara Municipal de Mossoró. Uma oscilação entre oposição e governismo.
Narcízio Silva (PTN), Alex do Frango (PV), Heró (PT do B), Celso Lanches (PV), Soldado Jadson (PT do B) e Genilson Alves (PSDB) afinam entendimento nesse grupo.
O “prazo de validade” do bloco é um mistério. Seu tempo de vida pode dizer muito quanto à habilidade – ou não – do governismo debelar “incêndio”.
Nos próximos dias teremos notícias quanto à sua força: se é para valer ou apenas uma chuva de verão.
O Partido Verde (PV) vai apoiar o vereador e atual presidente da Câmara de Mossoró, Francisco José Júnior (PV), a novo mandato como dirigente desse poder, na próxima legislatura, a ter início no dia 1º de janeiro de 2013.
Francisco José (camisa escura) costurou apoio com três novos vereadores
Os três vereadores eleitos para o primeiro mandato, pelo PV afirmaram de forma uníssona que estarão ao seu lado nesse projeto de reeleição.
Nesta segunda-feira (03), os vereadores eleitos Francisco Carlos, Alex do Frango e Celso Lanches estiveram reunidos com Francisco José Júnior para declarar oficialmente o apoio.
O presidente do diretório municipal do PV, vereador eleito Francisco Carlos, justificou a escolha do partido.
– O PV definiu o apoio em reconhecimento ao trabalho desempenhado por Francisco José Júnior à frente do Legislativo e também pelo compromisso de que esse trabalho continue para o engrandecimento da Câmara de Mossoró. Essa foi uma decisão de uma bancada que está unida pelo melhor para a nossa cidade. Entendemos que é isso que a população de Mossoró espera – argumentou o vereador eleito.
“Estou muito feliz em receber o apoio do PV, um partido grande que conseguiu eleger uma das maiores bancadas nas últimas eleições. Só tenho a agradecer pela confiança. É sinal que estamos desempenhando um bom trabalho na Câmara”, afirmou Francisco José Júnior.
Antes do apoio do Partido Verde, o vereador Flávio Tácito (DEM) já havia declarado apoio à reeleição de Francisco José Júnior à frente da Câmara Municipal.
Como previsto por este Blog, a Câmara Municipal de Mossoró terá na próxima legislatura a ser iniciada em 2013, a maior diversidade de siglas de sua história. Serão 21 vereadores alojados em 12 partidos.
Os partidos são estes: DEM, PV, PTB, PSB, PMDB, PT, PSDB, PTN, PDT, PSD, PR e PT do B.
Os sete mais votados são de sete partidos diferentes. Pela ordem decrescente de votos: Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PV), Ricardo de Dodoca (PTB), Lahyrinho Rosado (PSB), Manoel Bezerra (DEM), Francisco José Júnior (PSD) e Genivan Vale (PR).
Mesmo que no próprio funcionamento da legislatura essas legendas sejam divididas no que se convencionou chamar de bancadas de oposição e governo, a pulverização de partidos é outro sinalizador de que a bipolarização de forças tem novos personagens e métodos.
Tudo em nome da sobrevivência, que se diga. A sobrevivência política.
Num passado remoto, havia a bipolarização de grupos e partidos. Houve época de MDB contra Arena, PMDB X PFL e nas últimas eleições o pluripartidarismo ganhou números mais claros.
Partidos
O DEM, partido da prefeita de direito Fátima Rosado, da prefeita eleita Cláudia Regina e da governadora Rosalba Ciarlini, reelegeu dois parlamentares: Manoel Bezerra, que ganhou em quinto lugar, além de Flávio Tácito em nona posição.
O PMDB, também do acampamento governista, fez três: Izabel Montenegro (ex-vereadora), Claudionor dos Santos (reeleito) e o campeão absoluto de votos Alex Moacir (ex-secretário de Serviços Urbanos).
O PV, formado como força alternativa para o esquema de Fafá, é outro com três vereadores: o ex-secretário da Cidadania Chico Carlos, Alex do Frango (Alexsandro Valentim) e Celso Lanches (Antônio Celso de Azevedo).
O PDT despontou apenas com o ex-vereador Tomaz Neto e o PSDB com o estreante Tassyo Mardonny.
O mesmo acontece com o PT, que conseguiu devolver o professor Luiz Carlos à casa parlamentar, além do PR com a reeleição de Genivan Vale.
Outro estreante, Heró (Heronildes Alves) é do PT do B. Com ele, mais uma novidade, o Soldado Jadson (Clayton Jadson Silva Rolim).
Narcízio Silva e Genilson Alves ganharam o primeiro mandato pelo pequeno PTN.
Do PTB vem – para seu segundo mandato consecutivo – Ricardo de Dodoca (Ricardo Nogueira).
O presidente da Câmara Municipal, Francisco José Júnior, foi reeleito pelo PSD. Jório Nogueira, seu vice, também, pela mesma sigla.
Lahyrinho Rosado obteve reeleição pelo PSB. Com ele vem Vingt-un Rosado Neto, pela mesma legenda.