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Censo Imobiliário mostra números muitos favoráveis

Apresentação mostrou dados do último trimestre de 2025 (Foto: Sinduscon/RN)
Apresentação mostrou dados do último trimestre de 2025 (Foto: Sinduscon/RN)

O setor imobiliário de Natal e região metropolitana registrou crescimento no último trimestre de 2025, conforme revela o Censo Imobiliário, elaborado pela Brain Inteligência Estratégica, e encomendado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do RN (SINDUSCON/RN) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do RN (SEBRAE/RN).

Os dados mostraram avanço significativo no volume de unidades verticais lançadas no período. A variação entre o quarto trimestre de 2024 e o mesmo período de 2025 foi positiva, com aumento expressivo tanto em Natal quanto na região metropolitana. Essa e outras informações foram apresentadas nessa quinta-feira (26), na Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN).

Entre os bairros com maior concentração de lançamentos no quarto trimestre, destacam-se Capim Macio, Tirol e áreas de expansão em Parnamirim, com predominância de unidades de 2 e 3 dormitórios e produtos de médio padrão e luxo.

O levantamento indicou ainda forte crescimento nas vendas de unidades verticais no comparativo anual. A variação entre o quarto trimestre de 2024 e 2025 superou a marca de 100% em Natal, enquanto a região metropolitana registrou avanço ainda mais expressivo. No acumulado de 12 meses, as vendas mantiveram desempenho positivo de 41%, reforçando o aquecimento da demanda.

O estudo apontou que empreendimentos específicos contribuíram para picos de comercialização ao longo do período, demonstrando o impacto de projetos de grande porte no desempenho geral do mercado.

A oferta final de unidades verticais apresentou crescimento moderado no comparativo anual em Natal, indicando equilíbrio entre lançamentos e absorção do estoque. Já na região metropolitana, a tendência foi de redução da oferta, refletindo a velocidade das vendas e menor volume de novos produtos disponíveis.

Preço médio

O preço médio do metro quadrado vertical em Natal (R$ R$ 9.449/m²) continuou em trajetória de alta e encerrou o quarto trimestre de 2025 com valorização acumulada relevante. Desde 2022, o indicador registra crescimento consistente, tendo 17% de crescimento, apenas nos últimos 12 meses, o que reflete fatores como aumento de custos, qualificação dos empreendimentos e demanda aquecida.

Entre os bairros com maior valor por metro quadrado estão Petrópolis, Tirol e Areia Preta, enquanto regiões como Pajuçara e Cidade da Esperança aparecem entre os menores valores, evidenciando a diversidade de perfis e oportunidades no mercado local.

Segundo Lucas Finoti, consultor da Brain, 2025 foi um ano bastante positivo para o mercado imobiliário da capital e da região metropolitana. “Tivemos crescimento tanto nos lançamentos quanto nas vendas, alcançando recordes no período pós-pandemia. Um dos principais fatores que explicam esse desempenho é a estabilidade no nível de emprego no Brasil, com taxas de desemprego historicamente baixas. Esse cenário aumenta a confiança do comprador e impulsiona a decisão de aquisição do imóvel”, avaliou.

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Custo da construção civil do RN tem elevação

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (SINDUSCON/RN) divulgou a atualização do Custo Unitário Básico (CUB/m²) referente aos meses de outubro e novembro de 2025, indicador fundamental para o acompanhamento dos custos da construção civil no estado.

Em outubro, o CUB/m² foi fixado em R$ 1.993,99, apresentando uma variação positiva de 1,95% em relação ao mês anterior. Já em novembro, o índice alcançou R$ 1.996,59, com um aumento mais moderado de 0,13%.

O CUB é o principal parâmetro utilizado pelo setor da construção civil para o planejamento, orçamento e acompanhamento financeiro de obras e novos empreendimentos, refletindo a variação dos custos com materiais e equipamentos.

A atualização mensal do índice permite maior previsibilidade para construtoras, incorporadoras, investidores e demais agentes do mercado, contribuindo para decisões mais estratégicas e alinhadas à realidade econômica do setor no Rio Grande do Norte.

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Custo Unitário Básico da construção civil registra aumento

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (SINDUSCON/RN) divulgou o Custo Unitário Básico (CUB/m²) referente ao mês de julho de 2025.

O indicador apresentou uma variação positiva de 0,5% em relação ao mês anterior, fixando-se no valor de R$ 1.975,44.

O CUB/m² é o principal parâmetro de mensuração dos custos da construção civil, servindo como referência para orçamentos, contratos e acompanhamento das oscilações do setor.

Mais do que um dado numérico, o índice traduz os movimentos econômicos que impactam diretamente o segmento da construção, refletindo tanto no mercado imobiliário quanto no desenvolvimento econômico regional.

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Construção se destaca na oferta de empregos no mês de janeiro

Setores privado e público, na construção civil, têm destaque (Foto ilustrativa)
Setores privado e público, na construção civil, têm destaque (Foto ilustrativa)

O setor da Construção foi o principal impulsionador da geração de empregos no Rio Grande do Norte registrando um saldo positivo de 781 novas oportunidades de trabalho, é o que apresenta o Boletim Econômico divulgado na manhã desta quinta-feira (27) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico a partir de dados extraídos pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego.

No Boletim, é possível observar que o segmento de infraestrutura se destacou positivamente, impulsionado pelas obras de recuperação e melhoria das rodovias estaduais conduzidas pelo governo do estado gerando 445 novas oportunidades de emprego, e, o segmento da construção de edifícios foi responsável pela criação de 321 postos de trabalho.

Na agropecuária, as principais atividades foram a agricultura, pecuária e serviços relacionados, e, pesca e aquicultura. Na indústria, as atividades de água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação, e, eletricidade e gás.

Nos serviços, os destaques foram para administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais.  E no comércio, destaque para comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e para o comércio por atacado.

Em relação aos municípios com maior saldo de empregabilidade em janeiro, os cinco primeiros são: Currais Novos – 276, Janduís – 252, São Gonçalo do Amarante – 151, Espírito Santo – 111 e Ipanguaçu – 108.

É destacado também no documento o saldo negativo de 628 postos de trabalho no estado para o período. Dentre alguns dos motivos, o encerramento da safra do melão e o desligamento das contratações temporárias de fim de ano.

Interessante destacar que, esse movimento negativo no saldo de empregos se repetiu na região Nordeste que fechou janeiro com -2.671 postos de trabalho.

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Mossoró gera mais de 7,4 mil empregos entre janeiro e novembro

Números mostram peso da construção civil (Foto: Wilson Moreno)
Números mostram peso da construção civil com o “Mossoró Realiza” (Foto: Wilson Moreno)

Mossoró segue contabilizando números positivos na geração de novos postos de trabalho. No balanço de janeiro a novembro de 2024, foram gerados 7.439 empregos com carteira assinada, levando em consideração o saldo entre admissões e demissões.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e já superam o total de vagas geradas em 2023, quando o Município contabilizou um saldo positivo de 6.938 empregos, conforme números consolidados.

De janeiro a novembro deste ano, o segmento em que mais foram criadas vagas foi o de Serviços, com saldo de 3.627 admissões, seguido pela Construção Civil, com 1.493 empregos, e Comércio, com 1.023 vagas. Levando em consideração o período de janeiro de 2021 a novembro de 2024, foi registrado saldo de 24.520 postos de trabalho formais em Mossoró.

“Os números do Caged mostram que Mossoró é a terra do emprego e das oportunidades, registrando, ao longo dos últimos quatro anos, números elevados em novos postos de trabalho com carteira assinada. Tudo isso fruto de muitas ações de estruturação da cidade, desde grandes obras, com o programa ‘Mossoró Realiza’, passando por uma maior segurança jurídica e facilidade para emissão de licenças de instalação das empresas”, concluiu o prefeito Allyson Bezerra.

Com informações da PMM e MTE.

Construção Civil quer assistidos por Bolsa Família no canteiro de obras

Comportamento até julho mostra alta preocupante no setor (Foto ilustrativa)
Setor atingiu a marca de 2,9 milhões de empregos formais este ano (Foto ilustrativa)

Do Estadão

Perto de bater o recorde de contratações e com dificuldades de atrair novos trabalhadores, as construtoras estão formulando uma proposta a ser apresentada ao governo para estimular a população atendida por programas sociais, como o Bolsa Família, a se apresentar para trabalhar nos canteiros de obras. Na visão dos empresários, os programas sociais se tornaram “concorrentes” uma vez que a maior parte das pessoas que recebe auxílio fica de fora do mercado de trabalho formal.

Por enquanto, a proposta do setor está em gestação. Ela envolve uma possível campanha das vantagens de se trabalhar nas obras até sugerir parâmetros mais flexíveis que os atuais para o público trabalhar sem perder a bolsa.

O pano de fundo é que as construtoras estão com dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, o que as obriga a pagar salários mais altos para atrair candidatos. O setor está aquecido e atingiu a marca de 2,9 milhões de empregos formais, puxado por obras comerciais e residenciais, especialmente do Minha Casa, Minha Vida. Este é o maior nível de emprego em uma década, chegando perto do recorde histórico, que foi de 3,1 milhões em 2014.

O salário médio de admissão (primeiro emprego) na construção está em R$ 2.315, o terceiro mais alto, atrás apenas de finanças, com R$ 2.324; e administração e serviços públicos, com R$ 2.455, segundo o Ministério do Trabalho.

Bolsa Família

Criado há 21 anos, o Bolsa Família atende 20,7 milhões de famílias com um valor médio de R$ 684 por mês. Para ter direito ao benefício, a renda de cada pessoa da família deve ser de até R$ 218 por mês.

Não é verdade que essa população não trabalha. Ao menos 2,8 milhões de famílias (13,5%) têm um membro com carteira assinada, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social. Neste ano, os beneficiários ficaram com 56% de 1,5 milhão de vagas formais geradas. Além disso, há muitos beneficiários em postos informais, como faxineiras, jardineiros, feirantes, pedreiros, motoristas, entregadores, entre outros, cuja quantidade exata não é bem conhecida.

Desde o ano passado, o Bolsa Família ganhou uma regra que garante a manutenção do benefício às pessoas que assinam a carteira de trabalho. O objetivo foi incentivar a procura por emprego. Chamada ‘Regra de Proteção’, ela prevê que famílias em que a renda subir acima de R$ 218 por pessoa sigam recebendo benefícios. Para isso, o aumento de renda não pode ultrapassar meio salário mínimo (R$ 706) por indivíduo. Nessas condições, passam a receber 50% do valor regular do benefício por até 24 meses.

Construção civil importa mão de obra

Obras acontecem em várias frentes (Foto: Web ilustrativa)
Obras acontecem em várias frentes (Foto: Web ilustrativa)

O segmento da construção civil em Mossoró e região está importando mão de obra de outras cidades.

Existem empresas recrutando gente até mesmo na capital do estado.

O lastro de obras públicas e privadas e empreendimentos condominiais exigem cada dia mais um pessoal qualificado, além de numeroso.

Mesmo com empenho em preparar trabalhadores, empresas não conseguem suprir necessidades das obras à mão e outros lançamentos.

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Construção civil mostra fôlego gerando mais empregos

Dados sobre empregabilidade são do Ministério do Trabalho (Foto ilustrativa)
Dados sobre empregabilidade são do Ministério do Trabalho (Foto ilustrativa)

Nos primeiros meses de 2023, a construção civil foi a área que mais gerou empregos em todo o Brasil. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, 121.789 vagas foram preenchidas formalmente, fazendo com que o setor encabece a lista de áreas da economia que mais estão empregando.

Segundo informações divulgadas pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio Grande do Norte (Sinduscon/RN), por meio de levantamento feito no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, o estado vem apresentando uma variação positiva no primeiro semestre de 2023, com a geração de quase 3.000 postos de trabalho.

“Quando ampliamos o período, levando em consideração os anos de 2022 e 2021, geramos mais de 11.000 empregos de carteira assinada”, comemora o vice-presidente de obras públicas do Sinduscon/RN, Marcus Aguiar.

Os números positivos são uma amostra da importância da construção civil para a economia do Brasil e do RN. “Investimentos em energias renováveis, retomadas de algumas obras públicas e novos investimentos no mercado imobiliário podem justificar esses números”, assinala Aguiar.

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Construção civil aplaude critérios rígidos para investimentos

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON), é outra entidade do segmento produtivo mossoroense a se pronunciar quanto ao programa multissetorial de investimentos da Prefeitura de Mossoró, denominado de “Mossoró Realiza”.

Pedro Escóssia preside entidade de setor estratégico ao desenvolvimento Foto: cedida)
Pedro Escóssia preside entidade de setor estratégico ao desenvolvimento (Foto: cedida)

O presidente da entidade, engenheiro Pedro Escóssia, assina nota em defesa desse Plano de Metas e Investimentos para Mossoró.

Na quinta-feira, 07 de dezembro, a Prefeitura de Mossoró lançou oficialmente o Mossoró Realiza, que se propõe ao fomento do desenvolvimento com ações em várias frentes, como revitalização do rio Mossoró, retirada de todos os ambulantes do centro da cidade (adequando-os em área especifica, garantindo acessibilidade e melhorando estacionamentos), construção de Hospital Municipal, escolas etc.

“Ao mesmo tempo em que essas ações projetam resolver gargalos históricos da cidade, vão gerar milhares de empregos diretos e indiretos a partir do grande investimento do município para implementar o programa”, assinala Pedro Escóssia.

Problemas históricos

Para o Presidente do Sinduscon, o programa é uma oportunidade para a cidade resolver alguns problemas históricos de infraestrutura e aquecer a economia através da geração de emprego e renda.

Pedro também elogiou a configuração do projeto e a aplicação dos recursos. “Os recursos são liberados seguindo critérios rígidos, a partir da análise da viabilidade dos projetos. É dinheiro carimbado”, explicou o presidente do Sinduscon. “É preciso encarar o Mossoró Realiza não como despesa, mas como um investimento que trará frutos no curto, médio e longo prazo”, completou.

Pedro Escóssia também vê com empolgação o papel da construção civil no projeto. Para ele, o setor é um dos grandes termômetros da atividade econômica e terá uma grande contribuição no aquecimento da economia com a implementação do programa.  Quando a construção civil vai bem, a economia também vai bem e esse é também um dos acertos do Mossoró Realiza”, finaliza.

Leia também: Sindilojas dá apoio formal ao Mossoró Realiza.

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Construtores vão enfrentar imposições descabidas da Caern

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON) pretende endurecer a relação com a Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN).

Cansou.

Depois de anos, anos e anos apelando, negociando, implorando para ter relação que atenda ao segmento com seu devido valor e, papel, o jeito deverá ser mesmo judicializar.

Construções de condomínios, edifícios e outros equipamentos imobiliários são submetidos a uma imposição draconiana, com empreendedores assumindo responsabilidades que são da empresa. Somente dela.

Quem não se submete, não constrói.

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Gargalos urbanos impõem providências em nome do bem-estar social

Poder público e empreendedores imobiliários precisam agir rápido (conforme interesses, recursos, inteligência e burocracia) na discussão que enseje adiante a desobstrução de alguns gargalos do aglomerado urbano crescente de Mossoró. O desenvolvimento urbanístico local está seriamente comprometido, bem como a qualidade de vida de moradores e circunstantes.

Avenida João da Escóssia, em Mossoró, uma via em processo de crescente saturação (Foto: Prefeitura de Mossoró/Divulgação)
Avenida João da Escóssia, em Mossoró, uma via em processo de crescente saturação (Foto: Prefeitura de Mossoró/Divulgação)

A profusão de investimentos condominiais nas proximidades do Partage Shopping não tem, paralelamente, um escoadouro ágil para o tráfego, além da continuidade da Avenida João da Escóssia e vias marginais precárias.

O Complexo Viário da Abolição (antiga Avenida do Contorno), que em tese seria um anel automotivo da cidade, mesmo à sua conclusão já era uma grande e surrada avenida urbana com tráfego diário de centenas de caminhões, carros e motos, com quatro viadutos, sem passarelas e iluminação.

Novo anel viário e Plano Diretor

Do outro lado da cidade, a Avenida Leste/Oeste e Avenida Presidente Dutra mostram saturação, bem como a Avenida Francisco Mota/BR-110 e o Complexo Viário Vingt Rosado. A região abriga núcleo judiciário, duas universidades (Ufersa e Uern), uma faculdade privada e grande volume de caminhões escoando sal, além de carros de passeio/motos e outros veículos que cruzam essas vias em constantes engarrafamentos – sobre leitos estreitos e irregulares. Some-se a isso, o fenômeno expansionista imobiliário do Sumaré – entre as BR-304 e 110.

Mossoró precisará de um novo e verdadeiro anel viário bem além do seu núcleo urbanizado, cortando e conectando as BR’s 110, 405 e 304. Há perspectivas de um surto de industrialização e ocupação urbana para os próximos 10 a 20 anos, que vai tornar ainda mais difícil a circulação de veículos e a prestação de serviços públicos de massa (saneamento, água, energia, escolas, creches, unidades de saúde, transportes coletivos, limpeza etc).

A revisão do Plano Diretor da cidade, em atraso há anos, graças à inoperância dos gestores, terá de contemplar uma cidade e um município para as próximas décadas. Crescer para cima e para os lados, urbanisticamente, pode significar num curto espaço de tempo um falso progresso, capaz de asfixiar o sonho do bem-estar social.

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RN já acumula saldo de quase 8 mil empregos formais em 2021

Atividades produtivas revelam reação em momento delicado (Foto: Elisa Elsie)
Atividades produtivas revelam reação em momento delicado (Foto: Elisa Elsie)

O Rio Grande do Norte registrou mais um mês de alta na geração de empregos no ano. Após três meses seguidos de alta, entre janeiro e março, e uma pequena redução em abril, o mês de maio volta a registrar salto positivo com mais 2.097 empregos formais gerados no Estado potiguar. O acúmulo no ano é de 7.798 novos postos de trabalho.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério da Economia, divulgados nesta quinta-feira (01).

O setor de serviços mais uma vez puxou a alta com 1.045 novos postos, seguido do comércio (645), indústria (503) e agropecuária (123), que até então vinha em quedas sucessivas. O setor da construção civil, que no acumulado do ano tem 1.590 novas carteiras assinadas, foi o segmento que, neste mês de maio, registrou perdas de empregos, com 219 demissões.

No balanço dos cinco primeiros meses do ano, todos os setores possuem salto positivo na geração de empregos, a exceção da agropecuária.

Recuperação continuada

Com as altas de janeiro (+2.250), fevereiro (1.799) e março (2.116), a queda de empregos em abril, e os 2.097 novos postos de trabalho em maio deste ano, o RN já recuperou praticamente a metade das 15.720 demissões entre março e maio de 2020, no auge da pandemia.

Ainda em 2020, o Estado potiguar registrou saldo positivo de 1.769 novas vagas, fruto da reabertura econômica do segundo semestre. Novembro de 2020, por exemplo, registrou a maior alta dos últimos 24 anos, com 4.796 novas empregos.

Desde o mês de agosto, após o período mais nefasto da pandemia na economia, o RN registra seguidas altas na geração de empregos. Para efeito de comparação, entre 2015 e 2018, período da última gestão, foram perdidos mais de 18 mil postos formais de trabalho.

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Vendas de cimento iniciam 2021 com crescimento

Números mostram crescimento do setor (Foto ilustrativa)
Números mostram crescimento do setor (Foto ilustrativa)

A indústria do cimento registrou um início de ano com desempenho favorável. As vendas do insumo no Brasil em janeiro totalizaram pouco mais de 5 milhões de toneladas, um crescimento de 10,5% em relação ao mesmo mês de 2020, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

A venda de cimento por dia útil no período foi de 223,6 mil toneladas, aumento de 7,3% comparado ao mês anterior e de 17,5% em relação a janeiro de 2020. Esse indicador que considera o número de dias trabalhados tem forte influência no consumo de cimento.

Os principais indutores desse crescimento da atividade em janeiro foram as condições climáticas favoráveis de maneira geral, a manutenção das obras imobiliárias e as últimas liberações do auxílio emergencial apoiando a autoconstrução. Ademais, a baixa performance das vendas em janeiro de 2020, em razão das fortes chuvas, resultou numa base fraca sobre a qual o desempenho deste ano acabou favorecido.

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Suspensão da retomada de obra de Oiticica causa perplexidade

Sob a justificativa de prevenir a expansão da Covid-19 com a atividade de trabalhadores da construção civil no canteiro de obras, a governadora Fátima Bezerra (PT) determinou suspensão sine die (sem data) para retomada de serviços de construção da Barragem de Oiticica, em Jucurutu-RN. A decisão toma muita gente de surpresa, na classe política e em outros segmentos que veem prejuízos sociais e financeiros exponenciais com a medida.

Tatiana em visita à obra, em 2018, aponta enormes prejuízos financeiros, com decisão da governadora (Foto: arquivo)

“Dessa forma, não temos sequer prazo para que se comece a executar os R$ 50 milhões que foram repassados no final de abril, através do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS)”, lembra a ex-chefe de Gabinete Civil do Governo Robinson Faria (PSD), Tatiana Mendes Cunha.

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) já criticou a decisão, que deve implicar atraso para a conclusão do empreendimento, prevista para dezembro deste ano, além de postergar a solução de problemas de abastecimento de água na região. Governo Federal considera a obra prioritária e já liberou R$ 151,3 milhões desde janeiro de 2019 e assegura que não faltarão recursos para a sua conclusão.

Aumento no custo da obra

“Nesse momento, acredito que as principais consequências serão financeiras, pois, a cada dia que passa, há um custo de obra parada. Há também cláusulas de reajuste dos valores do contrato q serão atualizados em função do tempo e q não foi de responsabilidade da empresa construtora”, assinala Tatiana.

“A retomada da obra exigirá ainda uma nova análise de inventário sobre o que está concluído e o que falta concluir. Esses valores serão majorados pelos preços atuais, e não pelos que estão no contrato”, destaca.

“Alguns estudos que estavam concluídos precisarão ser atualizados ou refeitos, em virtude dos órgãos licenciadores determinarem “prazo de validade” para licenças e outras autorizações, e os estudos que pararam ‘pela metade do caminho’ deverão ser reiniciados para serem concluídos”, reforça.

Por fim, leva-se em conta a depreciação das obras paralisadas, que trarão um custo na retomada. A economia do município também deve ser atingida, com a possibilidade dos 353 trabalhadores contratados pela empresa responsável pela construção serem dispensados”, afirma.

Deputados reagem

Para o deputado estadual Nelter Queiroz (MDB), que é de Jucurutu, a decisão da governadora é controversa, uma vez que a chefe do executivo estadual, através do decreto 29.634/2020, atualizou a relação de “atividades essenciais” no Rio Grande do Norte e incluiu a construção civil nesta lista, mas impediu o reinício das obras do reservatório em Jucurutu.

Nomes como Walter Alves (MDB) e Beto Rosado (PP), deputados federais, fazem coro na cobrança e na perplexidade da decisão da governadora, um paradoxo em região marcada pela seca e com ânsia de segurança hídrica. A obra começou em 2013.

– Há uma pactuação entre o DNOCS, Governo do Estado e o Consórcio EIT/Encalso responsável pelo projeto garantindo que a obra siga obedecendo às recomendações protocoladas pelo Ministério da Saúde quanto aos riscos de contaminação por coronavírus. – pondera Walter.

A obra está no patamar de 83%. Quando concluída, ela será o terceiro maior  reservatório do Rio Grande do Norte, com capacidade para 566 milhões se metros cúbicos de água. Ficará atrás somente da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves no Vale do Açu (2,4 bilhões) e Barragem Santa Cruz no Apodi (599.712.000 m³).

O inverno expressivo deste ano já tem dado uma mostra do que pode se esperar adiante, com Oiticica cheia.

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Tripé do crescimento econômico do país está travado

Do Folha de São Paulo

O tripé do crescimento econômico brasileiro é formado pela venda de commodities para o exterior, o consumo das famílias, e os investimentos em infraestrutura e habitação. Esse tripé está travado.

Com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os economistas Guilherme Magacho e Igor Rocha calcularam que a queda de preços internacionais de commodities (produtos primários como café, soja, frutas) foi responsável por 34,5% do recuo na produção brasileira entre 2013 e 16.

Enquanto isso, a contração dos investimentos públicos e privados em infraestrutura e habitação, por sua vez, respondem por 20% e 21,2% da redução respectivamente. Só que, com fábricas ociosas, empresários não têm por que investir. E com o Orçamento engessado com altas despesas fixas, o Estado perdeu também capacidade de botar dinheiro na equação.

Construção civil

A taxa de investimento da construção civil como fatia do Produto Interno Bruto (PIB) teve, em 2018, seu pior desempenho em 70 anos. Já os investimentos em máquinas e equipamentos fecharam como 6,1% do PIB.

Em 2010, quando a economia crescia bem, correspondia a 8%.

Todos os indícios sugerem que os números de 2019 seguirão o mesmo ritmo.

A última crise econômica do Brasil, em 2001, fez o investimento demorar 39 meses para retornar ao nível inicial. A crise atual já se estende faz 62 meses.

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Em queda livre, construção civil puxa economia para baixo

Nos últimos quatro anos, a construção civil encolheu 20,5% em quatro anos e perdeu 1,2 milhão de postos de trabalho.

A informação está em manchete deste sábado (14) do jornal O Estado de São Paulo.

Segundo a reportagem, o resultado só perde para os de 1981 e 1984, quando a queda foi 22,5%.

A notícia é pior ainda quando se sabe que o setor era uma das apostas do atual governo para impulsionar a recuperação da economia.

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Por que a economia não engrenou?

Por Josivan Barbosa

Responder a essa questão não é tarefa fácil e as explicações estão longe de serem definitivas e consensuais. Mas há um conjunto de fatores que são candidatos potenciais.

Em primeiro lugar os níveis de incerteza se encontram bem elevados na economia brasileira. O calendário eleitoral e o desfecho imprevisível da corrida presidencial estão na base desse processo. Períodos de incerteza aguda geram adiamento das decisões de consumo e de investimento, afetando, portanto, a recuperação da economia.

Em segundo lugar, mesmo com a forte queda da taxa básica de juros, que está em seus níveis mínimos históricos e assim deve permanecer por algum tempo, observa-se que as taxas de juros para prazos mais longos continuam elevadas.

Em terceiro lugar está o mercado de crédito, onde tem se verificado uma lenta redução das taxas de juros ao tomador final devido ao comportamento dos spreads bancários.

Em quarto lugar está o desempenho de um setor muito importante, mas que está bastante atrasado no processo de recuperação, o da Construção. Trata-se de um setor altamente intensivo em mão de obra e, portanto, com fortes efeitos multiplicadores da renda e do emprego.

Em quinto lugar está o processo de desalavancagem das empresas e por fim, ao longo das últimas semanas, a taxa de câmbio sofreu uma depreciação rápida, saindo do patamar de R$/US$ 3,20 para valores superiores a R$/US$ 3,50. O comportamento da taxa de câmbio joga, de forma quase definitiva, uma pá de cal na já incipiente recuperação da economia.

Estradas, que estradas?

Na última terça-feira viajamos para Campina Grande – PB para proferir uma palestra no III SIMPROVS – III Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal no Semiárido. Fizemos a viagem pelos trechos das BR 110, 226 (Estado do Rio Grande do Norte) e BR 230 (Estado da Paraíba).

As condições de tráfego da BR 110 já começam a preocupar. Há trechos entre Campo Grande e Upanema que estão completamente destruídos. A BR 226, no trecho entre Triunfo Potiguar e Campo Grande encontra-se também em péssimas condições.

Mas, o trecho que se encontra sem qualquer condição de uso é o que compreende a estrada estadual que liga o município de Jucurutu ao município de Caicó. O trecho (RN 118) representa o que existe de mais desorganizado na atual estrutura administrativa do nosso RN sem Sorte.

Uma viagem que poderia ser feita em apenas 30 minutos entre os dois municípios mais importantes do Seridó e que são importantes polos de produção de laticínios, demora-se mais de 120 minutos. Tivemos a infelicidade de transitar após 21h no retorno de Campina Grande.

Eram muitos os veículos quebrados e com pneus furados ao longo daquela rodovia estadual. Isto tudo, sem falar do perigo que cada ocupante de veículo é submetido pela facilidade de se expor aos assaltantes.

3Corações avança

O Grupo 3corações (conhecido por nós como Santa Clara), líder no mercado de café no Brasil, deu mais um passo em sua estratégia de apostar em marcas locais como uma das formas de alavancar o seu crescimento. A empresa, joint venture entre a São Miguel Holding e a israelense Strauss, acaba de fechar a aquisição das marcas e maquinários da Café Manaus, que tem sede na capital amazonense e pertencia à família Assayag.

Essa é a quarta aquisição feita pelo grupo desde 2016, um sinal de que no pulverizado segmento de café brasileiro, há bastante espaço para consolidação. No começo de 2016, a 3corações adquiriu as marcas de café e derivados da Cia Iguaçu de Café Solúvel e no primeiro semestre do ano passado, comprou em leilão a marca pernambucana Cirol.

No segundo semestre de 2017 também adquiriu a marca Toko, de Juiz de Fora (MG). De 2015, antes dessas aquisições, até o ano passado, a receita líquida da empresa subiu 46%, para R$ 3,7 bilhões. E assim, aquela pequena torrefação da Serra de São Miguel do RN vai ganhando o mundo.

Um governo que exclui

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 900 mil pessoas deixaram de integrar as classes A e B no ano passado. Somente na classe A – composta por famílias com renda mensal de R$ 11.001 ou mais – foram 500 mil a menos. Essa elite passou a ser formada por 10,3 milhões de indivíduos em 2017, o que representava 4,9% da população.

O retrocesso foi maior na classe B (renda familiar per capita superior a R$ 3.566). O contingente desse topo social recuou de 13,1 milhões para 12,8 milhões de pessoas, uma baixa de 2,3%.

De modo geral, o declínio dos brasileiros para camadas menos favorecidas refletiu a crise ainda presente no mercado de trabalho no ano passado. Apesar do início de recuperação do emprego, essa melhora se deu por postos de trabalho informais, geralmente de baixa qualidade e menores salários.

Ao mesmo tempo, o setor privado seguiu fechando vagas com carteira assinada.

Compreendendo a situação da Argentina

O efeito-dominó funciona assim: os Estados Unidos elevam os juros para combater a inflação; os capitais aplicados nos emergentes batem em revoada para buscar segurança em títulos do tesouro americano; o dólar se valoriza e torna-se escasso nas economias mais frágeis; as moedas locais, consequentemente, se desvalorizam; começa a faltar dólar para pagar a dívida externa.

Para atrair dólares, conter a fuga de capitais e interromper a depreciação da moeda, os bancos centrais jogam os juros na lua; os mercados se acalmam, enquanto o governo ganha um tempinho para dar um passo politicamente difícil – negociar um empréstimo com o FMI -, especialmente neste cantinho do planeta, onde as pessoas acham que os responsáveis por nossas mazelas estão localizados em dois números da avenida Pennsylvania, em Washington: no 1.600, onde fica a Casa Branca, e no 1.900, sede do Fundo.

A Argentina cumpriu exatamente esse roteiro e, agora, está na fase de pedir dinheiro ao FMI. O que este faz é conceder um financiamento para reforçar as reservas cambiais do país.

RN fora do Fundo Brasil-China

É muito rara a possibilidade do nosso RN sem sorte emplacar algum projeto que possa captar recursos do Fundo Brasil-China. Depois de uma peneira inicial, autoridades brasileiras e chinesas selecionaram cinco projetos – quatro de infraestrutura e um na área industrial – para receber aportes de US$ 2,4 bilhões do Fundo Brasil-China de Cooperação para Expansão da Capacidade Produtiva. O dinheiro poderá ser concedido como financiamento a taxas privilegiadas ou como “equity” com participação acionária de até 40% nos empreendimentos.

Anunciado em maio de 2015, durante encontro do primeiro-ministro Li Keqiang com a então presidente Dilma Rousseff em Brasília, o fundo demorou quase três anos para ser estruturado e chegar à lista final de candidatos para receber os primeiros desembolsos.

Os nomes dos escolhidos são guardados em sigilo por causa das cláusulas de confidencialidade. No mercado, especula-se que empreendimentos como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – de Figueirópolis (TO) a Jequié (BA) e o terminal portuário multicargas de São Luís (MA) devem estar na lista.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Prefeitura, deficiente, compromete construção civil local

Comissão de empresários da construção civil de Mossoró pediu a interveniência da presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), para buscar explicações e soluções à atuação da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente Urbanismo e Serviços Urbanos (SEMURB). A iniciativa também chegou ao Blog Carlos Santos, em tom de apelo.

São problemas que comprometem a economia da cidade, dificulta a empregabilidade e o próprio faturamento tributário da municipalidade.

Setor da construção civil fez apelo para que estrutura da Semurb seja melhorada logo (Foto: web)

Por deficiência técnica, falta de recursos e outros fatores que fogem à compreensão do setor, a Semurb está com uma limitação (que é bom que se diga, que não vem de agora, mas de outras gestões), em relação à liberação de documentação, principalmente a “Certidão de Característica e Habite-se”.

A pasta tem apenas um veículo para toda as suas atividades e não apenas às fiscalizações. O agravante, é que até o abastecimento de combustível dessa “frota” é emperrado.

“Falta até pilha no GPS, para liberação da certidão de número”, chegou a relatar o empresariado.

Resultado dessa e de outras deficiências até bizarras, é que um documento que seria emitido em cerca de 15 dias chega a levar até 30 ou 40 dias. Negócios emperrados, meio circulante comprometido drasticamente em meio a uma crise econômica ainda não debelada.

Nota do Blog – Mais uma vez o Blog Carlos Santos dá contribuição à atividade produtiva e à gestão Rosalba Ciarlini (PP) no sentido de que algo funcione na municipalidade.

Não é uma “denúncia vazia”, mas outro alerta, com sentido de colaborar com a gestão e a cidade.

É preciso que as prioridades saiam do campo da propaganda e do faz-de-conta, passando a medidas que visem enxugamento de custo e aumento de receitas, com eficiência na prestação de serviços à sociedade.

Aguardamos desdobramentos positivos.

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Setor da construção civil prepara novos lançamentos

A construção civil de Mossoró vê uma luz no fim do túnel. Após vários meses de instabilidade e recuo nos investimentos, empregabilidade e novos empreendimentos, cenário pode ter boas novidades.

Alguns empreendimentos deverão ser lançados nos próximos meses.

Em Tibau, a 42 quilômetros de Mossoró, onde costuma existir reflexo da economia mossoroense no setor, também se esquadrinha outros lançamentos imobiliários.

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O começo mais difícil

Por Carlos Duarte

A ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) assume, hoje, a Prefeitura de Mossoró mergulhada numa crise administrativa-financeira sem precedentes na história recente do município. Terá à frente uma missão dificílima para equilibrar as contas públicas e devolver aos mossoroenses a esperança de dias melhores.

O começo mais difícil de sua vida pública.

O cenário conjuntural da crise nacional agrava a situação e suas ações de gestão e de políticas públicas terão que ser, imprescindivelmente, ágeis e eficazes.

Não há mais tempo a perder com lamentações e busca de culpados para o caos, a exemplo do que fez quando foi governadora do RN. O momento atual exige um outro olhar da gestora – que deve ser focado na solução de problemas com pragmatismos e inovações.

Espera-se que, desta vez, o governo Rosalba Ciarlini esteja com um Planejamento Estratégico bem elaborado e pronto para ser executado, juntamente com um competente Conselho Gestor de Crises.

Se insistir na prática da velha maneira de fazer política e na condução de gestão pública ultrapassada, certamente, sua administração será um fiasco e a população poderá até sentir saudades do ex-prefeito Silveira Junior (PSD) – o que será uma tragédia.

As evidências ainda não apontam para mudanças estruturantes, como a situação exige, mas ainda é muito cedo para conclusões precipitadas e há (pouco) tempo para correções de rumo.

O destino de Mossoró, agora, está entregue ao governo Rosalba Ciarlini e, independentemente, da cor partidária e de convicções políticas todos devemos torcer pelo sucesso da administração, pedindo a Deus que ilumine sua equipe nesse mandato. O mossoroense não merece mais tanto sofrimento.

Boa sorte, Mossoró!

SECOS E MOLHADOS

Câmara – Izabel Montenegro (PMDB) foi eleita e assumiu hoje a presidência da Câmara Municipal de Mossoró. A situação de sucessivos desgastes é sempre resultado de má gestão de presidentes despreparados ou de conchavos políticos, que tornam o poder legislativo de Mossoró uma sala contígua ao Palácio da Resistência. Isso também precisa mudar. É oportuno lembrar que o presidente da CMM é o terceiro na linha sucessória do município. A qualquer momento poderá vir a assumir a prefeitura, por isso, tem que ser uma pessoa preparada e experiente. Tivemos exemplo recente.

Robinson – O governo Robinson Faria vai se instalar em Mossoró, entre os dias 11 a 13 de janeiro. Está preparando uma agenda positiva, mas o verdadeiro objetivo é a formação de um grupo político próprio do governador em Mossoró. Fará uma parceria, apenas, administrativa com a prefeita Rosalba Ciarlini, mas quer remontar seu grupo, liderado diretamente por ele, em Mossoró e região. Está procurando um imóvel para montar um ‘escritório’ de governo.

Robinson: gabinete em Mossoró

Segurança – A segurança no RN, que está muito ruim, poderá piorar ainda mais, em 2017. O orçamento aprovado pela Assembleia Legislativa para a Secretaria de Estado de Segurança Pública é de apenas 0,2%. Isso significa que, mesmo se o orçamento aprovado for totalmente repassado, o valor ainda não cobre a necessidade de custeio – que já é um caos. Além da falta de políticas públicas eficazes, a pasta da Segurança convive com índices baixíssimos de resolutividades de homicídios, recordes de crimes violentos (quase 2.000 assassinatos, em 2016), déficit de contingente de PMs (mais de 4 mil), diárias operacionais insuficientes, entre outras mazelas. Lembrando: A Segurança foi a principal bandeira de campanha do governador Robinson Faria.

Onda – Como uma onda…! No conjunto da obra, esse foi o efeito do governo Francisco José Júnior (PSD), em Mossoró. Chegou majestosa, com crista alta e imponente. Todos se encantaram com o surfista habilidoso que nela singrava. No refluxo, arrastou as esperanças e os sonhos de mudanças positivas. Lamentável. Mas, ele promete voltar na crista de outra onda. Aposta no tsunami que poderá ser o governo Rosalba Ciralini.

Emprego – A locomotiva da geração de emprego no RN, a construção civil, é agora o setor que mais demite. A fruticultura irrigada é o setor que mais contrata e ultrapassa a construção em números de vagas, apesar da sazonalidade, da estiagem, da crise econômica, da alta carga tributária e da falta de investimentos de infraestruturas do Estado.

Desemprego – Historicamente o final de ano é o período em que o desemprego dá uma trégua. Neste foi diferente: o mercado de trabalho mostrou sinais de deterioração e o País alcançou o recorde de 12,132 milhões de desempregados. Por outro lado, a renda média dos que permaneceram empregados mantiveram tendência de queda.

Energia – O consumo de energia elétrica no Brasil caiu 1,2%, em novembro. Isso é a consequência da crise econômica, sem sinais de recuperação da indústria. O “lado bom” é que a partir de janeiro a bandeira tarifária será verde. Isso não acontecia desde janeiro de 2015, quando o sistema de bandeiras tarifárias foi implementado.

* Veja coluna anterior clicando AQUI.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

Construtora deve investir em novos condomínios

A Massai Construções e Corporações, empresa originária da Paraíba, com a atuação no setor da construção civil em Mossoró, rabisca retomada de investimentos em 2017 na cidade.

Pelo menos três condomínios verticais estão em seus planos.

Aguardemos.

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