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Governo Fátima fica ainda mais dependente de dois nomes

Instabilidade, desequilíbrio, crise, problemaMais do que nunca a governadora Fátima Bezerra (PT) depende de duas pessoas para tocar seu segundo governo até o fim, num percurso que promete muitos solavancos ou surpresa bem desagradável, antes disso:

Vice-governador Walter Alves (MDB);

Presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira (PSDB).

Se indispor com um ou outro, ou ambos, nem pensar.

Os dois são unha e carne, com afinação sinfônica. Demonstraram ano passado na condução da chapa à reeleição dela, onde “Waltinho” desembarcou à contragosto da própria candidata e da sua base partidária. Houve até quem prometesse engoli-lo para depois vomitá-lo.

Na Assembleia Legislativa, por exemplo, Fátima Bezerra tem escassos deputados; a grande maioria presta reverência a “Ezequielzinho.”

O  repasse “fracionado”, ou ‘fatiado’, dos duodécimos do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) e da Assembleia Legislativa (veja AQUI), é um sinal amarelo para a governadora.

Anote, por favor.

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Fátima repete Rosalba e Robinson e fraciona repasse a outros poderes

Dinheiro, ganância, capitalismo, corrida por dinheiro, grana, investimento, economia,O que já tinha acontecido nos governos Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP) e Robinson Faria (PSD, hoje no PL), agora se repete na segunda gestão da governadora Fátima Bezerra (PT): repasses do duodécimo da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) começam a ser feitos de forma “fracionada”, ou fatiada, como queira.

O problema, é bom que se diga, já ocorrera no início do primeiro governo de Fátima Bezerra (veja AQUI), em janeiro de 2019. Mas, tudo foi entendido como início de arrumação de casa, após ela receber a herança maldita de Faria, com quatro folhas de pessoal do Estado em aberto.

Agora, a justificativa tem relação com “transferências dos valores do Fundo de Participação dos Estados (FPE)”, por parte do Governo Federal, que sofreram “reduções.” Em Nota Oficial, o governo informa o caso:

Em função das consecutivas reduções das transferências dos valores do Fundo de Participação dos Estados (FPE), por parte da União, o Governo do Estado mais uma vez contou com a compreensão dos gestores do Poder Judiciário Estadual e da Assembleia Legislativa ao acordarem que o repasse dos duodécimos programados para o mês passado, possa ocorrer de forma fracionada.

A primeira transferência ocorreu em agosto e uma outra será compensada ainda neste mês. Importante salientar que os valores não repassados ao Tribunal de Justiça e à Assembleia Legislativa do RN se referem a 17,6% do total dos duodécimos dos dois poderes.

Ao longo de quase cinco anos de administração, o Governo do Estado tem mantido uma relação harmoniosa com os demais poderes, o que favorece a junção de esforços em momentos desafiadores para o Estado, como durante a pandemia da covid-19, quando o Executivo Estadual contou com a sensibilidade de todos os demais poderes para dar andamento às medidas importantes.

O que é o duodécimo? – É o valor orçamentário devido e obrigatório aos poderes e órgãos públicos, constando da Constituição Federal, em seu artigo 168. Estão estabelecidos os recursos proporcionais às dotações orçamentárias e devem ser entregues até o dia 20 de cada mês, divididos em 12 vezes por exercício (ano).

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Governo passa a “fatiar” recursos para outros poderes

Freire: fatiamento necessário (Foto: assessoria)

Do G1RN e Blog Carlos Santos

O Governo do Estado vai dividir em duas parcelas os repasses do mês de janeiro para a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

A informação foi confirmada pelo secretário de Planejamento e Finanças (Seplan), Aldemir Freire.

De acordo com Freire, uma parte será paga nesta sexta (18) e a outra no dia 31 de janeiro. A primeira parcela é de R$ 93,3 milhões, que incluem também os repasses integrais para o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Tribunal de Contas do Estado.

Na segunda parcela, dia 31, R$ 33,7 milhões complementarão os duodécimos da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Justiça. Ao todo, são R$ 127 milhões.

“Eles já foram comunicados. Estamos ajustando os repasses ao fluxo de caixa do Governo”, afirmou o secretário.

Nota do Blog – Posição absolutamente correta do Governo Fátima Bezerra (PT). Todos, todos mesmos, precisam participar da luta para debelar essa crise. Os servidores do Executivo conhecem bem o que é salário fatiado ou atrasado em dias, semanas e meses.

Os poderes e órgãos de Estado que têm transferências do Executivo – AL, TJRN, MP, Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) e Defensoria Pública – não podem funcionar como arquipélago de prosperidade, cevados, enquanto o Executivo – poder arrecadador, se vira com problemas.

Pau que bate em Chico é o mesmo para Francisco. Ou todos não são iguais perante a lei?

O que é duodécimo? – É o valor orçamentário devido e obrigatório aos poderes e órgãos públicos, constando da Constituição Federal, em seu artigo 168. Estão estabelecidos os recursos proporcionais às dotações orçamentárias e devem ser entregues até o dia 20 de cada mês, divididos em 12 vezes por exercício (ano).

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