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Allyson Bezerra soma 31,51% e Rogério Marinho totaliza 12,03%

Arte da TV Ponta Negra/Data Census (Reprodução do BCS)
Arte da TV Ponta Negra/Data Census (Reprodução do BCS)

O Instituto Data Census divulgou, nesta segunda-feira (1º), nova pesquisa sobre a intenção de votos para o governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. O levantamento foi realizado entre 20 e 23 de novembro de 2025 e ouviu 2.028 pessoas em 71 cidades, que representam cerca de 80% do eleitorado do Estado. A pesquisa tem margem de erro de 2% e nível de confiança de 95% e foi apresentada na TV Ponta Negra de Natal.

O atual prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), aparece na liderança dos cenários Estimulado e Espontâneo. O segundo colocado é o senador Rogério Marinho (PL):

Estimulada

Na pesquisa Estimulada, quando os nomes são apresentados aos entrevistados, o resultado foi este:

Allyson Bezerra – 31,51%

Rogério Marinho – 12,03%

Carlos Eduardo – 10,36%

Álvaro Dias – 9,27%

Walter Alves – 3,65%

Cadu Xavier – 2,76%

Nulo – 22,73%

Não sabe – 7,69%

Espontânea

Em relação à Espontânea, quando o eleitor responde sem receber nomes de candidatos, o resultado foi este:

Allyson Bezerra – 12,7%

Fátima Bezerra – 3,5%

Rogério Marinho – 2,6%

Álvaro Dias – 1,5%

Styvenson Valentim – 1,0%

Carlos Eduardo – 0,9%

Cadu Xavier – 0,6%

Walter Alves – 0,3%

Não sabe – 70,8%

Nulo – 5,1%

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Allyson lidera de 37,1% a 44,1% nos cenários ao Governo do RN

Cenário 1 (Reprodução do Agora RN)
Primeiro Cenário (Reprodução do Agora RN)

O jornal impresso e portal virtual Agora RN, de Natal, na edição desta sexta-feira (28), apresentou mais uma rodada de pesquisa eleitoral ao Governo do RN, através do Instituto Exatus. O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), segue liderando a corrida para o Governo do Estado nas eleições de 2026.

Ele tem vantagem significativa nos três cenários testados. Os números se referem à pesquisa Estimulada – quando o eleitor recebe uma lista de nomes e precisa escolher uma opção.

Primeiro Cenário

Em um primeiro cenário, Allyson Bezerra aparece com 38,44%. Em segundo lugar, está o senador Rogério Marinho (PL), com 25,63%. O terceiro colocado é o secretário de Fazenda do RN, Cadu Xavier (PT), que tem 6,95%. Um total de 8,58% dos eleitores disseram não saber em quem votar. Já 20,4% responderam que não pretendem votar em ninguém.

Segundo Cenário

Trocando Rogério pelo ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), a vantagem de Allyson Bezerra aumenta. Neste cenário, ele tem 44,01% das intenções de voto, enquanto Álvaro tem 11,43% e Cadu Xavier soma 7,44%. Não souberam dizer 9,86% dos entrevistados, enquanto 27,25% disseram que não pretendem votar em ninguém.

Em relação à pesquisa anterior, de setembro, todas as oscilações nesses dois cenários se deram dentro da margem de erro.

Segundo Cenário (Reprodução do Agora RN)
Segundo Cenário (Reprodução do Agora RN)

Terceiro Cenário

Por fim, a pesquisa testou um cenário inédito mais amplo, com mais de um candidato de direita. Nele, Allyson Bezerra tem 37,01%, Rogério Marinho aparece com 21,98%, Cadu Xavier registra 6,16% e Álvaro Dias tem 2,37%. Empatado com Álvaro, ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PSD) tem os mesmos 2,37%. Neste cenário, 8,28% não souberam responder, enquanto 21,83% responderam que não pretendem votar em nenhum dos nomes.

Na pesquisa anterior, Walter Alves (MDB) havia sido incluído em dois cenários, mas nesse novo levantamento o nome foi retirado a pedido do próprio vice-governador.

Terceiro Cenário (Reprodução do BCS)
Terceiro Cenário (Reprodução do Agora RN)

A pesquisa do Instituto Exatus entrevistou 2.029 eleitores em todo o Rio Grande do Norte entre os dias 12 e 15 de novembro. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

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Fátima venceu em 158 municípios; Fábio em 9 e Styvenson nenhum

Fátima venceu com facilidade os adversários mais 'próximos', Fábio e Styvenson (Fotomontagem: arquivo)
Fátima venceu com facilidade os adversários mais ‘próximos’, Fábio e Styvenson (Fotomontagem: arquivo)

Do TCM Notícia

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), reeleita no domingo (2) no primeiro turno das eleições 2022, venceu em 158 das 167 cidades do Estado. O segundo mais votado foi Fábio Dantas (Solidariedade), vitorioso em 9 municípios.

Já o senador Styvenson Valentim (Podemos) não conseguiu vitória em nenhum dos municípios.

Os nove municípios que deram vitória a Fábio Dantas foram: Riacho da Cruz, Itajá, Galinhos, São Tomé, São Paulo do Potengi, São José do Mipibu, Senador Georgino Avelino, Monte das Gameleiras e Passa e Fica. Desses, o que maior votação para ele foi Monte das Gameleiras, que rendeu ao candidato 57,80% dos votos.

Veja abaixo:

Riacho da Cruz (51,23%)

Itajá (46,22%)

Galinhos (52,24%),

São Tomé (49,55%)

São Paulo do Potengí (45,58%),

São José do Mipibu (47,66%),

Senador Georgino Avelino (49,17%),

Monte das Gameleiras (57,80%)

Passa e Fica (43,72%).

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Em relação ao primeiro turno de 2018, quando se elegeu pela primeira vez ao Governo do RN, Fátima Bezerra conseguiu vencer com sobras também. Porém, aconteceu o segundo turno.

No primeiro, ela venceu em 149 municípios e perdeu em 13 para o segundo colocado, Carlos Eduardo Alves (PDT). Inclusive, em Natal, ele venceu-a em todas as urnas apuradas. O então governador e candidato à reeleição, Robinson Faria (PSD), levou a melhor em cinco municípios.

Já no segundo turno, contra Carlos Eduardo Alves (PDT), Fátima ganhou em 154 municípios e ele em 13, incluindo Natal de novo.

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O anticandidato que morre de medo de ser eleito

Vai terminar a campanha, chegaremos às eleições de outubro, com boa parte da população do Rio Grande do Norte sem saber que Styvenson Valentim (Podemos) é candidato ao governo estadual.

O senador Valentim é o da esquerda, com camisa rósea (Foto: arquivo)
O senador e “candidato” Styvenson Valentim é o que posa de braços cruzados nesta foto (Foto: arquivo)

Por sua opção, não faz campanha. No máximo, usa redes sociais próprias e aparece em algum debate, além dos espaços naturais que provoca na mídia.

Ele é de fato um anticandidato.

Talvez o único outsider da política do RN.

O que, convenhamos, serve muito à sua imagem, esculpida a partir da atividade policial em blitzen da lei-seca, mas tem pouca serventia à própria política e à população potiguar.

Valeu em sua eleição ao Senado em 2018, contra gigantes como Garibaldi Filho (MDB) e Geraldo Melo (PSDB), além de mais 12 concorrentes (veja AQUI), porém não é o suficiente para 2022. A memória próxima no inconsciente popular, latente na massa, não é mais do rigoroso policial antipinguços ao volante, mas do senador falastrão que só se pronuncia na primeira pessoa.

Numa disputa de egos seria eleito fácil. Mas, a luta é pela administração do RN, tarefa que Valentim parece morrer de medo de abarcar. Daí ser compreensível sua campanha pelo avesso, para não ser visto ou lembrado.

Toca Raul!

Como Raul Seixas cantava em “Comboy fora da lei,” sendo candidato de verdade o senador Styvenson Valentim “pode ser que seja eleito” (sic). Na música, Raul narrava que alguém poderia lhe “assassinar” no mandato de prefeito.

Com Valentim, o pânico é ser obrigado a mostrar serviço – aquilo que cobra dos outros.

O que é outsider? – Um “estranho”, alguém por fora do sistema, do meio em que vive.

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Fique de olho em Styvenson Valentim e seu eleitor

Enquanto o senador Styvenson Valentim (Podemos) segue no seu chove e não molha, deixando no ar dúvida se será ou não candidato a governador, as principais campanhas a esse cargo devem estar mapeando seus potenciais eleitores.Olho grande, de olho, lupa, observação, investigação

Se ele não for, para onde migrará a maioria dessas intenções de voto?

A resposta para essa pergunta é muito importante para o que vai ocorrer na campanha, caso Valentim não seja candidato.

Sendo, a própria atmosfera da disputa e seu discurso darão modelagem mais clara ao rosto e cabeça do seu eleitor.

Pode chegar ao segundo turno. Se não, com certeza esses “seus” eleitores terão um norte. Um caminho, uma direção, uma segunda opção ou chance.

Enfim, fique de olho em Styvenson Valentim e seu eleitor.

Candidato ou não, poderá dar os rumos da contenda.

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Carlos Eduardo abre canal para entendimento com Fátima Bezerra

Em entrevista a Rádio Cabugi do Seridó em Jardim do Seridó, nesse sábado (17), ouvido pelos entrevistadores Rodrigo Fernandes e Jenully Cristiano, o ex-prefeito do Natal e ex-candidato a governador em 2016 Carlos Eduardo Alves (PDT) deixou clara sua flexibilidade no diálogo político para 2022. E mais: o canal está aberto para composição com a atual governadora Fátima Bezerra (PT), sua adversária no pleito anterior.

Rodrigo, Jenully e Carlos Eduardo no estúdio da emissora seridoense (Foto: cedida)
Rodrigo, Jenully e Carlos Eduardo no estúdio da emissora seridoense (Foto: cedida)

“Eu quero dizer a você o seguinte: estou aberto a conversar, inclusive com a governadora Fátima Bezerra e o PT”, avisou.

“Fátima votou em mim duas vezes pra prefeito de Natal, e eu apoiei ela na minha sucessão. Em 2004 eu disputei a eleição e Fátima perdeu. Aí eu fui pro segundo turno, ela não foi e ela votou em mim no segundo turno. Votou, declarou e tal. Em 2012, o PT não foi para o segundo turno e Fátima me apoiou para Prefeito de Natal. Em 2008 estava terminando um dos meus mandatos e apoiei ela para prefeita de Natal. Infelizmente perdemos naquela época”, relembrou.

“Então eu dizer o seguinte: que não tenho nenhum ressentimento. Eu acho que você não pode ficar olhando pra trás e ser magoado disso, não”, reforçou.

Já tem já tem algum projeto definido?

– O meu partido decidiu que eu devo disputar a eleição majoritária ao governo ou ao Senado. Na realidade, eu sou candidato pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte. Agora, também eu não descarto a possibilidade de disputar o Senado.

Isso seria possível numa aliança com a Governadora Fatima Bezerra?

– O meu partido não conversou com o PT, nem houve nenhuma iniciativa minha, nem dos partidos, não há absolutamente nenhuma conversa, ninguém procurou. Evidentemente que esse entendimento pode acontecer. Ainda tem muito tempo para a eleição. Não é que você seja um oportunista. A atividade política é dinâmica, desde que você não perca a vergonha na cara. Porque eu encontrei Fátima quinze dias depois da eleição e falei com ela. Conversamos e tal. Em 2004, quando eu disputei contra ela e ganhei a Prefeitura de Natal, ela também teve o mesmo comportamento de naturalidade de conversar comigo. Então, até me ensinou isso. E eu apenas repeti o gesto dela lá atrás.

A previsão de Carlos Eduardo é de que “até abril, maio do ano que vem, as candidaturas estarão colocado com toda a transparência para o eleitor do Rio Grande do Norte fazer fazer a sua escolha”.

Aventura, nem pensar

No momento, disse o ex-prefeito natalense, “eu sou pré-candidato ao governo e eu vou tentar viabilizar minha candidatura ao Governo”. Porém, entretanto, mas, contudo, todavia… “porque num pode também ser uma cruzada irresponsável, ? Quixotesca, ? Num pode ser uma cruzada quixotesca, ou seja, aquela coisa de aventura”.

Na ótica de Carlos Eduardo, assim exprimiu, é imprescindível se construir as alianças. “Nesse processo cabe também uma conversa com a com o PT. Não tem nenhum problema”, repetiu.

Entendeu, Fátima Bezerra?

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