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Robinson Faria vence no TSE e está liberado para ser candidato

O ex-governador Robinson Faria (PSD) está liberado judicialmente para ser candidato a qualquer cargo eletivo este ano. E, a princípio, seus planos e adiantado trabalho apontam para disputa de uma vaga à Câmara dos Deputados.

Robinson teve vitória sem contestação por 7 x 0 no TSE (Foto: arquivo)
Robinson teve vitória sem contestação por 7 x 0 no TSE (Foto: arquivo)

Agora à noite (terça-feira, 15), o pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade (7 votos a 0) que ele e mais cinco pessoas condenadas no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) são inocentes. Foram denunciados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), ainda em relação à campanha eleitoral de 2018, quando Faria tentava reeleição ao governo estadual.

Além de Robinson, a decisão favoreceu os ex-secretários Vagner Araújo, Pedro Ratts e Pedro Cavalcanti Filho, além de Ana Valeria Barbalho Cavalcanti e Josimar Custodio Ferreira.

Abuso

Robinson e os demais réus tinham sido denunciados por abuso do poder político e econômico, através de várias ações de governo, como inaugurações e propaganda. No entendimento dos ministros do TSE, a partir do relator do recurso, ministro Benedito Gonçalves, é que não teria ocorrido excessos que contribuísse para o desequilíbrio do pleito.

A propósito, na disputa pelo voto o então governador sequer chegou ao segundo turno, disputado por Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo Alves e, vencido por ela.

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Um novo ciclo, melhor ou pior, depois dos mandarins

Já imaginou um mundo político sem Alves, Maia, Rosado, Faria etc.? Sim, é possível. Talvez até muito próximo de existir.

É uma realidade que se desempenha como provável daqui a muito pouco tempo.

Foi dilacerante o que as urnas bradaram em 2018. Impôs derrota de nomes que sempre foram protagonistas da política do RN nas últimas décadas.

Os que escaparam parece que não revelam força à continuidade (ou continuísmo, como queira) longeva. Agem como satélites ou apêndices de referências familiares que estão fadigadas. E o que é pior: não lideram.

São peças de reposição já gastas pelo próprio sobrenome que carregam; a maioria, sem qualquer facho de brilhantismo ou raposice dos antecessores. Os votos também minguam.

Mas o que virá depois? Quem serão os novos atores e nomes proeminentes nesse ambiente de poder?

Eis a questão.

A simples mudança de nomes e siglas não é suficiente para se acreditar que seja diferente e melhor, aquilo que parece novo. Contudo é desse destroço do velho que se alicerça um outro ciclo na política do RN e país.

Essa geração emergente e o que resta do conservadorismo/coronelismo que vai ficando para trás estão diante de exigências bem maiores, como o crescimento da vigilância popular.

Todos, sem exceção, são e serão muito mais cobrados do que os expurgados ou aposentados pela vontade popular. Às vezes, até de forma infame e criminosa (com o uso de fake news, por exemplo).

O comportamento do eleitor nas urnas, em 2018, é bem a prova de que os tempos são outros, volto a frisar.

O processo de avanço ou acomodação dessa nova ordem política incipiente é assentada ainda num sistema político-partidário velho e viciado. A engrenagem segue funcionando para não permitir mudanças (para melhor) na política, na República, no Estado e na vida social.

É uma herança maldita deixada por boa parte dos que foram demitidos ou extirpados da política, pelo voto ou pela lei. É o grande gargalo postado diante do novo, ou do aparentemente novo, que se propõe a ser diferente e melhor.

O modelo oligárquico está esgotado, mesmo que sobreviva aqui e ali em algumas comunas e em resistentes mandarins aldeões. Sua força ainda terá eco por decênios e decênios, mas nada será como antes.

O que vem por aí será pior? Não sei. Diferente, com certeza.

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Isolda fará plenária com balanço de mandato antes da AL

Isolda: rumo à AL (Foto: arquivo)

Nesta segunda-feira (17), às 18h no Memorial da Resistência, em Mossoró, a vereadora Isolda Dantas (PT) fará uma Planária do Mandato Popular dirigida a eleitores, militantes e simplatizantes.

A parlamentar fará balanço de dois anos como vereador de primeiro mandato, além de apresentar síntese de sua agenda de trabalho na Assembleia Legislativa.

Isolda foi a 13ª mais votada entre os 24 eleitos à Assembleia Legislativa, no pleito do último dia 7 de outubro. Ao todo, a parlamentar da Câmara Municipal de Mossoró, originária de Patu, obteve 32.963 votos, sendo votada em 166 dos 167 municípios do estado.

Leia também: A estrela é Isolda Dantas.

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Candidatura de ex-prefeito a deputado estadual está em análise

Ivan: ser ou não ser (Foto: Blog Programa Registrando)

Hoje, pairam incertezas quanto ao futuro do ex-prefeito de Assu Ivan Júnior (PSD). Ele pode ser e pode não ser candidato a deputado estadual em 2018.

A princípio, sim.

A não-eleição do seu candidato a prefeito à sua própria sucessão, Patrício Júnior (PSD), ano passado, é ponto de partida para as dúvidas.

Ao mesmo tempo em que perdeu o pleito, com Patrício, viu se fortalecer o fôlego local do grupo do deputado estadual George Soares (PR), com a vitória do seu irmão Gustavo Soarres (PR).

A própria configuração política do grupo do governador Robinson Faria (PSD) para 2018, contribuirá à decisão de Ivan Júnior. Compondo esse sistema, ele será envolvido diretamente na planificação eleitoral, com o governador sendo candidato ou não à reeleição.

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