Nesta sexta-feira (17), Tárcio Araújo e Elisângela Moura, âncoras do Jornal 95 da FM 95 de Mossoró, vão bater papo conosco. Oportunidade para o Blog Carlos Santos falar com seus milhares de ouvintes e internautas.Vamos falar sobre política em tempos de pandemia.
Encontro marcado a partir das 18h05.
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A repórter Elizângela Moura da rádio TCM 95 FM de Mossoró entrevistou ontem (terça-feira, 11), por telefone, o presidente do Tribunal de Contas do RN, Gilberto Jales. A pauta da radialista foi motivada pela aprovação do projeto de lei que regulamenta a verba de gabinete na Câmara municipal de Mossoró.
Gilberto: verba de Mossoró sem aval até aqui (Foto: Web)
Perguntado sobre a suspensão da verba indenizatória no legislativo mossoroense em 2016 e aprovação da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar Municipal (CEAPM), Gilberto Jales, afirmou que são duas coisas distintas sobre o mesmo assunto. É que a verba foi suspensa em mais de 20 Câmaras municipais, inclusive Mossoró, porque não estava servindo à finalidade indenizatória.
“A medida cautelar está válida e ainda não foi julgado mérito da questão, porque ainda estamos ouvindo alguns citados. Sobre esta nova situação o tribunal não pode transcorrer sobre algo que não está no tribunal que até agora não foi provocado”.
Alerta
Em alguns casos onde a verba foi suspensa houve revogação da medida cautelar para retorno dos recursos indenizatórios, mas Mossoró ainda não.
Jales afirmou que provavelmente o TCE vai anexar o conteúdo da lei que foi aprovada ao processo que suspendeu a verba para análise. “Embora tratem do mesmo tema cada um tem sua particularidade”, alertou o presidente do Tribunal.
A Câmara de Mossoró, por intermédio da Presidente Izabel Montenegro (MDB) deverá provocar o TCE/RN ainda esta semana.
A reportagem especial “A Vida na Melhor Idade”, uma abordagem sobre os desafios para se cumprir o Estatuto do Idoso, foi o Primeiro Lugar no Prêmio Ministério Público de Jornalismo, categoria Rádio.
Moisés e Tárcio: premiação (Foto: cedida)
Coube à 95 FM Mossoró a conquista, sendo a única emissora do interior do estado a empalmar premiação no certame, que teve resultado divulgado hoje em Natal.
A reportagem e pauta foram do jornalista Tárcio Araújo, com locução Elisângela Moura, edição de áudio Fabiano Junior e revisão de conteúdo de Moisés Albuquerque.
O prêmio do Ministério Público do RN (MPRN) premia os melhores trabalhos do ano dos profissionais da imprensa potiguar. Esta é a quinta edição do prêmio.
Nota do Blog – Sejamos sinceros: o Tárcio Araújo é um ‘imã’ para prêmios jornalísticos. Para onde se inclina, atrai premiação. Parabéns a você e à toda equipe da FM 95.
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Estarei hoje (sexta-feira, 7) às 18h30 em bate-papo sobre política na FM 95.7 de Mossoró.
Vai ser no “Jornal da 95”.
Oportunidade para conversar com os âncoras Tárcio Araújo e Elisângela Moura.
Vamos falar sobre a sinuosa gestão Michel Temer (PMDB), recente passagem do governador Robinson Faria (PSD) por Mossoró, os desafios da administração Rosalba Ciarlini (PP) e outros assunto.
O prefeito Francisco José Júnior (PSD), de Mossoró, falou de forma incisiva hoje no Jornal da 95, da FM 95, apresentado às 18h30 por Tárcio Araújo e Elisângela Moura.
Vai judicializar a relação com grevistas.
– Nós não podemos de maneira nenhuma ser irresponsáveis – disse. segundo o prefeito, o reajuste salarial de 13% cobrado pelos servidores é “inviável”.
Garantiu que a Prefeitura tem feito “o dever de casa” com cortes profundos em seu custeio.
Informou que os cargos comissionados correspondem “só a 5% da folha de pessoal (…). Diminuímos contratos quase todos em mais de 20%”, além de ter freado aditivos em contratos etc.
Birra
Disse também que “não está faltando diálogo”. Já foram feitas contra-propostas. Porém não pode avançar mais na relação com sindicato, pois impacto do reajuste na folha inviabilizaria o erário, com custo da ordem de R$ 3,5 milhões/mês.
Acusou a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marleide Cunha, de comandar “barreiras” e “barricadas” para a população não ter atendimento nas unidades de Saúde, contrariando necessidades coletivas e à lei.
– A população não pode sofrer por birra do sindicato – avaliou.