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O choro dos fariseus

vista-frontal-do-jovem-macho-na-camisa-preta-posando-e-choro-falso_140725-19470Redes sociais viraram muro das lamentações de pessoas que fazem ‘merda’, sofrem pressão e se veem obrigadas à manifestação de pedido de desculpas.

É muito choro, é muito arrependimento.

Todos adultos, muitos com cargos públicos ou posições sociais relevantes.

Fariseus.

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Para ser sincero…

direito ao esquecimento, memória, apagar lembranças, cérebro,Por Carlos Santos

Alguns pedidos de desculpas apenas confirmam o deslize.

Não revelam humildade nem reconhecimento de erro.

O inconsciente tem uma força incontrolável.

É o seu ‘eu’ dizendo quem você é de verdade.

Eu acredito no que deixas escapar, mais do que em sua ‘sinceridade’.

Que fique claro.

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O grande vírus da hipocrisia

HipocrisiaPara o governo estadual, “na casa do Senhor não existe satanás”. O da Covid.

Ele só gosta de restaurante, bar, escola, micareta, shopping, supermercado, shows.

A hipocrisia é um grande vírus propagador dessa doença.

Francamente.

  •  Igrejas e templos religiosos não foram tratadas no decreto de restrições sociais e exigências maiores contra a Covid-19, “por não haver qualquer recomendação científica que aponte, no momento, a necessidade de alterações às medidas preconizadas em decretos anteriores”, informou o Governo do RN.

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A toga e o hipócrita

toga institucional, juiz, magistrado, judicante, justiçaPor François Silvestre

O ex-juiz Sérgio Moro revela-se muito preocupado com com uma recente besteira dita por Lula, quando interrogado sobre a quarta “eleição” de Daniel Ortega, na Nicarágua. Foi uma observação infeliz? Foi. Porém, qual a gravidade disso? Nenhuma.

Agora vejamos o que o Ministro da “Justiça” Sérgio Moro fez ao ouvir falas safadas e cretinas contra a Democracia e a ordem pública. Lembram da famosa reunião ministerial que motivou a saída de Moro? Pois bem, Moro saiu por discordar da interferência na Policia Federal, com a demissão de um pupilo de Moro, dos tempos em que era Juiz e promotor ao mesmo tempo.

Saiu e denunciou. Mas ficou nisso. Não reclamou de nada que ouviu naquela reunião, amplamente divulgada. Ouviu Paulo Guedes dizer: “A porra do Banco do Brasil está pronto pra ser privatizado”. Ouviu silenciosamente. Ficou nisso? Não. Disse o Ministro do meio ambiente, aquele que saiu sob suspeita de contrabando de madeira, “Vamos aproveitar esse momento confuso para passar a boiada”.

Quer dizer o quê? Que seria desmontada a legislação de apoio ao meio ambiente, para favorecer e facilitar a vida de madeireiros, grileiros e garimpeiros clandestinos.

Sérgio Moro ouviu caladinho sem fazer qualquer reparo. Nem ali nem depois. Ficou nisso? Não. Disse o pilantra ministro da “educação”, aquele que abocanhou de punição uma diretoria do Banco Mundial: “Vamos botar esses filhos da puta do Supremo Tribunal todos na cadeia”. E virou-se apontando para o STF. O ministro da “justiça” Sérgio Moro ouviu tudo isso e calado ficou.

E teve mais. Ouviu uma esculhambação contra a China, nosso maior comprador, sem dizer nada. Essa parte não foi divulgada, para evitar problemas no comércio internacional. Nada disse ali nem criticou depois. Insatisfeito ficou só com a demissão do seu protegido.

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Há remendo?

Por François Silvestre

Há, hoje, nos grotões da vida em sociedade, uma espécie de tristeza mórbida, que só não alcança fanáticos ou alienados absolutos. No campo do fanatismo, vamos encontrar a direita renascida do esterco e a esquerda trombando nas próprias frustrações.

Os alienados, aparentemente felizes, são os mesmos dos antigos tempos da direita conservadora e da esquerda reformista. No mesmo quadro de ilusão lírica ou interesse reprimido. Ambas a buscarem justificativas ou inventarem convencimentos. A direita conservadora, não fascista, diluiu-se e faz falta. A esquerda lírica, não idiotizada, recolheu-se e deixou o vácuo.

O pragmatismo serve de pretexto à mistura no charco, onde o limite da ética inventada permite nadar na lama.

Em política, ser honesto ou falso é só uma questão de oportunidade. Tudo metodologicamente explicável ou justificável. Como a loucura nos personagens de Shakespeare. O método que espanta remorsos e modela biografias caricatas.

Mas os políticos não estão solitários nesse embuste. Longe disso, eles têm a companhia dos que exibem falsamente o combate ao desmando. Até conseguem algumas reparações, mas não convencem, posto que a ética cantada em verso e prosa não resiste à ganância dos paladinos, recheando os bolsos com o zinabre que carrega o cheiro da miséria do povo.

Porém, o aparato da exibição, que fantasia a alienação dos novos tempos não consegue retirar a maquiagem do palhaço, após sair do picadeiro e mergulhar na solidão do camarim.

Fossem eficientes os discursos das castas, espertamente abastecidas, tudo seria mais facilmente alcançável. Seria, mas não é.

Quem cobra austeridade nem sempre é austero. Quem cobra honestidade pública muitas vezes esconde a desonestidade nos escaninhos da legalidade duvidosa. E o que é duvidoso na moral, agasalha a lei no legalismo; porém, a desmente na legitimidade.

Isso produz tristeza? Sim. Mas ser triste é suficiente? Não. Nem indignar-se é suficiente.

A denúncia exposta acalanta a ira, botando-a para dormir, mas não produz efeito reparador. Apenas faz a catarse de quem se sente mal nesse pântano de hipocrisia.

Não é redundante lembrar que desonestidade não é apenas enfiar a mão no bolso ou no patrimônio público ou privado. Não. Usar e abusar de enviesados teóricos e brechas legais para saquear o contribuinte também é desonestidade funcional. E com rebuscados argumentos vira desonestidade intelectual.

E quando um desonesto intelectual pune o desonesto material, perde-se o fio do fuso e quebra-se a roca do tear. Quem tecerá o Brasil amanhã?

Porque hoje o estofo da pátria resta roto. Lembrando o poeta, “um galo sozinho não tece uma manhã”. Há de ser um povo. Não há pompa ou pose, nem liturgia falsificada, que remende esse tecido esgarçado sem audiência consciente da população.

Essa audiência consciente distingue povo de massa.

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Soberba, desfaçatez e hipocrisia

Por Marcos Pinto

Não  resta  nenhuma  dúvida  de  que   é   mistura explosiva para uma derrota política anunciada. Nada mais desgastante para o poder do que a clara adoção de soberba como instrumento de imposição para afastamento do convívio social. Configura-se, assim, uma doentia e detestável indiferença e distância do contato direto com o povo nas ruas.

São  exatamente esses três fatores impopulares e repulsivos adotados pelos  ungidos  pelo  êxito  eleitoral   que  se  faz   presentes  durante suas  investiduras  nos comandos   dos   executivos   municipal,  estadual  e  federal.   Adotam   a doentia e insana soberba logo no primeiro dia  em  que sentam  na cadeira, exatamente no  primeiro  dia   da  investidura  no  pomposo  cargo.

O poder sobe-lhes  ao estonteante ângulo de 360 graus, afastando totalmente a falsa impressão de humildade interativa que passara para o povo, em seu percursos  de  candidatos  e  de  suas campanhas políticas.

O orgulho e a vaidade fazem-se seus irmãos siameses no cotidiano de suas atividades , predominando  acintosamente  durante  toda  a  gestão. Não  raro,  nomeiam  uma  pífia e desastrosa e incompetente equipe,  que  lhes   fazem   coro nesse detestável processo de soberba e indiferentismo popular.

Passados todos esses tortuosos e conflitantes  dias , é que o  presunçoso  e  sua   equipe deixam   as máscaras caírem, disfarces que eram iguais aquelas máscaras que se coloca em animais brabos, nas laterais dos olhos, para que eles tenham um só ângulo de visão, e não se espantem quando circulam pelas ruas da cidade.

Para agravar o cenário político-administrativo, constata-se  a inexistência de obras estruturantes arcados com os vultosos recursos destinados ao erário. As obras de vulto tiveram apenas sequenciamento,  com destinação específica do  governo  federal, sendo  certo  que  de  pronto  assumem  a  paternidade.

Relegam  os  compromissos  e  as  promessas  de  campanha  ao abandono  de  intenções, quando delas   fizeram seus  estandartes   de luta quando candidatos. Indiferença que soma-se, também, ao  conivente  olhar  da  plebe  ignara.  De sorte que alguns segmentos sociais   somam esforços no emprego de  estratégias  que  suprem, em parte,  as  necessidades  básicas  para  o  andamento  da  máquina  administrativa.

De forma tardia, e somente nos dois meses que antecedem  a  eleição, o  boçal  líder   e sua equipe passam   a adotar uma falsa modéstia, frequentando de forma assídua, de velórios à casamentos, de batizados à sepultamentos, num descaramento de deixar vermelha a face de um boneco de madeira. A esse perfil personalístico dá-se o nome de desfaçatez. Ridículos e hilários, pois.

Os fatos administrativos de somenos importância protagonizados  são  objeto de fofocas nas esquinas e nos bares da cidade. A própria equipe não foca  no fato, mas na fofoca inspirada pelo fato. Não é preciso ser expert em fundamentos do convívio social para saber que a Desfaçatez é irmã-gêmea da hipocrisia.

Esta, por sua vez, representa falsidade, dissimulação, farsa, fingimento, sonsice, insinceridade, simulação, disfarce, deslealdade. Eis o exato perfil desses  gestores  de  fancaria.

Pusilânimes,  marcam  suas   gestões  adotando  o silenciamento oficial diante o importante processo de resgate da história de  seu  povo  e  de  seu   território  ardilosamente  dominado. Reiteradas vezes, negam  a mínima contribuição para o alavancamento de  importantes  obras   estruturantes  para  um  futuro  promissor.

Alguns  segmentos  sociais  travam  quase de forma solitária,  luta  imensurável   para  a  concretude  de  obras  que   contemplam   os  setores  sociais  mais   humildes.  Cite-se  com  louvor,  o   incansável   trabalho  de  fraternidade  desenvolvido  pela   magnânima   Maçonaria,  imprimindo  no  anonimato  de  suas   boníssimas  ações, vidas  com  qualidade  para  aqueles  que  realmente  estão   vivendo   na   mais  completa  pobreza  material  e  alimentar.

Sem vedetismos, os  Pedreiros-Livres  exercem  papel  predominante  para   uma  sociedade  mais   justa.  Nesse  honroso  mister  evidencia-se   o DNA  divino.

Para desalento desses  sacripantas,  resta-lhes   consignada   nas páginas da história como  os  piores  gestores   de  todos  os  tempos.  Lacunas e silêncios, ditos e não ditos do esfarrapado e desacreditado discurso oficial.

Que DEUS nos livre de um gestor com esse danoso perfil político e administrativo.

Inté.

Marcos Pinto é advogado e escritor

De gentileza, cortesia, polidez e hipocrisia

Por Honório de Medeiros

As pessoas confundem gentileza com fragilidade. Acham, embora não externem, que quem é gentil é fraco.

Elas não expressam o que sentem, às vezes, porque não conseguem abstrair a sensação que lhes acomete. Mas agem como se o conseguissem. Origina-se, daí, a condescendência, o menoscabo. É fácil entender essa situação.

A gentileza é um degrau além da cortesia que, por sua vez, está acima da polidez.

Esta pressupõe um distanciamento, um desinteresse pelo interlocutor, embora, talvez, um certo respeito cético pelas convenções humanas.

A cortesia direciona a atenção das pessoas para seus interlocutores, podendo resvalar, se não houver algum cuidado, em plena hipocrisia. Já o gentil é, em todos os aspectos, realmente interessado e respeitoso com seus interlocutores.

Poderíamos dizer que o gentil é um romântico; o cortês, bem-educado; e o polido, distante, até mesmo frio.

Tudo isso para dar razão a um amigo que cansado de ser confundido com alguém a quem se possa tratar com condescendência, anda migrando lentamente para a polidez. Embora não o faça, ainda que por um pouco de hipocrisia, em sua mente, da mão que estende aos outros somente vai a ponta dos dedos.

Indagado acerca de sua mudança por aqueles que lhe são próximos, culpa, sarcasticamente, o avassalador crescimento da hipocrisia ingênua, aquela que o vulgo batizou de falsidade, tão diferente da hipocrisia irônica, na qual quem fala sabe que quem o escuta percebe facilmente que ali somente se vive um jogo, sutil, cujo resultado é sempre uma soma zero.

Eu, pelo meu lado, penso que na verdade o que acontece é que esse meu amigo vai, a marcha batida, no rumo do ceticismo.

Nada mais que isso.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e Governo do  RN

Tributo à hipocrisia deve marcar passagem de governo

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) viaja nesta sexta-feira (7) para os Estados Unidos (EUA) em missão oficial. Passa o governo ao vice Robinson Faria (PSD), às 7h.

Carlos respeitava "DBS"
Lacerca: "Ódio fingido"

A sessão de fotos com ambos juntos, sorrindo, se cumprimentando, será ótima. Um tributo à falsidade conjunta.

O que os une é uma sincera hipocrisia recíproca.

Quanta saudade da época do radicalismo na política do RN.

Hoje em dia, “até o ódio é fingido”, como diria Carlos Lacerda.

Puro farisaísmo.

E ainda tem um magote de babaquaras que briga por políticos em vez de discutir sobre política.

Sostô!