Arquivo da tag: Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC)

Por Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Passei algumas horas hoje no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró.

Tempo para muitas observações, conversas, questionamentos. Perguntas, perguntas, perguntas. Planilhas, números. Sobe e desce de escadas; entra e sai em salas, alas, corredores. Elevador para cima, para baixo.

UTI Neonatal do HMAC dá uma chance excepcional à vida de incontáveis crianças (Foto: montagem)
UTI Neonatal do HMAC dá uma chance excepcional à vida de incontáveis crianças (Foto: montagem)

Em seus escaninhos…novos, reformados, antigos, bem antigos, a tranquilidade que contrasta com o que eu vira no passado.

Ouvi, escutei: dirigentes, servidores, mães…

Captei o choro de bebês, vozes balbuciando palavras ininteligíveis.

Vai e vem de gente.

Em boa parcela desse tempo, optei por conhecer sua UTI Neonatal.

Sabia que ia me emocionar. Assim foi.

Fez-me bem.

Testemunhei bebês minúsculos, frágeis, brigando pela vida.

Nenhuma daquelas crianças era minha, nem devo conhecer seus pais; talvez nunca as veja – engatinhando, andando ou correndo por aí.

Mas é impossível não imaginá-las engatinhando, andando, correndo por aí.

Torço por cada uma, como se minha fosse.

Valentina, Arthur, Maria Eduarda, Ana Lívia…

Amém!

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Hospital sob intervenção sofre com retenção de recursos

A Prefeitura Municipal de Mossoró retém – inexplicavelmente – recursos que deveria repassar ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC)/Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR). São numerários advindos do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Governo do Estado.

O HMAC/CSDR está sob intervenção federal desde 27 de setembro de 2014.

UTI Intermediária Neonatal Convencional é um diferencial no HMAC e precisa ser mantida (Foto: arquivo)

O assunto passou a ser tratado na esfera judicial, à manhã de hoje, tamanho o sufoco vivido pelo hospital, que reflete em especial no bolso de seus servidores.

O fato, por outro lado, pode causar problemas até de ordem criminal para os ordenadores de despesas do município, caso se comprove má-fé.

Repetindo passado

Situação dessa natureza não é novidade na relação (política) entre municipalidade e HMAC/CSDR.

Em 2012, por exemplo, gestão Fafá Rosado (PMDB) segurava recursos da União há nove meses, quando o Blog (veja AQUI) denunciou a canalhice. A estratégia era asfixiá-lo financeiramente.

O resultado de nossa pressão foi que horas depois (veja AQUI) aconteceu de considerável soma para o HMAC/CSDR.

Na época (como hoje), Fafá era adversária política da então deputada federal Sandra Rosado (PSB), que através de seu grupo político controlava a HMAC/CSDR.

Nota do Blog – Espero que isso seja sanado logo e não se repita. Mossoró, nossos bebês, mães, não suportam mais tanta humilhação e luta politiqueira sem escrúpulo algum.

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Uma visita marcada ao Almeida Castro

Esta semana visitarei o Hospital e Maternidade Almeida Castro (HMAC), que está sob intervenção desde 2014.

Conhecer situação salarial, condições de trabalho, estrutura, investimentos, gestão, relação de apoio (ou não) da Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do Estado, estrutura etc.

O HMAC é parte da estrutura original da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), que durante décadas foi controlada pelo grupo política da hoje vereadora Sandra Rosado (PSB).

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Segundo dia de Robinson tem boas notícias para a Saúde

No segundo dia de agenda administrativa em Mossoró, o governador Robinson Faria (PSD), assinou um protocolo de intenções para a alta complexidade, no auditório do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). O evento aconteceu na manhã de quinta-feira (12).

Teve teve a participação do secretário estadual de Saúde, George Antunes, do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, do secretário municipal de Saúde, Benjamim Bento e da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (DEM), senador Garibaldi Filho (PMDB), deputados estaduais Larissa Rosado (PSB), Manoel Cunha Neto PHS), o “Souza”, e Galeno Torquato (PSD), bem como deputado federal Beto Rosado (PP).

Ministro e Robinson (ao centro), se cumprimentam sob o 'testemunho' do tomógrafo (Foto: Ivanízio Ramos)

O objetivo do protocolo é descentralizar os serviços de alta complexidade para o município de Mossoró, com a co-gestão e apoio dos municípios da 2ª e 6ª região de Saúde, com sedes em Mossoró e Pau dos Ferros, formalizando um Termo de Cooperação entre Entes Públicos (TCEP), dentro do processo de regionalização.

Durante a visita o governador também formalizou a entrega de um novo tomógrafo que dará mais qualidade e agilidade aos exames no Hospital Tarcísio Maia. O equipamento, que realiza exames em menor tempo, foi adquirido pelo Governo do Estado pelo valor de R$ 1.440.000.

Almeida Castro

O governador visitou o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) nessa quinta-feira. Na atual administração do Governo do Estado, o Hospital Maternidade Almeida Castro, no Centro de Mossoró, teve ampliado de sete para 17 leitos a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), de cinco para oito leitos a UTI para adultos e de 160 para 190 leitos a sua capacidade total de atendimento.

Tudo isso foi possível graças ao aporte mensal de recursos feito pelo Governo do Estado no valor de R$ 438 mil/mês, por meio de convênios celebrados com o hospital. Os repasses vêm sendo feitos desde setembro de 2016.

Robinson esteve no HMAC no segundo dia de sua agenda em Mossoró (Foto: Assecom)

Outra medida tomada pelo Governo do Estado para melhorar os serviços públicos prestados pelo Hospital Maternidade Almeida Castro foi o reforço na equipe médica com o acréscimo de três obstetras, dois pediatras, um intensivista e um anestesista.

Jucern e Restaurante

O governador ainda inaugurou nova unidade do Restaurante Popular no bairro Santo Antônio e as novas instalações da Junta Comercial do RN (JUCERN), no centro da cidade.

Assegurou, inclusive, a instalação na cidade do “Escritório do Empreendedor”, para dar agilidade à resolução de interesses burocráticos do setor produtivo, como inaugurado em Natal no ano passado.

Veja também: Governo entrega cadeiras de rodas e apresenta novo formato do Programa do Leite (AQUI);

Veja também: Robinson visita Potigás e mostra expansão de serviços em Mossoró (AQUI);

Com informações da Assecom do Governo do Estado e Blog Carlos Santos.

Casa de Saúde sob intervenção aguarda futuro com prefeita eleita

A Casa de Saúde Dix-sept Rosado(CSDR)/Hospital e Maternidade Almeida Castro (HMAC), estrutura vinculada à Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), é uma grande interrogação para o futuro próximo.

Juiz Orlan Donato e prefeito tiveram papel importante e prol da CSDR (Foto: Cézar Alves)

Durante décadas esteve sob o controle da família da ex-deputada federal e vereadora eleita Sandra Rosado (PSB), mas na nova gestão municipal poderá ter outro destino. Até aqui, ainda insondável.

A prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP), apoiada pelo grupo de Sandra após décadas de conflitos políticos, não se pronunciou em campanha nem depois do pleito sobre o que pretende fazer em relação ao caso.

Desde 27 de setembro de 2014 que a Apamim está encurralada por intervenção da Justiça Federal decretada pelo juiz da 8ª Vara Federal, Orlan Donato, provocado pelo Ministério Público Federal (MPF) e MP Estadual.

Melhorias

Vários membros do clã Rosado e colaboradores respondem a demandas judiciais, com ações condenatórias em primeiro grau e também decisões de bloqueio de bens (veja AQUI, AQUI,  por exemplo).

A Prefeitura de Mossoró, desde a intervenção, tem sido decisiva para funcionamento e profundas melhorias na CSDR/HMAC, numa prioridade importante determinada pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Com Rosalba, não se sabe que papel e qual interesse da Prefeitura em relação à CSDR/HMAC. A decisão da 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró prevê que o Município mantenha o repasse de recursos financeiros à Apamim, para assegurar seu funcionamento pleno.

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OAB participa do processo de mudança do Hospital da Mulher

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, acompanhará a partir de agora todos os atos relativos ao Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, de Mossoró (HMM), no âmbito da Justiça Federal. A decisão foi tomada após uma reunião envolvendo representantes da Ordem e o juiz federal Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal.

O magistrado explicou todos os procedimentos que foram e que serão adotados relativos à transferência dos serviços do Hospital da Mulher para o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), também conhecido por Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) e concordou com a participação da OAB de agora em diante em todos os atos relativos ao HMM, como audiências públicas e reuniões de entidades, por exemplo.

Plano de Trabalho e Aplicação

Os advogados Canindé Maia e Kallio Gameleira, presidente e vice-presidente da OAB/Mossoró, foram recebidos ontem (5) pelo juiz. Um dia antes (4), a OAB havia sido procurada por funcionárias do Hospital da Mulher, que vieram pedir apoio na luta contra o seu fechamento.

Canindé e Kallio repassaram a preocupação dos servidores e dos demais segmentos da sociedade com o fechamento. “Nós falamos sobre a necessidade da participação da OAB no processo, que é provisório. São 30 dias para solucionar e apresentar um plano de trabalho de aplicação por parte do Estado. Doutor Orlan explicou todo o processo e se comprometeu com a participação da OAB”, resume Canindé Maia.

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Nota do Blog – Fato consumado, gente. Isso desde 2015 que está decidido e vem sendo adiado. Informamos àquela época que era posição irreversível do Governo do Estado, ainda na gestão do secretário Ricardo Lagreca, da Saúde.

O custo do Hospital da Mulher, altíssimo, será atenuado de forma vertiginosa com transferência dos serviços à nova casa.

Aguardemos, pois.

Prefeito também tem acertos recentes

Aos olhos da população, as pesquisas afirmam, a gestão do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) é maciçamente reprovada.

Mas nem por isso deixa de ter também seus acertos.

Primeira etapa do Parque Municipal será entregue hoje (Foto: PMM)

Existem decisões dignas de aplauso, gostem ou não do prefeito e de sua administração:

Agorinha é possível citarmos algumas:

– Instalação – que ocorrerá em agosto – da UTI Pediátrica na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), transferida do Hospital Wilson Rosado (HWR);

– Entrega das casas aos moradores da Favela do Tranquilim – antiga promessa do Governo Municipal;

– Restauração do Ginásio Poliesportivo Pedro Ciarlini Neto – obra aguardada há quase dez anos;

– Primeira etapa do Parque Municipal.

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Almeida Castro prepara capacitação sobre parto e nascimento

O Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró, numa parceria com a Universidade Potiguar (UnP)/Faculdade de Fisioterapia, prepara o II Seminário de Boas Práticas no Parto e Nascimento – Rede Cegonha, para os dias 9 e 10 de junho.

UTI do Almeida Castro (Foto: cedida)

As inscrições para o seminário estão sendo feitas com Edilene Torquato -98723 3818

As palestras de especialistas e os minicursos serão realizados no Auditório da UNP no dia 9 de junho das 14 ás 18 horas. Terão como temas: Assistência Fisioterapeuta no Pré-parto, Atuação da enfermagem no trabalho de parto, parto e pós-parto e Assistência Humanizada ao Recém-nascido em sala de parto.

Às 18h30 do dia 9 de junho, terá início a abertura do seminário, com uma mesa redonda onde está previsto a presença do prefeito Francisco José Junior (PSD) e da secretária de Saúde do Município de Mossoró, Leodise Cruz, representantes da Secretaria Estadual da Saúde (SESAP), Segunda Unidade Regional de Saúde Pública (II URSAP) e do Ministério da Saúde.

Mesas redondas

Os convites já foram distribuídos.

A coordenadora da Junta de Intervenção no Hospital Maternidade Almeida Castro, Larizza Queiroz, espera também representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Mossoró), Justiça Federal e promotorias de Justiça Estadual e Federal, que acompanham o processo de reestruturação do Hospital Maternidade Almeida Castro desde o início da intervenção em outubro de 2014.

A sequência de atividades será concluída com a realização de mesas redondas com a presença de promotores de Justiça Estadual e Federal, membros da OAB/Mossoró, médicos especialistas em obstetrícia e outros profissionais, que vão tratar sobre os direitos previstos na Legislação da mulher no trabalho de parto e pós-parto em Mossoró, buscando caminhos de como melhorar os serviços já prestados.

Com informações da Assessoria de Imprensa do HMAC.

Sindicato dos Médicos vê problemas com terceirização

O Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed RN) intensificou visitas as unidades de saúde do Rio Grande do Norte em 2015, para averiguar condições de trabalho dos médicos, e deu prosseguimento este ano, com visitas já realizadas nos hospitais de Natal, Goianinha, Tibau do Sul e Mossoró.

Geraldo observa situação muito delicada em Mossoró (Foto: arquivo)

Em Mossoró, o relatório feito pelo Sinmed é incisivo, abrangendo o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e o Hospital Maternidade Almeida Castro, do complexo da Casa de Saúde Dix-sept Rosado.

Em Mossoró, o Sinmed esteve no último dia 20. Além da precariedade de estrutura, serviços e falta até de material básico para atendimento aos pacientes, há preocupação com terceirização.

Terceirização

“O que observamos em Mossoró é um aglomerado de empresas sem unidade de comando. O estado praticamente não tem mais funcionários”, observa Geraldo Ferreira, presidente do Sinmed RN. Ferreira demonstrou preocupação com as terceirizações em Mossoró, feitas por empresas que não se tem a certeza do seu compromisso com a saúde da população, além de precarizar o trabalho com contratos que não garantem os direitos dos trabalhadores.

No HRTM são apenas quatro anestesistas concursados e os outros são contratados por uma empresa terceirizada. Já os neurocirurgiões chegam a ficar quarenta dias seguidos no plantão, cobrindo brechas da escala. A maioria dos profissionais é contratada pela empresa SAMA (Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda), terceirizada pelo município de Mossoró.

A demora do repasse de verba da Prefeitura às empresas tem sido um problema recorrente e ocasiona prejuízo a população. Os profissionais da ortopedia, que não recebem os salários há cinco meses, resolveram paralisar as cirurgias eletivas há dois meses e deixam hoje 500 pacientes aguardando o procedimento.

Na maternidade, ginecologistas, obstetras e pediatras só receberam pagamentos até outubro de 2015. O contrato com a empresa NGO (Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia) é feito pelo estado.

Almeida Castro inicia atendimento a gestante de alto risco

O Hospital Maternidade Almeida Castro iniciou nessa terça-feira, 1, o atendimento às gestantes em alto risco, que antes acontecia no Ambulatório Materno Infantil (AMI). A mudança se deu para dar melhor assistência, já que a estrutura hospitalar permite que as pacientes tenham acesso mais rápido a procedimentos como exames laboratoriais e ultrassonografia.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Leodise Cruz, a transferência do serviço irá intensificar o atendimento do pré-natal na rede municipal. “Estamos também articulando a reabertura do Comitê de Mortalidade Materno Infantil. Essas medidas têm como objetivo melhorar a assistência à saúde da mulher e do bebê”, acrescenta.

De acordo com a diretora do AMI, Anelyse Figueiredo, as pacientes já foram avisadas da mudança. “Desde o mês passado, mobilizamos os profissionais para avisar às gestantes sobre a transferência do serviço e de sua vantagem em proporcionar um melhor espaço físico e uma melhor assistência”, relata.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.

Junta diz que não tem conexão com Hospital da Mulher

Caro Jornalista Carlos Santos,

Sobre a matéria “Começa o fechamento do Hospital da Mulher, em Mossoró” (veja AQUI), a Junta de Intervenção na APAMIM/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) tem a esclarecer:

A abertura de nove leitos de UTI adulto do Hospital Maternidade Almeida Castro, administrado pela Junta Intervenção Federal desde outubro de 2014, não tem qualquer relação com qualquer medida que esteja ou possa ser tomada pelo Governo do Estado com relação ao Hospital da Mulher.

A abertura da UTI adulto do HMAC está dentro do cronograma de reestruturação dos serviços de saúde e abertura de outros que são de grande necessidade em Mossoró, tanto na obstetrícia como de clínica geral.

Na obstetrícia, a necessidade são pelos fatos que são de conhecimento público que aconteceram até outubro de 2014. Em se tratando de clínica geral, a meta é  ampliar no HAMC os serviços de cirurgias eletivas. Depois que o Centro Cirúrgico foi aberto em maio de 2015, já foram realizadas mais de 600 cirurgias, todas reguladas pela Central de Regulação do SUS, em Mossoró.

Agora,com a UTI aberta será possível fazer cirurgias ortopédicas de alta complexidade, procedimento médico que só era possível em Natal nas raras oportunidades que apareciam vagas.

A reabertura da UTI adulto do HAMC foi cuidadosamente projetado para servir a  um perfil de paciente (regulado pelo SUS e oriundo de cirurgias complexas), totalmente diferente do perfil da paciente do Hospital da Mulher. Um paciente não pode ser colocado junto ao outro para não evitar infecções.

No caso de ter qualquer dúvida, pode entrar em contato pelo número 9 9948 9337, fale com Cézar Alves.

Atenciosamente,

Assessoria da Junta de Intervenção do HAMC

Junta Interventora colocará 9 leitos de UTI em funcionamento

Junta Interventora na Associação de Assistência e Proteção a Maternidade e a Infância de Mossoró (APAMIM) colocará em funcionamento terça-feira, 27, a Unidade de Terapia Intensiva Adulta (UTI), com 9 leitos, no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró.

A solenidade de abertura dos serviços de UTI adulto no Hospital Maternidade Almeida Castro está prevista para acontecer às 15h da próxima terça-feira, 27, com a presença dos interventores, servidores da APAMIM, do prefeito municipal Francisco José Junior, da secretária Municipal de Saúde Leodise Cruz, vereadores e demais autoridades do município.

Parceria

Este é mais um passo no processo de reestruturação financeira e de restabelecimento dos serviços na principal unidade materno infantil que atende não só Mossoró, mas também partos de baixo, médio e alto risco de toda região Oeste do Rio Grande do Norte.

O trabalho de reestruturação do Hospital Maternidade Almeida Castro está sendo feito em parceria com a Prefeitura Municipal de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Saúde.

Com informações da Junta Interventora.

Obstetrícia dá prazo para Prefeitura pagar salários atrasados

O serviço de obstetrícia do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) poderá ser suspenso. A princípio, seria hoje.

Mas os médicos que não recebem salários há três meses, deram mais um prazo à cobertura do compromisso pela Prefeitura de Mossoró.

Recentemente, anestesiologistas desabafaram em uma nota à sociedade (veja AQUI).

Anestesiologistas explicam nova paralisação na Saúde

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), que abriga profissionais dessa especialidade no município, emitiu nota antecipando paralisação de serviços. Ao mesmo tempo, dá explicações sobre o caso, culpando gestores públicos.

Veja abaixo:

A Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) comunica aos usuários do SUS do Rio Grande do Norte (especialmente de Mossoró), que a ausência de plantonista na APAMIM ou Maternidade Almeida Castro (sob intervenção Federal), a  partir de 1° de Outubro e, a não realização de anestesias para exames como Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada,  além de todas as anestesias para cirurgias de baixa, média e alta complexidade (oncológicas) , é de responsabilidade dos Gestores da Saúde (Prefeitura e Estado – Artigo 196 – CF  ) e não dos anestesiologistas.

Atividade médica é tratada com desdém pelo poder gestor, considera a CAM (Foto: ilustrativa)

Antes a população acreditava que os responsáveis pelo caos na saúde eram os médicos, agora sabe que o caos ocorre em virtude de gestão.

Não há nenhuma iniciativa política para melhoria da Saúde Pública nesta cidade. Mossoró “ elegeu “ o Governador e um Deputado, que pela inércia,  esqueceram Mossoró ou estão anestesiados.

Há necessidade urgente  de somar esforços para melhorias nesta cidade polo, especialmente nos aspectos da assistência médica.

A Saúde Pública de Mossoró não se encontra muito bem em numerosos aspectos.  O problema crônico e grave relacionado com a deficitária capacidade instalada no município não diz respeito aos anestesiologistas (nem aos obstetras, pediatras, clínicos, etc, etc ). Tudo é competência  da Gestão Plena. A pactuação com outros Municípios é pura hipocrisia política e o  Cartão SUS  uma verdadeira farsa. O SUS é único.

Para alguns interesses somos chamados de profissionais essenciais e para outros somos mercenários, dispensáveis. Diariamente procuram médicos nômades ( lembram da Gang que invadiu Mossoró no caríssimo período da inauguração do Hospital da Mulher, sob a batuta de marginais. Que coisa asquerosa!) para atuar em Mossoró.

Essa semana, mesmo esta excelente prática administrativa foi utilizada. Uma caçada a procura de anestesista  para atuar na Maternidade da intervenção. Não funcionou. Sempre inovando com improvisação. A procura de profissionais sem vínculos ou compromissos com a cidade. Profissionais que jamais criam raízes ou  “ resistem”.

Vivemos uma época de insegurança jurídica e profissional.

Não vamos para o trabalho com orgulho, feliz, satisfeito, vamos para o embate.

Estranhamente, não há um cronograma ( calendário ) de pagamento. Nunca há uma previsão de recebimento de honorários que significa: sobrevivência, salário, manutenção da família e direito do trabalhador anestesiologista ( e outros médicos )

O mesmo desrespeito ocorria em tempos da inexistência de crises, agora usam a crise como justificativa de atraso nos repasses e da falta de um cronograma de pagamentos. Todavia, tem que haver prioridades.

Parece que o projeto é baixar a auto-estima , desmoralizar, denegrir, demonstrar poder, intimidar com a ameaça de judicializar o “ problema “ deles e não dos médicos. Quem sabe se a solução não seria um Decreto ( evidentemente que na câmara será aprovado ) com o retorno da Escravidão ( o mês é adequadíssimo ). Considerando que o salário será pago de 90/90 dias com prorrogação de mais 30 dias. A mesma medida deveria ser adotada para todos os secretários e comissionados.

Agressão

Recentemente, a CAM  participou de uma licitação ( chamamento público, concorrência, habilitação, assinatura de contrato e até divulgação no Jornal Oficial do Município-JOM ). Mas, em virtude da crise, existiu um desequilíbrio na previsão orçamentária para “ pagamento “ do custeio ( plantões na maternidade da intervenção vitalícia, cirurgias eletivas na CSDR, Wilson Rosado e Centro de Oncologia ).

Nenhuma categoria profissional suporta este tipo de agressão. Por menos até a Justiça Federal fez greve. Nenhum tipo de profissional da saúde tem tamanha capacidade de resignação. E sempre queremos acreditar nas pessoas, em mudanças que nunca chegam. Tudo tem um limite.

Com a situação fática do dia 1ª de outubro, poderá haver um impacto social, político e médico. A população é muito passiva e as autoridades são céleres e eficientes apenas contra os trabalhadores médicos. Os gestores da saúde devem ser responsabilizados pessoalmente com privação da liberdade e multas.

A Maternidade sob intervenção federal alardeia que é auto-sustentável, de forma que nada justifica a falta de um cronograma de repasses. Realizamos aproximadamente 250 anestesias/mês. É muito importante este trabalho. Será que ninguém compreende isso.

A intervenção é eterna ou temporária?  A instituição será municipalizada? È chagada a hora. E como existe superávit tem que haver inclusive transparência total. A maternidade é pública ou privada ?  A população tem que ter conhecimento da Relação dos médicos “ funcionários com carteira assinada “, anestesiologistas contratados como pessoa física, sem concurso e sem situações emergênciais.

A Prefeitura tem um contrato de prestação de serviço  com a CAM, composta por  16 profissionais, para assistência completa na intervenção e ainda tem “ gente contratada por fora ?” Não é para haver economia ?  O que é de responsabilidade, obrigações e custos da Prefeitura em relação a Maternidade auto – sustentável ? Não há nenhum projeto para solução do grave problema que se avizinha. Será que ninguém percebe o que significa a situação? Para obter recursos precisa ter projetos. Vamos esperar hospital de UFERSA, de UERN ?

Diuturnamento, os profissionais da CAM estiveram junto as grávidas usuárias do SUS, nos momentos mais críticos da assistência multidisciplinar ( anestesia, obstetrícia, neonatologia ) , oferecendo o melhor da prática anestésica.

Não estamos a mendigar migalhas, favores, etc, e sim exigindo respeito e valorização da arte de anestesiar.

Essa postura administrativa é um desrespeito a cidadania e é uma  violação de direitos.

CAM

Hospital realiza quase 500 cirurgias em menos de 6 meses

Depois que foi aberto no mês de abril de 2015 aos dias atuais, o Centro Cirúrgico do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), administrado pela Associação de Assistência e Proteção Materno e Infância de Mossoró (APAMIM), já realizou 460 cirurgias em mossoroenses.

O trabalho é continuo e tende a aumentar o volume de cirurgias nos próximos dias com a abertura da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta, reduzindo assim uma demanda que está reprimida há anos por não existir o serviço em Mossoró.

O Centro Cirúrgico do Hospital Maternidade Almeida Castro tem quatro salas de cirurgia equipadas com seis leitos de apoio pós cirúrgicos, além de 34 leitos de clinica cirúrgica, onde os pacientes ficam internados aguardando a cirurgia e para se recuperar após a cirurgia.

Cirurgias

Ginecológica – 149

Buco-maxilo – 61

Ortopédica – 187

Cirurgia geral – 63

As cirurgias são marcadas exclusivamente através da Central de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde, seguindo protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, dando prioridade para crianças, idosos e pessoas que estão hospitalizadas.

Antes, as cirurgias ortopédicas eram feitas em hospitais de Russas, no Ceará, e ou de Natal. A fila por cirurgia chegava a demorar até seis meses ou mais para ser realizadas as mais complexas, como cirurgia de fêmur ou de coluna.

Gestão

O Hospital Maternidade Almeida Castro é administrado pela APAMIM, que por sua vez está sob intervenção da Justiça Federal desde setembro de 2014 a pedido do Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho. Está sendo gerido com recursos do Sistema Único de Saúde e da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Com informações da

Médicos podem parar por falta de pagamento

A Prefeitura de Mossoró está prestes a conviver com mais um grande problema.

Anestesiologistas, pediatras e obstetras devem decidir ainda esta semana se entram ou não em greve.

Atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Resmungam porque não recebem pagamento há cerca de três meses.

Hospital Almeida Castro tem implantação de mais 18 leitos

A parceria entre a Prefeitura de Mossoró e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) – sistema Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – tem possibilitado a reestruturação da unidade, que está sendo administrada por uma junta interventora após determinação judicial. Na manhã desta sexta-feira, 22, o prefeito Francisco José Júnior (PSD) acompanhou as obras de implantação de 18 leitos do Método Canguru, instalados em uma ala totalmente nova da maternidade.

Prefeito visita instalações de hospital (Foto: PMM)

“Em pouco mais de sete meses de intervenção, diversos novos serviços já foram abertos, o atendimento está sendo ampliado e humanizado, tudo com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Com a instalação de mais 18 leitos, o Hospital passa a contar com mais de 120 leitos, quem ganha com esses avanços é a população. Hoje, o Município é o maior parceiro do Hospital”, relatou Francisco José Júnior.

A nova ala do HMAC possui três enfermarias e uma área de convivência. Os espaços são direcionados para mães e recém-nascidos que precisam ficar no Hospital até o bebê ganhar peso suficiente para ter alta, dessa forma mãe e filho ocupam o mesmo local, de acordo com o que preconizam as portarias do Ministério da Saúde.

Apoio

“Sem o apoio da Prefeitura, esses serviços não estariam sendo abertos, pois os recursos que temos teriam que ser repassados para o pagamento dos médicos, custos que estão sendo arcados pelo Município. A previsão é que até a próxima semana esses novos leitos já estejam em funcionamento, somando aos seis do Método Canguru que já existem ”, afirmou a diretora interventora do HMAC, Larizza Queiroz.

Após a ampliação dos leitos do Método Canguru, o próximo serviço que será aberto no Hospital Maternidade Almeida Castro é a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto.

Entre as melhorias que já foram implantadas na unidade nos últimos meses, está a retomada das cirurgias eletivas, que estavam paralisadas há anos; reabertura de leitos da UTI neonatal; abertura de serviços de laboratório, entre outros.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.