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Em declínio, PSDB negocia fusão com o PSD de Gilberto Kassab

Identidade visual do PSDB
Identidade visual do PSDB

Do Canal Meio e outras fontes

Após amargar uma série de derrotas eleitorais em 2024, o PSDB negocia uma fusão com o PSD de Gilberto Kassab, partido que saiu mais fortalecido das eleições municipais. O presidente do diretório paulista dos tucanos, Paulo Serra, reuniu-se com Kassab e disse que a conversa sobre a fusão está adiantada.

“Precisamos crescer e a fusão, incorporação ou federação podem ser alternativas”, afirmou.

Após governar o país por dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso, chegar ao segundo turno em quatro eleições presidenciais e exercer um domínio quase inquebrantável sobre o estado e a cidade de São Paulo, o PSDB definhou a ponto de não eleger um único vereador na capital paulista nem em Belo Horizonte, os dois maiores colégios eleitorais do país. (Estadão)

Nota do BCS – No estado de São Paulo, o PSDB elegeu apenas 22 prefeitos. Situação ainda mais humilhante foi do PT, com apenas quatro (veja AQUI).

No RN, o PSDB segue com vigor, mas também sofreu queda. Conseguiu a vitória de 14 prefeitos, contra 31 em 2020 (veja AQUI). Foram 17 prefeituras a menos.

Quanto à vereança, ano passado elegeu 197 vereadores no RN. Em 2020 foram 252, ou seja, 55 a menos (veja AQUI).

Até que enfim chegou

Serra: alvo da Lava Jato (Foto: Edilson Rodrigues)

Por François Silvestre

Muito tarde, mas chegou (veja AQUI). A lava-jato finalmente bateu às portas de uma gangue que tinha gozado da proteção escrachada dos operadores “donos” da Operação.

A turma de uma fatia importante do PSDB. José Serra, Aécio Neves e outros menos votados sempre gozaram do amparo do juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol. Numa das conversas publicadas pelo Intercept, há uma advertência do juiz ao pupilo promotor: “Não vamos estender muito, para não aniquilar o sistema político nacional”.

Essa cautela não era para proteger o “sistema político nacional”. Não.

Era para acobertar os corruptos do seu afeto.

De seu amigo “in pectoris” Aécio Neves, dos tucanos paulistas e outros que certamente aparecerão.

Bastou o prestigio imperial do conje Moro decair, para o sol começar a desinfetar a operação. E abandonar a sujeira seletiva de só ter um lado a ser investigado.

Para quem não tem corrupto nem bandido de estimação é uma boa notícia.

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Senado aprova voto distrital misto para deputados e vereador

Do G1

O Senado aprovou nesta terça-feira (21) – por 40 votos a favor e 13 contra – dois projetos de lei que estabelecem o voto distrital misto para as eleições de vereadores e deputados (federais, estaduais e distritais).

Os projetos, de mesmo teor, foram aprovados em conjunto. São de autoria do senador José Serra (PSDB-SP) e do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Os dois textos seguem agora para análise da Câmara.

Mas mesmo que os deputados aprovem a proposta sem mudanças e antes das próximas eleições, as novas regras não valerão para a eleição de 2018. Isso porque, segundo a Constituição, alterações eleitorais precisam entrar em vigor um ano antes da eleição seguinte.

O voto distrital misto recebe esse nome porque contempla dois sistemas: o majoritário – hoje aplicado nas eleições para presidente, governador, senador e prefeito, que valeria para as escolhas nos distritos – e o proporcional, que privilegia os partidos como acontece hoje nas eleições para deputados e vereadores.

No sistema majoritário, elegem-se os que recebem mais votos dentre todos os candidatos; no proporcional, são eleitos os mais votados dentro de cada partido ou coligação, de acordo com o número de vagas a que cada partido ou coligação tem direito.

Divisões

Pela proposta, as circunscrições (estados e municípios) serão divididas pela Justiça Eleitoral em distritos.

O número de distritos será equivalente à parte inteira da metade das cadeiras disponíveis para cada função. Cada partido poderá registrar um candidato por distrito.

No caso de um estado com 9 cadeiras de deputados federais, por exemplo, as cadeiras a serem disputadas pelo voto distrital serão equivalentes a 4.

Pelo projeto, o eleitor deverá votar em um candidato de seu distrito e em uma lista ordenada de um partido. Os votos partidários determinam a distribuição das cadeiras pelo sistema proporcional.

Nota do Blog – O projeto segue uma lógica anti-povo, potencializando candidatos e grupos com maior poder de “fogo”, da mesma forma que inibe políticos emergentes e ideológicos.

Nessa modalidade de votação, os endinheirados, com maiores estruturas públicas (máquina de prefeitura etc.), tendem a concentrar gastos com maior eficiência na captação de votos.

Na prática, já temos votação com caráter distrital, haja vista que deputados estaduais e vereadores muitas vezes representam densamente áreas geopolíticas específicas. Os donos de partidos devem adorar a adoção dessa mudança.

Como tenho afirmado: esse país é um caso perdido.

Será eleito o candidato mais votado em cada distrito, e as demais vagas serão preenchidas pelos candidatos nas listas ordenadas pelos partidos.

Ainda segundo a proposta, os candidatos aos distritos também poderão fazer parte das listas partidárias. Dessa forma, o candidato derrotado no distrito poderá ser eleito pela lista.

Pelo relatório do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), o voto distrital será restrito aos municípios com mais de 200 mil eleitores.

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Odebrecht comprou 26 dos 35 partidos e envolveu 415 políticos

Por Daniel Bramatti e Marcelo Godoy (O Estado de São Paulo)

As delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht envolveram pelo menos 415 políticos de 26 dos 35 partidos legalmente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PT lidera a lista com o maior número de filiados atingidos – ao todo, 93 petistas foram citados nos depoimentos. Eles são seguidos de perto pelos integrantes dos dois principais partidos que dão sustentação ao governo de Michel Temer: PSDB e PMDB. Cada um tem 77 membros citados pelos delatores.

PT, PMDB e PSDB são os três maiores partidos do Congresso e representam as três mais importantes elites partidárias do País. Juntos, eles concentram 59,5% dos políticos enredados nas delações da maior empreiteira do País.

É o que mostra o levantamento feito pelo Estado (veja o infográfico aqui) em todas as 337 petições com pedidos de investigação feitas pelo procurador-geral de Justiça, Rodrigo Janot, e encaminhadas ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os partidos médios, muitos dos quais compõem a base de Temer, também tiveram lideranças envolvidas. O PP é a quarta sigla mais afetada, com 35 citados, incluindo seu presidente, o senador Ciro Nogueira (PI). O DEM vem a seguir, com 22 denunciados, entre eles o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ).

Todos se dizem inocentes

O PSB (19), o PSD (15), o PTB (11), o PR e o PC do B, com 10, o PPS (9), e o PDT (8) completam a lista. Destes, só o PC do B e o PDT não estão no governo. Entre os pequenos partidos sobram 25 citados. Aqui, só dois deles – o PSOL e o PTN – não apoiam Temer.

Todos os políticos até agora citados negaram o conteúdo das delações.

Nota do Blog – Digo há anos que estamos diante de guerra entre quadrilhas que, eventualmente, se consorciam, em defesa de seus interesses. Bobamente, cá embaixo, muita gente briga e produz inimizades, em nome dessa súcia.

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Pode ser que sim; pode ser que não

A política brasileira ganhou uma “dinâmica” nova em meio ao lamaçal da Operação Lava Jato. De Brasília ao Rio Grande do Norte, é dificílimo se fazer uma previsão para a semana seguinte, imagine esquadrinhamos o possível cenário de 2018.

Tudo é muito movediço e volátil.

Quase ninguém é certo para essa ou àquela disputa.

A corrida eleitoral do estado, por exemplo, é exatamente o modelo desse amontoado de interrogações.

O governador Robinson Faria (PSD) concorrerá à reeleição? Nem ele tem certeza.

Pode ser que sim; pode ser que não, tentando novo mandato à Assembleia Legislativa, onde passou muitos anos.

O atual prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) será mesmo o candidato dos “Alves”, Rosado, Melo, Maia etc. ao governo?

Pode ser que sim; pode ser que não, optando por concluir seu mandato. Unanimidade na família ele não é.

Mais do que nunca parece não termos nenhum “governador em férias” ou “governador imbatível”.

Diga-se até: a prioridade por parte de alguns poderosos caciques é muito particular.

Garibaldi Filho (PMDB), senador, tem no filho e deputado federal Walter Alves (PMDB) o grande foco. Muito mais do que sua reeleição ao Senado.

Henrique Alves (PMDB), ex-presidente da Câmara Federal, sonha desesperadamente em retornar a Brasília e à Casa que comandou e onde ficou acantonado por mais de 40 anos.

Vencer o governo do estado com o primo e ex-desafeto por muito anos, Carlos Eduardo Alves, não é exatamente a “pedra angular” dessa construção político-familiar.

Carlos Eduardo deve saber disso muito bem. Sabe!

Quanto a Robinson,  não ser pior do que a antecessora Rosalba Ciarlini (PP) tem sido o projeto de agora. Sonhar com a reeleição é-lhe um direito, mas por enquanto não passa de um pesadelo. Para ele, muito mais para os cidadãos potiguares.

Poderemos ter surpresas de um lado e de outro? É possível e não deve ser descartado. Daí o alto grau de imprevisibilidade para 2018.

O ambiente convulsionado da política e da gestão pública ajudam no aparecimento de ‘novidades’, alternativas ou hipotéticos salvadores da pátria, populistas etc.

Caso atual emblemático, é o prefeito paulistano João Dória (PSDB). Surgiu do nada, encorpa sua própria imagem e eclipsa até donos do partido, como o governador Geraldo Alckmin e os desgastados senadores Aécio Neves e José Serra.

Mas não nos esqueçamos: a atmosfera é propícia ainda para velhos alquimistas da palavra, com o lero-lero de sempre. São do ramo.

Lá embaixo, a plateia que parece catatônica, como se coletivamente fosse tomada pela “Síndrome de Estocolmo” (estado psicológico em que a vítima se identifica com seus captores/algozes), precisa ser melhor entendida e analisada.

Talvez, nada seja como antes, mesmo que não mude muito e termine no mesmo.

Tom Jobim dizia: “O Brasil não é para principiantes”.

A política do RN, também.

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Ministro José Serra pede exoneração das Relações Exteriores

Do portal G1

O ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), pediu demissão do cargo na noite desta quarta-feira (22).

Na carta enviada ao presidente Michel Temer, Serra disse que decidiu deixar a pasta “em razão de problemas de saúde”.

Saiba mais AQUI.

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José Serra recebeu R$ 23 milhões via Caixa Dois em 2010

Do Folha de S.Paulo

A Odebrecht apontou à Lava Jato dois nomes ligados ao PSDB como sendo os operadores de R$ 23 milhões repassados pela empreiteira via caixa dois à campanha presidencial de José Serra, na eleição de 2010.

José Serra é ministro das Relações Exteriores (Foto: Alan Marques/Folhapress)

A empresa afirmou ainda que parte do dinheiro foi transferida por meio de uma conta na Suíça.

O acerto do recurso no exterior, segundo a Odebrecht, foi feito com o ex-deputado Ronaldo Cezar Coelho (ex-PSDB e hoje no PSD), que participou da coordenação da campanha de Serra.

Resposta

Procurado para se manifestar sobre as informações dadas pela Odebrecht à Lava Jato, o ministro de Relações Exteriores, José Serra, disse, por meio de sua assessoria, que “não vai se pronunciar sobre supostos vazamentos de supostas delações relativas a doações feitas ao partido em suas campanhas”.

“E reitera que não cometeu irregularidades”.

Em agosto, José Serra disse que a campanha de 2010 foi conduzida de acordo com a legislação eleitoral, que as finanças eram de responsabilidade do seu partido, o PSDB, e que ninguém foi autorizado a falar em seu nome.

O empresário Ronaldo Cezar Coelho declarou que não comentará o assunto até ter acesso ao conteúdo dos relatos.

Ele confirmou que participou da coordenação política da campanha de José Serra à Presidência, em 2010, mas nega ter feito arrecadação para o tucano.

O ex-deputado Márcio Fortes não retornou ligações da reportagem.

A Odebrecht afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não irá se manifestar sobre a reportagem.

Veja mais informações AQUI.

Nota do Blog – A cada dia vai se confirmando o que este Blog repete há anos: testemunhamos uma guerra entre quadrilhas, com raríssimas exceções, na política brasileira.

Instituições de direito civil, boa parte dos grandes partidos brasileiros não passa de organização criminosa.

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Problemas de Henrique com ex-mulher o acertaram em 2002

Capa demolidora da IstoÉ em 2002 (Foto: Arquivo do Blog)

Nome “certo” para ser candidato a vice-presidente na chapa do tucano José Serra, em 2002, o então deputado federal Henrique Alves (PMDB) viu sua vida pública e pessoal ser dissecada pela chamada Grande Imprensa.

Terminou não vingando na chapa de Serra. A então deputada federal Rita Camara (PMDB-ES) foi ungida ao posto de vice, mas ambos derrotados por Lula (PT) e José Alencar (PR), respectivamente eleitos a presidente e vice do Brasil.

O que tornou a vida de Henrique um inferno, o ejetando da chapa de Serra e tornando sempre tensa sua vida política, foi uma série de reportagens com informações sobre o processo do divórcio litigioso de sua ex-mulher Mônica Infante de Azambuja Alves.

A revista “IstoÉ” (veja AQUI), de 22 de maio de 2002, edição 1.703, mostrou rol de documentos/informações que apontava a existência de contas milionárias do peemedebista em paraísos fiscais. A reportagem é minuciosa. Segundo denúncia da ex-mulher, seriam cifras que passariam de US$ 15 milhões não declarados à Receita Federal.

Empregos

Segundo a revista, Mônica Azambuja, no processo de divórcio, acusava o ex-marido – de quem se separara em 1998 – de ter dinheiro em Genebra, Bahamas, Ilhas Jersey, além de conta no Lloyds Bank, em Miami.

Henrique negou peremptoriamente a acusação. De lá até os tempos atuais, tem sido assim.

Apesar das desavenças pessoais, familiares, que respingaram em sua vida pública e que hoje o transforma em réu (veja AQUI), Henrique procurou esfriar essa relação conflituosa.

Mônica Azambuja foi favorecida com empregos no Governo Federal (na Infraero, por exemplo) e na Câmara Federal, por indicação do próprio Henrique. Tudo parecia aplacado e dissipado. Mas não é bem assim.

Dias antes de Henrique pedir exoneração do cargo de ministro do Turismo do Governo interino de Michel Temer (PMDB-SP), este ano, a denúncia foi exumada (veja AQUI). Em 2013, quando trabalhou sua eleição à presidência da Câmara Federal, fora “requentada”. Sempre tendo nele a negativa de veracidade dos fatos postos. Sempre.

O “cadáver no armário”, por tanto tempo, agora promete sair e causar mais estragos do que no passado.

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PSDB recebe Ezequiel e também Gustavo Carvalho

O PSDB do Rio Grande do Norte está reforçado com três deputados estaduais. A filiação aconteceu hoje em Brasília. A filiação ocorreu à tarde de hoje em Brasília, no gabinete da liderança do partido no Senado.

Filiação de Ezequiel e Gustavo foi tratada como de grande importância (Foto: cedida)

Assinou a filiação o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, além de Gustavo Carvalho. À semana passada já tinha ocorrido a chegada de José Dias.

Prestigiaram o evento o deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Estado, os senadores Aécio Neves, Cássio Cunha Lima, José Serra e Antonio Anastasia, bem como os deputados Antonio Imbassahy e Carlos Sampaio.

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Ministra joga bebida na cara de senador, deputados brigam…

Numa recepção com Senadores, Ministros e outros convidados, a ministra Kátia Abreu (PMDB-GO) jogou um copo de bebida no rosto do senador José Serra (PSDB-SP) – veja AQUI.

Já hoje, na Comissão de Ética da Câmara Federal, dois parlamentares precisaram ser contidos pois já iam às vias de fato (veja AQUI).

A República virou uma ‘casa de recurso’, como alguns antigos tratavam negócios popularmente conhecidos como cabarés.

Havia um poste no meio do caminho…

O bom humor faz bem. O humor político através de charges atravessa o tempo há séculos.

E, cá para nós: o Brasil é prodigioso na produção de talentos para a picardia e a crítica política através da utililzação de charges.

Eis mais um exemplo, reproduzido no Blog do Borjão (Ricardo Borges), que a gente traz para você, webleitor. Obra do chargista “Pelicano”:

A derrota de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, para Fernando Haddad (PT), o deixou avariado. É mais um “poste” de Lula da Silva que causa estrago.

Um bom dia com bom humor, mesmo que Serra não goste nem um pouquinho.

Agripino nega apoio ao PSDB; DEM aguarda prévias

Por Felipe Patury (Revista Época On line)

“O DEM tem candidato a prefeito de São Paulo: é Rodrigo Garcia. O partido não decidiu apoiar José Serra. Tudo o que foi dito sobre isso é especulação”. As declarações anteriores foram feitas ainda há pouco pelo presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN).

Segundo ele, ainda não há negociações entre os dois partidos e as conversas só devem começar a ocorrer depois das prévias muncipais do PSDB, marcadas para 4 de março.

“Só depois disso é interessante discutir se a aliança com o PSDB é boa para o DEM e se é boa para Serra”, explica o senador.