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“Abdicar da luta, jamais!”, um convite à leitura

Capa do livro Foto: BCS)
Capa do livro Foto: BCS)

Chegou às minhas mãos Luiz Alves Neto – “Abdicar da luta, jamais!”

O livro tem o jornalista Caio César Muniz, o professor Glênio de Azevedo Alves e o professor-pesquisador Lemuel Rodrigues da Silva à frente de sua produção.

A princípio, presumi que seria uma publicação biográfica. Não, não mesmo. Vai muito além.

Fala sobre um tempo delicado do país, a ditadura militar de 1964, e disseca a vida de alguém pouco conhecido às novas gerações: Luiz Alves Neto, ou o “Velho”, como é tratado pelos amigos esse areia-branquense, bancário aposentado e ex-preso político do regime de exceção.

Convida-nos à leitura.

Assim será nos próximos dias ou mesmo horas.

Obrigado, gente!

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“O Velho” mergulha novamente nas sombras da ditadura

Arte de pré-venda
Arte de pré-venda

“Abdicar da luta, Jamais! Jamais abandonar companheiros, jamais deixar cair sua bandeira. Levante-a.”

(Luiz Alves Neto, “O Velho”)

Prestes a completar 104 anos, no próximo dia 10 de abril, a Liga Operária de Mossoró estreia também como um selo editorial devidamente registrado na Biblioteca Nacional e traz como a sua primeira publicação a biografia de um dos mais emblemáticos nomes dos movimentos sociais e políticos do Rio Grande do Norte, Luiz Alves Neto, “o Velho”.

Organizado pelo professor e historiador Lemuel Rodrigues, “Luiz Alves Neto – Abdicar da luta, Jamais!” reúne entrevistas de companheiros de luta e também memórias do revolucionário potiguar, companheiro de Anatália de Melo Alves, símbolo da resistência à ditadura militar instaurada no Brasil nos anos 1960 e vítima dos anos de chumbo que deixaram marcas profundas em todo o país.

Para garantir alguns custos de produção da obra, a Liga Operária está abrindo a sua pré-venda no valor de R$ 50,00.

A coordenação editorial de “Luiz Alves – Abdicar da luta, Jamais!” é da SobreArt Produções Culturais, do poeta, jornalista e editor Caio César Muniz.

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Após o depósito, envie o comprovante para o número (84) 9.9904-0286.

Honório de Medeiros fala sobre cangaceiros, política e coronelismo

Na página Resenha do Cangaço, no YouTube, editada e apresentada pelo professor e pesquisador/historiador Lemuel Rodrigues, o convidado dessa sexta-feira (20) foi o escritor Honório de Medeiros.

O bate-papo correu solto entre os dois. Na mesa, literatura, volantes, cangaceiros, a política brasileira e do RN nas primeiras décadas do século passado, coronelismo, o ataque do bando de Lampião a Mossoró em 1927, Jesuíno Brilhante e outros temas que se interligam no tempo e na história.

Tem muita coisa boa nessa conversa.

Aproveite a boa prosa.

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Aduern terá disputa interna para o seu comando

Duas chapas se inscreveram para a disputa das eleições da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) no biênio 2017-2019. Na sexta-feira (21), às 9h a comissão eleitoral divulgará a homologação das candidaturas, após acolhimento de recursos, e dará largada oficial ao período de campanha.

Esta é a terceira vez, em 37 anos de história, que a Aduern terá disputa entre duas ou mais chapas.

Pela manhã foi registrada a chapa Sindicato é Para Lutar, encabeçada pela professora Rivânia Moura, que é lotada na Faculdade de Serviço Social (FASSO).

Os demais membros da chapa são: Alexsandro Donato – Vice-presidente; Márcia Maria Alves – Secretária; Ciclene Alves – Secretária Adjunta; Valdomiro Morais – Tesoureiro; Zacarias Marinho – Tesoureiro Adjunto; Ana Lúcia Gomes – Cultura, esporte e Lazer; Verônica Aragão – adjunta Cultura, esporte e Lazer; Felipe Caetano Oliveira – Diretor Aposentados; Taniamá Vieira – Diretora Adjunta de Aposentados.

Durante a tarde se inscreveu a chapa Unidos pela Aduern, que terá como candidato à presidência o professor Denys Tavares de Freitas, docente da Faculdade de Direito (FAD).

Também compõem a chapa Mademerson Costa – Vice-presidente; Antonia Liria Nogueira – Secretária; Lucirene Lopes – Secretária Adjunta; Janderson Dantas – Tesoureiro; Isac Nogueira- Tesoureiro Adjunto; Leonardo Rolim – Cultura, esporte e Lazer; Isaac Oliveira Filho – adjunto Cultura, esporte e Lazer; Luzinete Cabral – Diretora de Aposentados e Antonio Gomes Diretor adjunto de Aposentados.

As eleições vão ocorrer no dia 16 de agosto, para mandato no biênio 2017-2019.

O atual presidente é o professor Lemuel Rodrigues.

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Docentes da Uern vão ter eleições internas dia 16 de agosto

As eleições para a Diretoria da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN), no biênio 2017-2019, serão realizadas no dia 16 de agosto. A comissão eleitoral esteve reunida na manhã de hoje (07) e divulgou o edital do pleito.

De acordo com o documento, o período de inscrição de chapas será entre os dias 18 e 19 de julho de 2017, no horário de 8h às 11h e 14h às 17h. O resultado dos registros será publicado em edital no dia 21.

As demais regras da disputa obedecerão às disposições legais estatutárias e regimentais, além daquelas contidas nas normas específicas, emitidas pela Comissão eleitoral.

As urnas para votação estarão dispostas em Mossoró e nos Campi de Assu, Caicó, Patu, Pau dos Ferros e Natal, funcionando as mesas receptoras de votos nos seguintes locais: em Mossoró, na sede da ADUERN, em Patu, Assu, Caicó, Pau dos Ferros e Natal, nas respectivas unidades locais da UERN.

O atual presidente é o professor Lemuel Rodrigues.

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Associação de Docentes da Uern prepara eleições internas

Amanhã (terça-feira, 4) a partir das 8h30, será realizada Assembleia Geral Extraordinária para escolha da Comissão Eleitoral que coordenará o processo de sucessão da Direção da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN),  biênio 2017/2019.

O processo eleitoral deverá ser realizado entre os meses de julho e agosto e no dia 11 de setembro, data do aniversário de 37 da Aduern, toma posse a chapa vencedora do pleito.

O atua presidente é o professor Lemuel Rodrigues.

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Frente em Defesa da Uern apresenta estudo à Assembleia

Uma comissão de deputados estaduais se reuniu com integrantes da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Universidade do Estado do RN (UERN), na manhã desta terça-feira (14), em Natal. Foram abordadas as principais reivindicações da instituição.

Integrante da Frente, ao lado do também deputado Fernando Mineiro (PT), o deputado Manoel Cunha Neto, “Souza” (PHS), antecipou principais pontos da pauta. A reunião foi conduzida pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Souza entrega documento, representando a Frente, ao presidente Ezequiel Ferreira (Foto: cedida)

O presidente recebeu documento com o estudo do impacto financeiro da Uern, das mãos do deputado Souza. Material aponta ainda comparativo com outras instituições similares no país.

“A defesa da Uern é pauta recorrente nesta Casa, porque há um entendimento da sua importância como instituição de ensino para todo o Rio Grande do Norte. A Assembleia tem se colocado sempre à disposição para debater e acolher as reivindicações dessa luta, que é legítima”, afirmou o presidente Ezequiel Ferreira de Souza.

Souza mostra importância

O deputado Souza promoveu em dezembro uma audiência pública na Casa sobre a Uern. Paralelamente, integrou-se ao movimento denominado de Frente Parlamentar e Popular, na Câmara Municipal de Mossoró. “Uma das motivações principais é a autonomia financeira. Teremos reunião com o governador e viemos pedir o apoio total da Casa para uma instituição que é importante para todo o Rio Grande do Norte”, disse o parlamentar.

De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UERN (ADUERN), professor Lemuel Rodrigues da Silva, as principais reivindicações da Frente, formada em dezembro passado, em Mossoró, vão além da questão da não privatização, e incluem necessidades mais urgentes como a autonomia (financeira, pedagógica e de gestão), a efetivação do plano de cargos e salários, estrutura e custeio.

Fuga de talentos

Lemuel informou que plano de cargos já foi enviado para o Executivo e há uma preocupação na instituição com a “fuga de talentos”, que é a mudança dos professores para outras universidades com salários mais atrativos, diante de falhas no plano de cargos.

O presidente da Frente Parlamentar, vereador Francisco Carlos (PP), agradeceu o apoio e a acolhida da Assembleia. “Pretendemos levar essa discussão para outras cidades em defesa do ensino de qualidade. A universidade precisa de melhores condições para que seus docentes desempenhem o seu trabalho”, afirmou.

Ainda participaram da reunião os deputados estaduais Raimundo Fernandes (PSDB) e Getúlio Rêgo (DEM), professores, dirigentes e integrantes da Frente, além da vereadora Sandra Rosado (PSB) e a deputada estadual recém-empossada Larissa Rosado.

Com informações da AL.

Oposição vai apostar em união e chapa “puro sangue” na Uern

A oposição na política institucional na Universidade do Estado do RN (UERN) converge para uma chapa única à Reitoria. O nome da professora Telma Gurgel chega a ser o consenso para cargo de reitor. Prego batido, ponta virada.

Telma Gurgel e William: chapa fechada (Foto: montagem)

Seu vice será o professor William Coelho.

Uma exaustiva conversação convergiu para a chapa Telma-William, após surgirem diversos pré-candidatos que não prosperaram no amealhamento de apoios. A tendência é que esses ex-postulantes endossem os nomes de ambos a reitor e vice.

Quando começaram as primeiras articulações e movimentações no final de 2016, com vistas às eleições que vão acontecer no dia 22 de março deste ano, houve pulverização de pretendentes à disputa. Mas ninguém emergiu instantaneamente com força catalisadora e agregadora na oposição.

União

A professora Ana Dantas, Natal, que já concorrera à Reitoria em 2013; Ana Morais, de Mossoró; Gilton Sampaio, outro concorrente em 2013, originário de Pau dos Ferros, tinham pretensões. Citemos ainda os professores Lúcia Pessoa e Jaílson Santos, também do Campus de Pau dos Ferros, que surgiram nessas primeiras conversas.

O atual presidente da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), Lemuel Rodrigues, bem como os professores José Ronaldo, Valdomiro Morais e William Coelho – do Campus Central de Mossoró – estavam nesse mesmo espaço de debates.

Agora, com a proximidade da campanha-pleito, a missão oposicionista é conseguir algo inédito nas urnas: vencer as eleições com uma chapa “puro sangue”.

Os atuais reitor e vice da Uern são os professores Pedro Fernandes Neto e Aldo Gondim, que não devem concorrer à reeleição.

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Frente é montada para defender Universidade do Estado

A Câmara Municipal de Mossoró empossou, na manhã desta quinta-feira (1º), os membros que compõe a Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

De iniciativa do vereador Francisco Carlos (PP), após os últimos acontecimentos envolvendo a universidade (como proposta surgida sobre sua privatização), que atravessa grave crise financeira, a Frente Parlamentar tem como um dos objetivos evitar a desconstrução da Uern.

Discussão levou presentes à montagem de componentes da Frente (Foto: cedida)

“Vamos evitar qualquer idéia que descontrua a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte como instituição de ensino público e, também, garantir sua ampliação de ensino. Esse é o objetivo dessa Frente Parlamentar. É para isso que ela foi criada. Uma Frente apartidária e multi-setorial, que garante o ensino aberto à comunidade”, ressaltou Francisco Carlos.

Na oportunidade o reitor da Uern, Pedro Fernandes, destacou a importância da criação da Frente Parlamentar. “Agradeço e parabenizo a esta Casa pela iniciativa e irmandade. Defender a Uern contra a privatização, é defender o ensino público, é mostrar que a instituição é prioridade”, disse.

Presenças

A solenidade de posse contou com a presença dos vereadores: Alex Moacir (PMDB), Genivan Vale (PDT), Izabel Montenegro (PMDB), Lahyre Neto (PSB) e Francisco Carlos (PP).

Também compareceram a prefeita eleita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP); vice-reitor da UERN, Aldo Gondim; deputado estadual Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”; membro da Comissão de Educação da OAB-Mossoró, Edilson Braga; presidente da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), Lemuel Rodrigues e suplente de deputado estadual Larissa Rosado (PSB).

Outros presentes foram vereadores eleitos Sandra Rosado (PSB), Ozaniel Alves (PR), Petras Vinícius (DEM), Tony Cabelos (PSD), Raério Dantas (PRB), Zé Peixeiro (PMDB), João Gentil (PV), Emilio Ferreira (PSD), Rondineli Carlos (PMN) e Didi de Arnour (PRB).

Frente

Foram escolhidos como membros da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Uern, as seguintes pessoas: vereadores Francisco Carlos (presidente), Izabel Montenegro, Tassyo Mardonny (PSDB) e Genivan Vale pela Câmara Municipal; Lemuel Rodrigues e Alcivan Vieira, pela Aduern; Francisco Elineudo de Freitas e Fábio Bentes Tavares, pelo Sindicato dos Técnicos da Uern (SINTAUERN); Maria Ivonete Soares e Erison Natércio pela Reitoria; Maria Andreza da Silva, do Diretório Central de Estudantes (DCE); Igor Bernardino, da OAB; deputados Souza e Fernando Mineiro (PT) em nome da Assembleia Legislativa do RN.

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Uern mexe com assembleia e ganha apoio de 15 deputados

O papel da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte para o Estado, no contexto social, econômico e cultural, foi discutido em audiência pública na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (17). A proposição do debate foi do deputado Fernando Mineiro (PT).

Audiência pública teve protesto contra o Governo Robinson Faria e atraso salarial (Foto: Eduardo Maia)

“É importante que tragamos esse assunto a público para mensurar a importância dessa instituição no momento em que há sugestão para privatizá-la para minimizar os impactos financeiros para o Estado”, iniciou o propositor da matéria, antes de facultar a palavra aos convidados.

Souza

Também presente ao encontro, o deputado Manoel Cunha Neto (PHS), “Souza”, enalteceu a iniciativa de Fernando Mineiro em propor o debate. Disse que, às vezes, pensa que alguns setores conspiram contra a Uern e “querem desviar o foco para os reais problemas do Estado”.

Para Souza, é preciso lutar para o fortalecimento da instituição. Para isso, o deputado colheu as assinaturas de deputados estaduais e entregou ao deputado Fernando Mineiro o manifesto contra a privatização da Uern. “Confesso que não tive a oportunidade de estar com todos os deputados, mas aqui colhi 15 assinaturas e espero que toda a Assembleia se manifeste de forma uníssona contra a privatização.

Ao todo, Alern é composta por 24 deputados.

Reitor

Reitor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, o professor Pedro Fernandes Neto considerou que a instituição é a única do tipo superior pública atrelada ao Estado. “A Uern não é cara, caro é seu desenvolvimento. Não é um peso. Pesado é o atraso”, afirmou.

“É mais que patrimônio. É simbolo de um estado que se preocupa e ocupa com a formação de seus cidadãos. Que enxerga aonde quer ir. Mas que consumir, quer produzir”, elencou o reitor.

Aduern

Representante dos professores, Lemuel Rodrigues, da Associação de Docentes da Uern (ADUERN), assinalou o pensamento contraditório que a privatização da universidade expõe.

Participação de professores, estudantes e outros setores reforçou audiência pública (Foto: Eduardo Maia)

“Desde quando universidade pública representa atraso para o Estado, prejuízo ou gera crise financeira? Quem pensa assim, respeito, são aqueles e aquelas que defendem a redução do papel do Estado. E são essas pessoas que defendem também que os órgãos que funcionam nesse país sejam ligados ao setor privado, como se os públicos não tivessem competência”, criticou o presidente da Aduern.

Larissa Rosado

Prestes a assumir seu quarto mandato na Casa Legislativa, Larissa Rosado (PSB) ocupou a Tribuna e defendeu uma Universidade pública e gratuita para todo o povo potiguar.

“O próprio nome da Uern já diz: Universidade de Estado do Rio Grande do Norte. Então, não é uma questão de Mossoró, é a defesa de uma Instituição que realiza sonhos de milhares de potiguares”, assinalou.

Segmentos da Uern fizeram protestos durante a audiência pública. Com palavras de ordem, discursos, faixas e outras formas de manifestação, cobraram pagamento de salário em dia para servidores, criticando o Governo Robinson Faria (PSD).

Além dos deputados Fernando Mineiro e Souza, também participaram da audiência pública os parlamentares Carlos Augusto Maia (PSD) e George Soares (PR).

Com informações da AL e Blog.

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Uern é defendida e vice-prefeito é de novo desdenhado

A Câmara Municipal de Mossoró realizou nesta segunda-feira (31), às 18h, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) subsecção Mossoró, sessão solene em homenagem a Abolição da Escravatura no município.

O evento foi marcado por muitas homenagens, mas também pela participação do professor Lemuel Rodrigues (presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN-ADUERN).

Ele discursou e foi incisivo em suas palavras contra o presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), desembargador Cláudio Santos (veja AQUI), que sugeriu hoje a “privatização” da Uern. Considerou esdrúxula a posição do presidente e conclamou todos à luta pró-Uern.

Luiz Carlos Martins

Também se repetiu a presença do secretário recém-nomeado para a pasta do Planejamento da Prefeitura de Mossoró, Micael Melo (PTN), como representante da municipalidade em evento da Câmara Municipal, não obstante a presença do vice-prefeito dissidente Luiz Carlos Martins (PT). Ele, a propósito, ex-integrante da Casa.

Essa situação já ocorrera à semana passada (veja AQUI).

Luiz rompeu com o prefeito Francisco José Júnior em dezembro do ano passado e Micael foi candidato a vice-prefeito na chapa (desistente) à disputa municipal deste ano, encabeçada pelo governante.

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Professores da Uern vão acionar Governo na Justiça

Através de sua assessoria jurídica, a Associação dos Docentes da UERN (ADUERN) vai entrar com uma ação judicial exigindo que o Governo do Estado repasse o dinheiro da folha de pagamento para a administração da universidade e que a Reitoria pague os salários dos professores imediatamente.

Lindocastro e Lemuel (ambos de perfil): Aduern (Foto: cedida)

De acordo com o assessor jurídico do sindicato, Lindocastro Nogueira, a iniciativa foi tomada após a divulgação do calendário de pagamento dos servidores estaduais, prevendo que as remunerações serão concedidas nos dias 4 e 5 de Fevereiro.

Em Natal

Ele explicou que o Governo tem obrigação de pagar todos os seus servidores até o último dia trabalhado do mês, no caso 31/01.

A diretoria estará amanhã em Natal acompanhada de sua assessoria jurídica. Na ocasião será entregue a ação contra o Governo no Tribunal de Justiça do Estado (TJRN).

O presidente da Aduern, Lemuel Rodrigues, esteve ao lado de outros diretores, em reunião hoje com Lindocastro Nogueira.

Há 30 anos família Rosado se dividia politicamente

Por Bruno Barreto (O Mossoroense)

“Vingt desliga-se do PDS e vai para o PMDB”. Com essa manchete do O Mossoroense, edição de 10 de outubro de 1985, era noticiado o fato histórico ocorrido no dia anterior: a principal liderança política da família Rosado estava encontrando um novo rumo político. Há 30 anos, um dos mais tradicionais agrupamentos políticos do Rio Grande do Norte se dividia.

Jornal documenta mudança do grupo de Vingt para o PMDB em 1985 (Foto: reprodução)

Nas manchetes das edições dos jornais nos dias seguintes se aborda a aceitação da nova conjuntura política dentro do PMDB, endosso de lideranças do partido na região ao novo aliado e o acompanhamento do então prefeito Dix-huit Rosado (então no segundo dos três mandatos à frente da cidade).

Mas, ao mesmo tempo em que os irmãos migravam para uma nova aliança política com Aluísio Alves, o sobrinho deles, Carlos Augusto Rosado, ficava no PDS. Ele tinha uma decisão a tomar: seguir os tios no novo agrupamento político ou manter-se ao lado do então governador José Agripino, à época ferrenho adversário de Aluísio Alves. Não era uma decisão simples. Para entender o que aconteceu naquele outubro de 1985, é preciso voltar no tempo.

Mas, por quê? É que a cisão política dos Rosados foi um processo longo. Não foi algo do dia para a noite. Foram dez anos com alguns acontecimentos marcantes.

Tudo começou numa noite de 1978, quando o agrupamento se reuniu para decidir que rumos tomar em relação ao novo governador que tomaria posse no ano seguinte. Ao longo do Regime Militar, os governadores eram nomeados pelo presidente. Dix-huit Rosado tinha batido na trave duas vezes. Em 1970 perdeu a disputa para Cortez Pereira.

Quatro anos depois, ele disputou com Osmundo Faria (pai do governador Robinson Faria) e tinha perdido na articulação. Quando estava tudo certo para o anúncio para a escolha de Osmundo, o general Dale Coutinho, que endossara a escolha, morreu de infarto fulminante. Dix-huit volta ao páreo, mas termina vendo Tarcísio Maia ser o escolhido.

Em 1978, tudo caminhava para Dix-huit ser o governador, mas Tarcísio fez força para que o primo dele, o médico Lavoisier Maia Sobrinho, fosse o escolhido. Pesou nessa história a garantia dada por “Lavô” de que o engenheiro José Agripino Maia seria nomeado prefeito biônico de Natal, o que de fato aconteceu em 1979.

Depois disso, a relação entre os irmãos Vingt e Dix-huit com Tarcísio nunca mais foi a mesma. Por isso, a reunião naquela noite de 1978. “Vingt reuniu todos os sobrinhos e cogitou romper com Tarcísio Maia e na hora todos foram contra. Vingt disse que todo mundo poderia ficar com Tarcísio, mas ele ia seguir com Dix-huit. Na hora todos recuaram e ficaram com os tios”, relata o ex-deputado federal Laíre Rosado.

Dix-huit insatisfação com não-escolha a Governo (Foto: reprodução)

O segundo ato do afastamento político, foi a eleição de 1982. Para os mossoroenses ela é marcada pelo “Voto Camarão”. Nesse ponto é preciso entender as regras daquele pleito atípico.

Foram realizadas eleições para vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador e após 17 anos (o último pleito direto para governador tinha sido em 1965) disputa para governador. Prefeitos de capitais só voltaram a ser eleitos em 1985. Presidente da República só voltou a ter eleição direta em 1989.

Por conta do temor de uma vitória avassaladora das oposições foi instituído o voto vinculado. O eleitor era obrigado a votar apenas em candidatos da mesma chapa.

Naquela eleição a disputa pelo Governo do RN foi entre José Agripino (PDS) e Aluízio Alves (PMDB). Vingt não aceitou a escolha de Agripino. Ele integrou o grupo do “Pacto da Solidão”, alusão a Fazenda Solidão onde foram realizadas algumas reuniões em favor de Fernando Bezerra, que viria a ser senador na virada do século.

Diante do quadro do voto vinculado, Vingt pediu aos seus seguidores que praticassem o “voto camarão” cortando a cabeça (sufrágio para governador) e votando no resto. Naquele momento Carlos Augusto Rosado votou em Vingt para federal, mas não anulou voto para o Governo do Estado. Seguiu José Agripino.

“Fazia quase 20 anos que a gente não votava para governador. Vingt estava no voto camarão e a gente era muito jovem. Tivemos que tomar partido e ficamos com José Agripino”, explica o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado.

As relações ficaram ainda mais distanciadas até 1985, quando Vingt decidiu ir para o PMDB no momento em que Carlos Augusto, então um coadjuvante da política mossoroense, organizava a fundação do Partido da Frente Liberal (PFL) na região Oeste do Estado.

Mas o processo de ruptura política só se concluiu nas eleições para prefeito ocorridas em 1988, quando o distanciamento político foi evidenciado com o embate entre Laíre Rosado (PMDB), então deputados estadual, e a médica Rosalba Ciarlini (PDT), esposa de Carlos Augusto.

Depois disso a política de Mossoró nunca mais foi a mesma.

Retorno do pluripartidarismo facilitou a divisão política

Impossível compreender o longo processo de ruptura dos Rosados sem enquadrá-lo no contexto nacional. No período em que as relações entre Vingt e Tarcísio Maia estavam estremecidas foi instaurado o pluripartidarismo.

O ano é 1980. O Regime Militar avançava na abertura política e temia a força da oposição aglutinada dentro do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) que naquele ano ganharia a palavra “Partido” convertendo-se em PMDB.

Carlos Augusto, locutor Evaristo Nogueira, Rosalba e Luiz Pinto em agosto de 1988: a divisão de fato (Foto: reprodução)

Para dividir a oposição que estava reunida dentro de uma legenda que era uma torre de babel ideológica (as esquerdas misturadas com a oposição de direita ao regime) foi criado o pluripartidarismo. Aí surgem o PT, o PDT e o PP (Partido Popular que nada tem a ver com o atual Partido Progressista) que ficava no centro entre PDS (que substituía a Arena) e PMDB. O PTB é recriado e alvo de disputa entre Leonel Brizola e Ieda Vargas, filha de Getúlio, que leva a melhor.

Com o pluripartidarismo, essas legendas se articulam para as eleições de 1982 com o PP sendo incorporado pelo PMDB ao longo do processo.

Com o pluripartidarismo as alternativas se tornaram maiores para os políticos e ficava difícil manter um bloco político grande como o dos Rosados e Maias dentro da mesma agremiação.

Isso tornou viável o afastamento partidário concretizado em 1985, com a dissidência de Carlos Augusto que seguiu ao lado de José Agripino e Tarcísio Maia.

Especialistas analisam fato histórico

Enquanto acontecimento histórico, a opinião de especialistas em história e política divide opiniões sobre o que representou a cisão do agrupamento familiar.

Há uma tese de que os Rosados se dividiram para somar. Mas, aos poucos novas pesquisas surgem e mostram que a divisão foi provocada por uma conjuntura política e que a tal “soma” que dificultou o surgimento de novas forças foi uma consequência não planejada. “Quando você analisa o rompimento dos Rosados tem que observar a conjuntura nacional com a criação do pluripartidarismo e o fim do Regime Militar.

A saída de Vingt para o PMDB é justamente parte de um contexto político das brigas internas que o PDS vivia em nível nacional na escolha entre Sarney e Maluf para a eleição no Colégio Eleitoral. Quem apoiava Sarney saiu quando Maluf ganhou na disputa interna. Vingt votou em Tancredo e depois foi para o PMDB”, afirma o professor Marcílio Falcão do Departamento de História da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).

O professor Anchieta Alves, que atuava na política mossoroense naquela época, reforça o entendimento de que se tratou de um longo processo. “O rompimento da família Rosado para mim começou mesmo em 1982 com a eleição de José Agripino. Os problemas começaram antes, a partir de 1978, quando Lavoisier foi indicado por Tarcísio Maia para ser governo em vez de Dix-huit. Isso estava condicionado à indicação de José Agripino para prefeito de Natal, mas Dix-huit não deu certeza da nomeação. Lavô deu e foi escolhido.

Voltando a 1982, teve o episódio do voto camarão em que Vingt não votou em Agripino, mas Carlos Augusto não acompanhou os tios. Já em 1988 ficou bem claro para as pessoas quando Tarcísio lançou Rosalba contra Laíre”, relembra.

Para Lemuel Rodrigues, do Departamento de História da Uern, a divisão foi estratégica para evitar o surgimento de forças políticas fora da família. “A pretensa ruptura representou um marco na política da cidade. Pois, ao mesmo tempo que aparentou fragilidade e crise, dividiu o eleitor fragilizando os grupos opositores à família. No entanto, a divisão não conseguiu fortalecer o grupo na última década, mesmo tendo chegado ao Governo do Estado”, avaliou.

O jornalista Carlos Santos pensa diferente. Entende que o impedimento do surgimento de novas forças de fato foi provocado pela divisão, mas ele pondera que não foi algo planejado embora as relações sociais tenham se mantido e em alguns momentos os grupos tenham tratado de política.

“Há uma corrente de pensamento que aponta que eles se dividiram para somar. Não concordo. Mas tenho certeza e provas, que de lá para cá combinaram o jogo algumas vezes, para que nada forte pudesse ameaçá-los. Estarão juntos em algum momento lá na frente, por necessidade, mesmo que existam diferenças irreconciliáveis entre certos nomes”, prevê.

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Grevistas da Uern cobram proposta “concreta” do Governo

O comando de greve da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) reuniu-se na manhã de hoje com representantes da administração da Universidade. O impasse continua em relação à greve na instituição, que chega aos três meses.

O Reitor Pedro Fernandes Neto apresentou para os sindicatos a cópia de ofícios encaminhados ao Governador Robinson Faria (PSD), apresentando os demonstrativos contábeis sobre o impacto orçamentário e financeiro da proposta de reposição salarial dos servidores da Uern para os anos de 2015 a 2018.

Preocupação

Para os anos seguintes, o reitor argumentou que o realinhamento está previsto no Plurianual da universidade. Ele também apresentou, uma minuta do Projeto de Lei que garante o cumprimento do Plano de Cargos e Salários (PCS), que deve ser enviada pelo Governador para a Assembleia Legislativa (AL/RN) para que possa ser aprovada garantindo a reposição.

O professor Lemuel Rodrigues, presidente eleito da Associação dos Docentes da Uern (Aduern), e que esteve presente na reunião com a reitoria, demonstrou preocupação com as negociações.

De acordo com ele, as categorias em greve só podem se posicionar quando a minuta já tiver sido enviada para a AL, e que apesar da natural euforia é importante ter cautela para avaliar a situação.

Professores da Uern farão eleições com chapa única

Serão realizadas, na próxima quarta-feira (22), as eleições para composição da nova diretoria da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN). Será chapa única.

Todos os campi da instituição receberão pólos de votação, permitindo que mais professores, de diferentes municípios, possam participar deste momento decisivo.

Os professores sindicalizados à Aduern até o mês de julho poderão votar em seus representantes. As urnas estarão disponíveis em todos os campi da Uern, somente na quarta-feira, no período de 8 h às 21h.

A chapa “Valorizar e não precarizar o trabalho docente” é encabeçada pelo professor Lemuel Rodrigues, e conta também como os docentes Gautier Falconiere (Vice-presidente); Alcivan Nunes Vieira (Secretário); Patrícia Barra (Secretária-Adjunta); Alexsandro Donato (Tesoureiro); Josenildo Morais (Tesoureiro-adjunto); Alysson Mendes (Diretor de cultura, esporte e lazer); João Lima (Diretor adjunto de cultura, esporte e lazer); Francisca Otília Neta (Diretora do setor de aposentados) e Raimundo Braz (Diretor adjunto do setor de aposentados).

Professores da Uern terão eleições para escolha de dirigentes

Foi homologada na manhã de hoje (quinta-feira, 25), a inscrição de chapas para a disputa das eleições à diretoria da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN). O pleito, que será realizado no dia 22 de Julho, contará com a participação de uma chapa única.

A chapa “Valorizar e não precarizar o trabalho docente” é encabeçada pelo professor Lemuel Rodrigues, e conta também como os docentes, Gautier Falconiere (Vice-presidente); Alcivan Nunes Vieira (Secretário); Patrícia Barra (Secretária-Adjunta); Alexsandro Donato (Tesoureiro); Josenildo Morais (Tesoureiro-adjunto); Alysson Mendes (Diretor de cultura, esporte e lazer); João Lima (Diretor adjunto de cultura, esporte e lazer); Francisco Otília Neta (Diretora do setor de aposentados) e Raimundo Braz (Diretor adjunto do setor de aposentados).

De acordo com o professor Paulo Davi, que preside a Comissão Eleitoral, a disputa com participação de uma única chapa reflete uma posição histórica do movimento docente da Uern. Ele relembra que desde a sua fundação, em 1980, a Aduern só vivenciou disputas em duas eleições.

Audiência pública

Hoje à tarde, professores participaram de audiência pública sobre a greve de professores e técnicos da Uern.

Ocorreu na Câmara Municipal.

À semana passada, a audiência pública foi na Assembleia Legislativa.

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

O “Cameroon” (Cachaça, Camarão e Cia.), uma das novas e ótimas opções de barzinho/petiscaria em Mossoró (Rua Frei Miguelinho com Princesa Isabel (12 Anos), aberto de terça a sábado, a partir das 18h, tem música ao vivo hoje. Também segue, por lá, a exposição “Casarões” do fotógrafo Ricardo Lopes. Mais informações por este telefone: (84) 8898-8567.

Padre Huberto: nome expressivo

No dia 30 de março, às 9 horas, a Diocese de Mossoró celebra uma missa presidida pelo Bispo Dom Mariano Manzana com a presença de todo clero, em que  lançará a programação oficial dos 80 anos de criação da Diocese de Santa Luzia de Mossoró. Também será oportunidade para realçar o nascimento de padre Huberto Bruening, que durante 48 anos foi sacerdote em Mossoró. Nascido em 30 de março de 1914, em São Ludgero, Santa Catarina, de ascendência alemã, Monsenhor Huberto, como era chamado, faria 100 anos  nessa data. Faleceu em 29 de agosto de 1995, deixando ainda trabalho científico de enorme valia na criação de abelhas, referência internacional em estudos da espécie Jandaíra.

Vem aí a posse da Diretoria Executiva da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Norte (AMLERN). Será às 19h30 da sexta-feira (28 deste mês), na Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, em Mossoró, segundo convite despachado por seu presidente, Wellington Barreto. À ocasião, o acadêmico e historiador Geraldo Maia fará palestra sobre os 162 anos de emancipação de Mossoró e o professor/escritor Lemuel Rodrigues discorrerá sobre os 50 anos do golpe militar de 1964.

A Banda Bárbaros promove festa-baile nesse sábado (22), a partir das 21h, no Oba Restaurante (Mossoró), sob o título “Relembrando os bons tempos”. A boa música estará de volta. Saiba mais informações por estes números telefônicos: (84) 8800-1111/3318-1111.

O Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOPS) de Mossoró está funcionando de forma ilegal. A lei que o regulamenta incluiu apenas a Região Metropolitana de Natal, deixando o interior de fora. Isso implica em perda de verbas federais, por exemplo, para o Ciosp do interior. Por isso, a OAB/Mossoró sugeriu alteração da lei e o deputado Walter Alves (PMDB) se comprometeu a levar o projeto para a Assembleia Legislatriva.

O restaurante Quinta Avenida (Nova Betânia, Mossoró), começa hoje sua programação de música ao vivo a partir das 20h. Nesta quinta-feira (20), a atração é o cantor João Neto e o seu repertório de sucessos. Já na sexta (21) a animação fica por conta de Robinho com o melhor do pop-rock brasileiro. Encerrando a agenda da semana, no sábado (22) apresentam-se Ivan Júnior e a Banda Fator Positivo.

MARIA EDUARDA – Hoje, reservo minha noite para saudar Maria Eduarda e seus 15 anos, no Kiko’s Eventos (Mossoró). Aniversário de 15 anos. Essa menina-moça é filha de meu amigo querido Toinho Oliveira (já falecido) e Cláudia. Aguardem-me por aí, às 20h.

O “camaradinha” Caby Costa Lima apronta novamente. Amanhã (sexta-feira, 21), ele apresenta show do cantor/compositor Peninha no Garbos Recepções em Mossoró, a partir das 21h, bem como lançamento do seu novo livro, mais uma edição do Azougue.com. A apresentação será do padre Sátiro Dantas. Na janela musical, Everaldo Rodrigues, Borjão e Zé Carlos Matos vão passar em revista a boa música brasileira. Ingressos à venda no Mercadão das Malhas (centro de Mossoró, próximo ao Mercado Central).

Peninha e Azougue juntos

Feira do Livro de Mossoró vai fazer 10 anos neste 2014. Para comemorar a data, o Teatro Municipal Dix-huit Rosado vai sediar no próximo dia 25 (terça-feira), às 19h, programação especial para marcar o acontecimento. O poeta Jessier Quirino é convidado especial do evento.

A Frota Pães e Doces, em parceria com o Sesi, irá promover um curso de educação alimentar, visando orientar os funcionários e clientes sobre como conseguir uma melhor qualidade de vida, através da produção e ingestão de alimentos nutritivos, além de técnicas para evitar o desperdício. O curso será realizado dos dias 25 a 27 de março, em frente a panificadora do Nova Betânia. As inscrições já estão abertas, são gratuitas e qualquer pessoa interessada pode participar. Para isso basta se dirigir à empresa e garantir a participação. Serão duas turmas, sendo uma pela manhã, das 7h às 10h30min, e outra à noite, das 17h às 20h30min.

O vereador Genivan Vale (PROS) apresentou o Projeto de Lei nº 301/2014 que estabelece a obrigatoriedade da instalação do taxímetro nos veículos destinados ao serviço de mototáxi em Mossoró. A matéria visa garantir que seja cobrado do cidadão um preço justo por cada corrida.

O cantor Gianinni Alencar está de volta ao palco do Tenda Music Club na festa que acontece nessa sexta-feira (21). A noite que promete ser de muita animação contará também com o arrasta pé da banda Forró dos 3. A pista de dança será liberada às 23h com os hits do Dj Juninho. As mulheres serão as privilegiadas da noite e terão entrada gratuita até às 00h. É chegar cedo e aproveitar!

Depois de estrear em Natal no último dia 11, a mostra “Encontro com o cinema Alemão” chega a Mossoró. A abertura acontece na segunda-feira, 24 de março, às 18h15, na unidade do Sesc, com um bate-papo sobre cinema, e exibição do filme Sonnenallee, que tem como foco à Alemanha Oriental, seus jovens, as canções e as danças proibidas.

Empregados do Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró volta a utilizar este espaço, para um apelo em formato de cobrança: querem seus salários em dia. As dificuldades se tornaram rotineiras, com atrasos mensais no pagamento.

Obrigado a leitura deste Blog à secretária municipal da Saúde de Mossoró, Leodise Cruz, tricolor imparcial e legalista José Maria Viana (Mossoró) e comerciária Luzia Silva (Assu).

Dia 17 de abril, no Centro de Eventos de Fortaleza, a noite será do rock pauleira. A lenda Gun’s and Roses pedirá passagem. Oportunidade de tirar meus surrados All Star do porta-malas…