A Rádio Rural de Mossoró (AM 990), ligada à Diocese de Santa Luzia de Mossoró, informa que a emissora está fora do ar desde o início desta segunda-feira.
Equipamentos foram furtados em sua torre de transmissão, o que impossibilita o seu retorno imediato.
A direção está tomando todas as providências para que a programação seja retomada o mais rápido possível.
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O radialista e blogueiro Agenor Melo, o advogado Luiz Lira e o jornalista Ewerto Medeiros, integrantes do projeto de podcast denominado de “PodTudo”, fazem a primeira entrevista ao vivo.
É nessa quinta-feira (14), a partir das 20h.
O convidado é o artista conhecido como “Cachorrão do Brega”.
Cachorrão viralizou nas redes sociais interpretando músicas internacionais à sua maneira, com uma linguagem ininteligível, mas mantendo a melodia original
Um de seus clássicos (isso mesmo) é “Só Neymar Levy My Jhonny”?.
O PodTudo estreou na quinta-feira passada (dia 7).
O programa pode ser visto através da Nossa TV (Canal 16.6 na TCM e e 166 na Brisanet) e no YouTube (veja AQUI).
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Nesse artigo vamos sugerir e avaliar alguns softwares “programas”, que são bastante utilizados por pequenas, médias e grandes empresas. Esses sistemas, que podem ser usados em cumputadores ou celulares, são basicamente utilizados para realizar reuniões, aulas, treinamentos dentre outros interesses.Neste momento difícil em que muitos estão vivendo sob quarentena, devido a pandemia do Covid-19, hoje as empresas abriram os olhos para o Home Office. Daremos 3 exemplos de sistemas para a realização desses trabalhos, e um pouco do que eles podem oferecer, ao final confira mais quatro sugestões.
1- Zoom Cloud Meeting: Disponível para Android, iOS e versão Web Gente, esse app é muito legal, porque além de conseguir criar videoconferências com até 100 pessoas, você ainda consegue espelhar a tela do seu computador, compartilhar arquivos, exibir apresentações e ainda tem um chat de mensagens de texto para falar com os participantes em particular! Veja AQUI.
2 – Hangouts: Disponível para Android, iOS e versão Web, esse app é do Google e permite criar vídeo chamadas ou de voz com até 150 pessoas. O legal é que também dá para ligar para telefones fixos! Veja AQUI.
3- GoToMetting: Disponível para Android, iOS e versão Web, criado e comercializado pelo LogMeIn. É um pacote de software de reunião online, suporta até 250 pessoas podem ingressar em sua reunião on-line e até 25 podem compartilhar a webcam ao mesmo tempo. Veja AQUI.
Atenção: Todos esses programas disponibilizam versões “gratuitas” mas infelizmente com algumas limitações, como por exemplo, limite de usuários por vez, conexão com atraso nas respostas. Enfim, não podendo utilizar o que há de melhor nos programas, mas com sua assinatura paga, pode usar tudo o que os sistemas disponibilizam da melhor forma possível e em sua totalidade!
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Em entrevista a Rádio Guaíba (Porto Alegre-RS), Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, disparou contra parte da cobertura jornalística do país.
Onyx ignora escândalos implodidos por PIG (Foto: Onyx Lorenzoni)
“Nós temos uma extrema imprensa que precisa ser enfrentada”, disse.
Segundo ele, os governos petistas eram ‘protegidos’ pela imprensa para agir conforme queriam.
“Governos petistas tiravam a esperança dos brasileiros e ainda havia uma ajuda para mentir e proteger”, acrescentou.
Nota do Blog – Ministro, a melhor forma de enfrentar a chamada “extrema imprensa” é disparar a verdade.
Em vez de utilizar uma usina de fake news contra quem lhes incomoda, emparede eventuais detratores com transparência.
Em vez de bananas e desaforos, argumentos e diálogo. Não é para temer nem ceder a chantagens. Corretíssimo.
Quanto aos governos petistas, o ministro parece esquecer escândalos como do Mensalão e Lava Jato. Foi essa mesma imprensa que implodiu esses esquemas.
Era rotulada de Partido da Imprensa Golpista (PIG) pelos petistas, que já não a veem assim, por motivos óbvios.
O grande problema do Governo Bolsonaro não é a extrema imprensa ou a oposição, é o próprio destempero e comportamento atrabiliário do presidente e seus meninos. Se ficarem calados uns dois meses, pelo menos, esse país tem tudo para decolar.
Amém!
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Caberá ao jornalista “da casa”, Vonúvio Praxedes, substituir na bancada de apresentadores do programa “Meio-dia Mossoró”, da FM 95.7 de Mossoró, o jornalista Bruno Barreto.
Praxedes: ascensão (Foto: divulgação)
Nessa última sexta-feira (16), Barreto participou de seu último programa (veja AQUI) como âncora, papel que dividia com a jornalista Carol Ribeiro. Pediu desligamento do grupo para apostar em novos projetos profissionais.
Vonúvio já divide com Carol a apresentação do programa “Cenário Político”, jornalístico noturno diário da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom).
FM 95.7 e TCM-Telecom (Canal 10) fazem parte do Sistema Oeste de Comunicação, criado pelo empresário Milton Marques de Medeiros, falecido no dia 22 de abril de 2017, em Fortaleza-CE.
Nota do Blog – Parabéns pela mais nova ascensão na carreira, caro “Praxedim”. Não tenho dúvidas de sua competência e perfil íntegro para ocupar esse espaço. Sucesso.
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“Aqui, ao contrário do que normalmente se fala, vai se discutir sim futebol, política e religião. E, se tiver que falar mal, vamos falar mal”. Quem dá o tom do programa “Sem Amarras”, jornalístico que vai estrear na próxima segunda-feira (12), às 18h, na FM Agora 97.9 (Natal), é o jornalista e um de seus três âncoras, Antônio Melo.
Com ele ainda vão estar os jornalistas Osair Vasconcelos e Sávio Hackradt.
Os três têm larga vivência em jornalismo. Propõem-se à produção de uma revista diária, no rádio, que fomente o bom debate. “Iremos abordar fatos locais e nacionais, mas não só do ponto de vista político”, esclarece Hackradt.
Nas redes
“Os assuntos serão variados, com muita opinião, que é a marca específica de nós três”, indica Vasconcelos.
Além do rádio na sintonia 97,9 FM, o “Sem Amarras” poderá ser acompanhado ao vivo pelas redes sociais. O programa, assim como todo o restante da grade da emissora, será transmitido pela página oficial do Agora RN no Facebook e pelo canal da Agora TV no YouTube.
Os ouvintes poderão participar, também, pelo WhatsApp da rádio, pelo número 2030-0797.
Nota do Blog – O rádio natalense dá mostras de enorme vigor com muitas novidades nos últimos meses, com aposta no jornalístico e em nomes com boa bagagem. Bom demais! Sucesso, pessoal!
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O professor Jeff Jarvis tem um dos trabalhos mais infelizes do mundo: guru do futuro do jornalismo. A longa crise do ofício resiste por enquanto a todos os tipos de profecias. Mas Jarvis, professor da City University de Nova York, continua sugerindo novas ideias apesar de previsões erradas anteriores. Seu entusiasmo é contagiante: a Internet mudou tudo, mas continua existindo demanda de informação.
Continuamos em uma transição que talvez dure mais uma década. Nos Estados Unidos, com mais de 3.000 demissões, esse ano ruma para ser o pior para jornalistas em uma década: e isso porque entre 2009 e 2017 as redações norte-americanas já perderam 23% de seus repórteres. Jarvis, pelo visto, acha que deve ser mais radical.
Falou com o EL PAÍS em sua passagem por Madri para o encontro da Associação Internacional de Pesquisa de Imprensa e Comunicação (IAMCR na sigla em inglês), realizado na Faculdade de Ciências da Informação da Universidade Complutense de Madri.
O professor Jeff Jarvis em entrevista ao El País em Madrid tenta enxergar um futuro ainda muito confuso (Foto Carlos Rosillo)
Pergunta. O senhor está há mais de 10 anos tentando adivinhar como será o jornalismo do futuro.
Resposta. Não fui bem-sucedido.
P. Nesses 10 anos ocorreram histórias de sucesso: New York Times, Washington Post, Guardian. Mas jornais menores e países e regiões com audiências menores continuam sofrendo.
R. Isso acontece por serem negócios fantásticos. Em muitas cidades dos Estados unidos eram monopólios. Existiam jornais que no ano 2000 ganhavam 40 milhões de dólares (150 milhões de reais) somente com anúncios classificados. E puf, tudo desapareceu. É muito difícil se desmembrar e se recompor. É difícil abandonar algo que deseja que continue sempre assim.
P. Há anos o senhor tenta encontrar soluções que desmoronam.
R. Posso ser um farsante. Não defendo que eu tenha razão.
P. O jornalismo empreendedor, por exemplo.
R. Sim, acreditava que os blogues superlocais seriam um pilar do ecossistema do futuro. Mas é muito difícil e arriscado. Os jornalistas não querem vender e tocar um negócio. Eu me enganei. Não é um pilar. Também existem coisas interessantes em jornalismo sem fins lucrativos: Texas Tribune, The City em Nova York, Propublica. É excitante, mas não há financiamento suficiente para resolver todo o problema.
P. A solução é um mistério, mas e o problema?
R. A evidência é clara: precisamos mudar. Há muitas oportunidades. Enquanto enxergarmos a Internet como uma ameaça, ficaremos incomodados. Se olharmos a Internet como a base para mudar nossa relação com o público, há base para algo. Na verdade, acho que não fui radical o bastante.
P. Mas sem dúvida é o mais radical.
R. Não fui radical o suficiente com o futuro. Agora penso assim: precisamos repensar para que serve o jornalismo em uma sociedade, começar a enfrentar os problemas e aprender com outras disciplinas. Se estamos muito polarizados e as comunidades não se entendem entre si, é preciso construir pontes. Temos também que aprender com os antropólogos e perguntar a eles como entender uma comunidade, como escutá-la, como conseguir evidência, como se conectar. Há também uma crise de Inteligência: como é possível que 40% dos americanos achem que Donald Trump vale a pena? Precisamos olhar a neurociência. O que diz a ciência sobre o fato das pessoas se enganarem sobre seus melhores interesses?
P. O senhor usa uma metáfora sobre uma casa em chamas. Enquanto ela queima, a indústria deve construir uma nova moradia diferente em outro lugar. Mas não é mais correto dizer que estamos reconstruindo a mesma casa enquanto queima?
R. Sim. As empresas continuam dependendo do volume: os anúncios do papel, os cliques, a publicidade programática online. Estão fechadas em um ciclo. Não podem reconstruir a casa em chamas e ao mesmo tempo criar mais chamas.
P. É difícil se libertar?
R. Olhamos o Google e o Facebook, vemos seu alcance e queremos ser como eles. Continuamos no negócio das massas. É um problema fundamental. Temos que aprender a personalizar, temos que aprender valor. Devemos repensar nossa economia ao redor da variável usuário valioso. O Telegraph optou por um muro de pagamento (pay wall), o Guardian por ter membros, mas os dois passaram por um processo de redução do conteúdo. Antes só produziam páginas visualizadas.
P. O problema é onde cortar.
R. Um, deixe de copiar os outros. Seja único. Não faça notícias baratas, comuns. Algumas devem ser feitas, mas não gaste dinheiro nisso. Dois, procure valor. O que é valioso na vida das pessoas? O que posso fazer que elas realmente irão usar? Isso inclui jornalismo investigativo, inclui agir como vigilantes do poder. Mas não falo de oferecer somente jornalismo. Tenho uma posição única no mercado. Um jornal de Seattle está premiando os jornalistas pela quantidade de assinaturas que conseguirem com seus artigos. Também não irá funcionar. Porque, primeiro, acontece só uma vez. Segundo, é mais uma métrica, mas há algo que cause retenção? Precisamos de novas métricas sobre valor. É necessário inventar algo novo.
P. O negócio do jornalismo era o conteúdo.
R. Já não pode ser a única recompensa. É preciso oferecer acesso a membros de uma comunidade, a contatos com jornalistas, a eventos, descontos, educação.
P. É fácil imaginar jornalistas lendo isso e pensando ‘que complicado’.
R. Sim. Mas com um muro de pagamento você limita as conversas, separa seus leitores. Os que gostarem muito de você, pagarão. Mas limita sua influência.
P. Os muros de pagamento não são uma salvação?
R. Estamos enganados se acreditamos que são a salvação. Sempre esperamos o próximo messias: tablets, publicidade programática, muros de pagamento. Acabo de ver um estudo do Instituto Reuters de Oxford e descobriram que a metade dos pagamentos de assinaturas digitais vai para três marcas: New York Times, Washington Post e Wall Street Journal. De modo que se você é o Cleveland Plain Dealer seguir adiante é um desafio: não tem a mesma audiência e alcance, a mesma conversa leitor-assinante, não pode cobrar o mesmo, irá perder mais assinantes porque não é tão valioso. Os muros não irão salvá-lo.
P. Algumas marcas irão se salvar.
R. Trabalho com o Guardian, que optou por não erguer um muro para que seu jornalismo estivesse disponível para todos, com o que concordo. Trabalho com eles em seu programa de membros. Imediatamente percebemos que não se tratava de membros, e sim de mendigar. E pedir esmola funciona.
P. Funciona nos Estados Unidos e no Reino Unido.
R. Funciona nos Estados Unidos e um pouco menos no Reino Unido. Há oportunidades para que uma empresa de comunicação obtenha dinheiro do consumidor. Isso não significa necessariamente um muro. Muita gente dá dinheiro ao Guardian e não entra regularmente, mas está preocupada pelo meio ambiente. Por que o Guardian não cria um movimento ambiental? Têm uma oportunidade de comunidade: não pertencer ao Guardian e sim ao clube. É preciso procurar novas afinidades. As pessoas estão aí não só porque gostam de nossa marca. Sei que é difícil.
P. A reputação da imprensa é baixa. Talvez o jornalismo precise deixar de ser feito por alguém chamado jornalista?
R. Temos um papel diferente. Já não se trata somente de produzir conteúdo. É preciso pensar o que fazer com a sociedade. Meu conselho é ter coragem e testar novas ideias malucas.
P. Qual é sua opção agora?
R. Uma estratégia baseada na relação com comunidades. Precisamos ampliar a definição de comunidade. Quando pergunto aos meus alunos de jornalismo social em Nova York de quais comunidades são membros, começam com obviedades: moro no Queens, sou estudante. Então alguém na classe diz: ‘Tenho problemas de saúde mental’. Bum, a discussão muda. Há outro que diz o mesmo e, de repente, há uma conexão. É uma pequena comunidade. Temos que ampliar o conceito de comunidade além do óbvio da geografia e da demografia. Uma comunidade não são os millenials, e sim os proprietários de gatos e pais jovens. Não existem muitas notícias sobre cocô de bebê e fraldas, mas por que não podemos oferecer-lhes um mapa de sua cidade acessível aos carrinhos?
P. Mas isso ganha relevância? Serve para grandes redações?
R. Sempre ouço que não. Vamos trabalhar com diabéticos em Madri. Vamos fazer bem feito. Aprendendo a fazê-lo, poderemos repetir para muitas outras comunidades. Não acho que tenha sido feito em jornais. Quero ver.
P. Pode ser outra invenção fracassada.
R. Claro. Continua sem estar demonstrado. Há uma pequena empresa, a Spaceship Media, que por enquanto funciona em algumas cidades. Pode crescer? Talvez.
P. Alguns veículos de comunicação podem pensar que lhes resta a opção de pedir dinheiro a pessoas poderosas?
R. E que recebam o dinheiro e ouçam: se comportem. Não é o que aconteceu nos últimos 15 anos em tantos países da Europa? É algo que prejudica sua reputação. Por desespero vão à fonte do dinheiro. Também acontece com os jornais locais nos Estados Unidos. É um assunto de relevância.
P. Não parece bom.
R. É complicado. Sempre uso a invenção de Gutemberg. Ele introduziu a imprensa em 1450. Mas o primeiro jornal é de 1605. Algo que agora vemos como óbvio levou um século e meio. E os primeiros jornais fracassaram porque não tinham modelo de negócio. De modo que agora estamos como em 1475. Nos primeiros dias. O caso do Guardian é fascinante. Tinham um bilhão de dólares (4 bilhões de reais) no banco, estavam tranquilos até que lhes disseram: nesse ritmo de gasto irão durar oito anos. Isso lhes motivou. Agora não perdem dinheiro, mas continuam sofrendo. Ficaram motivados ao ver uma data de morte certa.
P. Mas continuam sofrendo.
R. Sempre. Mas só precisam sobreviver.
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Seleção Brasileira de futebol é praticamente ignorada às portas de uma Copa América.
Nas conversas na vida real e nas redes sociais, observamos a supremacia de temas como Reforma da Previdência, rolo de Dallagnol-Moro e outras questões.
Nem tudo está perdido.
Ainda bem.
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Em seu Twitter, o deputado federal General Eliéser Girão (PSL) escuda a Operação Lava Jato e indiretamente o ministro da Justiça do Governo Jair Bolsonaro (PSL), ex-juiz Sérgio Moro.
Deputado General Girão: um só lado (Foto: Twitter)
“A Lava Jato tem sido o maior grito de independência do Brasil nos últimos anos contra a corrupção. A decisão é sua! De que lado você quer ficar? Do lado dos criminosos ou do lado de quem os ataca? Eu sempre tive um só lado: o da honestidade acima de qualquer coisa!”
“Lugar de bandido é na cadeia ou no cemitério”
Para ele, “o cidadão de bem sabe muito bem quem são os Mocinhos e quem são os Bandidos. A começar pela Mídia que insiste em defender criminosos. Que a Polícia e a Justiça cumpram o seu papel. Lugar de Bandido é na Cadeia. Ou no cemitério”.
A intervenção de Girão é em resposta a uma série de reportagens iniciada pelo site The Intercept Brasil (veja AQUI), que reproduz diálogos entre Moro e o procurador federal Deltan Dalagnoll, ensejando compartilhamento-parceria ilegal no bojo da Lava Jato.
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O Governo Robinson Faria (PSD) caminha para deixar considerável débito na teia de veículos de mídia do estado.
A choradeira é quase generalizada, haja vista que alguns privilegiados nunca tiveram problemas.
Para receber adiante – a partir de janeiro de 2019 – será ainda mais difícil.
Muito mais.
Nota do Blog – Esta página tem uma carteira comercial ativa para os setores público e privado. Mas logo cedo descartamos o Governo do RN como anunciante, apesar da insistência e do assédio para tal.
Sabíamos que ocorreria isso, além de existir falta de respeito nas relações bilaterais (cliente-veículo), algo comum, histórico.
Decidimos divulgar informações do interesse público gratuitamente, sem qualquer ônus para o governo. Assim tem sido e vai ser até o último dia.
Não nos arrependemos.
Somos um dos raríssimos endereços da imprensa do RN sem queixas do governo e do governador. Além disso, com todos os impostos em dia.
Amém!
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Num editorial publicado em sua edição do dia 17 de fevereiro de 2009, sob o título “Limites a Chávez”, com críticas ao endurecimento do regime discricionário do Governo Hugo Cháves na Venezuela, o jornal Folha de São Paulo utilizou o termo “ditabranda” (aglutinação das palavras ‘ditadura’ e ‘branda’) para compará-la com o regime militar brasileiro (1964-1984).
Na avaliação do impresso, o Brasil teria abrigado uma ditadura “branda” (ou seja, amena), que bancou o funcionamento das instituições de estado e da sociedade como um todo, sem maiores excessos, ao contrário da crescente asfixia imposta pelo ditador venezuelano ao seu país.
Agora, com as recentes revelações de que os presidentes militares brasileiros Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo transformaram o assassinato de inimigos do regime numa política de estado (veja AQUI), como o jornal avalia seu disparate?
* A expressão ditabranda surgiu na Espanha (“dictablanda”) nos anos 30, em pleno regime ditatorial do general Dámaso Berenguer. Vendeu a imagem de que seu governo era mais flexível do que o de seu antecessor, o general Primo de Rivera, tido como violento. Entretanto, oficialmente promoveu mais penas de morte do que Rivera.
Nota do Blog – Toda ditadura é nojenta. De direita à esquerda e vice-versa. Não existe ditadura boa.
Todo poder absoluto tende a agir sem limites. A palavra “ditadura” tem origem latina (‘dignidade de magistrado ou regente supremo, dignidade do ditador’), definindo manifestação de poder nascida na república romana.
O ditador era escolhido pelo cônsules (colegiado de maior poder nessa fase), tendo um período específico (a princípio eram seis meses) para agir em defesa da preservação da república em momentos delicados como revoltas internas ou cerco inimigo. Mas com o passar do tempo se transformou no que conhecemos hoje.
“O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente” (Lord Acton).
O pacote de mídia da Câmara Municipal de Mossoró deverá passar por considerável enxugamento.
O novo presidente Jório Nogueira (PSD) foi obrigado até mesmo a fazer uma poda temporária em todos os contratos, por dois meses, para poder ajustar os números.
Para Jório, o antecessor Francisco Carlos (PV) fez afago na imprensa com o “chapéu alheio”, deixando para ele o ônus.
O presidente deverá também reordenar a aplicação com base em critérios de mercado e levando em conta a própria linguagem.
Não pretende ver a marca da Câmara Municipal associada a expressões chulas e baixarias.
A internet é a mídia mais importante para a grande maioria dos brasileiros, revelou uma pesquisa realizada pela comScore, em parceria com o Interactive Advertising Bureau (IAB), com duas mil pessoas. Para 88% dos entrevistados, a rede mundial de computadores é a preferida, seguida da televisão – preferência de 55% das pessoas –, dos jornais (44%), do rádio (28%) e das revistas (27%).
Outro importante dado da pesquisa é sobre como os brasileiros veem a publicidade online. Para 50% do público, ela é a mais informativa e, para 49%, a mais criativa. Os anúncios mais memoráveis perdem para os da televisão, na opinião de 48% dos entrevistados, mas ficam à frente dos veiculados em jornais e revistas (10%) e nos rádios (9%).
Os anúncios na web influenciam 66% das pessoas a buscarem mais informações sobre a marca anunciada.
O local de trabalho é onde a internet é mais utilizada por 43% de quem respondeu à pesquisa, via computadores e notebooks. O perfil mais comum do usuário brasileiro mais assíduo é a mulher entre 25 e 44 anos, que preferem as redes sociais, enquanto os homens navegam por sites em sua maioria.
A internet já é a segunda mídia no Brasil. A informação vem do estudo “Indicadores de Mercado”, elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil). A mídia, que já alcança 12% do total (display+search), fica atrás apenas da TV aberta.
Os dados correspondem aos três primeiros meses de 2012 e mostram que a Internet faturou mais de 840 milhões de reais, sendo 512 milhões em search (sites de busca) e 330 milhões em display (banners em site). Em comparação com o ano de 2011, esses números foram, respectivamente, de 1,88 bilhão de reais e 1,45 bilhão.
Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, diz que a mídia digital está mostrando seu potencial e se consolidando como uma das alternativas mais lucrativas para as empresas anunciarem seus produtos e serviços. As informações são do IDGNow!.
Dados
O IAB estima que o mercado brasileiro fechará o ano com participação de 13,7% e este desempenho no primeiro trimestre de 2012 confirma essa projeção, segundo o diretor. As informações são do IDGNow!.
De acordo com a pesquisa, a Internet tem 60% de penetração nas regiões metropolitanas do Brasil. O IAB diz que, em todos os países onde esse índice superou os 40%, os anunciantes migraram para a mídia digital. Nos países desenvolvidos, a mídia online responde por 20% do mercado publicitário, em média. Na Inglaterra, ela chega a quase 32% do total.