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Metamorfose ambulante

Por Odemirton Filho 

Arte ilustrativa do Mudando de Rota
Arte ilustrativa do Mudando de Rota

Nesses tempos de extremismo e pós-verdade, pensar fora da caixinha tornou-se um ato de rebeldia. É pecado ter uma opinião diversa daquelas que presidem o nosso dia a dia. O maniqueísmo, ou seja, a divisão entre o bem e o mal, é a regra nas discussões nos dias atuais.

Entretanto, ao longo de nossas vidas inúmeras vezes mudamos de opinião acerca de alguém ou sobre algo. Se ontem pensávamos de uma forma, hoje, podemos pensar e entender o mundo de forma diferente, não constituindo, a meu ver, qualquer fraqueza, pois não devemos ter compromisso com o erro ou a mentira. Verdades postas como irrefutáveis podem, e devem ser analisadas. Porém, valores de vida são inegociáveis.

A dialética hegeliana, que se constitui na tese, antítese e síntese deve ser aplicada. Refletir e tirar as nossas conclusões nos torna diferentes, aguçando o nosso senso crítico. Não devemos concordar e aceitar tudo que nos é apresentado como verdade.

No decorrer do tempo, muitas vezes observamos a vida por ângulos diversos. Vemos um horizonte que, às vezes, pode estar nublado, outras, cristalino. Como disse linhas atrás, valores de nossas vidas não podem ser negociados. A ética, à guisa de exemplo, deve pautar as nossas relações, sejam pessoais ou profissionais.

A mudança é salutar, sempre. Mudar, amadurecer, crescer pessoal e profissionalmente deve ser continuamente perseguido. Atualmente, no tocante à política, vivemos no mundo do radicalismo. Somente o que vale é a nossa posição político-ideológica. Não paramos para ouvir a argumentação contrária. Contudo, mudar não é demérito. Aliás, pode ser uma virtude, mesmo porque não somos os donos da verdade (embora alguns acreditem que são).

Nessa toada, de um texto da escritora Martha Medeiros, extrai o seguinte fragmento:

“(…) Você vê um quadro hoje. Vê o quadro de novo daqui a dez anos, o revê daqui a vinte, trinta, quarenta … É o mesmo quadro com a mesma moldura, na mesma parede do mesmo museu, com a mesma luz, é você, mas cada vez será visto de outra forma. Cada vez ele nos conta uma história. O quadro não mudou. Já nós” …

Como diria o Maluco Beleza: “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.

Odemirton Filho é colaborador do Blog Carlos Santos

Belchior vai ter homenagem musical por seus 78 anos

Banner de divulgação do evento
Banner de divulgação do evento

No próximo sábado (26), será aniversário de Belchior, cantor e compositor cearense. Vivo, ele faria 78 anos.

Para marcar a dada, a banda Corcel 73 fará show em homenagem ao artista, com o título de “ Noite Latino-americana.” Será na Cervejaria Bacurim, em Mossoró, a partir das 20 horas.

Serão 3 horas de boa musica de artistas que marcaram gerações, como Rita Lee, Zé Ramalho, Cazuza, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Renato Russo e a última hora do show será dedicada ao “Rapaz Latino americano – Antônio Carlos Belchior”, destaca o vocal-líder da Corcel 73, Airton Cilon.

“Serão 17 músicas do repertório do saudoso filósofo da MPB”, acrescenta.

No evento não será cobrado ingresso, apenas couvert artístico.

Perfil

Antônio Carlos Belchior nasceu em 26 de outubro de 1946, na cidade de Sobral, no Ceará. Desde cedo sua vida esteve em sintonia com a música, pois a sua mãe Dolores cantava no coral da igreja. Seu pai, Otávio Belchior, era juiz e delegado respeitado na cidade.

Belchior era um estudioso da palavra, um poeta. Suas composições inteligentíssimas e cheias de personalidade traduzem a urgência e a inquietude do jovem brasileiro de sua época. Cantava temas filosóficos, geracionais e humanos, em uma obra de forte caráter crítico, político e poético.

Ele faleceu dia 30 de abril de 2017, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Tinha 70 anos.

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“Corcel 73” faz tributo a Raul Seixas na Cervejaria Bacurim

É neste sábado (24 de Agosto/2024), às 20, na Cervejaria Bacurim em Mossoró, o “Tributo 35 anos sem Raul Seixas.

Show vai ser comandado por Airton Cilon e a sua banda Corcel 73, com expectativa de levar o público a fazer uma viagem no repertório do Maluco Beleza, tocando não só os clássicos, mas também o lado (B) do Raul.

“Haverá um resgate do seu período como produtor da CBS, de 1969 a 1973, quando produziu e compôs para vários artistas populares da época, como Balthazar, Jerry Adriani, Sérgio Sampaio e Diana,” cita Airton Cilon.

Serão mais de 30 músicas relembrando o pai do rock brasileiro.

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Cantores e canções

Por Marcos Araújo

Arte do Canva - reprodução do Sic Notícias
Arte do Canva – reprodução do Sic Notícias

Penso eu que todo ser humano tem uma música favorita (ou várias!).  Em diferentes fases de nossa existência, uma música ou um cantor embalou nossos sonhos e emoções. Os gêneros não importam (gospel, MPB, rock, forró…). Sempre existirá uma música para nossas diferentes recordações. Há aquela que remete à memória do pai ou da mãe; às lembranças da infância; aquelas da adolescência; as que embalaram os romances, até o casamento; as preferidas da Igreja etc.

Existem duas etapas bem distintas na arte de compor, que muita gente pensa serem simultâneas: a letra e a melodia, sem existir uma ordem. Alguns compositores são muito bons em melodia.  Outros são apenas letristas. E existem os que fazem as duas coisas. Fazendo uma metáfora, na música a melodia é apenas a roupa, enquanto a letra é o próprio corpo.

Algumas composições são apenas melódicas, tocando no fundo de nossa alma (e a alma tem fundo?). Um exemplo? O “Tema da vitória”, uma música composta em 1983 pelo maestro Eduardo Souto Neto, especialmente a pedido de Aloysio Legey da Globo para o final do GP do Brasil. A música foi associada definitivamente à imagem de Ayrton Senna, porque ele ganhou a prova. “Colou” na sua biografia e na sua história, tocando em cada vitória sua.

Outro exemplo? Aos mais “experientes” como eu, que adoram cinema, devem recordar o assobio do ator italiano Giuliano Gemma nos Western´s. Aquele assobio, composto por Ennio Morricone para o filme “Por uns Dólares a mais”, eternizou o chamado faroeste “espaguete” de Sergio Leone.

João Donato e Carlinhos Lyra, por exemplo, foram os criadores da melodia da bossa nova. Com a melodia de Carlinhos Lyra, o compositor João Gilberto letrou a canção mais famosa do movimento: “CHEGA DE SAUDADE” (“Vai minha tristeza / E diz a ela que sem ela não pode ser / Diz-lhe numa prece / Que ela regresse / Por que eu não posso mais sofrer…”).

De João Donato, conta Gilberto Gil, recebeu uma melodia dedicada a uma namorada de nome Leila. A letra de “A PAZ”, feita numa madrugada, não tem nenhum conteúdo romântico (“A paz invadiu o meu coração / De repente me encheu de paz / Como se o vento de um tufão / Arrancasse meus pés do chão / Onde eu já não me enterro mais …”)

Eu gosto muito de historiografia musical, ouvindo a melodia e lendo a letra com o desejo de aproximar-se o máximo da intenção do compositor. Às vezes, uma música de fundo religioso, onde o autor tenta se comunicar com Deus e declarar amor a Ele, é fixada no imaginário popular como uma canção romântica, ou vice-versa. Um exemplo bem patente é o pop rock “ESPERANDO NA JANELA”, que está no álbum “Raulzito Sexo & Rock’n’roll” da banda Cogumelo Plutão.

A canção foi composta por Manuca Almeida e pelo natalense Blanch Van Gogh, compositor e vocalista da banda, numa tarde de verão na praia de Pipa. A letra da música fala sobre Jesus Cristo, a única “escada” e amor da nossa vida. Teria sido ela inspirada, segundo os autores, no versículo 16, do capítulo 3, do Evangelho de João. (“Você é a escada na minha subida/ Você é o amor da minha vida / e o meu abrir de olhos no amanhecer / Verdades que me leva a viver…”)

Todo “beatlemaníaco” sabe que a composição “Hey Jude”   não foi para nenhum “JUDE”, mas para o filho de John Lennon chamado JULIAN. Veio à mente de Paul McCartney durante uma viagem de carro para Weybridge, onde ele iria visitar Julian e Cynthia Lennon. Na época, John havia se separado da esposa e saído de casa para viver com a artista japonesa Yoko Ono.

A música é um encorajamento para Julian que, sendo uma criança, sofria com a separação dos pais. Cantarolando pequenas melodias e versos, Paul chegou em algo parecido com a frase que abre a música: “Hey Jules, don’t make it bad, take a sad song, and make it better..” (Ei, Jules, não fique mal / pegue uma canção triste e torne-a melhor…) Depois de composta, trocou o nome de Julian por Jude, inspirado pelo personagem do filme Oklahoma!.

Aproveitando que é final de semana, escute uma boa música. A musicoterapia agora faz parte da Medicina e tem sido muito empregada para combate a problemas de insônia e estresse, com estudos da eficácia de liberação de endorfinas e serotoninas, proporcionando prazer e sensação de bem-estar. Além disso, um estudo apresentado na American Society of Hypertension-ASH, apontou que a música pode até mesmo baixar a pressão arterial e o ritmo cardíaco.

Portanto, solte o som!

Marcos Araújo é advogado e professor da Uern

Após ser ‘atropelado’ por uma onda, Raul Seixas dá razão à natureza

Do Blog Tio Colorau

Na segunda metade dos anos 70, a repórter Glória Maria (falecida ontem – veja AQUI) foi ao Leblon fazer uma matéria sobre a ressaca que havia ocorrido no lugar.

Lá, se deparou com Raul Seixas, que havia sido “atropelado” pelo mar.

Raul, sempre à frente do seu tempo, defendeu a onda.

Nota do Canal BCS – O “Maluco Beleza” estava certo.

Que figuraça!

Esse resgate é fantástico, Tio.

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Toca Raul!

Por Erasmo Carlos 

Vi nas redes sociais que Ed Mota, sobrinho do cantor e compositor Tim Maia, havia feito algumas críticas muito pesadas a Raul Seixas (veja AQUI). Na oportunidade não procurei saber maiores detalhes. Hoje, assistindo ao canal Foro de Moscow, fiquei mais a par do assunto.

Ed Mota e Raul Seixas (Fotomontagem: Blog Tio Colorau)
Ed Mota e Raul Seixas (Fotomontagem: Blog Tio Colorau)

Raulseixista que sou desde os 11 anos de idade, sinto-me na obrigação de meter o bedelho no assunto, esclarecendo algumas situações, ditas tanto por Ed Mota, como pelos apresentadores Bruno Barreto e William Robson.

De início, desconheço qualquer “falha de caráter” de Raul Seixas, muito pelo contrário. Quando começou a carreira, como produtor da CBS, Raul Seixas impulsionou o sucesso de nomes como Odair José, Diana, Renato & seus Blue Caps, Roberto Ribeiro, Leno e Lília, Jerry Adriani e Baltazar. Inclusive, os maiores sucessos dos dois últimos foram escritos por Raul Seixas: “Doce, Doce Amor” e “Se Ainda Existe Amor”, respectivamente.

Quem se propuser a mergulhar nas obras dos artistas citados, bem como de outros do portfólio da CBS naquele período, final dos anos 60, encontrará várias canções escritas por Raul Seixas, que sempre teve o reconhecimento de todos eles. Tanto é que muitos tentaram ajudá-lo nos últimos anos de vida, como Jerry Adriani e Odair José.

A única história desabonadora envolvendo a conduta de Raul Seixas foi na ditadura militar, e tudo indica ser um boato. Alguém chegou a dizer que ele havia dedurado o seu parceiro, Paulo Coelho, o que nunca foi provado. Nem o escritor, que já foi instigado a tratar do assunto, acredita que isso tenha acontecido.

Outro equívoco é imaginar que as canções de Raul Seixas foram escritas por Paulo Coelho. De fato, eles fizeram muitas músicas em parceria, como “Al Capone”, “Tente Outra Vez” e “Medo da Chuva”. No entanto, o “mago” nem foi o maior parceiro do cantor, título este que cabe a Cláudio Roberto, com quem Raul escreveu dois de seus maiores clássicos, “Maluco Beleza” e “Cowboy Fora-da-lei”, além de dezenas de outras canções.

Muitas composições Raul Seixas escreveu sozinho, como “Ouro de Tolo”, “Metamorfose Ambulante”, “Mosca na Sopa” e “Trem das 7”, pra ficar apenas no início da carreira.

De outro modo, não há no repertório de Raul Seixas uma só música escrita unicamente por Paulo Coelho.

Costumo dizer que sou capaz de cantarolar entre 20 e 25 músicas de Raul Seixas numa roda de conversa e os presentes conheceram todas elas, mesmo que um ou outro não seja fã. Poucos artistas brasileiros conseguem reunir tantos sucessos.

Ed Mota tem quantos, apesar de seu tão alardeado talento musical? Eu lembro de “Manuel” e “Colombina”, tem outra?

Sobre um disco de referência do cantor e compositor baiano, posso apontar “Krig-ha, Bandolo!” (1973), considerado o 12º melhor disco do Brasil segundo a lista dos 100+ da revista Rolling Stone Brasil, e o 5º melhor na eleição do jornal Estado de S. Paulo, em 2012.

Como todos os artistas, Raul Seixas teve momentos altos e baixos na carreira. No seu caso, os baixos foram motivados pelo vício em drogas, especialmente bebidas alcoólicas, o que acabou por leva-lo à morte em 1989, aos 44 anos.

Raul Santos Seixas é um dos maiores nomes da música brasileira de todos os tempos, o pai do rock nacional, com enorme reconhecimento no meio. É uma unanimidade. Não me recordo de outro artista que tenha desmerecido seu trabalho e seu caráter.

O que muitos fazem, é lamentar que uma pessoa tão talentosa tenha perdido a guerra para o álcool.

Ed Mota, o gênio que conseguiu rimar “Manoel” com “Céu”, é uma voz solitária.

#TocaRaul!

Erasmo Carlos é editor do Blog Tio Colorau

Mobydick mostrará clássicos do rock em “live” no sábado

Reinvenção, coragem e ousadia. Essas são as características que marcaram as gravações em homenagem ao Dia Mundial do Rock (8 de julho), que a banda Mobydick preparou especialmente para comemorar a data.

A live especial vai ao ar no canal do Youtube Mobydick.natal , no próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h.  Inscrevam-se e ativem o sino para não esquecer.

Mobydick é uma banda natalense que toca clássicos do rock com enorme talento (Foto: divulgação)

No repertório estarão mais de vinte músicas contempladas de grandes nomes do rock nacional e internacional, como Raul Seixas, Cazuza, Renato Russo, Beatles e Rolling Stones.

A produção contou com o apoio de toda uma equipe técnica para auxiliar, como decoradores, direção de filmagem e iluminação especial, sempre de forma controlada e seguindo às orientações sanitárias. Também houve a participação especial de músicos locais.

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Uma noite de parabéns para Belchior

A noite deste sabadão (26) em Mossoró terá programação especial no Shopping Boulevard Central.

Às 20 horas teremos abertura da “Noite Belchiana”, homenagem musical e com outras manifestações para Antônio Carlos Belchior, cantor e compositor cearense que se fosse vivo estaria fazendo 73 anos.

O Fã-clube Alucinação, criado em 2008, realizará na data do aniversário de Belchior mais um tributo na cidade, como tem feito há mais de uma década.

A “Noite Belchiana” terá a Banda dos Corações Selvagens, de Recife, como principal atração.

O poeta e cantor Airton Cilon será artista convidado para cantar músicas de Raul Seixas, falecido há 30 anos.

As senhas estão sendo comercializadas no site Sympla (//www.sympla.com.br/noite-belchiana-mossoro__669209) ou no restaurante Balú, no próprio shopping ao preço de R$ 20,00.

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Rock do bom na Cervejaria Bacurim neste sabadão

Sábado é dia de rock em Mossoró. E este sábado (31), então…A noite promete com apresentação de Gustavo Cocentino e banda Blue Montain na Cervejaria Bacurim.

Começa às 21 horas.

Repertório será voltado para os clássicos do rock e blues dos anos 60 e 70 e uma boa porção de Raul Seixas.

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“O início, o fim e o meio” com Raul e Airton Cilon

O cantor Airton Cilon vai apresentar o show “O início, o fim e o meio” no próximo dia 20 de agosto em Mossoró, no Teatro Dix-huit Rosado (Mossoró).

Airton Cilon terá a companhia da banda Corcel 73 para desfiliar sucessos de Raul (Foto: divulgação)

Está definido para as 19h30.

Cilon terá a companhia da banda Corcel 73, desfilando no palco os inúmeros sucessos de Raul Seixas.

“Ele nos deixou no dia 21 de agosto de 1989. São 30 anos sem o maluco beleza. Como fã incondicional da obra do Raul, não poderia deixar de prestar minha homenagem”, justifica o artista.

Os ingressos para o espetáculo estão à venda no Balu Restaurante (Shopping Boulevard Central), no Rustcafé (Rua Francisco Isódio, Centro) e no Espaço ArtCilon na Praça da Convivência, ao lado do Café Artesanato, também no centro de Mossoró.

Nota do Blog – Toca Raul, Cilon!

Já comprei meus ingressos. Imperdível.

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Toca Raul!!

O Balu Restaurante oferece uma tarde de rock dos bons neste sabadão (16 de março) em Mossoró.

Na praça de alimentação do Shopping Boulevard, centro da cidade, a partir das 15 horas tem o cover Ricardo Seixas passando lista de sucessos de Raul Seixas.

Na janela, a banda mossoroense Alfredo & Os Caras também fará sua parte.

Pop rock caprichado.

Vamos lá.

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Letra e Música – 205

Em nossa série “Letra e Música”, temos oportunidade de exumarmos o sempre vivo Raul Seixas, nosso eterno “maluco beleza”.

Eis Tente outra vez, na interpretação da banda Barão Vermelho, na voz de Roberto Frejat.

A letra é uma exaltação à esperança, à renovação de forças. Perfeita.

Para começarmos a semana como titãs, aproveite:

Veja,
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez

Beba,
Pois a água viva ainda está na fonte
Você tem dois pés pra cruzar a ponte
Nada acabou, não, não

Tente,
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça agüenta se você parar
Não, não, não, não, não
Há uma voz que canta
Há uma voz que dança
Há uma voz que gira
Bailando no ar

Queira,
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente outra vez

Tente,
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez