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Suplente de Styvenson é preso por não pagar pensão alimentícia

Suplente foi preso à manhã desta segunda-feira (Foto: reprodução)
Suplente foi preso à manhã desta segunda-feira (Foto: reprodução)

Da 96 FM

O advogado e ex-candidato a prefeito de Touros, Alisson Taveira Rocha Leal (Podemos) foi preso na manhã desta segunda-feira (27), em São José do Mipibu. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto e não cumprido desde o dia 30 de novembro do ano passado, deferido pela Justiça Estadual da Paraíba. O motivo: não pagamento de pensão alimentícia.

Alisson Taveira Rocha Leal é primeiro suplente do senador Styvenson Valentim (PODEMOS-RN). Contudo, tem pouca proximidade com o senador. Em 2018, quando foi eleito senador, Styvenson chegou a demonstrar publicamente que não tinha relacionamento com o suplente. Neste ano, em algumas entrevistas, voltou a citar o suplente como um dos “entraves” para aceitar disputar o Governo do RN.

Na Jovem Pan News Natal, por exemplo, em maio, Styvenson afirmou: “Se Styvenson sai candidato (falando de si mesmo) e ganha, quem entra vai manter compromissos? Um cara que eu não tenho relacionamento nenhum?”.

Em 2020, Alisson Taveira concorreu ao cargo de prefeito de Touros pelo PTB, mas foi apontado pela Justiça Eleitoral como “inapto”.

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Bandidos atacam carros-fortes no Rio Grande do Norte

Bandidos roubaram dinheiro de dois carros-fortes na estrada RN-118, entre Caicó e São João do Sabugi, no Seridó, numa ação cinematográfica.

Ninguém saiu ferido.

Bandidos usaram veículos para obstrução de estrada, dificultando reação policial (Foto:Blog Jair Sampaio)

A investida aconteceu por volta de 16h30 desta quarta-feira (13). Ninguém foi preso.

Na sexta-feira (8), quadrilhas agiram em duas cidades do RN. Em São José do Mipibu, na Grande Natal, o ataque foi a agências do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal.

Na mesma madrugada, em Marcelino Vieira, Oeste, outra quadrilha investiu contra unidade do Bradesco e a agência dos Correios da cidade.

Ninguém foi preso.

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Concorrente ao Senado anuncia os seus dois suplentes

Do Blog Thaisa Galvão

Candidato a senador, o deputado federal Antônio Jácome (Podemos) fechou os seus suplentes.

Na primeira suplência, a professora Alda Leda Taveira (MDB), mulher do prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira (PRB).

Na segunda, o vereador em segundo mandato no município de São José do Mipibu, Joelmo Teles (Podemos).

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Interesse político asfixia Hospital Regional do Apodi há tempos

O Relatório 661/2012 do Tribunal de Contas do Estado (TCE), em que se baseia o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) 138, que dispõe sobre fechamento/readequação de sete hospitais regionais do Rio Grande do Norte, tecnicamente não aponta para o fechamento do Hospital Regional Hélio Morais Marinho (HRHMM). Mas na prática o governo estadual o incluiu na lista e trabalha há meses para fechá-lo.

O HRHMM, que no dia passado foi “defendido” vivamente pela população do Apodi em manifestação ruidosa e numerosa (veja AQUI), existe há 30 anos. Serve aos municípios de Apodi, Felipe Guerra, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes, Itaú e algumas cidades do Ceará.

Sua demanda diária oscila entre 150 e 180 atendimentos. Cerca de 6% desse contingente humano é derivado de outros municípios. Possui 51 leitos que podem ficar em boa parte ociosos.

Movimento popular teve maciça participação popular e deu demonstração de força e revolta da população (Foto: PMA)

Os principais procedimentos oferecidos pelo hospital são os atendimentos aos casos de urgência e emergência, clínica cirúrgica, ambulatório, raios X, entre outros.

Nos últimos quatro meses, o Governo Robinson Faria (PSD) retirou quatro médicos de sua escala de trabalho, os transferindo para Natal e Mossoró. De um total de 17 médicos que chegou a ter, hoje só possui oito. Os insumos básicos também não chegam à medida da demanda.

Matar por “asfixia mecânica” o HRHMM é o que na prática já começou como ocorreu com o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia em Mossoró. Encerrou suas atividades em setembro do ano passado, apesar do governador reiterar – durante meses – que não o faria. Se não quer fechar ou empurrar o Hospital Regional do Apodi à municipalização, se eximindo de sua manutenção com caráter regional, por que o desmanche continuado?

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Leia também: Termo de Ajustamento vai levar governo a fechar sete hospitais AQUI;

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Leia também: TAC é claro ao definir redução em número de hospitais AQUI;

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Leia também: Governo se esforça para convencer que fala a verdade AQUI.

A conversão do Hospital Regional do Apodi numa Unidade Básica de Saúde (UBS), por exemplo, pode ter como uma de suas mais graves consequências a sobrecarga (mais ainda) do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) em Mossoró. Para onde afluiria boa parte dos atendimentos do HRHMM? Claro que para o HRTM.

O estranho nesse enredo, é que o Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros (HRMAB), em São José do Mipibu – na Grande Natal, é que constava no relatório do TCE, como recomendação para ser extinto ou convertido noutro equipamento de saúde básica. Mas quem acabou içado a essa condição foi o do Apodi.

Talvez o fato de São José do Mipibu ser a principal base eleitoral do vice-governador Fábio Dantas (PCdoB) e de sua mulher e deputada estadual Cristiane Dantas (PCdoB), explique essa substituição. Sem peso político direto, sem ninguém com musculatura para escudá-la nas entranhas do governo, Apodi seria presa fácil à operação governamental.

Em tese, sim.

Mas a demonstração de força popular com gente de todos os matizes sociais e partidários ecoou forte no dia passado em Apodi, não obstante o escasso reforço dos deputados estaduais Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, e Getúlio Rêgo (DEM), que o prestigiaram.

O governo precisará ser muito cínico e extremamente covarde, para empurrar uma população regional em torno de 70 mil pessoas para o deus-dará da saúde pública, ao mesmo tempo em que promete publicamente o contrário. Com o Hospital da Mulher foi assim. Vai repetir?

Medo

O TAC 138 é uma recomendação assinada pelo governo estadual, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público do RN (MPRN), a partir de estudo iniciado no Governo Rosalba Ciarlini (PP), que teve medo de levá-lo a termo. Contudo não tem poder de lei, não é impositivo e irrevogável.

Está contaminado pelo conceito de “estado mínimo”, mas é sobretudo um documento frio, calculista e impiedoso por olhar a saúde pelo o que lhe parece mais fácil: números. Ele carece sobretudo de humanidade.

A propósito, nenhum dos seus autores costuma usar a saúde pública. Não precisam.

CLIQUE AQUI e confira a íntegra do Termo de Ajustamento de Conduta.

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Um gerente medíocre na gestão de uma massa falida

Por Carlos Duarte

Em dois anos, o governo Robinson Faria (PSD) ainda não conseguiu sequer fazer funcionar regularmente o básico da gestão, que se traduza em prestação de serviços à sociedade, principalmente no que se refere à segurança, saúde e educação. E o que é pior: não tem estratégias de gestão de crise, nem plano B.

A coisa funciona mesmo com base no principio direto de ação e reação. Só que suas reações não são capazes de neutralizar as ações adversas que se impõem no contexto da gestão pública, ora adotada pelo governo do RN.

Com isso, o caos se instala e se aprofunda gerando prejuízos incalculáveis à população.

Está na hora do governador reconhecer que seu modelo de gestão não funciona, no atual ambiente de crise em que vivemos, e que alguma estratégia de saída tem que ser urgentemente implementada. Que, pelo menos, instale um Comitê Gestor de Crise, envolvendo os diversos segmentos produtivos e institucionais do RN, apresentando para sociedade o escopo de uma solução minimamente viável.

Isso poderá resgatar o nível de confiança do investidor e quebrar a inércia de desconfiança da população.

Paralelamente, o governo deve apontar os rumos da retomada do desenvolvimento do Estado, com o aproveitamento das potencialidades existentes, que possam resultar em crescimento do PIB de modo sustentável.

Precisa procurar minimizar as desigualdades existentes, direcionando e incentivando o crescimento econômico para regiões pouco produtivas.

O índice de Gini (indicador do IBGE que mede o grau de distribuição de riqueza) aponta que o RN é o Estado mais desigual do Nordeste (0,812). Isso significa que a produção de bens e serviços está concentrada em, apenas, 15 municípios – que detém 75% da economia do estado.

São eles: Natal, Mossoró, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Macau, Areia Branca, Caicó, Assu, Baraúna, Ceará-Mirim, São José do Mipibu, Apodi, Currais Novos e Alto do Rodrigues.

Os outros 152 municípios restantes, que correspondem a 95% do total de municípios norte-rio-grandenses, respondem por, apenas, 25% do PIB estadual.

Natal (39%), Mossoró (13%), Parnamirim (6%) e Macaíba (2%) representam 60% de todas as riquezas geradas no RN.

Tem mais: 70% dos valores adicionados pela indústria estão concentrados na região metropolitana de Natal e na região do polo Mossoró.

Esse cenário explica, em parte, porque o RN tem potencialidades, mas não se desenvolve. A grande maioria dos municípios, embora tenha potencialidades econômicas, não tem políticas públicas e nem estratégias econômicas capazes de desenvolvê-los.

São relegados ao completo abandono dos governantes e entregues à própria sorte, ficando totalmente dependentes de transferências do Governo Federal (Previdência Social, aposentados/pensionistas, Bolsa Família e funcionalismo público).

O problema se agrava, ainda mais, com a seca prolongada e a falta de obras estruturantes capazes de conviver com o problema – que é cíclico e previsível, mas que só servem para o governo utilizá-lo como instrumento de atribuição de culpa a todas as mazelas.

O Governo do Estado – não é apenas exclusividade desta pífia gestão do governador Robson Faria – ao longo do tempo, nunca procurou envidar esforços para reduzir essa brutal desigualdade produtiva. Ao contrário, tem contribuído, cada vez mais, para agravá-la – dividindo o estado do RN em dois polos, um rico que fica na Grande Natal, outro que existe a partir da Reta Tabajara.

O discurso político desenvolvimentista adotado é mais uma falácia. Não existem estratégias ou políticas públicas voltadas para o fortalecimento das economias dos pequenos municípios do RN, mas, sim, suas segregações e marginalizações.

O governador Robinson Faria age como um medíocre gerente de folha de pagamento, que não dá conta sequer de mantê-las em dia.

O contribuinte fica a indagar: por que, mesmo com uma das maiores cargas tributárias do mundo, o governo presta um serviço de péssima qualidade e ainda não dá conta de pagar os servidores e os fornecedores?

Simplesmente porque é incapaz, não tem planejamentos e nem estudos de viabilidades sérios que façam funcionar minimamente o Estado. Falta-lhe visão empreendedora, liderança, conhecimento profundo da economia de mercado e, principalmente, humildade, transparência, autonomia e vontade de resolver.

SECOS E MOLHADOS

Desafio – De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) 77% das prefeituras deverão encerrar o ano de 2016 com as contas no vermelho. Mossoró (RN) faz parte dessa estatística com um rombo superior a R$ 120 milhões. O governo do prefeito “Francisco” pode até terminar o mandato com o pagamento da folha em dia, mas o que se desenha, de acordo com as projeções feitas, a partir dos próprios dados da contabilidade da PMM, é que a prefeita eleita, Rosalba Ciarlini (PP), terá fôlego para pagar somente oito das treze folhas de pagamento, em 2017. Se quiser se sair bem, ela não poderá repetir as mesmas estratégias usadas quando foi prefeita de Mossoró e governadora do RN.

Sem explicação – Em entrevista ao jornalista Reinaldo Silva, publicada no Facebook, a líder dos estudantes da Uern, que acabara de ocupar a sede da Reitoria, gagueja e não consegue explicar minimamente o objetivo da ocupação e da manifestação. Lamentável!

Bola da vez – Talvez, a privatização da Uern não seja a solução viável. Mas, passou da hora de se fazer um enxugamento de seus custos (que tem muita gordura para cortar) e de rever o seu atual formato de gestão (ultrapassado). Da forma como se encontra atualmente, o governo Robinson de Faria não terá mesmo condições de mantê-la. O momento enseja mudanças de estratégias e buscas de soluções para o problema, diante da crise que se aprofundará, ainda mais, em 2017. Não adiantam discursos passionais e manifestações evasivas, nessa hora. Quem quiser defender a Uern, contribua com ideias inovadoras e sustentáveis. Se nada for feito nesse sentido, correrá o risco der ser extinta. A insolvência do Estado do RN não é uma ficção. É realidade e, a Uern, é a “bola da vez”, nas discussões dos poderes.

Inversão de valores – Enquanto um estudante do ensino médio custa R$ 2,2 mil, por ano, um preso no Brasil custa R$ 2,4 mil, por mês. A constatação foi feita pela ministra do STF, Carmem Lúcia – que esteve recentemente fazendo um levantamento sobre os presídios no Estado do RN. Há 34 anos, Darcy Ribeiro profetizou numa Conferência: “Se os governadores não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios”. Descaso feito, fato consumado. Não é à toa que o RN ocupa o topo da violência no Brasil. Basta olharmos a política voltada para a educação no Estado e municípios, nos últimos 30 anos. O recorde de homicídios, neste ano, em Mossoró, é um caos anunciado. E poderá piorar, se nenhuma medida estruturante e urgente for tomada.

* Veja a postagem anterior de Carlos Duarte clicando AQUI.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa.

PP faz eventos hoje em Pau dos Ferros e Mossoró

O Partido Progressista (PP) realizará Encontro Regional hoje em Mossoró. Será a partir das 14h, no auditório do Hotel VillaOeste.

Evento em São José do Mipibu foi muito concorrido (Foto: Cedida)

O evento faz parte de uma série que a direção estadual da sigla desenvolve, sob o comando do seu presidente, o ex-deputado federal Betinho Rosado e do deputado federal Beto Rosado, com vistas as eleições 2016.

Entre os participantes, o PP apresentará sua pré-candidata à Prefeitura de Mossoró, a ex-governadora, ex-senadora e ex-prefeita Rosalba Ciarlini.

Orientações

Antes, às 10 horas, o encontro será em Pau dos Ferros.

Nesse sábado (9) ocorreu em São José do Mipibu, reunindo representações de 23 municípios.

A preparação do PP contou com orientações do advogado Thiago Cortez, sobre as novas regras eleitorais, e do jornalista Raildon Lucena, sobre a utilização das mídias sociais.

Mesma programação foi encetada em Natal na sexta-feira (8).

Com informações da Assessoria do PP.

Prefeitura contrata nova empresa para serviços terceirizados

Do Blog de Magnos Alves

A Prefeitura de Mossoró contratou uma nova empresa por quase R$ 5,5 milhões.

De acordo com contrato publicado no Jornal Oficial do Município (JOM) desta sexta-feira (12), trata-se da contratação de empresa especializada na prestação de serviços de Mão de Obra qualificada (Motorista de veiculo de pequeno, médio e grande porte e Motorista Socorrista, Supervisores, Recepcionistas, Digitadores, Auxiliares de Serviços Gerais e Auxiliares de cozinha/Merendeira, Porteiro, Eletricista, Telefonista e Copeiro), para a prestação de serviços de conservação das Secretarias Municipal de Saúde, Secretaria da Educação e Desporto, Secretaria do Desenvolvimento Social e Juventude e Secretaria da Administração.

A empresa contratada foi a J. T. DE M. BARBOSA SERVIÇOS EIRELI ME. Denilton Félix de Lima assinou contrato em nome da empresa.

O contrato no valor de R$ 5.475.364,80 tem duração de 12 meses, sendo retroativo a 02.01.2016 e indo até 02.01.2017.

Nota do Blog Carlos Santos – A empresa foi legalmente constituída no dia 15 de fevereiro de 2011, tendo como sede a Rua Prefeito Juvenal de Carvalho, 91-F, São José do Mipibu (RN).

Município deve dar dor de cabeça a governador

Promete ser uma grande dor de cabeça, o pleito municipal de 2016 em São José do Mipibu.

Isso, em relação ao governador Robinson Faria (PSD).

De um lado, tem o prefeito Arlindo Dantas (eleito em 2012 pelo PMDB).

Noutra extremidade, a ex-prefeita Norma Ferreira Caldas (PSD).

O primeiro, pai do seu vice-governador – Fábio Dantas (PCdoB).

Norma, seguidora histórica e fiel.

Em 2012, Arlindo venceu o pleito com 11.045 votos (51,01%) dos votos.

Seu adversário foi apoiado por Norma, vereador Kericlis Alves Ribeiro Kerinho (PSD). Empalmou 9.767 votos (45,10%).

Arlindo e Norma não se bicam.

Água e óleo, digamos.

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