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Consultor-geral do município é pressionado para se ‘retratar’

Rodrigo (cabeceira da mesa), discutiu projetos, mas diálogo virou confronto à sua fala na TV (Foto: Edilberto Barros)
Rodrigo (cabeceira da mesa), discutiu projetos, mas diálogo virou confronto à sua fala na TV (Foto: Edilberto Barros)

O consultor-geral do município, professor e advogado Rodrigo Forte, foi emparedado por sindicalistas e vereadores em reunião fechado na Câmara Municipal de Mossoró, quando sessão foi suspensa (veja AQUI) nesta sexta-feira (9).

Na oposição, vereadores cobraram uma retratação do consultor às palavras ditas por ele em entrevista ao Cenário Político, programa da TV Cabo Mossoró (TCM), na defesa de projetos da municipalidade que provocaram a ira oposicionista e sindical.

Em entrevista ele censurou a vereadora petista e sindicalista Marleide Cunha: “Essa afirmação da vereadora é tão verdadeira quanto o fato da terra ser plana.” Acrecentou ainda: “O texto é claro (…). Para Forte, a postura da parlamentar “é terrorismo midiático (…). A obrigação dela é informar e não desinformar,” apontou.

Os projetos polêmicos foram retirados de pauta para maior discussão.

Nota do Canal BCS – Não entendi o porquê da retratação. Vereador pode tratar outra autoridade por “moleque”, “bandido”, “mentiroso” e “criminoso” e o consultor não pode emitir uma reflexão sobre a atuação parlamentar de alguém? A linguagem chula e agressiva servem muito mais à lacração do que ao debate. Vamos melhorar. Os dois lados.

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Câmara vira praça de guerra e projetos são retirados de pauta

A Câmara Municipal de Mossoró virou uma praça de guerra nesta sexta-feira (9). Estava escrito. Realizou duas sessões extraordinárias tensas e tumultuadas, que ao final não puderam ser concluídas. Na primeira, após aprovação de um veto e três projetos de lei complementar da Prefeitura, começou invasão do plenário da Casa em mobilização oposicionista e de sindicalistas.

Manifestantes ficaram cerca de uma hora e meia ocupando plenário (Foto: Edilberto Barros)
Manifestantes ficaram cerca de uma hora e meia ocupando plenário (Foto: Edilberto Barros)

Quando o Projeto de Lei Complementar do Executivo 17/2023 se encaminhava para aprovação sem alterações, o plenário foi ocupado por servidores públicos. que já realizavam manifestação nas galerias da Câmara contra a matéria. Vídeos constante dessa postagem dão uma dimensão do tumulto.

O presidente desse poder, Lawrence Amorim (Solidariedade), decidiu pela suspensão dos trabalhos, convocando reunião fechada dos parlamentares com representantes sindicais e da prefeitura.

O Projeto de Lei Complementar 17/23 trata do instituto da readaptação, institui gratificação para servidores integrantes de comissão de sindicância e processo administrativo disciplinar, transpõe benefícios temporários do Regime Próprio de Previdência Social para o Estatuto do Servidor.

A suspensão foi baseada nos artigos 147 e 148 do Regimento Interno da Câmara – suspensão por grave tumulto).

Apesar da decisão, o plenário ainda ficou ocupado por mais de uma hora e meia. De forma paralela, vereadores, representantes da Prefeitura e de servidores negociavam, na Sala de Reuniões, a desocupação do espaço e a retomada da sessão.

Acordo

O acordo foi obtido após a retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar do Executivo 17/2023 e do Projeto de Lei Ordinária do Executivo 57/2023, que institui o pagamento de gratificação por desempenho no programa Previne Brasil. Com isso, os manifestantes desocuparam o plenário.

Foi retirado ainda de pauta, a pedido também da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Mossoró, o Projeto de Lei Complementar do Executivo 20/2023, que dispõe sobre a Lei Orgânica da Procuradoria-geral do Município de Mossoró e o Estatuto dos Procuradores do Município.A OAB discorda de pontos do projeto relativos à carga horária, à remuneração e ao exercício da advocacia.

Na retomada dos trabalhos em plenário, a sessão até então suspensa foi encerrada por motivo de tumulto grave.

Nota do Canal BCS – De extremo bom senso a retomada da discussão dos projetos conflitantes. Mal nenhum o debate técnico, sem o fervor de diferenças políticas e até pessoais que marcaram a prévia dessa sessão e, ela própria, quando o linguajar desceu às profundezas.

Leia também: Vereadora ataca prefeito e projetos; governo aponta mentiras.

Veja a seguir: reunião fechada é tensa com vereadores pressionando consultor municipal.

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Sindicalistas usam quadrilha como crítica e cercam prefeito

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) promove movimento público de protesto contra o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) à noite desta terça-feira (28). Começou com concentração na sede da entidade a poucos metros do Teatro Municipal Dix-huit Rosado, circulou pela Praça Cícero Dias em frente a esse prédio e chegou às suas escadarias.

Prefeito chegou pela frente do teatro e foi ao encontro dos sindicalistas (Foto: Blog Ismael Sousa)
Prefeito chegou pela frente do teatro e foi ao encontro dos sindicalistas (Foto: Blog Ismael Sousa)

A mobilização faz parte de pauta de greve do professorado municipal, cobrando pagamento de Piso Nacional do Magistério. Acontece antes da apresentação do projeto do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2023, no Dix-huit Rosado (veja AQUI) e de reunião entre município e sindicato, marcada para amanhã.

Vestidos de preto, outros com roupas de quadrilhas juninas, com cartazes e faixa, sindicalistas gritavam palavras de ordem.

O Sindiserpum fez transmissão de “live” (ao vivo) do protesto, quando o prefeito ao chegar ao teatro surpreendeu e foi à pequena aglomeração. A informação espalhada minutos antes pelo movimento, era de que Allyson Bezerra entraria por porta de acesso no fundo do teatro para fugir do grupo. Mesmo assim, nenhum militante foi para essa área.

E o prefeito caminhou normalmente pela frente, parou com os manifestantes, posou para fotos e filmagens, conversou em meio ao tumulto e em seguida entrou no Dix-huit Rosado, mesmo bastante fustigado.

Manifestantes formaram quadrilha na Praça Cícero Dias, em frente ao teatro, à espera do prefeito (Foto: Canal BCS)
Manifestantes formaram quadrilha na Praça Cícero Dias, em frente ao teatro, à espera do prefeito (Foto: Canal BCS)

Maior parte dos sindicalistas ficou em frente ao teatro após esse encontro. Outros poucos entraram à solenidade que está em andamento.

Aglomerado que fazia protesto ficou em frente ao teatro, após cerco ao prefeito (Foto: Canal BCS)
Aglomerado que fazia protesto ficou em frente ao teatro, após cerco ao prefeito (Foto: Canal BCS)

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Projeto para adequação previdenciária tem votação nessa terça-feira

Paulo Linhares: reconstrução e readequação do Previ-Mossoró (Foto: De Fato)
Paulo Linhares: reconstrução e readequação do Previ-Mossoró (Foto: De Fato)

Foi exaustiva, com muitos momentos tensos, embates de opiniões e até vozes que apenas queriam criar impasse e gerar pauta às redes sociais. Mas, ao fim e ao cabo, chegou-se a um entendimento.

O Projeto de Emenda à Lei Orgânica nº 01/2022 (adequação previdenciária) será votado nessa manhã de terça-feira (15) em primeiro turno, na Câmara Municipal de Mossoró, com possibilidade iminente de ser avalizado por todos os 23 vereadores. Segundo turno será dia 25.

Reuniões que começaram pela manhã e terminaram já à noite dessa segunda-feira (14) envolveram vereadores, sindicalistas e dirigentes/técnicos do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ-Mossoró).

Histórico de gestões temerárias

A Lei Complementar nº 060/2011 de 9 de dezembro de 2011, publicada no Jornal Oficial do Município (JOM) em 16 de dezembro de 2011, edição 125 (veja AQUI), na gestão de Fafá Rosado (DEM), instituiu o Previ-Mossoró.

Durante quase todo esse período de pouco mais de 10 anos, e gestões da própria Fafá, Cláudia Regina (DEM, hoje União Brasil), Francisco José Júnior (PSD) e Rosalba Ciarlini (PP), a autarquia vagou em situação temerária, sobretudo por força de não repasse regular de contribuições dos servidores e parte patronal. Em seu histórico tem ainda investimento em negócios obscuros até o momento sem solução.

Ano passado, a atual gestão municipal conseguiu o feito de pela primeira vez em vários anos atualizar repasses patronal-servidor e débitos de várias renegociações feitas por gestores anteriores. Os números chegam a R$ 11,5 milhões/mês.

A administração antecessora de Rosalba Ciarlini deixou uma média de 14,5 milhões/mês de déficit no Previ-Mossoró. Chegou a ponto de transferir apenas seis meses da parte patronal correspondente à sua administração ao Previ-Mossoró, em quatro anos (48 meses) de seu governo, relatou o presidente dessa autarquia, advogado Paulo Linhares..

Nossa página fez reportagem especial no dia 14 de outubro de 2020, antecipando problemas que seriam deixados pela então gestora municipal: Prefeita evira reforma e adia novo rombo previdenciário.

Leia. Nada é por acaso.

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Servidores fazem movimento em frente a palácio municipal

Movimento foi à manhã dessa sexta-feira (Foto: reprodução da Super TV)
Movimento foi à manhã dessa sexta-feira (Foto: reprodução da Super TV)

À manhã dessa quinta-feira (10), um grupo do Sindicato dos Servidores da Saúde de Mossoró (SINDSSAM) realizou movimentação pacífica em frente à sede da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Os servidores querem audiência com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), para sequenciar discussão sobre pauta do segmento. Para o grupo, não há diálogo.

Os principais pontos são:

– Vencimento dos técnicos e auxiliares inferior aos ACS e ACE, chegando a ser inferior ao salário mínimo.

– Congelamento da gratificação da Estratégia Saúde da Família.

– Congelamento dos plantões eventuais.

– Necessidade de mudança no estabelecimento da progressão de carreira.

– Titulação para o nível médio.

– Criação da lei do Previne Brasil, em substituição ao PMAQ.

Além dessas, há outras demandas que surgiram no ano de 2021:

– Retirada da insalubridade dos servidores que atuam nas UPAs.

– Retirada de vantagens durante o afastamento de servidores.

– Congelamento da reposição salarial de 2017, 2018, 2020 e 2021.

Leia também: Servidores querem nova audiência para discussão de pauta.

P.S – Informação de que o Gabinete municipal informou que receberá sindicato no dia 22 próximo.

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Fátima anuncia pagamento de últimas folhas em atraso e 13º

A governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou nesta quinta-feira (09), durante reunião com o Fórum Estadual dos Servidores do RN, o calendário de pagamento das folhas salariais em atraso deixadas pela administração anterior. Das quatros folhas, totalizando cerca de R$ 1 bilhão, duas já foram quitadas pela gestão atual e a terceira, que começou a ser paga em janeiro deste ano, será concluída no dia 15 deste mês e não mais em novembro, como estava previsto anteriormente.

Fórum dos Servidores participou de reunião nessa quinta-feira (Foto: Sandro Menezes)
Fórum dos Servidores participou de reunião nessa quinta-feira (Foto: Sandro Menezes)

Elaborado levando em conta a situação das finanças estaduais e o momento que o Rio Grande do Norte atravessa, o calendário agradou à maioria dos sindicalistas presentes virtualmente à reunião comandada pela governadora, pelo vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) e pelo secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves.

A última folha em atraso, a de dezembro de 2018, será paga em três etapas:

Em 31 de janeiro de 2022 recebem os que ganham até R$ 3.500;

Em 31 de março os que estão na faixa salarial de R$ 3.501 a R$ 6.000;

Em 31 de maio, para os que ganham acima de R$ 6 mil.

A governadora Fátima Bezerra lembrou que o pagamento das folhas em atraso é uma preocupação do governo, que vem sendo trabalhada como prioridade pela atual administração desde as reuniões da equipe de transição.

13º de 2021

Quanto ao décimo terceiro de 2021, ela disse que um percentual, a ser definido, será pago no dia 30 de novembro a todos os servidores. Em 23 de dezembro será concluído para os que ganham até determinada faixa salarial (também a ser definida), e dia 04 de janeiro de 2022 será concluído aos demais.

Ao anunciar o calendário do décimo terceiro de 2021, Fátima elogiou o empenho, o espírito público e a dedicação da equipe de governo e o papel do movimento sindical representando o interesse de suas categorias. “Que nunca mais se ouse tratar com tamanho desrespeito um dos direitos mais sagrados dos servidores, que é receber os salários dentro do mês.”

Nota do Blog – Chegar ao fim da atual gestão com 48 salários de seu governo pagos dentro do mês trabalhado, mais quatro folhas pendentes da administração Robinson Faria (PSD) e quatro 13º, é um feito incomum. Ao todo, 56 folhas salariais em 48 meses. Bravo! Que os anjos da boca mole digam amém!

No último dia 2 de julho nossa página praticamente antecipou quando estaria em dia as folhas. Veja AQUI.

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Sindicalistas começam movimento “Fora, Fátima!”

Quem diria, hein!?

Mas começou e de onde menos se poderia esperar, o movimento “Fora, Fátima”.

A pregação pela saída da governadora Fátima Bezerra (PT), do poder, já é uma realidade.

A mobilização de servidores estaduais e seus sindicatos contra a Reforma da Previdência do Governo do RN, em frente à sede da Assembleia Legislativa do RN, chega a ponto de pregar a saída da ex-sindicalista do poder.

– Fora, Fátima Bezerra! Fora, petista!

O vídeo constante desta postagem fala por si.

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Fátima quer pagar folha “fatiada”; atraso não tem data

Reunião entre componentes do Fórum Estadual dos Servidores, representantes do Governo Fátima Bezerra (PT) e a própria governadora à manhã de hoje (segunda-feira, 7), na Governadoria, não chegou a bom termo. Fez lembrar, em muito, a relação conflituosa que existiu no ex-Governo Robinson Faria (PSD).

Sindicalistas saíram irritados com a falta de perspectiva de recebimento de atrasados (Foto: cedida)

A gestão petista não tem qualquer previsão de atualização salarial herdada da administração passada. Sindicalistas saíram aborrecidos.

A promessa do governo é para pagar o mês de janeiro dentro do mês, de forma “fatiada”, nos dias 10 (30%) e 31 (70%) para todos os servidores. Servidores com salários em dia recebem de uma só vez até o dia 31.

Em fevereiro, a proposta é que desembolso aconteça nos dias 11 (30%) e 28 (70%). Servidores com salários em dia recebem de uma só vez até o final do mês.

A compromisso vago é de que adiante (sem previsão) possa ir pagando os débitos passados conforme fluxo de caixa.

O governo estadual deve os salários de novembro para quem ganha acima de R$ 5 mil, dezembro e 13º para todos os servidores, além de uma parte do 13º de 2017.

O atrasado salarial aproxima-se de R$ 1 bilhão.

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“RN Urgente” tem outra batalha campal em Natal

Está em curso outa batalha nas cercanias da Assembleia Legislativa, em Natal

Polícia e grades de proteção escudam a Casa do Povo; em contraponto, sindicalistas, servidores, militantes de esquerda vão ao ataque.

E tudo pode piorar.

No interior da AL, deputados se preparam para votar mais um elenco de mensagens do governo Robinson Faria (PSD), relativas ao “RN Urgente”, o “ajuste fiscal”.

Ontem, não conseguiram.

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Prefeito deixa sindicalistas e servidores para trás

Enquanto sindicalistas e alguns servidores municipais acampavam precariamente hoje na sede da Prefeitura de Mossoró (veja AQUI), cobrando salários, o prefeito Francisco José Júnior (PSD) resolveu aproveitar confortáveis acomodações e lazer longe desse endereço e de Mossoró.

Desde quarta-feira (ontem, 7), que ele viajou para a praia de Cumbuco (Caucaia) e Fortaleza no Ceará.

Sem estresse.

Os problemas ficaram para trás, com milhares de servidores que não receberam ainda salário de novembro, ao contrário dos detentores de cargos comissionados e o próprio gestor.

Bye!

Uh-huuuu!!

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Tribunal mantém decisão contra sindicalistas

O Tribunal de Justiça do Estado (TJRN) indeferiu a liminar impetrada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (SINTE), que tratava da cessão de servidores do Estado para a organização sindical. Agora, além de recomendação do Ministério Público, o Sinte também tem uma decisão judicial desfavorável à manutenção das cessões irregulares de professores.

O Sinte havia solicitado a suspensão da determinação administrativa de apresentação à Secretaria de Estado da Educação dos servidores ocupantes dos cargos da estrutura do sindicato, com a manutenção da licença ou afastamento dos mesmos para atuação junto à entidade. O pedido foi indeferido.

Segundo a Lei Complementar Estadual Nº 122/94, “somente podem ser licenciados os servidores eleitos para cargos de direção ou representação nas referidas entidades, até o máximo de 03 (três) por entidade”; e que “a licença tem duração igual à do mandato, podendo ser prorrogada, no caso de reeleição, e por uma única vez”.

No último mês de julho, após prazo recomendado pelo Ministério Público, mais de 20 dirigentes sindicais deixaram de se apresentar à secretaria e tiveram suas faltas descontadas no salário. Além disso, estão sendo abertos processos administrativos contra eles por abandono de cargo.

Mesmo notificado, o Sinte não prestou qualquer tipo de informação à Secretaria de Estado da Educação sobre a apresentação desses profissionais.

Hoje, na Assembleia Legislativa e outros pontos do Natal, o sindicato fez protesto contra o governo, se definindo como “perseguido”.