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Michelson Frota e Lucineide Queiroz têm missão no Sindivarejo

Lucineide Queiroz e Michelson Frota: mandato de quatro anos (Foto: Sindivarejo)
Lucineide Queiroz e Michelson Frota: mandato de quatro anos (Foto: Sindivarejo)

O empresário Michelson Frota foi eleito para novo mandato de quatro anos nessa terça-feira (27), presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró, em eleição realizada na sede da entidade. O pleito contou com a participação dos associados e dirigentes.

E sua nova gestão, Frota conta com Lucineide Queiroz como vice.

”Nosso trabalho é resultado do próprio apoio maciço dos sócios do Sindivarejo. Ao lado de Lucineide e demais dirigentes e colaboradores, seguiremos em defesa do segmento e dos interesses que também se fundem com o da sociedade “, salienta Michelson Frota.

”É nossa missão”, reforça.

Diretoria

Presidente
Michelson Ximenes Formiga Frota
Vice- Presidente
Lucineide Vieira de Santana Queiroz
2º Vice-Presidente
Luis Claudio Domotor
1º Secretario
Ênio Gomes Fernandes de Souza
2º Secretario
Marcio Antonio Mota Mendonça
1º Tesoureiro
Jair Urbano de Queiroz
2º Tesoureiro
José Gilmario de Carvalho

SUPLENTES

Gilseleno Jales Correia Lima
Jose Carlos Lins Matos
Pedro Jorge Rebouças Pereira
Maria do Céu Figueiredo
Jurandi Irineu Pereira Filho
Maécio Robert Leite Ribeiro
Allan Gleyson de Lima Frederico

CONSELHO FISCAL

Cimaria Gurjão de Morais Paiva
Elisangelo Fernandes dos Santos
Joailson Regis Nogueira

SUPLENTES

Antônio Ximenes Gurgel da Frota Filho
Estevam Roberto Fernandes França
Antonio Cleide Linhares Araujo

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO A FECOMÉRCIO RN

Michelson Ximenes Formiga Frota
Jair Urbano de Queiroz

SUPLENTES

Lucineide Vieira de Santana Queiroz
Luis Claudio Domotor

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Decreto vence e Rosalba não se pronuncia sobre medidas

Rosalba: silêncio e transferência de responsabilidade (Foto: arquivo)

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não editou novo decreto que disponha sobre as atividades produtivas no município, em face da pandemia. O que estava em vigor desde o dia 16 teve validade até ontem (terça-feira, 23), sob o número 5.702.

A municipalidade entrou em profundo silêncio e mergulhou sobre o assunto.

Paralelamente, a sua bancada na Câmara Municipal, sistema de comunicação e infantaria em redes sociais aumentaram tom de críticas. A ordem é cobrar o Governo Fátima Bezerra (PT) e à oposição local.

– A gente aguarda flexibilização. Ela prometeu reduzir as restrições com orientação da sua equipe técnica. É isso que o empresariado espera, com a gente fazendo nossa parte, assumindo todos os  cuidados necessários com colaboradores e clientela, seguindo exigências de segurança sanitária – comentou no início da tarde em conversa com o Blog Carlos Santos, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO), Michelson Frota.

No dia 16 último, data de anúncio do decreto 5.702, Mossoró contabilizava 87 óbitos pela doença. Ontem chegou a 107, ou seja, 20 a mais em sete dias.

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Fátima Bezerra tem dois compromissos hoje em Mossoró

Fátima: Mossoró (Foto: reprodução de vídeo)

Pelo menos dois compromissos estão agendados para a governadora Fátima Bezerra (PT) nesta sexta-feira (28) em Mossoró.

Às 17h, ela participará da inauguração das novas instalações do Escritório do Empreendedor, que funcionava no Partage Shopping. Esse equipamento público passa a funcionar na sede do Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO),  à Rua Francisco Isódio, 122, Centro.

Já às 21h, ela assiste a última apresentação do espetáculo teatral Chuva de Bala no País de Mossoró, dentro da programação do Mossoró Cidade Junina (MJ) 2019.

O evento acontece no adro da Capela de São Vicente, Centro.

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Comércio tem horários especiais definidos para fim de ano

O Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO) divulga os horários especiais do setor mercantil local, no período de festejos de fim de ano.

Os horários e dias são referentes ao comércio de rua aos sábados e domingos, Natal e Ano Novo, além da Festa de Santa Luzia (padroeira do  município). Abrangem ainda supermercados e shoppings.Dia 13 de dezembro, comércio de rua e lojas de shopping fechadas. Supermercados abrem entre 7 e 13 horas.

No dia 24 de dezembro, o comércio de rua terá horário normal. Já lojas de shopping de 10 às 18 horas e os supermercados terão atendimento externo entre 7 e 19h.

Já na véspera do Ano Novo, dia 31, o comércio de rua funcionará de 8 às 14 horas, enquanto os shoppings entre 10 e 16h.

Os supermercados terão portas abertas entre 7 e 19 horas.

O comércio também terá horário diferenciado nas duas semanas que antecedem Natal e Ano Novo:

– 10, 11, 12 e 14 – de 8 às 19h;

– 17, 18, 19, 20 e 21 – de 8 às 20h.

As informações são do Sindivarejo, responsável pelas convenções coletivas com o segmento comerciário.

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Suplente de Garibaldi faz defesa de chapa em Mossoró

Em sua passagem por Mossoró nessa terça-feira  (28) à noite, para participar do projeto denominado de “Conversa franca”, na sede do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO), o empresário Marcelo Queiroz (PDT) pediu a confiança pelo voto ao setor produtivo mossoroense.

Marcelo (de costas) conversou com empresariado (Foto: BCS)

Ele é primeiro suplente na chapa à reeleição do senador Garibaldi Filho (MDB). “Votem em Garibaldi que vocês estarão votando também em Marcelo Queiroz”, pregou.

Presidente licenciado da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Queiroz foi sabatinado pelos participantes e argumentou que conhece os problemas do segmento empresarial, seus gargalos e aspirações, podendo defendê-las perante o próprio senador.

Na quinta-feira (30), às 18h30, o “Conversa franca” terá a presenta do candidato a vice-prefeito na chapa de Carlos Eduardo Alves (PDT), Kadu Ciarlini (PP).

Ele estará na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), falando também para representantes da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON), Sindivarejo e Mossoró Convention Bureau.

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Governador vai receber classe empresarial na próxima semana

Finalmente o governador Robinson Faria (PSD) vai receber representantes da classe empresarial de Mossoró. Será na segunda-feira (10), às 12h30, na Governadoria – em Natal.

O empresariado vai apresentar o projeto “Aquece Mossoró”, que visa estimular o comércio em Mossoró e região, em todas as cadeias produtivas.

Será realizado entre os dias 13 e 30 de setembro deste ano.

O Blog Carlos Santos tinha mostrado ontem (veja AQUI), que há tempos essa audiência fora requerida, sem ter qualquer resposta do governante.

Vão estar presentes dirigentes da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) e Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON).

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Entidades empresariais clamam por mais segurança

Entidades representativas do empresariado mossoroense entregam hoje às 10h, ao Comando do 2º Batalhão de Polícia Militar de Mossoró (BPM), apelo para melhoria na segurança de área central da cidade.

O número de assaltos à mão armada nas últimas semanas cresceu de forma alarmante.

Há um pânico justificável dos passantes e consumidores.

Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) e Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON) subscrevem o pedido de “socorro”.

Nota do Blog – Coisa rara ver policial e agentes de trânsito também na área central de Mossoró.

População esta entregue à própria sorte.

A PM tem reduzidíssiimo quadro de pessoal e a Gerência de Trânsito sofreu cortes profundos em sua manutenção, deixando trânsito ao deus-dará.

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Projeto sobre bombeiro civil mobiliza segmentos para debate

A Câmara Municipal de Mossoró recebeu nesta terça-feira (14) uma comissão composta por empresários, dirigentes de escolas privadas, faculdades, supermercados e segmentos organizados da Construção Civil e do próprio comércio. Em pauta, debate sobre o Projeto de Lei n° 298/2014.

Matéria é de autoria do vereador Claudionor dos Santos (PEN). Em seu enunciado, trata sobre a regulamentação da atividade de Bombeiros Civis e fixa as exigências mínimas de segurança para empresas ou eventos de grande concentração pública no município de Mossoró.

O debate teve início na sessão ordinária com a participação do padre Sátiro Cavalcanti, do Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL), ocupando a Tribuna Popular.

Em seu discurso, o padre Sátiro se colocou favorável ao projeto, todavia pediu para que fossem feitas algumas adaptações, uma vez que de acordo com ele gera um gasto desmedido para a maior parte das empresas.

“Não estamos contra o projeto. Pedimos apenas para que ele seja mais discutido e readaptado para às nossas condições”, disse Sátiro.

Após a Tribuna Popular, o vereador Jório Nogueira, presidente da Câmara de Mossoró, em concordância com os demais parlamentares, suspendeu a sessão ordinária para se reunir com os representantes de vários segmentos presentes na Casa Legislativa.

Segurança

“A iniciativa é louvável. Desde já parabenizamos a proposta apresentada pelo parlamentar. Sabemos que o objetivo final é prezar pela segurança dos mossoroenses. Mas, sugerimos que alguns pontos do projeto sejam revisados, reformulado e só após apresentado para aprovação de todos sem polêmicas e para que ele seja, de fato, bem executado”, ressaltou Michelson Frota, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (Sindivarejo).

Na oportunidade, o vereador Claudionor dos Santos deu detalhes do projeto e justificou que a morosidade da votação do projeto ocorre em virtude da discussão acerca dos ajustes necessários para atender os segmentos envolvidos.

Ao final de reunião ficou definido que uma comissão formada por representantes dos mais variados segmentos envolvidos no Projeto de Lei, irão debater pontos contidos no projeto, na próxima terça-feira (21), na sede do Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), às 17h30.

Participaram da reunião, entre outros, os padres-professores Sátiro Cavalcanti e Charles Lamartini; Michelson Frota, Presidente do Sindivarejo; Getúlio Vale, Presidente da CDL; empresários Neuso Leite e Vilmar Pereira, Maria Auxiliadora, diretora da Escola e Faculdade Mater Christi; Izaías Leite, bombeiro civil.

Entidades reprovam inércia em fechamento de aeroporto

Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) e Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) emitiram nota conjunta, reprovando mais uma decisão que interdita para pousos e decolagens o Aeroporto Dix-sept Rosado, de Mossoró.

A notícia foi dada em primeira mão por este Blog (veja AQUI). A nota mostra a indignação dessas entidades representativas do setor produtivo mossoroense. Veja abaixo a sua íntegra:

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Empresariado deve dizer “não” a Francisco José Jr.

O empresariado de Mossoró deverá dizer “não” ao prefeito Francisco José Júnior (PSD). Há desapontamento do segmento produtivo com ele.

Hoje à noite (19h) tem reunião na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), que envolve lideranças empresariais dessa entidade, do Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) e Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM). A tendência, pelo o que ouvimos de empresários de expressão, é que rejeitem proposta para indicação de um nome para titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico da Prefeitura.

Há profunda decepção do setor produtivo com o prefeito e descrença em sua palavra. Enfim, reflexo da distância e pouco compromisso com o setor, que ele imprime desde que virou prefeito efetivo.

Para termos uma ideia do desprezo do prefeito ao empresariado, levou quase dois meses para atender um pedido de audiência formulado pelo setor no final de agosto deste ano. Quando se reuniu com a categoria, das promessas feitas, não atendeu uma sequer.

A nomeação de um indicado seria apenas uma tentativa de suposta valorização do segmento.

Colhe o que continua plantando.

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Prefeitura faz parceria com setor produtivo de Mossoró

O prefeito Francisco José Júnior (PSD) recebeu no Palácio da Resistência, na manhã desta quinta-feira, 19, os representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial e Industrial de Mossoró (Acim), Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejo) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) para a assinatura de um Termo de Convênio.

Tem o objetivo de estimular as compras no comércio de Mossoró durante o ciclo natalino de 2015, através de campanha de incentivo ao consumidor.

“Mossoró precisa que os setores estejam unidos para enfrentar a crise que se agravou em todo o país. Por isso, estamos fortalecendo cada vez mais esse trabalho em conjunto com os setores produtivos”, disse o prefeito.

“Assim, somamos forças para o crescimento de Mossoró, pois quando planejamos em parceria, as decisões tomadas são boas para todos. São boas para a nossa cidade”, enfatizou o prefeito Francisco José Júnior.

Veja detalhes AQUI.

Classe empresarial quer ouvir secretário Flávio Azevedo

Entidades representativas da classe empresarial de Mossoró trabalham convite para o ex-presidente da Federação das Indústrias do RN (FIERN) e atual secretário estadual do Desenvolvimento Econômico – Flávio Azevedo – aporte em Mossoró.

Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) conversam sobre o assunto.

Querem recepcioná-lo e ouvi-lo sobre perspectivas econômicas para o RN e para a região de Mossoró.

Manifestam interesse em ter seu olhar de homem-chave na gestão estadual, num momento tão delicado da economia brasileira e do RN.

Operação para antecipação de royalties ‘anestesia’ Mossoró

Por formação técnica, o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) é contabilista. Mas um leque de situações mostra que ele tem certa desavença com os números. Pelo menos nos que se referem à Prefeitura de Mossoró; nas suas contas pessoais, não. São outros quinhentos.

Daí, todo cuidado é pouco com a nova cartada do prefeito, que traz à tona uma nova “solucionática” para a gestão municipal, que se afunda em débitos milionários – num nítido quadro de insolvência. A panaceia vendida pelo prefeito é a contratação de serviço de antecipação de royalties do petróleo.

Tudo dentro da lei, que se diga.

O problema não está na lei, mas nos propósitos e no modus operandi. Outra vez, a estratégia mistura ardilosa e nebulosa negociação de bastidores, com uma espécie de ‘democracia impositiva’. Impõe sua vontade e espera garanti-la com o endosso da Câmara Municipal e o silêncio cúmplice do sindicato de servidores (SINDISERPUM), imprensa domesticada, o empresariado e restante da sociedade civil dita organizada de Mossoró.

Quanto aos organismos institucionais de fiscalização… deixa para lá.

A operação antecipação de royalties começou lentamente há alguns meses. Há pouco mais de 50 dias ganhou velocidade, ou mesmo pressa, sob um manto de desinformação e de mistério calculado.

Empresariado é atraído

Além de trabalhar juridicamente o projeto, o prefeito entendeu que precisaria cooptar o empresariado. Daí ter resolvido receber em seu gabinete representantes da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) – veja AQUI. As entidades tinham pedido essa audiência no dia 31 de agosto e só foram recebidas quase dois meses depois. Agora, o prefeito tinha interesse. A audiência, assim, tinha razão de ser.

Prefeito (centro) atraiu entidades que se recusava a receber há quase dois meses (Foto: Raul Pereira)

Com os empresários, a empreitada dos royalties foi levantada por Francisco José Júnior. Até considerou nomear – como sugerido por um dos participantes – representante indicado pelo empresariado para a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, bem como priorizar pagamentos em atraso do setor produtivo local. Passado quase um mês, nada.

À semana passada, o prefeito fortaleceu mais a pasta, porém com uma pessoa de sua confiança, o advogado Luiz Antônio Costa, mantido na cadeira.

Noutra frente, negociou com sua bancada o fechamento de questão: tem que aprovar o projeto sem maiores discussões. Assim será. São 16 votos amarrados. Bancada já rejeitou até pedido para apresentação de Plano de Investimento (veja AQUI).

Não para por aí a tessitura desse salto que lançará Mossoró no escuro. Na prática, é como diz uma expressão popular: a gestão do atual prefeito “vai comer na frente, como enxada”, uma montanha de dinheiro que pode passar dos R$ 40 milhões. Isso, num momento de queda na produção do produto. Mais do que um projeto de lei, a matéria tem perfil de plano de pilhagem.

Igreja e Santa Luzia

No plano, nem a Igreja Católica fica fora do ilusionismo. No lançamento da programação da Festa de Santa Luzia, padroeira local, à semana passada, ele prometeu que parte desses recursos vai ser empregada na construção de um santuário em louvor à ela, no cume da Serra Mossoró. Até aqui, é o que tem definido para o dinheiro.

Lá se vão de 12 a 14 milhões de reais para um empreendimento que não tem qualquer relação com o próprio projeto apresentado. Resta saber se a Igreja de Mossoró é a mesma do Papa Francisco, que prega humildade e zelo pelos mais pobres.

Sobre o projeto, nem a bancada governista tem segurança quanto ao seu conteúdo. Não há qualquer detalhamento. A simples apresentação a pegou de surpresa (veja AQUI). No dia em que foi protocolado no Legislativo, um dos membros da bancada governista dizia em plenário que o projeto talvez até fosse encaminhado no próximo ano. Foi surpreendido.

A Prefeitura de Mossoró deve a incontáveis credores, em valores insondáveis. Um exemplo alarmante: a previdência própria, o Previ, são números que hoje passariam de 40 milhões de reais. A fornecedores em geral, incluindo terceirizadas, alugueis de imóveis, veículos etc., são valores que também chegariam a esse montante, ou seja, mais R$ 40 milhões.

Rombo poderá ser maior

As contas do prefeito ficam ainda mais confusas, quando ele fala de redução de custos no seu Governo. Anunciou um Plano Municipal de Enfrentamento à Crise Econômica no mês passado (veja AQUI), para economizar R$ 4,5 milhões por mês. Mas admitiu que o déficit mensal da Municipalidade passaria de R$ 8,5/mês. Ou seja, ainda ficaria um rombo mensal em torno de R$ 4 milhões.

Se esses números do contabilista “Silveira” estiverem corretos, até o final do seu Governo, em dezembro de 2016, a Prefeitura terá mais de R$ 56 milhões de déficit, fora o que já estaria contabilizado até aqui. Vamos somar com o prefeito: 40 milhões, mais 40 milhões e mais 56 milhões. Total que passaria de de R$ 136 milhões de buraco no erário.

Medidas e eleições 2016

O agravante é que o prefeito anunciou medidas com “corte na própria carne” (veja AQUI), na Prefeitura, que no vai-e-vem dos números servem mais como peça de marketing político-eleitora do que como redutores do vermelho. Demitiu pouco mais de 70 cargos comissionados, contudo engordou com gratificações a renda de outros que ficam.

Mossoró – anestesiada – está diante de uma matemática financeira que não é clara porque parece feita para confundir e não para explicar. Também não deve passar despercebido algo de extrema delicadeza: município viverá outro ano eleitoral em 2016.

E quem se lembra o que aconteceu em 2012, tem o direito de imaginar o que podemos esperar para o próximo ano. A Prefeitura de Mossoró é o maior cabo eleitoral do município.

Aguarde mais enfoques sobre o tema.

Bastidores fervem.

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Pasta do Desenvolvimento pode ser indicada por empresários

O empresariado de Mossoró, através de suas entidades mais representativas, quer que a Prefeitura entronize no cargo de secretário do Desenvolvimento Econômico, alguém identificado o setor, sem nenhum vinculo político-partidário.

Há vários meses a pasta está sem titular.

O pedido foi feito hoje ao prefeito Francisco José Júnior (PSD), que recebeu representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (SINDISERPUM) e Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM).

Prefeito (centro) sinalizou com novas promessas para um segmento desdenhado há tempos (Foto: Raul Pereira)

Ele manifestou simpatia pela proposta. Passará a estudar sugestões do empresariado.

Mas entre os empresários paira a desconfiança nesse aspecto e na própria relação com o prefeito. Até aqui, a convivência tem sido traumática e até de desdém.

A CDL, por exemplo, entregou em abril proposta para apoio a evento denominado de “Liquida Mossoró”. Até hoje não obteve sequer uma resposta de “sim” ou “não”.

Promessas

Na crise envolvendo taxistas e alternativos intermunicipais, havia promessa do prefeito de sempre ouvir o empresariado antes de qualquer decisão. Ficou na promessa.

No último dia 31 de agosto, ACIM, CDL e Sindivarejo pediram audiência ao prefeito. Insistiram noutros momentos. Só foram recebidas hoje.

Outras pendências se arrastam desde o ano passado.

“É… a reunião foi boa, foi amistosa, mas a gente não sabe o que vai realmente valer”, desabafou um dirigente empresarial, em conversa com o Blog.

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Empresariado quer reconquistar consumidor intermunicipal

Em entrevista ao Jornal das Cinco (FM 105,1), dessa terça-feira (20), o Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDIVAREJO), Michelson Frota, falou sobre as demandas da  classe produtiva de Mossoró neste período de recessão econômica.

Michelson defende parceria público-privado (Foto: Marcelo Diaz)

Hoje, a classe empresarial esteve reunida com o prefeito Francisco José Junior (PSD), no Palácio da Resistência. A audiência foi solicitada há quase dois meses.

Além do Sindivarejo, o encontro reuniu membros da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró ( CDL) e a Associação Comercial e Industrial de Mossoró ( ACIM ).

Diálogo

Segundo Michelson Frota, o empresariado solicitou ao Executivo Municipal mais articulação  com o setor empresarial. “Na ausência de uma pasta do setor econômico do Município, se faz necessário que a Prefeitura efetive uma diálogo mais permanente com a classe produtiva através de um interlocutor nomeado pelo Prefeito para atender às demandas do setor comercial”, disse.

“Ainda sugerimos a desburocratização do setor de compras da Prefeitura e um programa que possa garantir, além da compra, o pagamento  dos serviços prestado, e sem atrasos”, relatou Michelson.

Zona Azul

De acordo com Presidente do Sindivarejo, o projeto Zona Azul (estacionamento rotativo pago), a efetivação do Aeroporto de Mossoró e a atração de clientes de outros municípios também foram discutidos durante a reunião com o prefeito Francisco José Junior. “Precisamos  tirar essa imagem de que Mossoró não quer receber o pessoal de outros municípios. Penso que a mídia abordou esse problema de forma equivocada, com informações desencontradas, e para mudar isso vamos promover  uma campanha publicitária para atrair novamente esses consumidores potenciais para Mossoró”, apontou.

Ainda durante a entrevista ao Jornal das Cinco , o Presidente do Sindivarejo  revelou que a classe empresarial  já planeja  para  o mês de novembro uma nova campanha  para incrementar as vendas do setor. “A campanha se chama ‘Aquece Mossoró’. Ela substitui o Liquida Mossoró e é  bem mais abrangente. Teremos também uma  parceria com uma empresa nacional que vai chancelar essa marca do Aquece”, assegurou.

“A Campanha  começa  desde um aplicativo  para  incentivar as vendas de pequenos comerciantes  por meio  de dispositivos móveis que se utilizam de redes sociais,  até a realização do feirão para  as  vendas de ponta de estoque. Acho que essa campanha  vai dar uma nova guinada no comércio local. Penso que o Aquece Mossoró vai dar uma  nova cara nova ao comércio e 2016 vai ser bem melhor”, salientou.

Veja entrevista na íntegra AQUI.

Nota do Blog – Prefeitura e comerciantes/lojistas/empresários correm atrás do que espantaram. A dificuldade para trânsito de táxis e alternativos intermunicipais, num momento de crise, foi de uma estupidez esférica, elevada ao quadrado.

Agora, busca-se uma reconquista e facilidades para que o meio circulante possa ser reativado.

Pobre Mossoró.

Quase 2 meses depois prefeito receberá empresariado

Finalmente o prefeito Francisco José Júnior (PSD) vai receber representantes do empresariado mossoroense.

Será em seu gabinete, às 11h de amanhã, terça-feira (20).

Após quase se ajoelharem, pedindo uma simples audiência, terão essa concessão.

Amém!

O primeiro pedido de audiência foi feito no dia 31 de agosto (sério!), conjuntamente, pelos presidentes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) e Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM).

Quase dois meses depois, o prefeito arranjou um tempo para os empresariados, num momento em que Prefeitura e setor produtivo vivem uma crise avassaladora.

Pobre Mossoró!

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Empresariado implora para ser recebido por prefeito

Há mais de duas semanas que empresários que comandam Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) aguardam pelo menos um “sim” ou “não” do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Esperam sinal verde ou vermelho para audiência com ele.

Querem conversar sobre decreto que limita circulação de táxis e alternativos intermunicipais de outros municípios.

Até aqui, nem um “piu”.

Tragicômico.

Essa gente ou é muito paciente ou bastante trouxa.

Situação análoga ao leão, aquele grande felino que muitas vezes não sabe a força que tem.

O jornalista Canindé Queiroz costumava escrever, quando estava em seus melhores momentos e na plenitude da mente, que “um dia ainda vão roubar as torres da Catedral de Santa Luzia e ninguém dirá nada”.

Empresariado fará encontro na próxima segunda-feira

Acontecerá no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), às 18h30, de segunda-feira (14), um evento que promete ser bastante concorrido.

Será o “I Encontro dos Empresários de Mossoró” será promovido pela própria CDL, Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO).

O objetivo é reunir o segmento produtivo do município, na soma de forças em lutas comuns.

Será discutida uma proposta de campanha promocional para o final do ano, além de se aprofundar debate sobre a situação econômica de Mossoró na atualidade.

Empresariado aguarda, pacientemente, por prefeito

Representantes do empresariado de Mossoró aguardam há dias uma simples audiência com o prefeito Francisco José Júnior (PSD). Através de sua assessoria, o pedido foi feito.

Dia 8 de junho houve compromisso que não foi cumprido (Foto: PMM)

Sem retorno.

Dirigentes da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) clamam por pelo menos alguns minutos diante do prefeito. Uma simples audiência.

Sem sucesso até aqui.

Promessa não cumprida

O empresariado esteve reunido (veja AQUI) mais uma vez na segunda-feira (31), discutindo a crise no comércio de bens e serviços local, devido decreto que restringe circulação de táxis e alternativos intermunicipais no centro da cidade. À ocasião, acionou assessoria do prefeito à cata dessa nova oportunidade de diálogo.

Hoje é quinta-feira (3).

No dia 8 de junho (veja AQUI), em audiência na Prefeitura, houve compromisso textual de Francisco José Júnior de que nenhuma decisão seria tomada sem ouvi-los. De lá para cá, ocorreu o inverso.

Foram descartados. Desde então, assumem o ônus – no caixa – dos efeitos colaterais da medida unilateral.

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Presidente da Fecomércio se preocupa com crise em Mossoró

“É preocupante, realmente muito preocupante”. Essa a dimensão, em palavras, que o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, dá à crise amplificada na economia mossoroense, com medida restritiva de circulação de táxis e alternativos municipais.

Marcelo mostra apreensão (Foto: Blog Carlos Santos)

O decreto imposto pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD) vai de encontro a uma pesquisa (veja AQUI) pioneira promovida pela Fecomércio em Mossoró, a pedido do Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO). O trabalho identificou potencial da população flutuante na cidade.

“Os números mostraram essa força e importância para o comércio”, disse Marcelo hoje em seu gabinete em Natal, ouvido pelo Blog.

Ele também considera equivocada a interpretação que tem sido dada à abertura de dezenas de vagas no estacionamento em ruas do centro de Mossoró, com o banimento dos táxis e alternativos da área. “Ora, eles levavam centenas de pessoas e os espaços deveriam estar preenchidos por carros com gente às compras”, raciocina.

Pesquisa

Através do Sindivarejo, a Fecomércio tem acompanhado a peleja do empresariado de Mossoró para reverter a situação. Na interlocução com representantes do segmento, Marcelo tem coletado elementos que apontam como o setor de bens e serviços está abalado.

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão técnico da Fecomércio, foi destacado para realizar sondagem que ouviu 400 pessoas entre os dias 6 e 8 de junho deste ano, num estudo denominado de “Perfil da População Flutuante de Mossoró.”

Os números são reveladores de uma realidade que muitos imaginavam, mas sem base científica.

Em 51,8% dos casos, os visitantes desembarcam em veículos alternativos/táxis/vans; 35,8% dirigem carro próprio e 7,8% aportam em transporte público.

Gasto médio

O gasto médio per capita (por cabeça) desses indivíduos chega a R$ 250,00.

Cerca de 2 mil táxis e alternativos intermunicipais estavam fazendo essa logística. Estima-se que entre 10 e 25 mil pessoas circulem diariamente em Mossoró, cidade polo de uma região entre 800 e 1 milhão de habitantes.

Os alternativos puxam pessoas de mais de 90 municípios, de regiões como Vale do Açu, Oeste, Costa Branca, Central e Vale do Jaguaribe-CE.

Veja AQUI o que o Blog postou sobre a importância da população flutuante, ainda em 2010 (31 de maio), antes do pipocar dessa crise.

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Entidades vão realizar o I Encontro dos Empresários de Mossoró

Três entidades representativas do empresariado de Mossoró organizam evento para o próximo dia 14 de setembro. Será no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), às 18h30.

O “I Encontro dos Empresários de Mossoró” será promovido pela própria CDL, Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO).

Tem o objetivo de reunir o segmento produtivo do município, na soma de forças em lutas comuns.

No mesmo evento, será discutida uma proposta de campanha promocional para o final do ano, além de se aprofundar debate sobre a situação econômica de Mossoró na atualidade.

Empresariado quer reabertura de diálogo sobre intermunicipais

O empresariado mossoroense provocou a Prefeitura de Mossoró a reabrir o diálogo sobre decreto que estabelece restrição para que táxis e alternativos intermunicipais circulem na cidade. A medida, segundo entidades empresariais, está asfixiando ainda mais comércio de bens e serviços da cidade.

A reunião de hoje na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), com diretores da entidade, além de representantes do Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) e Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), contou ainda com a presença de suas respectivas assessorias jurídicas.

Para a maioria, a relutância do prefeito em não ceder mais à negociação e manter em vigência o decreto, precisa ser revista. A postura não leva em conta uma das partes envolvidas: o segmento produtivo local. A queda no meio circulante é nítida, a partir do decreto.

Atacama

Na reunião de hoje, eles também ouviram Eudes Máximo, representante da Atacama, associação que congrega taxistas e condutores de alternativos intermunicipais. Entre a Atacama e empresários, o entendimento é de que a regulamentação do serviço é aplaudida, mas o método empregado causa prejuízos a todos.

A judicialização, também discutida na reunião, foi descartada. A classe empresarial entende que o confronto vai tornar o caso ainda mais difícil de ser resolvido a curto prazo.

“A gente aguarda resposta do prefeito Francisco José Júnior (PSD) à audiência,” adianta Michelson Frota, presidente do Sindivarejo.