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Brasil 35 pode ser novo caminho para o bolsonarismo

Brasil 35 - Ex-Partido da Mulher Brasileira (PMB), que dia 24 de abril de 2021 teve mudança em reunião de sua Executiva NacionalO Partido da Mulher Brasileira (PMB), que passou a se chamar oficialmente “Brasil 35” desde abril passado, é uma das legendas visadas pelo bolsonarismo à adesão em massa. Isso, tanto em termos de RN como no país.

Até aqui, não vingou a transformação do movimento Aliança pelo Brasil numa sigla. Até meados de agosto só existiam pouco menos de 18 mil validações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em oito meses e meio de trabalho. São necessárias pelo menos 492 mil.

Dia 24 de abril, em reunião de sua Executiva Nacional no Rio de Janeiro-RJ, o PMB teve aprovada mudança para nova nomenclatura. Está aberto para receber o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e uma enxurrada de seguidores dele. A esperança é se transformar num novo Partido Social Liberal (PSL), que em 2018 teve crescimento estelar, puxado pela candidatura presidencial de Bolsonaro.

O Brasil 35 não está só na expectativa de ter o presidente candidato à reeleição com sua camisa. Patriota e o Democracia Cristã (DC) também trabalham com esse fim.

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Partido arrumado para abrigar Bolsonaro vive racha no comando

Depois do Partido Social Liberal (PSL), agora é o Patriotas que vive uma guerra fratricida envolvendo correntes conflitantes, em torno da possibilidade de filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Adilson e Flávio, uma união com contestação interna e intervenção judicial (Foto: arquivo)
Adilson e Flávio, uma união com contestação interna e intervenção judicial (Foto: arquivo)

Desde o ingresso do senador Flávio Bolsonaro no Patriotas, dia 31 de maio, abrindo caminho para chegada do pai e outros bolsonaristas, que o desentendimento virou regra. E deve se acentuar.

No fim dessa última semana (veja AQUI), a Justiça do Distrito Federal suspendeu uma série de mudanças na legenda, que o presidente já afastado, Adilson Barroso, tinha implementado. Vitória do vice dissidente que virou presidente interino, Ovasco Resende.

Controle

As alterações estatutárias davam superpoderes a Adilson, aplainando terreno para a família Bolsonaro ter pleno controle do Patriotas.

Com o PSL não foi diferente. A sigla cresceu abruptamente  com a presença e candidatura de Bolsonaro à presidência em 2018, mas logo em seguida às eleições os desentendimentos internos o levaram a deixá-la. Ficou sob controle do deputado federal Luciano Bivar, de Pernambuco.

Bolsonaro tentou criar seu próprio partido e não conseguiu cumprir as exigências legais, o Aliança pelo Brasil. Segue sem um partido para chamar de “meu”.

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Vice cola em imagem de Bolsonaro e puxa Cláudia Regina

Daniel e Cláudia: bolsonaristas (Reprodução BCS)

Vice da ex-prefeita Cláudia Regina (DEM), o presidente estadual do PSL, Daniel Sampaio, empina a bandeira do bolsonarismo em Mossoró, para atrair votos e apoios à chapa.

Ele pulveriza nas redes sociais um banner em que aparece em foto antiga ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Mais do que isso: deixa claro que a chapa representa o presidente na disputa municipal:

Alinhados com o presidente – diz frase escrita com a logomarca Cláudia-Daniel.

O empenho de Dr. Daniel (nome político do vice) para galvanizar o apoio bolsonarista não é bem recebido pelo segmento, mais ortodoxo, dessa corrente política em Mossoró. Líderes do movimento que colheu assinaturas à criação da legenda Aliança pelo Brasil, acabaram se decepcionando com ele.

Direita e esquerda juntas

Doutor Daniel garantiu que seria candidato a prefeito e não aceitaria em hipótese nenhum ser vice de ninguém. Pacto firmado, acabou vice de Cláudia e ainda ganhou a companhia de um partido de esquerda, o PSB, oposição ao governo Jair Bolsonaro e exorcizado pela direita.

Nos bastidores, Daniel tentou ser vice de Rosalba Ciarlini (PP), atual prefeita. Ofertava o tempo de rádio e TV e meios financeiros milionários do fundo eleitoral, como ‘dote’, para o enlace. Mas as negociações não avançaram.

O próprio líder rosalbista Carlos Augusto Rosado comenta entre privilegiados interlocutores, que o aconselhou a aportar na chapa de Cláudia. E assim aconteceu.

Outro nome que poderia encarnar o bolsonarismo na campanha, em Mossoró, seria da odontóloga Ângela Schneider (PRTB). Mas, a postulação foi descarrilada por recomendação do deputado federal General Girão, dissidente do PSL e fiel bolsonarista na Câmara dos Deputados.

Rosalba, vaias, briga e distância de Bolsonaro

No dia da Convenção Municipal do PP, Girão reuniu-se com a prefeita Rosalba e Carlos Augusto. O teor do encontro não foi revelado nem constou de sua agenda oficial. Noticiamos com exclusividade (veja AQUI). No segundo turno da campanha estadual de 2018, Rosalba apelou pelo vínculo à imagem de Bolsonaro para eleger o filho Kadu Ciarlini (PP) vice de Carlos Eduardo Alves (PDT), mas não vingou.

Agora, Rosalba quer surfar no prestígio crescente do presidente, mesmo rechaçada por setores do bolsonarismo, que chegaram a vaiá-la há poucas semanas, em visita do presidente a Mossoró – Rosalba é hostilizada com vaias por bolsonaristas em Mossoró.

O general reformado do Exército, Eliéser Girão Monteiro Filho, foi secretário de Segurança no Governo do RN e na Prefeitura de Mossoró, mantendo muita afinidade com o casal. Em relação a Daniel, a empatia entre os dois descambou para fosso e hiato, numa coabitação político-pessoal que implodiu. O vice de Cláudia já pediu até a expulsão do deputado-general do PSL (veja AQUI).

Em declaração oficial, o presidente Jair Bolsonaro avisou que não participaria de nenhuma campanha em primeiro turno. Ficaria equidistante: Candidatos bolsonaristas não terão presidente em campanha. Para bom entendedor…

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Candidatos bolsonaristas não terão presidente em campanha

Péssima notícia para os pré-candidatos que vão ostentar adesivo de “Candidato de Bolsonaro” na campanha municipal deste ano no país, num momento de alta em avaliação de governo dele. Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que não participará de primeiro turno de campanha.

Ele manifestou-se por seu endereço na rede social Twitter, em que também trabalha à criação do Aliança pelo Brasil (novo partido) e possibilidade de filiação à outra legenda, caso não consiga formalizá-la.

“Boa sorte a todos os candidatos e, principalmente, aos eleitores nessas escolhas”, afirmou.

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Aliança tem mais dificuldades para ser criado

Do blog O Antagonista

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode confirmar uma regra que dificulta a criação da Aliança pelo Brasil, legenda em formação pelo presidente Jair Bolsonaro. Os ministros vão julgar no mérito, na próxima semana, uma ação que discute a proibição para que seja contabilizada, para fins de criação de partidos políticos, de assinatura de eleitores filiados a outras legendas.

O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou 11.094 assinaturas de apoiamento da Aliança Pelo Brasil entregues para validação. Até agora, foram confirmadas 3.101 assinaturas. Outras 46.552 fichas ainda estão pendentes de análise na Justiça Eleitoral.

Entre os motivos para a derrubada do apoiamento é justamente a dupla filiação partidária. Um partido para ser criado precisa conseguir 492 mil assinaturas de apoio de pessoas em todo o país.

O Aliança precisa entregar as assinaturas e ter o registro reconhecido pela Justiça até o início de abril.

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Ele mesmo – o bobalhão do contribuinte

PP, MDB, PT, PTB, PSL, PL, PSD, PSB, Republicano, PSDB, PDT, DEM e Solidariedade assinaram documento conjunto com pedido para que o Fundo Eleitoral de 2020 chegue a pelo menos R$ 4 bilhões.

Eles representam 430 dos 513 deputados federais e 62 dos 81 senadores no Congresso Nacional. Apenas o Psol, Podemos, Cidadania e Novo são contra essa elevação.

Na quarta-feira (4), a comissão responsável pela elaboração do orçamento da União no âmbito das duas casas legislativas federais estabeleceu em R$ 3,8 bilhões o montante do dinheiro público a ser pulverizado nas campanhas eleitorais em todo o país, no próximo ano.Um escárnio, convenhamos.

Em 2018, o valor já tinha atingido R$ 1,7 bilhão. Além desse montante, os partidos receberam cumulativamente R$ 889 milhões do Fundo Partidário.

Mas os atuais congressistas, eleitos naquela “onda de moralismo” e de “renovação da política e dos costumes” no ano passado, querem mais e mais, mais ainda.

O agravante, é que para acomodar os números orçamentários da União, precisam especificar de onde sairá essa montanha de dinheiro. Há um garroteamento derivado da Lei do Teto de Gastos que limita o crescimento das despesas públicas. Então, a saída é para baixo: tirar daqui e dali para fechar a conta sem estouro orçamentário.

Segundo informa a chamada Grande Imprensa do país, pelo menos R$ 500 milhões serão retirados da Saúde. Assim, programas como o Farmácia Popular (R$ 70 milhões), que proporciona remédios à população menos favorecida, de forma gratuita, serão afetados.

Na Educação, a poda chega aos R$ 280 milhões. Em relação à Infraestrutura, em que entram investimentos relativos ao saneamento, a lipoaspiração financeiro-orçamentária chega a R$ 380 milhões.

O programa Minha Casa, Minha Vida (R$ 70 milhões a menos) também vai para a “faca”, se essa proposta for aprovada. Precisará passar por votação na Comissão Mista do Orçamento (reúne deputados e senadores) e no dia 17 de dezembro, em plenário, haverá a decisão final das duas casas parlamentares.

O presidente Jair Bolsonaro poderá vetar a matéria de forma parcial ou integralmente. Topa a parada? Difícil. O seu nascente Aliança pelo Brasil também está de olho nesse butim.

Até porque, a conta já tem mesmo quem pague. Exatamente o que você está pensando: o bobalhão do contribuinte.

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PSL pune deputados; General Girão esclarece o porquê

Girão: lealdade a Bolsonaro (Foto: Reprodução BCS)

Agência Meio, G1, Blog Carlos Santos e Folha de São Paulo

Eduardo Bolsonaro e mais 17 deputados foram punidos pelo PSL nessa terça-feira (3) por tentarem afastar o presidente do partido, Luciano Bivar. O filho do presidente Jair Bolsonaro, junto com mais três deputados, pegaram a maior pena: um ano de suspensão.

O deputado perde a liderança na Câmara, já que fica proibido de participar de comissões, assinar listas e falar em nome da sigla no Congresso.

Eduardo só manterá o comando da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional até o final do ano por ter sido eleito presidente. Outros dez deputados tiveram suspensões definidas entre 3 e 10 meses, e quatro foram advertidos.

O deputado federal General Eliéser Girão, do RN, está no “lote” dos punidos com três meses de suspensão. “Fui suspenso do PSL por ter mantido minha lealdade ao presidente Jair Bolsonaro e por ter pedido ética e transparência na prestação de contas do partido”, disse Girão.

Novo partido

Por 4 a 3, o TSE autorizou o uso de assinaturas eletrônicas para criação de partidos políticos.

É exatamente o que queria o presidente Jair Bolsonaro, para agilizar a formação de sua legenda.

Mas é vitória de Pirro.

O Tribunal argumenta que ainda será preciso regulamentar o uso da tecnologia e preparar a equipe para lidar com a novidade.

Não há prazo.

O Aliança pelo Brasil, partido que Bolsonaro tem pressa em formalizar, é dissidência do PSL que ele transformou numa legenda de grande porte com sua eleição ano passado.

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O cacife do General Girão

Girão: influência ou não (Foto: arquivo)

O deputado federal General Girão (PSL) virou integrante de uma legião especial, após o desenlace nas relações entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o Partido Social Liberal (PSL).

Passou a ser ainda mais próximo do presidente – que trabalha a criação da sigla Aliança pelo Brasil.

Tem tudo para se cacifar mais ainda.

O RN e os seus aliados assim esperam.

Se não, é melhor botar a viola no saco.

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Presidente vai criar Aliança pelo Brasil após sair do PSL

Bolsonaro: Aliança pelo Brasil (Foto: Isac Nóbrega)

Da agência Meio

Foi pelo Facebook que o presidente Jair Bolsonaro anunciou ter deixado em definitivo o Partido Social Liberal. “Agradeço a todos que colaboraram comigo no PSL e que foram parceiros nas eleições de 2018”, afirmou.

Bolsonaro rompeu, no mês passado, com o presidente da sigla, Luciano Bivar. No centro do conflito estavam mais de R$ 400 milhões aos quais a legenda tem direito para estrutura e campanha eleitoral.

O PSL foi o oitavo partido de Bolsonaro, que agora parte para o nono. Nascerá do zero e vai se chamar Aliança pelo Brasil. (Facebook)

O caminho não é simples

No TSE há uma lista de 76 partidos que já comunicaram estar em processo de formação.

A maioria não consegue. Num prazo de dois anos, é necessário apresentar as assinaturas de 0,5% dentre os eleitores registrados, todos nomes que não podem ser filiados a outra legenda. Hoje, seriam 491.967.

Estes apoios também precisam estar distribuídos por ao menos um terço dos estados. (G1)

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