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União Brasil é campeão de votos a vereador; governismo soma 95.191

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

O União Brasil, partido do prefeito reeleito Allyson Bezerra, foi a legenda que mais fez vereadores à próxima legislatura (sete), além de ser campeão de votos, nas eleições deste domingo (06). Somou 40.550  votos (27,82%).

Em 2020, na oposição, inscrito no Solidariedade, Allyson foi eleito prefeito, seu partido foi campeão de votos e elegeu quatro vereadores. Agora, candidato à reeleição, repetem-se os três feitos.

Além disso, União Brasil, PSD, Solidariedade, Rede e Republicanos que fazem parte do leque de siglas em torno do prefeito, somaram ao todo 95.191 votos. Desempenho muito acima de qualquer grupo adversário.

A Federação Brasil da Esperança (PT/PV/PCdoB), por exemplo, que apoiava candidatura a prefeito do vereador Lawrence Amorim (PSDB), somou apenas 13.396 votos.

Veja abaixo o desempenho à vereança, de cada partido, nas eleições 2024 em Mossoró, além do número de eleitos:

União Brasil – 40.550 (27,82%) – Sete eleitos

PSD – 26.384 (18,1%) – Cinco eleitos

Solidariedade – 15.990 (10,97%) – Dois eleitos

PL – 14.208 (9,75%) – Dois eleitos

PT – 11.457 (7,86%) – Dois eleitos

PSDB – 8.612 (5,91%) – Um eleito

MDB – 7.989 (5,48%) – Um eleito

REDE – 7.034 (4,83%) – Um eleito

Republicanos – 5.233 (3,59%)

Avante – 4.189 (2,87%)

PV – 1.542 (1,06%)

PP – 1.121 (077%)

Cidadania – 1.007 (0,69%)

PC do B – 397 (0,27%).

Leia tambémAllyson vence com 113.121 votos e 97.006 de maioria sobre 2º colocado

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Advogada e militante de causas sociais anuncia pré-candidatura

Camila tem origem na zona rural e militância na advocacia e causas sociais (Foto: redes sociais)
Camila tem origem na zona rural e militância na advocacia e causas sociais (Foto: redes sociais)

A advogada, com origem na zona rural de Mossoró, Camila de Oliveira Santos bateu o martelo: vai ser candidata à vereança, com inscrição no PSD – legenda da base governista. Integrante da Comissão de Assistência à Criança, Adolescente e ao Idoso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional local, ela recebeu convite para reforçar a nominata na cota de gênero feminino.

Em nota aberta à sociedade, ela anuncia e justifica sua pré-candidatura:

Prezados amigos e amigas,

É com grande entusiasmo que anuncio minha pré-candidatura a vereadora nas próximas eleições. Este é um passo importante que tomo com a certeza de que juntos podemos construir um futuro melhor para nossa comunidade.

Nos últimos anos, tenho acompanhado de perto as necessidades e anseios de cada um de vocês. Acredito que, com diálogo e união, podemos enfrentar os desafios e promover as mudanças que desejamos.

Agradeço a todos que têm me apoiado até aqui.

Vou lutar por mais oportunidades e segurança para nossos jovens, garantias dos direitos das nossas crianças, principalmente as deficientes que precisam de um olhar acolhedor e, protetor, com inclusão e anticapacitismo (oposição ao capacitismo, que é uma forma de discriminação e preconceito social contra pessoas com deficiência).

Também vou seguir me empenhando para encurtarmos distâncias, ganhando em agilidade e ainda mais conforto no  tratamento àquelas pessoas que residem na minha amada Zona Rural, Maísa e Região.

Atenciosamente,

Camila de Oliveira Santos

Nota do Blog Carlos Santos – Parabéns, doutora. Você já é uma vencedora e renova conquistas diariamente, nessa relação identitária com seu lugar, sua gente. Entre vários ótimos nomes à vereança, no governismo e oposição, temos também o seu. Em frente. Gládio à mão; à luta.

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Francisco Carlos reforça governismo e deixa rosalbismo ‘zerado’

Francisco Carlos conversa com Allyson, debutando no governismo Foto: Cézar Alves)
Francisco Carlos conversa com Allyson, debutando no governismo Foto: Cézar Alves)

O vereador Francisco Carlos (Avante) participou no final da manhã desta quarta-feira (21), da primeira reunião como integrante da bancada governista. O encontro foi no Palácio da Resistência (veja AQUI), com o prefeito Allyson Bezerra (Avante).

Desde o fim do ano passado que o parlamentar reeleito em 2020 pelo PP, em campanha ao lado da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP), começou o ritual da conversão.

Em maio último, ele deixou a liderança da bancada da oposição, em decisão consensual com os remanescentes desse bloco.

É o último vereador reeleito pelo grupo da ex-prefeita Rosalba Ciarlini, em 2020, a deixá-la para trás. Ricardo de Dodoca (PP), Tony Cabelos (PP), Didi de Arnor (Republicanos) e Zé Peixeiro (PMB) desembarcaram antes no governismo.

Não sobrou uma única voz do rosalbismo na Câmara Municipal de Mossoró.

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Perto de assumir mandato, ex-vereador se afina com prefeito

Próximo de assumir uma cadeira na Câmara Municipal de Mossoró, o ex-vereador Antônio José Costa e Silva (PP) – o “Tony Cabelos”, sinaliza afinidade e alinhamento com o governismo.

Solenidade ocorreu no Dom Jaime Câmara, área de atuação de Tony Cabelos (Fotomontagem do Canal BCS)
Solenidade ocorreu no Dom Jaime Câmara, área de atuação de Tony Cabelos (Fotomontagem do Canal BCS)

Nesse domingo (21), Tony Cabelos participou do lançamento do programa “Vida na Praça”, no complexo esportivo do bairro Dom Jaime Câmara, região onde tem forte presença com trabalho social – mesmo sem mandato eletivo. Foi convidado para ser um dos oradores da solenidade, além do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), vereador Raério Araújo (PSD) e da secretária municipal de Esporte e Juventude, Larissa Maciel. Também compareceram o vereador Didi de Arnor (PP) e outros secretários municipais.

O ex-vereador deverá assumir no início desta semana vaga na Câmara Municipal. Por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na terça-feira (16), os titulares Naldo Feitosa (PSC) e Lamarque Oliveira (PSC) foram cassados – veja AQUI.

Com o afastamento em definitivo de ambos, Tony e o também ex-vereador Ozaniel Mesquita (União Brasil) deverão assumir mandatos de forma efetiva. Os dois eram vereadores na legislatura passada e não se reelegeram no pleito de 2020.

Na terça-feira (17), quem assumiu foi Adjailson Fernandes Valdeger – o “Marrom Lanches” (DC), com a cassação da vereadora Larissa Rosado (União Brasil) – veja AQUI, dia 9 último.

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Governistas evitam ligações de Carlos Augusto

Os mandatos da prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP) e dos vereadores da atual legislatura vão até o próximo dia 31. Isso é fato.

Mas, a bancada de 14 vereadores da prefeita já não pode ser contabilizada por esse total. Inclusive, pelo comportamento em plenário da Câmara Municipal e fora dele (com um smartphone à mão).

Tem vereador (reeleito ou não) que já evita atender telefonemas da cúpula do governo, sobretudo se é para votar algo do interesse do próprio governismo.

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, marido da prefeita e mentor do grupo, não tem sido atendido por certos parlamentares do governo.

Enfim, o troco.

Essa foi uma rotina, em sentido inverso, que a maioria dos vereadores viveu nesse quarto governo da “Rosa”.

Falar com ela e com Carlos (principalmente), o chefe, foi tarefa de raro êxito.

Leia também: Fim de governo é fim de governo.

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Chapão poderá ter de quatro a cinco vereadores governistas

Além de Manoel Bezerra de Maria (veja AQUI), o PP de Mossoró deverá receber mais dois ou três vereadores da base da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) até à próxima sexta-feira (3), limite à mudança dos parlamentares por todo o país.

Por enquanto, na legenda, estão Francisco Carlos e Manoel Bezerra de Maria.

A montagem de um chapão no PP é parte da estratégia do governismo para viabilizar a reeleição do máximo de vereadores fiéis à prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Sua bancada tem 14 nomes.

Pelo menos dois chapões serão formatados com esse fim.

Esse caminho tomado ocorre em especial, pelas dificuldades dos vereadores em montarem nominatas próprias e serem aceitos em várias siglas que priorizam lista de pré-candidatos sem mandato.

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Maioria da própria base de Jório Nogueira quer sua saída

O requerimento aprovado hoje na Câmara Municipal de Mossoró (veja postagem abaixo), que pode afastar o presidente desse poder, Jório Nogueira (PSD), uniu oposição e governismo na Casa. Na verdade, maioria dos votos veio do governismo, do qual ele faz parte.

Do Palácio da Resistência, sede da Prefeitura, Jório não teve apoio até aqui.

Votaram pela admissibilidade do requerimento, os seguintes vereadores:

Oposição

– Tomaz Neto (PDT)
– Genivan Vale (PDT)
– Lahyrinho Rosado (PSB);

Governo

– Claudionor dos Santos (PEN)
– Manoel Bezerra (PRTB)
– Ricardo de Dodoca (PROS)
– Genilson Alves (PMN)
– Lucélio Guilherme (PTB)
– Cícera Nogueira (PSD)
– Flávio Tácito (PPL)

Os governistas Alex Moacir (PMDB), Soldado Jadson (Solidariedade) e Heró Silva (PTC) optaram pela abstenção. O oposicionista Francisco Carlos (PP), também.

Jório não pode votar, da mesma forma que o proponente da matéria, Tassyo Mardonny (PSDB).

Base governista começa a sentir efeito de governo pífio

A insatisfação na base governista na Assembleia Legislativa não pode ser mais totalmente camuflada. Manifestação de alguns deputados, ontem, no plenário da Casa, acendeu sinal amarelo na Governadoria e Residência Oficial do Governo.

Até o momento, a maioria obtida na AL, pelo Governo Rosalba Ciarlini (DEM), é muito mais o resultado da confiança e articulação do presidente Ricardo Motta (PMN), do que trabalho do próprio governismo. Mas ele também tem limites.

As bases municipais estão indóceis, cobram maior presença do governo com obras e serviços, que possam ser convertidos em melhoria na aceitação popular.

Vale lembrar, que este é um ano eleitoral. O desgaste do governo não para de crescer e respinga diretamente nos municípios e na própria AL.