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Avante fará convenção cartorial no próximo dia 21

Satisfeito com o desempenho eleitoral de 2018, quando elegeu dois deputados estaduais, o partido Avante vai em busca de repetir ou mesmo superar esse desempenho. É com esse espírito que o partido fará sua convenção no dia 21 de julho, quinta-feira, das 14 às 18 horas, no Monza Palace Hotel em Natal. A convenção será cartorial.

Jorge do Rosário é pré-candidato a deputado estadual pelo Avante (Foto: assessoria)
Jorge do Rosário é pré-candidato a deputado estadual pelo Avante (Foto: assessoria)

Além dos mandatos na Assembleia Legislativa, o Avante tem como meta eleitoral para 2022 eleger um deputado federal.

“Teremos 25 nomes para a Assembleia e 9 para a Câmara Federal, nominatas completas e competitivas, com lideranças de diferentes regiões, e que desejam compor um novo cenário na política do estado”, explica o engenheiro Jorge do Rosário, presidente do Avante/RN e pré-candidato a deputado estadual.

Segundo Jorge, os candidatos do Avante estão comprometidos com o novo projeto do partido que é discutir e debater o RN, a partir do fortalecimento econômico para gerar empregos e novos investimentos.

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Candidatos deverão ser descartados para acomodação do PSB

Para acomodação dos deputados federal e estadual do PSB, Rafael Motta e Ricardo Motta, e parte de suas respectivas nominatas, a cúpula da campanha do governador Robinson Faria (PSD) tem feito mágica.

Mas ainda não fechou a conta.

Está no “quase”.

É certo, porém, que alguns candidatos aprovados em convenções vão ser retirados “na marra”.

Por lei, cada partido/coligação à Câmara Federal só comporta 16 nomes no RN. À Assembleia Legislativa são 48 candidatos.

Assim, a chegada do PSB provoca um “chega pra lá” em determinadas candidaturas, que terminarão descartadas. Humilhadas, que se diga.

Vem mais barulho pela frente, do Seridó a Parnamirim.

A novela de tentativa de sobrevivência política dos deputados Rafael e Ricardo Motta ainda tem mais capítulos pela frente.

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Partidos montam quatro coligações internas no “G-7”

A futura Coligação Renova RN, que será formada por sete legendas (o “G-7”) – PSC, PV, Solidariedade, PSL, PPL, Patriota e Democracia Cristã (DC) – formata coligações distintas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal.

É uma forma de buscar maior viabilização de eleitos.

São duas chapas proporcionais a deputado federal e igual número a deputado estadual.

Numa chapa à Câmara dos Deputados, estarão unidos PV, Solidariedade, PSL, PSC e Democracia Cristã (DC).

Já na segunda proporcional ficarão PPL e Patriota.

Chapa majoritária

Para a Assembleia Legislativa estarão juntos PV e Solidariedade em uma das nominatas. Noutra, Democracia Cristã, PSL, PSC, Patriota e PPL.

A chapa majoritária apresentada é com o engenheiro Breno Queiroga (Solidariedade) para o Governo, tendo como vice o delegado Sérgio Leocádio (PSC).

Para o Senado, os nomes serão Magnólia (Solidariedade) e Joanilson de Paula Rêgo (Democracia Cristã).

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PR definirá sua posição política na próxima semana

No máximo até o dia 20, a cúpula do Partido da República (PR) deverá definir sua posição final em relação à campanha deste ano no RN.

São pelo menos três opções postas à mesa:

Apoiar o projeto de reeleição do governador Robinson Faria (PSD);

Embarcar no palanque ao governo do ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT);

Buscar apenas coligação na proporcional, sem apoio institucional a qualquer candidatura ao governo.

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Seis partidos fecham coligação em chapas proporcionais

PMB, PRP, PMN, PTC, PTB, PPS.

Esses partidos estão praticamente fechados numa coligação proporcional à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. É a Coligação Avança RN.

Reunião preliminar aconteceu à noite de hoje (quarta-feira, 11), no Cuxá – Hotel Residence (Lagoa Nova, Natal).

Aposta feérica de que possam eleger gente às duas faixas legislativas.

No próximo dia 28 vão realizar conjuntamente convenções estaduais em Natal, provavelmente no Clube Albatroz – em Petrópolis.

A tendência é que os futuros candidatos sejam liberados à atuação em faixa própria, escolhendo livremente quem apoiar ao Governo e Senado da República.

Leia também: Prioridade nas proporcionais é prioridade de pré-campanha.

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PT agora tem pressa e corre atrás do ‘prejuízo’

O PT da senadora Fátima Bezerra agora tem pressa.

A malemolência dos últimos meses dar lugar a um ritmo acelerado (e talvez precipitado) de decisões.

A campanha finalmente começou para o PT do Rio Grande do Norte.

A recente pesquisa divulgada no domingo (1º), em que a pré-candidata Fátima Bezerra segue na frente na preferência ao governo, mas em queda num comparativo à sondagem anterior (veja AQUI), diz muito dessa mudança de estratégia do petismo do RN.

Em queda

Na pesquisa Consult/Blog do BG publicada em 28 de maio, Fátima Bezerra tinha 29,29% das intenções de voto. Agora ela apareceu 26,06%. Foram 3% a menos, apesar de manter dianteira de 10% em relação ao segundo colocado, Carlos Eduardo Alves (PDT), que ostenta 16,06%.

Definição de política de alianças, acerto quanto às chapas proporcionais e anúncio de vice ocorreram num espaço de quatro dias.

Leia também: PT surpreende e antecipa escolha do vice de Fátima.

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Cotado a vice de Fátima diz que dianteira “começa a encurtar”

Pré-candidato a deputado estadual e ex-candidato a prefeito de Mossoró em 2016, o professor Gutemberg Dias (PCdoB) enxerga que o PT e a pré-candidata ao governo, senadora Fátima Bezerra, precisam colocar os pés no chão. Sinal de alerta, diga-se.

Em sua ótica, a dianteira dela para potenciais adversários “começa a encurtar”.

Em postagens nas redes sociais, Gutemberg Dias – um nome cotado a vice da própria Fátima Bezerra – também cobra agilidade para fechamento do projeto político à campanha que se aproxima.

Até o momento, segue o lengalenga do PT com PHS e PCdoB, em relação às chapas proporcionais (Câmara Federal e Assembleia Legislativa), sem fechamento pleno de coligação.

No dia passado, Fátima Bezerra garantiu que estava tudo afinado com os parceiros PHS e PCdoB e logo seria anunciado o vice (veja AQUI).

Nos bastidores, não é exatamente o que se sabe e o que se ouve.

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Evangélicos do Pros e Podemos procuram acertar detalhes

Apesar de oficialmente ter desembarcado no apoio ao pré-candidato ao governo Carlos Eduardo Alves (PDT), o Pros do deputado estadual evangélico Albert Dickson aguarda definir detalhes quanto à política de alianças na proporcional.

O Pros prioriza, de verdade, a sua reeleição e a eleição da sua mulher e vereadora natalense Carla Albert (Pros) à Câmara Federal.

Carla, Albert e Antônio Jácome: quase tudo fechado para em palanque em prol de Carlos Eduardo (Foto: divulgação)

Com a pré-candidatura do atual deputado federal Antônio Jácome (PODEMOS) ao Senado, no lugar do atual senador José Agripino (DEM), Carla Dickson passa a ser nome preferencial da comunidade eleitora evangélica no estado à Câmara dos Deputados.

Jácome, com claras dificuldades de reeleição, via a mulher de Albert Dickson ameaçar perigosamente seu lugar. A saída para o Senado foi uma forma de acomodar interesses e fortalecer palanque de Carlos Eduardo Alves.

“Herança” de votos

O gesto de Agripino, ao ceder passagem para Jácome, não foi por altruísmo. Pesquisas e mais pesquisas têm mostrado sua falta de nutrientes para a reeleição.

Na disputa à Assembleia Legislativa, o filho de Jácome, deputado estadual Jacó Jácome (PSD), que está vinculada ao palanque do governador e pré-candidato à reeleição Robinson Faria (PSD), pode ficar sem legenda.

Albert Dickson tem interesse em “herdar” os voto de Jacó Jácome, caso ele não se veja possibilitado de tentar a reeleição.

Mas no círculo familiar, Antônio Jácome tem a opção de lançar sua nora e mulher de Jacó, Marianna Procópio (PODEMOS), que é neta do ex-senador e ex-deputado federal João Faustino.

Fechar esses detalhes é a prioridade agora entre essas lideranças políticas e com líderes evangélicos no estado.

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Robinson Faria forma quatro chapas proporcionais

A Coligação Liderados pelo Povo, que arrima a candidatura ao Governo do Estado do vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD), com muita dificuldade imposta pelo PT, terminou montando duas chapas proporcionais à Câmara Federal e igual número à Assembleia Legislativa.

A intenção de se formar chapa única à Cãmara Federal e à AL não vingou e até provocou deserções, como da deputada estadual Gesane Marinho (PSD), que há poucos dias desistiu até do projeto pessoal de reeleição.

Mesmo assim, a formatação ficou dessa forma. Veja abaixo:

Deputado Estadual:

A) – PT, PT do B e PCdoB;
B) – PSD,  PTC, PP, PEN, PRTB e PPL

Deputado Federal:

A) – PSD, PP, PEN, PT, PC do B;
B) – PPL, PTN, PT do B, PRTB e PTC.

“Andar de baixo” também tem dificuldade para montar chapas

O generalato da política do Rio Grande do Norte está com dificuldades para fechar chapas majoritárias à campanha 2014.

No andar de baixo, as chapas proporcionais (federal e estadual) também não são fáceis de montagem.

Dependem da própria composição que acontecerá acima, além de conveniências e aspectos conjunturais, para que sejam acertadas.

Uma aliança equivocada pode deixar pelo caminho candidaturas com bom potencial de votos.