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O mal é o que sai da boca do homem

O largadão "Greg", o insano Tim Jones e o presidente que faz e prega o contrário do que seu governo diz (Fotomontagem Canal BCS)
O largadão “Greg”, o insano Jones e o presidente que faz e prega o contrário do que seu governo diz (Fotomontagem Canal BCS)

Eu era bem mais jovem do que sou hoje. O ano? Estávamos em 1983. Na Rede Globo de Televisão havia uma novela de muito sucesso e catalisadora da atenção de telespectadores em todo o país, no horário das 8 da noite: Champagne.

Um dos personagens, lembro bem o nome do ator, Cássio Gabus Mendes, aparecia como um jovem largadão e tinha como um dos ornamentos à mostra, certo colar feito com fio ondulado de telefone e fechado por uma trava comum a chaveiros levados à cintura de calças/bermudas.

A força de influência da televisão, daquela figura e da narrativa, eu pude verificar na comunidade de Ponta do Mel em Areia Branca, coisa aí de uns 67 quilômetros de Mossoró.

Ainda em boa parte com estrada carroçável, a gente chegava por lá de moto e desfrutava daquela beleza idílica, de uma paz celestial e da convivência generosa com sua gente.

Como reflexo da novela, vi incontáveis adolescentes e adultos com aquele troço enroscado no pescoço.

Passados tantos anos, as imagens ainda estão em minha memória e, tenho certeza, que a moda bizarra logo passou, sem que causasse nenhum prejuízo pessoal ou coletivo àquela comunidade. Sei, sem dúvidas, que milhares de outras pessoas em todo o Brasil, das cidades grandes aos rincões, imitaram Cássio Gabus Mendes e seu personagem legal.

Agora, deparo-me com um presidente da República do meu pais insistindo, como o fez desde o começo da pandemia, para que não se use máscara à proteção contra o coronavírus (Covid-19). Se antes era por estímulo próprio de seu mau exemplo, dessa feita orienta e estimula seu ministro da Saúde (Marcelo Queiroga) a diligenciar providências para que seja derrubada qualquer obrigatoriedade (veja AQUI) dessa peça preventiva, universalizada no mundo.

Ao contrário de “Greg”, interpretado por Cássio Gabus Mendes, um punk boa gente, divertido e inofensivo naquele seu figurino maluco, Jair Bolsonaro não é uma invenção da dramaturgia. Promove um mal de grandes proporções e por sua influência pessoal – como o faz desde o princípio, repito – pode levar milhares e milhares de pessoas à morte.

Sua postura não é motivo de graça ou mesmo piada, mas de apreensão. Um homem que é “mito” para tantos milhões de pessoas, com o poder de influenciá-las, cada vez que contraria a lógica, a ciência e passa por cima de um pingo de bom senso, arrasta consigo multidões de fanáticos e ignorantes a comportamento espelhado, repetitivo e letal.

É uma versão atualizada e numa dimensão muito maior, do pastor norte-americano Jim Jones, que em 18 de novembro de 1978, na Guiana, levou 918 pessoas a morrerem em um misto de suicídio coletivo e assassinatos.  Se você não conhece essa história verdadeira e aterradora, pesquise.

A forma de agir e linguagem de Bolsonaro são tão nocivas, que não adianta muitos de seus escudeiros pagos ou não, como o ministro Fábio Faria (PSD), dissertar sobre medidas do governo na distribuição de vacinas e bilhões ao enfrentamento da Covid-19. A pessoa que melhor poderia guiar a massa depõe contra a própria propaganda oficial.

O governo é Bolsonaro, o que ele faz e fala; o governo não é o que Fábio Faria espalha.

O pastor Jim Jones arranjou um concorrente à altura. Infelizmente. E não estamos na Guiana nem nos anos 70. Que boas lembranças da figuraça do Greg e da inocência daqueles tempos em Ponta do Mel. O mal é o que sai da boca do homem.

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Vacinação alcança faixa de 40 anos acima com deficiência

Mossoró Vacina - 40 anos ou mais - Pessoas com deficiência sem cadastro no BPC 29-05-21Município de Mossoró amplia vacinação para pessoas com deficiências da faixa de 40 anos ou mais sem Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A partir deste sábado (29), a Prefeitura de Mossoró estará ampliando a vacinação contra a Covid-19 para as pessoas com deficiências que não estão cadastradas no BCP.

A vacinação tem atendimento entre 8 e 16 horas.

Pontos de vacinação no fim de semana:

UBS Vereador Durval Costa – Walfredo Gurgel

UBS Raimundo Renê Dantas – Boa Vista

UBS Dr. Joaquim Saldanha – Estrada da Raiz

UBS Dr. Cid Salém Duarte – Abolição IV

UBS Dr. Sueldo Câmara – Aeroporto 2 (Quixabeirinha)

UBS Francisco Pereira de Azevedo – Liberdade 1

UBS Agnaldo Pereira – Vingt Rosado

UBS Dr. José Fernandes de Melo – Lagoa do Mato

UBS Enfermeira Conchita da Escóssia – Abolição II

UBS Centro Clínico Evangélico Edgard Burlamaqui – Centro

Ginásio do SESI (sábado).

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RN recebe grande remessa de Pfizer e AstraZeneca

Chegada de 171.770 doses foi hoje à tarde (Foto: Raiane Miranda)
Chegada de 171.770 doses foi hoje à tarde (Foto: Raiane Miranda)

Desembarcou no Aeroporto Internacional Aluízio Alves em São Gonçalo do Amarante, agora à tarde (terça-feira, 3), grande remessa de vacinas enviadas pelo Governo Federal ao RN, no combate à Covid-19.

São 7.020 da Pfizer e 101. 750 da AstraZeneca/Fiocruz. Totalizam 108.770 doses.

As vacinas da Pfizer destinadas para a primeira dose (D1) do grupo de pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente. De acordo com o MS, é recomendando um intervalo de 12 semanas entre a primeira e segunda dose da vacina.

Só Natal recebe AstraZeneca

Junto com o lote da Pfizer, o estado também recebe lote da Astrazeneca/Fiocruz, com mais 101.750 novos imunizantes para ampliar a campanha no RN e também atender pessoas com comorbidades nesta nova fase. Com esses novos lotes, o RN ultrapassa a casa de 1 milhão de doses de vacinas contra o novo coronavírus recebidas.

Por orientação do Ministério da Saúde, como a vacina da Pfizer precisa ser armazenada em temperaturas negativas, apenas as capitais receberão os imunizantes.

Assim, como Natal é quem dispõe de ultrafreezers para o armazenamento adequado das doses, somente a cidade recebe os imunizantes.

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Prefeito vai mostrar quadro de colapso no combate à Covid-19

Prefeito anuncia pronunciamento sobre agravamento da Covid-19 em Mossoró e região - Allyson Bezerra - 20-03-21O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), fará pronunciamento em endereços seus em redes sociais e da Prefeitura de Mossoró, mostrando quadro de gravidade do atendimento a pacientes com Covid-19 no município.

Será às 19 horas desse sábado (20), no endereço @prefeiturademossoro no Instagram, Twitter, YouTube e Facebook.

E também nos endereços pessoais do próprio prefeito (AQUI).

Grande afluência de doentes de outros municípios praticamente colapsou o sistema em Mossoró.

Allyson vai dissecar a situação e falar sobre novas providências da municipalidade e colaboração do Governo do RN.

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“Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?”

"Venham para o meio do povo. Não fiquem me acusando de fazer aglomeração", recomendou aos governadores (Foto: Alan Santos)
“Venham para o meio do povo. Não fiquem me acusando de fazer aglomeração”, recomendou aos governadores (Foto: Alan Santos)

“Chega de frescura, de mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, indagou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante evento em São Simão (GO). “ Vocês não ficaram em casa. Não se acovardaram”, seguiu, elogiando o público que o assistia. Mais tarde, falou com eleitores.

“Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa, [dizendo] ‘vai comprar vacina’. Só se for na casa da tua mãe. Não tem para vender no mundo.”

“Eu apelo aqui, já que me foi castrada a autoridade, repensem a política do fecha-tudo. Venham para o meio do povo. Não fiquem me acusando de fazer aglomeração. Vamos combater o vírus, mas não de forma burra, ignorante, suicida”, disparou.

O ‘mimimi’

Na quinta-feira (4), o Brasil atingiu 261.118 mortos por Covid-19, com 1.786 óbitos, segundo dados do consórcio de veículos de comunicação apurados junto aos estados.

A média móvel de 1.361 mortes em sete dias foi o quinto recorde consecutivo.

Apenas Amazonas e Amapá tiveram indicação de queda no número de mortes. A alta se faz presente do Distrito Federal e em 16 estados: PR, RS, SC, SP, DF, GO, MS, AC, TO, AL, BA, CE, MA, PB, PI, RN e SE.

Com informações do G1, Correio Braziliese, O Globo e Canal Meio.

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Plano Estadual de Vacinação terá representante de Mossoró

Morgana representa Allyson (Foto: PMM)
Morgana representa Allyson (Foto: PMM)

O enfrentamento à Covid-19 no Rio Grande do Norte terá um novo e importante capítulo nessa
sexta-feira (8), a partir da apresentação por parte da governadora Fátima Bezerra (PT) do Plano Estadual de
Vacinação.

O plano terá apresentação em uma reunião em Natal da força-tarefa de enfrentamento à Covid-19.

Contará com as participações do Governo do Rio Grande do Norte, prefeitos e secretários de
saúde dos 167 municípios potiguares.

A Secretária Municipal de Saúde de Mossoró, Morgana Dantas, confirma sua presença. Representará o prefeito Mossoró Allyson Bezerra (Solidarieade).

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Município faz testagem em massa contra a Covid-19

Município será coberto até fim de semana (Foto ilustrativa)

A cidade de Alexandria, região do Alto Oeste do Rio Grande do Norte, realiza testagem em massa contra a Covid-19 nessa quarta-feira (12). São 12 mil testes rápidos que serão aplicados até o fim de semana no campo e zona urbana.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem habitantes (13.577).

Na zona urbana, o Clube da Arca é o local escolhido para a testagem das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Na zona rural, hoje é no Sítio Casteliano; na quinta-feira (13) será no Sítio Carnaubal e na sexta-feira (14) alcançará moradores do Sítio Mata Pasto e adjacências.

Município já registrou 4 óbitos pela doença e 64 casos confirmados.

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Apesar de possesso, prefeito segura seu secretário de Saúde

George: palavras têm eco (Foto: reprodução)

Apesar de possesso com entrevista (veja AQUI) do secretário municipal da Saúde, George Antunes, o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB) preferiu aplacar sua insatisfação e negociar permanência do seu auxiliar.

Antunes continua na Saúde.

Mas os próximos dias dirão se ele cederá aos caprichos e decisões do prefeito, conflituosas com seu pensamento no tocante à política de combate à Covid-19, ou seguirá reagindo.

É impossível esconder seu desabado dia passado, à Inter TV Cabugi.

Opiniões

– “O povo deve ficar em casa. Os poderes, os governantes, têm que ter a coragem de dizer o que são serviços essenciais nas suas cidades, o que é serviço essencial dentro desse estado, e não abrir comércio da forma como está sendo aberto, chamar o povo para a rua, distribuir máscara para causar sensação de falsa segurança”.

– “Ele (político) vai ter de escolher de que forma quer perder voto. Se ele quer perder voto diminuindo a flexibilização, ou se quer perder voto sendo responsabilizado pelas mortes que estão acontecendo”.

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Capital atinge três semanas sem mortes pela Covid-19

Por Rosana Félix (Gazeta do Povo)

Em meio a milhares de mortes Brasil afora causadas pela Covid-19, Florianópolis tem se destacado como exemplo positivo no controle de casos. Favorecida geograficamente, com acesso principal por uma ponte que a liga ao continente, a capital catarinense foi uma das primeiras a criar restrições para conter o avanço do coronavírus. Junto com investimentos, tanto em ações básicas como outras inovadoras, as medidas deram resultado: por mais de três semanas, desde 4 de maio, o número de mortes permanece estável em um total de 7.

Florianópolis, que tem população estimada de 500 mil pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem até a tarde desta quinta-feira (28) um acumulado de 691 casos confirmados, dos quais 12 internados, 92 com o vírus ativo e sob acompanhamento, 7 mortos e 592 recuperados. Havia ainda outros 1.540 casos em análise. Esse número elevado revela uma estratégia que o Brasil não conseguiu executar: testagem em massa.

Avenida Paulo Fontes, Largo da Alfândega e Mercado Público em Florianópolis (Foto Cristiano Andujar)

“Desde o começo adotamos testes em massa. Enquanto na maioria dos locais só se testavam pessoas em situação grave, sempre testamos os contaminados, suspeitos e contatos. Isso nos permitiu ter todos os casos diagnosticados e determinar o isolamento”, afirmou o secretário municipal de Saúde de Florianópolis, Carlos Alberto Justo da Silva.

Segundo ele, inicialmente eram feitos testes moleculares (PCR-RT) pelo Laboratório Central (LACEN) de Santa Catarina. Em abril, foram adquiridos 30 mil testes. “Seguimos o modelo da Coreia. Fizemos teste PCR para todo suspeito caso estivesse entre um a sete dias do início dos sintomas; se os sintomas tivessem aparecido antes, fazíamos o teste rápido, e com todos os contatos que o caso suspeito teve”, acrescentou.

Com essa estratégia, Florianópolis tem até 28 de maio um total de 5.463 casos notificados, dos quais 3.232 mil descartados. Foram feitos testes no aeroporto e rodoviária. Nos supermercados, foi exigida a aferição de temperatura dos clientes a partir de 27 de abril.

Isolamento para conter a Covid-19

Outro fator do sucesso foi o isolamento precoce, diz Justo da Silva. Os primeiros casos confirmados em Florianópolis foram divulgados em 12 de março.

No dia seguinte, a prefeitura já baixou determinações contra aglomerações, proibindo o uso de ar condicionado em escolas e no transporte coletivo, e determinando disponibilização de álcool em gel em estabelecimentos, ventilação adequada e distanciamento de 1,5 m entre as mesas de restaurante. A suspensão das aulas ocorreu em 19 de março, mas com faltas abonadas desde o dia 17. No dia 18, o governo de Santa Catarina determinou o fechamento de todo o comércio do estado.

AÇÃO RÁPIDA – “Não aguardamos nem governo federal nem estadual. A prefeitura usou recursos próprios para enfrentar uma batalha. Nosso trabalho de flexibilização não pode ser sem controle. É assim que trabalhamos aqui. Uso da ciência e da técnica, preservando vidas. Flexibilizando, mas se voltar a crescer os casos, agimos”, disse o prefeito Gean Loureiro (DEM) à rede CNN, nesse sábado (30).

Loureiro agiu rápido, sem esperar recursos (Foto: reprodução BCS)

Com essas medidas, o índice de isolamento em Florianópolis, medido pela empresa de tecnologia In Loco a partir de dados de celulares, chegou a 55% em 19 de março, bem acima do que outras capitais registraram na mesma data: em Curitiba, esse índice foi de 38%; em Porto Alegre, 42%; em São Paulo, 39%; e no Rio de Janeiro, 44%.

Com a circulação reduzida de pessoas, o município conseguiu organizar sua rede de atendimento básico e especializado, conta Justo da Silva. Tal como muitas cidades, o município lançou um serviço de teleatendimento, o Alô Saúde, para prestar orientações de forma remota e reduzir o fluxo em unidades de saúde. “É um atendimento pré-clínico funcionando 24 horas por dia com enfermeiros e médicos orientando pessoas e encaminhando para testes”, explica.

Ao mesmo tempo, o secretário conta que a cidade aprimorou os contatos feitos via equipes de Saúde da Família: “A cada 3 mil habitantes há uma equipe responsável, e a população tem um número de telefone para falar com essa equipe, ou pode ainda buscar o Alô Saúde”.

Há um esforço para monitoramento constante de portadores de doenças crônicas, gestantes e idosos. “Pelo temor de sair de casa, muitos deles deixam de se cuidar, mas é preciso continuar a realizar exames ou outros procedimentos, verificar se estão indo buscar os remédios já prescritos. Estamos cuidando para não haver uma nova onda de contaminação, e para que mantenham a saúde. Caso contrário poderão ter complicações e ocupar leitos que são importantes no combate à Covid”, relatou o secretário.

População carente atendida e alertas geolocalizados

Os efeitos do contingenciamento são bem visíveis agora, quando se completam três meses desde a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil. Conforme levantamento infográfico da Gazeta do Povo, em 27 de maio Florianópolis tinha taxa de 14 mortes por milhão de habitantes; Curitiba, 19 por milhão; Porto Alegre, 22 por milhão; São Paulo, 290 por milhão. O Rio de Janeiro tem proporção de 421 mortes por milhão de habitantes.

Um dos obstáculos para frear a contaminação pelo novo coronavírus é a realidade socioeconômica dos brasileiros. Para evitar proliferação entre famílias e comunidades que não têm cômodos suficientes para isolamento, a prefeitura de Florianópolis está pagando estadia em hotel para aqueles que testarem positivo para a doença.

“Por enquanto é só uma sugestão, um convite para a pessoa poder fazer o isolamento da melhor forma possível, que vale para todo a população carente, como morador de rua. Estamos fazendo todo o possível para impedir a circulação viral pela cidade”, relatou o secretário, que é médico, com experiência na gestão do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde também foi vice-reitor.

Cidade também trabalha a comunicação de casos à população

Noticiando a geolocalização dos casos confirmados de Covid-19 por bairros desde o início da pandemia, a prefeitura de Florianópolis adotou um sistema de alerta: um SMS é enviado a cada morador para avisar sobre a existência de infectados em um raio de 200 metros nas proximidades. “Com isso a pessoa pode redobrar a atenção com medidas de higiene, uso de máscaras e conveniência de sair de casa. Para cada situação confirmada, é emitido um alerta”, destacou.

Comércio ativo e Covid-19 controladaCom casos sob controle, Florianópolis autorizou a reabertura do comércio de rua em 20 de abril. O governo de Santa Catarina permitiu o retorno de shoppings, academias, restaurantes e atividades religiosas em 22 de abril. Desde o começo, o uso de máscaras já era obrigatório dentro dos estabelecimentos.

O índice de isolamento da cidade nos dias úteis caiu de 55% no início das medidas restritivas para em torno de 42% nos últimos dias. Mesmo assim, não houve incremento no número de casos. “Todo esse conjunto de fatores do qual falei nos deixou tranquilos para a reabertura do comércio, que segue portarias rigorosas de controle no número de clientes e higienização. Com o distanciamento social, não fomos surpreendidos com aumento de casos”, relatou Justo da Silva.

Próximos passos

Justo da Silva, que é nascido em Curitiba, observa que a capital paranaense já superou uma fase ainda não vivenciada em Florianópolis, que é a volta da circulação do transporte coletivo. Até o fechamento desta edição, a prefeitura local não tinha decidido como faria. Mas, mesmo sem ônibus, a população local está saindo de casa: o índice de isolamento social nos dias úteis ficou em torno de 44% a 47% no fim de abril, caindo para em torno de 42% em maio, segundo dados da In Loco.

De todo modo, por meio de uma ferramenta batizada Covidômetro, o município pretende mapear potenciais fatores de risco que levem a um aumento de casos. “Estamos dando transparência ao que dá para abrir e o que precisa fechar Há quatro variáveis importantes. Epidemia vai continuar. A sociedade tem que entender. Se cair muito a taxa de isolamento, pode voltar a fechar.

Deixa de haver uma pressão unilateral e passa a ser uma decisão muito transparente”, definiu o médico. Para ele, a epidemia vai durar um longo período, e é preciso colaboração da sociedade para entender as medidas restritivas, quando necessário.

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Mossoró recebeu mais de R$ 8,4 milhões contra a Covid-19

Por enquanto, a Prefeitura Municipal de Mossoró já teve creditado o montante de R$ 8. 494,756 (Oito milhões, quatrocentos e noenta e quatro mil, setecentos e cinquenta e seis mil reais) para prevenção e ações de combate à expansão da Covid-19.

As transferências foram feitas pelo Governo Federal em três datas distintas.

Dia 30 de março, com montante de R$ 594,756,00;

Dia 9 de abril, com R$ 5,6 milhões;

Dia 13 de maio, com R$ 2,3 milhões.

Enfim, dinheiro não tem faltado para a municipalidade cumprir sem papel.

Mas transparência quanto à aplicação dos recursos não se evidencia até o momento. Não existe esclarecimento público sobre praticamente nada.

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Empresários apoiam compra de 20 respiradores

Um elenco de empresários com atuação em Mossoró e até além de seus limites e dividas do RN dá importante contribuição financeira em momento delicado.Apoiam aquisição de respiradores e outros equipamentos. São peças suplementares imprescindíveis à estrutura hospitalar, que tem sido montada para acolher eventuais pacientes com Covid-19.

Obrigado.

Venceremos!

Nota do Blog – Inicialmente, a mobilização tinha por objetivo a aquisição de respiradores, ao preço de R$ 52 mil cada, para a rede municipal de saúde, mas diante da falta do equipamento no mercado os empresários direcionaram os recursos para a compra de outros equipamentos.

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Governadora voa quando o assunto é combate à Covid-19

Por Vonúvio Praxedes

Perguntei à governadora Fátima Bezerra (PT) quanto já foi investido até agora no combate ao coronavírus e não obtive resposta.

Fátima foi a entrevistada especial do programa desta sexta-feira na TCM-Telecom (Foto: arquivo)

Também não soube sobre criação de mais UTIs infantis para combate à Covid-19.

Hoje são apenas 5 no RN.

A governadora foi a entrevistada especial desta sexta-feira (17) do programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), canal 10.

Nota do Blog – É, não é fácil, meu caro.

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Médica prevê “desastre” com falta de tudo na saúde pública

É grande a distância entre o que os governantes publicam e a realidade da saúde pública, em Mossoró.

São dois mundos.

Um, real e aterrador.

Outro, ilusório, baseado em propaganda ufanística e personalismo.

Veja o que publica em rede social a médica neurologista e professora da Universidade Rural do Semi-árido (UFERSA), Sâmila Pinheiro, egressa da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado do RN (UERN).

No Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) falta o básico.

O que temos comentado nesta página e em outras plataformas virtuais não é invencionice ou terrorismo psicológico. É apelo, é alerta, é cobrança em nome do interesse público.

Lutamos por vidas.

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