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Vai dar o que falar

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

Um grupo articulado começa a movimentar peças para lançar, ainda este ano, projeto que promete redesenhar a forma como se entende comunicação, política e negócios. Será aberto ao mercado mossoroense e bem além dos seus limites.

O que vem por aí não é uma escola de oratória, palanque de autoajuda ou fábrica de coach, mas algo com estrutura e proposta inéditas, sob a égide de técnicas científicas e exercícios práticos de vida. Transformador.

Conversas estão acontecendo longe dos holofotes, e quem está atento ao cenário já percebeu: vai dar o que falar.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

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Entidades firmam acordo por pautas como turismo e empreendedorismo

Discussão envolveu amplo leque de entidades focadas no mesmo objetivo (Foto: divulgação)
Discussão envolveu amplo leque de entidades focadas no mesmo objetivo (Foto: divulgação)

Instituições representativas do Turismo, Artesanato, Empreendedorismo, Comunicação, Sustentabilidade, Inovação e Ação Social da região oeste do RN começam a trabalhar de forma integrada. Sem perda de tempo, ou de mais tempo.

Na segunda-feira (09), 14 entidades representativas se reuniram e celebraram Acordo de Cooperação Institucional e Apoio Mútuo. Objetivo é de trabalhar na defesa, criação e promoção de projetos, ações e eventos que trarão desenvolvimento econômico e social para toda a região Oeste do RN.

A reunião em sala do edifício Dr. Raimundo Pinto Barra, no Centro de Mossoró, juntou representantes de entidades que foram signatárias do compromisso, selando movimento que é tratado como “Aliança do Oeste do RN”:

– Cooperativa de Profissionais e Promoção do Turismo do Rio Grande do Norte (ProTurismo/RN);
– Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA);
– Fundação Amigos do Lajedo de Soledade (FALS);
– Associação Costa Branca de Turismo (ACBT);
– Cooperativa de Mulheres Empreendedoras e Artesãs (COOMEA);
– Cooperativa de Turismo de Tibau (CoopTur Tibau);
– Projeto Lajedo do Rosário de Felipe Guerra;
– Coletivo Lixo Zero Mossoró;
– Instituto Acontece;
– Associação Turística do Polo Serrano do Alto Oeste (ASERRA);
– Federação Norte-rio-grandense de Artesãos (FENART);
– Federação Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Turismo do RN (FEBTUR-RN);
– Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (CNARTS);
– StartupGrindr Brasil – Diretoria Nordeste.

O Superintendente do SESCOOP RN, Bruno Portela, participou da reunião representando ao Presidente do Sistema OCERN, Eduardo Gatto. O Serviço de Aprendizagem Nacional do Cooperativismo no RN (SESCOOP/RN) e a Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Norte (OCERN) são as entidades representativas do cooperativismo no Estado e parceiras da aliança recém-criada.

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Sem o “X”, estamos no “Threads” com mesmo conteúdo

Logo do App Threads
Logo do App Threads

Com a arenga entre o ‘Dono do Mundo’ (Elon Musk) e o ‘Dono do STF’ (Alexandre de Moraes), milhões de endereços da rede social “X” (ex-Twitter) foram bloqueados no Brasil (veja AQUI).

Entre essas contas, todas na verdade, a desta página. Lamentar, lamento. Mas, não estou choroso.

Apenas e tão somente por dever de ofício, atualizava o Blog Carlos Santos no X. Virou há anos um ambiente de lacração, estupidezes, provocações, fake news etc. Durante muito tempo foi minha rede social preferida para me informar, encontrar ou reencontrar amigos, bater papo, aprender, além de travar bons debates.

Se voltar, obrigado. Não sendo possível, sem problemas.

De qualquer modo, vá no nosso endereço alternativo muito bom (por enquanto) no “Threads.”

Se der e quiser, basta clicar neste link – @blogcarlossantos1 – e começar a nos acompanhar (quem tem seguidor é líder de seita).

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Podcast Conexão Oeste traz a parceria de Gilson Cardoso e Ismael Sousa

Ismael e Gilson querem ouvir e contar história de pessoas diversas (Foto: Divulgação)
Ismael e Gilson querem ouvir e contar história de pessoas diversas (Foto: Divulgação)

Dois nomes bem conhecidos da comunicação mossoroense resolveram se unir e vão lançar o Podcast Conexão Oeste. O radialista Gilson Cardoso e o blogueiro Ismael Sousa estrearão em nova plataforma jornalística no dia 6 de novembro.

O programa será transmitido todas as segundas-feiras, a partir das 20 horas, pelo canal Conexão Oeste no YouTube. Para acompanhar o programa, basta acessar e seguir o canal em www.youtube.com/@podcastconexaooeste.

A proposta é conversar com pessoas marcantes que fazem ou fizeram história em Mossoró e região Oeste do Rio Grande do Norte. Eles querem contar história, ouvir, aprender, interagir e alimentar uma boa roda de discussão envolvendo variadas gerações.

O radialista Gilson Cardoso tem quase três décadas de experiência no rádio mossoroense. Já o jornalista Ismael Sousa mantém um blog de renome com mais de 10 anos de existência.

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“Sobretudo” está perto de chegar

Paulo Pinto - Blog SobretudoPena sempre afiada, por vezes ácida, como repórter social na imprensa mossoroense, Paulo Pinto costura página para estrear no universo cibernético.

No teaser (marketing de expectativa), a promessa é de falar “Sobretudo.”

Então, tá!

Arremesse, PP.

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Quinze anos do Blog Carlos Santos

blog_Carlos_Santos_#1_brand_usage_#2_created_by_logasterEsta é a postagem oficial de numero 55.976 do Canal BCS (Blog Carlos Santos). Com ela, o registro de uma data bastante especial para mim, criador e editor do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Jornalismo com Opinião.

Completamos hoje (terça-feira, 03), 15 anos no ar de forma diária, contínua, com escassas paralisações.

Nossa estreia foi no dia 3 de maio de 2007, após experiência de um ano em página experimental no sistema Blogspot (veja AQUI), o Carlos Santos Online.

Por pura coincidência, hoje também é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e aniversário de minha Santa Mãezinha (in memoriam), Dona Maura. Coincidências que parecem arranjos divinos.

Muito a comemorar, é verdade. Contudo, prefiro agradecer. Em especial a você, webleitor. A todos os colaboradores, comentaristas, homens e mulheres de boa vontade, de fé; àquela força inexplicável que não permitiu que eu desistisse.

Muito obrigado.

Abaixo, uma crônica postada no dia 3 de maio de 2007 (veja AQUI), há 15 anos, quando tudo “recomeçou”:

De tempo, vida e caravelas

Quero lhes falar sobre o tempo. Virtual? Talvez.

Quero lhes falar sobre a vida. Fugaz? É possível.

Quero lhes falar sobre o recomeçar. Posso, sei.

Falo da crença no possível, despojado do retrovisor da existência e evitando ser apenas trapo humano, moendo e remoendo gente e fatos.

Medo? Muitos. Ainda bem. Tenho-os pulsantes, como necessários sacrários do porvir, bússolas da sobrevivência.

Neste ambiente universal, intangível e imaterial, ganho corpo. De novo. Os propósitos são abstratos: cumprir minha sina-paixão. Transpirar, existir, resistir. Ombrear-se a outros que têm minhas crenças, mas respeitando o contraditório. Estimulando-o até.

Sou filho de uma porção menor, mas nem por isso tacanha ou acovardada. Nada além de um indivíduo normal, que labuta. Estranho, talvez, por não ser parte de uma maioria incomum.

Este novo endereço eletrônico não revela nada de especial. Não o trato como avanço. É mais um passo no eterno caminhar, sem o pânico de olhar para trás. “Antes de tudo há que lutar! As caravelas mandei-as queimar, para não terdes a veleidade de voltar” (Hernán Cortés ).

Obrigado pela visita. Seja bem-vindo.

Vamos recomeçar?

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O futuro da comunicação já chegou, com ou sem blog

Por Carlos Santos

“Onde é grande o desejo de aprender, é também grande a necessidade de discutir, de escrever, de ter opinião. Porque a opinião, entre homens de valor, é conhecimento em formação”.

(John Milton, poeta inglês, em 1664, no Parlamento da Inglaterra)

Participei de um saudável debate sobre blogs na TV Cabo Mossoró (TCM), à noite de terça (14). Foi promovido pelo programa “De Fato e de Direito”, da Escola da Magistratura do RN (ESMARN).

Para quem não teve acesso à iniciativa, resumo um pouco do que dissertei e o que não pude expressar em face da exiguidade de tempo etc. Vamos lá:81tim-aplicativos-desativadosBlog nada mais é do que outra ferramenta da Internet. Começou como um brinquedo de adolescentes por volta de 1994 nos Estados Unidos, transformado em diário na Net (Weblog, seu nome de origem em 1997).

Hoje é um fenômeno mundial, sendo usado por políticos, desportistas, jovens, jornalistas, empresas, donas-de-casa, desocupados, esquizofrênicos, putas etc. Contudo é no meio jornalístico onde ganha explosão de acessos e polêmica (mais de 20 milhões de internautas/dia no Brasil).

Não existe uma legislação específica para disciplinar seu funcionamento. Mas é claro que a própria Internet caminha para sofrer normatização estatal, como é importante em qualquer mundo civilizado (inclusive os virtuais).

Boa parte da celeuma em torno dos blogs advém do desconhecimento quanto ao seu papel, uso e extensão. Há uma corrente que o aponta como a panaceia, a democracia plena nos meios de comunicação. Outra vertente se apavora, considerando-o uma hidra devoradora da imprensa tradicional.

Nem uma coisa nem outra.

Assim como o Orkut, o YouTube, Google e outras ferramentas em uso na Internet, ele tem características próprias e limitações. É uma novidade que a cada dia ganha mais utilidade, podendo se fundir e ganhar outro corpo adiante ou simplesmente desaparecer.

Outras geringonças também tiveram seus dias de glória e feneceram. Lembra da máquina de Telex?

A grandiloquência do blog é mais em face de desconhecimento do que por sua força real.

No universo da mídia convencional, as grandes corporações no país e mundo afora logo perceberam que essa modalidade de meio de comunicação agregava valor. Grupos como o The Guardian (Inglaterra), The Washington Post (EUA), Grupo Folha e Globo (Brasil), além de outros tantos passaram a investir na novidade há tempos.

Em alguns rincões da pobreza intelectual e estupidez esférica, é que o blog passou a ser visto como inimigo. Mossoró, que o diga. A imprensa convencional (com exceções) promove campanhas para boicote e vetos aos principais blogueiros. Mesmo assim, não deixa de aproveitar muito do seu material, às vezes sem citar a fonte – o que é profundamente desonesto.

A crise que afeta a imprensa escrita em todo o mundo, não é resultado do advento do blog. Muito pelo contrário. A Internet tem ajudado e muito a quem enxergou na frente. Só a tecnofobia e a intolerância veem o progresso tecnológico como atraso.

Faz-nos lembrar centenas de trabalhadores britânicos quebrando máquinas no início da Revolução Industrial, entre o final do século XVIII e início de XIX. Destruir computadores ou tentar ignorar os blogs, é igualmente uma bobagem.

O que fecha jornal é incapacidade gerencial, leitura errada da conjuntura e dificuldade de adaptação ao “darwinismo digital”, como cunhou o professor-escritor inglês Andrew Keen, crítico da forma “anárquica” com que a Internet ainda funciona. Para ele, existe uma “seleção natural” no meio e quem não se encaixar será vomitado.

Também é um mito se apregoar que o blog alcança o status da plena imparcialidade na mídia. Imparcialidade é uma utopia na Internet e na vida real. O ser humano é em essência parcial, desde sua formação intrauterina.

Inaceitável é a parcialidade leviana, remunerada cavilosamente por terceiros. Isso tem provocado a “morte cerebral” de muitos órgãos de comunicação, aparelhados pela plutocracia ou manietados pelos inquilinos do poder institucional.

Este blog é parcial. Defende a livre iniciativa, advoga a causa da educação como fonte de redenção do povo brasileiro, luta pela liberdade de expressão/imprensa e vê a política como instrumento capaz de promover o bem-estar coletivo.

Quanto à ética, vejo como inegociável o respeito à diversidade de opiniões, o apoio às diferenças e fomento à dialética. Quem não tem hábito de exercer opinião própria num jornal, rádio ou TV, não se sentirá à vontade para tamanho voo na Internet, através do blog.

Neste espaço, a interação blogueiro-webleitor é constante, além do seu grande diferencial.

O futuro da comunicação é agora. Com ou sem blog.

*Texto originalmente publicado no dia 15 de abril de 2009 (veja AQUI). Portanto, há quase 13 anos. Nada a ser alterado.

Carlos Santos é editor e criador do Canal BCS – Blog Carlos Santos

“Show de Notícias” vai estrear ao meio-dia, dia 10 de janeiro

Produtor Rô Medeiros, Suelen Lobato, Jota Régis, Ediana Miraglia e Haroldo Azevedo da FM 97 (Foto: redes sociais)
Produtor Rô Medeiros, Suelen Lobato, Jota Régis, Ediana Miraglia e Haroldo Azevedo da FM 97 (Foto: redes sociais)

A rádio 97 FM do Natal estreará novo programa jornalístico no próximo dia 10 de Janeiro de 2022.

Quem anuncia é seu dirigente, Haroldo Azevedo.

É o Show de Notícias, ao meio-dia.

Na bancada, Jota Régis, Ediana Miraglia e Suelen Lobato.

Sucesso, pessoal.

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FM Cidadania lança seu canal em nova plataforma

FM 98.7 de MossoróA FM Cidadania 98.7 de Mossoró está com o seu canal no YouTube.

A nova plataforma virtual é mais uma vertente da emissora para ampliar sua ligação com ouvintes e internautas.

Acesse o canal faça a sua inscrição e ative o sino pare receber alerta quanto à programação ao vivo da rádio.

A rádio compõe acervo patrimonial da Fundação Potiguar, criada em 1999.

Sua sede é no bairro Nova Vida.

Veja o endereço clicando AQUI.

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Super TV estreia novos programas

No próximo dia 29 de setembro, a Super TV HD (Mossoró) vai estrear o podcast semanal PodFalar. Será toda quarta-feira, a partir de 20h. Na mediação, o jornalista Saulo Vale.

Emissora está com programas novos nesse mês de setembro (Foto: divulgação)
Emissora está com programas novos nesse mês de setembro (Foto: divulgação)

O programa terá entrevistados, além de participações como o advogado Jailton Magalhães e o médico Vaderlandio Carolino, diretores da TV.

Desde o dia 8 de setembro começou a ir ao ar o programa Palavra de Sabedoria, dirigido pelo pastor da Assembleia de Deus, Wendell Miranda. Ocorre todos os dias, às 11 horas da manhã.

Já na quarta-feira (15) entrou no ar o Jornal da Cidade, transmitido pela Rádio Cidade (94 FM de Natal). O programa jornalístico é retransmitido ao vivo pela Super TV, de segunda a sexta-feira, às 7h da manhã. A apresentação é da jornalista Anna Ruth Dantas.

Além disso, a emissora conta ainda em sua programação com os programas Geração Saúde, Fora de Controle, Tamo Junto, TS News e Enfoque Político.

A Super TV está no prefeiro 14.1 da tv aberta em Mossoró e 173 da Brisanet. Também possui grande alcance nas redes sociais, por meio do Instagram @supertvhd e da fanpage Super TV HD.

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Portal anuncia estreia em novo endereço

Portal Radar do RNComeçaram nessa quarta-feira (11), as atividades do Portal Radar RN. É o novo domínio da página jornalística que anteriormente era conhecida como Portal Radar Apodiense.

Poderá ser acessado no seguinte endereço: www.radarrn.com.br.

A página criada pelo bacharel em direito Ambrósio Melo pretende expandir alcance de sua cobertura por todo o estado.

O domínio anterior já estava no ar há mais de cinco anos.

Nota do Blog Carlos Santos – Boa sorte.

Sucesso.

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Programa vai estrear nessa próxima segunda-feira

Petras e Leodise: variedades (Foto: divulgação)
Petras e Leodise: variedades (Foto: divulgação)

Tem novidade chegando à Rádio Rural de Mossoró a partir desta segunda-feira (9), para movimentar o finalzinho da manhã e início das tardes. De segunda a sexta, a partir das 11h30, você acompanha o Programa Diga Lá pelas ondas da AM 990 (veja na Net AQUI).

Com a apresentação de Leodise Cruz e Petras Vinicius, o programa chega trazendo interatividade e opinião, com notícias de Mossoró e região, através de um formato moderno da integração das mídias digitais e da opinião em tempo real.

Plataformas

O programa conta, entre outros conteúdos especiais, com um quadro de entrevistas para você ficar por dentro de tudo que acontece, além da sua participação através do WhatsApp Diga Lá.

O programa está disponível em diversas plataformas: Instagram, Facebook, Spotify, Deezer e muito mais! Siga o @programadigala para saber em primeira mão as novidades!

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Micarla de Sousa voltará ao jornalismo dia 10

Micarla chegou à prefeitura (Foto João Wainer)

Por Paulo Tarcísio Cavalcanti

Comunicação do RN volta a contar com o carisma de Micarla de Sousa.

Estréia dia 10 o “Conexão 95”, das 11,30 às 13.

De segunda a sexta na 95 FM de Natal.

Nota do Blog Carlos Santos – Micarla virou um fenômeno da comunicação e daí foi um salto para a carreira política curta, mas intensa, a ponto de chegar à Prefeitura do Natal, de onde saiu com reprovação recorde.

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Grupo da Super TV deve ampliar aposta em novas mídias

O grupo controlador da Super TV (canal aberto, 14.1, e pela Brisanet, no canal 173) – sediada em Mossoró – prepara investimentos de vulto, ampliando negócios na área de comunicação.

A emissora vai ganhar novas companhias no arco de empresas com atuação na mídia.

Pelo o que vi e ouvi, de fontes credenciadíssimas, é uma aposta consistente e capaz de ocupar espaços consideráveis do mercado.

Depois trarei detalhes.

Aguarde.

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Horlando Perez estreia hoje às 11 horas no Cidade Aflita

Horlando: é hoje (Foto: arquivo BCS)

O radialista Horlando Perez estreia às 11 horas desta segunda-feira (8) na titularidade do programa “Cidade Aflita” da Rádio Difusora de Mossoró (1.170khz – Ao vivo AQUI).

Horário marcado às 11 horas, de segunda à sexta-feira nesse mesmo horário.

Perez começou no rádio em 1985 na própria Rádio Difusora, no “Clube dos Cafonas”.

Em breve também deverá ocupar outro espaço na emissora, noutro perfil de programa.

Nota do Blog – Sucesso, meu amigo querido.

Vale salientar, que José Antônio – apresentador anterior do Cidade Aflita – aposentou-se dos microfones.

É outra grande figura humana, também muito querido.

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A primeira grande batalha perdida

Governo do RN já perdeu a primeira grande batalha na Guerra contra a Convid-19.

A batalha da comunicação.

Tropeça e se enrosca nos próprios erros.

Mistura informações confusas com desinformação, noticiando e desmentindo o que diz.

Uma tragédia.

A primeira.

Outras virão.

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As emoções comandam e polarizam nossas redes sociais

Por Jaime Rubio Hancock (El País)

No Twitter (e nas demais redes sociais) têm mais sucesso as mensagens que apelam às nossas emoções. Um novo estudo mostra que não somente nos sentimos mais impulsionados a compartilhar esses tuítes, como além disso as palavras que se referem às emoções e à moral captam mais nossa atenção do que as neutras.

O trabalho dos psicólogos Ana P. Gantman, William J. Brady e Jay Van Bavel mostra que os termos que apelam ao que acreditamos que é bom ou ruim “são particularmente efetivos no momento de captar nossa atenção”. Isso, como escrevem em um artigo publicado na revista Scientific American, “pode ajudar a explicar a nova realidade política”.Na primeira experiência de seu trabalho, foram mostrados aos participantes tuítes fictícios com diferentes tipos de palavras usadas como hashtags: as referidas à moral (“crime”, “piedade”, “direito”), à emoção (“medo”, “amor”, “choro”) e às duas coisas ao mesmo tempo (“abuso”, “honra”, “despeito”) captavam mais atenção do que as neutras.

Além disso, também examinaram quase 50.000 tuítes reais sobre três assuntos: o controle de armas, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a mudança climática. Os mais compartilhados tendiam também a incluir termos emocionais e morais. De fato, e de acordo com outro estudo anterior dos mesmos autores, é pelo menos 20% mais provável compartilharmos um tuíte se contém uma palavra dessa classe.

Os autores alertam que esse não é o único motivo que explica o sucesso de uma publicação. Por exemplo, o fato de que está sendo muito compartilhada e já seja muito popular pode fazer com que seu sucesso aumente ainda mais.

É mais fácil se indignar

O papel das emoções nas redes sociais já era conhecido, ainda que isso não tenha evitado que sejam usadas para nos manipular (ou tentá-lo) com boatos, mensagens políticas extremamente partidarizadas e provocações.

Jonah Berger, professor da Universidade da Pensilvânia, explicou em seu livro Contagioso, de 2013, que as emoções que nos impulsionam em maior medida a compartilhar conteúdos na Internet estão ligadas ao espanto. Pode ser pela parte negativa, como a indignação por um fato reprovável que nos surpreende, como em sua vertente positiva, como o humor.

A neurocientista norte-americana M. J. Crockett revisou recentemente na revista Nature Human Behavior os últimos estudos sobre o assunto, lembrando que nas redes encontramos mais ações que nos parecem censuráveis do que em pessoa. Talvez um dia vejamos um vizinho que não recicla e constatamos com aborrecimento que o prefeito colocou outra rotatória caótica, mas nas redes podemos encontrar inúmeros erros e más ações de qualquer parte do mundo sem sequer sair do sofá.

Além disso, é mais fácil mostrar nossa indignação: não temos que discutir com nosso vizinho, nos manifestar nas ruas e escrever uma raivosa carta à diretoria do jornal, basta retuitar.

Os riscos da manipulação

Tudo isso não precisa ser negativo: a indignação pública também tem benefícios à sociedade, ao permitir que todos nós possamos castigar ou pelo menos recriminar comportamentos censurados pela maioria (como a corrupção), além de reforçar nossa adesão a uma causa e grupo social com o qual nos identificamos.

Mas tem riscos, como aponta Crockett. Pelo menos três: primeiro, a possibilidade de que nossa participação em movimentos cívicos e sociais seja menos significativa. Já não precisamos cooperar como voluntários e fazer doações, nos satisfazemos somente retuitando.

Segundo, também diminui o nível da indignação: como é fácil nos indignar, pode chegar um momento em que não distinguiremos entre as ofensas reais e as coisas que nos são somente desagradáveis. Para dar um exemplo próximo: é realmente tão indignante que uma conta anônima e quase sem seguidores do Twitter publique piadas ouvidas milhares de vezes sobre Carrero Blanco?

Terceiro, nossas opiniões tendem a se polarizar. As próprias redes permitem que nos agrupemos em câmaras de eco com audiências semelhantes. E, como escreve o psicólogo Jonathan Haidt em A Mente dos Justos, nos unimos a “equipes políticas que compartilham narrativas morais”. Ou seja, o famoso filtro bolha de Eli Pariser.

Por fim nos acostumamos a falar a um público com o qual concordamos, procurando principalmente “recompensas de reputação” ou, nas palavras de Berger, “divisa social”. Ou seja, queremos ganhar pontos com os nossos, não iniciar uma conversa.

Isso faz com que a troca de opiniões com pessoas que pensam diferente (e que simplesmente se enganaram) seja midiatizada (e caricaturizada) por outros membros do grupo. Como escreve o professor de Direito da Universidade Harvard Cass Susstein em seu livro #Republic, as conversas profundas que cruzam barreiras ideológicas são extremamente escassas nas redes sociais.

Consequentemente, corremos o risco de ver os outros como pessoas malvadas e estúpidas em vez de, simplesmente, como pessoas que opinam que há outra maneira de se fazer as coisas que não coincide com o que nós consideramos mais adequado.

Além disso, essas mecânicas nos fazem mais vulneráveis à manipulação: é fácil provocar uma onda de indignação com o objetivo de potencializar uma polarização que o político e o grupo da vez consideram benéfica aos seus interesses, como diz Susstein. De fato, é um dos motivos que ajudam a entender que Donald Trump dedique tanto tempo ao Twitter, diz o linguista George Lakoff. Soltar uma barbaridade nessa rede social o ajuda a marcar o debate: não importa que as mensagens sejam de apoio ou contrárias, seu objetivo é simplesmente pautar a agenda e o faz provocando a indignação e o confronto. Seu caso não é único, evidentemente.

Mas isso pode ser evitado?

O panorama parece desolador, mas os autores do estudo apontam algumas questões que dão um certo otimismo.

De entrada, ainda que se costume prestar atenção à indignação e à manipulação, pelo perigo que significam, somos movidos tanto pelas emoções negativas como pelas positivas. A experiência não oferecia somente etiquetas como “inimigo”, “ódio” e “vergonha”, e sim também “bom”, “herói” e “honra”. De fato, em seu artigo dão o exemplo real da difusão da hashtag #lovewins em 2015: o dia em que os Estados Unidos legalizaram o casamento homossexual em seus 50 Estados, a hashtag teve mais de 2,5 milhões de mensagens no Twitter.

Uma segunda questão é que entender como as emoções nos motivam (indignação incluída) pode nos ajudar a parar segundos antes de compartilhar e tuitar certos conteúdos.

Chris Wetherell, o programador do botão de retuitar no Twitter, introduzido em 2009, se manifestou de maneira semelhante. Recentemente falou sobre essa inovação, afirmando que “provavelmente demos uma arma carregada a uma criança de 4 anos. Antes era preciso escrever esse RT à mão, o que nos dava alguns segundos para refletir sobre o que iríamos compartilhar.

Em seu editorial da publicação de setembro a Scientific American sugere imaginar que ao lado do botão de retuitar há um botão de pausa. Clicar nele poderia nos servir para pensar se estamos respondendo a um tuíte que somente quer causar barulho, se vale a pena ler o artigo e não somente a manchete, e se só queremos ficar bem diante de nossos amigos e seguidores, demonstrando-lhes que, mais uma vez, somos os bonzinhos.

Precisamos imaginar esse botão porque o Twitter dificilmente o incorporará. Como disse a jornalista Delia Rodríguez, “se a essa altura as plataformas não desenvolveram redes menos nocivas é pela mesma razão pela qual as fábricas tabagistas não criaram cigarros de plantas medicinais. Vai contra a própria essência de seu negócio”. Quanto mais conteúdo publicarmos e compartilharmos, melhor para elas. Mesmo que nos custe uma úlcera.

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TV Cidade Oeste estreará “Viva Bem” com Iara Monteiro

Iara: estreia (Foto: Ricardo Lopes)

A TV Cidade Oeste segue em fase de expansão de sua grade própria de programação. Em setembro, o canal 172 da Brisanet (veja AQUI) estreará o programa semanal “Viva Bem”.

Será exibido toda quarta-feira, das 10h às 11h. Tratará de temas voltados à área da saúde.

Com apresentação da jornalista Iara Monteiro, “o Viva Bem terá viés essencialmente informativo e esclarecedor”, informa a emissora que fisicamente está situada no Conjunto Santa Delmira, em Mossoró.

Contará com abordagens de temáticas diversas, através de entrevistas com especialistas no estúdio, exibição de matérias e participação direta do telespectador.

“A ideia é levar ao telespectador muita informação sobre cuidados à saúde. Tratando temas complexos, com linguagem simples e direta, de modo a esclarecer e contribuir com a qualidade de vida das pessoas”, adianta Iara Monteiro.

Nota do Blog – Sucesso, Iarinha. Tudo de bom.

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FM avançará mais ainda no universo multimídia e convergência

A FM 96 do Natal prepara algumas novidades para seus ouvintes/internautas.

Avançará mais ainda na produção de conteúdo próprio, no universo multimídia e convergência de plataformas.

Tudo foi-me detalhado por seu comandante-em-chefe, Ênio Sinedino.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

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Executiva faz aniversário com muito a ser comemorado

Odemar e Erick: ascensão (Foto: divulgação)

O sonho de dois jovens que haviam acabado de sair da faculdade, em 2003, se transformou em uma das mais bem sucedidas e premiadas agências de comunicação do Rio Grande do Norte.

A Executiva – Agência de Comunicação comemora, neste dia 15 de março, 16 anos de fundação, festejando a conquista de prêmios de nível nacional e internacional e um grande crescimento em termos de estrutura e de atendimento a clientes.

O mais recente prêmio conquistado pela agência potiguar veio no início deste ano, com o reconhecimento pela revista austríaca Archive, de uma peça publicitária do Colégio CEI Romualdo como uma das melhores do mundo.

A agência, de Natal, funcionava em apenas uma sala, com dois funcionários e dez clientes, amigos próximos dos recém-formados publicitários Erick Gurgel e Odemar Neto, que confiaram a eles a gestão das suas marcas. Os dois fizeram a faculdade juntos e compartilharam do mesmo sonho, que acabou virando realidade.

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Terra do Sal ganhará nova sede para ser “Super”

A TV Terra do Sal (veja AQUI) vai ganhar nova sede e nova identidade. 

A emissora no canal 14.1 (Aberto) e 173 (Cabo Brisanet) em Mossoró passará a se chamar Super TV.

Sairá de endereço na Avenida Alberto Maranhão, Centro, em frente à Capela de São Vicente, para outro na Rua Duodécimo Rosado, Doze Anos.

A ampla sede deverá ter pleno funcionamento com nova roupagem no ar, a partir de 20 de abril.

Sucesso.

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O protagonismo da “Síndrome do pânico judiciário”

A Comunicação da Prefeitura de Mossoró parece que fechou as portas. Só volta depois das eleições suplementares com mesma equipe ou novos ocupantes. É o que parece.

Há vários dias que sustou envio de release (matérias oficiais) à imprensa. Quase nada é divulgado. Vejo esse hiato como reflexo dos desdobramentos judiciais das eleições de 2012, quando os principais nomes concorrentes à prefeitura terminaram condenados judicialmente.

Por isso, que teremos eleições suplementares a prefeito e  vice no dia 4 de maio.

Particularmente, entendo que há excesso nessa prevenção e no nítido “patrulhamento”.

A Justiça e o Ministério Público não são donos da cidade e menos ainda da verdade. A sociedade precisa ser informada sobre atividades do poder público, com o devido freio à publicização personalista.

Eles cumpriram suas obrigações com zelo, denodo e muita coragem. A propósito, seu trabalho precisa ser visto como divisor de águas e marco no respeito ao livre direito/obrigação do voto, mas não como paradigma do pavor togado.

A Prefeitura não pode confundir, como sempre foi intencionalmente manipulado, propaganda institucional com propaganda pessoal. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Estamos na cidade em que mosaico de praça foi colocado com símbolo da “Rosa” e Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) foi inaugurada para satisfazer a vaidade de uma prefeita, mesmo sabendo que não seria aberta e milhões foram despejados em meios de comunicação para inflar imagens de políticos. Sempre foi assim.

Tudo irregular, ilegal e acintoso, sob financiamento do dinheiro público.

Agora, o que se vê é um garroteamento absurdo. Algo diametralmente oposto, mas nem por isso justo. É antidemocrático e burlesco.

Prefeito se esconde de câmeras fotográficas e priva-se de falar sobre a própria gestão; secretários municipais marcham camuflados em meio à procissão de São José – temendo serem filmados. Até despachar com vereador no gabinete do Executivo, virou crime.

Não, por favor: mudem esse filme. Não nos devolvam às privações próprias de regimes cesaristas, a artifícios casuísticos da “lei” ou às trevas da obtusidade interpretativa dos fatos.

Esse medo – ou síndrome do pânico judiciário – não faz bem à sociedade. Os deslizes devem ser punidos, mas essa covardia já se caracteriza como uma punição – sem julgamento – ridícula.

Oposição e governo têm o dever de informar. O povo precisa ser informado.

O que não pode ser permitido é o escambo entre erário e imprensa, com uma enxurrada de recursos públicos irrigando o caixa de veículos de imprensa em nome de interesses cavilosos.

Para isso, como vimos na campanha passada, existem instrumentos de aferição e apuração, que identificam sem maiores dificuldades aumento em cotas publicitárias para certas mídias, em períodos eleitorais. A Justiça e o MP soube utilizá-los muito bem no último pleito.

Parem, por favor.

A virtude está na moderação, no bom senso, não no pavor e na supremacia da intimidação, em nome da Justiça.

“Reabram” a Comunicação, respeitem a lei. Pronto.

Ao trabalho.