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Mossoró poderá eleger até quatro nomes à Assembleia Legislativa

Nesse trecho da entrevista que concedi ao programa PodFalar, da Super TV (Mossoró), na quarta-feira (10), comento hipótese de Mossoró eleger até quatro deputados estaduais.

Faço uma reconstituição histórica, apontando que essa marca foi obtida em 1974. Mas, já em 2014, não houve sequer um eleito que tivesse o município como principal base.

Acompanhe o bate-papo com os âncoras Saulo Vale e Jailton Magalhães.

P.S – Uma correção à minha fala e memória: em 1978, só Carlos Augusto Rosado foi eleito.

Primeiro videoReeleição de Beto Rosado é um tudo ou nada;

Segundo vídeo: Candidato precisa assumir lado e suas referências.

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Mossoró pode ter de três a quatro deputados eleitos

João Newton, deputado eleito em 1974 (Foto: arquivo)
João Newton, deputado eleito em 1974 (Foto: arquivo)

Mossoró caminha para fazer pelo menos três deputados estaduais este ano, podendo até alcançar marca maior: quatro. Difícil, mas não impossível.

São nomes que têm o município como sua principal base eleitoral, que se diga.

Em 2018, vieram as novidades Allyson Bezerra (Solidariedade) e Isolda Dantas (PT). Ele, dois anos depois ganhou eleições “improváveis” à prefeitura.

Ao longo de décadas, Mossoró costumou emplacar eleitos à Assembleia Legislativa, o que não ocorreu em 2014. À ocasião, não vingou ninguém.

Os dois deputados que tentaram a reeleição à época, Larissa Rosado (PSB, hoje no  União Brasil) e Leonardo Nogueira (DEM), não obtiveram êxito. Uma engenharia política posterior é que permitiu que Larissa, como suplente, fosse empossada e efetivada em 2017. Já em 2018 ela não se reelegeu.

Eleitos de 1974 a 2018  tendo Mossoró como base

1974 – João Newton da Escóssia, Alcimar Torquato, Assis Amorim e Luís Sobrinho;

1978 – Carlos Augusto Rosado

1982 – Jota Belmont e Carlos Augusto Rosado

1986 – Laíre Rosado e Carlos Augusto Rosado

1990 – Carlos Augusto, Antônio Capistrano e Frederico Rosado

1994 – Frederico Rosado e Francisco José (pai)

1998 – Frederico Rosado, Sandra Rosado e Ruth Ciarlini

2002 – Larissa Rosado, Francisco José (pai) e Ruth Ciarlini

2006 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2010 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2014 – Nenhum

2018 – Allyson Bezerra e Isolda Dantas

Quatro mais um

Em 1974, pelo menos quatro deputados ganharam eleição à AL a partir de Mossoró. Foram eleitos João Newton da Escóssia (Arena) e Alcimar Torquato (Arena), com apoio do deputado federal Vingt Rosado (Arena). O primeiro, cunhado do parlamentar; o segundo, médico, natural de Luís Gomes, mas que há mais de uma década tinha vida profissional ativa entre os mossoroenses.

Luís Sobrinho (MDB) e Assis Amorim (MDB), apoiados pelo ex-governador cassado Aluízio Alves (MDB), também foram eleitos no mesmo ano a partir de Mossoró.

Ainda aconteceu a reeleição do médico Dalton Cunha (Arena). Era mossoroense da gema, mas tinha como base principal de votos o município de Apodi e adjacências.

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Depois de eleger quatro deputados, Mossoró tenta ‘voltar’ à AL

Mossoró já chegou a determinar a eleição de quatro deputados estaduais num único ano. Foi em 1974, há 44 anos. Um feito raro. Poderá ser repetir este ano? Difícil.

Mas não será por falta de candidatos, pois pelo menos 21 nomes originários do município, em diversos partidos, foram inscritos à disputa de assentos na Assembleia Legislativa do RN neste ano.

Assis Amorim (Caricatura de Túlio Ratto)

Ao longo de décadas, a cidade sempre teve nomes na Assembleia Legislativa, o que não ocorreu em 2014. À ocasião, não elegeu ninguém.

Os dois deputados que tentaram a reeleição à época, Larissa Rosado (PSB, hoje no  PSDB) e Leonardo Nogueira (DEM), não obtiveram êxito. Uma engenharia política posterior é que permitiu que Larissa, como suplente, fosse empossada e efetivada em 2017.

Quatro nomes

Em 1974, foram eleitos João Newton da Escóssia (Arena) e Alcimar Torquato (Arena), com apoio do deputado federal Vingt Rosado (Arena). O primeiro, cunhado do parlamentar; o segundo, natural de Luís Gomes, mas que há mais de uma década atuava na medicina local.

Luís Sobrinho (MDB) e Assis Amorim (MDB), apoiados pelo ex-governador cassado Aluízio Alves (MDB), também foram eleitos no mesmo ano a partir de Mossoró.

Eleitos de 1974 a 2014  tendo Mossoró como base

1974 – João Newton da Escóssia, Alcimar Torquato, Assis Amorim e Luís Sobrinho;

1978 – Carlos Augusto Rosado

1982 – Jota Belmont e Carlos Augusto Rosado

1986 – Laíre Rosado e Carlos Augusto Rosado

1990 – Carlos Augusto, Antônio Capistrano e Frederico Rosado

1994 – Frederico Rosado e Francisco José (pai)

1998 – Frederico Rosado, Sandra Rosado e Ruth Ciarlini

2002 – Larissa Rosado, Francisco José (pai) e Ruth Ciarlini

2006 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2010 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2014 – Nenhum.

Em 1974, de “lambuja”, ainda aconteceu a reeleição do médico Dalton Cunha (Arena). Era mossoroense da gema, mas tinha como base principal de votos o município de Apodi e adjacências.

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Tatiana ‘sai’ do gabinete mas nega que seja uma opção política

Em passagem por Mossoró esta semana, para visitar obras do Governo Robinson Faria (PSD) na região, a secretária-chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, teve uns dedinhos de prosa com o Blog Carlos Santos.

Tatiana visitou obra da Estrada da Castanha (Foto: Web)

Nos últimos dias, ela cumpre intensa agenda fora do Gabinete Civil, em visita a várias obras. Afastou-se da rotina do seu habitat no Centro Administrativo, para percorrer diversos municípios do estado.

Conversa vai, conversa vem, provocamos de modo coloquial:

– Você está com atuação de “deputada”. Ou de vice, ?

Com aquele largo sorriso que parece lhe acompanhar mesmo em momentos de fortes tensões, na gestão pública, ela reagiu:

– Não é meu desejo. Sou uma executiva. Não gostaria de ser deputada.

E emendou: “Sou muito feliz fazendo o que faço.”

Vice, então, deduzimos.

Ela sorrir.

Só para lembrar: Tatiana é filha do ex-deputado estadual (já falecido) Dalton Cunha (06-02-1935/06-03-1982), mossoroense da gema.

* Claro que é uma “pegadinha“, gente. Ela teria que se desincompatibilizar para disputa de qualquer um dos cargos eletivos em jogo, o que não o fez dentro do prazo legal.

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Secretária narra agenda e passagem ‘rápida’ por Mossoró

Prezado Carlos Santos,

Tatiana: de passagem, como assinalado pelo Blog (Foto: Blog)

Leitora assídua do seu Blog, li que você registrou minha passagem por Mossoró.

Gostaria de ter ficado por mais tempo, mas infelizmente não foi possível.

Logo cedo, às 6h, concedi entrevista  a InterTV Cabugi sobre a CAERN. Em seguida, embarquei com destino a Apodi, onde tinha compromisso às 9h, para participar, na condição de Coordenadora do Comitê da Seca, do Fórum da Águas, encontro bem sucedido, que reuniu colegas do Governo ligados à área, Dirigentes da FIERN e SEBRAE, apicultores, plantadores de arroz, grandes produtores de frutas, além de outras pessoas preocupadas com o uso e gestão de água.

E voltei de Apodi, rápido como fui, para participar de reunião no Gabinete Civil, agendada para 17h, com a Senadora Fátima Bezerra (PT), Deputado Fernando Mineiro (PT), Ministério Público, OAB, Igreja Católica e diversas entidades representativas da sociedade a respeito da ocupação da Secretaria de Educação.

Devido a essa agenda apertada, minha passagem por Mossoró, dessa vez, foi apenas para desembarcar e embarcar.

Quero lhe dizer que gosto muito de ir e permanecer em Mossoró,  terra onde nasceu meu pai, Dalton Cunha, cidade do meu marido Raimundo Carlyle, que se formou na UERN, local onde residem meu irmão e sobrinhos, alunos do Mater Christi.

Afinal, não se pode negar, todos os caminhos me levam a Mossoró.

Um forte abraço,

Tatiana Mendes Cunha – Secretária do Gabinete Civil do Estado

Nota do Blog – Como noticiado, cara Tatiana, na postagem sob o título Chefe do Gabinete de Robinson também “passa” por Mossoró (veja AQUI).

Aguardamos estada mais demorada e boas novas.

Abraços em Carlyle!

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Titular do Gabinete Civil terá muitas exigências políticas

Tatiana Mendes Cunha vai ocupar a pasta de secretária-chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado.

Seu nome está ungido para essa posição, pelo próprio governador diplomado Robinson Faria (PSD).

Tatiana, procuradora da Assembleia Legislativa, compôs o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) por indicação do próprio Robinson, como consultora geral do Estado.

Tatiana: política nas veias (Foto: Escritório Mendes Cunha Advogados)

Saiu do cargo por decisão da “Rosa”, com a dissidência aberta pelo próprio Robinson em outubro de 2011.

O critério principal para ela ocupar o cargo, é a confiança que inspira no futuro governante.

Mas poderá ter algumas dificuldades, em face de uma exigência comum ao cargo: a necessidade de conhecer bem os atores políticos do estado.

É um cargo mais político do que técnico. Tatiana é uma técnica do direito, mesmo que em suas veias corram sangue político. É filha do falecido ex-deputado estadual mossoroense Dalton Cunha.

Ele foi líder de Governo nas administrações dos governadores Cortez Pereira e Tarcísio Maia. Faleceu em 1982.

O atual titular do Gabinete é o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (sem partido), marido da própria governadora Rosalba Ciarlini (DEM).