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Barragem de Pau dos Ferros pode sangrar 14 anos depois

Fila de carros nesse feriadão causou congestionamento no acesso à barragem Foto: Redes sociais)
Fila de carros nesse feriadão causou congestionamento no acesso à barragem (Foto: Redes sociais)

Dados atualizados sobre recarga da Barragem de Pau dos Ferros:

Data: 02/05/23
Hora: 06h45
Cota: 101.69
Volume: 51.513.610 m3
Percentual: 94%
Leitura: leiturista Benedito Ferreira Filho, o “Bena”, e Pedro Alexandre
Cálculos: Professor Nonato Oliveira.
Faltando para Transbordar: 0,31m (31cm) que corresponde a 3.332.390 m3 e 6% da sua capacidade hídrica.

A última sangria da Barragem Pedro Diógenes de Pau dos Ferros, a “Barragem de Pau dos Ferros”, ocorreu em abril de 2009. Há 14 anos.

Ela faz parte da Bacia Apodi/Mossoró, localizando-se a 6 quilômetros da cidade de Pau dos Ferros, com bacia hidráulica de 1.165,36 hectares. Sua Capacidade Máxima é de 54.846.000,00 metros cúbicos.

Sua parede tem 500 metros de comprimento e o sangradouro 240 metros de largura. Foi construída pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) na gestão do prefeito Pedro Diógenes Fernandes, entre os anos de 1965 a 1967, quando teve inauguração.

Atingiu sua capacidade máxima pela primeira vez em 18 de março de 1968.

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RN alcança a melhor reserva hídrica em oito anos

As reservas hídricas superficiais totais do Estado já somam 2.008.669.228 m³, percentualmente, 45,89% da capacidade total de armazenamento das principais barragens estaduais que é de 4.376.444.842 m³. Esta já é a melhor condição das reservas hídricas estaduais desde 2012 (há oito anos), quando o estado terminou a quadra invernosa com 2.960.599.325 m³.

As informações são do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), que monitora 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O mais recente Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais foi atualizado nesta segunda-feira (27).

Armando Ribeiro tem quase 50% de sua capacidade, mostra foto do engenheiro-chefe do DNOCS na região, Rafael Mendonça

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, com capacidade para 2.373.066.510 m³, acumula atualmente 1.163.336.253 m³, percentualmente, 49,02% do seu volume máximo. Para efeito comparativo, no dia 27 de Abril de 2019, a represa acumulava 787.064.000 m³, que representam 32,79% da sua capacidade.

Segundo maior reservatório do Estado, a barragem Santa Cruz do Apodi, com capacidade para 599.712.000 m³, está represando 213.173.540 m³, que percentualmente representam 35,55% do seu volume máximo. No mesmo período de abril de 2019 o manancial acumulava 153.070.976 m³, correspondentes a 25,52% da sua capacidade.

A barragem Umari, localizada em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³ já acumula 230.362.564 m³, que correspondem a 78,67% do seu volume máximo. Desde setembro de 2011 que o manancial não atingia dessa acumulação de água.

Sangrias

O Açude Mendubim, localizado em Assu, com capacidade para 77.357.134 começou a sangrar no último sábado, dia 25 de Abril. Ainda na quarta-feira, 22 de Abril, o açude Morcego, localizado em Campo Grande, também começou a verter suas águas. Além deles, continuam sangrando os açudes, Beldroega, em Paraú; Pataxó, em Ipanguaçu; Dourado em Currais Novos; Encanto, localizado no município de Encanto; Santo Antônio de Caraúbas; localizado em Caraúbas; Apanha Peixe, também em Caraúbas; Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz e Passagem, em Rodolfo Fernandes.

O reservatório Santana, localizado em Rafael Fernandes, com capacidade para 7 milhões de metros cúbicos, está represando 6.836.667 m³, correspondentes a 97,67% do seu volume máximo. No mesmo período do ano passado o manancial estava completamente seco.

O açude Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, voltou a receber aporte hídrico e está acumulando 13.211.078 m³, que percentualmente representam 29,74% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período de abril de 2019 a represa acumulava apenas 207.272 m³, percentualmente 0,47% do seu volume total.

Caicó e Pau dos Ferros

O açude Itans, localizado em Caicó, recebeu bom aporte hídrico e saiu da condição de alerta. O reservatório acumula atualmente 10.165.151 m³, que em termos percentuais representam 13,4% da capacidade do manancial que é de 75.839.349 m³. No início de abril do ano passado o Itans acumulava 1.461.500 m³, em termos percentuais, 1,79% do seu volume total.

A barragem Pau dos Ferros, com capacidade para 54.846.000 m³, também voltou a receber águas e acumula atualmente 16.535.048 m³, que correspondem a 30,15% do seu volume total. Em comparativo com o mesmo período do ano passado, o reservatório estava com 949.247 m³, correspondentes a 1,73% da sua capacidade.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, apenas 2 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade, sendo, portanto, considerados em nível de alerta. São eles: Passagem das Traíras, que está em reforma e não pode acumular grande volume hídrico, com 5,28% do seu volume máximo e Esguicho, em Ouro Branco, com 1,58% da sua capacidade. Percentualmente o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Já os mananciais completamente secos também são 2, Inharé, localizado em Santa Cruz e Trairi, localizado em Tangará. Em termos percentuais o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

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Transposição terá benefício atrasado para o RN

Do Portal Noar

Os benefícios da Transposição do Rio São Francisco devem demorar ao menos mais cinco anos para chegarem para o Rio Grande do Norte. O alerta é do ex-diretor do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), Elias Fernandes. Segundo ele, tem faltado força politica do Estado para acelerar as obras nos trechos que contemplam diretamente a região.

Em visita recente ao RN, o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, informou que as obras para o estado deverão ser licitadas até o final deste ano e que a execução só deve teve ter início em 2016. O prazo de conclusão previsto é 2019. “Com isso, o RN só deverá começar a receber os benefícios em 2020”, estimou Fernandes.

O ex-diretor do Dnocs diz ainda que, dentre os estados que serão beneficiados pelo projeto do Governo Federal, o RN é o mais atrasado e revela que não há sequer projeto elaborado.

“Curiosamente, à época em que houve as contratações dos lotes para início das obras, o Ministro da integração era do PSB, partido que governava os estados de Pernambuco (PE), Paraíba (PB) e Ceará (CE), onde os trabalhos já estão bem adiantados”, declarou ele destacando o papel político da evolução dos projetos estaduais.

No mês de abril o ministro Occhi anunciou que as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco alcançaram o índice de 74,5% de execução. Nos quatro primeiros meses do ano, o governo investiu cerca de R$ 600 milhões nas obras, contra R$ 277 milhões executados no mesmo período do ano passado.

Segundo o ministro, as obras garantirão segurança hídrica para 12 milhões de habitantes de 390 municípios dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Deputado Ezequiel trata de impasse em montagem de adutora

O abastecimento de água no Seridó é motivo de preocupação não só para a população da região, mas também para as autoridades do Rio Grande do Norte. A adutora de engate rápido que vai abastecer Currais Novos e Acari precisa de aproximadamente 70 km de tubos instalados. A obra está orçada em R$ 35 milhões e apenas pouco mais de R$ 1 milhão foi liberado.

Ezequiel (à esquerda) levará caso a Robinson (Foto: Assessoria)

A primeira carreta de canos chegou à cidade na última quarta-feira (20) com mais de 100 canos. A GAID Construções, empresa responsável pela execução da obra, já iniciou a limpeza das vias que servirão de base para a obra.

O assunto foi pauta de mais uma reunião, realizada nesta segunda-feira (25), entre o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PMDB) e o diretor do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), Walter Gomes.

Ezequiel Ferreira se comprometeu em agendar uma reunião com o governador Robinson Faria (PSD), para que ele convoque a bancada federal e juntamente com a representação da Assembleia Legislativa, vá a Brasília buscar recursos para que a obra da Adutora Currais Novos/Acari seja concluída dentro de sete meses. “Trata-se de uma causa pela qual estamos empenhados. A questão da água é prioridade e é preciso apresentar soluções imediatas para adutora de engate rápido que garante o abastecimento de água nos municípios de Currais Novos e Acari”, disse Ezequiel.

O presidente da Assembleia Legislativa destacou que é preciso exigir que o Governo Federal dê prioridade à questão da adutora.

De acordo com Walter Gomes, a região pode entrar em colapso dentro de dois ou três meses. “A obra da adutora é extremamente importante para evitar o colapso em currais novos e para que a obra tenha continuidade com celeridade, é preciso de um recurso na ordem de R$ 5 milhões/mês. Com esse recurso a adutora ficará pronta dentro de sete meses”, disse Walter Gomes.

Participou ainda da reunião o ex-prefeito de Currais Novos, Zé Lins (PMDB) que sempre tem levantado essa cobrança.

Com informações da Assessoria de Ezequiel Ferreira.

Adutora para Currais Novos começará em abril

Em função do discurso em plenário do senador José Agripino (DEM), nesta segunda-feira (23), cobrando do Governo Federal explicações sobre a demora na construção de uma adutora de engate rápido, houve resposta à apreensão do congressista.

A preocupação de Agripino é sobre a adutora para levar água da Barragem Armando Ribeiro (Assu) até Currais Novos.

O diretor geral do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), Walter Gomes, entrou em contato hoje pela manhã com o parlamentar.

A conversa foi para informar que a obra já está contratada pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Segundo ele, deverá começar efetivamente no mês de abril.

Líder do MST se integra à luta contra agronegócio no Apodi

João Pedro Stédile, membro da direção nacional do Movimento dos Sem-Terra (MST), visita Mossoró e Apodi nesta sexta-feira (25). Às 14h, ele realiza um bate-papo com a imprensa, em Mossoró, na sede do Centro Feminista 8 de Março (CF8) e em seguida vai para Apodi, onde participa de um ato, às 16h, no Acampamento Edivan Pinto.

Stédile: longa militância

A vinda de João Pedro Stédile está dentro da programação da Caravana Agroecológica e Cultural de Apodi, que está sendo realizada desde a última quarta-feira, 23, abrangendo os estados do Rio Grande do Norte e Ceará e se encerra neste sábado (26).

Além de promover o intercâmbio de experiências da agricultura familiar de base agroecológica da Chapada do Apodi, a Caravana também denuncia a ameaça que as famílias apodienses vêm sofrendo com o avanço do agronegócio na região. O projeto Perímetro Irrigado da Chapada do Apodi do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), chamado pela população de “Projeto da Morte”, se implantado, irá desapropriar mais de 13 mil hectares de terras, onde vivem e produzem 800 famílias, para que cinco empresas produzam frutas para exportação.

Como prova de resistência, as famílias se uniram e criaram o Acampamento Edivan Pinto, que hoje possui mais de mil famílias acampadas.

Ativista

João Pedro Stédile (Lagoa Vermelha, Rio Grande do Sul,  25 de dezembro de 1953) é um economista  e ativista social brasileiro. É membro da direção nacional do MST, do qual é também um dos fundadores.

Gaúcho (sul-rio-grandense ) de formação marxista, é um dos maiores defensores de uma reforma agrária no Brasil. Filho de pequenos agricultores originários da província de Trento, Itália, reside atualmente em São Paulo.

É graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México.

Atuou como membro da Comissão de Produtores de Uva, dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais do Rio Grande do Sul, na região de Bento Gonçalves.

Câncer e assassinato

A Chapada do Apodi fica entre o Ceará e o Rio Grande do Norte. No fim dos anos 80 o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) implementou um projeto de irrigação no lado cearense. A área irrigada foi ocupada por cinco grandes empresas de fruticultura, desestruturando a produção de milhares de pequenos agricultores. O uso em larga escala de agrotóxicos – inclusive com pulverização aérea – contaminou os canais de irrigação que servem às lavouras e às comunidades.

Em Limoeiro do Norte, Quixeré e Russas – cidades cearenses por onde se estende o perímetro irrigado – a incidência de câncer é 38% maior do que em cidades com população semelhante, mas que não estão expostas a tanto veneno. Um terço dos trabalhadores das empresas fruticultoras já sofreu intoxicação. O líder comunitário Zé Maria do Tomé, que denunciava o envenenamento da água, foi assassinado há três anos. O gerente de uma das empresas fruticultoras é acusado de ser o mandante do crime.

Em 2013 o mesmo DNOCS deu início a um projeto bastante semelhante no lado potiguar da chapada, onde vivem cerca de 6 mil agricultores familiares cuja produção orgânica de frutas, hortaliças, cereais, mel e carne caprina é uma referência nacional. O projeto do DNOCS prevê o cultivo de cacau e uva no sertão potiguar e foi elaborado sem qualquer participação das comunidades afetadas. Os agricultores familiares agroecológicos da Chapada do Apodi, contudo, estão organizados para resistir e adaptar o projeto às reais necessidades de quem vive e já produz – e muito – no semiárido brasileiro.

Com informações do Centro Feminino 8 de Março.

 

Dnocs garante água ao Jucuri e região até dezembro

O Departamento Nacional de Obras contra a Seca (DNOCS) deve até dezembro licitar e executar a obra do sistema adutor do poço do Jucuri em Mossoró. A informação foi repassada pelo diretor do órgão, Emerson Fernandes.

Reunião ocorreu nessa quarta-feira, no Dnocs

Ele recebeu nessa segunda-feira (12), a deputada federal Sandra Rosado (PSB), deputada estadual Larissa Rosado (PSB), vereadores Lahyre Rosado (PSB) e Vingt Neto (PSB), e os líderes comunitários Raimundo Lucas, Valdir e Vladimir, na sede do órgão (Fortaleza-CE).

O Ministério da Integração já autorizou o repasse de R$ 2,6 milhões para que o DNOCS inicie o processo licitatório para que a obra seja executada.

“Acredito que até dezembro toda burocracia da licitação seja superada e as obras iniciadas”, disse Emerson Fernandes.

Comunidades

O sistema adutor do poço do Jucuri vai abastecer cerca de dez comunidades rurais do município de Mossoró.

O poço foi perfurado a um investimento inicial da ordem de R$ 1,8 milhão.

Com a instalação do sistema adutor, cerca de 1.200 famílias das comunidades de Barreira Vermelha, Santa Rita, Guarujá, Bela Vista, São José I e II, Vingt Rosado, São Cristóvão, Cabelo de Negro e Cheiro da Terra também passarão a receber água potável em suas casas.

O poço do Jucuri é tubular e tem 600 metros de profundidade com capacidade para produzir uma média de 50 mil litros de água por hora. Como o poço foi projetado para alcançar o subsolo até  o Arenito Açu, as famílias podem contar com água potável e em abundância.

Com informação da Assessoria de Imprensa da deputada federal Sandra Rosado.

Boa parte de recursos contra seca não é usado

Do Portal Contas Abertas

O nordeste brasileiro vive a pior seca dos últimos 50 anos. O problema, porém, atinge essa região do país desde o século passado. Apesar disso, as ações do governo federal destinadas ao fenômeno climático tiveram execução de menos da metade dos R$ 5,6 bilhões orçados para a subfunção orçamentária “Recursos Hídricos” em 2012.

Apenas 42,4% da verba autorizada, o equivalente a R$ 2,4 bilhões, foi efetivamente paga nas iniciativas. Segundo o Ministério da Integração Nacional, do orçamento total destinado aos projetos de recursos hídricos, R$ 1,67 bilhão são referentes à MP 598, de 27 de dezembro de 2012, sem tempo hábil para a execução.

A outra justificativa da Pasta é que outros R$ 357 milhões foram provenientes de emendas parlamentares, que foram contingenciadas no início do exercício, com pequena liberação ao longo do ano.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nome de Elias não agrada a governismo

Carlos Augusto Rosado (DEM), digníssimo chefe do Gabinete de sua mulher, governadora Rosalba Ciarlini (DEM), sente calafrios quando vê a possibilidade iminente – via pressão do PMDB – de colocar o ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB) na pasta de Recursos Hídricos.

A saída ruidosa de Fernandes do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) não o recomendaria. O governismo já está devidamente soterrado de problemas com sua imagem pública aqui e alhures.

No próprio governismo, bancada na Assembleia Legislativa, também não faltam vozes do contra.

O PMDB fez diligências há alguns meses para aboletar Elias no cargo, mas não teve êxito.

Uma indicação do barulho

O PMDB sinaliza que topa engrossar as fileiras do Governo Rosalba Ciarlini (DEM) com mais alguns nomes, mas a “oferta” até agora tem sérias restrições.

O ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB), que presidiu o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), é a indicação do partido para reforço ao secretariado.

O casal Rosalba-Carlos Augusto Rosado (que é chefe do Gabinete Civil do Governo) não quer nem ouvir falar em Elias.

Sua saída rumorosa do Dnocs, mergulhado em denúncia de corrupção, é um sério problema à nomeação.

Mas tem outro agravante que não é confessado: Elias é adversário em Pau dos Ferros e região do grupo do deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), líder governista na Assembleia Legislativa.

Resta saber se o PMDB deseja mesmo ter maior fatia de espaço no Governo Rosalba Ciarlini ou apresenta Elias Fernandes, intencionalmente, para arranjar motivos à cisão.

Aguardemos os acontecimentos.

PMDB de Henrique indica novo diretor do Dnocs

O engenheiro Emerson Fernandes Júnior, ex-diretor geral da Companhia Docas do RN (CODERN) vai ocupar a direção geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).

A nomeação foi publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União (DOU).

É indicação do PMDB, da ‘manga’ do deputado federal Henrique Alves.

Vai substituir o engenheiro e ex-deputado estadual  Elias Fernandes (PMDB), que saiu do cargo em meio a diversas acusações de irregularidades no cargo.

O cearense Ramon Rodrigues estava interinamente no cargo, desde janeiro, época da demissão de Elias.

Plasmando a criatura

Por Gaudêncio Torquato (Portal Migalhas)

A presidente Dilma Rousseff – é visível – começa a plasmar um governo com a sua cara. Forma “um governo pra chamar de seu”. Cumpriu o compromisso com Lula, de segurar alguns perfis durante um ano, e substitui peças no tabuleiro. A decisão mais difícil foi a de tirar o petista Sérgio Gabrielli do comando da Petrobras. A presidente nunca aceitou o flagrante de Gabrielli naquele hotel de Brasília, sendo recebido por José Dirceu. O governador da Bahia, Jaques Wagner, abriu uma vaga no secretariado para abrigar o ex-presidente da Companhia, que começa a vestir o figurino de candidato a governador em 2014. As mudanças na Petrobras, dizem, irão além da ascensão de Maria das Graças Foster à presidência. Deverão abrir arestas em alguns partidos, principalmente o PMDB e o próprio PT.

Outras áreas

Mudanças ocorrerão nos escalões inferiores de toda a estrutura. Além do DNOCS, mudanças ocorrem na Casa da Moeda, no Banco do Brasil (alterações em 13 Diretorias), e em alguns Ministérios. No Ministério das Minas e Energia, as tensões começam a energizar os espíritos.

A nova identidade

A identidade do governo tem como vértice a gestão eficaz. Técnica, focada em resultados, a presidente quer ver uma estrutura mais ágil e comprometida com os parâmetros da gestão moderna. Conta, para essa missão, com a valiosa colaboração de um Grupo de Gestão, coordenado pelo megaempresário Jorge Gerdau, um ícone da revolução de métodos e sistemas administrativos. Dilma parte de uma correta visão : a nova classe média (classe média C) – cerca de 30 milhões de brasileiros – não dispõe de recursos para implantar todos os padrões usados por estratos médios superiores (B e A), devendo, assim, continuar a usar os serviços essenciais do Estado, particularmente nas áreas da Educação e da Saúde. Portanto, exigirá serviços cada vez mais qualificados.

Henrique pode não indicar novo diretor do Dnocs

Da Folha de São Paulo

Não para

Foco de tensão na base de Dilma Rousseff e objeto de denúncias de fraudes em licitações, o Dnocs passará por nova mudança em sua direção. Depois da demissão do diretor-geral, Elias Fernandes (PMDB), também o diretor de produção, Rennys Frota, perderá o cargo. Da cota do PSB cearense, Frota deve ser substituído por Cláudio Nelson, avalizado pelo governador Cid Gomes.

A crise no comando da autarquia está longe de um desfecho: embora o líder do PMDB, Henrique Alves (RN), reivindique indicar o diretor-geral, Ramon Rodrigues, interinamente no posto, conta com a simpatia do ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional).

Departamento Nordestino de Canastrões e Safados

O “Departamento Nordestino de Canastrões e Safados (DNOCS)” finalmente vem sendo desmascarado e dissecado para o bem da sociedade.

Sempre serviu a coroneis e oligarcas. Uma pena.

E a massa? Ó! Aqui, bem aqui, ó! Vida de gado.

A “massa-gente”, como definia o grande professor-senador Darcy Ribeiro, continua sendo tangida, espoliada. Sangrada viva por uma leva de engravatados de sorriso “Colgate”.

Ainda bem que em meio à lama, ainda existem pessoas comprometidas com os interesses públicos, com a salvaguarda do patrimônio nacional e com a decência.

Pobre Nordeste sem sorte!

Ministro isenta Elias de acusações, em documento oficial

O Ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, encaminhou ofício ao engenheiro e ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB). No texto, o isenta de acusações que o levaram a sair do governo.

Ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), Elias Fernandes recebeu o ofício na última quinta-feira, 26 de janeiro de 2012, após formalização do desligamento do cargo.

Sobre o Relatório da Auditoria Especial número 00190.024902-2011-11, da Controladoria-Geral da União (CGU), o ministro reconhece que “os fatos mais graves apontados naquele relatório não podem ser imputados à atual direção do DNOCS, conforme destacado inclusive por nossa Consultoria Jurídica”.

Em seguida, Fernando Bezerra assim se manifesta: “Em primeiro lugar, temos a exata noção de que o suposto pagamento irregular de vantagens pecuniárias aos servidores do DNOCS se deu tão somente em cumprimento à determinação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, consubstanciada na Nota Conjunta, número 001-2009-COGES-COCJU-DENOP-SRH-MP, de 11 de novembro de 2009. Em segundo lugar, quanto à barragem de Congonhas, sabemos perfeitamente que não existe a possibilidade de efetivar o montante de prejuízos apontados como sobrepreço, haja vista a rescisão do contrato firmado no ano de 2002, publicada pelo Diário Oficial da União ainda no ano passado”.

Por fim, o ministro agradece aos serviços prestados como diretor-geral ao Dnocs.

Nota do Blog – A presidente Dilma Rousseff (PT) já nomeou o substituto de Elias Fernandes no Dnocs. Trata-se do cearense Ramon Flávio Gomes Rodrigues, que é assessor direto do Governo Ciro Gomes (PSB).

Em mãos oligarcas, Dnocs pouco ajudou nas grandes secas

Marco Antônio Villa (Especial para a Folha de São Paulo)

O Dnocs tem uma longa história. Foi criado em 1909, inspirado no sucesso obtido pelo “Reclamation Service”, criado pelo presidente Theodore Roosevelt para áreas desérticas dos Estados Unidos.

Neste século de vida, tem muito pouco para mostrar. As obras realizadas pouco efeito tiveram nas grande secas, como as de 1915, 1919, 1932, 1942, 1951-1953, 1958, 1970 e 1979-1983.

A autarquia foi mantida sob controle absoluto da oligarquia nordestina, dos “industriais da seca”, expressão popularizada por Joaquim Nabuco nos anos 1880.

O Dnocs ficou notabilizado pela construção de grandes açudes, que envolveram vultosos recursos federais. A maior parte deles está abandonada, sem canais para irrigar terras, salinizados e sem qualquer uso efetivamente econômico. E pior: sem conservação, correndo o risco de as barragens se romperem.

A criação do Dnocs fez parte de um momento da história brasileira em que o Nordeste -à época chamado de Norte- passou a ser considerado uma região problema.

Sem condições de gerar suas próprias fontes de renda, passou a depender do governo central. Esse processo começou após a trágica seca dos três setes, de 1877-1879, e seus 600 mil mortos, 4% da população brasileira de então.

Imaginava-se que o problema central da agricultura e da pecuária da região era a falta de água, daí a construção de açudes. A solução hidráulica, capitaneada pelo Dnocs, foi um fracasso.

Porém, serviu como uma luva para os interesses políticos coronelistas, principalmente quando seca e eleição coincidiam, como em 1958, 1970 ou 1982.

Marco Antônio Villa é historiador e professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Dilma ‘enquadra’ Henrique e mostra sua força

Da Folha de São Paulo

Efeito Bumerangue

Desafiada pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN), Dilma Rousseff não só antecipou a demissão de seu apadrinhado Elias Fernandes (ex-Dnocs) como sinalizou que a crise com o principal partido da base aliada pode se alastrar para o Senado. Ontem, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) teve de entrar em campo para acalmar peemedebistas, informados de que o próximo da lista de degola seria Sérgio Machado (Transpetro), da cota de Renan Calheiros (AL). Em conversas reservadas no Planalto, a presidente expressou indignação com a incontinência verbal de Alves, um dos capitães do time do vice, Michel Temer.

Segue o jogo

Henrique Alves brigou por uma saída honrosa para o aliado. Temia que sua candidatura à presidência da Câmara em 2013 fosse abalada com a suspeita de desvios na autarquia. Ainda assim, o líder deve indicar o substituto de Fernandes.

Dilma determina saída de Elias e demissão é consumada

O diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes Neto, deixou nesta quinta-feira (26) o cargo, após acusação de ter favorecido seu estado de origem em convênios do órgão.

A saída foi anunciada por meio de nota oficial divulgada pelo Ministério da Integração Nacional, ao qual o órgão é submetido, após reunião entre Elias Fernandes Neto e o ministro Fernando Bezerra Coelho.

“Após reunião de trabalho com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, o senhor Elias Fernandes, pediu, na manhã desta quinta-feira (26), exoneração da Diretoria Geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), em função da reestruturação dos quadros das empresas vinculadas à pasta. O secretário Nacional de Irrigação, Ramon Rodrigues, assume interinamente o cargo”, diz a nota.

O deputado federal Henrique Alves (PMDB) foi comunicado com antecedência que a ordem de demissão partida da própria presidente Dilma Rousseff (PT). Ainda tentou segurar o pulilo, mas sem sucesso.

Saiba mais dos bastidores clicando AQUI.

Eleição de Henrique, a presidente, está comprometida

Os jornalistas Gerson Camarotti e Roberto Maltchik, de O Globo, relatam hoje (26) que o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves, amarga desfeita na Funasa (Fundação Nacional de Saúde) em Mato Grosso do Sul.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, trocou o peemedebista Flávio Britto Neto pelo petista Pedro Teruel na superintendência da Funasa naquele estado, a pedido do senador Delcídio Amaral, do PT do Mato Grosso do Sul. E o cargo, segundo Henrique Alves, era da cota do PMDB.

Esse é mais um bolsão da crise que parece insanável, mesmo que escamoteada, entre o PMDB e o PT. Os dois principais partidos da base governista duelam por prestígio, “espaços” e verbas.

O deputado federal Henrique Alves, com a nova preocupação no Dnocs (veja postagens mais abaixo), também passa a sentir mais próximo de si, os efeitos dessa permanente luta por acomodação de interesses. Ele teria a promessa de apoio do PT e do Governo Dilma Rousseff (PT) para ser o próximo presidente da Câmara Federal, em substituição a Marco Maia (PT-RS).

Quem aposta 100% que isso ocorrerá?

A própria condição de governista em Brasília e aliado do principal partido de oposição ao Governo Dilma, o DEM, no Rio Grande do Norte, deixa o deputado em situação embaraçosa. Está sempre no fio da navalha, apesar do seu considerável poder de líder da bancada do PMDB na Câmara Federal.

“Bigamia política” começa a mostrar seus efeitos colaterais

O deputado federal Henrique Alves (PMDB) passou a ser vítima do “fogo-amigo” de governistas na Esplanada dos Ministérios e do DEM-RN, que não gosta de Elias Fernandes (diretor-geral do Dnocs).

Como está com uma canela no Governo Dilma Rousseff (PT) e outro no Governo Rosalba Ciarlini (DEM), Henrique começa a pagar o preço da dubiedade. É lá ou cá? Decida.

Alguém está sendo enganado nas relações empinadas por Henrique: Dilma ou Rosalba. Não é possível levar até o fim essa bigamia política esdrúxula.

Anote aí, por favor: parte das informações sobre o Dnocs e possíveis relações do deputado estadual Gustavo Fernandes (PMDB), com esse órgão, são fornecidas por setores do DEM/RN. Só para lembrar: Gustavo é filho de Elias Fernandes.

São aliados da governadora que se incomodam com a força crescente do PMDB em seu governo, que influem diretamente nas lutas paroquiais dos municípios.

Veja postagens mais abaixo que fica fácil entender essa abordagem.

Prefeito do DEM/RN denuncia ‘aliado’ do PMDB no Dnocs

“Convênios do Dnocs ajudaram a eleger diretor-geral do órgão.” Esta é uma das principais manchetes do jornal Correio Braziliense, hoje (veja postagem abaixo).

O periódico, um dos mais respeitados do país, mostra sérios indícios da utilização do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) como caldeira para dar força à postulação à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, de Gustavo Fernandes (PMDB). Ele é filho do ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB), ainda diretor-geral do Dnocs.

Entre os principais depoimentos contra Elias e Gustavo, colhidos pelo Correio Braziliense, encontramos o de Leonardo Rego (DEM), prefeito de Pau dos Ferros.

Veja o que mostra a reportagem do Correio Braziliense:

(…) Leonardo Rego, prefeito que faz oposição ao PMDB no município de Pau dos Ferros, reclama que sua cidade foi prejudicada nas transferências de verbas, pois não fez parte do acordo. “Foi explícito, quando conversávamos com vários prefeitos, eles nos relatavam o privilégio da liberação dos convênios após o pacto de apoio ao filho dele (Elias Fernandes). Há relatos de prefeitos de que houve atropelo das etapas de liberação dos empenhos e que, em alguns casos, os convênios foram pagos em parcelas únicas. Nós sabemos que para se aprovar um projeto que envolve verba federal é uma maratona”, diz o prefeito de Pau dos Ferros.

Tudo seria muito normal, se DEM e PMDB não fossem aliados no Rio Grande do Norte, numa aliança que começou a ser costurada nas eleições de 2006, mas que até hoje é uma estranha mistura de “água e óleo”, como chegou a afirmar o ex-deputado federal Ney Lopes (DEM).

A propósito, Ney Lopes – mesmo após essa constatação científica e política, foi candidato a vice-governador em 2006. A cabeça de chapa ficou com o peemedebista Garibaldi Filho (derrotado ao governo por Wilma de Faria-PSB).

Saiba mais adiante:

– Henrique tem projeto “presidencial” comprometido;
– “Bigamia política” começa a mostrar seus efeitos colaterais.

Convênios de Dnocs ajudaram a eleger filho de Elias

Por Josie Jerônimo (Correio Braziliense)

Convênios do Departamento Nacional Contra a Seca (Dnocs) beneficiaram o filho de Elias Fernandes Neto (PMDB), diretor-geral do órgão, nas eleições de 2010. Pelo menos R$ 9,3 milhões de convênios firmados em ano eleitoral — sem vinculação com obras emergenciais — foram repassados para 27 municípios do interior em que prefeitos apoiaram a candidatura de Gustavo Fernandes (PMDB) para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Em 2010, de acordo com o Dnocs, R$ 12,2 milhões em recursos públicos abasteceram os convênios. Desconhecido no estado e com caixa de campanha oficial de R$ 259 mil, o filho do diretor do Dnocs conseguiu figurar como deputado mais votado nos municípios que receberam recursos do órgão do Ministério da Integração sem ter que rodar o estado para pedir votos.

Desconhecido no RN, Gustavo teve votação expressiva em cidades do interior

Gustavo Fernandes também ganhou ajuda de empreiteira que recebe recursos do Ministério da Integração. A Empresa Industrial Técnica (EIT), empresa que ganhou R$ 21 milhões da pasta em 2010, transferiu R$ 50 mil para a campanha dele.

No estado, mudanças de comportamento de líderes municipais, como a prefeita de Martins, Maria José Gurgel, chamaram a atenção dos partidos. Correligionários da prefeita do DEM se irritaram após ela declarar apoio a Gustavo Fernandes em vez de defender a candidatura de deputados estaduais da legenda.

A cidade tinha, desde 2008, convênio de R$ 600 mil com o Dnocs que estava parado por falta de execução orçamentária. Após as eleições, no entanto, os recursos foram liberados de uma só vez.

Água Nova

Procurada pelo Correio, a assessoria do Dnocs informou que três ordens bancárias de pagamento foram expedidas, mas a segunda cancelou a primeira e, por isso, os recursos foram pagos em 2011. Os recursos do convênio destinavam-se à recuperação do acesso ao sítio arqueológico Casa de Pedra, ponto turístico da região. O apoio ao município de Martins rendeu a Gustavo Fernandes sucesso eleitoral no município.

Ele recebeu 30,9% dos votos válidos na cidade. Na disputa pela Assembleia, o deputado estadual mais votado — Antônio Jácome (PMN) — teve média de votação inferior a 4% em todo o estado.

O recorde do filho do diretor do Dnocs foi registrado em Água Nova. Ele conseguiu 51,3% dos votos válidos e, em novembro de 2010, a cidade recebeu R$ 100 mil para a construção de uma passagem molhada, nome dado às pontes que ligam comunidades separadas por riachos.

Na lista dos convênios liberados em ano eleitoral também está recurso de R$ 150 mil para readequação de 40 casas em Alto do Rodrigues. A Controladoria-Geral da União (CGU) relacionou problemas na execução do convênio, como direcionamento de licitação e suspeita de desvio de recursos graças à utilização de empresas de fachada. Mesmo assim, eleitoralmente a proximidade do Dnocs com o município rendeu a Gustavo desempenho de 22,2% entre os eleitores de Alto do Rodrigues.

A assessoria de imprensa do Dnocs afirmou que “desconhece o favorecimento de municípios que ajudaram a campanha do deputado estadual Gustavo Fernandes”.

Relatório do Dnocs sobre as atividades do departamento em 2010 registra que no ano das eleições o número de convênios firmados em todo o país cresceu 22%. A assessoria informou que o “aumento de recursos de 2010 para execução de convênios decorreu de decisão do ministério em destacar maior parcela de recursos para os estados do Nordeste”.

O Dnocs repassou R$ 12,2 milhões em recursos de convênios em 2010 para o Rio Grande do Norte; R$ 9,4 milhões para Minas Gerais; R$ 36,2 milhões para o Ceará; e R$ 84,9 milhões para a Bahia.

Saiba mais adiante:

– Prefeito do DEM no Rio Grande do Norte alimenta imprensa para fragilizar Elias e o PMDB;
– Crise compromete acordo para eleição de Henrique Alves à Presidência da Câmara Federal;
– Bigamia política esdrúxula de Henrique Alves começa a ter efeitos colaterais.