O ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PSD) abre os braços para não ser engolido pelos acontecimentos e trabalha para ser encaixado numa nominata a deputado estadual.
O tempo urge e ruge.
As conversas estão em andamento.
Em 2022, ele não vingou ao Senado e em 2024 foi derrotado à Prefeitura de Natal.
Álvaro Dias garantiu que não está fazendo pré-campanha; só cuidará disso no próximo ano (Foto: reprodução do BCS)
“Seridoense que não quiser um seridoense no Governo não ama sua terra”, diz Álvaro Dias (Republicanos), caicoense de origem e ex-prefeito de Natal, onde tem domicílio eleitoral e residencial, em entrevista ao Sistema Rural de Comunicação, de Caicó.
Pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias concedeu entrevista nesse domingo (20), durante transmissão ao vivo direto da Praça da Catedral, em Caicó. Em tom firme, reafirmou seu compromisso com a região do Seridó e defendeu que os seridoenses valorizem candidaturas locais ao Executivo estadual.
Regionalismo e voto
Álvaro também reforçou que espera construir uma ampla base política no Seridó e apelou ao sentimento regionalista dos eleitores: “O seridoense que não quiser um seridoense governando o Estado do Rio Grande do Norte, é porque realmente não tem amor pela sua região”, afirmou. E completou com uma citação que marcou a entrevista: “Quem não faz nada pela sua terra, não fará nada pela terra de ninguém.”
A frase foi cunhada e repetida incontáveis vezes pelo prefeito de Mossoró, Dix-huit Rosado, falecido no exercício do terceiro mandato municipal, em 22 de outubro de 1996.
Apesar de negar que políticos seridoenses contrários à sua candidatura estejam “traindo” a terra natal, Álvaro considerou que estariam “se equivocando” ao não apoiar um nome que conhece de perto os desafios da região. “Eu votaria com consciência em um candidato da minha cidade, com a certeza de que ele daria prioridade ao lugar onde nasceu, onde viveu a sua história.”
Questionado sobre articulações políticas na cidade, especialmente com o prefeito de Caicó, Dr. Tadeu (PSDB), Álvaro foi categórico: “Não tô costurando apoio de ninguém, em lugar nenhum. Vou deixar isso para o próximo ano”, garantiu. Ao ser confrontado sobre possíveis bastidores de negociação, negou qualquer movimentação nesse sentido.
Álvaro busca reposicionamento e aproxima-se de Allyson; encontro foi nessa segunda (Fotomontagem do BCS)
Com uma comitiva de aliados e assessores, o ex-prefeito de Natal e pré-candidato a governador Álvaro Dias (Republicanos) aportou no fim da tarde desta segunda-feira (16) em Mossoró. Missão? Segundo ele, apenas “fazendo uma visita de cortesia ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB).”
“Dissertamos um pouco sobre gestão e as principais obras que realizamos, eu em Natal e ele em Mossoró. Uma boa conversa sobre o Rio Grande do Norte, sobre política e também sobre o São João, muito importante para a cultura nordestina e a economia criativa do nosso Estado. Encontro bastante proveitoso. Na oportunidade, recebemos o convite para participar do Mossoró Cidade Junina e deveremos estar presente em breve”, relatou em suas redes sociais.
O movimento de Álvaro Dias vai bem além da fidalguia. Porém, não é muito distante do que ele pregou no dia 22 de março deste ano, em entrevista à TV Ponta Negra (veja AQUI e no vídeo abaixo). À emissora, à época, identificou Allyson Bezerra como bom cabo eleitoral, mas “muito novo” para ser candidato a governador.
Mesmo com praticamente todas as pesquisas eleitorais publicadas o apontando em primeiro lugar, com folga, em relação a outros potenciais nomes, como o próprio Dias, o prefeito local nunca disse que era pré-candidato. Eis a questão.
Álvaro Dias tenta se reposicionar no jogo sucessório no campo da oposição. Perdeu muito espaço e começou a ser descartado pelo senador Rogério Marinho (PL), que voltou a afirmar à semana passada que é pré-candidato, sim. O senador Styvenson Valentim já avisou também que quer Marinho na cabeça de chapa.
Do prefeito Paulinho Freire (UB), que o sucedeu em Natal, com seu apoio ostensivo e fervoroso, Dias também não teve um mínimo aceno de preferência até o momento.
Resolveu se mexer. Agora pega Allyson Bezerra pelo braço. Sim, aquele mesmo: o “muito novo.”
Em entrevista à jornalista Micarla de Sousa no programa Sem Filtro, da TV Ponta Negra, nesse sábado (22), o ex-prefeito natalense Álvaro Dias (Republicanos) resumiu como quer viabilizar sua pré-candidatura ao governo do RN.
Para ele, chegou sua vez e outros nomes da oposição que são citados, em pesquisas, devem abrir mão de qualquer projeto nesse sentido, para apoiá-lo.
No caso do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), que sequer se apresentou como concorrente, mas sempre aparece muito bem nas sondagens, Dias fez quase um apelo público.
Pregou que ele não deva ser candidato por “ser muito novo.”
O PDT no RN tem uma missão bem clara: ser força auxiliar do PT da governadora Fátima Bezerra.
A mudança de comando da legenda (veja AQUI), saindo das mãos do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (agora no PSD), para a ex-deputada estadual Márcia Maia, está longe de representar uma reviravolta na vida do pedetismo no RN.
A propósito, Márcia é presidente da Agência de Fomento do RN (AGN), órgão do Governo do Estado.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Threads AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.
É preciso acurada análise sobre a postura da governadora Fátima Bezerra (PT), em defesa do seu candidato ao Senado, Carlos Eduardo Alves (PDT), para se perceber que nem tudo é visível aos olhos comuns, na política. Porém, tudo tem uma razão de ser. Ou mais de uma. Eis o caso.
Fátima não defende Carlos apenas por uma questão de coerência politica, haja vista ser ele o candidato de fato e direito a senador, com apoio do PT e seu.
Voltemos um pouco no tempo para compreendermos o porquê de ele ter sido o escolhido, quando outros pleiteavam a vaga, brigavam até (como o atual senador Jean-Paul Prates, do PT), pela indicação.
O ex-prefeito natalense era o nome que causava temor como adversário ao governo, caso fosse candidato pela oposição. Os demais que surgiram e feneceram num mar de especulações ou flutuando em balões de ensaio, não assustavam.
Segundo ponto: Carlos Eduardo foi atraído também por seu bom acervo de intenções de voto na capital e região metropolitana, uma área geopolítica nevrálgica para a governadora, em 2018, e mesmo antes do pleito daquele ano.
Deixar Carlos digladiando-se com o deputado federal Rafael Motta (PSB), por exemplo, um concorrente ao Senado, mesmo que do igual campo político, não era prudente à governadora. Por isso que Fátima Bezerra no último fim de semana foi direta e interveio na arenga entre os dois:
“Para quem ainda não entendeu, nossa chapa é formada pelos seguintes nomes: Lula, presidente; Fátima Bezerra, governadora; Walter, vice-governador, e Carlos Eduardo, senador” (veja AQUI).
Está claro, mas não por completo. Falta o inconfessável: não escudar e içar Carlos Eduardo seria um risco para Fátima Bezerra, que provocaria desconfiança na cabeça do eleitor ‘carlista’, pela posição dúbia. Prevaleceram bom senso e inteligência política. Rafael fica no “modo espera,” mas não exatamente fora ou distante.
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.
Pré-candidato ao Senado, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) ainda não tem definido quem comandará o marketing de sua campanha.
Contava com um velho conhecido e amigo, o marqueteiro Alexandre Macedo da Base Propaganda.
Mas…
Macedo vai estar em uma posição diametralmente oposta: no comando da campanha do ex-ministro do Desenvolvimento Regional e pré-candidato ao Senado, também, Rogério Marinho (PL) – veja AQUI.
Ô luta medonha!
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.
Fátima e Carlos: está tudo em casa, Fátima e Carlos sabem (Foto: arquivo/Web)
A origem é de fácil identificação.
Trata-se de “fogo de futuro amigo”, recente ataque ao ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), possível nome ao Senado com apoio da ex-adversária e atual governadora Fátima Bezerra (PT).
Vídeo espalhado nas redes sociais resgata discurso dele contra o PT, na campanha de 2018, quando foi adversário do partido e de Fátima na disputa ao governo estadual.
Não adianta chororô.
Daqui a pouco os que o execram estarão todos a seu lado no palanque da governadora.
Gostem ou não.
Ordens do Lula (PT).
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.
Depois de soltar os cachorros à possível atração ao palanque petista no estado, de nomes da oligarquia Alves, o senador e ainda pré-candidato à reeleição Jean-Paul Prates (PT) dá um passo atrás.
Em postagem em suas redes sociais nessa terça-feira (8), o senador petista mudou o tom, para não ficar para trás.
Segundo ele, “a hora é de união e de construirmos alianças para sustentar um projeto de longo prazo para os brasileiros e brasileiras“.
Bingo!
Ah, Agora sim!
No último dia 2, vendo que avançava a costura da governadora Fátima Bezerra (PT) para contar com o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), seu ‘adversário’, como nome ao Senado, Prates estrilou:
– (…) Seria constrangedor ver o partido oferecer a opção de votar na chapa ao Senado em um candidato que irá nos trair… Não acredito que isso vá acontecer (veja mais detalhes AQUI).
A Executiva Estadual do PT decidiu na última segunda-feira (7), que caberá à Fátima Bezerra conduzir o próprio processo sucessório. Mais: em termos de RN, sua reeleição é a prioridade.
A reunião/decisão foi medida urgente tomada justamente após a insurreição de Jean-Paul.
Não se pode descrever a dor de um pai e uma mãe despedindo-se do filho para sempre.
Ainda na mente, a notícia dada pelos netos, na noite do último dia 30, de que havia falecido Ney Lopes de Souza Júnior (veja AQUI), o nosso único filho, presente, amigo e solidário em todos os momentos da vida.
O desalento que assaltou a mim e Abigail foi aquele do rei Davi, diante do corpo do filho Absalão, ao exclamar:
“Ó meu filho Absalão! Eu preferiria ter morrido no seu lugar”.
Ney Lopes, dona Abigail e Ney Lopes Júnior (Foto: de família)
O sofrimento dilacerante sobreveio, quando tocamos o seu corpo frio, inerte, aparência tranquila como ele era.
Olhamos sua face, contando os segundos que corriam para o fechamento do ataúde e a cremação, por ele desejada.
Acariciamos o seu rosto, deitamos a cabeça sobre o seu corpo, apertamos as mãos geladas com um terço entrelaçado, num gesto de comiseração e piedade.
O nosso filho querido estava morto.
Recordei aquele 25 de março de 1974, quando com Abigail na Maternidade Januário Cicco, em Natal, aguardávamos o tão esperado único “filho homem”.
A expectativa era dar as boas-vindas ao recém-nascido, o que afinal aconteceu.
Passaram-se os anos.
Tenho presente a sua extrema dedicação à minha vida política.
Criança, ele fazia questão de me acompanhar e falar nos comícios.
Junto com amigos dedicados, que lhe homenagearam pós morte, participou da organização da ala jovem do PFL, em Natal e depois em Brasília, onde chegou a presidir nacionalmente o movimento.
Na última sexta, visitando Natal, o ministro João Roma, da Cidadania, que foi um dos jovens que com Ney Jr desejaram contribuir com a política brasileira, recordou momentos de idealismos e sonhos.
Destacou o desprendimento de Ney Jr, sempre buscando a conciliação e até renunciando posições em favor de amigos, como fez em relação a ele próprio
A visita que recebemos de João Roma nos gratificou pelas recordações e, sobretudo, pelo merecido êxito dele como auxiliar prestigiado do presidente Bolsonaro.
Outros jovens daquela época, companheiros de Ney Jr, estão hoje na política nacional: ACM Netto, Eduardo Paes, Efraim Morais Filho.
O deputado Felipe Maia, também participante do movimento, disse-me no velório, que a história desses jovens idealistas ainda precisa ser contada.
Ney Jr foi um lutador e venceu o bom combate.
Semeou o bem, por onde passou, comprovado pela unanimidade de mensagens carinhosas, calorosas e verdadeiras, que temos recebido, lido e ouvido, de tantos que tiveram a felicidade de com ele conviver.
Embora bem assistido por médicos, Ney Jr sofreu muito nos últimos anos.
Em plena campanha passada, internou-se em UTI com pneumonia (teve três em períodos diversos), duas vezes Covid-19 e processos depressivos.
Essas foram as causas do seu insucesso eleitoral em 2020, impossibilitado de fazer a campanha.
Quando se imaginava curado, veio o laudo médico do óbito, acusando como “causa mortis” edema e congestão pulmonar, enfarte agudo do miocárdio; cardiopatia isquêmica e doença arterial coronariana.
Há quem admita tenham sido fatais efeitos colaterais do terrível coronavírus.
Com apenas 47 anos de idade foi-se para a Eternidade.
Deixou legado de um ser humano, de profunda sensibilidade social.
Demonstrou isso ao concluir em Washington DC um mestrado em direito econômico e ser convidado para trabalhar no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
Optou por ingressar na política em Natal e ajudar os desprotegidos.
Aprovou como vereador 52 projetos de lei na Câmara Municipal de Natal, todos eles voltados para os mais necessitados.
Propôs, em convenio da Câmara Municipal com o Tribunal de Justiça, a implantação da mediação comunitária em Natal, como forma de solução rápida dos conflitos judiciais de pessoas carentes.
A propósito, o arcebispo Dom Jaime, ao dar uma benção no corpo, fez o registro da sua vocação de servir, depois ratificado pelo amigo padre Charles, que oficiou a missa de corpo presente e acompanhou a cremação.
Guerreiro, não desistiu nem por um só segundo, mesmo quando lhe pesava nos ombros a dor física, psicológica e o sentimento avassalador das intempéries sofridas, que por vezes não podiam ser expressas, nem tampouco remediadas.
Para atingir os seus objetivos precisou muitas vezes rumar mar adentro, mesmo sob o risco de naufragar, mas sempre com o maior objetivo de persistir na luta pelos que acreditava.
Como dizia São Tomás de Aquino: “Se a meta principal de um capitão fosse preservar seu barco, ele o conservaria no porto para sempre. …”!
E você, sempre o manteve em “alto mar”, remando, muitas vezes, contra a maré, sob maus tempos e ventanias, desbravando caminhos, por causas pelas quais se comprometera publicamente.
Ney Jr a todos tratava com educação e urbanidade.
Por isso, as correntes políticas locais manifestaram pesar, sem exceções.
Exerceu os cargos de Prefeito de Natal e Presidente da Câmara Municipal, em caráter transitório.
Na condição de prefeito constatou o clamor dos servidores com atraso de vencimentos, em período natalino.
Conseguiu levantar no TRT um depósito da PMN e pagou aqueles de menor salário.
Em 48 hs autorizou um “mutirão” de limpeza pública em Natal.
Quando deu posse a Carlos Eduardo saiu do prédio da Prefeitura sob aplausos.
No seu sepultamento no Morada da Paz em Natal foram 79 coroas em homenagem póstuma.
Não teve mais pelo estoque de flores ter acabado no cemitério.
Eu, Abigail e familiares lutaremos para conseguir suportar a ausência do filho e amigo querido.
Não vai ser fácil.
Mas, descanse em paz, Ney Jr.
Você ainda poderia nos dar muitas alegrias, mas escolheu ser “saudade”. Por força da saudade, ainda convive entre nós.
Como escreveu a sua irmã Ana Lilian, no livro da missa de sétimo dia, temos a certeza que cumpriu o seu ciclo na vida da melhor forma, até o fim… nunca desistindo de lutar!
Hoje, rogamos a Deus que tenha alcançado a paz tão merecida, e descanse, enfim, nos braços do Pai!
Te amaremos para sempre, e para sempre, não tem fim!
Sabemos que está apenas no outro lado do caminho e que Santo Agostinho tem razão ao dizer, que “a angústia de ter perdido, não supera alegria de ter um dia possuído”.
O vazio da sua ausência de Ney Jr será preenchido em nosso reencontro da Eternidade.
Até um dia, meu filho Ney Jr, até um dia!
Nesta segunda, 6, às 18h30 missa de sétimo dia de Ney Lopes Jr, na Igreja de Santa Terezinha (@igrejasantateresinha, em Natal.
Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal
Após as eleições de 2018 e mais de um ano e dois meses do pleito em segundo turno daquele ano, Carlos Eduardo Alves (PDT) não fez uma única visita às bases interioranas do seu partido.
Queixas à sua postura estão sobrando. São fáceis de serem captadas aqui e ali.
Candidato àquele ano a governador do RN pela segunda vez (a primeira foi em 2010), Carlos tem tido conversas pontuais em Natal com integrantes da legenda ou grupos interessados na legenda. Nada mais.
Ano passado, chegou a ficar ameaçado de perder o controle partidário, devido incursões de gente que até lhe fora fiel na política quando era prefeito da capital. Sobreviveu.
As eleições deste ano devem colocar o PDT em situação desconfortável de Natal ao interior, com escassos sinalizadores de protagonismo.
Sem poder ser candidato por restrições legais, o ex-prefeito segue em composição com seu sucessor e atual prefeito Álvaro Dias. Com ele deverá continuar, pelo menos até as eleições próximas.
Acompanhe oBlog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, InstagramAQUI, FacebookAQUI e Youtube AQUI.
Carlos e Álvaro: desenlace esteve perto (Foto: arquivo)
Alguns interesses que se consorciam e falta de coragem impediram o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) de romper com o sucessor e pré-candidato à reeleição natalense – Álvaro Dias (MDB).
Motivos não faltaram para o desenlace, num duelo surdo com episódios nada edificantes, sobretudo quanto ao controle do PDT no RN.
Agora é tudo ou nada em 2020.
Se Álvaro Dias não se reeleger, Carlos atrofiará sobremodo politicamente.
Mesmo que o prefeito ganhe, não será possível esperar muito dele para o futuro.
A afinação é de fachada, a junção é tática.
Anote, por favor.
Acompanhe oBlog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, InstagramAQUI, FacebookAQUI e Youtube AQUI.
Morreu hoje cedo no Hospital São Lucas, o ex-prefeito de Natal Ernani Silveira.
Aos 86 anos, ele estava internado há duas semanas tratando de uma infecção urinária.
Maçon e conselheiro do ABC, Ernani da Silveira foi vice-prefeito de Natal, presidente da Câmara e prefeito da capital.
O corpo dele será velado na Loja Maçônica Bartolomeu Fagundes, na avenida Alexandrino de Alencar, e o enterro será amanhã cedo, no cemitério Morada da Paz, em Emaús.