Avanço local ficou bem acima da média do Brasil que cresceu 2,8% (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo)
O setor de Serviços do Rio Grande do Norte manteve um ritmo acelerado de expansão em junho de 2025, registrando crescimento de 6,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, desempenho que coloca o estado na terceira posição nacional.
O avanço local ficou bem acima da média do Brasil que cresceu 2,8%. A análise é do Instituto Fecomércio RN (IFC) com base nos números da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE.
O salto em junho representa uma virada expressiva em relação ao mesmo mês de 2024, quando a alta havia sido de apenas 0,1%. No acumulado do primeiro semestre, o estado também ficou com a terceira posição nacional e primeira no Nordeste, diante do aumento de 6,4% na receita de Serviços, em termos reais, ou seja, já descontada a inflação, na comparação com igual período de 2024.
O bom desempenho é atribuído a fatores como o fortalecimento do turismo na alta temporada, eventos regionais – como os festejos juninos – e o incremento nas operações logísticas, que compensaram efeitos da renda apertada das famílias e dos juros elevados.
As atividades do Turismo cresceram 6,3% esse ano no estado. Se mantiver o ritmo, a expectativa do IFC é que o setor de Serviços do RN pode encerrar 2025 com crescimento entre 6,5% e 7%, o melhor desde 2021.
“É um avanço importante, especialmente quando lembramos que, no mesmo período do ano passado, o setor havia recuado. O desafio, agora, é manter esse ritmo e buscar soluções para os gargalos, garantindo que o setor continue contribuindo para o desenvolvimento econômico e a geração de empregos no estado”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.
Luciano Kleiber fez apresentação dos números (Foto: Divulgação)
A Prefeitura de Mossoró recebeu nesta sexta-feira (1º) a comitiva de dirigentes e técnicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (FECOMÉRCIO/RN) para apresentação de pesquisa de avaliação do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2025. Os números comprovam o crescimento do evento e coloca o São João da cidade como um dos maiores do Brasil. A edição deste ano do “MCJ” movimentou R$ 366 milhões, um dado histórico, superando os anos de 2023 e 2024.
Realizada desde 2017, o trabalho é do Instituto Fecomércio do RN (IFC), reconhecido pelos estudos científicos desenvolvidos em todo o Estado. A avaliação contou com a opinião de empreendedores e população durante todo o mês de junho. Ao todo, foram ouvidos 700 participantes e 200 empresários dos setores de comércio e serviços.
O retorno do investimento para o município também foi comprovado pela circulação de valores dentro da cidade. Em um dos itens, o aumento do abastecimento pelos comerciantes proporcionou também o giro de mercado, garantindo impulsionamento. Outro dado mostra que cada Microempreendedor Individual teve um faturamento líquido próximo a R$ 30 mil com o evento. Além disso, o MCJ conquistou ainda mais o coração dos cearenses que gastaram mais de R$ 16 milhões no evento. O investimento médio dos negócios aumentou mais de 11%.
Maior evento no RN
“Em termos de valores, esta é a maior movimentação de um evento público, gratuito da história dos eventos trabalhados e analisados pela Fecomércio”, pontuou o diretor de Inovação da Fecomércio, Luciano Kleiber.
Em avaliação geral, o MCJ teve nota expressiva de 9,51 e quase 95% do público garantiu ter interesse em retornar, o que consolida que o evento caiu no gosto da população. Pontos como divulgação, segurança além do espaço físico e estrutura foram destacados como positivos.
“Parabenizamos toda a organização por todo esse evento maravilhoso que leva o nome de Mossoró não apenas pelo Estado, mas por todo o Brasil. Os números históricos nos alegram e reafirmam a importância desse investimento que tem um retorno direto para a população”, afirmou o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz.
“Os números apresentados pela Fecomércio têm comprovado ano após ano, a grandiosidade do Mossoró Cidade Junina. São dados que dão notoriedade a todo o trabalho desempenhado pelas nossas equipes nos últimos anos e que nos ajudam a compreender, de fato, o impacto real do São João de Mossoró”, afirmou o prefeito Allyson Bezerra (UB).
Figueiredo falará para grupo seleto na quarta-feira (Foto: Pedro Henrique Brandão/TN/Arquivo)
O Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS Mossoró) realizará almoço exclusivo com o economista e assessor da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), William Figueiredo.
Acontecerá nessa quarta-feira (18), às 12h, no Serviço Social do Comércio (SESC) de Mossoró.
Diretoria e convidados do Sindilojas vão participar de palestra com Figueiredo sobre “Comércio de Bens, Serviços e Turismo em Mossoró: Cenário Atual e Perspectivas Econômicas”.
Segundo o presidente do Sindilojas, Michelson Frota, “será um momento de troca de experiência, análise de dados e diálogo estratégico sobre os rumos do nosso setor.”
Festival de Inverno é evento já consolidado (Foto: Show na versão do ano passado)
A cidade de Serra de São Bento, famoso destino turístico na Região Agreste do Rio Grande do Norte, celebrou na noite desta sexta-feira (30), na icônica Pedra do Sapo, o lançamento oficial do 14º Festival de Inverno de Serra de São Bento. O evento, que já se consolidou como um dos maiores do calendário cultural potiguar, acontecerá nos dias 01, 02 e 03 de agosto de 2025.
A noite de lançamento foi marcada por um ambiente festivo e acolhedor, contando com a presença de autoridades, imprensa, agentes de viagens, empresários locais e lideranças políticas, que prestigiaram o anúncio em meio a uma agradável programação musical e um delicioso cardápio, que reflete a hospitalidade da região.
O presidente da da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, prestigiou o lançamento e recebeu uma homenagem como forma de agradecimento pelo apoio dado ao município. Ao lado do líder político e ex-prefeito Chico de Erasmo e do secretário de Turismo, Diel Figueiredo, o presidente da Fecomércio discursou.
A cerimônia de lançamento revelou parte da aguardada programação musical, que trará para os palcos da serra um elenco de peso, com artistas que prometem embalar o público em uma experiência inesquecível. Confira as atrações já confirmadas:
Robelly Ramos
Tanda Macedo
Ferro na Boneca
Waldonys
Flávio José
Em breve novas atrações de peso serão confirmadas. O Festival de Inverno de Serra de São Bento é conhecido por sua atmosfera aconchegante e por oferecer uma programação diversificada, que combina grandes shows com a valorização da cultura local, gastronomia e o clima ameno da serra. A expectativa é de que a 14ª edição atraia um grande número de visitantes, movimentando o turismo e a economia da região.
Mais informações sobre a programação completa serão divulgadas em breve pelo @festivaldeinvernoserra
Ubaldo Fernandes é o autor da proposição (Foto: ALRN)
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realiza na próxima quinta-feira (20) audiência pública para debater os impactos da recente redução de voos comerciais com destino para Natal e Mossoró. Proposta pelo deputado estadual Ubaldo Fernandes (PSDB), o debate busca soluções para garantir maior conectividade para o estado. O evento, que acontecerá no Auditório Deputado Cortez Pereira, a partir das 14h, envolverá autoridades governamentais e representantes do setor empresarial, além de especialistas da área.
“O turismo é um dos pilares econômicos do Rio Grande do Norte, e essa redução na conectividade aérea prejudica não só o setor turístico, mas também a movimentação de negócios e investimentos. Precisamos discutir de forma urgente as alternativas para reverter esse cenário e buscar soluções viáveis para garantir que o nosso estado tenha a conectividade que merece”, afirma o deputado Ubaldo.
A diminuição da oferta de voos, observada nos últimos meses, tem gerado sérios reflexos na economia do Rio Grande do Norte, principalmente no setor de turismo, fundamental para o estado. A falta de voos diretos e a redução nas frequências estão comprometendo o fluxo de turistas e afetando toda a cadeia produtiva ligada ao turismo, como hotéis, restaurantes, transporte e comércio local.
Município estratégico
Ainda de acordo com o parlamentar, a redução de voos também tem afetado negativamente o desenvolvimento econômico de Mossoró, um importante polo regional do estado. “O município tem se mostrado cada vez mais estratégico para o crescimento da economia do interior, e a falta de voos dificulta a movimentação de pessoas e a chegada de investimentos. Precisamos garantir a conectividade de todo o estado, não só de Natal, mas também de Mossoró e de outras cidades”, destacou o parlamentar.
O evento contará com a presença de representantes das companhias aéreas, da Secretaria de Estado do Turismo, da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FECOMÉRCIO/RN), da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RN), da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), além de representantes das prefeituras de Natal e Mossoró, do trade turístico e outras autoridades e especialistas do setor.
O convite é extensivo a todos os cidadãos interessados no tema, e a audiência promete ser um importante passo para reverter a situação e fomentar o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.
Marcelo fez exposição de caminhos, indo além da simples queixa sobre o aumento (Foto: Fecomércio)
A Comissão de Finanças e Fiscalização da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte promoveu nessa terça-feira (03) uma audiência pública para debater o projeto do Executivo que aumenta o Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), de 18% para 20%. A reunião, que foi liderada pelo presidente do colegiado, deputado estadual Tomba Farias (PL), contou com representantes de várias entidades do setor produtivo e de sindicatos dos servidores.
Coube ao presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, a intervenção mais destacada. O presidente foi além da simples queixa pela proposta de retomada da alíquota de 20%, feita pelo Governo do Estado. Apresentou caminhos e números que mostram desequilíbrio financeiro.
Entre as propostas apresentadas, destaca-se a inclusão do abastecimento de água na Parceria Público-Privada (PPP) da Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern), com potencial de gerar R$ 5 bilhões aos cofres públicos. Adicionalmente, a entidade reforçou a necessidade de envio de proposta legislativa para instituir operações de Transação Tributária e Securitização da Dívida Ativa, o que poderia agregar, ao menos, mais R$ 3,4 bilhões.
O pacote, que inclui ainda a possibilidade de liberação de R$ 1,2 bilhão do Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), totaliza R$ 9,6 bilhões em novas receitas sem necessidade de aumento da carga tributária. Valores esses que teriam impacto positivo também para as finanças municipais, em virtude de repasses constitucionais.
A análise evidenciou que, apesar de a arrecadação estadual ter crescido acima da média nacional nos últimos dois anos, a gestão de despesas permanece um desafio. O comprometimento excessivo com gastos obrigatórios, especialmente com pessoal, coloca o RN como o estado com maior despesa relativa nessa rubrica, comprimindo consideravelmente o orçamento potiguar, situação que inviabiliza operações de crédito com garantia da União.
O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, foi enfático ao afirmar que a proposta de aumento da alíquota pode ter efeitos opostos aos desejados. “Os dados mostram que, com uma alíquota de 18%, o estado lidera o crescimento econômico no país, registrando inflação inferior a média nacional. Medidas que sobrecarregam o setor produtivo colocam em risco não apenas a arrecadação, mas também empregos e investimentos. Precisamos adotar soluções estruturais e sustentáveis, como as que apresentamos, para superar os desafios fiscais sem penalizar a população e a atividade econômica”, reforçou.
Fiern
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), Roberto Serquiz, enfatizou que o problema financeiro do Estado vem se arrastando ao longo dos últimos anos. A entidade apresentou um estudo técnico apontando que, mesmo em 2023 quando o ICMS também foi de 20%, a situação fiscal continuou descontrolada porque as despesas (16,8%) acabaram crescendo mais que a arrecadação (13,7%).
“O problema do RN não são as receitas, mas as despesas que crescem”, disse.
Palavra do governo
Em seguida foi a vez do secretário estadual da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, apresentar os argumentos do Governo a favor da matéria. O gestor reconheceu que a dificuldade se prolonga nos últimos 20 anos do Estado. “É um problema estrutural, é inegável. É muito mais que um problema de governo, é da sociedade”, afirmou.
O secretário relembrou as dificuldades financeiras impostos ao Estado desde 2022 com a implementação de leis complementares que reduziram a arrecadação em cima de gasolina, telecomunicações e energia, e enfatizou a necessidade do RN melhorar sua arrecadação tendo em vista a reforma tributária. A expectativa é que com a implementação da nova lei, os recursos sejam divididos pelos Estados de forma proporcional ao que estes arrecadaram entre 2019 e 2026. “É preciso sim conter os gastos do RN, mas não se faz isso reduzindo a receita”, completou.
“Fora as medidas para cortar gastos do Executivo, quais as outras sugestões colocadas?”, questionou o líder do governo Fátima Bezerra (PT), deputado estadual Francisco do PT. Pelo visto, ele não acompanhou, em especial, a exposição do presidente da Fecomércio.
Francisco do PT questionou ideia de reduzir custos do Estado (Foto: ALRN)
Intervenções
Os deputados estaduais Luiz Eduardo (SDD), Coronel Azevedo (PL), Isolda Dantas (PT), Divaneide Basílio (PT), Dr. Bernardo (PSDB) e Adjuto Dias (MDB) também se pronunciaram durante a reunião. A audiência ainda contou com as presenças do presidente da ABIH, Abdon Gosson, presidente da Faern, José Vieira, e o vice-presidente do Natal Convention Bureau, George Gosson. Além dos parlamentares já citados, também estiveram no debate os deputados José Dias, Neilton Diógenes e Hermano Moraes.
Petróleo e gás voltam a ter papel importante à economia de Mossoró e RN (Foto: arquivo)
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) concluiu um importante estudo sobre o impacto da indústria do petróleo e gás em Mossoró e região, além do próprio RN. O documento técnico foi produzido pela Diretoria de Inovação e Competitividade da entidade, com suporte do Instituto Fecomércio (IFC).
Denominado de “Considerações e dados sobre o setor de óleo e gás do RN – 2024”, o trabalho foi provocado por um dos vice-presidentes da Fecomércio, Michelson Frota, que também dirige o Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS). O presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, deliberou. “Os números mostram a pujança do segmento e seus desdobramentos em várias frentes, a partir da exploração dos campos maduros pela iniciativa privada,” aponta Frota.
O processo de privatização dos campos maduros de petróleo no RN teve início no final de 2019, mas passou a ser efetivo em 2020. Desde então, o volume de petróleo bruto exportado pelo RN saltou de US$ 59,5 milhões em 2020 para US$ 361,1 milhões em 2024 (números até outubro deste ano), um incremento de 506%.
Em 2020, foram US$ 59,5 milhões exportados pelo estado. Já em em 2023 os números chegaram a US$ 256 milhões.
Em 2024, até outubro, já foram US$ 361,1 milhões. Significa um incremento de incríveis 506,9%. Ele reflete o aumento de produtividade dos poços, que em média é da ordem de 56%. A produção diária do RN atingiu a casa dos 42 mil barris/dia em terra – em 2023. É uma ampliação considerável sobre a média de 14 mil barris/dia que vinha sendo registrada no Estado até o final dos anos 2010. Mas ainda distante dos quase 100 mil barris/dia produzidos pelo RN no auge dos anos 1990.
ICMS tem grande alta
Os impactos deste incremento podem ser sentidos diretamente no setor de Comércio e Serviços da região. Apenas em Mossoró, por exemplo, o valor recolhido em Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), saiu de R$ 227,6 milhões em 2019 para 389,4 milhões em 2023.
Em 2024, somente até outubro, esse número já é de pouco mais de R$ 336 milhões.
O volume de empregos formais gerados pelo Comércio e Serviços na segunda maior cidade potiguar também reflete esssa trajetória ascendente do setor de O&G. O comércio, até setembro, em Mossoró, abriu este ano 677 novas vagas com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Novo CAGED). O petróleo e gás tem boa parcela de fomento desses números, ao lado de outros fatores, como largo crescimento de obras públicas e apostas da iniciativa privada.
Dados oficiais do Novo Caged (Reprodução do BCS)
Em 2021, neste mesmo período, este saldo era de 348 vagas. No setor de Serviços, na mesma base de comparação, saímos de um saldo de 2.173 novos empregos formais em 2021 para 3.749 agora em 2024 (sempre considerando o período de janeiro a setembro).
Bilhão de dólares
O Rio Grande do Norte deve receber quase USD 1 bilhão em investimentos no setor de petróleo e gás nos próximos 4 anos (USD 952,2 milhões). São diversos polos produtivos no estado, tanto onshore, como na região de Mossoró, como offshore, na Margem Equatorial.
Mas os impactos positivos desses investimentos vão muito além dos municípios limítrofes, se estendendo a todo o estado, uma vez que os royalties da produção são municipais e estaduais. Mais ainda: a economia é impactada também pela geração de emprego e renda, estimados em 20 mil novas vagas até 2028 e R$ 6 bilhões em renda para a população potiguar, que vão estimular as atividades de comércio de bens, serviços e turismo em todo o estado.
“Precisamos estar atentos e preparados para melhor aproveitamento desse quadro, alargando a atividade produtiva e discutindo também políticas públicas que possam impactar a vida dos mossoroenses e potiguares. A primeira onda do petróleo, a partir do final dos anos 70, foi subaproveitada por Mossoró e pelo RN. Essa é a segunda onda,” comenta Michelson Frota.
Michelson lembra o aproveitamento da “primeira onda” (Foto: redes sociais)
Delegação da Fecomércio/RN foi comandada pelo presidente Marcelo Queiroz (Foto: CNC)
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) e os sindicatos do Comércio Varejista (SINDILOJAS) de Mossoró e Caicó, além do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (SINCOFARN) tiveram trabalhos coroados neste domingo (24), em São Paulo-SP. Foi no Palácio Tangará, na Premiação Atena 2024.
O Sistema Fecomércio/RN ficou em segundo lugar geral na Atena 2024, com 11 premiações, suplantado apenas pelo congênere da Bahia.
O evento, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é a etapa final do Programa Atena, metodologia de desenvolvimento sindical criada pela entidade para apoiar o trabalho das Federações e Sindicatos do Sistema Comércio. Os prêmios foram entregues por executivos do Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), após a abertura realizada pelo presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.
Ao todo, o Rio Grande do Norte conquistou 11 premiações em 2024, com destaque para o primeiro lugar nas categorias “Turismo em Ação”, que reconhece as entidades que se destacam em suas ações para fortalecer o turismo local; e “Liderança Atena”, que identifica gestores e coordenadores que foram destaque ao longo do ano. Já o Sincofarn figurou no ranking nacional pelo segundo ano consecutivo.
Para o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, o Programa Atena promove a capacitação e integração de profissionais de diferentes áreas do Sistema, impulsionando a excelência em todas as esferas.
Confira as conquistas do Sistema Fecomércio RN:
PRÊMIO ATENA
Turismo em Ação
Fecomércio RN – 1º lugar
Liderança Atena
Fecomércio RN – 1º lugar
Jornada Atena
Fecomércio RN – 2º lugar
Sincofarn RN – 2º lugar
Sindilojas Mossoró – 3º lugar
Sindivarejo Caicó – 4º lugar
Atena em Ação – Desenvolvimento de Sindicatos
Fecomércio RN – 2º lugar | Aprendizado em Foco
Atena em Ação – Atuação Gerencial
Fecomércio RN – 2º lugar | Educação Conectada
Sabedoria Atena
Fecomércio RN – 3º lugar
Atena em Ação – Relações Sindicais
Fecomércio RN – 3º lugar | Workshop: Negociação Coletiva Estratégica
Sindilojas Mossoró – 3º lugar | Câmara de Homologação
Jair Queiroz, Marcelo Queiroz e Michelson Frota receberam premiações em nome da Fecomércio e do Sindilojas Mossoró (Foto: CNC)
A delegação da Fecomércio/RN foi comandada pelo presidente Marcelo Queiroz. Além dele, estiveram presentes Jair Queiroz, Michelson Frota, Luana Batista, Luzia Diva Cunha Dutra, Eriadna Alves, Ildica Vale, Fernando Virgílio e Flaubert Benício.
As entidades representativas do setor produtivo do Rio Grande do Norte – Fecomércio RN, Fiern, Faern, Facern, FCDL e CDL Natal – comunicam à sociedade potiguar seu posicionamento a respeito do Projeto de Lei encaminhado à Assembleia Legislativa do RN, nessa quarta-feira (5), com proposta de aumento de 18% para 20% da alíquota modal do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).
Em nota conjunta, reiteram luta anterior sobre proposição idêntica do Governo do Estado, que o legislativo acabou derrubando.
Com base nos resultados de arrecadação e desempenho econômico registrados, bem como no crescimento das despesas do Governo verificado em 2024 e na falta de previsão de um plano de diminuição de gastos, as entidades são unânimes em reforçar sua posição contrária ao aumento do Imposto.
Este é um posicionamento em defesa de toda a sociedade norte-rio-grandense, sobretudo aqueles mais pobres, que são os maiores impactados pelo aumento da carga tributária.
Com o objetivo maior de manter o diálogo respeitoso, as entidades propõem um amplo debate sobre o desenvolvimento sustentável e equilíbrio fiscal norte-rio-grandense, por meio do qual seja possível repactuar o estado.
Convidamos todos os poderes constituídos e instâncias da sociedade para que possamos, juntos, concentrar esforços neste debate que passa, primordialmente, por planejamento e execução de medidas eficazes, em diversas frentes de trabalho.
Reiteramos que é urgente, neste momento, a construção de uma agenda conjunta, a partir do Plano de Equilíbrio Fiscal, que mantenha e atraia novos investimentos para o Rio Grande do Norte, sem penalizar a população.
Afinal, é unânime o entendimento de que não existe ajuste financeiro eficaz e duradouro sem uma real revisão das despesas.
Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte – Fecomércio RN
Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte – FIERN
Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte – Faern
Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Norte – Facern
Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte – FCDL
Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal – CDL Natal
Empresas doadoras foram homenageadas em evento (Foto: Fecomércio/RN)
Na tarde desta sexta-feira (18), o Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (SESC/RN), entidade do Sistema Fecomércio RN, celebrou a atuação de 20 anos do Sesc Mesa Brasil em Mossoró. O evento reuniu no Requinte Buffet empresários doadores, instituições receptoras e representantes de veículos de comunicação, que contribuem com o programa.
O Sesc Mesa Brasil existe no Rio Grande do Norte há 20 anos, já tendo distribuído mais de 25 milhões de quilos de produtos, sendo em sua maior parte, gêneros alimentícios, que já beneficiaram mais de 3,2 milhões de pessoas. Só neste ano, mais de 100 mil pessoas do Oeste Potiguar foram beneficiadas.
De acordo com o presidente do Sistema Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, há muitos motivos para se celebrar. Ele cumpre agenda em Mossoró, em decorrência dos 45 anos da unidade do Sesc Mossoró e os 75 anos do Sistema Fecomércio.
Comida de qualidade
Uma das instituições que recebem as doações em Mossoró é a Aldeias Infantis SOS, que atua no cuidado e proteção de crianças e jovens. A sua coordenadora, Marêssa Távora, esteve presente no evento e representou as demais instituições. “Quero deixar claro minha gratidão a todos que fazem o Sesc Mesa Brasil e aos doadores que direcionam essas doações. Os alimentos que recebemos fazem muita diferença, porque oferecemos cinco refeições por dia às nossas crianças, então só conseguimos dar conta de oferecer uma comida de qualidade com uma iniciativa como essa”, relata.
Paula de Assis, representante da Fábrica Três Corações, uma das empresas doadoras do programa, também expressou emoção de fazer parte do Sesc Mesa Brasil. “Para nós é muito gratificante poder participar deste projeto, combatendo a insegurança alimentar na região de Mossoró e contribuindo para uma sociedade em que menos pessoas passem fome”, afirma.
Nota do Blog Carlos Santos – O Blog Carlos Santos foi homenageado pelo Sistema Fecomércio nesse evento, ao lado de outros veículos de mídia. Sentimo-nos honrados pelo reconhecimento e o dividimos com nossos webleitores, além de tantos outros endereços de imprensa que contribuem com tão importante projeto.
Nomes da mídia também foram homenageados (Foto: Fecomércio)
O Rio Grande do Norte alcançou, em junho, o melhor resultado do ano na geração de empregos formais, marcando o sexto mês consecutivo de crescimento.
Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o estado gerou 4.533 postos de trabalho no mês, superando os 2.604 empregos criados no mesmo período de 2023.
No acumulado do primeiro semestre de 2024, o emprego formal no Rio Grande do Norte teve o melhor desempenho desde o início da série histórica do Novo Caged, em 2010. Foram abertas 13.060 vagas de emprego formal, mais do que o dobro das vagas abertas no primeiro semestre do ano passado (6.060) e quase 50% a mais do que o último recorde para o período, registrado no primeiro semestre de 2010, com 8.188 novas vagas.
Os setores de Comércio e Serviços foram os grandes responsáveis pelo desempenho positivo. No acumulado do ano, esses setores geraram 12.400 vagas, correspondendo a 95% do total de empregos formais criados no estado.
Aquecimento
Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), o desempenho do emprego formal no estado no primeiro semestre é atribuído a três fatores principais: aumento da renda média do trabalhador, que subiu cerca de 9% no período; aumento de 13,6% no volume de crédito ofertado no mercado e diretamente ao consumidor; e a manutenção do modal de ICMS no RN em 18%, resultando na injeção de aproximadamente R$ 300 milhões que seriam pagos em impostos, no mercado consumidor.
Os festejos juninos também tiveram um impacto significativo na economia do estado. Segundo dados do Instituto Fecomércio RN, as grandes festas realizadas em municípios como Assú e Mossoró movimentaram pouco mais de R$ 450 milhões na economia local.
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Bancada é coordenada pelo deputado federal Robinson Faria (Foto: Assessoria de Robinson Faria)
Coordenador da bancada federal do RN, o deputado federal Robinson Faria (PL) participou nesta segunda-feira (29), de reunião promovida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN). O encontro debateu pontos da Reforma Tributária do pais, no Hotel Barreira Roxa, em Natal.
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Felipe Tavares, apresentou o contexto de regulamentação da reforma, além dos impactos para Micro e Pequenas Empresas e para o segmento de Tecnologia da Informação (TI).
Robinson Faria e outros membros da bancada ouviram explanações e explicações técnicas de Tavares, ao mesmo tempo em que debateram sobre pontos divergentes e controversos.
O coordenador da bancada federal do RN defendeu uma articulação do setor produtivo, não só com deputados e senadores do RN, mas de forma nacional.
“O setor de comércio e serviços é essencial para a economia do nosso estado e é muito importante que possamos trabalhar de forma conjunta para contribuir com as empresas que geram emprego e renda no Rio Grande do Norte”, disse.
Participaram ainda da reunião, representantes das federações de diferentes setores, os senadores Flávio Azevedo (PL), Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PT). Também estiveram presentes os deputados federais Paulinho Freire (UB), Benes Leocádio (UB), João Maia (PP), Sargento Gonçalves (PL), Natália Bonavides (PT) e Fernando Mineiro (PT). O presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, dirigiu o encontro com a companhia de outros dirigentes e técnicos.
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No dia 24 de abril este ano (veja AQUI), no Teatro Riachuelo em Natal, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (FECOMÉRCIO/RN) promoveu evento que abriu comemorações por seus 75 anos. Entre as atrações, o maestro e pianista João Carlos Martins contou sua trajetória de resiliência, superação e foco em resultados, em uma palestra-show.
No palco, o maestro emocionou a plateia não só com as músicas ao piano: ele convidou o menino João Filipe Dantas, que tem Transtorno do Espectro Autista (TEA), para junto com ele reger uma sinfonia, e expressou seu desejo de que a criança e a família fossem até São Paulo.
Agora, a história desse encontro tem nova etapa, com o próprio João Filipe regendo nesse fim de semana a Bachiana Filarmônica Sesi-SP, em São Paulo-SP, sob testemunho de seus pais, plateia e o próprio João Carlos Martins emocionados.
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Difícil não chorar diante dessa maravilha: o pequeno maestro, que nunca estudou música, regeu a orquestra com “A pequena serenata noturna” do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), que foi um prodígio musical desde infância.
Para quebrar barreiras, para nos emocionar, para nos ensinar, através da música e do coração: João Filipe Dantas.
Amém!
Nota do Blog Carlos Santos – Essa postagem é especialmente dirigida a dois meninos, também João, João Arthur e João Miguel, filhos respectivamente de Eudson Lacerda/Ana Raquel e Michelson Frota/Patrícia Ramos.
Mas, é também para milhares e milhões de outras crianças que precisam de muito amor e paciência.
Chega-nos convite para o lançamento dos Jogos dos Comerciários 2024. Será no próximo dia 24 de junho (segunda-feira), às 8h30, na sede do Serviço Social do Comércio (SESC), em Mossoró.
Presença do presidente do Sistema Fecomércio RN (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN), Marcelo Queiroz.
Café da manhã vai marcar o evento, considerado o maior campeonato esportivo do setor no estado.
O prazo final para aderir ao Regime Especial de Piso Salarial (REPIS) se aproxima. As empresas setor de comércio varejista do estado interessadas em se beneficiar dessa ferramenta, que oferece piso salarial diferenciado e reduz encargos trabalhistas, devem solicitar a adesão até o próximo dia 30 de junho.
O Repis é um programa criado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (FECOMÉRCIO/RN), em parceria com os sindicatos patronais, para auxiliar as Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e Microempreendedores Individuais (MEI) do setor.
A aplicação indevida do piso salarial diferenciado por microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) que não disponha do respectivo Certificado de Adesão ao Repis, expedido na forma prevista em Convenção Coletiva de Trabalho, sujeitará a empresa ao pagamento correspondente a 01 (um) piso salarial convencional, multiplicado pelo número de empregados registrados na mesma.
Celebrado neste ano em 12 de maio, o Dia das Mães é a segunda data comemorativa mais aguardada pelo comércio varejista, atrás apenas dos festejos natalinos.
Em 2024, de acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), a procura por presentes deve movimentar cerca de R$ 96,8 milhões em Natal e R$ 18,2 milhões em Mossoró.
Na capital do oeste, há um aumento de 22% em comparação ao ano passado, quando a data injetou R$ 14,9 milhões na economia.
“O Dia das Mães é uma data muito especial, tanto para quem compra quanto para quem vende. Neste ano, a grande maioria dos consumidores do RN – mais de 75% dos natalenses e de 66,7% dos mossoroenses – pretendem gastar com presentes, então nossos negócios precisam estar preparados para atender essa demanda”, ressaltou o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN), Marcelo Queiroz.
Natal
Na capital potiguar, a maior parte de quem vai comprar presentes para o Dia das Mães pertence ao sexo masculino (76,1%), tem de 25 a 34 anos de idade (82,2%), possui ensino superior completo (78,4%) e vive com uma renda familiar superior a 10 salários mínimos (85,3%). Além disso, mais de 60% pretendem gastar com apenas um presente, enquanto aproximadamente 67% farão pesquisa de preços e cerca de 69,5% irão às compras na semana que antecede a data comemorativa. De acordo com as pesquisas do IFC, cerca de 55,5% dos consumidores da capital pretendem comprar em shoppings.
Os produtos mais procurados serão perfumes/cosméticos (37,3%), itens de vestuário (29,6%) e calçados/bolsas (14,5%).
Para homenagear principalmente as próprias mães (91,4%), a expectativa é que os natalenses gastem uma média de R$ 167,18 – um aumento de aproximadamente 5,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o valor registrado foi de R$ 158,58.
Mossoró
Diferente do observado em Natal, cerca de 50% dos mossoroenses entrevistados pelo Instituto Fecomércio RN comprará presentes no comércio de rua. Por outro lado, assim como na capital potiguar, a maior parte de quem vai às compras pertence ao sexo masculino (67,5%), tem de 25 a 34 anos de idade (83,7%), concluiu o ensino superior (80,1%), possui renda familiar acima de 10 salários mínimos (100%) e vai realizar as compras uma semana antes do Dia das Mães (61,3%).
Em Mossoró, a demanda será maior para itens de vestuário (35,5%), perfumes/cosméticos (34%) e calçados/bolsas (23%). Além de homenagear as próprias mães (88,7%), cerca de 19,7% dos mossoroenses desejam presentear suas esposas e 14,6% pretendem comprar presentes para as sogras.
Para tanto, o gasto médio deles será de aproximadamente R$ 145,54 – um aumento de 11,2% em comparação ao Dia das Mães de 2023, quando esperavam gastar uma média de R$ 130,92.
Presidente da Fecomércio tem agenda com vice-presidentes (Foto: arquivo)
Quem aporta esse fim de semana entre Mossoró e Tibau é o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz.
Será recepcionado por dois vice-presidentes, Jair Queiroz e Michelson Frota.
Os anfitriões garantem que a estada será meramente social.
Marcelo Queiroz e Michelson Frota farão parte de sessão na Câmara de Mossoró (Foto: arquivo)
A Câmara Municipal de Mossoró vai sediar evento de comemoração aos 80 anos de fundação do Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS Mossoró). Será Segunda-feira (18), às 9 horas.
Dezoito personalidades que contribuem e contribuíram com o desenvolvimento socioeconômico de Mossoró e do Rio Grande de Norte serão homenageados com menções honrosas da Câmara Municipal.
O presidente da entidade, Michelson Frota, e o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, participarão da solenidade.
O evento será transmitido ao vivo pela TV Câmara Mossoró (canal 23.2 TCM) e pelo site www.mossoro.rn.leg.br .
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) e o Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (SINDILOJAS) cuidam de detalhes finais de um evento comemorativo muito aguardado: a festa dos 80 anos de fundação do Sindilojas Mossoró.
Acontecerá no Garbos Recepções & Eventos no próximo dia 19 (uma terça-feira), às 19h.
As duas entidades, presididas respectivamente por Marcelo Queiroz e Michelson Frota, desenvolvem há vários meses programação alusiva ao aniversário (veja AQUI).
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Atividade comercial foi estudada pelo IFC (Foto ilustrativa)
Celebrada sempre na última sexta-feira de novembro, a Black Friday – que em 2023 cai no dia 24 – é marcada pela oferta de grandes descontos e ajuda a impulsionar as vendas do comércio no último trimestre. Neste ano, de acordo com pesquisas conduzidas pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), a data deve injetar R$ 332 milhões no varejo de Natal e R$ 71 milhões em Mossoró.
Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, a Black Friday é uma oportunidade de aumentar o volume de vendas com ações promocionais.
Quase 60% dos natalenses irá às compras
Em 2023, aproximadamente 59,3% dos natalenses deve realizar compras durante a Black Friday. O índice se aproxima dos números pré-pandemia onde, em 2019, 59,8% pretendiam comprar, e é superior em relação ao ano passado, quando 57,1% planejava gastar.
Na capital potiguar, a maior parte de quem vai às compras pertence ao sexo feminino (62,9%), tem de 35 a 44 anos de idade (63,3%), possui ensino superior completo (63,3%) e recebe mais de 10 salários por mês (71,7%).
Apesar de mais pessoas estarem interessadas nos descontos oferecidos nesta época, o gasto médio dos natalenses deve diminuir em comparação com o ano passado. Em 2022, os consumidores planejavam gastar aproximadamente R$ 762,50; enquanto, neste ano, o valor apurado pela pesquisa do Instituto Fecomércio RN foi de R$ 744,55.
Valor gasto pelos mossoroenses crescerá 18%
Em Mossoró, apenas 43% afirma que pretende comprar algum produto durante a Black Friday deste ano. Dos 57% que não pretende gastar, a maioria não acredita nas ofertas oferecidas na data (37,2%) e não comprará por falta de dinheiro (27,7%). Além disso, cerca de 14,7% diz não comprar por impulso e 14% está tentando poupar.
Da mesma forma que na capital, as mulheres são maioria (43,2%) entre as pessoas que planejam aproveitar as ofertas de Black Friday em Mossoró. Por outro lado, diferente do observado em Natal, os mossoroenses que vão às compras são mais jovem e possuem menor poder aquisitivo: a maior parte tem de 18 a 24 anos (45,5%) e renda de 5 a 10 salários (70,4%).
Mesmo assim, o valor que os consumidores de Mossoró esperam gastar cresceu aproximadamente 18% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2023, de acordo com a pesquisa do Instituto Fecomércio RN, o gasto médio dos mossoroenses durante a Black Friday será de R$ 628,37. Em 2022, a média registrada pelo IFC foi de R$ 532,31.
As pesquisas do Instituto Fecomércio RN foram realizadas entre os dias 16 e 24 de outubro de 2023. A entidade entrevistou 609 consumidores de Natal e 501 de Mossoró. O nível de confiança de ambos os levantamentos é de 95%, com margem de erro de 4 pontos percentuais.
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) volta a se pronunciar sobre projeto de lei que mantém a alíquota do ICMS em 20%. A matéria foi enviada à tarde desta quarta-feira (18) à Assembleia Legislativa pela governadora Fátima Bezerra (PT).
A entidade cobra discussão sobre o tema e afirma que erário teve compensação financeira de perdas. Houve “saldo superior a R$ 250 milhões” nos últimos 12 meses.
O aumento de 18 para 20% ocorreu no fim de 2022 e passou a vigorar em 1º de abril. Pelo texto da matéria, deveria permanecer até 31 de dezembro, voltando a 18% em janeiro de 2024. Mas, o governo quer tornar a alíquota de 20% permanente, ainda alegando perdas do ICMS em 2022, com lei complementar federal da gestão Jair Bolsonaro, que achatou para 18% a alíquota sobre gás natural, energia elétrica, combustíveis, comunicações e transporte coletivo.
Veja abaixo nota que a Fecomércio divulga:
Mais uma vez com surpresa, a Fecomércio RN tomou conhecimento, por meio da imprensa, do envio à Assembleia Legislativa, pelo Governo do Estado, de um projeto de Lei que mantém a alíquota do ICMS em 20%.
Nossa entidade tem buscado manter uma postura propositiva, de diálogo aberto e construção de soluções. Lamentamos que o Setor Produtivo não tenha sido novamente ouvido pelo executivo estadual no contexto desta medida.
Considerando o impacto de tal projeto para a sociedade como um todo, seus efeitos para o ambiente do empreendedorismo, consumo das famílias e manutenção de empregos no nosso estado, enviamos documento a todos os deputados, solicitando que este tema possa ser debatido com profundidade junto a todas as esferas impactadas.
A Fecomércio RN tem todo interesse de contribuir e participar ativamente desta discussão na casa legislativa estadual, pois, na condição de legal representante dos segmentos do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, somos contrários à manutenção dessa alíquota.
Dados da própria Sefaz-RN mostram que, em doze meses, não houve perda efetiva de ICMS no contexto global, visto que, apesar da queda de R$ 366 milhões na arrecadação das “Blue Chips”, houve aumento de R$ 617 milhões no total. Ou seja, o crescimento nos demais segmentos deixou um saldo superior a R$ 250 milhões, mais que suficiente para a compensação.
Aumento de imposto se reflete diretamente em diminuição de consumo. Vivemos em contexto do crescimento de endividamento e inadimplência da população potiguar, tendo o nosso estado apresentado resultados acima da média nacional nestes itens.
É urgente um olhar mais amplo e profundo, que permita medidas sustentáveis e que não penalizem a população, como tem acontecido. A sociedade não suporta mais pagar essa conta!
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN) reforça sua posição contrária ao aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). A informação foi passada pelo secretário de Estado da Fazenda (SEFAZ), Carlos Eduardo Xavier, na segunda-feira (02) – veja AQUI.
Em nota oficial nesta quinta-feira (05), a Fecomércio justifica o porquê de sua repulsa ao reajuste de 18 para 20%:
A Fecomércio Rio Grande do Norte, na condição de principal entidade representativa do segmento do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado, manifesta surpresa e perplexidade com o anúncio recente da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-RN) acerca da intenção de manter a alíquota de 20% do ICMS no RN, em 2024.
Como viemos alertando, nosso estado perde competitividade. Nosso vizinho, a Paraíba, apesar da recente aprovação no aumento da alíquota para o ano que vem, anunciou no início deste ano um conjunto de medidas de incentivo fiscal, reduções, isenções de impostos e de inovação, o que já tem se refletido na geração de empregos e crescimento da economia.
Enquanto isso, no Rio Grande do Norte, estamos pagando o preço do aumento de impostos desde abril. Também vale frisar que, mesmo com pequenas altas no saldo de empregos formais calculado pelo Caged, até agosto, o cenário aponta que fecharemos 2023 abaixo dos resultados de 2022.
Além disso, no primeiro semestre, somente em Natal, os percentuais de endividamento das famílias chegaram a 88% e de inadimplência a 47%, acima das médias nacionais, segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Dados da própria Sefaz-RN mostram que, em doze meses, não houve perda efetiva de arrecadação de ICMS no contexto global, visto que, apesar da queda de R$ 366 milhões na arrecadação das “Blue Chips” (telecomunicações, combustíveis e energia elétrica), houve aumento de R$ 617 milhões na arrecadação total, ou seja, o crescimento nos demais segmentos da arrecadação deixou um saldo superior a R$ 250 milhões, mais que suficiente para a compensação.
Além disso, ontem (04), o Senado aprovou uma PEC que destina R$ 10 bilhões a serem repassados antecipadamente este ano aos estados ainda a título de compensação pela perda de receita provocada pela redução do ICMS incidente sobre combustíveis, vigente de junho a dezembro de 2022 (PLP 136/2023). O RN deve ficar com cerca de R$ 350 milhões deste valor, dos quais cerca de R$ 90 milhões devem ir para os municípios e os R$ 260 milhões restante ficar com o estado.
Por fim, entendemos que é preciso que o Congresso se posicione com brevidade e, se for o caso, esclareça melhor a regra de transição proposta na Reforma Tributária, relativas ao IBS e CBS, e sobretudo as compensações previstas para serem custeadas com o Fundo de Equalização. Caso os recursos estimados para esse Fundo sejam suficientes para manter os níveis de arrecadação com o ICMS atual quando da implantação do IBS, não há motivos para a correria dos estados na busca por aumentar as suas alíquotas modais.
Por outro lado, se os recursos não forem suficientes, parece ainda mais imperativo que o Senado debata um modelo que não estimule esta alta generalizada das alíquotas modais que, na prática, acabam por elevar sobremaneira a carga tributária do país.
É sabido que o aumento da carga tributária gera, em consequência, a elevação dos preços dos produtos e serviços, reduzindo, sintomaticamente, os níveis de consumo. Tudo isso, infelizmente, levará à queda na arrecadação tributária do estado, em sentido totalmente inverso ao pretendido.
Com esse cenário posto, os principais penalizados serão os consumidores e os empregos do Rio Grande do Norte.
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