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É delicado o quadro de saúde do ex-vereador Milton Silveira

É bastante aflitivo o estado de saúde do enfermeiro e ex-vereador Raimundo Milton da Silveira (Milton Silveira), 89 anos completados no último dia 10.

Milton: na fé (Foto: Web)

Ele está internado há vários dias na UTI do Hospital do Coração em Natal.

Enfrenta complicações decorrentes do câncer, que foi identificado em novembro do ano passado.

Milton é natural de Reriutaba no Ceará.

Ainda jovem desembarcou em Mossoró e começou a praticar a enfermagem coisa herdada do seu pai, Miguel Silveira.

Pai do ex-vereador Carlinhos Silveira, irmão do ex-deputado estadual Francisco José e tio do ex-prefeito Francisco José Júnior, é uma pessoa que sempre pairou acima das questiúnculas políticas ou qualquer tipo de diferença interpessoal.

Nota do Blog – Nosso webleitor fiel, figura humana da melhor extração, gente de nossa amizade. Encontrei-o há poucas semanas e dei-lhe um abraço, além de tirar uma “chapa” ao seu lado.

Torço por ti; vamos na fé.

Amém!

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Ex-deputado Francisco José pode outra vez ser candidato

O editor do Blog Carlos Santos e Francisco José (pai) em Mossoró (Foto: Blog Carlos Santos)

Ex-deputado estadual, o “enfermeiro do povo”, o “irmãozinho” Francisco José, poderá voltar à cena político-eleitoral em 2018.

Seria a opção em lugar do próprio filho, ex-vereador e ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior  (sem partido), que saiu profundamente desgastado da gestão municipal em 2016.

Em 2014, Francisco José (pai) chegou a apresentar candidatura outra vez à Assembleia Legislativa, mas rumoroso caso de registro de mudança partidária (até hoje intencionalmente encoberto por densa camada de mistério), acabou o alijando da disputa.

Para o próximo ano, uma nova postulação dele estaria viabilizada por meios mais seguros.

Nota do Blog – Há pouco mais de duas semanas reencontrei o ex-deputado estadual em Mossoró, em evento da Assembleia Legislativa.

Conhecemo-nos há décadas.

Ele retornou à atividade que lhe deu notoriedade e visibilidade social, a prática da enfermagem, no bairro Paredões – em Mossoró.

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Disputa à Assembleia Legislativa gera grande expectativa

Mossoró já chegou a determinar a eleição de quatro deputados estaduais num único ano. Foi em 1974, há 43 anos. Um feito raro. Poderá ser repetir no próximo ano, mas é precipitado se fazer um vaticínio nesse sentido.

João Newton: 1974 (Foto: arquivo)

O excelente resultado contrasta com o fenômeno de 2014: nenhum candidato nativo do município chegou ao êxito nas urnas.

Em 2014, os deputados mossoroenses que tentaram a reeleição, Larissa Rosado (PSB) e Leonardo Nogueira (DEM), fracassaram.  Nenhum novato local vingou.

Quem se sobressaiu, com votos determinantes de Mossoró à eleição-surpresa, foi o ex-prefeito areia-branquense Manoel Cunha Neto (PHS), “Souza”, que tem laços familiares, profissionais e estudantis com a cidade. Cerca de 18% dos seus votos foram do eleitorado local.

Em 1974, foram eleitos João Newton da Escóssia (Arena) e Alcimar Torquato (Arena), com apoio do deputado federal Vingt Rosado (Arena). O primeiro, cunhado do parlamentar; o segundo, natural de Luís Gomes, mas que há mais de uma década atuava na medicina local.

Eleitos de 1974 a 2014  tendo Mossoró como base

1974 – João Newton da Escóssia, Alcimar Torquato, Assis Amorim e Luís Sobrinho;

1978 – Carlos Augusto Rosado

1982 – Jota Belmont e Carlos Augusto Rosado

1986 – Laíre Rosado e Carlos Augusto Rosado

1990 – Carlos Augusto, Antônio Capistrano e Frederico Rosado

1994 – Frederico Rosado e Francisco José (pai)

1998 – Frederico Rosado, Sandra Rosado e Ruth Ciarlini

2002 – Larissa Rosado, Francisco José (pai) e Ruth Ciarlini

2006 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2010 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2014 – Nenhum

“De quebra”, ainda teve a reeleição do médico Dalton Cunha (Arena). Era mossoroense da gema, mas tinha como base principal de votos o município de Apodi e adjacências.

Luís Sobrinho (MDB) e Assis Amorim (MDB), apoiados pelo ex-governador cassado Aluízio Alves (MDB), também foram eleitos no mesmo ano a partir de Mossoró.

Frederico: 1990 (Foto: Arquivo)

Um dado interessante dessa lista de eleitos: nenhum era da família Rosado. Depois de 1974, em todas as eleições essa oligarquia elegeu membros seus à Assembleia Legislativa, à exceção de 2014.

Derrocada

Em 2018, com um cenário político extremamente confuso, Mossoró pode ter uma profusão de candidaturas à Assembleia Legislativa. Há possibilidade de repetir 1974 ou ficar num meio-termo.

Porém é pouco provável que se veja uma reedição de 2014. Três candidaturas do clã Rosado a deputado estadual, desgaste político da então governadora Rosalba Ciarlini (PP), a prefeitura nas mãos de um adversário dos Rosados (prefeito Francisco José Júnior) e escassez de recursos para financiamento de campanhas, foram alguns dos fatores que desenharam a derrocada à época.

Alguém pode sobrar

Mesmo assim, a conjuntura que se forma para o próximo ano poderá gerar surpresas, principalmente porque após se reunificar parcialmente, o clã Rosado tentará eleger quadros familiares num contexto completamente diferente do passado recente e tempos mais remotos.

O “maior eleitor” mossoroense, a Prefeitura Municipal de Mossoró, historicamente não tem elegido mais do que um deputado estadual por pleito. Preliminarmente, não há qualquer pré-candidatura Rosado se formando na oposição, mas pode surgir a figura da ex-prefeita Fafá Rosado (ainda no PMDB).

No governismo, as primas Larissa Rosado e Lorena Rosado (PP) – filha da prefeita Rosalba e secretária do Desenvolvimento Social do município, tendem a ser candidatas no mesmo palanque. Alguém pode sobrar.

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Conselho de pai para filho na política

Entre amigos, o ex-deputado estadual Francisco José (PPL) tem reproduzido um conselho que estaria passando ao filho e ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior:

Francisco, pai: um tempo (Foto: Web)

– Dê um tempo, saia de cena.

Para Francisco José, pai, o filho não deve ser candidato a qualquer cargo eletivo em 2018.

Até aqui, o ex-prefeito não revela planos para o futuro próximo na política.

À época da prefeitura, estimava que seria nome imbatível ao Senado e natural sucessor de Robinson Faria (PSD) ao governo.

Mas não conseguiu concluir a própria campanha à sucessão municipal no ano passado. Desistiu.

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Quantos amigos você perdeu por causa da campanha passada?

Quem hoje está ferozmente envolvido na campanha eleitoral de Mossoró, da mesma forma que esteve em 2012, se deu conta do que ficou para trás?

Como pessoas maduras, outras tantas consideradas inteligentes, muitas resolvidas, conseguem repetir os mesmos erros?

Deram-se conta do cenário político daquela época tão próxima e o que temos hoje?

Pararam para fazer um inventário das amizades perdidas, das brigas estéreis e das ofensas proferidas e recebidas?

Será que por alguns segundos resolveram identificar onde estão os principais personagens daquele embate extremado, que gerou até cassação e afastamento de uma prefeita eleita?

Vou ajudá-lo.

Em 2012, a então deputada estadual Larissa Rosado (PSB) era candidata oposicionista. Perdeu nas urnas.

Em 2012, sua mãe e então deputada federal Sandra Rosado apostou todas as suas fichas na eleição da filha.

Em 2012, a então governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), apoiou a então vereadora Cláudia Regina (DEM) a prefeito, ao lado da prefeita Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB). Numa reunião em Natal, bateu à mesa e proclamou: “Eu não vou entregar a Prefeitura à Sandra!”

Em 2012, o hoje prefeito e candidato à reeleição Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, foi reeleito vereador no palanque de Larissa. Mas seu tio Galba Silveira já foi candidato a vice de Fafá Rosado em 2000 e seu pai e então deputado estadual Francisco José foi candidato a vice de Sandra Rosado em 1996.

Onde estão esses personagens hoje e seus asseclas que vomitam ódio e julgam a tudo e a todos, conforme suas motivações de hoje?

Vou ajudá-lo.

Sandra é candidata a vereador. Ela e a filha estão no palanque da arqui-adversária Rosalba, garantindo que a “Rosa” é o melhor nome a prefeito de Mossoró”.

Rosalba, que durante quase 30 anos duelou com a prima Sandra e seu grupo, concorre pela quarta vez à Prefeitura. Nas três vezes anteriores venceu o marido de Sandra  (Laíre Rosado), a própria Sandra e Fafá Rosado.

Fafá Rosado, que já foi apoiada pela prima Sandra Rosado a prefeito em 2000 (sendo derrotada por Rosalba), teve duas eleições a prefeito com endosso de Rosalba (2004 e 2008), mas agora apoia o empresário Tião Couto (PSDB) à Prefeitura. É adversária de Rosalba, só para esclarecer.

Já Cláudia Regina, que foi vice-prefeita eleita de Fafá Rosado, com apoio de Rosalba em 2004, além de prefeita eleita em 2012 no mesmo grupo, agora reforça palanque de Tião. É adversária de Rosalba, para ser mais claro.

Quanto a Francisco José, o Francisco, tenta a reeleição em faixa própria, depois de ele e seu pai Francisco José terem sido força-auxiliar das duas bandas Rosado.

Enfim, depois desse breve relato para clarear a memória dessa infantaria que espalha rancores, principalmente via Internet, eu pergunto:

– Quantos amigos você perdeu por causa da campanha passada?

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Prefeito ‘larga’ o pai para ser apenas “Francisco” em campanha

A cor-padrão está mantida: é o amarelo. Mas o candidato à reeleição à Prefeitura de Mossoró, prefeito Francisco José Júnior (PSD), repaginou o próprio nome político para se apresentar ao eleitor na atual campanha.

O objetivo do marketing é ainda difícil de se identificar com segurança, mas se for para simplificar, tudo bem. Ficou simples mesmo utilizar apenas o prenome do candidato. Se será eficaz, o tempo dirá.

Francisco José Júnior é agora simplesmente “Francisco”. Em todo material de campanha para tentar amealhar votos, ele aparece de um jeito que não foi durante toda vida pública e no próprio mandato em andamento, desconectado da origem biológica e política.

Peça de propaganda mostra identidade visual de um 'novo' político, agora simplesmente "Francisco" (Foto: reprodução)

Em campanhas para vereador, o hoje prefeito Francisco José Júnior chegou a usar o slogan “Em nome do pai” para justificar o voto em seu nome a partir do largo conceito social conquistado por Francisco José, o pai (ex-vereador e ex-deputado estadual).

A forte associação que marcou toda sua vida política de mais de 16 anos, ligando-o ao nome civil paternal, desapareceu na corrida eleitoral deste ano por força do marketing. É como se nunca tivesse existido.

“Papa Francisco”

Nas peças de propaganda agora, Francisco (ex-Francisco José Júnior) aparece com punho cerrado e braço direito erguido, numa outra identidade visual para tentar chegar à reeleição.

O marketing tem suas razões (ou deve ter) para tentar esse ajuste que o separa do seu maior capital-imagem até então: “o enfermeiro do povo”, o ex-deputado, o “irmãozinho” Francisco José. Esses epítetos se incorporaram ao ex-parlamentar estadual e o ajudaram a transferir votos ao filho Francisco (ou Francisco José Júnior), em quatro campanhas a vereador e a prefeito em 2014.

Francisco é um nome “papal”, digamos. “Papa Francisco”, prefeito Francisco. Se a ideia é ligar um ao outro subliminarmente, a junção cria um ecumenismo político-eleitoral religioso raro na tentativa de cabalar votos em 2 de outubro, haja vista que o seu vice, Micael Melo (PTN), é evangélico.

Já o slogan da campanha é extraído de trecho da música-tema do espetáculo teatral “Chuva de Bala no País de Mossoró”, do compositor Nissan Guanais – como o Blog já postou (veja AQUI). Remete-o à figura destemida do prefeito Rodolfo Fernandes, líder da resistência da cidade ao bando de Lampião em 1927:

Sempre resistir; recuar, jamais!

Nos primeiros programas de rádio e televisão, nas ruas e redes sociais, Francisco (ou Francisco José Júnior) é apresentado como “vítima” da elite política local materializada nos tentáculos da família Rosado.

Vencer a todos é uma tarefa que não caberia a Francisco José Júnior ou “Silveira”, como ele é conhecido desde a infância por familiares e amigos, mas a Francisco. Com uma pitadinha de Rodolfo Fernandes, claro.

Francisco José, o pai, fica apenas como cabo eleitoral terreno.

Veja matéria sobre identidade visual da campanha de Rosalba Ciarlini (PP) – clicando AQUI.

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Pai de prefeito de Mossoró assume novo partido

Do Blog Política em Foco

O ex-deputado estadual Francisco José foi convidado e aceitou liderar o PPL – Partido da Pátria Livre no Rio Grande do Norte.

O convite foi feito pela presidência nacional do partido e Francisco José assumirá a presidência da legenda no Estado.

O secretário nacional do PPL, Miguel Manso, esteve em Natal para formalizar o convite.

Nota do Blog Carlos Santos – Pai do atual prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), o ex-deputado passa a ocupar comando desse partido para reforçar leque de legendas para provável campanha à reeleição do filho.

Francisco José estava no Pros, onde tentou ser candidato outra vez à Assembleia Legislativa em 2014, mas não teve amparo legal para esse fim.

“Herança maldita” de Fafá e Cláudia pressionam Fco. José Jr.

A herança maldita advinda das gestões Fafá Rosado (PMDB) e Cláudia Regina (DEM) continuam encurralando a gestão do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

O passivo com o Hospital Wilson Rosado (HWR), por exemplo, que levou a empresa hospitalar a recorrer à interveniência da Justiça, remonta à fase Cláudia Regina.

A instalação da UTI Pediátrica que o HWR fez em tempo recorde, para atender à iniciativa da prefeita, só teve serviços pagos por ela em apenas um mês.

Segundo o prefeito Francisco José divulgou este ano, ainda no período de sua interinidade, o débito contabilizado para ele administrar passava dos R$ 46 milhões.

Extraoficialmente, nos intramuros da Prefeitura, corria informação que a própria Cláudia teria encontrado números da ordem de R$ 74 milhões.

Ela, nunca, jamais, confirmou ou desmentiu esses números.

Mossoró tem “100%” de chances de ter secretário em governo

Segundo o prefeito Francisco José Júnior (PSD), “é quase 100%” certo que Mossoró terá pelo menos um nome no secretariado do governador eleito Robinson Faria (PSD).

A previsão foi feita em entrevista ao jornalista William Vicente, da TV Cabo Mossoró (TCM).

Admitiu até, que seu pai e ex-deputado estadual Francisco José (sem partido) pode ser lembrado. A “experiência” do ex-deputado pesaria na escolha, arguiu.

Mas alertou que não é uma questão obrigatória a inclusão de um parente seu na equipe do governador. Ponderou, que na verdade o aspecto técnico é imprescindível, até para atender ao discurso pregado pelo próprio Robinson.

Quando foi candidato a governador, Robinson Faria prometeu que privilegiaria aspectos técnicos em seu “time”, em vez da pura indicação por influência política e compadrio.

Veja vídeo com entrevista-reportagem, clicando na própria caixa de imagem, onde existe uma seta.

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Robinson faz campanha ao lado do prefeito Francisco José

O candidato a governador Robinson Faria (PSD), da Coligação Liderados pelo Povo, voltou a Mossoró nesta quarta-feira, 10, para mais uma caminhada com o povo.

Dessa vez, ele percorreu as ruas da Alameda dos Cajueiros, Planalto, Liberdade e realizou reunião de Calçada no Papoco, ao lado do prefeito Francisco José Júnior (PSD) e demais lideranças locais e regionais.

Robinson destacou a importância de Mossoró para a sua campanha.

“Estou convicto de que Mossoró é o município que vai decidir minha campanha”, declarou.

Almoço

Nessa quinta-feira (11), ao meio-dia, Robinson participará de almoço no restaurante Tenda Gastronomia. É convidado de segmentos empresariais que querem lhe ouvir quanto a propostas para Mossoró e região.

Também será apresentado documento que aponta gargalos à economia e seleciona prioridades sob o olhar da livre iniciativa, para que ele possa encetar caso seja eleito.

Prefeito diz que é vítima de perseguição da família Rosado

Em concentração pública hoje à noite no Alto de São Manoel, uma das áreas mais populosas de Mossoró, o prefeito Francisco José Júnior (PSD) voltou a apresentar seus candidatos à população. Mas aproveitou também para desabafar.

Prefeito discursou para mostrar que não se intimidaria (Foto: divulgação)

Disse que é vítima de cerco da elite política mossoroense, assentado num eixo eminentemente familiar, ou seja, o clã Rosado, que se divide e continua homogêneo no propósito de se perpetuar no poder no município.

“Todos se juntaram contra o prefeito, mas eu estou com Deus e com o povo”, pregou o prefeito.

“Agressão a gente responde com oração e com trabalho”, exaltou.

Francisco José esteve ladeado pelo candidato a deputado estadual Galeno Torquato (PSD), que passou a apoiar em Mossoró, desde que não conseguiu viabilizar legalmente a candidatura do seu pai, ex-deputado estadual Francisco José (PROS).

Desafio

“Meu pai foi boicotado porque seria o deputado mais votado de Mossoró. Ele seria o enfermeiro do povo, mas agora nós temos Galeno que será o médico do povo”, converteu o prefeito

Garantiu que continua com o mesmo palanque de sua vitória à prefeitura em maio deste ano e desafiou adversários: “Eu só estou conseguindo trabalhar porque não tenho rabo preso”.

Acompanharam o prefeito, além de Galeno (ex-prefeito de São Miguel, que disputa pela primeira vez uma vaga na Assembleia Legislativa), os vereadores Manoel Bezerra (DEM), Cìcera Nogueira (PSD), Jório Nogueira (PSD) e Claudionor dos Santos (PMDB).

Além deles, o ex-deputado Francisco José e o candidato a deputado federal Betinho Rosado Segundo (PP).

Galeno Torquato tem promessa de mais de 10 mil votos

O candidato a deputado estadual Galeno Torquato (PSD) tem promessa de receber, em Mossoró, pelo menos 10 mil votos. Essa é a estimativa que ouviu do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), seu  principal apoio local.

É possível?

É, sim. Mais do que possível. Números podem ir além disso.

O prefeito tem a máquina da Prefeitura de Mossoró em suas mãos, além do reforço de dez vereadores de sua base, no trabalho de formiguinha e catequese nos bairros e zona rural.

Galeno não terá prejuízo. Está em conta.

Tinha uma eleição encaminhada, que agora está praticamente fechada.

O prefeito, por sua vez, precisará dar demonstração de força com um candidato absolutamente desconhecido na cidade. É um esforço a mais.

O “Galeno” de maior notoriedade por essas plagas é o cantor-compositor Bartô Galeno, que não é candidato a nada.

A intenção do prefeito sempre foi devolver seu pai, ex-deputado Francisco José (PROS), à Assembleia Legislativa.

Fracassou devido a lambanças legais, em que aparecem até supostas falsificações de documentos públicos em cartório, para legalizar sua candidatura. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) vetou-o.

Galeno é o candidato. É a bola da vez nesse intrincado jogo político de Mossoró, a cada dia recheado de situações surpreendentes.

Candidato do prefeito Fco José Júnior estreia em Mossoró

O ex-prefeito de São Miguel, médico e candidato a deputado estadual Galeno Torquato (PSD), estreou nas ruas, praças e avenidas de Mossoró na caça ao voto. Foi à noite dessa terça-feira (19).

Galeno (de branco) faz contato com o povo de Mossoró (Foto: divulgação)

Ciceroneado por seu principal apoio na cidade, o prefeito Francisco José Júnior (PSD), ele foi pro corpo a corpo nas principais artérias do bairro Boa Vista. Na segunda-feira (18), ele tinha sido apresentado à militância, no comitê de campanha da chapa majoritária da Coligação Liderados pelo Povo, no bairro Nova Betânia.

Antes, na sexta-feira (15), fora apresentado oficialmente como candidato do prefeito, no apartamento do governante, para um grupo de vereadores que passou a apoiá-lo.

União de forças

Na   primeira caminhada em Mossoró, Galeno Torquato teve ainda a companhia do ex-deputado Francisco José (PROS), e de vereadores que o apoiam.

A caminhada foi concluída na Praça Raimundo Rubira, tradicional ponto de concentrações políticas em Mossoró.

“Precisamos unir forças por Mossoró, porque aqui é base para mais de 60 municípios. Não podemos seguir sozinhos, nem fechar as portas para as lideranças de outras cidades e regiões. Precisamos sim, de alguém como Galeno que está disposto olhar de forma especial para Mossoró e nos ajudar a administrar com o povo e para o povo”, assinalou o prefeito.

Prefeito de Upanema faz nova opção para deputado estadual

Num encontro bastante concorrido, o prefeito de Upanema Luiz Jairo (PR) apresentou, neste domingo, 17, em sua residência, o presidente da Assembleia Legista do Rio Grande do Norte Ricardo Motta (PROS) como seu candidato a deputado estadual.

Jairo fala lembrando canal aberto com Motta, ao seu lado (Foto: divulgação)

Agendada somente no sábado, 16, à noite, a reunião contou com a participação de centenas de pessoas e dos vereadores Carlinhos Professor (PR), Ibamar Costa (PR), Oseas Monthalgan (PROS) e Ferrari Oliveira (DEM).

Luiz Jairo destacou que tem uma relação muito antiga com Ricardo Motta e que ele sempre lhe ajudou, ‘desde o tempo em que fui vereador’.

Outros apoios

“Mesmo não sendo prefeito, Ricardo sempre me recebeu e nos ajudou no que foi possível”, ressaltou, citando ações desenvolvidas através do deputado, como a primeira colocação de alevinos na Barragem de Umarí e energia elétrica em várias comunidade rurais.

O prefeito disse que Ricardo Motta vai ficar com compromisso de ajudar Upanema muito mais ‘a partir da votação expressiva que ele vai ter na cidade nas eleições de outubro’, afirmou.

Luiz Jairo defendeu ainda o voto em Zenaide Maia (PR) para deputada federal e em Henrique Alves (PMDB) e Wilma de Faria para o Governo do Estado e o Senado, respectivamente, além de Dilma (PT) para presidente.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Luiz Jairo.

Nota do Blog – Jairo havia anunciado há poucos dias seu apoio ao então candidato Francisco José (PROS). Mas como a candidatura desse ex-deputado foi impugnada, fez nova opção.

Prefeito tem difícil missão de emplacar seu candidato a estadual

Tudo pronto e arranjado.

Como o Blog anunciou em definitivo (veja AQUI), ontem (sexta-feira, 15), o médico e ex-prefeito de São Miguel – Galeno Torquato (PSD) – é o candidato a deputado estadual a ser apoiado pelo prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD).

Galeno e o prefeito: apoio do "céu" (Foto: divulgação)

Depois de espanar o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) e naufragar no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) – veja AQUI – com a candidatura do seu pai, o ex-deputado estadual Francisco José (PROS), o prefeito partiu para a terceira e, tudo indica, última escolha.

Para Galeno, um apoio que pode ser decisivo à sua eleição. Caiu do céu. Mesmo uma votação ruim, lhe será muito boa no cômputo geral.

Para o prefeito, uma manobra arriscada, que revela como tem sido confusa sua política nesses primeiros meses de mandato efetivo. Uma votação pífia para o ungido será um duro golpe à sua imagem.

Imigrantes

Assentado numa votação de 68.915 votos a prefeito, no pleito suplementar de maio deste ano, “Silveira” passou metade do seu tempo de lá até aqui, enroscado na candidatura do pai, com plenas condições de vê-lo eleito.

Agora, tem praticamente 45 dias para transformar um desconhecido, em Mossoró, num candidato palatável. Missão dificílima.

Tradicionalmente, Mossoró escolhe candidatos com vínculos com a cidade. Foi assim, por exemplo, em 2010.

Dos cinco mais votados a deputado estadual, todos eram de Mossoró. Entre os dez mais votados, oito tinham ligações umbilicais com ela (veja boxe abaixo).

Candidatos mais votados à AL em Mossoró (2010):

– Leonardo Nogueira (DEM) – 20.049 (16,51%);
– Larissa Rosado (PSB) – 19.799 (16,31%);
– Chico da Prefeitura (DEM) – 19.093 (15,73%);
– Francisco José (PMN) – 10.329 (8,51%);
– Genivan Vale (PR) – 6.304 (5,19%);
– Gilvan Carlos (PHS) – 4.061 (3,35%);
– Antônio Jácome (PMN) – 3.476 (2,86%);
– Luiz Carlos Martins (PT) – 2.576 (2,12%);
– Doutor Pio (PSB) – 2.447 (2,02%
– Sargento Regina (PDT) – 1.446 (1,19%).

* Nomes grifados são originalmente de Mossoró. Gilvan Carlos há muitos anos reside na cidade e Sargento Regina, apesar de ter começado carreira política em Natal, nasceu em solo mossoroense.

Mas é claro que sobram e sempre vão sobrar muitos votos para candidatos de outras plagas. Essa é a própria natureza de Mossoró, que a partir da grande seca de 1877, no  século 19, ganhou uma característica sociológica baseada na miscigenação, em imigrantes.

No triênio da maior seca de todos os tempos na região, naquele século, Mossoró passou de uma população de cerca de 6,5 mil pessoas para mais de 24 mil.

Desde então, virou um “porto seguro” e lugar de braços abertos para milhares e milhares de pessoas que a adotam como lugar para viver ou trabalhar.

Claro que existe espaço para Galeno Torquato e tantos outros candidatos a deputado estadual, federal e concorrentes a outros cargos eletivos. Conquistem-na, mas depois apareçam para dar pelo menos um “oi!”

Campanha chega à metade e prefeito não tem nome a estadual

Chegamos à metade da campanha eleitoral deste ano e, até aqui, o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) não se desvencilhou da teia em que ele mesmo se meteu. Sozinho.

Não conseguiu apresentar um candidato a deputado estadual do seu grupo político-familiar. Tentar – e muito -, ele tentou.

A viabilização eleitoral do pai e ex-deputado estadual Francisco José (PROS) estava “garantida”, com apoios em mais de 30 municípios, em questão de poucos dias. Mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no último dia 5, decretou sua inelegibilidade.

"Irmãozinho" voltou, mas não se viabilizou, apesar do esforço do prefeito e filho (Foto: reprodução)

A estimativa interna era de que teria pelo menos 25 mil votos em Mossoró e algo em torno de 22 a 25 mil em dezenas de outros municípios.

Sem saída legal e política, dentro da família, como opção para substituir o pai – nome leve e de bom apelo popular -, Francisco José Júnior perambula à cata de uma solução. Tenta um nome viável e honroso. Trabalho hercúleo.

No último dia 8, três dias após a decisão do TRE, em nota de sua assessoria, ele garantiu que no máximo até a segunda-feira (11), proclamaria sua escolha (veja AQUI). Estamos na sexta-feira (15) e nada. Lá se foi uma semana a mais.

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Está metido numa camisa-de-força em que se socou, como um dos grandes micos políticos do início de sua gestão. O tempo urge e ruge. Qualquer solução será mero remendo, que pode levá-lo a outro fiasco.

Nesse espaço de uma semana, as especulações apontaram para o deputado José Dias (PSD) e Galeno Torquato (PSD), ex-prefeito de São Miguel. Também esteve nesse rol, o vereador Jório Nogueira (PSD).

Nenhum deles à altura do perfil popular do “Irmãozinho” (apelido com que o pai é abordado e trata interlocutores) e sem qualquer identidade pessoal com o prefeito.

A demora no anúncio diz tudo: o prefeito “entrou num oito”, como define uma expressão popular.

Antes dessa fase, tinha um acordo com o esquema da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) para apoiar seu marido, o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM). Racharam.

Racha “natural”

Francisco José Júnior cobrou Fafá e Leonardo. Ponderou que precisaria que apoiassem seu candidato a governador, o vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD). Fafá e Leonardo estavam “afinados” com o candidato desde a campanha eleitoral suplementar de Mossoró.

Mas com projeto de assumir controle do PMDB local e ser candidata a deputado federal, a ex-prefeita recuou do palanque de Robinson. Deixou-o falando sozinho. Acertou reforço à candidatura de Henrique Alves (PMDB), recebendo também garantias de que seria candidata preferencial do PMDB na região.

Sem entendimento entre o prefeito e o casal, “naturalmente” surgiu espaço para encaixe da candidatura de Francisco José, pai. Na verdade, o que era e sempre tinha sido a prioridade do filho.

Os dois lados mentiam um para o outro na campanha eleitoral suplementar.

O racha ocorreria adiante. Foi bem antes do que muitos imaginavam.

O prefeito sentiu a oportunidade para se livrar de ambos, justificando o lançamento do pai como candidato. Assim aconteceu.

Só não contava com o TRE. Tinha o TRE no meio do caminho.

Prefeito resolve não apresentar substituto do pai em campanha

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), resolveu que não vai substituir a candidatura (indeferida pela Justiça Eleitoral) do seu pai, Francisco José (PROS), a deputado estadual.

Argumenta, em nota divulgada à imprensa à tarde de hoje, que é por uma questão de “coerência”.

Mesmo assim, diz, que ainda anunciará apoio do seu grupo a outro nome que já esteja na disputa.

Veja íntegra da nota abaixo:

Amigos do Rio Grande do Norte.

Nesta terça-feira, 5, nos surpreendeu a decisão que afastou o nosso irmãozinho, Francisco José, da disputa eleitoral. Tristes pelo inesperado, mas respeitando a decisão da Justiça, como todos sabem, resolvemos não levar adiante uma briga judicial como as que já se mostraram penosas para políticos e eleitores em embates eleitorais recentes.

Não é o que merecíamos. Não é como gostaríamos. Estamos sendo penalizados pelo erro de terceiros. No entanto, precisamos respeitar, aceitar e seguir.

Ainda na noite de terça-feira, 5, nos reunimos com o nosso grupo político a fim de decidirmos os próximos passos. Uma decisão de certa forma difícil, mas resolvemos continuar sendo coerentes com o que acreditamos ser a missão de um verdadeiro homem público.

Hoje poderíamos fazer a substituição do nosso candidato. Poderíamos sim buscar, no nosso círculo, pessoas filiadas ao nosso partido para a disputa pela vaga na Assembleia. Mas não é assim que acreditamos a política.

Precisamos lembrar que não era a vaga na Assembleia que pleiteávamos e sim contribuir com o desenvolvimento do nosso estado, através do trabalho de um homem que tem a política e a prestação de serviços aos mais carentes cravadas na própria história.
Não foi possível.

E a nossa decisão é de não fazermos a substituição da candidatura.

Ainda não iremos divulgar qual candidato vamos apoiar por ainda estarmos olhando com carinho e cautela para o processo antes de qualquer tipo de decisão.

Agradecemos a confiança de todos, o envolvimento e a dedicação durante a fase inicial deste processo. Que Deus possa continuar nos iluminando na nossa jornada e nos dando força e perseverança na busca dos melhores caminhos de acordo com o nosso compromisso com o povo e a sociedade.

Muito obrigado.

Francisco José Júnior

Grupo de prefeito deve anunciar escolhas hoje

Deve acontecer ainda hoje anúncio do prefeito de Mossoró, Francisco José (PSD), quanto ao apoio do seu grupo na campanha estadual deste ano.

A princípio, ele apoia Robinson Faria (PSD) e Fátima Bezerra (PT), respectivamente ao Governo e Senado. Até coordena suas campanhas na região.

À Câmara Federal aposta na reeleição de Fábio Faria (PSD).

Mas com impugnação de candidatura do seu pai à Assembleia Legislativa, ex-deputado estadual Francisco José (PROS), está sem nome para esse espaço.

Fco José culpa o PROS por sua eliminação de campanha

A coordenação da campanha à Assembleia Legislativa, do deputado estadual Francisco José (PROS), emitiu Comunicado após decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que rejeitou registro de sua candidatura.

Francisco e Ricardo Motta: vítima e algoz? (Foto: Assessoria de Francisco José)

Acusa o PROS estadual pelas falhas no registro de filiação, adianta que não recorrerá da decisão e promete anunciar uma posição política em relação à campanha. Explode pontes na relação com o comando da sigla no RN.

O partido é comandado no estado pelo vereador natalense e candidato a deputado federal Rafael Motta. Ele é filho do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta.

Veja a íntegra do Comunicado, abaixo:

A coordenação da campanha do enfermeiro Francisco José lamenta informar que, diante dos equívocos cometidos pelo PROS quanto a sua filiação partidária que culminou com o indeferimento do registro de sua candidatura, decidiu não recorrer da decisão do TRE. O Irmãozinho aceita a decisão do Pleno, mesmo tendo consciência de ter realizado todos os procedimentos legais dentro dos prazos da Justiça.

A decisão foi tomada para evitar a judicialização da campanha e o estabelecimento de mais um clima de insegurança jurídica na cidade de Mossoró, desrespeitando os eleitores que acreditam neste projeto.

A desorganização do partido causa a seus quadros um enorme prejuízo eleitoral, tendo em vista que o candidato mossoroense tinha força suficiente para ser um dos mais votados, garantindo o fortalecimento da agremiação em nível estadual.

Com cinco mandatos em sua carreira política, sendo dois como vereador de Mossoró e três como deputado estadual, Francisco José nunca teve problemas com a Justiça e jamais passou por uma situação como esta.

O futuro do grupo político será decidido em reunião e comunicado publicamente para o conhecimento de toda a população do Rio Grande do Norte. No mais, é agradecer a todos que confiaram neste projeto e que continuam torcendo pelo futuro político de Francisco José, o enfermeiro do povo.

Obrigado.

A Coordenação.

Suposta fraude em documentos terá apuração

O indeferimento da candidatura a deputado estadual, do ex-deputado estadual Francisco José (PROS) – veja postagem abaixo – poderá ter delicados desdobramentos.

O procurador regional eleitoral, Gilberto Barroso, atestou a necessidade de apuração de suposta fraude em documentos apresentados pelo PROS, para atestar filiação de “Chico”.

O juiz Verlano Medeiros, relator do processo no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), adiantou que inquérito vai elucidar o caso.

TRE rejeita candidatura de Francisco José

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) acaba de negar o pedido de registro de candidatura a deputado estadual, do ex-deputado estadual Francisco José (PROS).

O relator da matéria, juiz Verlano Medeiros, votou pelo indeferimento.

Foi seguido pelos demais membros do plenário, à unanimidade.

Todos acataram parecer contrário ao acatamento da candidatura, que fora apresentado pelo procurador regional eleitoral, Gilberto Barroso.

O candidato pertencia aos quadros do PMN. Para ser candidato a qualquer cargo eletivo, este ano, por outra sigla, teria que mudar oficialmente até 5 de outubro de 2013.

Documentos apresentados foram divergentes e há suspeita de fraude num cartório de Natal.

Na última quinta-feira (31), Francisco já suspendera atos de campanha, à espera do julgamento. Pressentia esse desfecho.

A decisão é um baque para o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), seu filho. Trabalhava para que ele tivesse pelo menos 25 mil votos em Mossoró e cerca de 22 mil – ou mais – em outros municípios. Trabalhava em mais de 30.

O Blog antecipou o resultado no domingo (3), com postagem sob esse título: “candidatura de Francisco José é caso perdido” (veja AQUI).

Nota do Blog – Se o caso partir para apuração de suposta fraude, em documentos, num cartório natalense, meio-mundo pode vir abaixo.

Se ficar só na exclusão do candidato, da disputa, o estrago é ínfimo.