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Fátima anuncia que Isolda Dantas “vai ser candidata à prefeita”

“Isolda, prepare o tênis que junto com a militância e os aliados você vai ser candidata à prefeita de Mossoró. E vai ganhar! E vai ser a melhor prefeita da história de Mossoró”. Com essas palavras, a governadora Fátima Bezerra (PT) apresentou publicamente a deputada estadual Isolda Dantas (PT) como pré-candidata do seu partido à Prefeitura de Mossoró.

Isolda reuniu filiados e militantes, além de alguns vereadores, ao lado de Fátima Bezerra (Foto: Wigna Ribeiro)

Seu discurso foi proferido na posse da própria Isolda na presidência do Diretório Municipal da sigla no município, nesse sábado (14), em auditório do Hotel Vitória, bairro Nova Betânia.

“Chegou a hora de virar a página da história da nossa cidade que merece sair das mãos das oligarquias e entrar na rota do desenvolvimento, do diálogo, do olhar voltado para o povo que mais precisa e o PT Mossoró está preparado e não fugira da luta”, acrescentou a governadora.

Participaram do evento ainda os senadores Jean-Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (Pros), deputado estadual Francisco do PT e o presidente estadual do PT – Júnior Souto, além de Haroldo Ferreira(PSB), prefeito de Felipe Guerra.

Entre as presenças locais, os vereadores Raério Araújo (sem partido), Ozaniel Mesquita (PL), Genilson Alves (PMN),  João Gentil (Rede), Alex do Frango (PMB) e Gilberto Diógenes (PT), empossado como vice-presidente petista, bem como Pedro Lúcio Góis – dirigente do PCdoB.

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Prefeitura se defende e juiz vai decidir sobre Ação Popular

Empréstimo foi aprovado dia 23, em sessão fora da sede da CMM (Foto: BCS)

A Prefeitura Municipal de Mossoró pronunciou-se sobre a Ação Popular com pedido de tutela de urgência, que trata da aprovação às pressas de projeto de lei (veja AQUI) que autorizou a municipalidade a obter empréstimo “de até R$ 150 milhões”.

A demanda foi protocolada à semana passada pelos vereadores oposicionistas – Alex do Frango (PMB), Petras Vinícius (DEM), Gilberto Diógenes (PT), Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PL) e Raério Araújo (sem partido) – e está em tramitação na 8ª Vara da Justiça Federal da comarca de Mossoró, sob apreciação do juiz Orlan Donato Rocha.

Após ouvir manifestação dessa parte, o magistrado vai emitir decisão. Os parlamentares viram o projeto ser aprovado sem maior discussão no último dia 23.

A mensagem e projeto enviados pela prefeita à Câmara Municipal não detalha questões imprescindíveis ao conhecimento dos parlamentares e da população, como tempo de carência, período de pagamento, juros, índice de comprometimento de receita, plano de aplicação dos recursos, critérios à definição dos investimentos e em que obras especificamente devem ser empregados esses milhões.

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Justiça intima prefeitura a dar explicações sobre empréstimo

Rocha aguarda pronunciamento da PMM (Foto: arquivo)

A Prefeitura Municipal de Mossoró tem até o próximo dia 13 para se pronunciar quanto à Ação Popular com pedido de tutela de urgência, que trata da aprovação às pressas de projeto de lei (veja AQUI) que autorizou a municipalidade a obter empréstimo “de até R$ 150 milhões”.

A demanda foi protocolada à semana passada pelos vereadores oposicionistas – Alex do Frango (PMB), Petras Vinícius (DEM), Gilberto Diógenes (PT), Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PL) e Raério Araújo (sem partido) – e está em tramitação na 8ª Vara da Justiça Federal da comarca de Mossoró, sob apreciação do juiz Orlan Donato Rocha.

Sessão sem transmissão ao vivo

O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal no último dia 23 (veja AQUI) em sessão ordinária sem transmissão ao vivo pela TV Câmara. Normalmente, a emissora desse próprio poder transmite todas as suas reuniões deliberativas de plenário.

Com os votos majoritários de sua bancada, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) também se esquivou de uma audiência pública (veja AQUI) proposta pelo oposição. Os parlamentares cobram uma série de informações relacionadas à operação, visto que não constam da justificativa ou enunciado do projeto.

Nem a própria bancada do governo soube esclarecer pontos como tempo de carência, período de pagamento, juros, índice de comprometimento de receita, plano de aplicação dos recursos, critérios à definição dos investimentos e em que obras especificamente devem ser empregados esses milhões.

Leia também: Empréstimo de Rosalba é cartada político-eleitoral decisiva.

P.S (9h52, de 7 de novembro de 2019) – Nota da Câmara Municipal de Mossoró

Sobre a postagem “Justiça intima Prefeitura a dar explicações sobre o empréstimo”, mais precisamente no trecho “Sem transmissão ao vivo”, esclarecemos que as sessões itinerantes no projeto Câmara Cidadã não recebem transmissão em tempo real, porque a TV Câmara Mossoró não dispõe de equipamento (link) para transmissão ao vivo, em eventos externos.

A veiculação dessa natureza só ocorre diretamente do plenário, em razão de estrutura permanente, destinada a essa finalidade. Portanto, a ausência de transmissão ao vivo da sessão no bairro Sumaré, no último dia 23, não tem relação com a votação do empréstimo à Prefeitura.

A referida sessão foi gravada, e a íntegra exibida na TV Câmara Mossoró, como as 11 reuniões plenárias anteriores, realizadas no Câmara Cidadã.

Diretoria de ComunicaçãoCâmara Municipal de Mossoró

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Venda de folha de pessoal é cogitada por município

Segundo noticia o jornalista Vonúvio Praxedes do Blog Diário Político, a Prefeitura Municipal de Mossoró prepara negociação da sua folha de pessoal.

Os números estariam estimados em R$ 10 milhões, outra vez com a Caixa Econômica Federal (CEF).

O vereador oposicionista Genilson Alves (PMN) vai pedir oficialmente na Câmara Municipal explicações ao Executivo sobre a negociação e informação – não confirmada – de operação de empréstimo (veja AQUI).

Ele esteve hoje com representante da CEF em Mossoró, coletando informações sobre esses dois assuntos.

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Mossoró tem mais de 180 óticas e muitas estão irregulares

Óculos: números impressionam (Foto ilustrativa)

Vereador e lojista do setor ótico, Genilson Alves (PMN) solicitou que a Vigilância Sanitária verifique denúncias de que  “um grande número de óticas não têm sequer um técnico responsável. E é obrigatória a presença desse profissional”, explicou.

Chegou a revelar, que “Mossoró dispõe de mais de 180 óticas e pouco mais da metade está regularizada. Algumas nem possuem CNPJ”, afirmou.

O número de lojas desse segmento é um  fenômeno do comércio mossoroense.

Do centro da cidade à periferia é um negócio de números que impressionam.

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Político recorre ao TRE/RN para poder mudar de sigla

Genilson: no PMN (Foto: Valmir Alves)

Do Blog Saulo Vale

O vereador mossoroense Genilson Alves (PMN) ingressou com ação no Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE-RN) pedindo autorização para trocar de partido sem perder o mandato.

O parlamentar alega na ação que sua permanência na legenda ficou insustentável, após conflitos internos, especialmente durante processo eleitoral de 2018 em que ele tentou ser candidato a deputado estadual.

Genilson afirma que, caso receba autorização do TRE, poderá ter como destino o Avante, presidido no RN pela suplente de deputado federal Karla Veruska.

“Mas ainda não está definido”, acrescenta.

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Oposição entra com ação em favor de sindicato

Do  Blog Saulo Vale

Os vereadores da oposição entraram com ação na 3ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró para anular a sessão ordinária que aprovou o projeto de Lei do Executivo que retira o desconto sindical da folha de pagamento dos servidores ligados ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Alegaram que a 28ª sessão ordinária, realizada no dia 10 de junho, desobedeceu o Regimento Interno diversas vezes.

Ingressaram com a ação, os vereadores Gilberto Diógenes (PT), Petras Vinícius (DEM), Raério Araújo (PRB), Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PR) e Alex do Frango (PMB).

O projeto do Executivo que retira o desconto sindical da folha de pagamento dos servidores foi aprovado no dia 10 de junho, por 12 votos a favor.

A oposição abandonou a sessão em protesto, alegando desobediência ao Regimento Interno.

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Bancada de Rosalba recebe ordem para derrubar emendas

Petras: dez emendas (Foto: CMM)

A ordem é expressa: tem que derrubar todas as emendas da oposição. Todas.

A bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) recebeu determinação para não deixar prosperar nenhuma proposição oposicionista ao Projeto de Lei do Executivo de número 1.209/2019, que trata das Diretrizes da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2020.

Ao todo, a Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade aprovou 28 emendas. Desse volume, 20 foram apresentadas por vereadores oposicionistas, minoria na Câmara Municipal de Mossoró.

Petras Vinícius (DEM) tem dez emendas, Gilberto Diógenes somou quatro, enquanto Raério Araújo (PRB), Ozaniel Mesquista (PR) e Genilson Alves (PMN) tiveram duas.

A preocupação do governismo é evitar ao máximo que o projeto seja mexido. Afinal de contas, 2020 é um ano eleitoral decisivo para o grupo e sistema político do rosalbismo.

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Governistas aprovam fim de desconto de contribuição sindical

A maioria dos vereadores mossoroenses garantiu aprovação nesta quarta-feira (5) do Projeto de Lei 139/2019 que retira da folha de pagamento da municipalidade a contribuição sindical do servidor. Como esperado, não foi uma sessão normal.

A matéria foi votada em Regime de Urgência numa sessão bastante tumultuada. Entre outros embaraços e bizarrices, a Casa teve o vereador situacionista Rondinelli Carlos (sem partido) assumindo a presidência para dar celeridade à votação, sem sequer integrar a mesa diretora.

Ele recusou-se a dar a palavra a vereadores da oposição e de se retirar da cadeira, daí, o tumulto. A sessão foi encerrada pelo vereador Alex do Frango (PMB) em meio a intenso bate-boca. Ele interveio lembrando que era o 2º vice-presidente e teria prerrogativas para tanto.

Mas a presidente da Casa – Izabel Montenegro (MDB) – apareceu em plenário e retomou sessão depois de mais de 30 minutos de paralisação dos trabalhos. Oportunizou a votação que contrariou oposicionistas e dezenas de manifestantes ligados ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Votos e saída de plenário

Os vereadores governistas Aline Couto (sem partido), Maria das Malhas (PSD), Francisco Carlos (PP), Sandra Rosado (PSDB), Rondinelli Carlos, Didi de Arnor (PRB), Tony Cabelos (PSD), Manoel Bezerra (PRTB), Alex Moacir (MDB), Ricardo de Dodoca (Prona) e Zé Peixeiro (MDB) votaram a favor do projeto enviado pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

O voto do vereador João Gentil (Patriota), que se autodenomina de “independente”, também foi em favor do projeto.

Gilberto Diógenes (PT), Alex do Frango, Petras Vinícius (DEM), Ozaniel Mesquita (PR), Raério Araújo (PRB) e Genilson Alves (PMN) saíram do plenário em protesto.

Flávio Tácito (PPL) e Emílio Ferreira (PSD) justificaram falta, com utilização de atestado médico.

Prefeita x Sindicato

O Sindiserpum queixa-se que deixará de recolher contribuição de cerca de 4 mil associados. “Sem a garantia destes pagamentos, consequentemente, não tem como oferecer, por exemplo, o convênio de saúde que era disponibilizado aos associados e que contava com atendimentos de cardiologia, ginecologista, oftalmologista, dentista, clínico geral, além de 45 exames”, aponta a entidade.

A gestão da prefeita Rosalba justifica que apenas faz uma adequação à legislação. Não haveria embutido no projeto qualquer ranço politiqueiro ou tentativa de fragilizar o sindicato.

* Vídeo constante desta postagem é do Blog Carol Ribeiro em reportagem para a TCM-Telecom.

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Deputado propõe agenda comum entre Assembleia e Câmara

Allyson (centro, mais alto) com vereadores (Foto: João Victor)

Em pronunciamento no projeto Tribuna Popular, hoje (quarta-feira, 22), na Câmara Municipal de Mossoró, o deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) colocou mandato à disposição dos vereadores e defendeu agenda comum entre a Casa e a Assembleia Legislativa por Mossoró.

“Proponho união administrativa e política entre os dois poderes legislativos para trabalharmos temas de interesse de Mossoró, e nosso mandato na Assembleia continua aberto aos 21 vereadores e vereadoras. Estamos aqui para reforçar esse compromisso”, disse Allyson Bezerra.

Pronunciaram-se em apoio à proposta do deputado os vereadores João Gentil (Patriotas), Ozaniel Mesquita (PR), Aline Couto (sem partido), Raério (PRB), Petras (Democratas), Rondinelli Carlos (PMN), Genilson Alves (PMN), Francisco Carlos (PP), Alex do Frango (PMB), Tony Cabelos (PSD), Manoel Bezerra (PRTB) e Izabel Montenegro (MDB).

No dia 12 de dezembro do ano passado, quem esteve na Tribuna Popular foi o então deputado estadual eleito Bernardo Amorim (Avante).

Com informações da Câmara Municipal de Mossoró.

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Regimento Interno passará por atualização após 22 anos

Plenário deverá receber anteprojeto no máximo em oito meses (Foto: Edilberto Barros)

A Câmara Municipal de Mossoró terá uma Comissão Especial para Elaborar Proposta de Reforma do Regimento Interno da Casa. O próximo passo, após sua criação à semana passada (quarta-feira, 27), será indicação dos sete vereadores do colegiado.

Esse grupo terá até oito meses para produzir um anteprojeto.

Datado de 1997 (22 anos), o Regimento Interno (RI), que rege o processo legislativo, como o rito de votações, está em desacordo aos padrões dos principais regimentos, como os do Congresso Nacional, segundo o advogado Breno Góis, servidor efetivo da Câmara Municipal de Mossoró, lotado no Setor de Comissões da Casa.

O projeto de resolução que criou a Comissão é de autoria dos vereadores Sandra Rosado (PSDB), Alex Moacir (MDB), Genilson Alves (PMN) e Aline Couto (sem partido), membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal.

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Oposição precisa de um líder

Do Blog Diário Político

Ozaniel Mesquita (PR), vereador de Mossoró que assumiu a liderança da bancada de oposição em junho de 2018, anunciou que vai deixar tal função nos trabalhos legislativos ainda esta semana.

“Continuarei em oposição a Prefeita de Mossoró, mas como faço parte da mesa diretora da casa não posso mais ser líder da oposição. Estamos em busca de um nome”, afirmou Ozaniel.

Antes do vereador Ozaniel, quem ocupou a liderança da oposição foi Genilson Alves (PMN). A primeira liderança oposicionista desta legislatura foi Isolda Dantas (PT) que deixou a Câmara de Mossoró este ano após ser Eleita Deputada Estadual.

Nota do Blog Carlos Santos – Essa situação diz muito da política de Mossoró. As eleições municipais de 2016 provocaram alguns solavancos nas velhas estruturas políticas locais, mas não fez nascer qualquer grupo de oposição, com configuração de oposição, papel de oposição, organização de oposição. O legislativo é uma mostra disso.

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Oposição à Izabel tem nova derrota, mas vai recorrer

Do Blog Saulo Vale

A juíza Kátia Cristina Guedes Dias negou a liminar pretendida por um grupo de vereadores, que pedia a anulação da eleição da Mesa Diretora na Câmara Municipal de Mossoró. A decisão saiu à tarde desta sexta-feira (11) e garante à permanência da vereadora Izabel Montenegro (MDB) no cargo de presidente.

Na ação, os parlamentares alegavam erros no projeto que institui a reeleição, aprovado em regime de urgência pelos vereadores em 2017.

A magistrada não acolheu os argumentos.

Essa demanda foi provocada pelos vereadores Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Genilson Alves (PMN), Sandra Rosado (PSDB) e Didi de Arnor (PRB). Esses mesmos vereadores já decidiram que vão recorrer da decisão da magistrada.

No final do ano passado, eles e o também vereador João Gentil (sem partido) tentaram impedir a posse de Izabel para novo mandato presidencial na Casa, mas não obtiveram liminar (veja AQUI, AQUI e AQUI).

Nota do Blog Carlos Santos – A oposição interna que Izabel Montenegro passou a sofrer, na difícil relação com seus pares, tende a recrudescer. O que é péssimo pro próprio poder e para Mossoró.

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Izabel reage à ‘disfarçada moralidade’ de vereadores revoltados

A ação protocolada por seis vereadores consorciados das alas governista e oposicionista em Mossoró, com objetivo de barrar a posse para novo biênio presidencial na Câmara Municipal de Mossoró, da atual presidente Izabel Montenegro (MDB), teve manifestação em juízo da parlamentar. Um contra-ataque, que se diga.

A defesa foi formalizada nessa sexta-feira (28) pelo advogado Marcos Araújo. Enfrenta ação apresentada no plantão judicial natalino no último dia 24, pelos vereadores Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Didi de Arnor (PRB), Genilson Alves (PMN), Zé Peixeiro (MDB) e Sandra Rosado (PSDB). Eles tentam provocar nova eleição ao cargo e mesa diretora como um todo.No pleito interno acontecido no dia 24 de outubro de 2017, portando há mais de um ano e dois meses, todos os litigantes votaram para novo mandato presidencial de Izabel. Os bastidores foram tensos. Leia: Izabel obtém nova presidência abortando conspiração.

A demanda dos vereadores é tratada como “tentativa de extorsão por via judicial e Litigância de má-fé”, na manifestação de Izabel Montenegro.

No arrazoado, o advogado assinala: (…) Passados mais de um ano das alterações legislativas na Lei Orgânica do Município e das eleições para a Mesa Diretora da Câmara, num arroubo tardio de disfarçada “moralidade”, estando o Judiciário em pleno recesso, querem os autores “a suspensão imediata dos efeitos da eleição e a posse dos membros da Mesa Diretora havida na Quinquagésima Sexta (56ª) Sessão Ordinária do Segundo (2º) período da Décima Oitava (18ª) legislatura da Câmara Municipal de Mossoró, datada de 24 de outubro de 2017, para o biênio 2019/2020″.

Verba em jogo

O Blog Carlos Santos na quinta-feira (27), em postagem sob o título Complô de insatisfeitos tenta implodir posse de presidente, já levantara essa linha de raciocínio. Apontamos: “(…) Amuados, com interesses particulares contrariados, os vereadores procuram melar o que avalizaram lá atrás, para parecer que tudo ficará limpo daqui para frente. Esse complô de insatisfeitos e arrependidos é caricato”.

O advogado é esclarecedor: “O verdadeiro pano de fundo é a briga dos Vereadores para receber a verba de gabinete, sustada por medida cautelar do Tribunal de Contas do Estado (TCE). 20. Por decisão do TCE – Tribunal de Contas do Estado, foi suspenso o pagamento da verba de gabinete aos vereadores, por entender aquele órgão que tal elemento de despesa seria insuscetível de controle e aferência do interesse público na consumação dos gastos”.

Saindo da linha política para arrimar o contraponto em aspectos meramente jurídicos, Marcos Araújo lista que as fundamentações da inicial contra Izabel Montenegro são teratológicas (mal concebidas, monstruosas). Não se sustentam numa simples espiadela de soslaio à legislação.

Argumentos da Defesa:

a) Não ser cabível a medida pretendida em regime de plantão;

b) Por ser a ação eleita totalmente equivocada;

c) Por ser do Tribunal de Justiça a competência para a declaração de inconstitucionalidade de lei municipal;

d) Por não ter havido vícios procedimentais nos processos legislativos que modificaram a Lei Orgânica Municipal (arts. 44e 45) e o Regimento Interno;

e) Por não existirem os elementos autorizadores (probabilidade do direito e perigo de dano), nos moldes do art. 300 do CPC/15, com base nos argumentos evidenciados nesta petição.

Assim, ele pede que a Justiça negue o pedido de liminar. O processo deverá ser despachado pela juíza Giulliana Silveira  de Souza, que está de plantão até amanhã (domingo, 30).

A posse da atual presidente Izabel Montenegro para o segundo e último biênio da atual legislatura está marcada para o próximo dia 3 (quinta-feira).

Leia também: Nova verba para vereadores custará 1,134/milhão por ano;

Leia também: TCE/RN não reconhece nova Verba de Gabinete de vereadores.

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Complô de insatisfeitos tenta implodir posse de presidente

Do Blog Tio Colorau

O clima na Câmara Municipal de Mossoró, que não terminou muito bem em 2018, tende a ficar ainda pior em 2019.

Seis vereadores ajuizaram uma ação no último dia 24 de dezembro (plantão judicial) requerendo o cancelamento da eleição que elegeu a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró para o biênio 2019/2020.

Os vereadores Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Didi de Arnor (PRB), Genilson Alves (PMN), Zé Peixeiro (MDB) e Sandra Rosado (PSDB) questionam a validade da eleição ocorrida em 24 de outubro de 2017, que escolheu a Mesa Diretora para o biênio 2019/20.

Em decisão liminar, a juíza plantonista mandou intimar a vereadora Izabel Montenegro (MDB) para ela se manifestar sobre o pedido.

Como a presidente está viajando, ela ainda não foi intimada.

A causa é patrocinada pelo advogado Diego Tobias.

Processo nº 0800091-09.2018.8.20.5300.

Nota do Blog Carlos Santos – Os caríssimos vereadores com um ano e dois meses de “atraso” descobriram que algo estaria errado no pleito do qual participaram, votaram e endossaram a antecipação da eleição e legitimaram o nome de Izabel Montenegro para reeleição e novo biênio presidencial.

Agora, amuados com interesses particulares contrariados, procuram melar o que avalizaram lá atrás, para parecer que tudo ficará limpo daqui para frente. Esse complô de insatisfeitos e arrependidos é caricato.

A atual legislatura precisa se encontrar. Está longe de cumprir suas reais responsabilidades e compromissos, com raríssimas exceções.

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Terceirizados sofrem com salários atrasados e impunidade

Ficou aquém do esperado e necessário, a audiência pública para tratar da situação de atraso salarial de dezenas de trabalhadores que atuam em empresas terceirizadas que servem à Prefeitura Municipal de Mossoró. Foi realizada nessa terça-feira (11) na Câmara Municipal, com presença de 12 dos 21 vereadores.

Representantes das terceirizadas, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Justiça do Trabalho – mesmo convidados, não apareceram nem justificaram.

Audiência teve reduzida participação de vereadores, ausência se empresas e autoridade do Trabalho (Foto: Edilberto Barros)

A Prefeitura Municipal, representada por alguns secretários, não se esquivou das discussões e debates, mesmo sem apresentar solução saneadora de atrasos que há anos se transformaram em regra e não uma exceção, governo após governo. Admitiu atrasos e sinalizou luta para parcelamento de dívidas remotas.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) interveio também,  bem como o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza Urbana do RN (SINDLIMP/RN).

Resumindo: nada avançou, nenhuma solução prática surgiu dos relatos, debates e informações passadas. O sofrimento dos terceirizados deverá continuar e a impunidade dos contratantes.

Sofrimento que segue

Essa audiência pública foi solicitada pela vereadora Aline Couto (sem partido) em abril do ano passado. Só ontem foi realizada. Nesses 20 meses, o quadro de desesperos dos trabalhadores só se ampliou.

Participaram os vereadores Izabel Montenegro (MDB), Petras Vinícius (DEM), Rondinelli Carlos (PMB), Alex Moacir (MDB), Raério Araújo (PRB), Manoel Bezerra (PRTB), Genilson Alves (PMN), Alex do Frango (PMB), Aline Couto (sem partido), Sandra Rosado (PSDB), Emílio Ferreira (PSD), João Gentil (sem partido), Maria das Malhas (PSD), Tony Cabelos (PRB).

O futuro vereador Gilberto Diógenes (PT) também compareceu à audiência pública, mas sem nenhuma prerrogativa parlamentar. Ele substituirá Isolda Dantas (PT) no próximo ano, em função da eleição dela como deputada estadual.

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Câmara aprova verba de R$ 4,5 mil/mês para cada vereador

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou nesta manhã de terça-feira (11) a implantação da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar Municipal (CEAPM), nova versão da Verba Indenizatória/Verba de Gabinete.

Placar mostra resultado final da votação com vitória folgada da aprovação (Foto: BCS)

Os vereadores Emílio Ferreira (PSD), Flávio Tácito (PPL), Petras Vinícius (DEM), Francisco Carlos (PP), Manoel Bezerra (PRTB), Raério Araújo (PRB), Tony Cabelos (PSD) e Ricardo de Dodoca (PROS) foram os únicos votos contrários. A presidente Izabel Montenegro (MDB) já tinha se postado contrária à matéria. Porém só vota em caso de empate em plenário, o que não aconteceu.

Votaram favoravelmente os seguintes vereadores: João Gentil (sem partido), Aline Couto (sem partido), Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PR), Alex do Frango (PMB), Alex Moacir (MDB), Maria das Malhas (PSD), Rondinelli Carlos (PMN), Zé Peixeiro (PTC), Didi de Arnoud (PRB),  e Sandra Rosado (PSDB).

A vereadora e deputada estadual eleita Isolda Dantas (PT) é favorável ao projeto de lei 339/2018 que trata da CEAPM, mas não compareceu à sessão.

Cada vereador terá direito a R$ 4,5 mil a mais de gasto por mês. No projeto original apresentado à semana passada, o valor seria de R$ 9 mil (veja AQUI).

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Nova Verba Indenizatória de vereadores tem amplo apoio

Do Blog Saulo Vale

Se fosse votado hoje, com a presença de todos os vereadores, o Projeto de Lei que garante o retorno do pagamento da Verba de Gabinete (Verba Indenizatória) teria sido aprovado no plenário da Câmara Municipal de Mossoró. O recurso está suspenso por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) desde maio de 2016.

Plenário majoritariamente favorável (Foto: Edilberto Barros)

A proposta prevê a verba mensal no valor de R$ 4.500, após modificação do documento inicial, que previa R$ 9 mil/mês. O projeto será votado na próxima terça-feira (11), no plenário da Casa.

O Blog Saulo Vale fez uma enquete com os vereadores e mostra o posicionamento de cada parlamentar. A aprovação seria por 12 votos a 8. A presidente da Câmara, Izabel Montenegro (MDB), só votaria em caso de empate, conforme prevê o Regimento Interno.

Contrários ao projeto: Manoel Bezerra (PRTB), Izabel Montenegro (MDB), Francisco Carlos (PP), Petras Vinícius (DEM), Raério Araújo (PRB), Flávio Tácito (PPL), Ricardo de Dodoca (PROS), Emílio Ferreira (PSD) e Tony Cabelos (PSD).

A favor do projeto: João Gentil (sem partido), Aline Couto (sem partido), Genilson Alves (PMN), Ozaniel Mesquita (PR), Alex do Frango (PMB), Alex Moacir (MDB), Maria das Malhas (PSD), Rondinelli Carlos (PMN), Zé Peixeiro (PTC), Didi de Arnould (PRB), Isolda Dantas (PT) e Sandra Rosado (PSDB).

Em tempo: Os vereadores contrários ao projeto afirmam, de forma unânime, que não são contra o retorno da verba de gabinete, já que, segundo eles, o dinheiro já existe. Ou seja, não implicaria em aumento de repasses do duodécimo da Prefeitura à Câmara. Mas destacam que preferem aguardar posição favorável do TCE sobre uso da verba de gabinete.

Leia também: Vereadores adiam votação de nova Verba Indenizatória.

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Projeto obriga prefeitura a responder cobranças da população

Genilson: matéria importante (Foto: arquivo)

Do Blog Diário Político

Um projeto de lei do vereador Genilson Alves (PMN) poderá dar celeridade ao envio de informações à Câmara de vereadores sobre as indicações e os pedidos de providências remetidos ao poder executivo. Atualmente, os parlamentares recebem as cobranças da população como falta de calçamentos, buracos e outras tantas, aprovam em plenário pedido à prefeitura para ação e na maioria dos casos, não recebem sequer uma resposta.

Na terça-feira (07/11) os parlamentares derrubaram parecer da Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJR) que barrava o projeto de lei 135/2017 que tramita na casa deste junho do ano passado.

Antes, houve uma união de bancadas para derrubar o parecer da CCJR, que uniu governistas e oposicionistas.

Com a aprovação do projeto na Câmara, segue para a prefeitura e o executivo tem um prazo de até 15 dias para se manifestar com veto ou não. No momento, cerca de 2 mil indicações dos vereadores estão sem respostas da Prefeitura de Mossoró, comentou Genilson Alves.

Nota do Blog Carlos Santos – A aprovação da matéria juntou as duas bancadas também por um interesse não visível: pressão para cima da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), como desdobramento ainda da campanha eleitoral deste ano, quando os vereadores governistas não se entenderam com a cúpula do governo.

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Dois candidatos a deputado estadual desistem de campanha

No primeiro dia de campanha eleitoral oficial, esta quarta-feira (16), pelo menos dois candidatos desistiram do pleito no Rio Grande do Norte.

Em Mossoró, o vereador Genilson Alves (PMN), que concorreria à Assembleia Legislativa, na coligação de Carlos Eduardo Alves (PDT).

A princípio, a legenda estava na Coligação Avança RN, mas acabou implodida para acomodar interesses do governismo e do PSB dos deputados federal e estadual Rafael Motta e Ricardo Motta.

Em Parelhas, região Seridó, o médico Tiago Almeida (PSDB) estava no chapão da Coligação Trabalho e Superação do governador e candidato à reeleição Robinson Faria (PSD).

Para a decisão de ambos, a mesma razão: dificuldades inomináveis para vencerem as grandes estruturas e formatações feitas para favorecimento de nomes preferenciais.

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Vereador deixa liderança para ser candidato a deputado

Genilson Alves: pré-candidato (Foto: Edilberto Barros)

O vereador Genilson Alves (PMN) anunciou nesta terça-feira (12), afastamento da liderança da bancada de oposição na Câmara Municipal de Mossoró, para se dedicar à pré-candidatura a deputado estadual nas eleições deste ano.

O seu substituto ainda não foi anunciado.

A oposição tem sete parlamentares.

Além dele, Isolda Dantas (PT), também pré-candidata a deputado estadual; Petras Vinícius (DEM), Ozaniel Mesquita (PR), Raério Araújo (PRB), Alex do Frango (PMB) e Rondinelli Carlos (PMN).

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Julianne tem outro nome exonerado; vereador é prestigiado

Portaria de nomeação de Gilberto Alves

Mais uma pessoa da “cota” da ex-secretária de Estado do Trabalho, Habitação e Ação Social (SETHAS) Julianne Faria (sem partido) foi ejetada de cargo na estrutura do governo estadual.

Agora, foi a vez de Glebson Dantas da Silva, que foi exonerado de cargo comissionado no âmbito da 1ª Circunscrição do Trânsito em Mossoró (CIRETRAN).

Em seu lugar desponta Gilberto Alves de Sousa, irmão do vereador mossoroense Genilson Alves (PMN).

Gilberto já ocupara esse cargo antes, quando seu irmão fazia parte do grupo do então prefeito Francisco José Júnior.

Quanto à Julianne, ela anunciou publicamente sua exoneração em dezembro do ano passado, como parte de um delicado enredo que envolve até separação judicial-matrimonial do governador-marido Robinson Faria (PSD).

Leia também: Robinson começa a exonerar pessoas ligadas à Julianne.

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