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União Brasil recua de nome próprio para apostar em Sérgio Moro

Por Mariana Haubert (Poder 360)

A cúpula do União Brasil, fruto da fusão entre o DEM e o PSL, concluiu nesta 3ª feira (23.nov.2021) que a única 3ª via possível nas eleições presidenciais de 2022 é a do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça Sergio Moro. O partido pretendia lançar o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta ao Palácio do Planalto em 2022, mas ele deverá abrir mão da disputa.

Moro e Mandetta pode ser chapa a ser apresentada na campanha do próximo ano (Fotomontagem)
Moro e Mandetta pode ser chapa a ser apresentada na campanha do próximo ano (Fotomontagem)

Filiado ao DEM, o nome de Mandetta havia sido aventado tanto pelo seu atual partido quanto pela legenda futura como opção viável para a disputa eleitoral, mas a entrada de Moro no jogo inviabilizou sua possível candidatura.

O União Brasil, porém, ainda sonha em compor a chapa com Moro e pode indicar o ex-ministro para a vice. Integrantes da cúpula do novo partido nunca deixaram de conversar com o ex-juiz. No início, havia uma pequena esperança de que poderiam convencê-lo a integrar a legenda.

Quando Moro oficializou sua ida ao Podemos, porém, as conversas passaram a girar em torno da composição de chapa. Esses diálogos devem, inclusive, se intensificar a partir de agora.

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Democratas e PSL se juntam com perfil politicamente muito forte

Em convenção nacional conjunta nesta quarta-feira (6), o DEM e o Partido Social Liberal (PSL) aprovaram fusão partidária. Encaminham a partir de agora os trâmites burocráticos à criação de uma outra sigla denominada de União Brasil, número 44. O evento foi no Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília. Foram realizadas reuniões simultâneas em separado e em seguida a convenção.

Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília sediou evento dos partidos (Foto: Poder 360)
Centro de Convenções Ulysses Guimarães em Brasília sediou evento dos partidos (Foto: Poder 360)

O União Brasil tem pelo menos três pré-candidatos à Presidência da República: Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado, ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta (DEM-GO) e o apresentador de televisão e jornalista Luiz Datena, comentou o presidente nacional do Democratas, ACM Neto:

– “Nenhum outro partido tem três nomes dessa expressão política como nós”.

Grande

O novo partido pode se tornar uma das maiores bancadas no Congresso e no Senado, mas um dos articuladores dessa comunhão político-partidária, o ex-senador José Agripino (DEM), admite que ocorram defecções (veja AQUI).

DEM e PSL somam hoje 81 deputados (53 do PSL e 28 do DEM), além de sete senadores (seis do DEM e um do PSL), bem como 4 governadores. Provavelmente vai empalmar a maior fatia do Fundo Partidário.

O ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni (DEM), participou da convenção. Ele apresentou requerimento para que o novo partido aprovasse a possibilidade de apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou para que liberasse seus integrantes para apoiarem, nas eleições do ano que vem, outro candidato de fora do partido ou não apoiado oficialmente pela legenda.

Sua proposição foi rejeitada pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar, presidente do PSL e rompido com Bolsonaro, que passa a ser o dirigente do União Brasil. O partido deve apostar em nome próprio à luta presidencial, na ânsia de ser uma “terceira via”.

Saiba mais AQUI e AQUI.

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Ex-ministro Mandetta faz alerta a prefeitos potiguares

Mandetta participou de seminário (Foto: Fábio Barros)
Mandetta participou de seminário (Foto: Fábio Barros)

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) alertou gestores potiguares sobre a ilegalidade do uso de recursos públicos para a compra de medicamentos sem respaldo científico contra a Covid-19. O alerta foi feito durante seminário virtual promovido pelo mandato do deputado federal Rafael Motta (PSB) nesta quinta-feira (25).

Em sua fala a prefeitos e secretários do Rio Grande do Norte sobre a ação dos municípios para enfrentar a pandemia, Mandetta se referiu à recente auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou não haver amparo legal no uso de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) na compra de medicamentos sem eficácia comprovada.

Compra de remédios

“Muitos prefeitos me perguntam se podem comprar e eu digo que não pode. Pela lei, não pode. É o caso da hidroxicloroquina e da ivermectina. Inclusive esse é o motivo do inquérito do ex-ministro Pazuello (Eduardo), que gastou dinheiro com um remédio não incorporado ao SUS para o que se propõe”, explicou Mandetta.

O seminário foi transmitido pelas redes sociais e pelo YouTube e contou com gestores de diferentes regiões do Estado. Além da fala sobre a pandemia, Mandetta também respondeu a perguntas sobre a majoração de recursos federais.

O mesmo fez o ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e ex-ministro do Turismo Gastão Vieira (PROS).

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Jair Bolsonaro escolhe novo ministro da Saúde

Marcelo Queiroga já tinha sido cotado antes para ocupar a Saúde no atual governo (Foto: Valor)
Marcelo Queiroga já tinha sido cotado antes para ocupar a Saúde no atual governo (Foto: Valor)

Do R7

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta segunda-feira (15) que convidou o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de ministro da Saúde. O médico aceitou substituir Eduardo Pazuello e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro.

Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (15). Após o encontro, o presidente disse ao R7 que “já conhecia o médico” e que ele “é um profissional qualificado”.

O anúncio oficial será feito nesta terça-feira (16).  Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

Cotado

No final de semana, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.

O paraibano Queiroga é muito respeitado no setor e tem bom trânsito em Brasília e no governo, tendo sido convidado este ano para integrar a direção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). E já havia sido cotado para a pasta após a saída de Mandetta.

Nota do Blog – Pazuello vai sem deixar saudades. Quando foi noticiada sua possível saída ontem surgiram logo desmentidos. E, de novo, a imprensa estava certa.

Vaza!

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Ministro da Saúde pede exoneração (novo comunista)

Vamos lá, vamos começar a contar:

– Um, dois, três, meia e já!

Ministro não cedeu às pressões e divergências abertas por Bolsonaro em relação à Covid-19 (Foto: G1)

Pronto.

O ministro (ex) da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Pediu exoneração.

Já pode ser chamado de ‘comunista infiltrado’.

Ele não aceitou abrir mão de suas convicções científicas, em favor de pregações do presidente Jair Bolsonaro – que contrariam seu conhecimento, assim como ocorreu com o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – Em meio a uma pandemia, em que todas as forças precisariam estar concentradas no combate á Covid-19, o Brasil vive situação duplamente incomum, haja vista termos também uma pandemia política.

Que situação absurda. É o nono auxiliar de primeiro escalão que sai do cargo original, em cerca de 16 meses de governo.

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Mandetta estava certo

Pelo visto, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta estava certo.

Ministro seguiu 'receita' que já vinha sendo defendida pelo antecessor na pasta (Reprodução BCS)

Em sabatina no Senado (sessão virtual) nesta quarta-feira (29), o novo ministro titular da pasta, Nelson Teich, repetiu o que Mandetta tangia (sob revolta presidencial):

– “A única coisa que você sabe é que o distanciamento diminui o risco de contágio”.

Seu erro foi ter-se tornado muito popular, eclipsando o chefe – presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A propósito, pecado mortal em qualquer corte e em qualquer tempo.

A tal da cloroquina também foi esquecida.

Ó tempos, ó costumes!

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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É ele (Bolsonaro) e mais ninguém

Ministro Sérgio Moro (Justiça) é substituível, assim como Luiz Henrique Mandetta (Saúde), que já zarpou.

Esse é o pensamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que segue uma lógica própria.

E os analistas políticos devem atentar para esse detalhe: o ego presidencial.

Não é só política.

Messias é, também, pendular. Muda já novamente.

Reino

Por outro lado, o presidente acerta ao não permitir possessões na Saúde e na Justiça. A exoneração de Mandetta já é caso superado.

Com Sérgio Moro será resolvido, para dentro ou para fora. Independentemente de pandemia, o que já não foi motivo para segurar o ímpeto presidencial.

Messias não topa é dividir espaço, fazer do seu reino uma diarquia (reino, governo, dividido por duas pessoas).

É ele e pronto.

Leia também: Jair Messias, ‘líder da oposição’, segue fabricando crise.

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Poder político versus saúde pública

A saída iminente do ministro Luiz Henrique Mandetta é mais um capítulo em que vários interesses estão em jogo, até o sanitário.

Bolsonaro e Mandetta não se afinam há tempos e ruptura formal é questão de tempo (Foto: Web)

Quem mais o defende no cargo é aquela oposição que o vê, capaz, de desestabilizar de vez o encolerizado Jair Bolsonaro (sem partido).

Poder político vale mais que a saúde pública.

Infelizmente.

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Chefe, cadê você?

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sempre durão, quer demitir o subordinado que não lhe obedece e debocha até de seus chiliques (veja AQUI e AQUI.

Mas recua.

Hierarquia segue subjugada ou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fará a vontade do chefe loquaz?

Não falta material para chargistas no Circo Brasil.

Falastrão e intempestivo, Bolsonaro transformou um político comum em ‘grande ministro’ aos olhos do povo, que virou um problema para si.

Política é uma atividade de Inteligência e transpiração.

Jair agora tenta conter a criatura que concebeu: Mandetta.

Leia também: Bolsonaro ameaça, mas desiste de demitir Mandetta.

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Bolsonaro manda recado para ministros que “viraram estrelas”

Do UOL e Blog Carlos Santos

Sem citar nomes, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste domingo (5) que algo subiu à cabeça de alguns integrantes de seu governo que “viraram estrelas”. E não escondeu a ameaça: “A hora deles vai chegar”, pois não tem medo de usar a “caneta “.

Suas declarações foi para um grupo de cerca de 20 religiosos que se aglomeraram e se reuniram com o presidente em frente ao Palácio da Alvorada em Brasília.

Segundo o presidente, que não citou nomes, esses auxiliares “estão se achando demais”. Acrescentou que eles “falam pelos cotovelos, tem provocações”. E acrescentou: “A hora D não chegou ainda não. A Hora deles vai chegar.”

O recado parece ter endereço certo pelo menos em relação a um ministro: Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, com quem Bolsonaro já andou divergindo várias vezes de público, em relação à forma de conduzir a política de combate à expansão do coronavírus.

Até disse que faltava ao ministro um pouco de “humildade”.

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A obra de Messias

Disse a um amigo engenheiro que soubera de estresse que ele tem enfrentado numa construção.

– O mestre de obras só faz o contrário do que você manda – provoquei.

Ele reagiu de imediato:

– Não existe isso. Eu demitia na hora”.

Esclareci logo que era brincadeirinha.

Calma, calminha!

Por que o presidente Jair Bolsonaro não demite o ministro Luiz Henrique Mandetta da Saúde?

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Bolsonaro é ‘dissidente’ do próprio governo

Jair Bolsonaro consegue ser ‘dissidente’ e voz minoritária no seu próprio governo.

Confronta a política sanitária do seu ministro Luiz Henrique Mandetta, mas não o desautoriza nem o demite.

Faz pirraça e insufla o povo à desobediência.

Ele, pasme, é o presidente.

Parece piada.

Leia também: Bolsonaro convoca país “à normalidade”, sem confinamento.

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Prefeita cancela Cidade Junina devido coronavírus

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) anunciou na tarde deste domingo, 22, que, em função da pandemia do Coronavírus, o Mossoró Cidade Junina (MCJ) deste ano será cancelado. Os recursos serão destinados para a saúde do município, garante a prefeita.

Prefeitura publica nota confusa "#esclarecendo"que Rosalba "reafirma decisão" de "perspectiva de cancelamento" (Reprodução)

“Com a confirmação do primeiro caso em Mossoró e o pronunciamento do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, de que haverá um agravamento da doença entre os meses de maio a julho, decidimos cancelar por 90 dias todos os eventos esportivos e artístico-culturais, entre eles o Cidade Junina”, esclareceu.

Deputado sugeriu cancelamento e investimento em Saúde

Na sexta-feira (20), o deputado estadual mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) sugeriu (veja AQUI) à prefeita que cancelasse o evento, com base justamente em declarações do ministro Luiz Mandeta (veja AQUI) e outros fatores de saúde pública.

Também apontou que o momento exigia remanejamento dos recursos para aplicação maciça na prevenção e combate ao coronavírus. Lembrou, por exemplo, que ano passado, em termos oficiais, a gestão Rosalba Ciarlini investiu mais de R$ 6 milhões na festa. Para esse ano, a perspectiva era de muito mais.

– Se esse mesmo montante de dinheiro for destinado à luta contra o coronavírus, será possível comprar 100 respiradores, 300 mil litros de álcool em gel e 20 milhões de máscara de proteção, para serem distribuídos à população”, exemplificou o parlamentar.

Terça-feira (17), a prefeita falou ao Blog Saulo Vale (veja AQUI) que ia avaliar se “seria realizado ou não”. Ontem, em redes sociais, voltou a cogitar que sim ou não. Hoje, cinco dias depois, capitulou à realidade dos fatos.

Cancelou, apesar da barafunda de textos e títulos da municipalidade em suas redes sociais, que mais confunde do que esclarece (veja boxe acima, nesta postagem). Retrato do próprio drama ‘cancela-não cancela’, vivido pela prefeita.

Publicação

O cancelamento do MCJ 2020 será publicado no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) de amanhã, dentro do decreto de calamidade pública que trará outras medidas de prevenção e combate ao Covid-19.

O Mossoró Cidade Junina aconteceria entre os dias 06 e 27 de junho, seguido do campeonato de grupos de quadrilhas juninas Nordestão, nos dias 11 e 12 de julho.

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O inimigo silencioso que ataca o mundo

Por Gutemberg Dias

O Covid-19, ou Coronavírus, vem causando inúmeros problemas à sociedade mundial. É uma ameaça invisível, que mata, sobretudo, por atingir com muita força as estruturas de saúde, principalmente, as públicas, que tem maior demanda, como é o caso do Brasil.

O surto teve seu epicentro na China e hoje quase todos os países do mundo já registraram casos diagnosticados, muitos já com elevados números de óbitos, como é o caso da própria China e da Itália. Este último país, com uma taxa de mortalidade altíssima, muito maior do que a China.

Diante dessa ameaça, o que fazer? Muitas são as informações que circulam nas redes sociais, mas o importante é se ater as informações oficiais dadas pelas secretarias de Saúde dos estados e, também, pelo Ministério da Saúde. Por incrível que pareça, as fakenews continuam ajudando a desinformar nesse momento crítico.

O ministro da Saúde, Luiz Carlos Mandetta, foi claro em entrevista coletiva no dia 20 de março, que os meses de abril e maio devem ser o auge do pico de contaminação no Brasil, estendendo-se em patamares altos até julho, quando a curva começa a ficar estabilizada, e em setembro deve ocorrer a diminuição de novos casos diagnosticados. Ainda foi enfático em dizer que o nosso sistema de saúde tende a entrar em colapso, se as ações de contenção não forem eficazes.

Não serão tempos fácies. Essa doença, que inicialmente no Brasil atingiu a classe mais abastarda, fará nos próximos dias sua aterrisagem no âmbito da população mais carente de nosso Brasil. E, aí sim, teremos uma grande guerra a ser travada, principalmente, para dar a condição dessas pessoas de acessarem os centros de saúde, que o andar de cima tem mais facilidade.

Por isso, não resta dúvida que devemos aderir a esse grande movimento de quebra da corrente de contaminação. Não podemos ser ignorantes ao ponto de não acreditarmos que nada vai nos acontecer. É uma guerra, e ela só será ganha com estratégias e, sobretudo, nosso comprometimento em acatar muitas ações que estão sendo apresentadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais de Saúde.

Não pense que você está imune. Todos nós estamos susceptíveis ao adoecimento, sejam os mais idosos, ou mesmo, os mais jovens. É hora de seguir os protocolos e tratar o isolamento social como uma das grandes alternativas para barrarmos o avanço desse inimigo oculto. Vale lembrar que uma interrupção pelo método do isolamento de 14 dias, só se tem seus resultados 28 dias depois. Vejam que o tempo é nosso maior inimigo nesse caso. Por isso, focar no isolamento social, agora, sem nenhuma dúvida, passa a ser nossa maior arma.

Empresas grandes e pequenas começam a trabalhar no regime de home office, ou seja, o serviço passa a ser em regime de isolamento social. Tem dificuldades? Não resta dúvidas que tem, mas tudo pode ser contornado, com gestão para que as nossas empresas não parem e continuem fazendo o Brasil crescer.

Deixo aqui o apelo a todos que leem esse artigo. Não espere fazer algo contra o Coronavírus depois que ele entrar na sua casa. Vamos juntos lutar contra essa ameaça mundial, que poderá deixar um saldo enorme de mortes.

Destaco aqui a pandemia de gripe (H1N1) nos anos de 1918-1919, na época conhecida como Gripe Espanhola. Estima-se que a doença matou entre 50 e 100 milhões de pessoas e que mais de 500 milhões de indivíduos foram contaminados, correspondendo a 27% da população mundial à época. No Brasil, a gripe Espanhola chegou a matar mais de 35 mil pessoas, inclusive, vitimando o presidente da República, Rodrigues Alves, em 1919. Essa pandemia foi uma das mais letais da história.

Volto a afirmar, para concluir, o que estamos vivendo não é brincadeira. É algo grave e, por tudo que temos hoje de informação, não podemos nos dar à ignorância de achar que o Coronavírus é apenas uma gripe de inverno.

Estou fazendo minha parte junto com minha família. Estou tentando me manter, bem como todos ao meu redor, em isolamento social. Saindo apenas para comprar o básico para a sobrevivência de todos. Conto com cada um de vocês para juntos ajudarmos os guerreiros que fazem a saúde pública e privada no Brasil a ganharem a luta contra esse inimigo oculto, chamado Coronavírus.

Gutemberg Dias é professor da Uern e empresário

Ministro diz que coronavírus poderá se agravar em abril e maio

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, deu entrevista importante, falando sobre o trabalho realizado no país e mundo para conter a pandemia do coronavírus.

Um importante trecho de sua entrevista foi prospectado pelo Blog Carlos Santos, para passar a seus webleitores.

Tenha paciência e acompanhe até o final, nesses poucos minutos, as declarações do ministro.

Segundo o ministro, os meses de abril e maio devem apresentar grande elevação dos casos. O sistema poderá entrar em colapso adiante.

Em sua ótica, só em setembro é que deverá ocorrer oscilação para baixo no número de casos, desafogando o sistema de saúde pública no país.

Mas até lá, a pressão levará ao esgotamento a já precária teia do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Proposta à bancada federal do Rio Grande do Norte

Algum deputado ou senador do RN poderia propor o uso de 50% do Fundo Eleitoral 2020, coisa aí de R$ 1 bilhão, para aplicação em programa de prevenção e combate ao Coronavírus.

Seus eleitores agradecem.

Governo Jair Bolsonaro, por meio do Ministério da Saúde, irá liberar R$ 432 milhões para fortalecer os estados na luta contra o coronavírus – diz o ministro dessa pasta, Luiz Henrique Mandetta.

Por que o Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões, ou pelo menos 50% dele, não é usado para o mesmo fim?

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Um grande ministro sensato e um presidente louco

Manifestação tem apoio pessoal do presidente, ignorando recomendação do seu próprio governo (Foto: reprodução BCS)

É, imagino como deve estar se sentindo o grande ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandeta, com desatinos do seu superior.

Enquanto ele orienta prevenções ao coronavírus, Jair Bolsonaro insufla e participa de um bizarro #coronaday.

O presidente apareceu neste domingo (15) para tirar selfie e cumprimentar manifestantes em Brasília. Há poucos dias, tinha aparecido ao lado do ministro, com máscara, recomendando cuidado com a propagação do vírus (veja AQUI).

A sensatez durou poucos dias.

O mundo previne, Bolsonaro promove.

Ele mexe com planejamento sanitário do seu próprio governo, que segue recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) contra a pandemia do novo vírus.

Em São Luís-MA, manifestantes que defendem intervenção militar, além de fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), chegaram a divulgar que o coronavírus é uma grande mentira.  “Ninguém morre desse vírus”, afirmou um orador.

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De máscara, Bolsonaro finalmente leva a sério o coronavírus

Do G1 e Blog Carlos Santos

O presidente Jair Bolsonaro usou máscara em uma transmissão ao vivo que fez no início da noite desta quinta-feira (12) por uma rede social, o “live” do Facebook.

Ministro Mandetta e Bolsonaro e a intérprete de libras estiveram todo tempo com máscaras (Foto: reprodução)

Ele estava acompanhado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e de uma intérprete de libras, ambos também de máscaras.

Durante a transmissão, o presidente falou sobre a pandemia de coronavírus.

“Estou de máscara porque uma das pessoas que veio no meu voo (veja AQUI) desceu em São Paulo, fez exames e deu positivo. Não tem o resultado do meu ainda. Estão dizendo que deu negativo. Tomara que esta fake news seja verdade”, afirmou.

Viagem

Em viagem aos Estados Unidos nessa semana, o presidente chegou a ironizar o noticiário no Brasil e mundo sobre o coronavírus, apontado pela Organização Mundial da Saúde como uma “pandemia”.

“No meu entender, muito mais fantasia, a questão do coronavírus, que não é isso tudo que a grande mídia propala ou propaga pelo mundo todo”, disse o presidente nos Estados Unidos.

Hoje, Bolsonaro estaria em Mossoró, mas cancelou a viagem (veja AQUI e AQUI).

Ele está percebendo, na pele, como é inconsequente se tratar com pouco zelo ou ironia, algo tão sério.

Em sua live, chegou até a aconselhar que manifestações contra o Congresso Nacional e de apoio ao seu governo, marcadas para ocorrerem no país no próximo dia 15, sejam adiadas. Há poucos dias defendeu o movimento, depois de ter negado essa postura inicialmente – em mais uma polêmica com a imprensa e congressistas.

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Dez leitos de UTI aguardam apenas assinatura de ministro

A tramitação do processo para credenciamento de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital São Luiz, de Mossoró, aguarda tão somente a assinatura do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

A notícia é passada pelo deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade), após mais uma visita ao Ministério da Saúde em Brasília, na última sexta-feira (20). O deputado foi recebido pelo assessor especial do MS, Djedah Lisboa.

“O processo se encontra aprovado em todas as suas questões técnicas com um valor de R$ 1.397.000,00, na proposta nº 102872. O credenciamento dos leitos vai beneficiar não só a saúde da nossa cidade, mas também de toda a região”, afirmou Allyson.

O processo de credenciamento do Hospital São Luiz se arrastava há mais de dois anos sem perspectiva de aprovação. Após assumir o mandato e tomar conhecimento da situação, o parlamentar mossoroense encabeçou à luta.

Apoio

Diligenciou sobre o caso na Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESAP) e em outras esferas. Em maio, o credenciamento a nível estadual finalmente foi aprovado. Faltando agora apenas o credenciamento no governo federal para liberação dos leitos.

Allyson também levou à demanda aos parlamentares federais do Rio Grande do Norte, no intuito de juntar forças pela saúde pública potiguar. Por mais de uma vez se reuniu com os senadores Styvenson Valentim (Podemos), Zenaide Maia (PHS), Jean-Paul Prates (PT) e com os deputados federais General Girão (PSL), Rafael Motta (PSB) e Benes Leocádio (PRB).

“Desde quando tomei conhecimento da situação, inclusive reunido com diretores do hospital, tenho trabalho por essa causa. Não é possível que centenas de pessoas continuem morrendo por falta de leitos de UTI, enquanto na nossa cidade há um hospital totalmente preparado e com plenas condições de atender parte dessa demanda através do SUS”, concluiu o deputado.

Com informações da Assessoria do Deputado Allyson Bezerra.

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Ministro da Saúde vai estar no RN à próxima semana

Na próxima semana, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, estará em Natal para a assinatura da portaria que habilita a liberação dos recursos para o SUS.

A confirmação veio por meio do secretário de Estado da Saúde, Cipriano Maia, que esteve reunido nesta quarta (31) em Brasília com o ministro.

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Ministro da Saúde receberá pauta de governadora

Mandetta: apoio (Foto: Uol)

Em sua estada em Brasília nesta terça-feira (19),  a governador Fátima Bezerra (PT) estará reunida também com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Vai solicitar recursos financeiros e ações de regionalização da saúde, como a criação de consórcios regionais, por meio de cooperação financeira entre o estado e os municípios, e a implantação das Policlínicas.

O RN já acumula mais de 23 mil pedidos de ultrassonografias, oito mil tomografias e 11 mil cirurgias eletivas.

O governo já planeja realizar um mutirão específico para ampliar as cirurgias e reduzir as filas de espera tanto das operações como dos exames.

Parte do recurso solicitado ao governo federal será destinado para promover essas ações, tendo em vista que o programa tradicional oferecido atualmente pelo Ministério é insuficiente para atender as demandas de saúde no Estado.

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