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A crescente litigância e judicialização no Brasil

Por Marcello Benevolo

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

O sistema de justiça brasileiro vive um momento de inflexão marcado pelo paradoxo da litigiosidade.

De um lado, dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam um recorde histórico: 39,4 milhões de novos processos ajuizados em 2024, configurando uma verdadeira epidemia de judicialização. De outro, a Justiça alcançou um patamar inédito de produtividade, com 44,8 milhões de ações baixadas, o que resultou na maior redução já registrada do estoque de casos pendentes.

Essa performance desafia a percepção popular de ineficiência e lentidão da Justiça. A Taxa de Congestionamento atingiu o menor nível em 16 anos (64,3%). Ainda assim, esse avanço revela uma sobrecarga preocupante do sistema judicial, sustentada por um ritmo de trabalho até cinco vezes superior à média europeia.

O crescimento acelerado da judicialização decorre de uma combinação complexa de fatores sociais e estruturais. A fragilidade de serviços públicos essenciais, especialmente em saúde, previdência e consumo. gera conflitos massificados. Soma-se a isso a instabilidade legislativa, a ausência de políticas públicas eficazes de resolução administrativa e a cultura consolidada de recorrer ao Judiciário como via preferencial para solucionar disputas.

A baixa confiança do brasileiro nos órgãos administrativos e o desconhecimento sobre mecanismos de solução extrajudicial, por meio da mediação, da conciliação e da arbitragem, também impulsionam a judicialização de conflitos triviais.

Os impactos desse fenômeno são profundos. Na esfera econômica, as decisões judiciais pressionam as contas públicas municipais, estaduais e federal, impondo bloqueios e determinações compulsórias que dificultam o controle fiscal por parte do Poder Executivo. A explosão de ações na área da saúde no pós-pandemia é exemplo emblemático: recursos de alto custo, destinados a políticas estruturantes, acabam redirecionados por decisões individuais.

No campo político, observa-se o avanço da judicialização da política, em que tribunais passam a interferir (ativismo judicial) em temas que influenciam diretamente a formulação e a execução de políticas públicas, exigindo cuidado redobrado na preservação do equilíbrio entre os Poderes.

A verdade é que grande parte do esforço do Judiciário é absorvida pelo tratamento de demandas repetitivas e pelo enfrentamento da litigância abusiva (predatória), que é uso distorcido do direito de ação. O custo dessa prática é estrutural, não residual, e gera impactos econômicos significativos no sistema de justiça.

Combater a litigância abusiva não limita o constitucional acesso à Justiça. Pelo contrário, é condição essencial para preservar o sistema, liberando a máquina judiciária para se dedicar ao que realmente importa.

A solução duradoura passa pela desjudicialização e pela contenção ativa da litigância desenfreada. Isso exige políticas públicas consistentes e coordenação institucional. Também é fundamental ampliar a efetividade e o conhecimento popular sobre meios alternativos de resolução de conflitos, estimulando a solução extrajudicial.

Somente um esforço conjunto, envolvendo a iniciativa privada, os Poderes Executivo e Legislativo e o sistema de Justiça (servidores, magistrados, Ministério Público, Defensoria e advocacia) será capaz de enfrentar as causas estruturais e coibir o uso indevido do processo ao assegurar um acesso qualificado e um Judiciário sustentável, eficiente e verdadeiramente eficaz na busca pela pacificação social.

Marcello Benevolo é jornalista e advogado

O novo rosto da advocacia

Por Marcello Benevolo

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

A advocacia sempre foi mais do que o domínio das leis. Hoje, vejo ainda mais claro que seu verdadeiro valor está na capacidade de entender o lado humano, as reais necessidades do cliente.

Num evento jurídico realizado esta semana em São Paulo, onde tantas discussões giraram em torno do fazer da advocacia, ficou claro que o conhecimento jurídico é essencial, mas insuficiente. É preciso ir além — não ser um mero tradutor de leis, mas um verdadeiro parceiro, alguém que enxerga o cliente como pessoa, e única.

A grande inquietação do momento em todas as profissões está no uso da inteligência artificial. Entre olhares desconfiados e receios legítimos, surge a pergunta que atormenta muitos advogados: seremos substituídos pela máquina? A resposta é complexa.

A tecnologia não elimina necessariamente o profissional, mas substitui quem não souber se adaptar a ela. O advogado do futuro será aquele que, no presente, abraçar as novas ferramentas e as integrar com ética, assertividade e inteligência no seu trabalho.

A advocacia está se transformando também! O tempo do formalismo rígido, do terno imaculado e do escritório impecável não é mais suficiente. Hoje, a efetividade e a conexão com o cliente são a essência. O advogado moderno precisa ser ágil, humano e tecnológico — sem perder o foco na estratégia que realmente atende às necessidades da pessoa que está do outro lado da mesa.

O futuro é dos advogados que se atualizam e evoluem, não dos que resistem às mudanças. O universo jurídico seguirá avançando porque é dinâmico e exige profissionais capazes de navegar entre o tradicional e o inovador. Quem não acompanhar essa evolução estará fadado a ficar para trás, enquanto a advocacia do futuro continuará a acolher, transformar e fazer a diferença.

Essa é a advocacia que acredito: uma advocacia consciente, presente, e preparada para os desafios de hoje e amanhã. A missão permanece a mesma, mas o jeito de atuar precisa acompanhar os tempos, com humanidade, ética e tecnologia ao lado da inteligência e da estratégia.

Marcello Benevolo é jornalista e advogado

A minha nada mole vida de advogado

Por Marcello Benevolo

Arte ilustrativa com  recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

No imaginário das pessoas a advocacia é glamourosa: ternos de grife, escritórios alinhados, processos cheios de citações eruditas, cafés em reuniões estratégicas. Pois bem, na prática, o glamour dá lugar a situações pitorescas que só quem milita sabe.

Recentemente vivi mais uma dessas. Dois processos meus estavam parados há quase 60 dias em um Juizado Especial de uma cidade vizinha a Natal. Liguei para a secretaria da Comarca, expliquei a situação, e ouvi a seguinte resposta: “Doutor, os processos estão conclusos para despacho”. Ah, sério? Mas essa informação já aparece no sistema. Eu queria era movimentação, não constatação.

Pedi então para falar com a assessoria do gabinete ou com a própria juíza. Veio a surpresa: só atendiam presencialmente. Isso em plena era digital, quando o próprio Judiciário exige peticionamento eletrônico, audiências virtuais e assinaturas digitais. Viva a tecnologia, desde que não seja para falar com a assessoria ou com a juíza.

Como a cidade era vizinha a minha, então fui. Passei pela recepção, cheguei à secretaria, informei os números dos processos e fui convidado a… esperar no corredor. Sim, atendimento “corridor style”. Veio uma simpática assessora, ouviu meu relato em pé, e ali mesmo em meio a outros transeuntes do Fórum, tratamos do assunto. Nem um banco, nada. Parecia que o gabinete era território sagrado, inacessível.

Expliquei a urgência, ela respondeu que anotaria os números “de cabeça”. Tive que oferecer papel e caneta — coisas raras em um órgão público, ao que parece. Anotou, agradeceu e foi embora. Saí pensando: não espero tapete vermelho, mas ao menos uma cadeira não seria luxo.

Claro que não se deve generalizar. Há servidores exemplares, magistrados acessíveis e assessores solícitos. Mas o episódio mostra o quanto ainda precisamos avançar em respeito, estrutura e eficiência no sistema de Justiça. Porque, entre o glamour e a realidade, a advocacia é feita de perrengues — e de histórias que dariam ótimos capítulos de um diário de bordo.

Marcello Benevolo é advogado e jornalista

Jornalista e advogado estreia podcast “Direito e Justiça”

Marcello conjuga vivência e conhecimento no jornalismo e direito para conduzir programa (Foto: divulgação)
Marcello conjuga vivência e conhecimento no jornalismo e direito para conduzir programa (Foto: divulgação)

O jornalista e advogado Marcello Benevolo tira do papel um antigo projeto: um podcast jurídico informativo e acessível, que une sua experiência de 30 anos no jornalismo com sua atuação no direito nos últimos três anos. Está quase na estreia.

No próximo dia 14 de março, estreará o programa “Direito e Justiça”, um podcast de entrevistas jurídicas, onde Marcello Benevolo estará à frente da bancada para conversar com advogados, magistrados, professores e juristas sobre temas de impacto na vida dos cidadãos.

“O direito faz parte do cotidiano de todos nós. Quero levar informação clara, análise precisa e prestação de serviço ao cidadão comum, com uma linguagem acessível e direta, fugindo dos jargões técnicos que afastam o público do entendimento das leis”, explica.

Conteúdo

O “Direito e Justiça” tem como propósito oferecer um conteúdo técnico, isento e educativo, abordando temas jurídicos relevantes e atuais sem partidarismo ou politicagem. O programa será um espaço para debates aprofundados, trazendo especialistas para esclarecer dúvidas e informar a sociedade de forma objetiva.

O “Direito e Justiça” terá episódios com 20 minutos de duração, lançados semanalmente às sextas-feiras, a partir do dia 14 de março. O programa estará disponível no YouTube, no canal Direito e Justiça, e no Instagram @marcellobenevolo_advogado. Em breve, os episódios também poderão ser ouvidos nas principais plataformas de streaming de áudio.

Recifense radicado em Natal, Marcello Benevolo é advogado civilista, especializado em direito da saúde, consumidor, família e empresarial. Formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e em Direito pela UNP/RN, construiu uma sólida trajetória na comunicação, atuando em veículos renomados como Jornal do Commercio e Diário de Pernambuco, no Recife; Correio Braziliense, em Brasília, Diário de Natal; além da Rádio 95 FM e TV Cabo Mossoró, em Mossoró.

Nota do Blog – Estarei na plateia, meu caro. Sei do seu conteúdo e seriedade, além de profundo zelo em tudo que faz. Encontro marcado.

A polêmica da “graça”, a moral e o choque entre política e Justiça

Por Marcello Benevolo

A semana terminou com o bochicho do decreto do presidente da República que concedeu a graça (perdão) ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) condenado a 8 anos e 9 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por atos considerados antidemocráticos. Silveira liderou no ano passado uma cruzada contra o STF e seus integrantes nas redes sociais, com incitação à invasão daquela Corte e até morte de ministros.luta pelo poder, luta verbal, verbo, fala, discussão, cabo de guerra, política

A reação aos ataques foi imediata com a abertura de uma ação penal em abril de 2021 contra o parlamentar, julgada na última quarta-feira (20). O placar pela condenação foi de 10 x 1. Já a reação do amigo-presidente veio 24 horas após a decisão do Supremo por meio do decreto publicado no feriado de Tiradentes (21), que livra Silveira de cumprir a pena de prisão imposta pelo Supremo.

Juristas ainda divergem se os demais efeitos da condenação a Silveira também serão extintos, como a questão da inelegibilidade que impediria o deputado de se candidatar nas eleições de outubro. Parte dos juristas entende que, concedida a graça, extinguem-se somente as sanções mencionadas nos respectivos decretos, permanecendo os demais efeitos da sentença condenatória, sejam penais ou civis.

O decreto presidencial teve reação imediata nas redes sociais e na imprensa: comemoração dos apoiadores do chefe do Executivo federal e indignação dos opositores dele.

O fato é que o presidente jogou nas quatro linhas ao menos dessa vez. Usou a Constituição Federal (CF) – que ele tanto demoniza – a seu favor e a do aliado-deputado. A graça (ou perdão individual e pessoal dado pelo presidente da República por provocação ou espontaneamente) é tratada no artigo 5, inciso XLIII da CF e também no artigo 734 do Código de Processo Penal.

Um dos opositores do presidente, o senador Randolfe Rodrigues (Rede Sustentabilidade-AP) anunciou que vai submeter o decreto presidencial a controle de constitucionalidade por meio de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) junto ao Supremo. O controle de legalidade e de constitucionalidade de decretos expedidos pelo chefe do Poder Executivo gera controvérsias e debates no meio jurídico.

Para alguns juristas, a medida do senador, por exemplo, se revela tecnicamente inadequada, cabendo apenas o ato presidencial de perdão ser cumprido pelo Supremo. Outra corrente jurídica questiona a conveniência do decreto e se o ato atende aos preceitos constitucionais da legalidade e impessoalidade (art. 37, CF).

Para além desse debate jurídico e também político, o verdadeiro cerne da questão é moral. Embora prevista na CF brasileira, o instituto da graça presidencial individual jamais foi utilizado desde a promulgação da Carta Magna em 1988.

O que não se pode é admitir o uso de um instrumento normativo administrativo e legal para favorecer, claramente, um aliado político sob o risco de se assistir a conveniente expedição futura de outros perdões presidenciais beneficiando amigos e, quiçá, familiares. Se o presidente usa do seu poder para perdoar um mero amigo-aliado, o que se pode esperar, em breve, da conduta que poderá adotar em favor dos seus filhos, caso sejam condenados nos inúmeros processos que respondem na Justiça?

Marcello Benevolo é jornalista e advogado pernambucano radicado em Natal

Sportwashing disfarça violações a direitos humanos

Por Marcello Benevolo

Na quadra de gelo, à baixíssima temperatura, os atletas deram um verdadeiro show de superação nas Olimpíadas de Inverno 2022, em Beijing, na China, encerradas no domingo (20/02).

Fora das quadras, a China deu mais um show de marketing político, marcando mais um gol de placa, elevando seu prestígio internacional, esbanjando simpatia e passando uma imagem de país acolhedor.

Foto: reprodução multiverso
Foto: reprodução multiverso

Talvez você esteja se perguntando: e o que o esporte e a política tem a ver um com o outro? Tudo! Cada vez mais países com histórico de violações a direito humanos, como perseguição a minorias étnicas e ataques a liberdade de comunicação e expressão têm investido em eventos esportivos.

Esse movimento político de usar o esporte para limpar a imagem desses países acusados de violações a direitos humanos tem um nome: “sportwashing” (esporte e lavagem). Além de render milhares de dólares em patrocínios e movimentar positivamente toda a cadeia do turismo, as competições esportivas internacionais ajudam a desviar a atenção, ainda que temporariamente, de eventuais notícias negativas envolvendo violações perpetradas por esses países.

Copa do mundo, jogos olímpicos, corridas de fórmula 1, torneios de tênis e compras bilionárias de times europeus, com contratações de astros do futebol por cifras astronômicas, envolvem a prática do “sportwashing” por alguns países de origem asiática e do mundo árabe.

Reportagem da Exame, de 07/10/2021, informou que um fundo de investimentos de 430 bilhões de dólares ligado ao governo da Arábia Saudita (e bilionários indianos) comprou, por exemplo, o clube inglês Newcastle United. O príncipe saudita a frente dos negócios é acusado pelos americanos da morte (ainda não comprovada) do jornalista Jamal Khashoggi, em 2018, um ex-correspondente do jornal “Washington Post” e ferrenho crítico do governo saudita. Seu corpo jamais foi encontrado.

Embora o termo “sportwashing” venha sendo utilizado mais recentemente, a prática de desviar (apagar e/ou também esconder) as atenções negativas por violações a direitos humanos e fazer propaganda governamental positiva disfarçada por meio do esporte não é nova.

Como bem assinalou o portal brasileiro de notícias Poder360, em 16/10/2021, a Itália sediou a Copa do Mundo de 1934, no auge da ditadura facista de Benito Mussolini. E Hitler, após o autogolpe, recebeu em Berlim a 10ª edição dos Jogos Olímpicos, os últimos antes da 2a. Guerra Mundial.

E não muito distante do Brasil, a Argentina do general Jorge Rafael Videla, em plena ditadura portenha, sediou a Copa do Mundo de 1978 como uma jogada de marketing político para melhorar a aprovação do combalido regime militar.

O jogos de Beijing 2022 foram acusados por organizações de defesa dos direitos humanos ​​e pela imprensa internacional de propaganda descarada por usar um atleta ‘uigure’ para acender a chama olímpica na cerimônia de abertura.

O governo chinês enfrentou acusações de cometer crimes contra a humanidade no tratamento dado aos ‘uigures’ e outros muçulmanos turcos em Xinjiang. Entidades de direitos humanos alegaram que até um milhão de uigures sofreram abusos em campos de “reeducação”.

E mesmo em meio ao momento festivo das olimpíadas, a China seguiu revelando sua essência autoritária. Reportagem publicada pelo jornal britânico Daily Mail, em 06/02/2022, noticiou que, de acordo com o Clube de Correspondentes Estrangeiros da China, os jornalistas estrangeiros estão “enfrentando obstáculos sem precedentes” devido aos “esforços do governo para bloquear e desacreditar a reportagem independente”.

Em dezembro próximo, teremos a Copa do Mundo de futebol no Qatar. A imprensa internacional e grupos de direitos humanos apontaram para um triste histórico de violações a direitos humanos no Catar que deixa muito a desejar. Alguns dos trabalhadores migrantes estrangeiros (90% da população é de fora) que contribuem para tornar a Copa do Mundo do Catar de 2022 uma realidade, vivem e trabalham em péssimas condições.

A Copa do Mundo no apagar das luzes de 2022 no Qatar parece se configurar em mais uma lavagem esportiva, arquitetada pelo bilionário e atual marketing político governamental para marcar na nossa memória uma Copa do Mundo em campos de futebol chamativos e jogadores “heróicos”.

Ah, em tempo, o Brasil participou das Olimpíadas de Inverno de 2022 na China. Mandamos 11 atletas que disputaram provas de esqui na neve, estilos livre e cross-coutry; bobsled (corrida de trenó em dupla ou mais); e skeleton (uma espécie de prancha em que o atleta desce sozinho e de cabeça).

O melhor resultado ficou com a atleta Nicole Silveira, 13ª colocada no skeleton, segundo melhor resultado da história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno.

A China, anfitriã do megaevento, terminou em terceiro lugar, com 15 medalhas, atrás da apenas da Alemanha (com 27) e Noruega (campeã com 37).

Marcello Benevolo é pernambucano, jornalista e advogado radicado em Natal (RN). E-mail: marcellobenevolojus@gmail.com

*Artigo adaptado com coleta de informações de variadas fontes nacionais e internacionais.

Vacinação tem cobertura precária em rede pública de saúde

Prezado Carlos Santos:

Sinceramente eu espero que melhore. Mas nesses dois primeiros dias está difícil de tomar a vacina contra a gripe em Mossoró. Pelo menos nos horários que fui, à tarde, quando tive disponibilidade.

Segunda-feira (3) e terça-feira (4), eu estive em quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade com minhas duas filhas para tomarmos a vacina, conforme foi anunciada a liberação das doses para a população em geral. Em três das UBS visitadas a vacina já havia acabado: na do Santo Antônio e nas Abolições 2 e 4.

Cobertura vacinal é precária e clientela sofre para ter atendimento na rede de saúde (Foto: Marcello Benévolo)

No entanto, na unidade da Abolição 3 ainda tinha dose disponível na tarde dessa terça-feira. Mas não fomos atendidos sob a burocrática explicação de distribuição diária de 30 senhas!

Uma pena: ainda impera, pelo que posso concluir, a necessidade de se “madrugar” à porta das unidades de saúde públicas para se conseguir “a ficha do dia”.

Fico imaginando as pessoas que não dispõem de transporte particular como eu. Que não podem ficar rodando a cidade de um lado a outro em busca atendimento. É lamentável.

Para ganhar tempo, por telefone, falei com funcionários das UBS Chico Porto e do Alto de São Manoel. Tiro n’água. Por lá também não tinha mais uma dose sequer à tarde. OK.

Querem que eu vá cedo? Irei. Vou madrugar à porta de alguma UBS em busca da vacina da gripe. Afinal com a saúde não se brinca!

Abraços.

Marcello Benevolo Jornalista DRT 2455/PE.

Nota do Blog – Infelizmente, o seu relato não é algo isolado. Esse “rally” é comum. Esperamos que a municipalidade possa mudar esse quadro e consiga atender à demanda a contento, cumprindo suas promessas e discursos.

O espaço está aberto para que se pronuncie.

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Apresentador faz último programa em jornalístico hoje

Hoje, o programa “Cenário Político” se despede do apresentador e jornalista Marcello Benévolo, que segue com projetos pessoais.

Benévolo desenvolverá novos projetos fora do Cenário Político da TCM (Foto: arquivo)

Ele faz sua última apresentação a partir das 18h40 ao lado da jornalista Carol Ribeiro, na TV Cabo Mossoró (TCM), canal 10.

Veja o Cenário Político ao vivo clicando AQUI.

Nota do Blog – Benévolo deverá ser substituído pelo jornalista Vonúvio Praxedes, do time da própria emissora. É o que se fala nos intramuros da TCM. Sucesso, então.

Quanto a Marcello, o aplauso pela serenidade, elegância, talento e humildade dentro e fora do programa. Um bom exemplo a ser seguido.

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Programa “Cenário Político” terá o Blog Carlos Santos hoje

Hoje, outra vez, o editor desta página estará no programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM) – Canal 10, às 18h40.

Convite dos jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, seus âncoras.

Vamos conversar sobre política, claro. Do nosso rincão a Trump, se for o caso.

Interagir com o telespectador, trocar ideias, fomentar o bom debate.

Até lá.

Acompanhe ao vivo clicando AQUI.

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Encontro marcado com o Blog no “Cenário Político” da TCM

Hoje (2 de Janeiro de 2017), a gente tem encontro marcado no “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM), a partir das 18h40

Bate-papo com os jornalistas e apresentadores Carol Ribeiro e Marcello Benévolo sobre os novos acontecimentos da política local, principalmente:

– Posse da prefeita Rosalba Ciarlini (PP);

– Equipe de secretários;

– Eleição de Izabel Montenegro (PMDB) a presidente da Câmara Municipal de Mossoró;

– Herança deixada pela gestão Francisco José Júnior  (PSD)

– Etc.

Até lá!

* Acompanhe a TC ao vivo clicando AQUI.

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Diplomação terá cobertura ao vivo do ‘Cenário Político’

Hoje (19), o programa Cenário Político, da TV Cabo Mossoró (TCM), vai acompanhar todos os detalhes da diplomação dos eleitos na última eleição em Mossoró (veja AQUI) – ao vivo, do próprio local do evento.

A jornalista Carol Ribeiro estará no local fazendo transmissão e entrevistas, enquanto o outro apresentador, jornalista Marcello Benévolo, estará no estúdio da emissora.

O Cenário Político vai ao ar às 18h40 no Canal 10 da TCM.

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Ex-candidato a prefeito confirma que será candidato a deputado

Gutemberg: definido (Foto: arquivo)

Candidato a prefeito de Mossoró pela “Frente Mossoró Tem Jeito”, geógrafo Gutemberg Dias (PCdoB), será candidato a deputado estadual em 2018. É decisão e estratégia partidária no plano estadual, para expansão e fortalecimento da sigla.

Ele confirmou o projeto agora à noite, em entrevista ao programa “Cenário Político”, da TV Cabo Mossoró (TCM), sendo sabatinado pelos jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo.

– Eu serei candidato – disse

Ele saiu bem capitalizado das eleições municipais (veja matéria analítica clicando AQUI).

Sua votação expressiva para os padrões locais da chamada “esquerda”, de 11.152 (8,45%) votos é o maior em toda a história de candidatos-partidos nessa faixa ideológica em Mossoró.

Superou até o recorde que perdurava desde 1992, quando o professor Luiz Carlos Martins (PT) empalmou 6.557 (8,43%) votos.

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Cláudio Santos defende “Estado mínimo” com prioridades

Em sua presença hoje em Mossoró para visita de trabalho ao Fórum Desembargador Silveira Martins, o presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), Cláudio Santos, foi extremamente hostilizado. Manifestações à porta do fórum questionaram seus pontos de vista sobre o serviço público, com visão privatista de empresas estaduais e autarquias.

Com faixas, cartazes, palavras de ordem e vestindo o preto como cor predominante, estudantes, servidores públicos do Judiciário e da Universidade do Estado do RN (UERN) demonstraram insatisfação com recentes entrevistas do desembargador, a favor da privatização dessa instituição.

Cláudio (à direita) também esteve no estúdio da Rádio Difusora nesta terça-feira (Foto: cedida)

“Não defendi de forma absolutamente pontual”, postou-se em entrevista já à noite ao programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM). Respondeu à sua posição em relação à ideia de privatização da Uern.

Para ele, “União, Estado e municípios devem sair de área não prioritária”. Exercitou seu ponto de vista em torno do conceito de Estado mínimo, focado numa atuação específica do poder público no que é mais importante para o bem-estar social.

Custo

“Defendo que todos os estudantes que podem pagar a universidade, que paguem. A sociedade está pagando em parte estudantes que podem pagar universidades”, disse Cláudio Santos em depoimento aos jornalista Carol Ribeiro e Marcello Benévolo do Cenário Político.

Segundo Cláudio Santos, R$ 317 milhões é o custo da Uern para o exercício de 2016, bem superior à saúde e segurança pública do Rio Grande do Norte para este ano. “É uma discussão político-ideológica”, mas respeitando o raciocínio em contrário.

Admitiu que inclusive o Judiciário custa “muito caro” no RN e Brasil. “Consegui diminuir assustadoramente o custo do Judiciário. É um poder de cultura de gastança. Acho muito caro o poder judiciário”, reiterou. Quanto ao Poder Legislativo, disse que não tinha parâmetro para falar.

Durante a entrevista, também respondendo a perguntas de telespectadores intermediadas pelos apresentadores, Cláudio Santos fez questão de assinalar que suas palavras representavam “ponto de vista pessoal e não do judiciário”.

Hospitais

“O Estado não vai ter dinheiro para manter nível de excelência na Uern. Estado está ausente nas escolas. Estou preocupado com Hospital de Oncologia, Hospital da Mulher em Mossoró. Não estou preocupado com interesses contrariados. Quando não há dinheiro para tudo, o gestor tem que priorizar”, advogou.

O desembargador previu que em algum momento haverá desfecho desse cabo-de-guerra nas finanças públicas. A prioridade deverá ser Educação, Segurança e Saúde, obrigações primárias do poder público. “Não sei quem vai fazê-lo, mas acontecerá inexoravelmente”.

Sobre eventual projeto político para 2018, Cláudio Santos sorriu ao ser associado a um hipotético “Plano B” do governador Robinson Faria (PSD). “Eu sou um crítico do Governo, não sou plano B dele. Meu projeto pessoal é continuar no Tribunal de Justiça. Tenho 62 anos e espero ficar até os 75 anos lá fazendo justiça, com meus pensamentos filosóficos, ideológicos etc.”, afirmou.

Cláudio Santos também deu entrevista à FM 95, Jornal de Fato e a Rádio Difusora.

Nota do Blog – Eu nunca tinha visto tamanho aparato de segurança para estada de um presidente do TJRN na cidade. Parece, que a apreensão fazia sentido.

Mesmo assim, não houve nenhum ato extremado por parte de manifestantes.

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Empresário tenta pagar tributo e burocracia não deixa

Prezado amigo Carlos Santos:

Sempre atento ao seu Blog, gostaria de fazer uma consideração sobre o assunto do déficit do Governo do Estado (veja nota do Governo do Estado clicando AQUI).

O amigo sabe que além do jornalismo dou minhas braçadas no mundo do comércio. Diante da crise econômica que graça desde o ano passado, precisei apertar os cintos em nossa empresa.

E acabamos ficando com alguns débitos também junto ao Estado do RN. Vou te dizer: a burocracia também emperra muita coisa. Eu fui umas três ou quatro vezes na URT (Unidade Regional da Tributação) de Mossoró para tentar regularizar minha situação. E pasmem! Não consegui.

Estava lá dizendo que devia, e que queria pagar, acertar o que devia para regularizar a situação da minha empresa, e levei uma portada na cara todas as vezes.

Quero pagar, e o Estado coloca muitos senões para receber!

Assim como eu tem muito comerciante de bem, honesto, querendo resolver suas pendências.

Mas a pesada burocracia emperra tudo!

Marcello Benévolo – Empresário e Jornalista

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Programa jornalístico fará resenha antes de debate

Do Blog Carol Ribeiro

O programa “Cenário Político” dessa terça-feira (27) na TV Cabo Mossoró (TCM) terá formato diferente do que o de costume. A ocasião é especial.

O programa vai anteceder o Debate TCM, que começa às 20h40.

Excepcionalmente, o Cenário começará às 19h10, e durará até às 20h30, quando começa o horário eleitoral gratuito.

Durante uma hora e 20 minutos, a editora deste Blog e os jornalistas Marcello Benévolo e Bruno Barreto vão resenhar sobre a campanha eleitoral e conversar sobre debates eleitorais.

O programa terá, também, flashes ao vivo com o jornalista Vonúvio Praxedes, em frente da TV Cabo Mossoró.

Ele deverá mostrar, em tempo real, a chegada dos candidatos, suas expectativas e as movimentações das militâncias. O Cenário Político especial Debate TCM acontece nesta terça-feira, a partir das 19h10, no Canal 10 da TCM.

Pode ser acompanhado também pelo Portal TCM ou aplicativo TCM Play no celular.

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Programa vai ouvir todos os candidatos a prefeito

O programa Cenário Político da TCM (TV Cabo Mossoró) promoverá uma rodada de entrevista com os candidatos a prefeito de Mossoró na próxima semana. As entrevistas acontecerão de 19 a 23 de setembro.

Todos os candidatos vão responder a perguntas sobre as mesmas temáticas e terão até 3 minutos para cada resposta. Todos os candidatos já confirmaram presença.

A ordem dos entrevistados foi definida em sorteio realizado ontem durante o programa:

Dia 19: Tião Couto (PSDB);
Dia 20: Rosalba Ciarlini (PP);
Dia 21: Francisco (PSD);
Dia 22: Josué Moreira (PSDC);
Dia 23: Gutemberg Dias (PCdoB).

Apresentado por Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, o Cenário Político vai ao ar às 18h40, ao vivo, no TCM 10, e pode ser acompanhado também pelo aplicativo TCM Play e Portal TCM.

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Entrevista no Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM)

Anote aí: às 18h40 o editor do Blog Carlos Santos estará novamente no Cenário Político, programa da TV Cabo Mossoró (TCM), Canal 10.

Atendo convite dos jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, seus âncoras.

Conversa com ele e com os telespectadores.

À mesa, bate-papo sobre sucessão municipal.

Perfil dos candidatos, andamento das campanhas, polarização, corrida à Câmara Municipal, judicialização etc.

Encontro marcado.

Acompanhe o Cenário Político ao vivo clicando AQUI.

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Candidatos a vice-prefeito começam a ser entrevistados hoje

O Cenário Político da TCM (TV Cabo Mossoró) inicia hoje (segunda-feira, 05), a rodada de entrevistas com os candidatos a vice-prefeito de Mossoró.

“A rodada surge de um pedido dos telespectadores, que fomentou discussão sobre o papel dos vice-prefeitos e o desconhecimento da população sobre os nomes apresentados”, disse Carol Ribeiro, jornalista e apresentadora do Cenário Político.

A ordem das entrevistas foi definida por sorteio realizado na ultima quarta-feira, 31, ao vivo, no próprio Cenário Político:

05/09 (segunda-feira): Micael Melo (PTN) – candidato a vice de Francisco José Junior.

06/09 (terça-feira): Rayane Andrade (PT) – candidata a vice de Gutemberg Dias.

07/09 (quarta-feira): Karliane Fernandes (PSOL) – candidata a vice de Josué Moreira.

08/09 (quinta-feira): Jorge do Rosário (PR) – candidato a vice de Tião Couto.

09/09 (sexta-feira): Nayara Gadêlha (PP) – candidata a vice de Rosalba Ciarlini.

Todos os candidatos responderão a temas específicos estabelecidos previamente pela produção do programa, e terão os mesmos tempos, cronometrados, para as respostas.

Apresentado por Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, o programa Cenário Político vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 18h40, no TCM 10, portaltcm.com.br e aplicativo TCM Play.

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O maior adversário de “Francisco” um ano e 4 meses depois

No dia 7 de maio de 2015, ano passado (2015), uma quinta-feira, atendi convite da produção do programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM). Falaríamos sobre política, evidentemente.

O editor deste Blog, Marcello e Carol há quase um ano e quatro meses: "Ele mesmo" (Foto: reprodução)

Os jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo, seus âncoras, pautaram temas relacionados à política de Mossoró, estado e nacional para papearmos.

E assim transcorreu o programa.

Uma pergunta de Carol relacionada ao futuro, no tocante à então distante campanha sucessória municipal de Mossoró em 2016, foi-me particularmente interessante.

Hoje, em setembro de 2016, os fatos dizem por que.

– Carlos Santos, qual o maior adversário do prefeito Francisco José Júnior (PSD) a prefeito em 2016?

Fui lacônico:

– “Ele mesmo” (veja AQUI postagem da época, sob o título “Inimigo eu“).

Na próxima quarta-feira (7 de Setembro de 2016), essa declaração ao Cenário Político estará completando exatamente um ano e quatro meses. Vale lembrar, que estamos a menos de um mês das eleições municipais.

Eu não errei. Os fatos que se formam estão plasmando aquela assertiva.

Noutra entrevista no mesmo programa no dia 4 de setembro de 2015, admito que falhei num prognóstico que eu tinha também muita segurança.

Um erro de avaliação

Afirmei categoricamente não acreditar que ele, o prefeito, tivesse coragem de ser candidato à reeleição. Não via condições mínimas para isso.

Errei. Foi um erro de avaliação.

Mas o maior erro o próprio “Francisco” cometeu. Maior do que o meu.

Teimou em ser candidato quando nada, absolutamente nada indicava que devesse apostar na empreitada.

Eu errei porque preconizei o óbvio, sem atentar para um detalhe: a vaidade doentia e o deslumbramento poderiam embaciar sua capacidade de autocrítica.

Um ano depois, Francisco marcha para uma derrota acachapante e humilhante. Será o inverso do nirvana vivenciado por ele no dia 4 de maio de 2014, quando foi eleito à Prefeitura em disputa suplementar (veja AQUI), mas não parou para analisar o que a vitória representava.

O desabafo de sua mulher hoje (veja AQUI), utilizando-se do velho “complexo de transferência de culpa”, é a antecipação do ocaso. Expôs o que não é possível disfarçar com propaganda e movimentação artificial de rua.

Fechou o caixão!

Começaram as exéquias.

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Secretário deixa jornalista falando sozinho

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Estado (SESED), General do Exército Ronaldo Lundgren, não apareceu para entrevista ao programa “Cenário Político”, da TV Cabo Mossoró (TCM), marcada para as 18h45 dessa terça-feira (12).

Passou uma “melada”.

Coisa feia!

Deixou o jornalista-apresentador Marcello Benévolo falando sozinho.

Saiba mais AQUI e AQUI sobre a passagem do secretário pela primeira vez por Mossoró.

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No “Cenário Político” de hoje

A gente atende a convite da produção do programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM), para participarmos de bate-papo sobre política hoje em seu estúdio, ao vivo.

Programa começará às 18h45.

O âncora é o jornalista Marcello Benévolo.

Até lá.

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* O Blog Carlos Santos tem participação diária, de segunda a sexta-feira, no programa “Meio-Dia Cidade” da FM 94 de Natal, a partir das 12h45 e do “Jornal das Cinco” da FM 105,7 de Mossoró.

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Nome cotado às eleições 2016 apresenta o “Mossoró Melhor”

Tido como potencial nome à sucessão municipal de Mossoró este ano, o empresário Sebastião Couto, o “Tião da Prest”, foi o entrevistado especial do conceituado programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM) nessa sexta-feira (22), às 18h45.

Os jornalistas Carol Ribeiro e Marcello Benévolo – com suporte dos telespectadores – sabatinaram o empresário sobre o movimento denominado de “Mossoró Melhor”.

Trata-se de um conglomerado de partidos e forças populares, que começa a desenhar a formatação de uma aliança político-interpartidária para a disputa das eleições municipais, com chapas à Câmara Municipal e à Prefeitura.

Na quinta-feira (21), o Mossoró Melhor foi oficialmente apresentado e esclarecido quanto aos seus propósitos no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional de Mossoró, com a presença de mais de 200 pessoas dos mais variados estamentos sociais.

Candidatura

Na entrevista, Tião esclareceu aspectos relacionados ao Mossoró Melhor, hipótese de candidatura a prefeito, relação dos empresários com a política e com os políticos tradicionais, ideias à gestão pública e desenvolvimento econômico e social.

“Não é crime prestar serviço à Prefeitura. Crime é não prestar serviço e receber”, chegou a imprimir Tião da Prest na entrevista, saindo de tentativa de cerco que um telespectador tentou lhe impor, ao procurar associar o empresariado à política e às gestões municipais, de forma depreciativa.

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