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Allyson terá cinco grandes partidos o anunciando ao governo

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União Brasil, Progressistas. Solidariedade, PSD e MDB vão realizar Encontro Suprapartidário no sábado (07) da próxima semana, em Natal. Será no Praia Mar Arena (antigo Holiday Inn), a partir de 9 horas.

Segundo convite, “serão debatidas as ideias e propostas dos partidos para o ‘RN do Futuro.’”

Não é assinalado com clareza, mas parece ser óbvio: encontro vai ensejar o lançamento do nome do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) ao governo estadual.

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Ex-senador oscila entre PDT e MDB como novo destino partidário

Jean-Paul Prates poderá tentar a reeleição no próximo ano, mas não é caso de vontade pessoal (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
Jean-Paul Prates já tinha se pronunciado à imprensa do RN (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado/Arquivo)

O ex-senador e ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates confirmou que está de saída do Partido dos Trabalhadores, sigla em que militou por mais de uma década. Em entrevista à Carta Capital publicada neste domingo (28), disse que mantém conversas avançadas com MDB e PDT para uma possível candidatura ao Senado em 2026. Segundo Prates, a decisão não tem relação com a sua demissão da estatal, em maio de 2024, mas com a falta de espaço no PT no Rio Grande do Norte.

O Antagonista, Poder 360, O Globo e outras mídias nacionais replicaram sua posição.

“Candidaturas foram lançadas de cima para baixo, sem discussão interna […] Fui senador, presidi a Petrobras, e ainda assim não houve consulta. Meu ponto não é buscar espaço para mim, mas defender que o processo de escolha de candidatos seja participativo, inclusive com as bases. Pensei que no PT esta seria a regra. Como não foi, vou-me embora para outro lugar que seja assim”, declarou.

O ex-senador disse que pretende sair do partido em 3 etapas: primeiro, despedindo-se de forma “tranquila”, depois escolhendo uma nova legenda e, por último, discutindo eventual candidatura.

Ainda na semana passada, Prates já tinha dado entrevista ao Agora RN, jornal impresso/portal de Natal, deixando claro sua repulsa ao modelo de comando e ‘democracia’ do petismo potiguar. Para ele, o partido é tocado por uma “Raimundocracia” – espécie de regime em que o secretário-chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Raimundo Alves, decide tudo sozinho, submetendo até a governadora Fátima às suas vontades.

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Cinco partidos dominam a política do país com eleições 2024

É a 1ª vez em que há aumento da concentração de prefeitos nos 5 principais partidos desde 1996 (Gráfico do Poder 360)
É a 1ª vez em que há aumento da concentração de prefeitos nos 5 principais partidos desde 1996 (Gráfico do Poder 360)

Do Poder 360

Os 5 partidos mais vitoriosos nas eleições de 2024 ficaram com 3.615 prefeituras, ou 65% dos municípios. É o maior percentual em 20 anos e um sinal de redução na fragmentação partidária. O número inclui todos os vitoriosos nas urnas, contando também 41 candidaturas que ainda estão sub judice, sujeitas a cassação.

É a 1ª vez em que há aumento da concentração de prefeitos nos 5 principais partidos desde 1996, num provável efeito das reformas eleitorais de 2017.

Em 1988, as 5 maiores siglas abocanharam 85,9% das prefeituras. Naquelas eleições, o então chamado PMDB obteve 1.606 prefeitos, contra 1.058 do PFL. As legendas eram herdeiras, respectivamente, do partido de oposição e do de situação durante a ditadura militar.

As cinco maiores siglas do Brasil (Gráfico do Poder 360)
As cinco maiores siglas do Brasil (Gráfico do Poder 360)

Durante as décadas seguintes, é possível identificar 2 padrões: redução gradual do número de prefeitos dentro dos maiores partidos; a manutenção do PMDB (que passou a ser chamado de MDB) como a legenda com maior número de prefeitos. Ambos os padrões foram quebrados nas eleições de 2024.

Além do 1º aumento em quase 3 décadas do número de prefeitos nos 5 maiores partidos, houve a entrada do PSD de Gilberto Kassab na liderança do número de prefeitos eleitos.

O porquê desse cenário

O novo cenário partidário é consequência da reforma política de 2017. A Emenda Constitucional 97 estabeleceu duas regras que estão mudando o jogo político:

Cláusula de desempenho – siglas com poucos votos e que elegem poucos deputados ficam sem acesso a recursos públicos do Fundo Partidário;

Coligações proporcionais – os partidos ficam proibidos de se coligar em eleições proporcionais, dificultando que legendas nanicas elejam representantes.

Essas regras levaram a uma mudança gradual, sufocando siglas pequenas com baixa representação na sociedade. Assistimos nos últimos anos a diversas fusões e incorporações partidárias, o que fez com que o Brasil deixasse de ter o Legislativo mais fragmentado do mundo. A mesma desfragmentação aparece agora no cenário municipal.

“As novas regras, de certa forma, favorecem que já está no jogo, que recebe mais recursos. A tendência é que o sistema politico brasileiro se consolide e se aproxime do exemplo de países com sistemas mais estáveis, como os EUA, onde há alta taxa de reeleição”, diz o cientista político Carlos Pereira, da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Menos partidos, argumentam cientistas políticos, criam um cenário de negociação de interesses mais racional e funcional. Também facilitam que o Executivo consiga ter mais governabilidade (negociar com 3 ou 4 partidos é diferente de ter de ir atrás de 20 legendas).Partidos vitoriosos desde 1988 - Poder 360 - Primeira parte

Partidos que dominaram as eleições desde 1988 (Graficos do Poder 360)
Partidos que dominaram as eleições desde 1988 (Graficos do Poder 360)

“As próximas eleições devem ter ainda mais concentração partidária e mais reeleição. E, ao contrário de alguns, eu não vejo isso como um problema. Essa estabilização do jogo deixa os políticos mais satisfeitos e comprometidos com a democracia. Quanto mais estável é o jogo, menos risco os políticos correm, e menos incentivos eles têm para quebrar o jogo e ir contra a democracia”, diz Pereira.

Série Eleições 

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Partidos de centro e de direita tiveram os melhores desempenhos

Infográfico do Poder 360
Infográfico do Poder 360

Do Poder 360

Os partidos de centro e de direita foram os grandes vencedores das eleições de 2024. Com os resultados do 2º turno divulgados no domingo (27.out.2024), é possível constatar com precisão quais legendas se saíram melhor em 8 critérios nacionais objetivos analisados pelo Poder360.

São eles:

-Prefeitos eleitos: PSD (891);

-Prefeitos eleitos em capitais: PSD e MDB (5 cada um);

-Eleitores governados: MDB (27,9 milhões);

-Prefeitos eleitos no G103 (grupo das 103 cidades com mais de 200 mil eleitores no Brasil): PL (16);

-Votos recebidos para prefeitos: PL (15,7 milhões);

-Vice-prefeitos eleitos: MDB (813);

-Vereadores eleitos: MDB (8.050);

-Votos recebidos para vereadores: MDB (11,2 milhões).

Infográfico do Poder 360
Infográfico do Poder 360

Só 3 partidos (MDB, PL e PSD) venceram nos 8 critérios citados acima. O destaque vai para o MDB, 1º colocado em 5 categorias (prefeitos em capitais, votos recebidos para prefeito no 1º turno, vice-prefeitos, vereadores e votos recebidos para vereadores no 1º turno).

Mais prefeitos eleitos

Quem venceu/quantos eleitos: PSD (891).

O partido comandado por Gilberto Kassab, 64 anos, conquistou 891 prefeituras. Foram 27 a mais que o MDB, o 2º colocado. Trata-se de um avanço de 34,6% em relação aos 662 eleitos em 2020. Quando se consideram os dados do PSD de abril de 2024, no entanto, o que se observa é uma queda.

O Partido Social Democrático tinha 1.040 prefeitos até o fim de abril. Agora tem 891. O que explica a alta de 2020 para abril de 2024: trocas partidárias. Kassab é hoje um dos políticos mais habilidosos. O PSD perdeu 157 prefeituras, mas cooptou 538 prefeitos no período. A maioria veio do PSDB, sigla que vive uma crise existencial e se apequena a cada eleição.

Infográfico do Poder 360
Infográfico do Poder 360

Veja reportagem completa clicando AQUI.

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Presidente de Câmara Municipal muda pro UB e se lança a prefeito

Vittor (centro) levanta os braços ao lado de Eudiane e Benes (Foto: divulgação)
Vittor (centro) levanta os braços ao lado de Eudiane e Benes (Foto: divulgação)

Do Blog Diário Político

Em evento marcado por grande participação popular, o vereador e presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Vittor Melo (eleito pelo MDB), lançou nesse domingo (10/03) sua pré-candidatura a prefeito do município. O lançamento ocorreu no Arizona Clube, durante filiação do parlamentar ao União Brasil.

Além de correligionários, vários populares participaram do momento em apoio a decisão do União Brasil em apresentar o nome de Vittor como pré-candidato a prefeito.

Durante sua fala, ele lembrou seus esforços na busca por recursos para o município, falou do seu compromisso com Campo Grande e destacou o amor que sente pelo município, o que para ele, é a principal razão para se colocar à disposição do partido.

“Amor por Campo Grande. Essa é a razão da minha pré-candidatura. Na Câmara Municipal tenho tido a oportunidade de fazer muita coisa pela população. Mas ainda não é o suficiente,” declarou. Ele assinalou que como prefeito poderá realizar mais.

Além de várias lideranças políticas locais, como os ex-prefeitos Bebeto Almeida e Manoel Veras, vereadores e pré-candidatos à Câmara Municipal, o ato teve presença do deputado federal Benes Leocádio (União Brasil) e a deputada estadual Eudiane Macedo (PV).

Campo Grande é governada por Francisco das Chagas Eufrásio Vieira de Melo, o “Bibi de Nenca”, do MDB.

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Um candidato para marcar posição em Mossoró

chapa, nomes, fotos, candidatos, política,O MDB cascavilha a política de Mossoró à cata de um nome para plantar como candidato a prefeito em 2024.

A cúpula partidária sabe das dificuldades desmedidas à vitória nas urnas. Porém, sua prioridade não é exatamente vencer, mas marcar posição em relação ao pleito governamental de 2026.

O atual vice-governador Walter Alves, dirigente estadual da legenda, sonha em concorrer ao governo estadual e quer ter em Mossoró uma célula política.

Tem plena consciência que não pode contar com o PT da governadora Fátima Bezerra (PT).

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A política e o ódio juntos não costumam dar certo

Briga, ódio, confronto, discussão, debate, política, intolerânciaEm qualquer ramo da vida, o ódio, aquela erupção de fúria, pode aflorar. Na política, também.

Mas, não costuma ser o ingrediente capaz de encaminhar alguém à vitória.

Mexendo nos meus alfarrábios, estudando números, revendo pesquisas, dados de eleições, sou remetido ao ano passado: eleições à Câmara Federal.

Ao fechar a porta para candidatura à Câmara Federal do ex-deputado federal Henrique Alves, levado a se inscrever no PSB, após décadas apenas no emedebismo, o MDB deixou de eleger Garibaldi Alves Filho à Câmara dos Deputados.

A votação de Henrique no PSB acabou sendo sofrível, chegando a apenas 11.630. Contudo, seria suficiente para injetar soma à eleição de Garibaldi, pai de “Waltinho”, o Walter Alves – presidente do MDB, eleito vixe-governador.

O ex-senador Garibaldi Filho empilhou 92.753 votos, mas não alcançou êxito. O Sargento Gonçalves (PL) terminou eleito.

De novo vejo o ódio movendo aspirações políticas, em lutas paroquiais. A vontade de destruir é maior do que a de construir, se fazer algo, crescer… de projetar-se.

Os exemplos estão aí.

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MDB lidera números de prefeitos eleitos há várias eleições

MDB ponto de equilíbrioEm 2020, última eleição municipal no país, o MDB continuou com o maior número de prefeituras, assim como nas eleições anteriores, em 2016 (veja AQUI). O partido, porém, elegeu 251 prefeitos a menos em comparação com 2016 (caiu de 1.035 para 784). Contudo, impressiona a sua capilaridade como legenda municipalista.

Ainda sobre 2020, PP e PSD completaram o pódio do Executivo municipal, com 685 e 654 prefeitos eleitos, respectivamente. Ambos partidos registraram alta em relação a 2016. O 2º turno destas eleições foi realizado no  domingo (29 de outubro de 2020).

Nesta terça-feira (31 de outubro de 2024), damos sequência à série que iniciamos dia passado (Partidos seguem para repetir grande eleição de vereadores em 2024), tratando do quadro eleitoral que se avizinha, mas com retrovisor para enxergarmos o que ocorreu antes. Mapear o passado é uma forma de nos situarmos no presente e vislumbrarmos o futuro.

Veja abaixo um resumo de matéria especial que fizemos à época, com fim do pleito em 2020, traçando um inventário do que foi extraído das urnas:

Em 2020, em 5º lugar, o DEM foi a sigla que mais cresceu em números absolutos na comparação com quatro anos atrás. O número de prefeituras pulou de 266 para 464 – o que equivale a uma subida de 75%. Desse total, quatro foram prefeitos de capitais. Bom lembrar que o DEM passou por fusão com o PSL, virando o União Brasil – nascendo muito forte.

O PSDB ocupa a 4ª posição do ranking, com 520 prefeitos eleitos. Nas grandes cidades (aquelas com mais de 200 mil eleitores), PSDB, MDB, DEM e PSD vão administrar o maior número de prefeituras – apontou o G1.

Considerando a variação percentual, as legendas que mais cresceram foram Avante (583%), Patriota (277%), Podemos (252%) e PSL (200%). Por outro lado, as maiores baixas ficaram com siglas que conquistaram apenas uma única prefeitura – PTC (-94%), DC (-88%) e PMB (-67%).

Em números absolutos, os partidos que mais perderam prefeituras foram PSDB (-265), MDB (-251) e PSB (-151). O PSDB havia aumentado a quantidade de prefeituras em 2016, ano em que ocorreu o impeachment de Dilma Rousseff. Na época, elegeu 785 prefeitos. Em 2020, foram 520.

Gráfico publicado no dia 30 de novembro de 2020
Gráfico publicado no dia 30 de novembro de 2020

PT sofreu mais uma queda

O PT, que ocupou a Presidência da República de 2003 a 2016, registrou mais uma queda. Em 2012, o PT conseguiu 630 prefeitos. Em 2016, esse número foi de 254 (uma queda de 60% em comparação com 2012). Em 2020 teve o total de 183 prefeituras (redução de 28% em comparação com 2016).

*O levantamento não considera os candidatos a prefeito “sub judice”, que aguardavam julgamento da Justiça Eleitoral. Houve 102 disputas nesta situação no 1º turno e duas no 2º turno.

Com Lula de volta à presidência da República, o partido terá um teste de fogo para voltar a crescer nos municípios, em 2024.

O resultado do primeiro turno já apontava para um crescimento de partidos considerados do “Centrão”, grupo de siglas com práticas fisiológicas que se aproximou de Jair Bolsonaro, eleito presidente em 2018. PP, PSD e Republicanos foram alguns dos partidos que mais cresceram. Também já tinham sido identificadas quedas de partidos tradicionais como PSDB, MDB, PSB e PT.

E 2024? A polarização nacional que não cessa entre lulistas e bolsonaristas vai puxar para cima, em nova polarização, candidatos das duas correntes? Até aqui não existe indicadores nessa direção. A vida acontece nos municípios e os pleitos – em boa parte – têm características plebiscitárias (sim ou não de aprovação à gestão) e são regidos por temáticas e questiúnculas paroquiais.

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Partidos terão disputa à parte para eleições a vereador no RN

candidato, oratória, orador, vereador, discursoApesar de ser uma luta secundária em relação à corrida majoritária, visto que a faixa de competição mais importante será a de prefeito, a disputa a vereador promete muita emoção em 2024. Tensão não faltará.

Na democracia representativa e republicana à moda brasileira, o vereador é conhecido como o agente público mais próximo do povo. Porém, apesar dessa exaltação, provavelmente é quem mais sofre à vitória e durante o mandato.

No próximo ano não será diferente.

Mas, como foi a distribuição de eleitos, por partido, em 2020, último pleito municipal? Vamos mostrar agora, o quadro geral no RN. MDB, PSDB, PL, PSD, PP, DEM, PSB e Republicanos lideraram com folga a eleição a vereador, por legenda.

Partidos – Vereadores – 2020

MDB – 310
PSDB – 247
PL – 173
PSD – 144
PP – 133
DEM – 130
PSB – 110
Republicanos – 95
SD – 51
PT – 43
PROS – 38
PSC – 35
Cidadania – 14
PDT – 10
PSOL – 10
PC do B – 8
PTB – 7
Avante – 4
Patriota – 3
PV – 3
DC – 1
Podemos – 1
PRTB – 1

PSL – 1

Em relação ao pleito anterior, 2016, o PSDB foi o que mais cresceu. Saiu de 106 para 247 vereadores, um aumento de 142. Já quem mais perdeu foi o PSD, que tinha elegido 280 e caiu para 144, ou seja, menos 136.

PL teve 111 e chegou a 173 (+62); Republicano, de 47 para 95 (+48); PP, de 89 para 133 (+44); PSC, de 4 para 35 (+31); DEM, de 107 para 130 (+23); MDB, de 291 para 310 (+19); Pros, de 26 para 38 (+12); Psol, de 4 para 10 (+6). Outras 17 legendas não cresceram ou tiveram perdas.

Só lembrando: em 2016 o governador era Robinson Faria do PSD e em 2020, Fátima Bezerra, filiada ao PT. A propósito, sua sigla passou de 38 para 43 vereadores – apenas cinco a mais.

Leia tambémPSDB, MDB, União Brasil e PL tendem a eleger maioria dos prefeitos

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Prefeitura perde vários veículos e máquinas pesadas

Segundo vídeo postado pelo Blog do FM, os prejuízos causados por ataques de facção criminosa no município de Coronel Ezequiel (região ), a 146 km de Natal, com população pouco acima de 5.500 pessoas, chega a cifras milionárias. Impossível, sem socorro federal, se recompor.

Os incêndios à noite dessa quarta-feira (15), com coquetel molotov, atingiram máquinas pesadas guardadas na Garagem Municipal. Deixaram a municipalidade praticamente sem meios para atender às demandas da população na cidade e campo.

Quem desabafa, até com serenidade além do normal, é o prefeito Claudio Marques de Macêdo (Boba), do MDB:

-“Perdemos três ônibus escolares, duas caçambas, um compactador de lixo, dois tratores, um carro da Secretaria de Obras, retroescavadeira e a patrol quase perdendo…”.

Coronel Ezequiel fica na microrregião da Borborema Potiguar, na Zona Agreste, no sul do Estado. Seus limites são estes: ao norte, com Campo Redondo e Santa Cruz; ao Sul, com Jaçanã; ao Leste, com São Bento do Trairi; ao Oeste, com Picuí/PB.

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Adjuto Dias sugere fórmula da Paraíba à redução da violência

Dias atuou como delegado da Polícia Civil, na PB, por dez anos (Foto: Eduardo Maia)
Dias atuou como delegado da Polícia Civil, na PB, por dez anos (Foto: Eduardo Maia)

O deputado estadual Adjuto Dias (MDB), em seu primeiro pronunciamento na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (7), solicitou ao Governo do Estado a criação de um programa nos moldes de experiência exitosa da Paraíba, para reduzir índices de violência no Rio Grande do Norte. O programa apresentado por Adjuto como referência é o “Paraíba pela Paz,” que fez do estado vizinho a única unidade da federação a registrar oito anos consecutivos de redução de mortes violentas.

O parlamentar atuou, durante 10 anos, como delegado da Polícia Civil da Paraíba.

“O foco do programa está no acompanhamento dos índices e o estabelecimento de estratégias para reduzi-los. Dentre elas, a divisão do Estado em regiões e áreas integradas de segurança pública, criando uma responsabilidade territorial para atingir metas”, explicou ele.

De acordo com dados compartilhados pelo parlamentar, apesar da redução nacional dos números de homicídios no Brasil e no RN – Natal registrou a maior queda –, o Rio Grande do Norte ainda figura como o sexto Estado do país com maior taxa de morte por 100 mil habitantes.

A solicitação feita em plenário por Adjuto Dias também foi transformada em expediente, com mais detalhes e informações, e encaminhada à Secretaria de Estado da Segurança Pública e de Defesa Social (SESED/RN).

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A minha vida pública

Por Ney Lopes

Escrevi um artigo com trechos do discurso que proferi, em 8 de dezembro de 1967, como orador oficial da chamada Turma da Liberdade, da Faculdade de Direito de Natal, de 1967, que completou 55 anos de conclusão do curso.

Os trechos do discurso refletiam posições contrárias aos atos institucionais e medidas autoritárias da Revolução de 1964 (veja AQUI).

Cortez Pereira enfrentou forças da própria Arena, seu partido, no governo e política (Foto: reprodução)
Cortez Pereira enfrentou forças da própria Arena, seu partido, no governo e política (Foto: reprodução)

Um internauta enviou-me mensagem e entendendo que o fato de anos depois ter sido eleito deputado federal pela ARENA e PFL, caracterizou incoerência política, comparado com o discurso da Turma da Liberdade. Ou seja, teria me afastado dos valores democráticos que proclamei na formatura da Turma da Liberdade 

Devo, portanto, uma explicação sobre a minha vida pública.

Deus me deu a vocação política e cultivei essa tendência, desde os bancos escolares nos movimentos estudantis.

Sem ter tradição política era quase impossível ser candidato sem legenda. 

A estrutura dos partidos “pertencia” às oligarquias locais (ainda pertence).

Abriu-se uma janela, quando o deputado Ulysses Guimarães fundou o MDB, em oposição ao regime de 1964.

Fui um dos fundadores no RN.

Disputei a minha primeira eleição, em 1966.

Dizia-se que o MDB era tão pequeno que “cabia num fusca”.

Tive expressiva votação, mas não foi atingido o quociente eleitoral. 

A linguagem que usei na campanha eleitoral de 66 é a mesma que me acompanhou em todos os mandatos e cargos que exerci: a defesa intransigente da democracia.

O RN foi um dos poucos estados no Brasil onde após 1966 não se estruturou partido de oposição.

Apenas, grupos dispersos.

A ARENA, do governo revolucionário, passou ao comando dos dois líderes estaduais: Dinarte Mariz e Aluízio Alves.

Ambos apoiaram os militares no poder.

Nesse período desfiliei-me do MDB e fiquei sem partido.

Com a cassação de Aluízio Alves, em 1969, o MDB passou ao comando do seu grupo político, porém sem perder as ligações revolucionárias, as quais se revelaram fortes e decisivas durante “aliança” no governo Tarcísio Maia, com o objetivo de afastar Cortez Pereira e seu grupo da vida pública.

Amigo do Professor Cortez Pereira, eleito governador do estado, aceitei convite para ser o seu chefe da Casa Civil, em 1971.

Nenhum governo em nossa história foi montado com tanto rigor ético e de renovação de quadros como o de Cortez.

Cabe destacar a figura humana e o espírito público de Cortez Pereira. Para chegar ao governo era inscrito naturalmente na ARENA.

Porém, ele jamais teve o comando político do partido, que continuou nas mãos dos seus oponentes, inclusive para cassá-lo.

A sua obsessão era o desenvolvimento do RN e deixou marcas do seu talento na administração que realizou

Entusiasmado com as ideias renovadoras de Cortez, que era da ARENA, candidatei-me a deputado federal e ganhei a eleição (1976).

O primeiro projeto que apresentei foi a criação do crédito educativo no Brasil. 

Para evitar o crescimento político inevitável de Cortez e seu grupo, as lideranças oligárquicas locais, com amizades na cúpula revolucionária, superaram até divergências políticas e pessoais entre elas (famílias Alves, Maia e Rosado) e exigiram tacitamente a aplicação do AI 5 no Estado contra o próprio Cortez e seus aliados, mesmo não existindo inquéritos instaurados.

Era o temor do surgimento de um grupo novo na política estadual, cujo único compromisso seria com a democracia.

Em razão do “fechamento partidário”, que até hoje prevalece na política do RN, não teria como exercer a minha vocação política, senão através da tolerância, que significa “suportar”, ter condescendência, perante a realidade que não se quer ou que não se pode impedir. 

Tive que optar pela ARENA, partido do meu amigo Cortez.

O outro partido era propriedade fechada da família Alves.

Por todas essas razões e circunstâncias transigi, sem jamais fazer concessões que ferissem a ética.

Sempre fui na política um liberal social e admirador da Doutrina Social da Igreja.

A tolerância é uma atitude fundamental, que não conduz a negar as próprias crenças e convicções. Ao contrário, é forma de preservá-los.

Já se disse que julgar o outro é não enxergar a verdade de cada um.

Todos sabemos que nenhum barco é suficiente para atravessar o rio da vida.

As situações mudam e com eles os barcos que nos conduzem, sem que isso signifique negativa dos valores e sentimentos que defendemos.

Agradeço ao leitor a indagação feita. Foi uma forma de esclarecimento.  

Hoje, na maturidade, não me arrependo de nada.

Sigo o conselho de Sócrates: “O segredo da mudança é não focar toda sua energia em lutar com o passado, mas em construir o futuro”.

Tenho certeza que ajudei modestamente a construir uma pequena parte do RN e do Brasil.

É a sensação do cumprimento do dever.

Ney Lopes é advogado, jornalista e ex-deputado federal

Faltou voto, faltou voto!

Leodécio foi candidato a prefeito em 1976 (Foto: Ricardo Lopes/Arquivo)
Leodécio foi candidato a prefeito em 1976 (Foto: Ricardo Lopes/Arquivo)

Com tantos números ainda a serem vistos, tantas histórias de vitórias e insucessos a serem contadas sobre o pleito 2022, sou levado ao distante ano de 1976.

Fim das apurações das eleições à Prefeitura de Mossoró, o médico aluizista Leodécio Néo parece desolado com o resultado, diante da mesa escrutinadora.

Candidato à municipalidade pelo MDB, uma das quatro chapas disputantes, ele ficou em segundo lugar.

O eleito foi João Newton da Escóssia (pela Arena), cunhado do deputado federal Vingt Rosado (Arena).

Na cobertura dos acontecimentos, um repórter de rádio aborda Leodécio e faz-lhe uma pergunta incisiva:

– O que faltou para o senhor vencer as eleições?

Sem delongas, ele dispara uma resposta lapidar com seu vozeirão:

– Faltou voto, faltou voto.

O grande Leodécio continua atualíssimo e insuperável na definição de um resultado negativo nas urnas.

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Simone Tebet é nome de MDB, PSDB e Cidadania a presidente

Tebet é nome para uma terceira via na sucessão presidencial (Foto: Adriano Machado/Reuters)
Tebet é nome para uma terceira via na sucessão presidencial (Foto: Adriano Machado/Reuters)

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi apontada candidata de consenso à presidência da República pelos presidentes de seu próprio partido, Baleia Rossi, do PSDB, Bruno Araújo, e do Cidadania, Roberto Freire. A indicação, porém, não é oficial, pois precisa ser referendada pelas Executivas Nacionais das três legendas, que devem se reunir separadamente na próxima terça-feira.

Entre os tucanos, há ainda a questão do ex-governador João Doria, que venceu as prévias do partido e, como conta Gerson Camarotti, insiste que não vai desistir da candidatura, a despeito da pressão interna.

Pesquisa qualitativa

O nome de Tebet foi sacramentado pelos presidentes devido a uma pesquisa qualitativa-quantitativa para avaliar as perspectivas dela e de Doria junto ao eleitor. Segundo Tales Faria, o resultado indicou que o ex-governador, estacionado em 3% das intenções de votos, não tem margem para crescer.

Como a pesquisa não foi registrada, seus resultados não podem ser divulgados. Fontes disseram, porém, que 60% dos entrevistados disseram conhecer Doria e, desses, 58% o rejeitam. Tebet é conhecida por 20% do eleitorado e rejeitada por apenas 24% desses.

Com informações do UOL, G1, Tales Farias e Gerson Camarotti.

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União Brasil, MDB, PSDB e Cidadania disputarão juntos o Planalto

mãos dadas, uniãoUnião Brasil, MDB, PSDB e Cidadania pretendem anunciar no dia 18 de maio o nome de um candidato de consenso à presidência da República. A decisão foi tomada numa reunião ontem entre os presidentes dos quatro partidos, respectivamente, Luciano Bivar, Baleia Rossi, Bruno Araújo e Roberto Freire.

Eles também convidaram “outras forças políticas democráticas” para aderir à iniciativa. O ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) se reuniu ontem com a senadora Simone Tebet (MS), pré-candidata do MDB, para, segundo ele, “construir uma convergência” entre as legendas da terceira via.

Leite, que já admitiu ser vice numa chapa com Tebet, negou que estivesse deslegitimando as prévias tucanas, vencidas pelo ex-governador paulista João Doria.

“Elas têm sua legitimidade. Mas não se trata aqui apenas sobre atender formalidades, mas sim de ajudar o país a encontrar um caminho. Isso é o que nos move e promove convergência”, afirmou. (CNN Brasil)

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Há 52 anos no MDB, Henrique Eduardo Alves deixa a sigla

Por Robson Bonin (coluna Radar – revista Veja)

Ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, um dos quadros históricos do MDB, vai deixar a sigla nesta quarta-feira para se filiar ao PSB no Rio Grande do Norte.

O ex-cacique emedebista tornou-se uma figura isolada no partido e decidiu buscar novos rumos após escrever uma carta aos apoiadores. Emocionado, ele diz que avisou a Michel Temer e ao presidente da sigla, Baleia Rossi, da decisão.

Henrique sai desejando boa sorte a quem fica no MDB do RN (Foto: Marcelo Camargo)
Henrique sai desejando boa sorte a quem fica no MDB do RN (Foto: Marcelo Camargo)

A carta do ex-deputado:

“Prezadas e Prezados conterrâneos! Queridas e Queridos bacuraus!

Queria, por um milagre, que todos vocês pudessem me ver agora, escrevendo essas palavras.

Uma emoção intensa, imensa.

Um filme passando diante de meus olhos, em câmera lenta… MDB, a minha história.

1966, 56 anos de vida do MDB. 1970, início do meu caminhar.

Naqueles tempos difíceis, eu, um jovem de 21 anos, segurava a bandeira verde do MDB, com a coragem do mundo… porque aprendi cedo, com meu pai, que a luta é constante e a esperança não morre…

Nunca estive só, pois sempre esteve ao meu lado o bacurau solidário, polegar para cima, camisa verde, o abraço, o aconchego. GRATIDÃO!!!!

Construímos, ao lado de tantos companheiros, de ontem e de hoje, uma casa linda, aconchegante, fraterna e democrática.

Nesse caminhar de lutas e ideais, o reconhecimento do meu estado, que na minha décima primeira eleição, em 2010, me presenteou com a maior votação da minha história: 191 mil votos!

Nessa estrada de muito trabalho e serviços prestados, sofri também derrotas, percalços e provações, mas sem jamais esquecer minha origem e fortaleza: o ninho bacurau.

Até que Deus, com sua bênção, me deu a maior vitória no Judiciário nacional: a absolvição, por unanimidade, de uma acusação absurda. Justiça foi feita!

Do Brasil, recebi o parabéns respeitoso. Do Rio Grande do Norte, o carinho e a solidariedade pelo reconhecimento da minha inocência. Bacurau verdadeiro, livre, enfim, para voar…

Sobreveio, então, um estranho e inesperado gesto: a direção estadual do MDB não reconheceu os meus longos anos de militância no partido. Passou a não me ver, não me ouvir, não me falar. Não me querer…!

Infelizmente, aquela casa que construímos se apequenou. Não falo de números, falo de sentimentos. O querer bem e fazer o bem.

Saio hoje do MDB ao qual dediquei toda a minha vida. Porque a escolha, como disse Nelson Mandela, “tem que refletir a esperança e não o medo.”

Sigo movido pela esperança que nunca me faltou.

Agradeço aos partidos Cidadania, PSB, Republicanos, PL, Avante, pelos convites tão honrosos que demonstram respeito pela nossa história e correção.

Aos que ficam, sem ressentimentos, desejo boa sorte!

Vou buscar meus caminhos de paz, porque tem muito Rio Grande do Norte pela frente!

E, na saudade abençoada do meu pai, “sem ódio e sem medo.”

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O ex-deputado vai chegar ao PSB para um desafio incomum: ser Henrique do MDB longe do MDB, onde divergências com o primo Garibaldi Filho e o filho deste, Walter Alves, levaram-no a um expurgo. Isso, mesmo que há poucos dias o MDB do RN, através deles, tenha sinalizado que não estaria colocando vetos à sua permanência. Quem acreditou?

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“Dr. Bernardo” sai do MDB para aposta no “chapão” do PSDB

Bernardo agora é o PSDB Foto: cedida)
Bernardo agora é o PSDB Foto: cedida)

O deputado estadual Bernardo Amorim é outro político a mudar de sigla. Deixa o MDB para trás e chega ao PSDB.

“Dr. Bernardo” vai se somar a vários outros deputados que se aglomeram no chapão do PSDB, como aposta de sobrevivência política.

Médico e ex-prefeito de Almino Afonso, Bernardo foi eleito pelo Avante com 42.049 votos em 2018, mas se abrigou no MDB.

Até ontem, estava participando de articulações para montagem de nominatas do emedebismo no RN. É o caso da chegada de Heliane Duarte, mãe do vereador mossoroene Isaac da Casca (veja AQUI). Articulação sua, que se diga.

O salve-se quem puder não para.

Aguarde mais notícias.

Ufa!

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Pelo menos três partidos podem receber maiores filiações

convenções, partidos, discursos, votos, eleitorado, comícioMDB, PSDB e PSB devem receber maior número de novas filiações (vários deputados estaduais), a partir da abertura da janela partidária que começou nessa quinta-feira (3) e vai até 1º de abril (veja AQUI).

As movimentações de bastidores apontam nessa direção, com formação de chapões.

As conversas são tensas.

As contas, projeções de votos etc. fazem parte desse intrincado jogo de pré-campanha.

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Partidos acenam para Henrique Alves

dedo-polegar-positivoAlguns partidos já acenaram para o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) com legenda para que ele volte a ser  candidato à Câmara dos Deputados.

Mas, o “bacurau-raiz” quer mesmo ser novamente deputado pelo seu MDB.

Fora dele sabe que ficará faltando um pedaço.

Algumas relações tempestuosas (veja AQUI) precisarão ser pacificadas no partido.

Bem, 2022 já bate à porta.

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Projeto define prioridade em exames para pessoas com câncer

paciente com câncer - prioridade em exames - projeto de lei de Carmem Júlia do MDB - 19-10-21Pessoas com câncer terão prioridade em exames em unidades de saúde de Mossoró, conforme Projeto de Lei (75/2021) aprovado no plenário da Câmara Municipal, nesta terça-feira (19).

De autoria da vereadora Carmem Júlia (MDB), a proposta estabelece a realização do exame para pacientes oncológicos em, no máximo, 72 horas após o encaminhamento médico.

Para isso, os pacientes deverão comprovar o diagnóstico, por meio de laudo médico.

“A intenção é evitar que pessoas com câncer fiquem em longas listas de espera”, justifica a vereadora.

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Vereadora pede mais apoio à campanha “Vacina Solidária”

Carmen: importância de doação (Foto: Edilberto Barros)
Carmen: importância de doação (Foto: Edilberto Barros)

A vereadora Carmen Júlia (MDB) destaca que seu mandato tem promovido campanha denominada de “Vacina Solidária”.

Apela que as pessoas, no momento da vacina, levem um ou dois quilos de alimentos que estão sendo doados às pessoas em estado de vulnerabilidade.

A campanha já arrecadou mais de duas toneladas de alimentos.

A empresa de tecnologia que atua na área de relacionamento, AeC, chegou a doar 600 cestas básicas e a vereadora espera que outras sigam esse exemplo.

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