Senador Rogério Marinho estará presente prestigiando o novo presidente (Foto: PL Mossoró)
O pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário assume nesta sexta-feira (10), a presidência do Partido Liberal (PL) em Mossoró. Substituirá o ex-vereador e ex-candidato a prefeito ano passado Genivan Vale. Será durante o Encontro Regional do PL, às 19h, no Hotel Villa Oeste.
Contará com a presença de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, além do presidente estadual e secretário nacional do PL, o senador Rogério Marinho.
O congressista destacou o novo momento do partido em Mossoró e a importância da chegada de Jorge à presidência municipal.
“Jorge é um amigo querido, alguém com quem tenho caminhado ao longo da vida pública. É uma pessoa bem-intencionada, que comunga dos mesmos valores que nós defendemos, e que é muito bem-vindo ao nosso Partido Liberal. Ele vai comandar esse processo de recomposição do partido na cidade de Mossoró. Temos uma missão importante, porque Mossoró é a capital do Oeste do RN, e essa missão é fazermos deputados estaduais, federais, termos uma bancada eficiente e elegermos senadores e o próximo presidente da República”, reforçou o senador.
Nova comissão
A nova comissão municipal do PL em Mossoró será composta assim:
Jorge do Rosário – Presidente
Vereador Jailson Nogueira – Vice-presidente
Vereador Mazinho do Saci – Secretário
Genivan Vale, Stenio Max e Nayara Gadelha – Vogais.
Ilustração com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Fracassaram pela via judicial mais duas tentativas de alteração do resultado das eleições municipais de Mossoró no ano passado. O juiz Cláudio Mendes Junior, da 33ª Zona Eleitoral, julgou nesta sexta-feira (23) que são improcedentes duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) contra o prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), e o vice-prefeito eleito Marcos Medeiros (PSD). Eles foram denunciados por abuso de poder político, econômico e midiático.
As ações foram apresentadas pelos candidatos a prefeito e vice da Coligação Mossoró de Verdade, Lawrence Amorim (PSDB) e Carmem Júlia Montenegro (MDB), além do Partido Liberal (PL) de Mossoró e seus candidatos a prefeito e vice, Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL). Ou seja, mais uma investida da bizarra combinação política “bolsopetista”, que misturou ‘adversários’ bolsonaristas e petistas na campanha e depois dela, contra a chapa governista.
Alegavam que os Allyson Bezerra e Marcos Medeiros teriam se beneficiado da máquina pública e mídia, alterando o curso das eleições. Simplificando: a derrota acachapante de ambas as chapas não tinha relação direta com a anemia eleitoral que demonstraram nas urnas. Um insulto à inteligência alheia.
O magistrado concluiu não existirem elementos suficientes para comprovação do que fora descrito nos autos de ambas AIJE’s. Negou todos os pedidos formulados nas ações.
O juiz, a propósito, seguiu parecer do próprio Ministério Público Eleitoral (MPE), que teve essa interpretação dos elementos colhidos.
‘Arrendados’ pelo PT, que temia passar vexame com candidatura própria, Lawrence e Carmem Júlia foram derrotados pela chapa Allyson-Marcos. Maioria imposta a eles chegou a 97.006 votos. Já a banda bolsonarista programada para perder, Genivan-Nayara, experimentou soterramento ainda mais impiedoso e humilhante: 102.102 votos de vantagem para a dupla Allyson-Marcos que empilhou 113.121 votos.
Nayara e Carmem, ‘adversárias’ juntas na mesma causa (Reprodução do BCS)
Deixou de ser camuflada a comunhão das campanhas a prefeito dos ‘concorrentes’ oposicionistas Lawrence Amorim (PSDB) e Genivan Vale (PL). As alardeadas diferenças ideológicas deram lugar ao esforço conjunto das duas coligações para derrota do oponente comum: prefeito Allyson Bezerra (UB).
A partilha de tarefas, divisão de missões, seleção de pautas e convergência de foco deles ficaram indisfarçáveis nos últimos dias. Primeiro, no debate da TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), Canal 10 (veja AQUI). Depois, num episódio político inusitado, as candidatas a vice-prefeito Carmem Júlia (MDB) e Nayara Gadelha (PL), respectivamente das chapas de Lawrence e de Genivan, cumpriram agenda unidas – um dia após o debate. Tudo como se fossem de uma mesma aliança política, algo incomum em décadas na política de Mossoró.
Em vídeo nas redes sociais, as duas apareceram criticando o governo municipal em frente a um equipamento público. Ou seja, partilhando tarefa, dividindo missão, na seleção da mesma pauta e focadas contra o adversário governista.
No período de pré-campanha, houve tentativa de união de postulações, numa chapa à prefeitura que acomodaria o petismo (que apoia Lawrence Amorim) e o bolsonarismo (onde Genivan Vale se instalou). Não vingou, digamos, por excesso de escrúpulos. Na campanha, às favas os escrúpulos. Está sacramentado o “bolsopetismo”, associação dos inimigos políticos naacionais. Eles não se atritam nem concorrem entre si. São parceiros da mesma empreitada.
Desespero em 2020
Esse consórcio entre concorrentes faz lembrar a luta eleitoral passada em 2020, que teve caso parecido, mas características diferentes e também bizarras. Fim de disputa pelo voto, a então prefeita e candidata à reeleição, Rosalba Ciarlini (PP), chegou a pedir votos em favor das ‘adversárias’ Isolda Dantas (PT) e Cláudia Regina (DEM, hoje no PP). Quem não votasse nela, propôs, deveria votar em uma das duas. Jamais em Allyson Bezerra.
As candidatas Isolda e Cláudia, em troca, cerraram discursos e programas eleitorais contra o mesmo adversário, retribuindo a camaradagem da prefeita e ‘contendora.’ O objetivo delas deixou de ser a vitória pessoal, superando Rosalba e os Rosados, para priorizar a derrota de outro oposicionista. O apelo desesperado e a campanha conjunta das três não surtiram efeito. Perderam Rosalba, Isolda e Cláudia para Allyson Bezerra.
Movimentação de Allyson e vice começou no início da madrugada (Foto: redes sociais)
A campanha municipal 2024 começa oficialmente nesta sexta-feira (16), perdurando por 45 dias até as eleições do dia 6 de outubro. Precisamente, a zero hora e quatro minutos de hoje, o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) e seu vice Marcos Medeiros (PSD) deram início à mobilização de militância e seus eleitores em Mossoró.
A exemplo do que fez em 2020, quando era deputado estadual com menos de dois anos de mandato e foi eleito, à municipalidade, Allyson deu partida na maratona 2024 sem perda de tempo. Foi realizado um ‘desivaço’ que avançou pela madrugada, fixando material de propaganda em carros e motos, dando destaque à identidade visual com número 44 e a cor azul.
Genivan Vale-Nayara Gadelha
A campanha de Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL) à Prefeitura de Mossoró começará com passeata/carreata na ‘descida do Alto de São Manoel’, programação que contará com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que desde ontem está no RN em agenda político-eleitoral denominada de “Rota 22,”, alusão ao número do partido.
Genivan faz convocação para evento hoje (Reprodução de redes sociais)
A concentração está marcada para às 18h30 no Posto do Ceguinho, na Avenida Presidente Dutra. De lá, os participantes seguirão em caminhada até o Centro, onde será realizado um comício no cruzamento da Avenida Santos Dumont com Rua Coronel Vicente Saboia.
A organização aguarda caravanas de bolsonaristas de diversos municípios da região e até do Ceará e Paraíba. Devem participar ainda dessa largada da campanha, o senador licenciado Rogério Marinho (PL), deputados federais General Girão (PL) e Sargento Gonçalves (PL), deputado estadual Coronel Azevedo (PL) e ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
Lawrence Amorim-Carmem Júlia
Já a chapa Lawrence Amorim (PSDB)-Carmem Júlia (MDB) começou dia com caminhada em comércios do Abolição 1 e 2, a partir das 16 horas estará percorrendo ruas do bairro Santo Antônio e às 19 horas no comitê do candidato a vereador Miranda (PT), no bairro Boa Vista.
Lawrence esteve em visita na região do Abolição I e II (Foto: reprodução)
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Carreata/passeata em Mossoró na campanha presidencial de 2022 na Presidente Dutra (Foto: Blog Ismael Sousa/22/10/2022)
O Partido Liberal (PL) trabalha a logística para estimular e facilitar a presença de caravanas bolsonaristas de vários municípios da região Oeste, Costa Branca, Sertão Central e Vale do Açu, na programação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Mossoró. Bolsonaro estará em Mossoró na próxima sexta-feira (16).
Com estada de dois dias no RN, a partir da quinta-feira (15), o ex-presidente reservou para Mossoró a participação na abertura da campanha a prefeito e vice de Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL).
A programação denominada de “Descida do Alto de São Manoel”, percorrendo trecho da Avenida Presidente Dutra, terá início às 18h30. Será concluída com comício no cruzamento da Avenida Santos Dumont com Rua Coronel Vicente Saboia, Centro.
Candidatos a vereador, militantes e lideranças de bairros saúdam Rosalba e chapa majoritária (Foto: Divulgação)
A ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) recebeu os candidatos que vai apoiar na campanha municipal de Mossoró este ano, no Sítio Cantópolis. O evento ocorreu à noite dessa segunda-feira (12).
O Cantópolis é desde 1988, quando ganhou a primeira das quatro eleições municipais, um símbolo do seu grupo político. Nesse espaço com atmosfera de endereço rural em pleno Centro da cidade, a ex-prefeita convocou sua militância à luta em favor do ex-vereador Genivan Vale (PL) e da ex-vice-prefeita (PL) da própria Rosalba em 2016, Nayara Gadelha (PL), candidatos a prefeito e vice.
Mesmo com presença modesta de público, Rosalba – que não concorrerá a qualquer cargo – tentou motivar os presentes: “Tem que ser uma força maior, uma dedicação maior, uma luta maior. Nenhuma caminhada é fácil. Nós vamos encontrar muitas pedras no caminho, mas vamos estar com a mesma garra, mesma raça e mesma disposição.”
“Estar ao lado de Rosalba, desses pré-candidatos, me energiza, me conforta em saber que terei um exército para caminhar pelas ruas de Mossoró. Os soldados estão aqui e o Capitão vem aí!”, declarou Genivan, numa alusão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Sexta-feira (16), Bolsonaro comandará passeata/carreata ao lado de Genivan e de Nayara, na “descida do Alto de São Manoel (veja AQUI).
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Bolsonaro cumprirá agenda política de fortalecimento de candidaturas do PL (Foto: CNN/Arquivo)
Os detalhes da programação ainda não estão definidos, mas o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará em Mossoró na próxima sexta-feira (16). Dará início à campanha oficial da chapa à prefeitura, formada por Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL), nomes a prefeito e vice.
A principal programação será a “descida do Alto de São Manoel”, movimento político de carreata e passeata, que costumeiramente acontece em disputas eleitorais em Mossoró.
RN
Bolsonaro chegará ao RN na quinta-feira (15) e vai se reunir com candidatos do PL no RN, em local e horário ainda a serem anunciados.
No dia seguinte, o ex-presidente terá uma agenda alcançando campanhas em Extremoz, Natal e Parnamirim, além de Mossoró.
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A campanha à Prefeitura de Mossoró de Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL) sonda um imóvel à Rua Doutor João Marcelino, corredor de grande tráfego de veículos e onde existem colégios privados e públicos.
Quer o máximo de visibilidade para comitê no período de campanha eleitoral.
A sede do Partido Liberal de Mossoró já está localizada nesta rua.
Segue a procura.
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Genivan recebeu anúncio de apoio de Rosalba no domingo (Foto: Carlos Costa)
A chapa Genivan Vale (PL)-Nayara Gadelha (PL) vai estrear reunião política na casa do rosalbismo.
Será segunda-feira (12), às 19 horas.
Os candidatos a prefeito e vice do bolsonarismo serão recepcionados pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no Sítio Cantópolis, zona central de Mossoró, endereço residencial e de encontros políticos do seu grupo desde os anos 80.
Rosalba anunciou apoio a Genivan e a Nayara (sua ex-vice-prefeita no período 2017-2020) no domingo (04), durante convenção partidária do seu partido (veja AQUI).
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O Avante do ex-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário anuncia apoio à chapa Genivan Vale (PL)-Nayara Gadelha (PL), na disputa da Prefeitura de Mossoró.
O partido liberou seus candidatos à vereança para opção por qualquer candidatura majoritária.
Também deixou à vontade o vereador e ex-pré-candidato a prefeito Tony Fernandes, para que escolhesse seu rumo político este ano. Fernandes não se viabilizou também a vice de qualquer chapa e resolveu apoiar a prefeito o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB) – veja AQUI.
Emissários locais do Partido Liberal (PL) trabalham via deputado federal João Maia, dirigente estadual do Progressistas (PP), o convencimento da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Tentam levá-la ao palanque do candidato à Prefeitura de Mossoró, ex-vereador Genivan Vale (PL).
O Progressistas realizará na próxima quinta-feira (1º), às 14h, em sua sede mossoroense à Rua Mário Negócio,, 193, Centro, sua Convenção Partidária
Segundo o edital de convocação, serão deliberadas a escolha de candidatos para a eleição municipal, a proposta de coligações nas eleições proporcional e majoritária, o sorteio dos números dos candidatos e assuntos gerais do partido.
A ex-prefeita já deixou claro que não será candidata a qualquer cargo eletivo este ano. Há várias semanas, chegou a entabular
Na sexta-feira (26), o PL homologou as candidaturas de Genivan Vale a prefeito e Nayara Gadelha a vice. Ela já foi vice-prefeita de Rosalba Ciarlini (2017-2020) – veja AQUI.
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Rogério alvejou Fátima Bezerra de olho em 2026 (Foto: rede social)
Presidente estadual do PL, o senador Rogério Marinho participou da convenção que homologou as candidaturas de Genivan Vale e Nayara Gadelha, a prefeito e vice de Mossoró, respectivamente. Evento foi no Hotel VillaOeste.
No pronunciamento de Marinho, nessa sexta-feira, se ouviu mais crítica à Fátima Bezerra, governadora do RN, e ao PT, do que assunto relacionado à eleição municipal. Estadualizar e federalizar temas ficaram mais evidentes.
“Temos um estado que, apesar de governado por uma professsora, é o último na avaliação do Ideb. Isso significa que é nota zero na Educação”, disparou.
Disse ainda que não podia tergiversar sobre os demandos “no Brasil e aqui no RN”.
Discurso de quem parecia candidato, já de agora, de olho em 2026.
A pauta local ficou em segundo plano. Ou terceiro. Mais incenso à chapa bolsonarista Genivan-Nayara (veja AQUI), o esperado, do que verborragia contra o adversário e prefeito Allyson Bezerra (UB).
Só lembrando
Até março, ele tentou impor prazo e um nome do PL para vice do prefeito. Por não dobrá-lo, resolveu ter palanque próprio em Mossoró, com Genivan e Nayara, que eram justamente dois dos nomes apresentados a Bezerra.
Cada campanha tem uma química e parceiros àquela circunstância. Para 2024, é o que Rogério dispõe.
E em 2026? 2026.
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Bolsonaro, Nayara, deputado federal General Girão e Rogério Marinho: PL/direita (Foto: divulgação)
O Partido Liberal (PL) de Mossoró definiu a escolha da cirurgiã-dentista Nayara Gadelha (PL) para compor a chapa ao lado do pré-candidato Genivan Vale (PL) na corrida pela Prefeitura de Mossoró. Chapa puro sangue.
O anúncio oficial será feito durante a convenção do partido, marcada para esta sexta-feira (26), às 18h, no Hotel Villa Oeste (veja AQUI).
Nayara Gadelha, formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foi vice-prefeita de Mossoró entre 2017 e 2020, gestão Rosalba Ciarlini (PP). Era filiada ao PP. Na campanha à reeleição em 2020, ela foi substituída pelo engenheiro e empresário Jorge do Rosário (PL), hoje presidente local do Avante.
Seu nome conta com forte apoio da direita mossoroense. Ela é sobrinha do ex-ministro da Defesa do Governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, general de Exército Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.
Coincidentemente, Nayara e Genivan foram dois dos nomes apresentados pelo presidente estadual do PL, senador Rogério Marinho, como opções para o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) decidir seu vice. Sem aceitar a imposição nem a data de 15 de fevereiro para anúncio, Bezerra levou Rogério a anunciar Genivan Vale como pré-candidato à prefeitura no dia 23 de março (veja AQUI).
Tião, Nayara, Rogério, Genivan, Clorisa e Stênio Max (presidente da CDL) fecharam pré-candidatura (Foto: PL)
O nome de Genivan Vale, farmacêutico-bioquímico, ex-vereador em dois mandatos e atual presidente do Partido Liberal (PL), em Mossoró, foi anunciado à noite deste sábado (23) como pré-candidato a prefeito. Falta apenas escolha do vice.
A decisão saiu a partir do desenlace de conversas do partido com o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) durante a tarde de hoje, em Mossoró. Sem conseguir impor seu desejo de indicar o vice governista na negociação direta com o prefeito, o senador e presidente do PL do RN, Rogério Marinho, resolveu apostar no confronto.
Genivan Vale foi apresentado como pré-candidato à prefeitura. O vice ainda vai ser escolhido. A prioridade de Rogério Marinho era o ex-candidato a prefeito Tião Couto, que declinou do convite. O BCS antecipou no sábado passado (veja AQUI) que ele não seria candidato.
Desde dezembro, que o PL decidiu reivindicar o vice na chapa do pré-candidato à reeleição, Allyson Bezerra, dando até o dia 15 de fevereiro para que ele acatasse sua proposição. A princípio, os nomes da ex-vice-prefeita de Rosalba Ciarlini (PP), odontóloga Nayara Gadelha, e o da ex-vereadora em Grossos Clorisa Linhares, foram as opções citadas.
Tudo ou nada
Sem êxito no ultimato, o PL passou para o dia 15 de março a nova data-limite, mas Allyson seguiu irredutível.
Em diversas declarações públicas e em reuniões com dirigentes do partido, Allyson Bezerra foi categórico: apenas em julho discutiria quem seria o vice. Prioridades eram gestão e formatação de nominatas a vereador. Cresceu o mal-estar com o PL.
Nos últimos dias, a interveniência de outros interlocutores e diálogos entre Allyson e Rogério, pacificaram a relação para uma conversa mais amena. Contudo, neste sábado, o senador chegou a Mossoró e partiu pro tudo ou nada. Fim de papo.
“O PL esteve analisando nos últimos meses qual a melhor alternativa para a cidade de Mossoró e o partido chegou a conclusão que deve apresentar uma pré-candidatura própria na segunda maior cidade do Estado. E temos um nome com condições de competitividade que é o do ex-vereador Genivan Vale”, disse Marinho.
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Como se escolhe um vice? Diz a tradição política e falam as vozes da experiência, que o primeiro requisito é que o candidato não atrapalhe o cabeça de chapa. Se puder somar, ótimo. Estamos falando sobre a campanha. Mas, tem o pós. Eleitos, ambos devem ter o mínimo de afinidade. E o vice continuar sendo o substituto eventual. Dessa feita, seguindo aquela receita simples de bolo: não atrapalhando.
Vice é o substituto imediato do titular do cargo. Ponto. Porém, muitos não entendem essa objetiva atribuição. Por isso que às vezes é tão difícil o encaixe das duas peças.
Na política de Mossoró, um exemplo de fácil compreensão desse entendimento vem de 2016. A jovem Nayara Gadelha (PP), sem nunca ter disputado qualquer cargo eletivo, foi tirada da cartola do rosalbismo para ser vice da favoritíssima e, vencedora, Rosalba Ciarlini (PP). Encaixe perfeito na luta pelo voto e na gestão. Se não acrescentou, com certeza não subtraiu.
Nayara não era a preferida de Rosalba e do seu marido e líder, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Acabaram aceitando por pressão do ex-deputado federal Betinho Rosado (PP), cunhado de Rosalba/irmão de Carlos.
Eles fecharam a porta para o grupo da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB, hoje PSDB), prima e ex-adversária que queria indicar a filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB, hoje PSDB). O rosadismo tinha sido cooptado à campanha da “Rosa”, após quase 30 anos de duelos eleitorais – veja AQUI). Contudo, vice não cabia, para não atrapalhar adiante.
No pleito seguinte, candidata à reeleição para o quinto mandato na Prefeitura de Mossoró, o rosalbismo fez diferente: puxou quem achava que somaria do outro lado, na oposição. Havia a certeza que assim praticamente não ocorreria campanha, subtraindo forças.
O ungido foi o ex-candidato a vice-prefeito adversário de Rosalba, em 2016, engenheiro Jorge do Rosário (PR). As contas não deram muito certo, pois Rosalba e Jorge perderam para o deputado estadual novato Allyson Bezerra (SDD, hoje no UB).
Lula e Fátima
Em 2022, o ex-presidente Lula (PT) importou quem já tinha o rotulado de “líder de quadrilha (o PT).” E daí? Feio era perder. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) mudou de legenda, lado, discurso e partido para ser o companheiro de Lula. Sem dúvida, ele aditivou a chapa no maior colégio eleitoral do país (São Paulo), como o petista calculou.
Eleito, Akcmin tem cumprido agendas importantes, mas também aguenta ultrajes, como a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a “Janja”, cumprir missões que lhe caberiam. Vice é vice até nisso.
No RN, o vice de Fátima Bezerra (PT) no primeiro mandato na Governadoria foi Antenor Roberto (PCdoB). Mesmo reconhecido como leal, colaborador, competente e cônscio de suas funções, foi ejetado da chapa sucessória. Lula avisou: “O vice é Walter Alves (MDB),” deputado federal. Todos baixaram a cabeça e murcharam as orelhas, escutando a decisão ‘democrática’ de quem manda.
Retornemos a Mossoró. O vice do prefeito eleito em 2020 foi selecionado por exclusão. Ninguém queria ser, enxergando o lugar como uma ‘furada’ ou, se esquivando, por outras razões. Então, o PSD do vereador Raério Araújo sugeriu na 25ª hora o nome do empresário João Fernandes de Melo Neto, Fernandinho das Padarias. Era o que tinha. Mesmo sem conhecê-lo até então, Allyson Bezerra aceitou-o de braços abertos.
Foram eleitos e o arranjo não durou politicamente um semestre de mandato. Fernandinho não entendeu o presente que tinha recebido, de graça. E não seguiu a cartilha do bom vice. Caiu no ostracismo a ponto de passar meses sem sequer aparecer no prédio onde está seu gabinete.
Bem, 2024 se aproxima. O que vai valer para escolha do vice de Allyson Bezerra? A receita de bolo continua a mesma. Ponto de partida é quem não atrapalhe e, se possível, some.
Entende?
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Foto em redes sociais mostra Rogério com aliados locais
O senador Rogério Marinho (PL) visitou Mossoró nesta segunda-feira (21). Além de acompanhar obras de pavimentação ao lado do prefeito Allyson Bezerra (União), realizou reuniões internas sobre o futuro do partido em Mossoró.
À noite, foi recebido em jantar na casa da ex vice-prefeita Nayara Gadelha, com a presença de nomes como o empresário Tião Couto, presidente da CDL Stênio Max, ex-vereadores Genivan Vale e Vingt-Un Neto, e vereadora de Grossos Clorisa Linhares.
Alguns dos nomes vão compor a executiva municipal do PL mossoroense. Daí também sairá o nome do novo presidente da sigla.
As tratativas – que já duram meses – apontam para o ex- vereador e empresário, Genivan Vale ,ou o presidente da CDL Mossoró, Stênio Max.
O nome, a ser definido até o final desta semana, terá a missão de reerguer e fortalecer a sigla em Mossoró, através de formação de nominata.
À majoritária, o PL deverá ser mais um partido a compor a base do prefeito Allyson Bezerra.
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General Paulo Sérgio e a ex-vice-prefeita Nayara Gadelha (Foto: arquivo/2021)
O bolsonarismo mexe-se para ter participação ativa na campanha municipal de Mossoró em 2024, como postamos esta semana (veja AQUI). A hipótese de candidatura própria a prefeito é crescente.
Nessa discussão interna, a ex-prefeita Nayara Gadelha (PL) passou a ser lembrada como opção.
Ela foi vice da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no período de 2017 a 2020. Filiou-se dia 3 de julho ao PL, em solenidade de posse do senador Rogério Marinho como presidente da sigla no RN (veja AQUI).
Nayara é sobrinha do general de Exército Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, 64, cearense de Iguatu. Ele foi comandante do Exército e ministro da Defesa no Governo Jair Bolsonaro.
Números
Os números no pleito de 2020 em Mossoró foram sofríveis para essa corrente política, mesmo com o então presidente Jair Bolsonaro irradiando sua influência. Não elegeu ninguém sequer a vereador. Seus 24 candidatos somaram 1.503 votos, sendo que 186 terminaram anulados.
Apenas aboletou o psiquiatra Daniel Sampaio (no então PSL) como vice à prefeitura, na chapa da ex-prefeita Cláudia Regina (DEM, à época). Porém, a votação foi esquelética. Tiveram apenas 4.046 (2,94%) votos, ficando na quarta posição.
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General Paulo Sérgio e aex-vice-prefeita Nayara Gadelha (Foto: redes sociais)
Um dos novos comandantes das Forças Armadas que o Governo Jair Bolsonaro anunciou nessa quarta-feira (31) tem ligação muito próxima com Mossoró.
O comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, é irmão do odontólogo Francisco Adolfo e tio também da ex-vice-prefeita mossoroense Nayara Gadelha (PP).
Seu pai, José Adolfo, foi gerente do Banco do Brasil em Mossoró.
Perfil
O general de Exército Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira era o chefe do Departamento-Geral de Pessoal do Exército. Nascido em Iguatu (CE), tem 62 anos de idade. Ele concluiu a Academia Militar das Agulhas Negras na arma de artilharia em 1980.
O Departamento-Geral de Pessoal responde, entre outros serviços, pelo serviço de saúde do Exército, administração de dados, assistência religiosa, serviço militar, assistência social e movimentações e demissões.
Segundo o Exército, foi adido de Defesa na embaixada do Brasil no México e, como general, entre outros postos, foi chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Oeste; comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva (AM); chefe do Estado-Maior do Comando da Amazônia; comandante logístico do Hospital das Forças Armadas; e comandante Militar do Norte.
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Nomes vitoriosos, com história de empreendedorismo e de vida que daria um belo filme motivacional, Tião Couto (PL) e Jorge do Rosário (PL) parecem ter fechado no ano de 2020 um ciclo curto e, de insucessos, na atividade político-partidária. Pelo visto, não são do ramo.
A derrota de Rosário como candidato a vice-prefeito da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e a ausência quase absoluta de Tião, dessa campanha, dizem muito da complexidade da política.
Os dois ascenderam em pouco mais de 35 anos ao topo empresarial em Mossoró e RN, atuando em múltiplos negócios, mas em especial nos ramos do petróleo (Tião) e construção civil (Jorge). Em 2015, ao lado dos empresários Michelson Frota e Marcelo Rosado (nome sempre descartado pela elite de poder rosadista), decidiram que era hora de entrar na política diretamente.
Construíram um projeto para mudança de paradigmas na gestão pública e nos costumes políticos em Mossoró, tendo como base a experiência vitoriosa na atividade produtiva e suas vidas em si. Nasceu o movimento “Mossoró Melhor” e a chapa Tião-Jorge (veja AQUI), a prefeito e vice em 2016.
Tião e Jorge, biografias vencedoras, que não se adaptaram ao ambiente movediço da política partidária (Foto: arquivo)
Desacreditados até no meio empresarial, de onde emergiam, chegaram à campanha municipal de 2016 como azarões. Entretanto, assustaram na reta final a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que conseguiu vencê-los apesar de certa apreensão (veja AQUI). Mas, ficou plantada a semente. Ficou o gostinho de quero mais. Sim, era possível avançar e vencer adiante.
Porém, a partir daí, uma sucessão de erros estratégicos, péssimas escolhas e más companhias políticas levaram eles para uma descapitalização continuada dos ativos conquistados em 2016.
O ano de 2020 pode ser mesmo o fim, sobretudo pelo desestímulo que parece ter desabado sobre ambos. Tião, antes de deflagrado o processo eleitoral, avisou que não seria candidato a nada (veja AQUI). Jorge, depois do resultado das urnas, onde sua presença numa chapa favorita e dada como “imbatível”, não se confirmou, já pode pedir música no ‘Fantástico’ (quadro de programa de TV, em que jogador de futebol pede música após marcar três gols numa única partida): são três derrotas em três eleições consecutivas, no espaço de quatro anos.
Campanha de 2018 desenhou 2020
Tião (na ocasião no PSDB) e Jorge saíram das eleições de 2016 com um altíssimo capital eleitoral: 51.990 (39,39%) votos, perdendo apenas para a chapa vitoriosa de Rosalba-Nayara Gadelha (PP). Àquele tempo já se falava que com certeza chegariam às eleições estaduais de 2018 e em seguida, 2020, com fôlego e maior bagagem a vitórias.
Porém, muito do que se contabiliza nesse ano de 2020 em relação a ambos, pode ser entendido pelo o que fizeram num passado recente: em 2018.
Jorge tinha uma candidatura a deputado estadual encaminhada ao êxito. Pesquisas apontavam que seu desempenho em Mossoró acabaria por alavancá-lo à Assembleia Legislativa. Todavia, a partir do momento em que Tião inesperada e isoladamente decidiu ser candidato a vice na chapa do governador Robinson Faria (PSD), decretou a derrota do amigo. E ele próprio, passou vexame ao ser apenas o quarto colocado em votos em Mossoró, na garupa do governador.
O segundo turno acabou tendo Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB) x Carlos Eduardo Alves-Kadu Ciarlini (PP), com a eleição da petista e seu companheiro de chapa (veja AQUI).
Tião recolheu-se e ficou equidistante da contenda municipal desse ano, enquanto Jorge acreditou que saindo do campo da oposição, onde era um nome valorizado na na soma de qualquer chapa, poderia ser vice-prefeito governista sem dificuldades. Outra vez a dupla errou nas avaliações e posições.
Mudança de opinião, piruetas com as palavras
Em 2018, Tião foi vice de Robinson após descartar sua própria candidatura à Câmara Federal veja AQUI, antecipando que não via nenhum dos candidatos a governador em condições de ter seu apoio. “São os mesmos grupos, as mesmas famílias e pessoas que há muitos anos são os grandes responsáveis pela calamidade que o Rio Grande do Norte vive hoje e agora querem se apresentar como solução para os problemas que eles criaram”, disse Tião Couto, em encontro do PR (Hoje PL), em Natal, dia 7 de julho daquele ano.
No dia 5 de agosto, menos de um mês depois, Tião era anunciado vice de Robinson, candidato à reeleição (veja AQUI).
Esse ano, Jorge é quem fez pirueta com o que tinha dito. Depois de criticar Rosalba num passado recente, topou ser vice dela, numa cooptação que tentou desmentir inicialmente (veja AQUI) e não convenceu ninguém, até se consumar o ato (veja AQUI e AQUI). Outra vez foi vice, posto que não aceitava na oposição, onde de verdade estavam seus votos. Mudou de lado e chegou ao palanque da “Rosa” sem acrescentar nada. Foi punido pelo eleitor.
Jorge e Rosalba: o certo que deu errado (Reprodução BCS)
A vitória do deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) a prefeito, derrotando o ‘mito’ Rosalba Ciarlini, consagra uma tendência do eleitor que as pesquisas quantitativas e qualitativas mostravam há muitos e muitos meses. A maioria não queria mais Rosalba e os Rosados. Estavam à espera de quem pudesse galvanizar essa expectativa.
Tião e Jorge poderiam ter sido esses nomes em 2020, prefeito e vice “em férias”, mas implodiram bem antes. Allyson soube compreender e trabalhar essa aspiração, com senso de oportunidade e talento à política.
Ativo frágil
Tratássemos do “voto” pela ótica das Ciências Econômicas, poderíamos afirmar com segurança que é o caso típico de um “ativo” frágil. Seria uma “moeda” flutuante, sujeita às volatilidades de riscos, conforme o momento ou externalidades referentes às eleições e à dinâmica da própria política.
O capital-voto dos dois empresários desmanchou-se em pouquíssimo tempo. Em 2018, já tinha encolhido drasticamente. Agora, já são devedores.
O que o futuro reserva para Tião e Jorge em termos políticos? Mais do que pretensões pessoais e reordenamento de um grupo que nunca passou deles dois, é preciso se aquilatar a importância de ambos e da iniciativa do Mossoró Melhor para a própria política local.
Dois vencedores saíram do quadrado, da zona de conforto, deram a cara a tapas e colocaram em risco biografias vitoriosas atuando numa arena que só conheciam como satélites, de fora ou como colaboradores.
Abriram caminho para que se redesenhasse e se constituísse uma nova configuração de forças na política mossoroense, com reflexos no jogo de poder estadual.
Mas, isso é tema para outras e outras postagens adiante. É material primário para os estudiosos da ciência política, da sociologia, da história de Mossoró, lá na frente. Essa é uma contribuição residual que ofertamos à academia e ao futuro.
Análise das eleições 2020
* Essa postagem é a terceira de uma série que estamos produzindo sobre as eleições 2020. Veja as anteriores:
Numa decisão inédita na história político-administrativa de Mossoró, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) estava na iminência de se licenciar do cargo em plena campanha municipal. Porém, notícia sobre o assunto no Blog Heitor Gregório do Tribuna do Norte (veja AQUI) criou avaliação bastante negativa. Associou-se de imediato no imaginário popular, que a mudança seria por temor de derrota, exigindo dela essa postura.
O afastamento aconteceria hoje (terça-feira, 20).
Após algumas horas da publicação, a municipalidade emitiu desmentido, agora à tarde. Disse que tinha acontecido um mal-entendido. A vice-prefeita Nayara Gadelha (PP), eleita com ela em 2016, estava assumindo normalmente agendas administrativas.
Coluna de Heitor Gregório do Tribuna do Norte noticiou decisão; horas depois teve que retificar (Reprodução BCS)
Registre-se, que o licenciamento não nasceu de supetão ou após a Pesquisa TCM-Telecom/TS2, divulgada à noite passada (veja AQUI). Já tinha sido definido pela cúpula do rosalbismo há pelo menos 12 dias, com base em pesquisas de monitoramento interno.
Identificou-se que o crescimento em poucas semanas do deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade), sem que houvesse uma reação à altura de Rosalba. A prefeita teria que ter mais tempo para a campanha. A ordem seria utilizar todos os meios possíveis, imagináveis e inimagináveis à vitória.
Rejeição enorme
O agravante, é que Rosalba detém o maior índice de rejeição entre os seis candidatos e Allyson apresenta-se como um dos menores. Ela ostenta 25,35%, enquanto ele apenas 7,81%. Ou seja, a prefeita tem mais do que o triplo de repulsa popular à sua candidatura, em se comparando com o contendor.
Nas ruas, fazendo o corpo a corpo, Rosalba espera subir e frear a ascensão meteórica do contendor. Os demais adversários não preocupam. Até ajudam.
Fracionando a oposição com Cláudia Regina (DEM) e Isolda Dantas (PT), por exemplo, Rosalba diminui a tensão com a proximidade de Alysson Bezerra. Inclusive, a orientação para sua mídia colaboradora e redes sociais, é estimular hostilidades de adversários da oposição a Allyson.
Com a candidata petista e deputada estadual Isolda Dantas nem precisou esse estímulo. Sua campanha há vários dias esqueceu Rosalba para fustigar Allyson. A prefeita não tem do que reclamar.
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O grupo político liderado pela vereadora Sandra Rosado (PSDB) andou discutindo internamente nessa última semana, o cenário político de Mossoró.
De certo, certo mesmo, hoje, seu projeto de se reeleger à Câmara Municipal.
Nutre sonho – não correspondido – de que sua filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) possa ser vice da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), em substituição à odontóloga Nayara Gadelha (PP).
Em 2016, já existia essa esperança, que foi descartada e compensada de outra forma. Foi viabilizada a volta de Larissa à Assembleia Legislativa, com a costura da chapa em Natal que teve o então deputado estadual Álvaro Dias (MDB, hoje no PSDB) como vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) – veja AQUI.
Larissa era suplente imediata dele.
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Uma pausa para o Coronavirus em Mossoró dá espaço para uma pesquisa de opinião na cidade.
Entre as principais perguntas; o candidato ideal para compor chapa com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP). A ex-deputada Larissa Rosado (PSDB) e o empresário Jorge do Rosário (PL) são opções do rol.
Também sondagem sobre a receptividade aos nomes dos pré-candidatos Isolda Dantas (PT) e Allyson Bezerra (Solidariedade), ambos deputados estaduais e pretensos candidatos à Prefeitura de Mossoró.
Em 2016, a jovem dentista Nayara Gadelha (PP) só teve seu nome conhecido na vice nos 45 minutos do segundo tempo e mesmo assim foi uma declaração pra lá de surpreendente.
Nota do Blog – Para quem conhece bem o modo de trabalhar e o pensamento político do núcleo de comando do rosalbismo, sabe que a pesquisa é um elemento norteador, mas não necessariamente quem decide escolha. Em outras ocasiões foi assim e assim o será de novo.
Em 2004, por exemplo, o grupo fez pesquisas para escolha do seu candidato a prefeito, mas paralelamente trabalhava a escolha da ex-adversária cooptada Fafá Rosado à sucessão de Rosalba Ciarlini. E assim ocorreu, não por força de pesquisa, mas por opção mesmo. Fafá sempre foi a ungida. O outro nome em questão, na ‘disputa’ interna, Cláudia Regina, nunca foi de verdade uma aspiração do casal Carlos Augusto-Rosalba. Acabou sendo a vice por outros fatores e não por pesquisa.
Em 1992, o nome ‘certo’ a prefeito ou vice seria o empresário Manoel Barreto. Mas injetaram o professor do PCB João Batista Xavier como vice e o então vice-prefeito Luiz Pinto (PFL), a prefeito. Xavier tinha sido candidato a prefeito em 1982 pelo MDB. O candidato à prefeitura também nasceu de escolha da cúpula e não de pesquisa. Luiz Pinto teve o nome inflado através de pesada campanha subliminar de divulgação e pareceu algo “natural” ser o candidato à sucessão de Rosalba.
Em 2016, Nayara surgiu sem uma única pesquisa mencionando seu nome. Em cima da hora, acabou imposta por Betinho Rosado (ex-deputado federal). O sonho de consumo do rosalbismo era o empresário Jorge do Rosário, esperado até à 25ª hora para o lugar. Rosário acabou sendo vice de Tião Couto (PSDB, hoje no PL) àquela eleição.
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