Arquivo da tag: Plano Mansueto

Estado pode receber prêmio por manter salário em dia

Deputado Pedro Paulo (DEM-RJ) destaca a necessidade de contrapartida dos estados (Agência Câmara)

Do Congresso em Foco

O futuro relator do projeto de lei do Plano Mansueto , deputado federal Pedro Paulo (DEM-RJ), estuda incluir um trecho em seu parecer que premia estados em dia com o pagamento da folha do serviço público.

O Plano Mansueto tem o nome do secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, e é voltado para atender fiscalmente os 13 estados nota C em uma escala do Tesouro Nacional que vai de A a D no cumprimento de despesas.

Em troca os estados se comprometem a implementar medidas de ajuste fiscal como privatizações, reforma da Previdência e comprometimento de contenção de despesas obrigatórias.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Crescimento vegetativo de folha de pessoal gera preocupação

O crescimento vegetativo da folha de pessoal do estado é uma preocupação basilar do Governo Fátima Bezerra (PT) desde o começo da gestão em janeiro de 2019.

Sua redução também é ponto prioritário no Plano Mansueto – Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) do Governo  Jair Bolsonaro para alcance dos entes federados.

Ele decorre das incorporações de ganhos temporários aos salários, aumentos de pessoal e vários ganhos que vão sendo previstos na própria legislação de cada ente.

O deputado federal Pedro Paulo (DEM-RJ) é o relator do projeto de lei (íntegra) do Plano Mansueto na comissão especial da Câmara dos Deputados. Amputar alguns direitos faz parte dos estudos para aperfeiçoamento da matéria.

Nota do Blog – Segundo dados do próprio governo potiguar, divulgados ano passado, entre 2014 e 2019 houve crescimento nominal de 50,93% com folha de servidores, que mensalmente consome quase R$ 500 milhões. O RN tem mais de 106 mil servidores. Os ativos chegam a 48,9% e os inativos (aposentados e pensionistas) em 51,1%.

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Cessão onerosa vai entrar em pauta e interessa ao RN

Do Congresso em Foco e Blog Carlos Santos

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal vai retomar as discussões sobre a cessão onerosa, para garantir que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que assegura a divisão dos recursos do pré-sal com estados e municípios seja aprovada antes do próximo leilão do pré-sal, marcado para novembro.

Cessão onerosa determina que recursos do pré-sal sejam distribuídos entre União, estados e municípios (Foto: Agência Brasil)

A pauta terá prioridade no colegiado já a partir de terça (24) ou quarta-feira (25). Afinal, mesmo depois de o Senado ter ajustado o texto para garantir uma divisão mais equilibrada desses recursos, os estados do Sul e Sudeste seguem pedindo uma fatia maior da verba que será arrecada com a exploração do petróleo.

O presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), explicou que depois de a Câmara aprovar esta PEC, o governo ainda precisa enviar um projeto de lei regulamentando a divisão dos recursos do pré-sal. Por isso, para ter validade no leilão de 6 de novembro, o ideal era que a PEC precisa fosse promulgada até o próximo dia 15.

No RN

O Governo Fátima Bezerra tem interesse direto no assunto. A cessão onerosa faz parte daquele leque de “recursos extraordinários” pretendidos pelo estado para cobrir débitos com fornecedores/prestadores de serviço e aliviar (ou zerar) débitos salariais.

A  tentativa de antecipação dos royalties do petróleo não vingou. A venda da folha de servidores finalmente emplacou, mas com valores finais aquém do esperado (veja AQUI), em face de dívida já existente com o Banco do Brasil.

O Plano de Estabilidade Fiscal (PEF), conhecido como Plano Mansueto, não ganhou celeridade. Em sua natureza, os estados que aderirem poderão contrair novos empréstimos em instituições nacionais e internacionais, com  aval do Governo Federal. Porém atendendo algumas exigências quanto ao ajuste fiscal.

No Congresso Nacional e em reuniões de governadores, a proposta de securitização da dívida ativa dos estados (veja AQUI) entrou na pauta logo que os novos governadores assumiram. Fundos financeiros teriam endosso à aquisição desses débitos, que no caso do RN passariam de R$ 7,5 bilhões.

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RN quer cessão onerosa e Plano Mansueto para aliviar sufoco

Antenor: aval com retorno e garantias (Foto: reprodução BCS)

Agilidade na pactuação e liberação de recursos da cessão onerosa do pré-sal e do chamado Plano de Equilíbrio Fiscal (Plano Mansueto) foram pontos cruciais apresentados ao colegiado de governadores do país, para fechamento de apoio à Reforma da Previdência.

Participando de reunião ao lado dos governadores, em Brasília, na segunda-feira (6), o vice-governador Antenor Roberto levou aval do governo do RN à matéria, vendo expectativa de aliviar o peso financeiro/fiscal do Estado potiguar.

Outra garantia importante dada aos governadores, é de que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) apresentará em sua relatoria do projeto no Senado, destaque incluindo estados e municípios na reforma. O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) deu essa certeza.

Não existe almoço grátis – também em Brasília.

Leia também: Governadora aquieta facho ideológico para não desabar de vez.

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Governadores do NE fecham união com Consórcio Nordeste

Os governadores dos estados nordestinos têm mais uma reunião. Ocorre nesta segunda-feira (29) em Salvador-BA.

A definição do 1º Plano de Trabalho Conjunto do Consórcio Nordeste é a prioridade desse encontro. O Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Nordeste é iniciativa regional pioneira em sua dimensão, no país, entre entre estados federados.

Carta dos Governadores aponta caminho a ser seguido e propósitos conjuntos (Reprodução BCS)

“Estamos definindo o nosso plano de trabalho no tocante ao Consórcio Nordeste, e devemos tratar ainda do Fundeb, Plano Mansueto e outros assuntos comuns aos estados nordestinos”, disse a governadora Fátima Bezerra (PT).

O protocolo de intenções para formatação dessa figura jurídica que reúne os nove estados nordestinos, em torno de interesses comuns, aconteceu dia 14 de março último (veja AQUI).

Governos nordestinos pretendem realizar projetos conjuntos, atrair mais investimentos e criar fundos de financiamento e captação de recursos.

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Governadores fecham acordo para socorro aos estados

Por Josivan Barbosa

Os 27 governadores fecharam um acordo com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para que até o fim de setembro seja concluída a votação de pelo menos quatro propostas da “pauta federativa”. A sintonia que os governadores buscam com o Congresso é reflexo do atual momento político.

Tanto Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre já deixaram claro que o Legislativo vai assumir o protagonismo do debate na agenda econômica.

Em relação ao Plano Mansueto, os governadores esperam que possa permitir a liberação de R$ 10 bilhões aos Estados com déficit fiscal mais grave e outros R$ 5 bilhões aos com dificuldades moderadas.

Estão, também no pacote, o acordo que permite o bônus de assinatura dos contratos da cessão onerosa de gás e petróleo e a construção de consensos para a reforma tributária. Outra proposta negociada é a criação de um imposto sobre jogos eletrônicos que poderia financiar o Fundo Nacional de Segurança Pública, com capacidade de geração de receita de aproximadamente R$ 16 bilhões/ano.

RN tem jeito

Mais uma gigante asiática pode ser contactada para estudar a possibilidade de se instalar na terra potiguar. A japonesa Shizen Energy escolheu o Brasil como primeiro país fora da Ásia para investir em geração de energia, com foco em projetos da fonte solar fotovoltaica.

Por enquanto, a companhia está em fase de testes no mercado local por meio de dois projetos de geração distribuída de 1 megawatt (MW) cada em Brasília, mas a meta é atingir cerca de 60 MW em operação até o fim do ano que vem. Por enquanto, o foco é apenas nesta fonte, já que parques eólicos, por exemplo, levam mais tempo para serem executados. Além disso, no Brasil, a companhia não atuará na construção dos empreendimentos, e pretende fechar parcerias com terceiros para as obras e, também, operação e manutenção, mantendo a gestão e o uso da tecnologia desenvolvida pela companhia.

CEF

Os produtores do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE interessados em crédito bancário para a perfuração de poços profundos ou outras obras de infraestrutura para facilitar a implementação de programas de certificação inicial ou a própria manutenção da certificação para os mercados interno/externo podem contar com aporte de recursos da Caixa Econômica Federal.  A estratégia da Caixa ocorre em um momento no qual produtores se queixam da falta de recursos disponíveis para financiar infraestrutura em propriedades rurais e a indústria de máquinas reclama da oferta insuficiente de recursos do Moderfrota, linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com recursos subsidiados.

Nesse sentido, a Caixa admite que sua estratégia para o crédito rural se complementa à atuação do BNDES no meio rural, calcada em financiamento com prazo maiores – para pagamento em 10 a 15 anos.

Future-se

O Ministério da Educação lançou o Future-se, programa que chega repleto de dúvidas e incertezas quanto a sua aplicabilidade na atual conjuntura do Sistema Federal de Ensino Superior do país.

Em resumo, o plano do ministro da educação prevê um fundo de mais de R$ 100 bilhões, administrado por uma instituição financeira a ser definida. Os recursos serão distribuídos como uma espécie de recompensa para as universidades públicas que melhor avançarem em temas como empreendedorismo, gestão, pesquisa e internacionalização. O MEC não detalhou as leis que seriam alteradas para aprovar o projeto, mas afirmou que não vai mexer em regras constitucionais para facilitar a tramitação.

Future-se II

A operacionalização do Future-se ocorrerá por meio de contratos de gestão firmados pela instituição de ensino com organizações sociais, entidades de caráter privado ligadas a atividades de ensino, pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico. A adesão das universidades será voluntária, mas as instituições que decidirem não fazê-lo ficarão sujeitas a contigenciamentos e às limitações do teto de gastos. Vamos esperar como a nossa UFERSA e a nossa co-irmã UFRN irão encaminhar o projeto nos seus intramuros.

Queijo de coalho

Uma boa oportunidade de mercado pode ser aberta para os produtores de queijo de coalho da nossa região. Batizada informalmente de “Lei Áurea dos Artesanais”, a nova legislação permite que os produtos sejam vendidos em todo o território nacional após passarem por inspeção dos serviços sanitários estaduais, que ficarão encarregados de conceder o selo aos produtos. Até então, esses produtos precisavam passar pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) para serem vendidos fora dos Estados ou municípios de origem.

Queijo de manteiga

A nova legislação também se aplica ao nosso queijo de manteiga e a nossa manteiga da terra. A lei prevê que cada Estado tenha uma legislação específica para a produção dos alimentos que receberão o selo. Caberá ao Ministério da Agricultura criar um cadastro nacional de produtores artesanais. A lei não estabelece multas. Os produtores que não respeitarem a legislação perderão o selo. A lei considera como artesanal o produto que utiliza técnicas predominantemente manuais na fabricação, que tem a origem das matérias-primas conhecida e que utiliza produtos de origem animal.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido

Fátima promete pagar folhas em atraso até dezembro

Do Blog Saulo Vale

Durante agenda em Mossoró nesta sexta-feira (28), ao inaugurar as novas instalações do Escritório do Empreendedor, a governadora Fátima Bezerra (PT) prometeu pagar os salários atrasados do Estado até dezembro deste ano.

“Estamos em buscar de receitas extras para quitar o passivo até dezembro. A venda da folha está em processo avançado, mas não é só isso. As receitas extras de maior volume deverão vir da cessão onerosa do Pré-Sal, bônus de assinatura e da inclusão do RN no programa de ajuda fiscal aos estados”, explicou.

O Governo do RN pretende arrecadar cerca de R$ 250 milhões com a venda do gerenciamento da folha de pagamento ao Banco do Brasil. Já o chamado Plano Mansueto (socorro federal aos estados) pode possibilitar o RN a obter cerca de R$ 1,3 bilhão em até quatro parcelas.

No total, o governo deve quase R$ 900 milhões em salários atrasados, quando somadas as folhas de novembro, dezembro e 13º salário de 2018.

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Plano Mansueto pode aliviar estados, mas exige ajustes

Do BR18

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) encaminhou ao Congresso o “Plano Mansueto”, projeto de lei complementar que trata de Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) dos Estados. A formalização do envio está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 4.

A mensagem presidencial publicada no DOU não traz o teor do projeto.

O PEF vinha sendo estruturado nos últimos meses pela equipe econômica e, como antecipamos em maio, poderá dar um alívio aos governadores de até R$ 40 bilhões em quatro anos.

O programa permitirá aos Estados ter mais crédito para pagar funcionários e fornecedores, entre outras despesas, desde que se comprometam a adotar medidas de ajuste.

Nota do Blog – A governadora Fátima Bezerra (PT) que fique muito atenta. Imprimir gestão com medidas cosméticas e camaradagens, sem atacar a raiz do problema, não vai ensejar socorro do Governo Federal nem tirar o Estado dessa insolvência .

Em Brasília não existe almoço grátis.

Leia também: Governo formaliza secretarias e cargos de reforma.

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