Mont Som inspirou gerações com seu talento (Foto: cedida)
Mossoró perdeu nesta quarta-feira (15), José Montgomery Ferreira Soares, “Mont Som”.
Enfrentava problemas cardíacos e estava internado no Hospital Wilson Rosado. Acabou falecendo.
Seu velório ocorre no Centro de Velório Geraldo Xavier de Medeiros, Rua José Negreiros, 340, Centro, por trás do Museu Municipal Lauro da Escóssia.
Sepultamento ocorrerá nessa quinta-feira (16), às 10h, no Cemitério São Sebastião, Centro.
Durante algumas décadas, Mont Som reinou em Mossoró e região como um mestre da sonorização. Sua paixão, habilidade e dedicação elevaram a outro patamar a arte da produção sonora em shows, trios-elétricos e diversos eventos.
Sua perícia técnica e criatividade inspiraram gerações.
Nota do Blog – Conheci-o dos primórdios ao auge. Descanse em paz.
Aquela gargalhada que fica, na sensibilidade de Ricardo Lopes, no lançamento de meu segundo livro em 21 de junho de 2011
Nesta terça-feira (28), a gente se despede do padre Sátiro Cavalcanti Dantas, falecido dia passado.
Meu adeus é à amizade polida por mais de 34 anos, entre gargalhadas, conversas sérias, muita camaradagem e lições. Não entra na conta temporal, o período em que dona Maura me levava às bancadas da Igreja de São Vicente, em missas dominicais.
Eu, o menino mirrado, disperso, achava mais interessante a batina do que a homilia do padre.
Só muitos anos depois conheci outro Sátiro nos escaninhos do Gazeta do Oeste. Veio daí um carinho mútuo e a liberdade de tratá-lo, na intimidade, por “Padreco.”
É dessa pessoa que estou me despedindo: única. E sem aquela conversa a mais que nos faltou, mesmo que programada. Vamos nos falando assim mesmo.
*Nas fotos de Ricardo Lopes, lançamento do meu segundo livro em junho de 2011 (há mais de 12 anos), com dedicatória a ele; nosso último encontro em maio deste ano, em lançamento de livro com sua biografia e, por último, em festa realizada por Caby da Costa Lima (in memoriam), em 2016.
Outro registro de Ricardo Lopes no dia 21 de junho de 2011
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Sepultamento do ex-deputado estadual Raimundo Fernandes (PSDB) em Emaús, Parnamirim, no cemitério Morada da Paz, não repercutiu bem em sua terra natal: São Miguel.
Raimundo faleceu na última quinta-feira em Natal (Foto: arquivo)
Maciçamente, o coro de amigos e correligionários de décadas revela decepção com escolha familiar desse jazigo, quando é sabido que sempre Fernandes manifestava desejo de ter seu lugar final em São Miguel.
Lamentável.
Raimundo Fernandes faleceu na quinta-feira (30) na Casa de Saúde São Lucas, em Natal. Sofrera uma queda em sua residência no dia 27, sofrendo forte traumatismo na caixa craniana. Seu sepultamento ocorreu na sexta-feira (31).
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O Morada da Paz informa que o velório do ex-deputado Raimundo Fernandes (PSDB), 80 anos, nesta quinta-feira (30) – veja AQUI, acontece durante todo o dia desta sexta-feira (31) no cemitério e crematório Morada da Paz Emaús (Parnamirim).
Raimundo faleceu dia passado; político teve oito mandatos na AL (Foto: arquivo)
A missa será realizada às 15h30 e o sepultamento está marcado para às 18h, no mesmo local.
Para homenagear o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte e proporcionar um espaço de envio de mensagens e orações, o Morada da Paz disponibilizou uma página exclusiva na plataforma Morada da Memória, que pode ser acessada no endereço: //www.moradadamemoria.com.br/memorial/27866/raimundo-fernandes.
O ex-deputado teve oito mandatos na Assembleia Legislativa e morreu em consequência de uma queda que sofreu em sua residência, segunda-feira (27), em Natal, provocando graves traumatismos.
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O músico, compositor, jornalista e servidor público federal, Manassés Campos, 61, faleceu à madrugada desta segunda-feira (27), em Natal. Servidor de carreira do Tribunal Regional do Trabalho do RN (TRT 21), ele terá velório a partir das 20 horas de hoje no Vila Memorial São José, em Natal.
Manassés tinha 61 anos de idade e tinha passado por cirurgia cardíaca (Foto: cedida)
O TRT 21 emitiu nota sobre essa perda. Leia abaixo:
O Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte (TRT-21) informa que o velório do servidor, jornalista e músico Manassés da Silva Campos foi confirmado para esta segunda-feira (27), às 20h, no Vila Memorial São José. O cortejo está previsto para às 10h de terça-feira (28) e, às 11h, será o sepultamento no Morada da Paz, em Emaús.
Manassés Campos tinha 61 anos e faleceu na madrugada desta segunda-feira (27). Ele se recuperava, em casa, de uma cirurgia cardíaca. Atualmente era lotado na Coordenadoria de Comunicação Social.
Formado em jornalismo pela UFRN e Servidor público do TRT-21 há mais de 30 anos, atuou em diversos setores e foi responsável por implementar a TV-21, da qual foi apresentador e editor.
Também foi fundador e vice-presidente do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça, entidade que reúne assessores de comunicação de todo Poder Judiciário brasileiro e participou do Comitê Editorial da TV Justiça, emissora do Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Nos últimos anos, atuou na Ouvidoria do Tribunal Regional do Trabalho e em 2023 retornou à Ascom.
Manassés também era compositor e músico, com participação em diversos festivais de música do Estado. Lançou discos, com destaque para os álbuns “Nós” e “Varal do Tempo”, reunindo a diversidade de sua poesia e melodias sofisticadas. Ele se preparava para lançar um novo trabalho em 2023. Também um apaixonado torcedor do ABC Futebol Clube.
Em nome de seus colegas servidores e magistrados, o TRT-RN presta solidariedade aos familiares.
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Acontece nesta quarta-feira (24), entre 12 e 15 horas, no Teatro Lauro Monte Filho, Centro de Mossoró, o velório do cabeleireiro, maquiador, designer e influencer Edy Kellyson (Edenilson Kellyson da Silva), 36, falecido dia passado.
Para o velório, amigos e familiares pedem que em vez de flores sejam entregues cestas básicas, para posterior distribuição a famílias carentes, atitude comum na vida de Edy.
Seu sepultamento ocorrerá em seguida, com cortejo fúnebre a partir das 16 horas, até o Cemitério Novo Tempo, BR-304, saída para Tibau.
Edy estava internado na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte desde o sábado (20), quando chegou com dores e houve constatação de infecção. Ele morreu após várias paradas cardiorrespiratórias.
O Serviço de Verificação de Óbito (SVO) identificou que a causa da morte adveio de rompimento de uma artéria. Segundo a família, apesar dos esforços humanos e técnicos, o caso era irreversível, em qualquer outro ambiente hospitalar.
Para o velório, amigos e familiares pedem que em vez de flores sejam doadas cestas básicas, para posterior distribuição a famílias carentes, atitude comum de Edy Kallinson, sem autopromoção.
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Quarta-feira, 29 de setembro de 2021; dez horas e vinte minutos desta manhã de céu azul. Enquanto escrevo esta página de adeus, que há de ser mais de uma, o meu velho e bom amigo Francisco Rodrigues da Costa (o Chico de Neco Carteiro) é sepultado no mesmo túmulo em que há vários anos jaz a sua amada esposa Zezinha. Esta era a vontade do insigne areia-branquense, ele que adotou Mossoró como o seu segundo berço desde a juventude, isto há quase sete décadas.
À noite, coração apertado, eu fui ao velório. Lá permaneci por cerca de hora e meia. Ofereci meus pêsames aos familiares, sobretudo aos netos e bisnetos, visto que as duas únicas filhas do escritor são falecidas. No velório, entre muitos rostos desconhecidos, encontrei apenas dois representantes do universo literário mossoroense: os escritores Raimundo Antônio e Marcelo Almeida.
Charge de autoria do chargista, caricaturista e cartunista Túlio Ratto
Creio que os literatos ausentes no velório foram ao enterro. Coisa que não fiz. Não reúno condições emocionais para encarar um momento como esse. Despedi-me de Chico Rodrigues, portanto, à noite. Foi o nosso último encontro; ao menos neste plano. Espero reencontrá-lo qualquer dia, quando deste mundo eu também me despedir. Aí retomaremos as nossas longas, quase infindáveis conversas, especialmente sobre literatura, música e inúmeros fatos de Areia Branca.
Ali no caixão, sob o transparente véu que lhe cobria o rosto, Chico Rodrigues estava lívido, com o ar sereno de quem cumpriu a sua jornada com leveza e bonomia, além de muita coragem e resiliência para enfrentar os duros golpes que sofreu ao longo da vida. Agora, após oitenta e oito anos de pé, firme e forte, o apaixonante cronista de Saudades e outros livros do gênero enfim descansa.
Não mais lhe ouviremos os maravilhosos chistes; não mais usufruiremos do seu bom humor por vezes ácido e zombeteiro. Não mais, ao menos por enquanto, testemunharei as suas tiradas, a sua verve espirituosa, estremecendo a barriga protuberante com uma gargalhada muda.
Chico não teve vida fácil, todavia, como poucos, ele sempre soube sorrir com uma facilidade que nos contagiava. Possuía o dom da boa prosa; e não só na oralidade, mas também na sua escrita saborosa.
Além de seu leitor cativo, daí a pouco me tornei seu revisor. Muita coisa que produziu, antes de enviar para publicação, ele confiava ao meu crivo. Daí por diante nossa amizade se tornou mais estreita. Frequentava a minha casa amiúde, bebíamos um cafezinho, ele aboletado em uma rede que eu lhe armava aqui na área da frente. Falávamos de tudo e de todos, no bom sentido, claro.
QUANDO MUITOS ESTAVAM ENTREGANDO OS PONTOS, baixando as cortinas no show da vida, eis que Chico Rodrigues resolveu iniciar a sua admirável carreira de escritor com mais de setenta anos de idade. Eu o conheci por volta do ano de 2004. À época ele escrevia crônicas para o jornal Gazeta do Oeste. Publicou quatro livros de crônicas e dois romances, já viúvo e após ter perdido duas filhas. Tais dissabores nunca foram capazes de contaminá-lo com amargura nem pessimismo.
Chico Rodrigues era (difícil usar o verbo nesse tempo!) um dos melhores escritores memorialistas do Rio Grande do Norte, opinião esta que compartilho com o escritor e crítico literário Manoel Onofre Júnior. Conquistou leitores de diversas partes do estado com suas crônicas eivadas de saudosismo e precisão histórica, sobretudo ao discorrer sobre as memórias de sua poética Salinésia.
Embora fosse um mau leitor declarado, “sem qualquer influência dos clássicos”, como ele próprio costumava dizer, escreveu uma das mais belas obras autobiográficas da literatura norte-rio-grandense, o romance Perdão (o primeiro), lançado em 2014 pela editora Sarau das Letras com prefácio do professor e escritor Aécio Cândido. Julgo importante ressaltar que nesse momento Chico Rodrigues já contava oitenta e um anos de idade, mas demonstrando fôlego de jovem literato.
Ultimamente, entretanto, o mossoroense de Areia Branca vinha acusando o peso da sua longeva existência. A voz suave estava quase sumida, cortada pela asma e pelo cansaço. Emagrecera sobremodo e perdera muito da sua habitual alegria e bom humor. Os olhos globulosos pareciam cada vez mais distantes. Há poucos dias recebi uma ligação dele às três da madrugada. Tomei um susto.
— O que foi, amigo? — indaguei por telefone.
— Nada, poeta. Só achei que estava acordado.
— Não com os remédios que tomo toda noite.
— Escritor de verdade escreve até altas horas.
Não era apenas isso. Insone, acometido por ansiedade, tomando medicação para esse transtorno, Chico carecia apenas conversar com alguém. Não fui o único a quem ele telefonou a horas mortas. A doutora Luzia Praxedes, por exemplo, sua amiga e esposa do escritor Clauder Arcanjo, recebeu algumas dessas ligações.
Sim, o cronista precisava tão somente trocar umas palavras com os amigos. Pareceu-me até que estivesse se despedindo de alguns de nós, inconscientemente.
Assim como o meu pai, muito da cultura de Chico Rodrigues advinha da música, que ele recitava com precisão devido à sua poderosa memória. Ao contrário do meu pai, não era bom cantor. Nem foi de modo algum um literato que viveu debruçado sobre leituras. Escrevia bem e bonito graças ao seu talento inato para contar histórias, especialmente aquelas já bastante recuadas no tempo.
Tinha o hábito de vincular os assuntos que debatíamos a uma determinada música. No meio de uma conversa, de repente, evocava uma letra e compositor para ilustrar seu raciocínio e comentários. Sabia de cor Vicente Celestino, Nelson Gonçalves, Ataulfo Alves, Sílvio Caldas, Noel Rosa, Cartola, Lupicínio Rodrigues, Orestes Barbosa.
Bem-humorado, costumava cantarolar para mim a canção “Quando eu me chamar saudade”, grande sucesso do Nelson Cavaquinho:
“Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora
Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga
Para aliviar meus ais
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais”.
Peço desculpas, caro amigo Chico, por não lhe ter oferecido tais flores em vida. Não ao menos assim, publicamente. Os dias e anos vão passando e a gente imagina ter mais tempo. Agora aguardemos o nosso reencontro.
Chico: velório e sepultamento em Mossoró (Foto: Web)
O corpo do escritor Francisco Rodrigues da Costa, 88, nosso “Chico de Neco Carteiro”, está sendo velado no Centro de Velório Geraldo Xavier de Medeiros, desde o princípio da noite.
Fica na Rua José Negreiros, 340 – centro de Mossoró, próximo ao Museu Municipal Lauro da Escóssia.
O sepultamento acontecerá às 10 horas dessa quarta-feira (29), no Cemitério São Sebastião, Centro.
O grande Chico faleceu nessa terça-feira (28), de causas naturais, em sua residência (veja AQUI).
Era natural de Areia Branca e lançara oito livros.
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Soubemos logo no início da tarde desta sexta-feira (10) do falecimento de uma filha do radialista Martins Coelho (Difusora de Mossoró).
Lamentável e doloroso um pai sepultar filho (a).
Cleide Martins Mendes, 42 anos, teve complicações alérgicas na passagem do ano e estava internada no Hospital da Hap Vida em Mossoró, vindo a óbito hoje.
Seu velório acontece em casa no bairro Bom Jesus.
Sepultamento ocorrerá às 9h desse sábado (11), no Cemitério São Sebastião (Centro de Mossoró).
Nossa solidariedade a Martins, familiares e amigos.
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Comunicamos que o velório do jornalista João Carlos Brito acontece no Centro de Velório Geraldo Xavier de Medeiros, no Centro da cidade de Mossoró.
João Carlos Brito tinha 40 anos e deixa dois filhos muito amados por ele (Foto: TCM)
A família confirmou há pouco que o sepultamento ocorrerá agora pela manhã, às 10h, no cemitério São Sebastião, também no Centro.
Apresentador, repórter e chefe de reportagem do Canal TCM HD da TCM Telecom, João Carlos faleceu no final da tarde desta sexta-feira, aos 40 anos. Ele deixa dois filhos.
Descanse em paz, cara!
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A programação é a seguinte para Velório e Sepultamento de Luiz Benes Leocádio de Araújo Júnior, morto dia passado em Natal após ser vítima de sequestro-relâmpago:
07h00min: Velório no morada da Paaz em Emaús
09h00min: Missa celebrada por Padre Zezinho.
16h00min: Sairá para Lajes.
O velório será no centro pastoral.
O sepultamento será na sexta-feira (17), pela manhã no Cemitério Público de Lajes.
Faleceu hoje (terça-feira, 15) em Natal, Maria de Lourdes Viana de Andrade, 95, viúva de Cirilo Carlos, matriarca de uma prole de 10 filhos (oito vivos).
Ela é mãe, entre outros, de nosso amigo querido José Maria Viana.
Seu velório acontecerá em Caraúbas, a partir de 18 ou 19 horas de hoje.
O sepultamento será amanhã (quarta-feira, 16), às 7 horas, no cemitério local.
Que descanse em paz.
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O corpo do médico e ex-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN) Milton Marques, que faleceu hoje em Fortaleza-CE (veja AQUI), ficará sendo velado de hoje à noite até às 13 horas de amanhã (domingo, 23), na Loja Maçônica 24 de Junho.
Daí em diante, o corpo estará na Capela do Seminário Santa Terezinha, onde acontecerá Missa de Corpo Presente às 15h.
O sepultamento vai ocorrer às 16 horas, no Cemitério São Sebastião, centro de Mossoró.
O corpo tende a sair de Fortaleza por volta das 18 horas de hoje, para o velório em Mossoró.
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Gil: velório e sepultamento marcados pela emoção (Foto: Web)
Comoção, luto e aplausos. A cidade de Nova Cruz, distante a 93 Km de Natal, viveu um dia de luto. O velório e o sepultamento do volante Gil, que morreu no trágico acidente aéreo com a delegação da Chapecoense, a caminho de Medellín, na Colômbia, causou um clima de consternação nos moradores da pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte.
Amigos, familiares, ex-companheiros de clubes pelos quais Gil jogou e uma multidão estiveram no ginásio Giovanna de Azevedo Targino para dar o último adeus e homenagear o jogador, que aos 29 anos, deixa mulher e duas filhas, um de cinco e outra de três anos.
O dia foi de expectativa para a chegada do corpo de Gil. Em voo comercial, o desembarque em Natal aconteceu por volta das 13h30. Do Aeroporto Internacional Aluízio Alves, o cortejo partiu para Nova Cruz.
Quase quatro horas, uma multidão aos prantos estava aguardando o ex-jogador. A família foi a primeira a entrar no ginásio e ficou em profundo choro por cerca de uma hora.
Mais de 10 mil pessoas participaram de cortejo fúnebre em Nova Cruz (Foto: Andrea Tavares/GloboEsporte.com)
Multidão
Logo depois, os portões foram abertos para a comoção da população nova-cruzense.
Às 19h, o corpo foi retirado do ginásio municipal e levado em cortejo fúnebre em um carro do Corpo de Bombeiros.
A emoção tomou conta da cidade, que lavou as ruas até o cemitério público com as lágrimas de dor.
Estima-se que mais de 10 mil pessoas participaram do velório e sepultamento hoje na cidade.
Entre jogadores presentes, Judson (volante do Avaí-SC, ex-América-RN), Robinho e Rafinha (meias do Cruzeiro-MG), todos ex-companheiros de Gil.
O corpo do ex-deputado estadual Patrício Júnior será velado na noite desta sexta-feira (1º), a partir das 21h, no Salão Nobre da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
O ex-deputado faleceu no Hospital Regional de Pau dos Ferros, onde estava internado após sofrer complicações cardíacas (veja AQUI).
José Patrício de Figueiredo Júnior foi deputado estadual com destacada atuação nos anos 1980, atuando como deputado Constituinte em 1989 e também na inauguração da sede do legislativo potiguar, compondo a 52ª legislatura.
O ex-parlamentar, que também foi prefeito de Alexandria, deixa três filhos (Patrício José, Patrício Neto e Maria Luíza) e a mulher, Olga Fernandes, prefeita de Martins.
O sepultamento está ocorrerá no sábado (2), no cemitério Morada da Paz, em Emaús.