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TRF5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim

A Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) tem em pauta para as 9 horas de hoje (quinta-feira, 22), em sua sede em Recife-PE), processo sob o número RN – 2008.84.01.000944-0. Nele, há sentença – com recurso – prolatada pelo juiz da 8ª Vara da Justiça Federal (Mossoró), Orlan Donato Rocha.

Os principais implicados (condenados em primeiro grau) são o vereador Alex Moacir (MDB) e o comerciante e ex-genro da vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) Francisco de Andrade Silva Filho. O primeiro pode até perder o mandato, como uma das sanções; o segundo, se não reverter condenação vai ressarcir União em quase R$ 800 mil reais.

Andrade (comerciante) e o vereador Alex Moacir são nomes implicados no julgamento que deve ocorrer hoje (Foto: arquivo)

O ex-deputado federal Laíre Rosado Filho (PSB) teve extinção de processo quanto ao seu envolvimento, “em face do reconhecimento da prescrição” (a Justiça perdeu tempo para eventual punição do réu). Em vários outros processos ocorreram a mesma situação favorável ao ex-parlamentar mossoroense, marido da vereadora Sandra Rosado.

Apamim

Eles estão envolvidos – segundo os autos processuais – em desvio de recursos públicos federais, atrelados à Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM). A instituição filantrópica está em intervenção federal desde setembro de 2014.

O relator do processo no TRF5 é o desembargador Roberto Machado.

Alex Moacir foi condenado à “perda do valor acrescido ilicitamente ao patrimônio, no montante de R$ 202,21 (duzentos e dois reais e vinte e um centavos), que deverá ser integralmente ressarcido; suspensão dos direitos políticos por 8 (oito) anos; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, também pelo prazo de 5 (cinco) anos”.

Francisco Andrade teve condenação “à perda do valor acrescido ilicitamente ao patrimônio, no montante de R$ R$ 50.499,83 (cinquenta mil, quatrocentos e noventa e nove reais e oitenta e três centavos), que deverá ser integralmente ressarcido; ressarcimento integral do valor de R$ 734.625,60 (setecentos e trinta e quatro mil, seiscentos e vinte e cinco reais e sessenta centavos), relativos à perda patrimonial decorrente da conduta ímproba do réu; suspensão dos direitos políticos por 10 (dez) anos; pagamento de multa civil de duas vezes o valor encontrado após a soma do enriquecimento ilícito com a perda patrimonial; proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, também pelo prazo de 10 (dez) anos.

O juiz Orlan Dantas Donato prolatou a sentença no dia 15 de outubro de 2014. Cinco réus foram absolvidos e outros seis foram condenados.

Leia também: Processo sobre condenação de Sandra Rosado não é julgado.

Defesa de Alex Moacir se pronuncia

P.S – 13h50 – Em relação a matéria intitulada ‘TRF-5 julga hoje vereador e comerciante devido caso Apamim‘, o advogado Marcos Lanuce (que defende os interesses do vereador Alex Moacir), tem os seguintes esclarecimentos:

O vereador foi condenado em primeiro grau de jurisdição, por improbidade administrativa, no processo 1937, tendo o TRF, no final do ano de 2016, reformada a referida decisão, no sentido de absolver Alex Moacir.

Da mesma forma, houve condenação no processo 944, porém, de idêntica forma, o Vereador foi absolvido pelo TRF, desta feita o acórdão foi publicado em outubro de 2017.

O julgamento ocorrido no dia de hj, é referente aos embargos de declaração, propostos em face do acórdão aqui referido, sem nenhuma menção ao vereador Alex Moacir.

Repisando, em ambos os processos o vereador foi absolvido das condenações que lhes foram imputadas, pelo magistrado de primeiro grau.

A defesa do vereador, tinha plena consciência que não se poderia perdurar as decisões condenatórias, considerando que não houve nenhum ato ilícito praticado por Alex Moacir, quando de sua estada na prestação de serviços, junto a Fundação Vingt Rosado.

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Prefeitura apresenta projeto de sede própria de Câmara

A Prefeitura Municipal de Mossoró apresentou, na manhã desta segunda-feira (09), o projeto arquitetônico de sede própria para a Câmara Municipal, em solenidade realizada no Salão de Grandes Atos do Palácio da Resistência.

A sede própria da Câmara contará com área de construção de quase 7 mil metro quadrados, 23 gabinetes, 65 vagas cobertas de garagem, auditório para 178 pessoas, plenário com capacidade para 151 pessoas nas galerias, além de lanchonetes, elevadores, banheiros, e salas para diversos setores.

A vereadora-presidente da Câmara Municipal, Izabel Montenegro (PMDB), destaca que o principal objetivo da sede própria é deixar de ter custo de mais de R$ 1,3 milhão só com aluguel a cada legislatura, a cada dois anos. Não foi divulgado o custo final da construção.

Viabilização

Após aprovação do projeto arquitetônico, o próximo passo será o orçamento e, posteriormente, a viabilização dos recursos. Não há previsão para que as obras sejam iniciadas.

A cerimônia histórica contou com participação da prefeita Rosalba Ciarlini, vice-prefeita Nayara Gadêlha, secretários municipais Aldo Fernandes (Planejamento), Kátia Pinto (Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos), Aglair Abreu (Comunicação Social) General Eliéser Girão (Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito) Lahyre Rosado Neto (Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo), Karine Ferreira (Procuradora Geral); presidente da Previ-Mossoró, Elviro Rebouças; vereadores Izabel Montenegro (presidente da Câmara), Aline Couto, Maria das Malhas, Didi de Arnor, Emílio Ferreira, Sandra Rosado, Flávio Tácito, Ricardo de Dodoca, Tony Cabelos, Alex Moacir e Manoel Bezerra.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Prefeitura entrega Plano de Segurança Municipal

O Plano de Segurança Municipal foi entregue à Câmara de Vereadores em sessão ordinária da Casa, à manhã de hoje. “Com isso, a Prefeitura de Mossoró apresenta um plano de metas visando aperfeiçoar e integrar os sistemas de defesa da cidadania”, destaca a municipalidade.

No plano foram detalhadas as ações básicas na área da defesa da cidadania a serem executadas pelo sistema de segurança pública, além da reativação do Gabinete de Gestão Integrada de Mossoró (GGI), que se reúne mensalmente para tratar de temas relacionados à segurança.

“Sabemos que a segurança é dever principal do estado, que tem que dotar a sua polícia de estrutura necessária para que se possa desenvolver um bom trabalho. O município vai trabalhar dentro das suas possibilidades e das questões legais”,disse o vereador e líder da bancada governista, Alex Moacir (PMDB).

“O plano chegou aqui dia 28. Foi um compromisso do secretário municipal da Segurança Eliéser Girão e ele está à disposição dos vereadores e da população”, comentou.

No plano constam ideias para a Guarda Civil, projetos ligados diretamente à questão da segurança, como o programa Mossoró Sem Drogas; A Paz Que eu Quero, e Mossoró Cidade Inteligente, além da criação de um Núcleo de Inteligência Policial na Guarda Civil de Mossoró.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Projeto vai propor criação de Secretaria da Cultura

O líder do governo Rosalba Ciarlini (PP) na Câmara Municipal de Mossoró, vereador Alex Moacir (PMDB), informou agora há pouco a Rádio Difusora de Mossoró que a reforma administrativa da gestão começa a ser encaminhada segunda-feira (20) a esse poder.

Segundo Alex Moacir, o projeto a ser protocolado pelo Executivo vai contemplar a criação da Secretaria de Cultura, para viabilizar a atração de recursos federais e de outras fontes para iniciativas do setor.

O Blog antecipou a decisão (veja AQUI), mostrando essa motivação para a pasta ser ressuscitada, haja vista ter sido rebaixada a um órgão da Educação, no governo Francisco José Júnior (PSD), perdendo meios de receita indireta. Um erro crasso do ex-governante.

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Um líder que tenha ligação e compromisso com Rosalba

A escolha do vereador Alex Moacir (PMDB) para líder da bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) na Câmara Municipal de Mossoró, como esse Blog antecipou (veja AQUI), mereceu comentário elucidativo da vereadora Sandra Rosado (PSB), também governista.

Ouvida pelo repórter João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora de Mossoró, ela comentou o assunto e a notícia que soube através de terceiros:

– Encaro com naturalidade a escolha feita pela prefeita – disse.

E completou, com certa dose de sarcasmo:

– Certamente escolheu dentro daqueles parâmetros de ligação, compromisso, que o vereador-líder deve ter com a administração municipal.

Entendi.

Leiam também: Decisão de Carlos e Rosalba isolam grupo de Sandra (AQUI).

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Escolha de líder fica embaraçosa para vereadores

Para boa parte dos vereadores governistas na Câmara Municipal de Mossoró, a escolha do colega Alex Moacir (PMDB) para líder de bancada, como noticiado por esta página ontem em primeira mão (veja AQUI), não foi surpresa.

Mas ficou embaraçoso para eles, a falta de comunicado oficial da decisão por parte da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Tudo foi resolvido noutra esfera política.

Eles souberam depois.

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Decisões de Carlos e Rosalba isolam Sandra Rosado

A vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) vai colecionando e engolindo, a seco, dissabores na convivência como “liderada” do casal prefeita Rosalba Ciarlini (PP)-Carlos Augusto Rosado.

Depois de quase 30 anos como adversária de ambos, a “neorosalbista” não é a pessoa de confiança deles no Legislativo. Os ungidos são outros.

Pensou e trabalhou para ser eleita – com apoio do casal – à Presidência da Câmara Municipal de Mossoró.

Deu Izabel Montenegro (PMDB) – veja AQUI.

Mirou a liderança da bancada governista.

Sobrou para Alex Moacir (PMDB) – veja AQUI.

Pelo menos conseguiu aboletar no secretariado o filho e ex-vereador Lahyrinho Rosado (PSB), titular do Desenvolvimento Econômico.

No andar de cima, Rosalba e Carlos formam uma diarquia política em seu grupo, que não abre espaço para mais ninguém. Eles comandam.

Ponto final.

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Câmara define comissões técnicas; governo assume principais

Após exaustiva reunião, a Câmara Municipal de Mossoró fechou hoje a formação de suas comissões técnicas (ou permanentes).

As três principais comissões ficaram sob a presidência de vereadores governistas: Constituição, Justiça e Redação com Sandra Rosado (PV); Orçamento, Finanças e Contabilidade com João Gentil (PV); Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Obras e Serviços Públicos ficará com Alex Moacir  (PMDB).

Foram apresentadas durante sessão extraordinária do Legislativo (veja AQUI).

Veja como ficaram as comissões:

Comissão de Constituição, Justiça e Redação

Presidente: Sandra Rosado (PSB)

Vice-presidente: Genilson Alves (PMN)

Secretário: Alex Moacir (PMDB)

1º Suplente: Isolda Dantas (PT)

2º Suplente: Aline Couto (PHS).

Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade

Presidente: João Gentil (PV)

Vice-presidente: Zé Peixeiro (PTC)

Secretário: Genilson Alves

1º Suplente: Emílio Ferreira (PSD)

2º Suplente: Alex do Frango (PMB) .

Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer

Presidente: Francisco Carlos (PP)

Vice-presidente: Isolda Dantas

Secretário: Didi de Arnor (PRB)

1º Suplente: Sandra Rosado

2º Suplente: Petras Vinícius (DEM).

Comissão de Saúde e Meio Ambiente

Presidente: Alex do Frango

Vice-presidente: Ozaniel Mesquita (PR)

Secretário: Emílio Ferreira

1º Suplente: Aline Couto

2º Suplente: Sandra Rosado.

Comissão de Desenvolvimento Social, Direitos e Deveres do Consumidor

Presidente: Petras Vinícius

Vice-presidente: Aline Couto

Secretário: Sandra Rosado

1º Suplente: Alex do Frango

2º Suplente: Flávio Tácito (PPL).

Comissão de Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Obras e Serviços Públicos

Presidente: Alex Moacir

Vice-presidente: João Gentil

Secretário: Alex do Frango

1º Suplente: Genilson Alves

2º Suplente: Emílio Ferreira.

Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo

Presidente: Genilson Alves

Vice-presidente: Flávio Tácito

Secretário: Sandra Rosado

1º Suplente: Rondinelli Carlos (PMN)

2º Suplente: Alex Moacir.

Comissão de Agricultura e Cooperativismo

Presidente: Didi de Arnor

Vice-presidente: Rondinelli Carlos

Secretário: Manoel Bezerra (PRTB)

1º Suplente: Isolda Dantas

2º Suplente: Zé Peixeiro.

Comissão de Defesa dos Diretos Humanos da Mulher, da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência

Presidente: Isolda Dantas

Vice-presidente: Petras Vinícius

Secretário: Sandra Rosado

1º Suplente: Aline Couto

2º Suplente: Francisco Carlos.

Qual o papel das comissões técnicas?

– São órgãos técnicos criados pelo Regimento Interno da Casa e constituídos vereadores (as), com a finalidade de discutir e votar as propostas de leis que são apresentadas à Câmara. Com relação a determinadas proposições ou projetos, essas Comissões se manifestam emitindo opinião técnica sobre o assunto, por meio de pareceres, antes de o assunto ser levado ao Plenário; com relação a outras proposições elas decidem, aprovando-as ou rejeitando-as, sem a necessidade de passarem elas pelo Plenário da Casa.

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Larissa retornará à AL e também ao PMDB com o seu grupo

Prestes a retornar à Assembleia Legislativa, após não se reeleger em 2014, a suplente de deputado estadual Larissa Rosado (PSB) deverá mudar também de camisa. O PSB ficará para trás.

Larissa caminha para o PMDB, como parte de costura de apoio à Rosalba em 2016 (Foto: Arquivo)

Larissa e seu grupo político deverão retornar ao PMDB, comandado no Rio Grande do Norte pelo ex-deputado federal Henrique Alves. Estiveram no partido, com o clã Alves, desde 1985, rompendo em 2005.

Ela será empossada como deputada efetiva na próxima terça-feira (3), com a renúncia do deputado titular Álvaro Dias (PMDB), eleito vice-prefeito do Natal.

A volta de Larissa à AL passou por árdua engenharia política e teste nas urnas. Tudo longe do conhecimento da massa eleitora dos dois maiores colégios eleitorais do estado, Natal e Mossoró.

O PMDB negociou a vice na chapa do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), aboletando Álvaro, para poder vislumbrar a recondução de Larissa à Assembleia Legislativa.

Engenharia sinuosa

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, migrou do PDT para o PMDB para ser o vice de Carlos. Estava “certo”. Acabou descartado.

Paralelamente, em Mossoró, a costura política permitiu montagem de chapão a vereador entre PSB e PMDB, além do PDT e PP, viabilizando eleição da ex-deputada federal Sandra Rosado à Câmara Municipal e a reeleição dos vereadores Izabel Montenegro (PMDB) e Alex Moacir (PMDB).

Ainda nessa engenharia sinuosa, foi possível composição do grupo de Larissa e sua mãe Sandra Rosado com o da candidata a prefeito Rosalba Ciarlini (PP), que se elegeu à prefeitura. O passo seguinte, agora, é a campanha de 2018.

Desenha-se uma ampla aliança para retorno dos Alves ao Governo do Estado (candidatura de Carlos Eduardo Alves) e manutenção de uma vaga do grupo no Senado. A outra seria de apoio à reeleição do senador José Agripino (DEM), que participou do entendimento em Natal.

Rosalba Ciarlini e Sandra Rosado, unidas, são o principal suporte para esse projeto no âmbito de Mossoró e região.

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Izabel é confirmada como candidata de Rosalba a presidente

Decidido. A vereadora reeleita Izabel Montenegro (PMDB) será a candidata do bloco rosalbista (governismo) à Presidência da Câmara Municipal de Mossoró, à tarde do dia 1º de janeiro, após a posse dos vereadores eleitos-diplomados como ela.

– Vamos atrás de outros votos – comentou há poucos minutos em conversa com o Blog.

Em nova reunião hoje pela manhã com a futura bancada, no Sítio Cantópolis, a prefeita eleita-diplomada Rosalba Ciarlini (PP) e seu marido Carlos Augusto Rosado avalizaram o nome de Izabel.

Sem Sandra Rosado

O endosso dos demais vereadores eleitos por esse grupo, como ocorrido ontem (veja AQUI), foi reiterado.

A ausência notada foi da vereadora eleita em primeiro mandato, ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB). A justificativa é de que está em Natal, onde passou por pequena cirurgia na mão, evitando retornar para nova reunião. Ela concorria com Izabel.

Participaram da reunião Carlos Augusto Rosado, Rosalba Ciarlini, além dos vereadores Izabel Montenegro, Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PP), Maria das Malhas (PSD), Didi de Arnor (PRB) e Ricardo de Dodoca (PROS). Todos apoiam Izabel Montenegro

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Rosalbismo tenta definir nome a presidente, mas há impasse

Às 10 horas de hoje no Sítio Cantópolis (propriedade dos herdeiros do falecido governador Dix-sept Rosado, em Mossoró), lideranças rosalbistas reuniram vereadores eleitos para definição de um nome à disputa à Presidência da Câmara Municipal (biênio 2017-2018).

O líder rosalbista, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, estimulou votação entre os sete vereadores presentes. O placar foi de 5 x 0 pró-Izabel Montenegro (PMDB), na disputa com a ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB). As duas não votaram.

Izabel diz que não cria dificuldades ao entendimento (Foto: Walmir Alves)

Mas a questão não ficou fechada. Amanhã, no mesmo horário e local, outra reunião vai acontecer. Os mesmos participantes vão decidir sobre um nome no governismo à disputa no próximo dia 1º.

O Blog conversou há poucos minutos com a vereadora reeleita Izabel Montenegro sobre o assunto.

Vamos ao que interessa:

A maioria de seus colegas fez uma escolha por seu nome à Presidência. É uma situação consolidada e irreversível?

– Houve a votação e fiquei lisonjeada com a preferência. Mas não serei obstáculo ao entendimento. Amanhã resolveremos e respeitarei a decisão da maioria.

A senhora veta algum nome?

– Não tenho dificuldade com qualquer um dos outros vereadores.

Participaram da reunião Carlos Augusto Rosado, Rosalba Ciarlini, além dos vereadores Izabel Montenegro, Sandra Rosado, Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PP), Maria das Malhas (PSD), Didi de Arnor (PRB) e Ricardo de Dodoca (PROS).

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Vereadores reagem a exonerações e põem Jório na ‘parede’

Pelo menos 17 vereadores da atual legislatura na Câmara Municipal de Mossoró reagem conjuntamente, subscrevendo uma Nota de Esclarecimento, em contraponto à decisão do presidente desse  poder, vereador Jório Nogueira (PSD), de exonerar quase todos os assessores dos parlamentares, deixando cada um apenas com seu Chefe de Gabinete.

Eles também questionam e censuram justificativas às exonerações, que Jório Nogueira apresentou através de texto oficial distribuído à tarde de hoje à imprensa, denominado de “Comunicado da Presidência” (veja AQUI).

Fundação com custo da ordem de R$ 600 mil este ano é questionada na nota contra Jório (Foto: CMM)

Abaixo, na Nota de Esclarecimento, os vereadores apontam indícios de má gestão e favorecimentos, que na verdade estariam comprometendo as finanças do Legislativo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Os vereadores da Câmara Municipal de Mossoró que subscrevem este documento, vem a público em primeiro lugar para se solidarizar com os 126 homens e mulheres, trabalhadores, que se esforçam para servir à Mossoró e que, justamente no mês natalino, recebem através de redes sociais a notícia de que foram demitidos, sem receber seus direitos trabalhistas e sem prévia comunicação, colocando-os em muita dificuldade.

Queremos também repudiar nota emitida pela Presidência da Câmara municipal e solicitar esclarecimentos ao vereador Jório Nogueira quanto ao desastre da sua gestão financeira e orçamentária.

O presidente divulgou inicialmente que a Casa precisava demitir assessores dos gabinetes dos vereadores, para solucionar o déficit orçamentário e financeiro estimado em R$ 1,5 milhão. Agora, poucos dias depois, indica que a necessidade de ajuste é da ordem de R$ 1,085 milhão.

Os vereadores exigem explicações em relação aos seguintes questões:

1. Qual o motivo pelo qual a gestão não identificou e divulgou esse problema no início de sua gestão em 2015, propondo e discutindo os ajustes necessários?;

2. No mês de abril de 2016, o presidente declarou, na Presença todos os vereadores, que não havia problema financeiros ou orçamentários na casa. Ele não sabia o que estava acontecendo ou estava mentindo?;

3. Se não havia dinheiro para assumir as despesas, como a gestão criou, ainda em 2015, a Fundação Aldenor Nogueira, que custa R$ 600.000 por ano?;

4. A situação não é justificável, pois a Casa recuperou R$ 800 mil de crédito junto ao INSS. Some-se a esse valor, cerca de R$ 2,3 milhões, que constavam no orçamento para pagamento da verba indenizatória e despesas com comunicação que não efetuadas, totalizando R$ 3,1 milhões de “folga” financeira e orçamentária;

5. Além disso, registram-se aposentadorias de diversos servidores efetivos;

6. Contudo, ao contrário de apresentar saldo, o presidente apresenta um déficit de R$ 1,085 milhão, fato incompreensível;

7. Com a realização de demissão em massa no último mês do ano, Jório vai deixar os recursos necessários para pagamento de todas as rescisões trabalhistas, com indenizações por férias, 1/3 de férias, etc?;

8. O presidente não apresentou justificativas para diversas despesas realizadas, sem as quais a situação seria totalmente diferente, prefere tentar esconder sua incompetência gerencial no termo “gestões anteriores”, sem assumir que aumentou as despesas da casa;

9. O presidente fala que “reconheceu dívida com o Instituto de Previdência dos Servidores da Prefeitura de Mossoró”. A dívida é do exercício corrente, sob comando do próprio Jório Nogueira, que atrasou o pagamento;

10. Jório afirma ainda que o sétimo assessor causou “déficit”, mas não informa que, mesmo com orçamento menor, até 2013 todos os gabinetes tinham 07 (sete) assessores;

11. Jório não explica por que paga gratificação a cargos comissionados, ou porque antecipou seletivamente o pagamento a diversas pessoas que foram demitidas e, ainda mais por que pagou em dinheiro a licença prêmio-vencida (servidor, que foi um dos coordenadores da campanha do presidente, vendeu a licença prêmio). Isso é legal?;

12. Em crise financeira, Jório indenizou as férias da servidora Renata Isadora Melo da Silva (namorada do filho do procurador da Casa), num total de R$ 11.995,20, no mês de outubro, conforme consta no Portal da Transparência;

13. Em 2014, a Casa gastava em média R$ 18,7 mil por mês com aluguel; em 2015 saltou para R$ 23,4 mil; e em 2016 saltou para impressionantes R$ 31 mil por mês;

14. Em sua gestão, a empresa BARBARA GRACIELY DA SILVA BEZERRA recebeu na gestão do atual presidente quase R$ 100.000 para manutenção dos ar-condicionado do plenário. Quantas máquinas foram assistidas? Pois dos gabinetes é custeada pelos vereadores.

15. Mesmo não compreendendo essa situação, pela qual exigimos explicações, convidamos o presidente para que ele apresentasse documentos oficiais com a situação, para discutirmos propostas para solucionar esse desastre gerencial, porém não obtivemos.

16. Entre outras possibilidades, a Casa deve rescindir contratos com empresas privadas em valor equivalente à necessidade orçamentária, já que estamos para encerrar o ano legislativo, que recomeçará em fevereiro de 2017. Nesse caso, é possível suspender despesas com manutenção dos gabinetes, material de expediente, limpeza e segurança, entre outras.

17. Se o presidente é tão honesto quanto diz, por qual motivo NUNCA respeitou o Art. 52, VIII da Lei Orgânica do Município e Art. 26, VII, C e Art. 37 do Regimento Interno, que determina que a Mesa Diretora apresente prestação de contas do mês anterior em plenário, apesar de exaustivamente cobrado pelos edis?

18. Para finalizar, o repasse mensal do Duodécimo em 2014 foi de R$ 1.369.409,05; em 2015 saltou para R$ 1.478.307,10; já em 2016, até outubro, o repasse mensal ficou em R$ 1.563.236,03. Aumento de cerca de R$ 200.000 mensais de 2014 para 2016.

Percebe-se que a palavra crise financeira não caberia para a gestão Jório Nogueira, que viu seus repasses aumentar mês a mês.

Alex do Frango, Alex Moacir, Celso Lanches, Cícera Nogueira, Flávio Tácito, Francisco Carlos, Genilson Alves, Genivan Vale, Heró Alves, Izabel Montenegro, Lahyre Neto, Lucélio Guilherme, Nacízio Silva, Ricardo de Dodoca, Soldado Jadson, Tassyo Mardony, Vingt-Un Rosado.

Os vereadores Tomaz Neto (PDT), Manoel Bezerra (PRTB) e Claudionor dos Santos (PEN) não endossaram a nota.

Nota do Blog – O conteúdo desta nota é nitroglicerina pura. Ministério Público, sinta-se provocado. Ou não?

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Presidente deve ser confrontado por antecessores

Dois dos três ex-presidentes da Câmara Municipal de Mossoró na atual legislatura, Alex Moacir (PMDB) e Francisco Carlos (PP), estão furibundos com o atual – Jório Nogueira (PSD).

O “Comunicado da Presidência” (veja AQUI) que Jório assina hoje, após exonerar 143 pessoas com cargos comissionados, é muito mais uma peça de acusação contra quem o antecedeu na cadeira presidencial, do que justificativa à medida.

Os números e argumentos do presidente prestes a sair, que não conseguiu se reeleger à próxima legislatura, apontam que há um déficit de 1 milhão e 85 mil Reais nas contas da Câmara, resultado do “desequilíbrio herdado de 2 milhões e 900 mil Reais”, da “gestão anterior”.

Vai ter troco. Vem resposta de ambos por aí.

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TRE intima oito eleitos e prefeito sobre prestação de contas

O pente fino da Justiça Eleitoral em relação a candidatos eleitos no último pleito eleitoral, de Mossoró, continua afiado. Muito afiado.

Mais um “lote” de eleitos é provocada a prestar esclarecimento sobre prestação de contas. São nove candidatos eleitos à Câmara Municipal, além do prefeito Francisco José Júnior (PSD).

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) questiona os seguintes vereadores eleitos da Coligação Força do Povo, sistema da prefeita eleita Rosalba Ciarlini:

– Francisco Carlos (PP);

– Sandra Rosado (PSB);

– Alex Moacir (PMDB);

– Izabel Montenegro (PMDB).

Há pedido de esclarecimentos ainda à Maria das Malhas (PSD), Alex do Frango (PMB) e Genilson Alves (PMN), que estiveram em coligações inicialmente ligadas ao prefeito Francisco José Júnior, que acabou desistindo da sua candidatura à reeleição.

Quem também aparece sob intimação é Isolda Dantas (PT), ex-titular da pasta da Cultura do Município, eleita pelo PT.

Prefeito

Apesar de ter desistido de sua candidatura à reeleição em plena campanha, o atual prefeito de Mossoró também enfrenta problemas com a Justiça Eleitoral.

Tem até hoje para responder a Edital de Intimação do TRE, sob número 014-PC/2016.

Segundo é assinalado, ele precisa se manifestar sobre “indícios de irregularidades juntados aos autos”.

Na última segunda-feira (28), o Blog já postara matéria sobre esse trabalho da Justiça Eleitoral, mostrando situação enfrentada por outros três eleitos (veja AQUI).

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Alex Moacir emite sinal de que pode ser secretário

O vereador reeleito Alex Moacir (PMDB) tem emitido sinais de fácil percepção à prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) e ao líder político Carlos Augusto Rosado, de que estaria disposto a aportar no elenco de secretários municipais a partir de janeiro de 2017.

Lá ou cá (Foto: Valmir Alves)

Experiência ele tem de sobra, haja vista que pavimentou seu caminho à política e avança para o segundo mandato, a partir de presença na equipe da então prefeita Fafá Rosado (PMDB).

Também tem no currículo, uma curta passagem como presidente-tampão na atual legislatura, na Câmara Municipal de Mossoró.

Para bom entendedor…

Se for convocado para o secretariado de Rosalba, Alex abrirá caminho na Câmara Municipal para o primeiro suplente Genivan Vale (PDT), que não se reelegeu no pleito de 2 de outubro.

Está anotado.

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Apoio do PP para nomes do PMDB pode prejudicar Rosalba

Do Blog do Barreto

A análise das contas de campanha da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) aponta quem foram transferidos R$ 35 mil do fundo partidário do Partido Progressista (PP) para as campanhas à reeleição dos vereadores Alex Moacir e Izabel Montenegro, ambos do PMDB.

Alex e Izabel tiveram recursos do PP de Rosalba, algo considerado irregular (Foto: arquivo)

Segundo os técnicos da Justiça Eleitoral, a transferência dos recursos de um partido para outro se configura em ilegalidade que se agrava pelo fato de os candidatos do PP não terem tido o mesmo tratamento.

Irregularidade

“A transferência de recursos do fundo partidário para candidatos de partido diverso daquele que recebeu os repasses do fundo partidário podem vir a caracterizar irregularidade, tanto mais considerando que os candidatos do próprio partido das candidatas (Partido Progressista) não receberam tais recursos”, justificam os técnicos.

Dos R$ 35 mil foram R$ 17.500 para Izabel e outros R$ 17.500 para Alex que chegou a cobrar publicamente um tratamento igualitário aos candidatos.

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Disputa à presidência da Câmara favorece governismo

O tititi em torno da formação da futura mesa diretora da Câmara Municipal de Mossoró caminha muito no campo da especulação e “achismo”. Até aqui, é assim.

Mas na prática, o que pode ser dito já antecipamos há algumas semanas (veja AQUI): três nomes estão no páreo, mesmo que hoje pareçam distantes da contenda. Cada um a seu modo age nos intramuros.

Anote aí: Izabel Montenegro (PMDB), Sandra Rosado (PSB), Alex Moacir (PMDB). Também não deve ser esquecido o vereador reeleito Francisco Carlos (PP).

Poderemos ter surpresas?

Sim, claro.

Mas o que favorece o governismo no próximo ano a fazer um presidente, à sua escolha, é que a oposição está sem comando e liderança com capacidade de articulação. A maioria dos eleitos é imberbe na atividade política.

Teremos 11 novos vereadores e dois que retornam à casa parlamentar (Maria das Malhas-PSD e Zé Peixeiro-PTC).

Apesar da oposição ter feito a grande maioria, provavelmente chegará minoritária no início da legislatura.

Aguardemos, pois.

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Luta à Presidência da Câmara tem “blocão” e muita incerteza

A futura bancada governista na Câmara Municipal de Mossoró a princípio começará minoritária, na legislatura 2017-2020. A oposição fez larga maioria em relação à coligação Força do Povo, que abrigou a candidatura a prefeito da ex-governadora e ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Mas é bom lembrarmos a todos e a cada um dos eleitos para o Legislativo: o voto não é secreto no pleito interno para escolha do futuro presidente e demais membros da Mesa Diretora.

"Blocão" tem 13 nomes e muitas incertezas ainda para disputa interna (Foto: Do Mossoró Hoje)

Os “oposicionistas” começaram a participar de reuniões e articulações para formação de uma chapa própria, sem qualquer “governista” eleito em 2 de outubro. Pelo menos 13 eleitos firmaram pacto de união em torno de uma chapa a ser formada ainda.

Vereadores eleitos dia 2 de Outubro

– Zé Peixeiro (PTC) – 2.802 votos – Retorna à Casa

– Izabel Montenegro (PMDB) – 2.475 – Reeleita

– Tony Cabelos (PSD) – 2.375 – Primeiro mandato

– Alex Moacir (PMDB) – 2.291 –Reeleito

– Ricardo de Dodoca (PROS) – 2.171 – Reeleito

– Sandra Rosado (PSB) – 2.129 – Primeiro mandato

– Genilson Alves (PMN) – 2.104 – Reeleito

– Maria das Malhas (PSD) 2.041 – Retorna à Casa

– Francisco Carlos (PP) – 2.041 –Reeleito

– Alex do Frango (PMB) – 2.040 – Reeleito

– Flavinho Tácito (PPL) – 2.032 – Reeleito

– João Gentil (PV) – 1.991 – Primeiro mandato

– Emílio Ferreira (PSD) – 1.947 – Primeiro mandato

– Manoel Bezerra (PRTB) – 1.925 – Reeleito

– Isolda Dantas (PT) – 1.861 – Primeiro mandato

– Petras Vinícius (DEM) – 1.585 – Primeiro mandato

– Ozaniel Mesquita (PR) – 1.574 – Primeiro mandato

– Raério Cabeção (PRB) – 1.431 – Primeiro mandato

– Rondinelli Carlos (PMN) – 1.385 – Primeiro mandato

– Didi de Arnor (PRB) – 1.021 – Primeiro mandato

– Aline Couto (PHS) – 916 – Primeiro mandato.

Zé Peixeiro, Aline Couto, Rondinelli Carlos, Raério Cabeção, Petras Vinícius, Ozaniel Mesquita, Emílio Ferreira, Tony Cabelos, João Gentil, Flávio Tácito, Manoel Bezerra, Genilson Alves e Alex do Frango compõem esse “blocão” de 13 eleitos que aposta num nome próprio à presidência da Casa. Sete deles são novatos e um está de retorno à Casa – Zé Peixeiro.

Por trás desse numeroso e heterogêneo grupo de pessoas e partidos, não há uma liderança política forte e articulada para agregá-los e liderar esse projeto eleitoral. E os encantos da Prefeitura, mesmo em dificuldades, são sempre reluzentes.

Isolda Dantas marcha em faixa própria, desconectada desse movimento e sem ligação com o rosalbismo.

Bancada de “Francisco”

Didi de Arnor deverá acompanhar o governismo, além de Francisco Carlos, Sandra Rosado, Alex Moacir, Maria das Malhas, Izabel Montenegro e Ricardo de Dodoca.

A costura oposicionista do blocão conta com incentivo, de bastidores, do atual prefeito e adversário da prefeita eleita Rosalba Ciarlini, Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”. Ele confidencia a pessoas próximas que pode ter uma bancada ‘sua’ e fazer o próximo presidente.

Raciocina sem levar em conta uma realidade que hoje já é extremamente depreciativa de sua imagem e capacidade de comando. E tudo caminha para se exaurir ainda mais à sua saída do governo.

Eleição à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró é historicamente recheada de surpresas. Uma chapa “fechada” agora talvez não chegue ao dia da Proclamação da República (15 e Novembro).

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Presidência de futura Câmara Municipal tem nomes cotados

Com atmosfera ainda quente, pós-eleições 2016 ocorridas no último domingo (2), a Câmara Municipal de Mossoró retornou aos trabalhos à manhã de hoje (terça-feira, 4), com um olho no presente e outro no futuro.

Izabel e Sandra: uma cadeira (Foto: arquivo)

A presidência da Casa na próxima legislatura, por exemplo, já mexe com os intramuros da Casa.

A vereadora reeleita Izabel Montenegro (PMDB) é um nome que aparece como capaz de despontar como candidata ao cargo atualmente ocupado por Jório Nogueira (PSD), que não se reelegeu.

A ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB), que estreará na Câmara Municipal, é nome naturalmente tido como forte à disputa.

A próxima legislatura terá 11 novos vereadores e dois que estão retornando, após insucesso às urnas à legislatura vigente.

Alex Moacir  (PMDB) e Francisco Carlos (PP) que se reelegeram e, já ocuparam a presidência de forma curta nesta legislatura, não podem ser descartados.

As conversas começam a ser azeitadas ainda com discrição, mas vão passar pela mesa da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) e o líder do seu grupo, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado.

Nova Câmara Municipal

Veja a lista dos eleitos e reeleitos no domingo:

– Zé Peixeiro (PTC) – 2.802 votos – Retorna à Casa

– Izabel Montenegro (PMDB) – 2.475 – Reeleita

– Tony Cabelos (PSD) – 2.375 – Primeiro mandato

– Alex Moacir (PMDB) – 2.291 – Reeleito

– Ricardo de Dodoca (PROS) – 2.171 – Reeleito

– Sandra Rosado (PSB) – 2.129 – Primeiro mandato

– Genilson Alves (PMN) – 2.104 – Reeleito

– Maria das Malhas (PSD) 2.041 – Retorna à Casa

– Francisco Carlos (PP) – 2.041 – Reeleito

– Alex do Frango (PMB) – 2.040 – Reeleito

– Flavinho Tácito (PPL) – 2.032 – Reeleito

– João Gentil (PV) – 1.991 – Primeiro mandato

– Emílio Ferreira (PSD) – 1.947 – Primeiro mandato

– Manoel Bezerra (PRTB) – 1.925 – Reeleito

– Isolda Dantas (PT) – 1.861 – Primeiro mandato

– Petras Vinícius (DEM) – 1.585 – Primeiro mandato

– Ozaniel Mesquita (PR) – 1.574 – Primeiro mandato

– Raério Cabeção (PRB) – 1.431 – Primeiro mandato

– Rondinelli Carlos (PMN) – 1.385 – Primeiro mandato

– Didi do Arnor (PRB) – 1.021 – Primeiro mandato

– Aline Couto (PHS) – 916 – Primeiro mandato.

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Vereador se queixa de tratamento diferenciado em coligação

Do Blog de Gutemberg Moura

O clima é pesado na disputa à Câmara Municipal, entre os candidatos da coligação “Força do Povo”, que dá sustentação à candidatura da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) à Prefeitura de Mossoró. A insatisfação é exposta pelo vereador Alex Moacir (PMDB).

Em áudio que circula nas redes sociais, o vereador reclama de “tratamento desigual” por parte de lideranças da coligação. Diz que o deputado federal Beto Rosado (PP) só pede votos para o pai, Betinho Rosado (PP), e a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB) só para a mãe, Sandra Rosado (PSB).

Alex diz viver dias de “segunda divisão” e pede que a ex-governadora Rosalba Ciarlini ponha “ordem na casa”.

Nas eleições de 2012, ele foi o mais votado, com 4.701 votos.

O que dizer…Virou rotina o mimimi entre candidatos a vereador.

Na coligação de “Francisco” Silveira Júnior (PSD), um grupo de cinco candidatos retirou candidatura, depois de “acertos” voltou atrás.

Na coligação de Tião Couto (PSDB), a “Unidos por Uma Mossoró Melhor”, a  mesma coisa, com o candidato Benjamim Machado (PR).

Faz parte!

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PMDB e PDT negociam apoio à chapa Tião-Jorge

Representantes do PMDB e PDT conversaram com lideranças do movimento “Mossoró Melhor”, que terá chapa própria à Prefeitura. Nada fechado, mas sinalizado.

Os dois partidos estiveram com os vereadores Izabel Montenegro (PMDB), Alex Moacir (PMDB) e Genivan Vale (PDT) em reunião no final da tarde dessa terça-feira em escritório no centro da cidade. O outro vereador pedetista, Tomaz Neto, estava em outro compromisso.

O diálogo foi com os candidatos a prefeito e vice, Tião Couto (PSDB) e Jorge do Rosário (PR).

PMDB e PDT também têm conversado com o PP, que ampara a postulação à Prefeitura de Mossoró da ex-governadora e ex-prefeita Rosalba Ciarlini – Veja AQUI).

O “xis” da questão é a acomodação dos pré-candidatos a vereador dos dois partidos, numa coligação. O apoio à chapa majoritária é algo secundário e viria por gravidade.

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Coligações emperram disputa à Câmara e apoio à Rosalba

Duas reuniões foram conduzidas por lideranças do PP ontem e  hoje, pela manhã, para fechamento de apoios partidários à postulação de Rosalba Ciarlini (PP) à Prefeitura de Mossoró e coligações proporcionais.

Mas quase nada avançou envolvendo PP, PMDB, PDT, PSB, PTB e PHS.

Sandra: eleição folgada, estima-se (Foto: Carlos Costa)

As duas reuniões aconteceram no Sítio Cantópolis, propriedade do líder rosalbista Carlos Augusto Rosado e seus irmãos.

Principal emperramento é com relação à chapa proporcional. A escolha do vice nem entrou na pauta. Deixou de ser importante para a maioria dos participantes.

PHS e PTB já fecharam apoio à Rosalba. O primeiro tem chapa inteira com 32 pré-candidatos a vereador. Não se coligará com qualquer outra legenda.

O PTB tem como principal nome à Câmara Municipal, o vereador Lucélio Guilherme. Acredita que possa se reeleger ao lado do PP. Vinha formando um “blocão” com PMDB, PDT e PSB, mas se desprendeu dele à própria sobrevivência.

A propósito, PTB e PHS participaram de reunião de Rosalba no Sìtio Cantópolis com sua militância, à noite dessa segunda-feira (1º). Manifestaram endosso à sua postulação.

Chapão

Quanto a PDT, PSB e PMDB praticamente não existiu consenso até aqui com o PP.

O PP não aceita um chapão ou coligação diretamente com o PMDB, por exemplo, ou mesmo o PDT. O PP tem o vereador Francisco Carlos e outros pré-candidatos, que podem ser engolidos pelo peemedebismo. Esse raciocínio foi expressado pelo próprio vereador.

O PMDB tem mais de dez nomes como pré-candidatos, entre eles os vereadores Alex Moacir e Izabel Montenegro.

Já o PDT contaria com 12 pré-candidatos a vereador, arrebanhados pelos vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale. Não tem encontrado quem tope uma aliança.

Genivan e Tomaz não fecharam aliança (Foto: montagem)

Quanto ao PSB, o nome da ex-deputada federal Sandra Rosado substituirá do atual vereador Lahyrinho Rosado, seu filho. A expectativa é que consiga se eleger com folgas.

Impasses

O PP não criaria dificuldades para se juntar ao PSB de Sandra. Porém nada foi amarrado até o momento.

No entendimento do presidente estadual da legenda, ex-deputado federal Betinho Rosado, os dois partidos elegeriam Sandra e Francisco Carlos, além de outros nomes.

Mas se houver aliança com PMDB ou PDT, pode perder cadeiras. Eis a questão. Ou, um dos impasses.

O pedetismo e o PMDB, por terem dois vereadores, estão em maiores dificuldades pois teoricamente teriam maiores chances de reeleição de seus nomes.

Uma conversa com o PSDB e demais partidos que apoiam a candidatura de Tião Couto, não está descartada. O tempo que possuem para programas em rádio e TV, é um capital diferenciado nas conversas do pedetismo e peemedebismo com o PSDB.

É…não está fácil.

Até sexta-feira (5), esse imbróglio terá de ser superado.

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