Fátima Bezerra foi recebida pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (Foto: Carmem Félix)
Vamos lá: de novo, outra vez, novamente, mais uma vez. A governadora Fátima Bezerra (PT) será candidata ao Senado.
Em entrevista à imprensa nessa terça-feira (10), na Assembleia Legislativa, onde fez leitura da mensagem anual do governo (veja AQUI), ela foi enfática:
– “A candidatura é uma prioridade para o presidente Lula e para o PT nacional.”
Lembrou que no fim de semana em Salvador-BA, em evento nacional que marcou os 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), essa decisão foi ratificada (veja AQUI).
Ezequiel é presidente da Assembleia Legislativa do RN (Foto: arquivo)
Bem, não foi em 2022 que o presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), deu salto para disputa majoritária. Nem governo nem Senado.
Para 2026, ao seu estilo discreto, diligente e cartesiano, tudo poderá ser diferente.
Serão duas vagas em disputa ao Senado. A corrida à Governadoria não é atraente até o momento, como não foi em 2022.
Na luta ao Senado, em tese uma vaga teria o favoritismo da ex-senadora e atual governadora Fátima Bezerra (PT).
Sobraria uma.
A de Ezequiel? Veremos.
Vale lembrar que a senadora Zenaide Maia (PSD), aliada da governadora, tende a procurar sua reeleição.
Outros nomes vão surgir, de outras tendências, lógico. Porém, não se pode deixar de reconhecer que, encorajando-se de vez e de modo irreversível à contenda, Ezequiel Ferreira terá grandes chances.
Pelo governismo ou oposição?
Saberemos no devido tempo.
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.
Souza já tinha anunciado desistência de candidatura (Foto: Eduardo Maia)
O deputado estadual Souza Neto (PSB) é o primeiro suplente do candidato ao Senado por seu partido, deputado federal Rafael Motta.
O parlamentar anunciou no dia 5 de fevereiro deste ano (veja AQUI) que não tentaria a reeleição.
À campanha deste ano, além de Motta, ele apoia candidatura à reeleição da governadora Fátima Bezerra (PT), o empresário Jorge do Rosário (Avante) à Assembleia Legislativa e o vereador-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade), à Câmara dos Deputados.
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.
Os ministros Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Fábio Faria (Comunicações) podem se acertar para um deles abdicar de pré-candidatura ao Senado, apoiando o outro.
Sussurram informações de que Marinho propõe-se a criar meios à viabilização eleitoral do ex-governador Robinson Faria (PSD), pai de Fábio Faria, à Câmara Federal.
O ministro das Comunicações deixaria de ser também pré-candidato, adiante sendo suplente do próprio Rogério Marinho.
O assunto é comentado entre políticos influentes do RN nessa quarta-feira (2). Conversei com pelo menos dois, distintamente, confirmando o enredo.
Gente que torce e trabalho por um entendimento.
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.
Rogério esteve no Sítio Retiro (São Miguel) nesse domingo, vendo água jorrar de poço perfurado por Governo Federal (Reprodução BCS)
Teoricamente alheio à tensão de pré-7 de Setembro em Brasília, o ministro do Desenvolvimento Regional e ex-deputado federal Rogério Marinho (sem partido) fez esforço hercúleo no fim de semana, para ganhar mais visibilidade ao Senado.
Da capital ao interior, montado no ministério, andou se apresentando, mostrando serviço, içando promessas e calibrando o próprio nome.
Ele sabe que precisa primeiro se viabilizar no bolsonarismo.
A partir daí, o segundo passo é a disputa em si. Por enquanto, trava um duelo à parte com o também ministro Fábio Faria (PSD) pelo mesmo espaço de candidato ao Senado, com a bandeira do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos)pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.
Nessa semana, por cerca de quatro dias, o empresário Haroldo Azevedo, 71, desbravou o sertão que ele conhece bem. De origem familiar que remonta à primeira metade do século passado, em Jardim do Seridó, com o patriarca Alinio Cunha de Azevedo (1919-2003)/Hélia Cavalcanti de Azevedo (1925-2017), ele resolveu conversar e assuntar as coisas desse interiozão.
O foco foi a região Oeste e também o Vale do Açu, com passagens por Mossoró, Assu, Apodi e Pau dos Ferros, em contatos políticos e com a imprensa. Nome de peso no setor da construção civil, comunicação e outros negócios, Haroldo também conversou com a gente, o Blog Carlos Santos. Sobre o quê? Política.
Haroldo Azevedo questiona rótulos e defende união de forças numa política eficaz para o RN e República (Foto: Web)
Ex-suplente do ex-senador Geraldo Melo (PSDB), um amigo que o tem como irmão, ele pensa seriamente em participar da campanha eleitoral do próximo. Como candidato, que fique claro. E em nosso bate-papo, Haroldo não fica apegado a rodeios com as palavras nem faz firulas para despistes. Veja abaixo nosso bate-papo:
BCS – O senhor tem percorrido regiões diversas do estado, agora em especial o Oeste, em contatos políticos, falando à imprensa. São os primeiros passos a uma postulação em 2022?
Haroldo Azevedo – Sim. Com meus negócios consolidados e com os filhos à frente das atividades, julgo-me na obrigação de ajudar o povo do meu estado e do meu país, oferecendo o que tenho de mais precioso, que é minha força de trabalho e conduta ética e moral, que permearam toda minha vida. Trabalhei a vida inteira com jornadas de até 16 horas diárias, construído assim um legado. Agora, sinto que chegou a hora de ajudar o meu próximo. De agradecer a Deus pelo que ele me proporcionou. E digo isso do fundo do coração. O Brasil precisa da união de todos. Fora dos propósitos da direita, esquerda, tampouco do centrão. Além da grave crise social e econômica que atravessa o planeta, essa terrível pandemia veio para abalar a humanidade. Temos que nos unir para sobreviver e iniciar um novo ciclo de vida e prosperidade.
BCS – O senhor foi suplente do então senador Geraldo Melo. Mas, na prática, tem toda uma vida voltada à atividade empresarial. Por que agora a política passa a estar na ordem do dia de sua vida. Não é uma questão apenas de ‘sobrar tempo agora’, convenhamos?
Haroldo Azevedo – Como já afirmei, com as atividades empresariais do grupo conduzidas pelos filhos, gostaria de dedicar meu tempo à causa pública, de ajudar ao meu povo, principalmente os mais necessitados. A classe empresarial precisa contribuir para uma gestão pública correta. Braços cruzados nunca fizeram parte da minha biografia. Precisamos promover mudanças, de eleitorais a tributárias. Essas reformas são essenciais. Temos que ter tolerância zero para com a criminalidade e corrupção. Priorizar a educação. Eleger pessoas sérias, comprometidas com a causa pública. Necessitamos mais que tudo, de profundas reformas para que nos tornemos uma grande nação!
BCS – Uma eventual disputa ao Senado em 2022, caso vingue um projeto dessa natureza, o faz acreditar em capacidade de aglutinar forças de centro e de direita, por exemplo, em torno do seu nome?
Haroldo Azevedo – O meu candidato ao Senado é Geraldo Melo. Homem público competente, sério, probo, de uma inteligência e memória privilegiadas, e que tem muito a contribuir com nossa nação. Um dos poucos políticos de mãos limpas.
BCS – Nomes tradicionais da política do RN foram derrotados nas eleições de 2018, como Garibaldi Alves, José Agripino, Carlos Eduardo Alves e Geraldo Melo. O senhor pode se apresentar como uma novidade, ou não tem medo de ser tratado apenas como o mais do mesmo?
Haroldo Azevedo – Com certeza, não tenciono ser um a mais. Daí, por não ser um nome público muito conhecido, estar partindo cedo, respeitando as regras eleitorais e até mesmo os necessários protocolos de segurança devido à Covid-19. Acho que em 2018, salvo algumas poucas exceções, nosso eleitorado não foi feliz na escolha dos nossos representantes no Congresso Nacional. Eles não têm desenvolvido um bom trabalho e são nomes com atuação pífia. Isso é público e notório.
BCS – Ouço nos intramuros da política potiguar, que o senhor poderá ser um nome ao Senado, mas com apoio da governadora Fátima Bezerra. Faz sentido?
Haroldo Azevedo – Em política tudo é possível, desde que seja para o bem público. Nosso estado está numa situação tão difícil, que só existe salvação com a união de todos, independente até das ideologias politicas. Sinto-me preparado para disputar qualquer cargo majoritário. Até pela carência de grande de nomes da chamadas ficha limpa. Ademais, administrar é usar bem os recursos públicos e promover o desenvolvimento, com foco na geração de empregos e renda.
Acompanhe oBlog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.
Nem imagine que esteja fazendo alguma jogada de marketing.
Fala a verdade.
Styvenson aguarda mais sinalizadores confiáveis para tomar posição em relação ao pleito (Foto: Web)
Até aqui, o capitão Styvenson Valentim (sem partido) não definiu ainda se será candidato ao Senado e qual partido poderá ser o seu endereço para tal fim.
Aguarda a chegada de pelo menos mais uma pesquisa, para melhor se situar.
Aí, sim: decidirá.
O resto é especulação.
“As próximas pesquisas dirão com maior realismo o que pode estar por vir na disputa ao Senado”, postamos na Coluna do Herzog (veja AQUI) na última segunda-feira (9), na nota sob o título Styvenson ameaça primeiramente Zenaide Maia.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.
Em conversa com o Blog do Marcos Dantas nesta sexta-feira (6), o capitão Styvenson Valentim da Polícia Militar do Rio Grande do Norte garantiu: em 15 dias decidirá seu futuro político.
Styvenson disse que se afastou oficialmente de suas funções profissionais neste dia, atendendo a exigências legais.
Ele ainda não tem filiação partidária alguma nem adiantou se será candidato ao Senado.
Relatou que pelo menos seis partidos ofereceram legenda à sua filiação. Hoje, disse, suas chances de entrar para a vida pública seriam de pelo menos “80%”.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.
O ex-prefeito de São Gonçalo do Amarante Jaime Calado assinou ontem (25) sua ficha de filiação ao Partido da Mulher Brasileira (PMB).
Jaime era filiado ao Partido da República (PR), presidido no Estado pelo ex-deputado João Maia, seu cunhado.
A deputada federal Zenaide Maia, esposa de Jaime e irmã de João Maia, ainda segue filiado ao PR.
Nota do Blog Carlos Santos – Jaime deve se inclinar mais à esquerda e levar sua mulher à mesma direção na campanha do próximo ano.
Possibilidade de ele ser candidato a deputado estadual e sua mulher ao Senado, numa aliança com o PT da senadora Fátima Bezerra, que pavimenta caminho para concorrer ao governo estadual.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.