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Reservatórios armazenam apenas 36,66% da capacidade total

Boqueirão de Parelhas no Seridó chegou a 9,18% de sua capacidade (Foto: Igarn)
Boqueirão de Parelhas no Seridó chegou a 9,18% de sua capacidade (Foto: Igarn)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte atualiza dados sobre os reservatórios de água que monitora através do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN). Relatório divulgado nesta segunda-feira (02) aponta aumento no volume das reservas hídricas superficiais do estado, que acumulam 1.990.321.275 m³, correspondentes a 37,62% da capacidade total, estimada em 5.290.123.351 m³.

No levantamento anterior, divulgado em 23 de fevereiro, os reservatórios acumulavam 1.939.648.841 m³, equivalentes a 36,66% da capacidade total. O comparativo indica crescimento significativo nos volumes armazenados em decorrência das chuvas registradas nas últimas semanas.

Dinamarca verte e 35 reservatórios recebem recarga

A barragem Dinamarca, localizada no município de Serra Negra do Norte, atingiu 100% da sua capacidade e começou a verter (popularmente conhecida como “sangrar”) neste domingo (1º de março). O reservatório tem capacidade total de 2.724.425 m³ e, no relatório do dia 23 de fevereiro, acumulava apenas 226.088 m³, o equivalente a 8,30% da sua capacidade. O manancial é responsável pelo abastecimento público municipal.

Além da Dinamarca, outros 35 reservatórios apresentaram aumento nos volumes armazenados. O açude Novo Angicos, em Angicos, registrou aumento de 35,38%, passando de 631.426 m³ (14,87%) para 2.133.065 m³ (50,25%) de sua capacidade total, que é de 4.245.061 m³.

O açude Sossego, em Rodolfo Fernandes, teve incremento de 32,96%, acumulando atualmente 1.033.837 m³, o equivalente a 43,99% da sua capacidade total de 2.350.000 m³. No relatório anterior, o volume era de 259.275 m³ (11,03%).

Já o açude Japi II, em São José do Campestre, apresentou aumento de 30,29%, acumulando 8.986.149 m³, correspondentes a 43,52% da sua capacidade total (20.649.000 m³). O açude Pinga, em Cerro Corá, também registrou recarga expressiva de 26,24%, alcançando 2.931.135 m³, o equivalente a 74,16% da sua capacidade total, que é de 3.952.610 m³.

Situação dos maiores reservatórios

Entre os maiores mananciais do estado, a barragem de Barragem de Oiticica, segundo maior reservatório do RN, segue em processo de recarga. Atualmente acumula 168.705.076 m³, correspondentes a 22,72% da sua capacidade total de 742.632.840 m³. O volume representa aumento de 4,02% em relação ao dia 23 de fevereiro, quando o reservatório registrava 138.896.716 m³ (18,70%).

A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, acumula 1.000.833.576 m³, o equivalente a 42,17% da sua capacidade total de 2.373.066.000 m³.

Já a Barragem Santa Cruz do Apodi registra 321.012.200 m³ armazenados, correspondentes a 53,53% da sua capacidade total de 599.712.000 m³.

Reservatórios em estado de alerta

Apesar das recargas observadas, 20 reservatórios permanecem com volumes inferiores a 10% da capacidade total, configurando estado de alerta. São eles:

Boqueirão de Parelhas (Parelhas) – 9,18%;

Itans (Caicó) – 0,05% (estava seco no levantamento anterior);

Sabugi (São João do Sabugi) – 1,33%;

Passagem das Traíras (São José do Seridó) – 0,03%;

Esguicho (Ouro Branco) – 1,58%;

Carnaúba (São João do Sabugi) – 9,48%;

Bonito II (São Miguel) – 4,36%;

Dourado (Currais Novos) – 6,28%;

Apanha Peixe (Caraúbas) – 3,23%;

Gangorra (Rafael Fernandes) – 3%;

Jesus Maria José (Tenente Ananias) – 0,42%;

Beldroega (Paraú) – 4,65%;

Tourão (Patu) – 2,50%;

Zangarelhas (Jardim do Seridó) – 6,93%;

Brejo (Olho D’Água do Borges) – 0,29%;

25 de Março (Pau dos Ferros) – 4,38%;

São Gonçalo (São Francisco do Oeste) – 2,84%;

Mundo Novo (Caicó) – permanece seco;

Inspetoria (Umarizal) – 3,42%;

Lulu Pinto (Luís Gomes) – 0,01%.

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Inverno se desenha com chuvas que não são animadoras

Segunda quinzena deste mês alimenta boa perspectiva de chuvas (Foto: Carmem Félix)
Segunda quinzena deste mês alimenta boa perspectiva de chuvas (Foto: Carmem Félix)

A Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) divulgou a previsão climática para o trimestre deste ano, mais precisamente para os meses de janeiro, fevereiro e março. O prognóstico é de chuvas na categoria normal a abaixo do normal, segundo boletim emitido pelo setor.

A escassa ocorrência de chuvas na primeira quinzena de janeiro, ocorreu devido a Oscilação Intrassazonal Madden-Julian (OMJ) de forma desfavorável, condição que deve mudar na segunda quinzena, favorecendo a ocorrência das precipitações.

O documento ressalta também que janeiro e fevereiro são meses da pré-estação chuvosa, onde atuam sistemas meteorológicos de curta duração e baixa previsibilidade como os Vórtices Ciclônicos (VCANS), Linha de Instabilidades (LI) e Frentes Frias (FF) – que podem ou não trazer chuvas. O volume depende do posicionamento e das condições atmosféricas.

De acordo com o boletim climático, durante o mês de fevereiro, a atuação da Oscilação Intrassazonal Madden-Julian (OMJ) favorecerá a condição de ocorrência de chuvas nas primeiras semanas do mês. Para a segunda quinzena, a ocorrência de chuvas vai depender da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Para março, considerado o mês mais chuvoso do primeiro trimestre do ano, as chuvas dependem diretamente das condições termodinâmicas dos Oceanos Pacífico e Atlântico.

Tendência de ocorrência de chuvas para janeiro a maio nas microrregiões do Rio Grande do Norte:

MESORREGIÃO    JAN/26    FEV/26      MAR/26

 

Oeste                   76,7 mm  116,5 mm   197,5 mm

Central                 59,3 mm   93,2 mm     155,1 mm

Agreste                45,9 mm   69,6 mm     119,2 mm

Leste                   59,8 mm    92,2 mm     166,9 mm

Estado                  60,4 mm   92,9 mm     159,7 mm

Para mais informações sobre meteorologia no Rio Grande do Norte, acesse:www.meteorologia.emparn.rn.gov.br

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Secretaria divulga acumulado de chuvas esperado para o 1º trimestre

Estimativa de chuvas é promissora (Foto: WIlson Moreno/Arquivo)
Estimativa de chuvas é promissora (Foto: WIlson Moreno/Arquivo)

A Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) divulgou nesta terça-feira (23) a estimativa do acumulado de chuvas para o primeiro trimestre de 2026 em Mossoró. O volume pluviométrico é baseado em cálculo de chuvas registradas dos últimos 20 anos.

Segundo levantamento, para janeiro o volume esperado de chuvas é de 52,1 milímetros. Já para fevereiro, o estudo aponta 103,7 milímetros de acumulado, enquanto para março o volume esperado é de 183,4 milímetros.

“La Niña” é um fenômeno climático natural caracterizado pelo resfriamento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial na faixa 3.4, que proporciona chuvas intensas no Norte e Nordeste do Brasil.

A Zona de Convergência Inter Tropical (ZCIT) está se posicionando favorável a formação de nuvens. Os modelos meteorológicos mostram a presença do fenômeno “La Niña” com duração até o final do verão, que será no dia 20 de março, possibilitando o aumento da velocidade do vento e a instabilidade atmosférica.

“Os ventos ascendentes permitem que o vapor de água esfrie, condense e forme nuvens de chuvas”, explica o professor de Ciências Naturais, Alciomar Lopes.

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Mossoró tem registro de boas chuvas nas zonas rural e urbana

Esperança de inverno num início de ano nos anima bastante (Foto ilustrativa)
Prefeitura tem pluviômetros espalhados em várias partes do município (Foto ilustrativa)

A Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) divulgou na manhã desta segunda-feira (27) o relatório pluviométrico das últimas 24 horas nas zonas urbana e rural de Mossoró. A cidade registrou na tarde do último domingo (26) muita chuva em várias partes do município.

Conforme levantamento, o pluviômetro automático, instalado no bairro Costa e Silva, registrou 54,5 milímetros. Já o manual, que está no bairro Alto da Conceição, teve registro de 54,0 mm. No bairro Aeroporto, o pluviômetro instalado na região mediu 45 milímetros de chuva na região, enquanto no bairro Paredões o total de milímetros ficou em 10.

Zona Rural

O levantamento da Seadru aponta para chuvas em várias comunidades rurais de Mossoró, com destaque para as localidades de Senegal e Barreira Vermelha, que registraram 50 ou mais milímetros no período analisado. Em outras comunidades, os pluviômetros instalados registraram entre 15 mm e 42 mm.

O balanço traz comunidades onde há relatos de precipitação, mas sem o índice pluviométrico.

Chuvas

Bairro Alto da Conceição   54,5 mm

Bairro Costa e Silva          54,0 mm

Bairro Aeroporto               45,0 mm

Bairro Paredões               11,0 mm

Leia também: Distribuição de pluviômetros norteará secretaria em zona rural

Leia também: Inverno em janeiro está acima do previsto.

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Distribuição de pluviômetros norteará secretaria em zona rural

Equipamento dará um fluxo de informação importante à secretaria (Foto: Wilson Moreno)
Equipamento dará um fluxo de informação importante à secretaria (Foto: Wilson Moreno)

A Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) vai instalar pluviômetros na zona rural de Mossoró. Os equipamentos de captação de água serão entregues as lideranças rurais no lançamento do programa Semear, marcado para a próxima quarta-feira (22), no Parque de Exposições Armando Buá.

Serão instalados aproximadamente 120 pluviômetros. O monitoramento das chuvas na zona rural é para a Secretaria de Agricultura observar a distribuição das precipitações pelas regiões e encontrar o melhor momento de realizar o corte de terra em determinada região, por exemplo, se já tiver um bom volume de chuvas.

“Nesse ano vamos contar com um reforço que é a instalação de pluviômetros nas comunidades para que possamos fazer o monitoramento em cada localidade da intensidade das chuvas e, daí, conseguir fazer o acompanhamento técnico mais preciso com sugestões agronômicas para as culturas, principalmente de milho, feijão e sorgo”, explicou Faviano Moreira, titular da Secretaria de Agricultura.

Informações

A ideia da Seadru é que cada agricultor responsável pelo medidor de volume e fazer o monitoramento e repassar a Secretaria de Agricultura as informações de chuvas distribuídas na zona rural. Raniere Barbosa, gerente de Desenvolvimento Rural explica sobre a variação na distribuição das chuvas na zona rural.

“Sabemos que na zona rural temos uma variabilidade muito grande de distribuição espacial, fazendo com que algumas comunidades, principalmente aquelas que têm solo argiloso e que tenham um volume de água maior, tenham dificuldade no preparo do solo acarretando dificuldade dos tratores em cortar a terra, provocando atoleiro e inviabilizando o corte”.

Altas temperaturas e acúmulo de água provocam aumento de casos

Especialista alerta para que transmissor não avance mais ainda (Foto ilustrativa)
Especialista alerta para que transmissor não avance mais ainda (Foto ilustrativa)

O crescimento de quase 65% nos casos prováveis de dengue nas últimas semanas de 2023 alertam saúde do RN. O aumento dos números de casos de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti têm alarmado a comunidade médica no início de 2024 e tem mobilizado campanhas nacionais para frear a quantidade de pessoas infectadas por doenças transmitidas pelo mosquito.

De acordo com as estimativas do Ministério da Saúde, o Brasil pode atingir até 5 milhões de casos de dengue em 2024, esse crescimento é devido a diversos fatores, como o aumento das temperaturas e acúmulo de chuvas que afetam o país inteiro.

Alerta

Segundo o boletim epidemiológico relativo a 2023 da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, 12.048 casos de suspeita de dengue foram notificados e destes, 2.430 foram confirmados.

A infectologista do Hospital Promater Natal, Lúcia Calich, explica que o alerta para aumento de números de casos é necessário porque o mosquito é transmissor de doenças que podem se tornar graves.

“Infelizmente temos a expectativa que se notifiquem muitos casos de dengue em fevereiro e o mosquito é bastante perigoso porque ele transmite não somente a dengue, mas outras doenças que são perigosas e que os pacientes precisam de cuidados médicos”, enfatiza a infectologista.

Os principais sintomas da dengue são dor de cabeça, dor atrás dos olhos, febre alta, dores no corpo e articulações, manchas vermelhas pelo corpo e em alguns casos náuseas e vômitos, além de sangramentos nos casos mais graves.

É possível diminuir a quantidade de casos através de ações simples, como a limpeza de terrenos, higienização de quintais e a atenção em não deixar água parada, assim, contribuindo para que o mosquito não se prolifere e transmita a dengue e outras doenças para a população.

Em caso de suspeita de dengue, o ideal é procurar atendimento médico e evitar a automedicação, que pode trazer riscos a sua saúde.

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A vida que nos sorrir quando está “bonito para chover”

Ah, você não sabe o quanto é bom esse banho de chuva (Foto ilustrativa)
Ah, você não sabe o quanto é bom esse banho de chuva (Foto ilustrativa)

É incompreensível à boa parte dos indivíduos da metrópole, essa euforia das pessoas das pequenas comunas, do sertanejo do semiárido, com as chuvas, sangrias de açudes, banho de bica e o inverno em si.

Saiba: essa é nossa ‘Aurora Boreal’, um encantamento por todos os sentidos.

Mais: é vida.

A expressão “bonito para chover”, por exemplo, é incompreensível na cidade grande.

“Tempo bom” nesse mundo do sertão, é chuva e não sol.

Nossa meteorologia tem significados próprios.

A gente entende.

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Umari por uma peinha de nada

A barragem Umari em Upanema, com capacidade de armazenar quase 300 milhões de metros cúbicos de água, está com quase 99% desse total.

A dupla Icinho e Cecília Rodrigues mostra esse ‘quase’ neste sábado (08), às 13h, conta o jornalista Magnos Alves do Portal do Oeste.

Domingo (9) deve ser dia de sangria, que não ocorre desde 2009.

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Tarcísio Maia agoniza e governo não aplica recursos de senador

O senador Styvenson Valentim (Podemos) pulverizou nesta quinta-feira (23), em suas redes sociais, mais um capítulo de sua cobrança pública para investimentos no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró. Ele destinou à gestão Fátima Bezerra (PT), ainda no primeiro mandato dela – 2018-2022 – R$ 12 milhões para o HRTM.

“Até agora a governadora não ‘botou’ um prego na parede”, desabafa o senador, mostrando situação do hospital, com chuvas que caíram em Mossoró na quarta-feira (22).

“Há muito tempo que o RN está na UTI. A propaganda eleitoral da governadora tentou mascarar a situação, mas a verdade veio à tona. Destinei, em 2020, R$ 12 MILHÕES para REFORMAR, AMPLIAR e EQUIPAR o Tarcísio Maia e até agora a governadora não ‘botou’ um prego na parede”, postou.

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Chuvas melhoram capacidade hídrica de reservatórios do RN

O Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN) apresenta o mais recente Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, nesta segunda-feira (26), com informações atualizadas dos 47 mananciais monitorados. Indica que as chuvas ocorridas no último final de semana provocaram aumento do volume de alguns deles.

Santa Cruz está com quantitativo expressivo, segundo Igarn (Foto: Felipe Alecrim)
Santa Cruz está com quantitativo expressivo, segundo Igarn (Foto: Felipe Alecrim)

O açude de Cruzeta teve aumento de volume. Atualmente acumula 6.834.967 m³, percentualmente, 29,03% da sua capacidade total, que é de 23.545.745 m³. No dia 16 de dezembro, ele estava com 5.257.842 m³, equivalentes a 22,33% da sua capacidade total.

O açude Rio da Pedra, localizado em Santana do Matos, acumula 1.937.998 m³, correspondentes a 14,25% da sua capacidade total, que é de 13.602.215 m³. Em meados de dezembro, o reservatório estava com 1.684.912 equivalentes a 12,39% da sua capacidade total.

A barragem Mendubim, localizada em Assu, acumula 55.723.424 m³, percentualmente, 72,03% da sua capacidade total, que é de 77.357.134 m³. No dia 16 de dezembro, o reservatório estava com 55.399.140 m³, correspondentes a 71,61% da sua capacidade total.

O açude Boqueirão de Parelhas acumula 5.659.405 m³, equivalentes a 6,67% da sua capacidade total, que é de 84.792.119 m³. No dia 16 de dezembro, o manancial estava com 4.932.633, correspondentes a 5,82% da sua capacidade total.

A barragem Umari, localizada em Upanema, acumula 174.510.835 m³, percentualmente, 59,6% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³. Em meados de dezembro, o reservatório estava com 173.664.596 m³, equivalentes a 59,31% da sua capacidade total.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves não recebeu águas, mas mantém um acumulado de 1.270.550.840 m³, correspondentes a 53,54% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. No dia 16 de dezembro, o reservatório estava com 1.277.322.287 m³, equivalentes a 53,83% da sua capacidade total.

A barragem Santa Cruz do Apodi acumula 230.734.410 m³, percentualmente, 38,47% da sua capacidade total, que é de 599.712.000 m³. Em meados de dezembro, o volume acumulado no manancial era de 232.820.850 m³, equivalentes a 38,82% da sua capacidade total.

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RN tem chuvas com mais de 100 milímetros no fim de semana

O primeiro final de semana de novembro de 2022 apresentou chuvas acima de 100 milímetros no Rio Grande do Norte com maiores acumulados nas regiões Central e Oeste do Estado. O levantamento do Sistema de Monitoramento Hidrometereológico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (EMPARN) registra os maiores acumulados, de sexta-feira (04) às 7h15, até o mesmo horário desta segunda-feira (7).Chuvas, Emparn, início de de 4 a 7 de novembro de 2022

De acordo com as análises dos pesquisadores da Emparn, as chuvas decorrem das instabilidades associadas a restos de frente fria vinda da região Sul e Sudeste.

“A temperatura aumenta porque o sol passa a esquentar mais o Hemisfério Sul, sendo observada maior taxa de energia recebida nesse território e, com isso, um acréscimo da temperatura”, comentou Gilmar Bristot, chefe da unidade instrumental de Meteorologia da Emparn.

O sistema de monitoramento da Emparn registra também presença de umidade relativa do ar, um dos elementos que contribuem para o incremento da temperatura na área do litoral do RN e favorecem a ocorrência de chuvas. “Pelas previsões, há tendência de pancadas de chuvas tanto no litoral como no interior (Alto Oeste, região de Mossoró), no período da tarde e início da noite”, explicou Bristot.

Onde mais choveu

Período: 07h00 de 06 a 07h00 de 07/11/2022

Severiano Melo: 105.0

Olho d’Água do Borges: 103.0

Serrinha dos Pintos: 97.0

Rodolfo Fernandes: 82.0

Riacho de Santana: 81.0

São Fernando: 74.4

Almino Afonso: 73.0

Janduís: 69.8

Luís Gomes:  68.4

Tenente Ananias: 60.0

Venha-Ver: 59.6

Major Sales: 57.7

José da Penha: 57.0

Caraúbas: 55.7

Taboleiro Grande: 55.2

Felipe Guerra: 52.0

Jucurutu: 50.8

Rafael Fernandes: 48.1

Serra Negra do Norte: 48.0

Lucrécia: 45.6

Timbaúba dos Batistas: 45.0

Umarizal: 44.0

Caicó: 43.8

Antônio Martins: 42.8

Patu: 41.4

Martins: 39.6

Santana do Seridó: 39.0

Apodi: 37.0

Ipanguaçu: 36.0

Paraná: 36.0

Pau dos Ferros: 35.0

Campo Grande: 34.2

Alexandria: 30.0

Confira o boletim completo das chuvas do final de semana no RN no link abaixo:

//meteorologia.emparn.rn.gov.br/boletim/diario/5546

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Chuvas marcam últimas 48 horas e causam preocupação

Manhã de domingo (3) com chuvas intensas no Rio Grande do Norte, principalmente nos municípios da faixa litorânea, na região Leste do estado. O boletim pluviométrico das 9h15, referente às últimas 24h, registra ocorrência de chuvas em 85 municípios.

Área litorânea, região metropolitana, são pontos mais críticos no período (Foto ilustrativa Elisa Elsie)
Área litorânea, região metropolitana, são pontos mais críticos no período (Foto ilustrativa Elisa Elsie)

O município de Touros foi o que mais choveu com 81 milímetros (mm), seguido de Extremoz com 52,2 mm e Maxaranguape com 51,4 mm, todos no litoral. Em Natal, 24,7 mm.  Nas regiões Oeste e Agreste Potiguar foram registrados os maiores volumes, acima de 30 mm, em Taboleiro Grande com 32,6 mm e Sítio Novo com 31 mm.

O chefe da unidade instrumental de Meteorologia, Gilmar Bristot, explica que as chuvas nas últimas 48h são causadas pelo contraste térmico entre o continente e o oceano.

“A atuação das ondas de leste, sistema meteorológico que se forma sob o oceano traz muita umidade do oceano, que está com as águas muito aquecidas e em contato com a atmosfera do território favorece a formação das chuvas. No primeiro momento as chuvas aconteceram no litoral Norte, na região de Touros, e desde a madrugada em toda a faixa litorânea, adentrando, também, o interior do estado”, comentou.

A previsão é que as chuvas continuem nos próximos dias, sendo mais intensas no início da madrugada e manhãs. “Nesses horários se tem o incremento da atuação do sistema de brisa, tendo sempre possibilidade de chuvas mais intensas e mais fortes”, disse Bristot.

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“Alerta amarelo” preocupa Defesa Civil

A partir de “alerta amarelo” do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a Defesa Civil de Mossoró está de prontidão. Esse tipo de aviso é extensivo a todo litoral norte do RN.Alerta de chuvas em Mossoró e região - 08-06-2022

Há indicadores de que tenhamos nesses próximos dias outra onda de chuvas que podem causar muitos transtornos.

No último dia 24 de maio, tempestade provocada por ciclone tropical impôs chuvas acrescidas de ventanias e relâmpagos no município, com alguns locais registrando 130 milímetros em cerca de duas horas (veja AQUI). Em 25 de março houve também chuvas muito fortes (veja AQUI).

A população pode acionar o Centro Integrado de Operações de Trânsito e Segurança Pública (CIOTS), através dos números 153 (Guarda Municipal), 156 (Trânsito) e 199 (Defesa Civil). A central de atendimento funciona todos os dias da semana. A ligação é gratuita.

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) e outros setores do município estão fazendo trabalhos preventivos, de esclarecimento com monitoramento e ação em áreas mais críticas.

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Governo mobiliza ação para áreas alagadas no Seridó

Uma intensa chuva no fim da tarde desta sexta-feira (14), no município de Jardim de Piranhas, alagou parte das casas localizadas no bairro Santa Cecília, levando transtorno aos moradores.

A governadora Fátima Bezerra (PT) determinou, tão logo tomou conhecimento da situação, que equipes da Defesa Civil do RN, do Corpo de Bombeiros Militar e Caern fossem à região prestar assistência e dimensionar os riscos e eventuais danos.

A atuação do Governo do RN ocorre de forma integrada e, em Jardim de Piranhas, mobilizou a Companhia de Águas e Esgotos (Caern), a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, além do Corpo de Bombeiros Militar e Coordenadoria de Defesa Civil do RN.

A ação articulada dos órgãos de Governo é uma orientação da governadora, desde o alerta de possibilidade de chuvas intensas, especialmente para a região do semiárido do Rio Grande do Norte.

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Força-tarefa tem alta tecnologia para enfrentar efeitos de fortes chuvas

Centro Integrado de Operações de Trânsito e Segurança Pública é o 'coração' da força-tarefa (Foto: Allan Phablo)
Centro Integrado de Operações de Trânsito e Segurança Pública é o ‘coração’ da força-tarefa (Foto: Allan Phablo)

Visando reduzir os impactos causados pelas fortes chuvas que atingem o município, a Secretaria Municipal de Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito (SESDEM) tem em atividade há alguns dias a força-tarefa para auxiliar às equipes da Defesa Civil. A operação envolve a Guarda Civil Municipal, agentes de Trânsito e Waze (aplicativo baseado na navegação por GPS), para monitorar tráfego, áreas alagadas e pontos ameaçados.

Com a antecipação do período chuvoso, o monitoramento do cenário meteorológico é acompanhado todos os dias pelas equipes da Defesa Civil. A região ribeirinha da cidade recebe atenção especial de profissionais diariamente.

Tecnologia

A novidade é a utilização do sistema de georreferenciamento e videomonitoramento, tecnologias que passaram a ser utilizadas pela Defesa Civil Municipal. Com o uso das ferramentas, as equipes vão trabalhar em conjunto com o trânsito municipal, acompanhando em tempo real os pontos de bloqueios de vias em caso de grande acúmulo de água.

A população pode acionar o Centro Integrado de Operações de Trânsito e Segurança Pública (CIOTS), através dos números 153 (Guarda Municipal), 156 (Trânsito) e 199 (Defesa Civil). A central de atendimento funciona todos os dias da semana. A ligação é gratuita.

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Em três dias Mossoró tem maior média de chuva em 30 anos

Levantamento da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) aponta que houve pluviometria nos três primeiros dias de janeiro em Mossoró. O acumulado no período já está acima do esperado para todo o mês, segundo o professor de Ciências Exatas e Naturais da SEADRU, Alciomar Lopes.

Chuva dessa segunda-feira foi isoladamente a maior e surpreendeu todas as previsões (Foto: Wilson Moreno)
Chuva dessa segunda-feira foi isoladamente a maior e surpreendeu todas as previsões (Foto: Wilson Moreno)

“Em três dias já conseguimos ultrapassar o valor médio dos últimos 30 anos relativo a janeiro”, disse o professor. O acumulado esperado para todo o mês de janeiro era de 58,9mm.

Nestes primeiros dias de 2022 choveu no município 63,3 milímetros. De acordo com Alciomar Lopes, o pluviômetro da Secretaria de Agricultura registrou nesta segunda-feira (3) o total de 56,5mm, maior chuva registrada até o momento na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte.

“No ano de 2022 nós já tivemos três leituras seguidas. No primeiro dia de janeiro a chuva foi de 6,5 milímetros. No dia 2, a precipitação foi de apenas 0,3mm e na tarde desta segunda-feira choveu 56,5mm. Foi uma chuva que a gente não esperava. As previsões mostravam 15 milímetros”, destacou.

Média de 30 anos

O professor Alciomar Lopes ressalta ainda que as chuvas registradas em dezembro ajudaram Mossoró a ficar acima da média anual. Segundo ele, o acumulado no mês passado foi de 72,5mm, o que subiu de 572mm para 644,5mm.

“Nós obtivemos no período chuvoso, que vai de janeiro a junho, 572 milímetros para 59 dias de leitura. Esse número estava configurando que Mossoró ficaria abaixo da média geral anual que é de 626mm. Quando chegamos a dezembro aconteceram cinco dias de pluviometria acumulada no mês, que simplesmente subiu o volume anual de 572 para 644,5 milímetros. Nessa condição, 2021 fechou com valor acima da média anual”, explicou.

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Bairro inteiro fica sem energia elétrica; Cosern diz triplicar atendimento

Madrugada dessa segunda-feira (27) voltou a faltar energia elétrica no bairro Nova Mossoró, em Mossoró. Na área residem mais de 3 mil pessoas.

Madrugada foi de blecaute na área da Nova Mossoró onde residem mais de 3 mil pessoas (Foto: cedida)
Madrugada foi de blecaute na área da Nova Mossoró onde residem mais de 3 mil pessoas (Foto: cedida)

Blecaute já tinha acontecido duas vezes no fim de semana.

Choveu desde o final da noite de domingo (26), avançando pela madrugada.

Moradores ainda pela madrugada foram às redes sociais pedir providências à Cosern. E acrescentaram: mesmo sem chuvas, é comum oscilação na energia.

Outros bairros também foram afetados.

Resposta da Cosern

O Canal BCS (Blog Carlos Santos) fez contato com a concessionária de serviços de energia elétrica no RN, a Neoenergia Cosern. Sua Assessoria de Imprensa

A Neoenergia Cosern informa que “triplicou o número de equipes técnicas para atender as ocorrências registradas na noite deste domingo (26) e manhã de segunda-feira (27), principalmente nos bairros Nova Mossoró e Nova Betânia, em Mossoró, provocadas por chuvas, acompanhadas de ventos que lançaram galhos de árvores, pedaços de pano, plásticos e outros objetos na fiação”.

Acrescentou que “as equipes técnicas estão trabalhando para reestabelecer o fornecimento dos clientes que por ventura ainda estão sem energia elétrica o mais rápido e seguro possível”.

No Nova Mossoró, a energia foi retomada por volta de 8h20, segundo alguns moradores adiantaram ao Canal BCS.

Nota do Canal BCS – A gente também foi afetado em outro ponto da cidade. Pane de madrugada e até agora sem solução. O jeito foi arranchar noutro endereço.

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Tá bonito pra chover

Por Odemirton Filho 

A crônica do amigo Paulo Menezes no domingo passado (veja AQUI) despertou a saudade dos banhos de chuva na minha infância.

Eu saía correndo pelas ruas próximas à minha casa, ia para baixo das biqueiras dos prédios, sentia a água gelada batendo no “couro” até ficar tremendo de frio. Banho de chuva na rua

Jogava bola “na chuva”, não tinha um pingo de medo dos trovões e dos raios. Uma ruma de meninos pedalando pelas ruas, molhados, aqui e ali pegando as cajaranas da vizinhança.

Às vezes ficava resfriado ou com a garganta inflamada e precisava tomar uma injeção lá em Dr. Vicente Forte. Mas valia a pena.

Levávamos as Kombis da padaria para lavar na barragem do rio Mossoró. Meu pai, segundo dizia, quando era criança atravessava o rio nas enchentes agarrado num tronco de uma árvore, mesmo sem saber nadar, e me contava as aventuras de sua infância no antigo Horto Florestal.

Estando em Tibau, por muitas vezes fui à praia na hora da chuva. Nem ligava para o perigo que corria. Queria era mergulhar no mar, com as gotas d´água “açoitando” o corpo. Ia brincar com os meus primos na pedra do chapéu. Depois, é claro, levava uns “carões” da minha mãe.

Para o pessoal do Sudeste o céu fica feio quando está com as nuvens “carregadas”. Para nós, nordestinos, é lindo de se ver.

Como é bonito os raios rasgarem de ponta a ponta o céu, com as nuvens anunciando um toró d´água e depois encharcando o chão rachado pela seca.

Quando eu vejo as imagens das chuvas no sertão, das pequenas barragens sangrando e do mato ficando verde, fico feliz. Imagino a alegria do homem do campo em cultivar a sua terra.

Hoje, já não tenho coragem de tomar banho de chuva pelas ruas nem de mergulhar no mar de Tibau quando está chovendo.

De vez em quando contemplo o céu quando “tá bonito pra chover” (uma expressão bem nossa, sertaneja, de contemplação) e espero a água cair para aguar as plantas do meu quintal. Aproveito e tomo uma boa dose pra esquentar a alma. Aí vem à memória os banhos de chuva na minha infância.

Sinto uma saudade danada.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Ê saudade!

Saudades do meu sertão!

De pegar estradas que me levem à graça do sertanejo e àquele verde cintilante; à fartura no fogão à lenha e panela de barro.

Da pinga e da prosa embaixo do juazeiro.

Boi barrigudo, passaredo livre, chuva na bica.

O sertão é o mundo, meu amigo.

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“Zeus” pede socorro no Monte Olimpo de Mossoró

O conjunto residencial “Monte Olimpo” (553 casas), edificado situado em área por trás da Base da Petrobras, às margens da BR-304 (Complexo Viário da Abolição, em Mossoró), clama por providências à restauração de algumas de suas principais vias de tráfego.

Com 533 residências, Monte Olimpo tem ruas com pista cedendo e crateras como na Rua Zeus (Foto: cedida)

Entregue em 2013, a um custo da ordem de R$ 50 milhões, via Caixa Econômica Federal (CEF), dentro do “Programa Minha Casa, Minha Vida”, no Monte Olimpo residem cerca de duas mil pessoas.

Com recrudescimento do inverno, a circulação normal de veículos e pessoas está comprometida com o surgimento de verdadeiras crateras. Umas das artérias mais afetadas é a Rua Zeus (Deus no Olimpo, na mitologia grega).

Acionando o Blog Carlos Santos, moradores pedem ação rápida do município antes que ocorram danos materiais sérios e até comprometimento de vidas humanas.

Em 2017, o Monte Olimpo sofreu com enxurradas que transformaram ruas em espaços diluvianos (relembre AQUI).

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Reservatórios do RN continuam a receber bom aporte hídrico

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), monitora 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pela segurança hídrica potiguar. O mais recente Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais foi divulgado nessa quinta-feira (26).

Indica que a barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do Estado, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos acumula atualmente 659.255.992 m³, percentualmente, 27,78% da sua capacidade total. No mesmo período de 2019 o reservatório acumulava 503.957.333 m³, correspondentes a 21% do seu volume máximo.

Barragem de Pau dos Ferros tem recebido bom volume de água no inverno deste ano (Foto: cedida)

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente são de 1.233.200.950 m³, o que corresponde a 28,17% da capacidade total das bacias potiguares juntas que é de 4.376.444.842 m³. Em comparativo com 2019, no mesmo período, o volume das reservas hídricas do RN era de 999.744.119 m³, percentualmente, 22,84% do volume total que conseguem acumular.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, 5 permanecem em nível de alerta, com volumes inferiores a 10% da sua capacidade total, o que corresponde a 10,63% dos mananciais. Já os que estão secos são, percentualmente, 6,38% dos açudes monitorados.

No mesmo período do ano passado os reservatórios com menos de 10% da sua capacidade total eram percentualmente, 19,14% dos mananciais monitorados. Já os secos eram 6, percentualmente, 12,76%

Santa Cruz

.A barragem Santa Cruz do Apodi, segundo maior reservatório do Estado, com capacidade para 599.712.000 m³, acumula atualmente, 152.247.518 m³, percentualmente, 25,39% do seu volume máximo. No final de março de 2019, o manancial estava com 135.915.601 m³, o que correspondia a 22,66% da sua capacidade total.

Já o reservatório Umari, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula atualmente, 105.464.012 m³, percentualmente, 36,02% do seu volume máximo. No dia 26 de março do ano passado o manancial estava com 98.562.845 m³, percentualmente, 33,66% da sua capacidade total.

A barragem Pau dos Ferros, com capacidade para 54.846.000 m³, acumula atualmente 8.306.804 m³, o que corresponde a 15,15% da sua capacidade total. O manancial não atingia 15% do seu volume máximo desde agosto de 2013, embora tenha recebido recarga em anos posteriores, e estava seco até o dia 3 de março deste ano.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, com capacidade para 44.421.480 m³, acumula atualmente, 11.448.873 m³ chegando, portanto, a 25,77% da sua capacidade total. No mesmo período de 2019 a barragem estava completamente seca.

O açude Santana, localizado em Rafael Fernandes, com capacidade para 7.000.000 m³, e que estava seco até o último dia 12 de março, recebeu bom aporte de águas e acumula atualmente 1.645.000 m³, o que percentualmente representa 23,5% da sua capacidade total.

Sangria

Os reservatórios que já sangram na quadra invernosa deste ano foram: Dourado, localizado em Currais Novos; o açude de Encanto; o açude Riacho da Cruz II; o açude Pataxó, localizado em Ipanguaçu e o açude Beldroega, localizado em Paraú.

Os reservatórios que estavam em nível de alerta até o último relatório, divulgado no dia 18 de março, e que já acumulam mais de 10% da sua capacidade total são: Bonito II, localizado em São Miguel, que estava com 5,17% e agora acumula 12,3%; Flechas, em José da Penha, que estava com 9,05% e agora está com 10,37%; a Barragem Pau dos Ferros, que estava com 6,65% e agora acumula 15,15%; o açude Jesus, Maria, José, em Tenente Ananias, que estava com 9,81% e agora está com 10,03% e o açude de Cruzeta, que estava com 9,23% e agora está com 11,31%.

Nível de alerta

Os mananciais que permanecem em nível de alerta são: o açude de Pilões, com 7,86% da sua capacidade total; Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com 2,45% (porém o reservatório passa por obras não sendo possível grande acumulo); o açude Itans, em Caicó, que está com 3,88%; açude Esguicho, em Ouro Branco, com 0,7% e o açude Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 0,45%.

Secos

Os reservatórios que permanecem secos são: o açude Inharé, localizado em Santa Cruz; o açude Trairi, em Tangará e Japi II, em São José do Campestre.

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Veja como foram chuvas no fim de semana no RN

Do Blog do BG

Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) registrou maior volume de chuvas neste fim de semana no estado na região Oeste. Os municípios de Riacho da Cruz, Tibau, Areia Branca foram os mais banhados, conforme números em destaque. Na região Central, destaque para Santana do Matos, com  35 milímetros. As regiões Agreste Leste tiveram poucas pancadas de chuvas.

Veja abaixo:

OESTE POTIGUAR

Riacho Da Cruz (Emater) 43,2
Tibau(Prefeitura) 40,4
Areia Branca(Emater) 38,5
Viçosa(Prefeitura) 38,5
São Rafael(Particular Ii) 33,0
São Francisco Do Oeste(Prefeitura) 26,5
São Rafael(Emater) 22,0
Martins(Particular) 20,2
Itaú(Particular) 15,0
José Da Penha(Emater) 11,0
Portalegre(Particular) 7,6
Severiano Melo(Prefeitura) 7,0
Riacho De Santana(Emater) 6,0
Luis Gomes(Delegacia) 4,0
Rodolfo Fernandes(Prefeitura) 3,0
Assu(Particular) 2,8
Umarizal(Fazenda Camponesa(partic) 2,5
Francisco Dantas(Emater) 2,0
Apodi(Base Fisica Emparn) 0,3

CENTRAL POTIGUAR

Santana Do Matos(Emater) 35,0
Bodó(Emater/trf p/delegacia) 22,0
Caico(Acude Itans) 3,4
Fernando Pedrosa(Emater) 1,3
Santana do Seridó(Emater) 1,1
Pedro Avelino(Particular) 1,0

AGRESTE POTIGUAR

João Câmara(Centro Saúde) 3,1
Tangará(Emater) 0,2

LESTE POTIGUAR

Extremoz(Emater) 10,1
São Gonçalo Do Amarante(Base Física Da Emparn) 6,3
Natal 4,7
Parnamirim(Base Física Da Emparn) 2,3.

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